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CAPÍTULO I - NOTA INTRODUTÓRIA 8
CAPÍTULO II – EFECTIVOS 9 Quadro de Pessoal 9 Efectivos 11 Estrutura etária 18 Estrutura de antiguidades 20 Trabalhadores deficientes 22 Estrutura habilitacional 23
CAPÍTULO III – MOVIMENTOS DE PESSOAL 24
Admissões 25
Saídas 26
CAPÍTULO IV – PROMOÇÕES, PROGRESSÕES E RECLASSIFICAÇÕES 28
CAPÍTULO V – ASSIDUIDADE 29
Absentismo 30
CAPÍTULO VI -FORMAÇÃO 34
CAPÍTULO VII – HORÁRIOS 39
CAPÍTULO VIII – TRABALHO EXTRAORDINÁRIO 40
CAPÍTULO IX – DESPESAS COM PESSOAL 41
Í
NDICE DE QUADROS
Quadro 1 – Evolução dos efectivos por categoria ... 12
Quadro 2 – Evolução dos efectivos ... 13
Quadro 3 – Evolução da distribuição dos efectivos, por Serviços ... 15
Quadro 4 – Trabalhadores deficientes ... 22
Quadro 5 – Admissões por Grupos Profissionais ... 25
Quadro 6 – Motivo das saídas totais ... 26
Quadro 7 – Saídas por grupos profissionais ... 26
Quadro 8 – Acidentes em serviço – no local de trabalho ... 31
Quadro 9 – Actividade sindical e greve (nº dias) ... 32
Quadro 10 – Incapacidade ... 33
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NDICE DE GRÁFICOS
Gráfico 1 – Efectivos por categoria ... 11
Gráfico 2 – Distribuição dos efectivos por unidades orgânicas ... 16
Gráfico 3 – Funções de execução/Funções de Concepção ... 17
Gráfico 4 – Estrutura etária ... 18
Gráfico 5 – Evolução da idade média ... 19
Gráfico 6 – Evolução da estrutura de antiguidade ... 20
Gráfico 7 – Evolução do nível médio de antiguidade ... 21
Gráfico 8 – Evolução da estrutura habilitacional ... 23
Gráfico 9 – Evolução do total de efectivos ... 24
Gráfico 10 – Evolução do movimento de pessoal ... 27
Gráfico 11 – Evolução das promoções/progressões/reclassificações ... 28
Gráfico 12 – Número de dias de ausência ... 29
Gráfico 13 – Evolução do nº de dias de ausência ... 30
Gráfico 14 – Evolução do nº de dias de ausência por colaborador ... 30
Gráfico 15 – Nº de acções de formação e nº de participantes (2001-2006) ... 37
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LOSSÁRIOADSE - Assistência à Doença aos Servidores do Estado BSORG -Balanço Social do Organismo
DCMVD -Departamento de Consultoria Médica e Verificação da Doença DIRP -Divisão de Informação e Relações Públicas
DSB -Direcção de Serviços de Beneficiários
DSC -Direcção de Serviços de Comparticipações
DSGFP -Direcção de Serviços de Gestão Financeira e Patrimonial DSPCS -Direcção de Serviços Prestadores Cuidados de Saúde DSSI -Direcção de Serviços de Sistemas de Informação GA -Gabinete de Auditoria
GNR -Guarda Nacional Republicana INA -Instituto Nacional de Administração OLAP -On-line analytic processing
C
APÍTULO I- N
OTAI
NTRODUTÓRIAO Balanço Social é um instrumento de gestão que disponibiliza informação diversa sobre os recursos humanos de uma organização, demonstrando como a sua gestão eficiente contribui decisivamente para atingir os objectivos da entidade.
No âmbito da inovação, modernização e promoção da qualidade dos serviços da Administração Pública, o balanço social permitirá ainda demonstrar, objectivamente, as necessidades e, até, os riscos associados à gestão de recursos humanos da organização. No contexto da reestruturação da Administração Pública, o balanço social pode, ainda, proporcionar a análise evolutiva e comparativa, extremamente útil.
Na elaboração do presente Balanço Social, para além de observadas as disposições do Decreto-Lei nº 190/96, de 9 de Outubro, foram utilizados os dados produzidos através da aplicação BSORG. Os mapas obtidos a partir desta aplicação incluem-se nos anexos.
A utilização dos dados do BSORG permite desenvolver uma avaliação sustentada em indicadores construídos de acordo com metodologias padronizadas.
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APÍTULO II–
EFECTIVOSQuadro de Pessoal
Com o objectivo de dinamizar e flexibilizar a gestão dos recursos humanos e de melhorar a articulação e a coerência entre os meios existentes e os planos de actividades das entidades foi definido um modelo de fixação dos quadros de pessoal, cumprindo o previsto no art.º 25º do DL n.º 184/89, de 2 de Junho.
A aplicação deste modelo foi aplicado a título experimental ao Instituto Nacional de Administração e à Direcção-Geral de Protecção Social aos Funcionários e Agentes da Administração Pública.
