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PROCESSADORES
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comApesar de ser o componente principal de um microcomputador, o processador depende da ajuda dos demais componentes. Caso apenas um componente apresente
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P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comapenas um componente apresente baixo desempenho, o desempenho global do micro ficará prejudicado, independentemente de quão rápido seja o processador. Não adianta colocar um motor de Ferrari em um Fusca.
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PROCESSADORES
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. com Um mero K6 ou Pentium MMX com bastante memória RAM, um HD rápido e uma boa placa de vídeo, pode até mesmo bater a performance de um Pentium III
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P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comperformance de um Pentium III com um conjunto fraco. Atualmente você encontrará a venda à venda processadores Core 2 Duo, Core I3, I5, I7 e etc...
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PROCESSADORES
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comDeterminar qual processador é a melhor opção da compra em cada caso, é uma tarefa difícil, pois um processador que é adequado a uma determinada aplicação, pode ser
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P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comdeterminada aplicação, pode ser muito ruim em outra.
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PROCESSADORES
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comQuando vamos comprar um processador, a primeira coisa que perguntamos é qual a sua freqüência de operação, ou sua velocidade, medida em Megahertz
Processadores
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comvelocidade, medida em Megahertz (Mhz) ou milhões de ciclos por segundo.
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P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comAcontece que nem sempre um processador com uma velocidade de operação mais alta é mais rápido que outro que opera a uma freqüência um pouco mais baixa: a
Processadores
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comfreqüência um pouco mais baixa: a freqüência de operação de um processador indica quantas operações são executadas por segundo, o que ele é capaz de fazer em cada operação já é outra história.
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PROCESSADORES
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. com Imagine um 486 de 100 Mhz, ao lado de um Pentium também de 100 Mhz. Apesar da freqüência de operação ser a mesma, o 486 perderia feio no desempenho. Na
Processadores
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comperderia feio no desempenho. Na prática, o Pentium seria pelo menos 2 vezes mais rápido. Isto acontece devido à diferenças na arquitetura dos processadores e
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PROCESSADORES
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comTodos os processadores da família x86, usada em micros PC, são basicamente processadores de números inteiros. Muitos aplicativos porém, precisam
Co-Processador Aritmético
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comaplicativos porém, precisam utilizar números fracionários, assim como funções matemáticas complexas, como seno, co-seno, tangente e etc., para realizar suas tarefas.
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PROCESSADORES
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comEste é o dados de programas de CAD, planilhas, jogos com gráficos tridimensionais e de processamento de imagens em geral. Como o processador
Co-Processador Aritmético
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comgeral. Como o processador principal é incapaz de executar este tipo de operação, depende da ajuda do co-processador aritmético, um “auxiliar” que executa estas operações sempre que necessário. A partir do 486, todos os processadores trazem um
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PROCESSADORES
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comEnquanto os processadores tornaram-se quase 5000 vezes mais rápidos desde o 8088 (processador usado no XT) a memória RAM, sua principal ferramenta de trabalho, pouco evoluiu em performance. Quando foram lançados os processadores 386, percebeu-se que as memórias não eram mais capazes de
Memória Cache
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. compercebeu-se que as memórias não eram mais capazes de acompanhar o processador em velocidade, fazendo com que muitas vezes ele tivesse que ficar “esperando” os dados serem liberados pela memória RAM para concluir suas tarefas, perdendo muito em desempenho. Para solucionar este problema, começou a ser usada a memória cache, um tipo ultra-rápido de memória, que serve para armazenar os dados mais freqüentemente usados pelo processador, evitando na maioria das vezes que ele tenha que recorrer à
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PROCESSADORES
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comSem ela, o desempenho do sistema ficaria limitado à velocidade da memória podendo cair em até 90%. Usamos dois tipos de cache, chamados de cache primário, ou cache L1 (level 1), e cache secundário (level 2). O cache primário é embutido no próprio processador e é rápido o bastante para acompanhá-lo em velocidade.
Memória Cache
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comprocessador e é rápido o bastante para acompanhá-lo em velocidade. Sempre que um novo processador é desenvolvido é preciso desenvolver também um tipo mais rápido de memória cache para acompanhá-lo. Como este tipo de memória é extremamente caro (chega a ser alguns milhares de vezes mais caro que a memória RAM convencional) usamos apenas uma pequena quantidade dela.
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P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comPor ser muito mais barato, podemos usar uma quantidade muito maior. Nos micros 486 o mais comum é o uso de 128 ou 256 Kb de cache L2, enquanto nos micros mais modernos o mais comum é o uso de 512 Kb. Dependendo do processador usado, o cache L2 pode ser vir dentro do processador (como o cache L1) ou fazer parte da placa
Memória Cache
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comvir dentro do processador (como o cache L1) ou fazer parte da placa mãe. Sempre que o processador precisar ler dados, ele procurará primeiro o L1. Caso o dado seja encontrado, ele não perderá tempo, já que o cache primário funciona na mesma freqüência que ele. Caso o dado não esteja em L1, então o próximo a ser indagado será o cache L2. encontrado o dado na cache secundário, o processador já perderá algum tempo, mas não tanto quanto se precisasse acessar a memória RAM.
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PROCESSADORES
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comPor outro lado, caso o dado não esteja em nenhum dos dois caches, não lhe restará outra saída senão perder vários ciclos de processamento esperando o dado ser fornecido pela lenta memória RAM. Diferenças na quantidade do cache L1, e na velocidade do
Memória Cache
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PROCESSADORES
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comDiferenças na arquitetura interna, ou seja, no projeto do processador e na qualidade dos transístores que o formam, também determinam em quais operações o processador será mais rápido. Basicamente, um processador desempenha dois tipos de operações
DIFERENÇAS NA ARQUITETURA
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comdiferentes: as operações envolvendo números inteiros e operações de ponto flutuante (envolvem números fracionários e operações aritméticas mais complexas). As operações envolvendo números inteiros são feitas pelo núcleo principal do processador, enquanto as envolvendo números fracionários são feitas pelo co-processador aritmético.
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PROCESSADORES
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comProgramas de escritório e Internet, como o Word, Excel, Power Point, Internet Explorer, Netscape e o próprio Windows, utilizam exclusivamente o processamento de números inteiros. Por outro lado, programas que manipulam gráficos, como o Auto CAD e o
DIFERENÇAS NA ARQUITETURA
P rof es sor C a rl os M u n iz ca rl os m u n iz @ g lob o. comCorel Draw!, Photoshop, 3D Studio, e principalmente jogos que utilizam gráficos tridimensionais, como o Quake utilizam predominantemente cálculos de ponto flutuante. Alguns modelos de processadores saem-se melhor em inteiros (como os processadores K6, K6-2 e K6-3 da AMD e o 6x86 da Cyrix), enquanto outros são