REGULAMENTO INTERNO 1 MINUTA DE REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO CATL SEDE
CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS
NORMA I Âmbito de Aplicação
O Centro de Atividades de Tempos Livres da Associação Social, Recreativa, Cultural Bem Fazer Vai Avante, adiante designado CATL, com acordo de cooperação celebrado com o Centro Distrital do Porto, revisto em 1 de Setembro de 2011, pertencente á I.P.S.S. acima referida rege-se pelas seguintes normas:
NORMA II Legislação Aplicável
A resposta social de CATL rege-se pelo estipulado:
- Decreto-Lei nº 172-A/2014, de 14 de novembro, alterado pela Lei nº 76/2015, de 28 de julho, que aprova e altera o Estatuto das Instituições Particulares de Segurança Social;
- Portaria n.º 196 –A, de 1 de Julho, alterada pela portaria nº 296/2016, de 28 de novembro, que define os critérios, regras e formas em que assenta o modelo especifico da cooperação estabelecida entre o Instituto da Segurança Social, I.P. (ISS, I. P.) ou legalmente equiparadas;
- Decreto-Lei nº 33/2014, de 4 de março, que procede à segunda alteração e republica o Decreto-Lei nº 64/2007, de 14 de março, define o regime jurídico de instalação, funcionamento e fiscalização dos estabelecimentos de apoio social geridos por entidades privadas, estabelecendo o respetivo regime contraordenacional;
- Protocolo de cooperação;
- Circulares de Orientação Técnica acordadas em sede de Conselho Nacional de Cooperação (CNC); - Contratos coletivos de trabalho para as IPSS.
NORMA III
Objetivos do Regulamento O presente Regulamento Interno de Funcionamento visa:
Promover o respeito pelos direitos dos clientes e demais interessados;
Assegurar a divulgação e o cumprimento das regras de funcionamento da Resposta Social de CATL da Sede Social;
Promover a participação ativa dos clientes ou seus representantes legais ao nível da gestão das respostas sociais.
NORMA IV
Serviços Prestados e Atividades Desenvolvidas
A Resposta Social de CATL da Associação S. R. C. B. F. Vai Avante, promove atividades de animação sócio cultural, com vertente pedagógica. Para além destas atividades, o CATL também tem a vertente de
REGULAMENTO INTERNO 2 apoio ao estudo, sendo este apoio, promovido, em contexto de grupo, e não de forma individual. Para além destas atividades, a resposta social disponibiliza outros serviços, nomeadamente, os serviços de transporte e almoço.
CAPÍTULO II
PROCESSO DE ADMISSÃO DOS CLIENTES NORMA V
Condições de Admissão São condições de admissão neste estabelecimento/serviço: Ter idade igual ou superior a 6 anos;
A criança não poderá ter nenhuma patologia que determine algum tipo de cuidado especial.
NORMA VI Candidatura
1. Para efeitos de admissão, o cliente deverá candidatar-se através do preenchimento de uma ficha de identificação que constitui parte integrante do processo de cliente, devendo fazer prova das declarações efectuadas, mediante a entrega de cópia dos seguintes documentos:
Cartão de Cidadão ou do representante legal, quando necessário;
Boletim de vacinas e declaração médica, comprovativo da situação clínica do cliente, quando solicitado;
Comprovativo dos rendimentos do cliente e do Agregado Familiar, quando necessário; Comprovativo dos rendimentos do Agregado Familiar;
Recibo da renda de casa ou amortização de casa própria.
Em caso de a criança necessitar de algum cuidado específico, deverão os Encarregados de Educação informar a Instituição, e comprovar através de um documento escrito.
O horário de atendimento para candidatura é o seguinte é das 10h as 12h e das 14h às 19h.
2. A ficha de identificação e os documentos probatórios referidos no número anterior deverão ser entregues no ato da candidatura, na secretaria na Sede Social;
3. Em caso de dúvida podem ser solicitados documentos comprovativos
4. Nas situações de Pais divorciados, caso a Instituição considere necessário, poderá solicitar documento do tribunal que comprove a regulação do poder paternal;
5. Em caso de admissão urgente, pode ser dispensada a apresentação de candidatura e respectivos documentos probatórios, devendo todavia ser desde logo iniciado o processo de obtenção dos dados em falta.