As dotações por categoria constavam de mapas aprovados pelo Director-Geral da ADSE, e foram apuradas em função:
O Despacho conjunto n.º571/99, de 1 de Julho, constituía uma comissão de acompanhamento à qual competia, entre outras, pronunciar-se sobre as propostas de dotação de pessoal e sobre a execução do orçamento de pessoal.
Previa ainda que o regime experimental vigoraria por dois anos.
Neste contexto, a Comissão de acompanhamento do modelo de fixação do quadro da Direcção-Geral elaborou um relatório onde formulava como proposta um quadro composto por 633 lugares (vd. Anexo I).
Por despacho do Secretário de Estado do Orçamento, de 24 de Agosto de 2001, foi homologado o quadro de pessoal da ADSE a vigorar a partir de 1 de Janeiro de 2001, tendo determinado ainda a limitação de 487 lugares a preencher.
A ratificação do Secretário de Estado da Administração Pública e da Modernização Administrativa verificou-se em 06 de Setembro de 2001.
Actualmente e considerando:
a saída de funcionários que ocupavam lugares a extinguir quando vagassem; a redefinição da equipa dirigente imposta pelo decreto regulamentar n.º 23/2007, de 29 de Março, e pela Portaria n.º351/2007, de 30 de Março;
o número de lugares de quadro que poderão ser preenchidos passam a 481 lugares (vd. Anexo II).
Efectivos
Em 2006, o efectivo que assegurou as actividades da Direcção-Geral ficava muito aquém do previsto no quadro, contando com 273 colaboradores.
13 47 1 20 169 12 1 10 22 69 3 42 291 26 1 27 Dirigente Técnico Superior Técnico Técnico Profissional Administrativo Pessoal Auxiliar Operário Informático Quadro Efectivos
Nos 273 efectivos da Direcção-Geral (vd. Anexo III) incluem-se:
quatro funcionários requisitados, um especialista de informática grau 3 ao Instituto de Informática, um assessor à Secretaria-Geral do Ministério do Ambiente, uma médica e uma técnica superior de 1ª classe à Administração Regional da Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.
uma inspectora principal, do Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu, em regime de destacamento. Grupo Profissional 2002 2003 2004 2005 2006 Dirigente 13 11 12 12 13 Técnico Superior 24 21 39 40 47 Técnico 1 1 1 1 1 Técnico Profissional 25 25 23 21 20 Administrativo 234 211 186 178 169 Auxiliar 17 12 12 14 12 Operário 2 2 2 2 1 Informático 17 14 14 12 10 Total 333 297 289 280 273
Quadro 1 – Evolução dos efectivos por categoria
Do pessoal do quadro da Direcção-Geral estão requisitados 4 funcionários:
um técnico superior de 2º classe, em comissão extraordinária de serviço no Museu da Música;
uma assistente administrativa especialista no Ministério da Cultura;
uma assistente administrativa especialista no Gabinete do Coordenador Nacional de Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico;
uma assistente administrativa principal na Assembleia da República.
Nos últimos anos, o número de funcionários tem registado uma sucessiva redução anual. Em 2006, essa redução foi de 7 colaboradores.
Anos H M Total 2001 63 296 359 2002 56 277 333 2003 48 249 297 2004 51 238 289 2005 48 232 280 2006 45 228 273
Quadro 2 – Evolução dos efectivos
As mulheres representam parte significativa do número de colaboradores da Direcção-Geral, fixando a taxa de emprego feminino nos 83,5%.
Na sequência da aprovação do PRACE, a Resolução do Conselho de Ministros n.º 39/2006, de 21 de Abril, estabeleceu orientações gerais e especiais para a reestruturação dos ministérios e para a reorganização dos serviços.
benefícios e da rede de prestadores, na sequência da conformação dos subsistemas e na administração das receitas decorrentes dos descontos obrigatórios.
É no decurso da elaboração do presente relatório que é publicada a nova orgânica da Direcção-Geral, estabelecida no Decreto Regulamentar n.º 23/2007, de 29 de Março, satisfazendo também uma necessidade elencada expressamente nos planos de actividade.
Em 30 de Março, é publicada a Portaria n.º 351/2007 que veio a determinar a estrutura nuclear dos serviços e as competências das respectivas unidades orgânicas. Segundo esta Portaria o organograma da Direcção-Geral foi redesenhado:
Ilustração 1 – Organograma da Direcção-Geral
Ainda segundo a orgânica definida no Decreto-Lei nº 279/99, de 26 de Julho, os efectivos apresentavam a seguinte distribuição pelas unidades orgânicas:
Serviço 2004 2005 2006
Direcção 6 6 6
Direcção de Serviços de Beneficiários 35 33 30
Direcção de Serviços de Comparticipações 49 48 48
Direcção de Serviços de Prestadores de Cuidados de Saúde 51 49 50
Departamento de Consultoria Médica e Verificação da Doença 12 11 10
Direcção de Serviços de Gestão Financeira e Patrimonial 32 31 29
Direcção de Serviços de Administração 35 35 33
Direcção de Serviços de Sistemas de Informação 16 14 12
Gabinete de Auditoria 7 7 9
Gabinete Jurídico e do Contencioso 7 7 8
Divisão de Informação e Relações Públicas 39 39 38
Total de efectivos 289 280 273
Quadro 3 – Evolução da distribuição dos efectivos, por Serviços
A evolução desta distribuição evidencia:
os efeitos do processo reorganizativo das Direcções de Serviços, com a redução do número de colaboradores na DSB, DSGFP, DSPCS e DSC garantindo idêntica capacidade de resposta ou até melhorando a performance dos Serviços;
Gráfico 2 – Distribuição dos efectivos por unidades orgânicas
Aquele processo de reorganização interno tem influenciado a natureza do trabalho a realizar, conforme parece demonstrar a evolução da distribuição dos colaboradores pelo exercício de funções executivas e de concepção.
De facto, procurou-se privilegiar a realização de um trabalho mais vocacionado para o acompanhamento da actividade dos prestadores, potenciando o controlo da despesa.
Desde 2003, tem-se verificado uma maior progressão da representatividade das funções de concepção, passando a taxa de pessoal com funções de execução a situar-se nos 74% (vd.Gráfico 3).
Estrutura etária
A estrutura etária dos colaboradores da Direcção-Geral caracteriza-se por uma significativa concentração nos escalões a partir dos 50 anos, representando 66% da população total. 3 20 21 18 5 36 106 59 17 4 0 17 23 20 7 25 103 58 21 6 0 15 24 21 13 19 96 59 21 5 18-24 25-29 30-34 35-39 40-44 45-49 50-54 55-59 60-64 65-69 2006 2005 2004 Gráfico 4 – Estrutura etária
Observa-se um grupo de 26 funcionários com idade superior aos 60 anos de idade. O incremento do número de colaboradores nos escalões etários compreendidos entre os 30 e os 40 anos permitiu manter a idade média do efectivo da Direcção-Geral nos 49 anos, contrariando a evolução prosseguida nos anos anteriores.
46,0 47,2 47,5 48,6 49,2 49,1 2001 2002 2003 2004 2005 2006
Estrutura de antiguidades
A caracterização dos efectivos em função da antiguidade (vd. Anexo IV) reflecte igualmente uma concentração significativa dos colaboradores com mais de 30 de anos de serviço.
169 funcionários têm uma antiguidade superior aos 30 anos, pelo que se prevê, num futuro próximo, uma maior pressão da aposentação nas saídas e uma necessidade em assegurar um processo de renovação de efectivos.
Gráfico 6 – Evolução da estrutura de antiguidade
A saída de um número significativo de funcionários por aposentação contribuiu para uma redução da média de antiguidade, para se situar nos 24 anos.
23,5 23,5
25,6 25,2
25,5
24,4
2001 2002 2003 2004 2005 2006
Gráfico 7 – Evolução do nível médio de antiguidade
Com base em alguns dos pressupostos correlacionados com a aposentação, é possível prever a seguinte evolução para o número de funcionários a sair:
2007 2008 2009 Nº de funcionários a aposentar 7 4 7
Trabalhadores deficientes
São considerados como trabalhadores deficientes aqueles a quem foi atribuída uma deficiência para efeitos de benefícios fiscais.
No Anexo V, distribui-se o número de funcionários em função do grau de deficiência. A taxa de trabalhadores que possuem uma deficiência mantém-se em 2006.
Anos Nº Trab. Deficientes % dos efectivos 2001 14 0,3% 2002 12 0,3% 2003 9 0,3% 2004 11 0,3% 2005 12 0,4% 2006 11 0,4%
Estrutura habilitacional
Desde 2001, tem-se assistido a um aumento de efectivos habilitados com o grau de licenciatura (vd. Anexo VI).
2 5 49 4 38 47 74 44 26 0 2 7 51 2 37 54 60 42 25 0 2 7 58 2 38 48 60 35 22 1 Mestrado Pos-graduação Licenciatura Bacharelato 12 anos escolaridade 11 anos escolaridade 9 anos escolaridade 6 anos escolaridade 4 anos escolaridade Outros
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APÍTULO III–
MOVIMENTOS DE PESSOALO número de colaboradores tem registado uma quebra anual, mais atenuada em 2006.
Tem sido possível sustentar esta situação com a reorganização interna que tem sido prosseguida, com a alteração da natureza do trabalho a desenvolver e com o recurso às tecnologias de informação.
Admissões
Em 2006 foi possível atenuar a quebra do número de colaboradores com a entrada de 24 funcionários (vd. Anexo VII) por transferência e com a conclusão de concursos internos, de acesso misto e de ingresso.
Através de concurso foram admitidos:
1 técnico superior principal do serviço social; 4 técnicos superiores de 2ª classe;
2 assistentes administrativos especialista; 9 assistentes administrativos principal.
Grupo Profissional 2002 2003 2004 2005 2006
Dirigente 1 3 1 3 0 Técnico Superior 1 2 3 4 7 Técnico 0 0 0 0 0
Saídas
Em 2006, deixaram a Direcção-Geral 31 funcionários, na sua maioria administrativos (vd. Anexo VIII).
Motivos das saídas 2002 2003 2004 2005 2006
Exoneração 2 10 0 0 5 Aposentação 33 26 7 12 23 Transferência/Requisição/Outros 9 6 9 12 3 Falecimento 1 0 0 1 0
Total 45 42 16 25 31
Quadro 6 – Motivo das saídas totais
A saída de efectivos é determinada especialmente pela aposentação. A relevância da aposentação está directamente correlacionada com o elevado nível de antiguidade. Grupo Profissional 2002 2003 2004 2005 2006 Dirigente 4 5 0 4 0 Técnico Superior 5 5 2 3 1 Técnico 1 0 0 0 0 Técnico Profissional 3 1 1 2 1 Administrativo 28 23 12 13 24 Auxiliar 2 5 0 1 2 Operário 0 0 0 0 1 Informático 2 3 1 2 2 Total 45 42 16 25 31 Variação -7% -62% 56% 24%
Por outro lado, as saídas incidiram especialmente nos grupos de pessoal administrativo, auxiliar e operário, enquanto nos técnicos superiores, a Direcção-Geral até conseguiu reforçar os seus recursos.
Desta forma a capacidade de resposta da Direcção-Geral manteve-se intacta, garantindo ainda condições para desenvolver um processo de mudança.
-26 -36 -8 -9 -7 19 6 8 16 2 4 4 5 4 2 16 2 5 3 1
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APÍTULO IV–
PROMOÇÕES,
PROGRESSÕES E RECLASSIFICAÇÕESA alteração da relação jurídica de emprego (vd. Anexo IX) de 39 efectivos deveu-se: a promoção, na sequência dos concursos de pessoal já referidos, e;
a reclassificação de uma auxiliar administrativa.
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APÍTULO V–
ASSIDUIDADEA análise deste capítulo apoiou-se nos mapas produzidos pela aplicação BSORG. Em 2006, registaram-se 16.249 dias de ausência cuja discriminação consta no Anexo X, estando associados a:
7.874 dias de férias (vd. Anexo XI);
8.036 dias de ausência ao trabalho (vd. Anexo XII);
339 dias não trabalhados por greve e por actividade sindical (vd. Anexo XIII).
Maternidade 415
Internamento hospitalar
Absentismo
O número de dias de ausência ao trabalho vem registando uma quebra anual sucessiva, verificando-se um decréscimo, em 2006, de 6%.
11.005 12.288 10.091 10.126 9.170 8.375 2001 2002 2003 2004 2005 2006
Gráfico 13 – Evolução do nº de dias de ausência
Esta evolução não foi influenciada pela redução do número de funcionários porque o número médio de dias de ausência por colaborador também evoluiu naquele sentido:
Importa estudar com melhor detalhe a doença já que esta justifica 77% das ausências ao trabalho.
Dos 6.168 dias de ausência por doença foi possível constatar que:
2.611 dias estão directamente relacionados com intervenções cirúrgicas, do foro oncológico, com traumatismos graves e com situações do foro psiquiátrico. Estas situações originam períodos de ausência muito prolongados;
844 dias estão associados a funcionários que adquiriram a aposentação.
Desta forma, 56% dos dias de ausência por doença deveram-se a um número muito limitado de funcionários que concentraram um número de dias de ausência muito significativo.
Importa também realçar que 1.126 dias de ausência estão associados a internamentos, a tratamentos em ambulatório, à maternidade e a acidentes em serviço.
A ausência motivada por greve ou por exercício da actividade sindical totalizou 339 dias.
A actividade sindical a que se referem os dias de ausência constantes do quadro seguinte, respeita à actividade exercida por um funcionário na qualidade de Secretário Distrital da Secção Regional de Lisboa e Vale do Tejo do SINTAP – Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública, ao abrigo do Decreto-Lei 84/99, de 19 de Março.
Anos Actividade Sindical Greve Total
2001 227 22 249 2002 218 311 529 2003 224 47 271 2004 226 93 319 2005 218 113 331 2006 209 130 339
Quadro 9 – Actividade sindical e greve (nº dias) A taxa de absentismo em 2006 é de 13,6%. Contudo se se excluir:
os dias de ausência relacionados com as situações de doença prolongada, internamento, tratamento ambulatório e maternidade;
os dias de ausência por acidente em serviço; e a actividade sindical de um funcionário; a taxa de absentismo passaria aos 5,8%.
Quanto às incapacidades, conclui-se que no ano de 2006, registou-se menos um caso de incapacidade temporária parcial.
Tipo de Incapacidade 2005 2006
Incapacidade permanente absoluta -
-Incapacidade permanente parcial -
-Incapacidade permanente absoluta para trabalho habitual -
-Incapacidade temporária parcial 4 3
Incapacidade temporária absoluta -
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APÍTULO VI-
FORMAÇÃOA adopção de novas metodologias de trabalho designadamente com recurso às tecnologias de informação, tornou necessário aumentar as capacidades profissionais dos recursos humanos da Organização pela aprendizagem através da formação. Neste sentido durante o ano de 2006, adoptou-se uma política de formação profissional orientada para acções externas e internas.
Ao nível da formação externa foi dada continuidade ao projecto em parceria com o Instituto Nacional de Administração (INA), com acções específicas orientadas para as necessidades próprias da ADSE, com o objectivo de preparar os utilizadores que necessitam de interagir com o Data Warehouse implementado para efectuarem uma utilização activa e informada e melhor apoiarem as decisões de gestão. A segunda fase destas acções foi orientada para a:
x formação teórica sobre Data Warehouse (conceitos e aplicações); x formação prática em exploração de dados.
Foram frequentadas diversas acções de carácter geral, nomeadamente:
x o Fórum Administração Pública – Liderar Processos de Mudança: inovar as organizações, confiar nas pessoas;
x sobre desenvolvimento pessoal e interpessoal, Aspectos do Novo Contencioso Administrativo, Contabilidade Orçamental, Processamento de Abonos e Regalias Sociais.
Destaca-se ainda a formação na área informática, organizada por parceiros da Direcção-Geral, nas seguintes áreas:
x Introduction to XML and the Microsoft.Net Plataform;
x Designing and implementing OLAP Solutions Using Microsoft SQL Server 2000 Microsoft;
x Introdução ao Microsoft Visual Studio 2005 e ASP.Net;
x Microsoft Visual Basic Scripting Edition and Microsoft Windows Script Host Essentials;
x Microsoft Internet Security and Acceleration Server 2004 – Instalação e Administração;
x um workshop para um projecto de Business inteligence Data Warehouse para o regime convencionado;
x um modelo relativo à apresentação de autenticação monitorado por um funcionário da ADSE.
Foram ainda realizadas outras acções de formação destinadas a entidades públicas sobre temáticas relacionadas com a actividade da ADSE. Neste enquadramento leccionaram-se:
x acções a Organismos com autonomia financeira, hospitais SPA e outros subsistemas de saúde (PSP,GNR), com 33 participantes provenientes de 16 entidades de várias zonas do país. Esta formação foi prestada pela Direcção de Serviços de Comparticipações e abordou o processamento das comparticipações atribuídas no regime livre.
x acções aos PAC’S e PAM’S, realizadas nas instalações da ADSE em Lisboa tendo contado com a participação de 129 participantes oriundos de todo o país. A responsabilidade por estas acções pertenceu à Divisão de Informações e Relações Públicas.
O número de acções de formação e de participantes (vd. Anexo XIV) tem envolvido um significativo acréscimo de encargos.
64 291 173 211 53 154 29 100 20 91 21 65 2001 2002 2003 2004 2005 2006
Nº Acções de formação Nº Participantes
Gráfico 15 – Nº de acções de formação e nº de participantes (2001-2006)
Os maiores encargos com a formação devem-se à realização de acções organizadas de acordo com os requisitos específicos estabelecidos pela Direcção-Geral.
60 70
Tais requisitos estiveram relacionadas com os objectivos e necessidades da Direcção Geral, de modo a potenciar a eficácia das acções de formação.
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APÍTULO VII–
HORÁRIOSA evolução das modalidades de horário existentes em 2006 (vd. Anexo XVI) é demarcada pela redução do número de jornadas contínuas:
Modalidades de Horários 2001 2002 2003 2004 2005 2006
Horário Flexível 191 202 145 144 144 150 Trabalhador-Estudante - - 3 5 4 3 Assistência Descendentes Menores - - 25 24 16 16 Jornada Contínua 116 89 89 78 79 67 Trabalho por Turnos 6 6 4 5 5 5 Isenção de Horário 46 36 31 33 32 32
Total 359 333 297 289 280 273
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APÍTULO VIII–
TRABALHO EXTRAORDINÁRIOEm 2006, registou-se um incremento do número de horas de trabalho extraordinário (vd. Anexo XVII). Ainda assim, as 13.992 horas de trabalho extra realizadas naquele ano estiveram muito aquém do número de horas registadas em 2004.
2004 2005 2006
Horas extraordinárias diurnas (1ªh) 522 434 451
Horas extraordinárias (outras horas) 1.281 984 1.020,5
Dias descanso complementar 13.893 8.894 11.304
Hora extraordinário em feriado 1.069 980 1.216,5
Total 16.765 11.292 13.992
Quadro 12 – Nº horas de trabalho extraordinário
O trabalho em dias de descanso complementar e em feriado, justifica-se pela necessidade de garantir uma recuperação de atrasos e, muito especialmente, para assegurar a capacidade de resposta às solicitações sazonais ou erráticas.
O recurso a este tipo de trabalho permitiu pagar as comparticipações em prazos muito razoáveis para os beneficiários, garantindo o objectivo de assegurar um prazo de pagamento de 60 dias.
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APÍTULO IX– D
ESPESAS COM PESSOALA análise das despesas com pessoal (vd. Anexo XVIII) sustenta-se na informação registada na conta de gerência.
As despesas com pessoal constituem parte significativa das despesas de administração da Direcção-Geral.
2004 2005 2006
Remunerações certas e permanentes 5.111.351 5.229.471 5.258.419
Abonos variáveis ou eventuais 175.976 199.872 235.199
Segurança Social 25.858 26.454 45.786
Total 5.313.185 5.455.797 5.539.404
Quadro 13 – Despesas com Pessoal (unid.: euros)
Estas despesas não registaram variações expressivas. Globalmente o acréscimo na ordem dos 84 mil euros representam uma variação de pouco mais de 1,5%.
Na análise comparativa das despesas importa ter em atenção as alterações de critérios de contabilização que originam variações muito expressivas e, por isso, não reflectem variações de actividade. É o exemplo das rubricas “Trabalho extraordinário” e “Outros abonos em numerário ou espécie”.
Os diversos encargos com as prestações sociais apresentaram comportamentos evolutivos diferenciados:
Prestações Sociais 2004 2005 2006
Subsídio de refeição 232.918 238.507 233.791
Rem doença mater/pater 6.422 7.147 6.494
Subsídio familiar crianças e jovens 21.904 20.515 18.635
Outras prestações familiares 379 5.081
Acidentes em serviço e doenças profissionais 476 472 1.623
Outras pensões 3.479 5.088 19.917
Seguros 531
Total 265.199 272.108 286.072
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APÍTULO X– S
ÍNTESEA análise conjunta dos diversos indicadores que caracterizam os recursos humanos da Direcção-Geral permite sustentar as seguintes conclusões:
Os recursos humanos afectos têm permitido assegurar uma capacidade suficiente para garantir o pagamento da facturação dos prestadores, nos prazos contratuais, e até o pagamento de comparticipações aos beneficiários no prazo de 60 dias;
O número de efectivos afigura-se insuficiente considerando a dimensão das amostras de facturação sujeita a conferência;
A concentração da distribuição dos efectivos em escalões etários e níveis de antiguidade mais elevados constituem factores de risco que obrigam a uma gestão cuidada;
A redução dos efectivos não prejudicou a prossecução dos objectivos da Direcção-Geral por ter sido compensada com o recurso a trabalho extraordinário e à a alteração de metodologias de trabalho, privilegiando o controlo da despesa e a eliminação de tarefas associadas à introdução de dados;
O esforço financeiro com a formação será, decerto, compensado porque as acções foram realizadas tendo em consideração as necessidades do posto de trabalho;
A evolução das despesas com pessoal demonstra também a eficiência atingida.
ÍNDICEDEANEXOS
ANEXO I – Quadro de pessoal aprovado ... 46 ANEXO II – Quadro de pessoal em vigor ... 47 ANEXO III – Número de efectivos em 31-12-2006 ... 48 ANEXO IV - Estrutura de antiguidades ... 49 ANEXO V - Trabalhadores deficientes ... 50 ANEXO VI - Estrutura habilitacional ... 51 ANEXO VII - Admissões de pessoal ... 52 ANEXO VIII - Motivo das saídas definitivas ... 53 ANEXO IX – Promoções, progressões e reclassificações ... 54 ANEXO X – Número total de dias de ausências ... 55 ANEXO XI - Dias de férias ... 61
ANEXOI–Quadrodepessoalaprovado
Grupo de Pessoal Área Funcional Carreira Categoria
Pessoal Dirigente Director-Geral 1
Subdirector-Geral 3
Director de Serviços 8
Chefe de Divisão 15
Assessor Jurídico Principal Assessor Jurídico Consultor Jurídico Principal
Consultor Jurídico 1ª classe ou de 2ª Classe
Assessor Principal ou Assessor Técnico Superior Principal
Técnico Superior Principal 1ª Classe ou de 2ª Classe
Assessor Principal ou Assessor Técnico Superior Principal
Técnico Superior Principal 1ª Classe ou de 2ª Classe Assessor Principal ou Assessor
Técnico Superior Principal
Técnico Superior Principal 1ª Classe ou de 2ª Classe Técnico Especialista Principal
Técnico Especialista
Técnico Principal 1ª Classe ou de 2ª Classe
Pessoal Informática Informática Especialista de informática (d) Especialista de Informática do grau 3, 2 e 1 c) 18 Administrator de Sistemas Administator de Sistemas 1 Técnico de Informática Técnico de Informática do grau 3, 2 e 1 12 Técnico Profissional (e) Técnico Profissional Especialista Principal c)
Técnico Profissional Especialista Técnico Profissional Principal
Técnico Profissional de 1ª Classe ou de 2ª Classe
Arquivo Técnico Profissional de Arquivo Técnico Profissional Especialista Principal 2 Técnico Profissional Especialista
Técnico Profissional Principal
Técnico Profissional de 1ª Classe ou de 2ª Classe Técnico Profissional Especialista Principal Técnico Profissional Especialista Técnico Profissional Principal
Técnico Profissional de 1ª Classe ou de 2ª Classe
Pessoal Administrativo
Coordenação e Chefia Chefe de Secção Chefe de Secção 28
Assistente Administrativo (f) Assistente Administrativo Especialista
Assistente Administrativo Principal Assistente Administrativo
Tesouraria Tesoureiro Tesoureiro 1
Pessoal Operário Composição gráfica, desenho e impressão gráfica Operária Altamente Qualificada Impressor de Artes Gráficas Principal (g) Impressor de Artes Gráficas
Pessoal Auxiliar Reprografia Operador de Repografia Operador Reprografia 1 Coordenação de Pessoal Auxiliar Encarregado do Pessoal Auxiliar Encarregado do Pessoal Auxiliar 1 Correspondência, apoio aos serviços, manutenção de equipamentos Auxiliar Administrativa Auxiliar Administrativa 17
Condução de viaturas Motorista Motorista Distribuidor (c) 1
Motorista Ligeiros Motorista Ligeiros 1
Ligações telefónicas Telefonista Telefonista 3
Economato Fiel de Armazém Fiel de Armazém 1
Tarefas auxiliares Servente Servente (c) 1
633 Observ.:(a)- Nesta carreira, no ano 2001, não podem ser preenchidos mais de 62 lugares.
(b)- 3 lugares a extinguir quando vagarem (c)- 1 lugar a extinguir quando vagar
(d)- Nesta carreira, no ano 2001, não podem ser preenchidos mais de 14 lugares. (e)- Nesta carreira, no ano 2001, não podem ser preenchidos mais de 28 lugares. (f)- Nesta carreira, no ano 2001, não podem ser preenchidos mais de 262 lugares.
(b)
4 Gestão e controlo dos regimes de protecção social, gestão orçamental, jurídica,
documentação, relações públicas, auditoria e fiscalização dos regimes de cuidados de saúde, consultoria médica, organização, modernização administrativa e gestão de recursos da organização
69 Técnica Superior (a)
Pessoal Técnico Apoio à gestão e controlo dos regimes de protecção social, apoio à gestão e controlo orçamental, relações públicas, documentação, fiscalização do sistema de protecção social, organização, modernização administrativa e apoio à gestão dos recursos de organização
Técnica 3
Apoio técnico, controlo dos regimes de protecção social, controlo de facturação de cuidados de saúde, cálculo financeiro, contabilidade, análise de diplomas, microfilmagem, desenho e artes gráficas, apoio à gestão dos recursos de organização e secretariado
Informação e relações públicas, comunicação e atendimento ao público
Facturação de cuidados de saúde, conferência de documentos de despesa, cálculo financeiro, funções de pessoal, contabilidade, património, economato, expediente e arquivo, secretariado, informação ao público e análise de diplomas
1
Total
Técnico Profissional de Relações Públicas
Direcção
Acção Social
Consultoria Jurídica e Contencioso
Técnica Superior de Arquivo Pessoal Técnico
Superior
Pessoal Técnico Profissional
Técnica Superior de Serviço Social
2 (Homolgado por despacho de 24/08/2001, do Secretário de Estado do Orçamento e ratificado por despacho de 06/09/2001 do Secretário de Estado de Administração Pública e de Modernização Administrativa)
Nº Lugares 384 41 12 2 Consultor Jurídico
ANEXOII–Quadrodepessoalemvigor
Grupo de Pessoal Área Funcional Carreira Categoria
Pessoal Dirigente Director-Geral (a) 1
Subdirector-Geral 2
Director de Serviços 8
Chefe de Divisão 11
Assessor Jurídico Principal Assessor Jurídico Consultor Jurídico Principal
Consultor Jurídico 1ª classe ou de 2ª Classe
Assessor Principal ou Assessor Técnico Superior Principal
Técnico Superior Principal 1ª Classe ou de 2ª Classe Assessor Principal ou Assessor
Técnico Superior Principal
Técnico Superior Principal 1ª Classe ou de 2ª Classe Assessor Principal ou Assessor
Técnico Superior Principal
Técnico Superior Principal 1ª Classe ou de 2ª Classe
Técnico Especialista Principal
Técnico Especialista
Técnico Principal 1ª Classe ou de 2ª Classe
Pessoal Informática Informática Especialista de informática Especialista de Informática do grau 3, 2 e 1 14 Administrator de Sistemas Administator de Sistemas 1 Técnico de Informática Técnico de Informática do grau 3, 2 e 1 12 Técnico Profissional Técnico Profissional Especialista Principal
Técnico Profissional Especialista Técnico Profissional Principal
Técnico Profissional de 1ª Classe ou de 2ª Classe Arquivo Técnico Profissional de Arquivo Técnico Profissional Especialista Principal
Técnico Profissional Especialista Técnico Profissional Principal
Técnico Profissional de 1ª Classe ou de 2ª Classe Técnico Profissional Especialista Principal Técnico Profissional Especialista Técnico Profissional Principal
Técnico Profissional de 1ª Classe ou de 2ª Classe
Pessoal Administrativo
Coordenação e Chefia Chefe de Secção Chefe de Secção 28
Pessoal Técnico Superior Consultoria Jurídica e Contencioso
Consultor Jurídico 2
Nº Lugares
Direcção
Gestão e controlo dos regimes de protecção social, gestão orçamental, jurídica, documentação, relações públicas, auditoria e fiscalização dos regimes de cuidados de saúde, consultoria médica, organização, modernização administrativa e gestão de recursos da organização
Técnica Superior 62
Acção Social
Técnica Superior de Serviço Social 4
Arquivo e gestão documental
Técnica Superior de Arquivo 1
Pessoal Técnico
Apoio à gestão e controlo dos regimes de protecção social, apoio à gestão e controlo orçamental, relações públicas, documentação, fiscalização do sistema de protecção social, organização, modernização administrativa e apoio à gestão dos recursos de organização
Técnica 3
2 Pessoal Técnico Profissional Apoio técnico, controlo dos regimes de protecção social,controlo de facturação de cuidados de saúde, cálculo
financeiro, contabilidade, análise de diplomas, microfilmagem, desenho e artes gráficas, apoio à gestão dos recursos de organização e secretariado
28
Informação e relações públicas, comunicação e atendimento ao
público Técnico Profissional de Relações Públicas
ANEXOIII–Númerodeefectivosem31Ͳ12Ͳ2006
ANEXOIVͲEstruturadeantiguidades
ANEXOVͲTrabalhadoresdeficientes
ANEXOVIͲEstruturahabilitacional
ANEXOVIIͲAdmissõesdepessoal
ANEXOVIIIͲMotivodassaídasdefinitivas
Designação do Grupo Prof Designação do Motivo da Saída Saidas Definitivas
Técnico Superior Exoneração 1
Administrativo Aguardando Aposentação 18
Exoneração 4
Transferência/Comissão de Serviço 3
Auxiliar Aguardando Aposentação 2
Operário Aguardando Aposentação 1
Informático Aguardando Aposentação 2
ANEXOIX–Promoções,progressõesereclassificações
ANEXOX–Númerototaldediasdeausências(cont.)
ANEXOX–Númerototaldediasdeausências(cont.)
ANEXOX–Númerototaldediasdeausências(cont.)
ANEXOX–Númerototaldediasdeausências(cont.)
ANEXOX–Númerototaldediasdeausências(cont.)
ANEXOXIͲDiasdeférias
ANEXOXIͲDiasdeférias(Cont.)
ANEXOXIͲDiasdeférias(Cont.)
ANEXOXIIͲDiasdeausênciaaotrabalho
ANEXOXIIͲDiasdeausênciaaotrabalho(Cont.)
ANEXOXIIͲDiasdeausênciaaotrabalho(Cont.)
ANEXOXIIͲDiasdeausênciaaotrabalho(Cont.)
ANEXOXIIIͲHorasnãotrabalhadas
ANEXOXIVͲAcçõesdeformaçãoprofissional
ANEXOXVͲNíveisdequalificação
ANEXOXVIͲModalidadesdehorários
ANEXOXVIIͲTrabalhoextraordinário
ANEXOXVIIIͲEncargoscompessoal
unid.: Euros
2004 2005 2006 Var%
Pessoal quadros-reg. função pública 3.786.003,22 3.842.829,19 3.780.223,08 -1,6% Pessoal em reg. de tarefa ou avença 255.587,21 256.263,46 269.699,79 5,2% Pessoal aguardando aposentação 11.675,02 17.627,73 16.185,06 -8,2% Pessoal em qualquer outra situação 39.799,83 69.440,49 137.841,18 98,5% Pessoal em qq. outra situação-PIDDAC 44.121,27
Gratificações 73.266,70 72.539,03 33.458,83 -53,9% Representação 54.221,34 47.878,37 50.157,95 4,8% Suplementos e prémios 12.364,37 13.532,04 14.894,44 10,1% Subsídio de refeição 232.918,82 238.507,37 229.062,79 -4,0% Subsídio de refeição-PIDDAC 4.728,15
Subsídio de férias e natal 639.092,25 663.706,80 671.552,14 1,2% Remun. por doença e matern./patern. 6.422,14 7.146,71 6.494,19 -9,1%
REMUN. CERTAS E PERMANENTES 5.111.350,90 5.229.471,19 5.258.418,87 0,6%
Horas extraordinárias 153.441,58 176.863,26 12.511,29 -92,9% Ajudas de custo 1.495,19 4.818,19 1.395,43 -71,0% Abonos para falhas 886,65 887,11 903,55 1,9% Formação 1.942,00 1.790,00 1.407,00 -21,4% Subsídio por turno 14.449,00 15.349,79 15.485,88 0,9% Indemnizações por cessação de funções 37.445,08