NORMA VII Critérios de Admissão São critérios de prioridade na selecção dos clientes:
As necessidades socioeconómicas da família; Existência de irmãos na Instituição;
REGULAMENTO INTERNO 3 A não existência de dívidas à Instituição;
Ausência ou indisponibilidade dos Pais para assegurar os cuidados necessários; Inscrição na lista de candidatos;
NORMA VIII Admissão
Recebida a candidatura, a mesma é analisada pelo Responsável Técnico do CATL, a quem compete elaborar a proposta de admissão, para a apresentar à Direção da Instituição;
É competente para decidir a Equipa Técnica sob a orientação da Direção da Instituição. Da decisão será dado conhecimento ao cliente no prazo de 10dias úteis;
Após decisão de admissão do candidato, será aberto o processo individual, com o objetivo fazer o estudo e diagnóstico da situação, bem como a definição, programação e acompanhamento dos serviços prestados; Em situações de emergência, a admissão será sempre a título provisório com o parecer do Diretor Técnico e autorização da Direção
No ato da admissão são devidos os seguintes pagamentos: Inscrição e Seguro;
Os clientes que reúnam as condições de admissão, mas que não seja possível admitir, por inexistência de vagas, ficam automaticamente inscritos e o seu processo arquivado em pasta própria, não conferindo no entanto, qualquer prioridade na admissão. Tal facto é comunicado ao encarregado de educação ou ao seu representante legal, através de e-mail, ou através de comunicação por parte dos serviços administrativos, via telefone.
NORMA IX
Acolhimento dos Novos Clientes
A admissão de novas crianças é da competência da Equipa Técnica, sob orientações da Direcção, sendo selecionadas de acordo com os critérios de prioridade definidos pela Instituição. O processo de admissão é concretizado através de uma entrevista com os Encarregados de Educação, onde será definido o processo de integração da criança.
NORMA X
Processo Individual do Cliente Do processo individual do cliente consta:
- Identificação e contrato do Cliente; - Data de início da prestação de serviços;
- Exemplar do contrato de prestação de serviços;
- Identificação e contacto do encarregado de educação ou representante legal; - Identificação do médico assistente;
- Cessação do contrato de prestação de serviços com indicação de data e motivo
NORMA XI Lista de Candidatos
REGULAMENTO INTERNO 4 Os Critérios de posicionamento na lista de candidatos são os mesmos que constam na Norma V deste Regulamento.
CAPÍTULO III
INSTALAÇÕES E REGRAS DE FUNCIONAMENTO NORMA XII
Instalações
O CATL da Associação S. R. C. B. F. Vai Avante está sediado na Rua Manuel Alves Vieira, 19 na freguesia de S. Pedro da Cova, concelho de Gondomar, e as suas instalações são compostas por; Átrio de recepção e acolhimento de pais e crianças, zona de atendimento com balcão, sala de actividades, instalações sanitárias para crianças.
NORMA XIII
Horários de Funcionamento
O CATL da Associação S. R. C. B. F. Vai Avante funciona das 7h30 às 20h00. Dias de Encerramento
O CATL funciona de segunda a sexta-feira, encerrando aos sábados e domingos, feriados nacionais e feriado municipal (Nossa Senhora do Rosário), e encerra também nos seguintes dias:
JUNHO (dia 24) – Dia do Funcionário
AGOSTO (ultimo dia útil) – Limpeza e Desinfestação das instalações DEZEMBRO (dia 24) – Véspera de Natal
DEZEMBRO (dia 31) – Encerramento às 17 horas.
NORMA XIV
Entrada e Saída de Visitas
A Entrega e Recolha das crianças devem ser feitas de preferência pelos pais ou Encarregados de Educação à funcionária da receção;
No momento da Entrada devem ser comunicados à funcionária os cuidados especiais a ter com a criança, se os houver;
No caso de serem outras pessoas a recolherem e/ou entregarem as crianças, os seus nomes terão de ser comunicados, obrigatoriamente, à Instituição;
Em caso, algum será permitido a recolha de crianças por menores de 16 anos, sem que os pais ou encarregados de educação tenham assinado um termo de responsabilidade;
Em caso de pais divorciados ou em processo de divórcio, deverá ser entregue um documento de tribunal a comprovar a tutela da criança;
As crianças tem que ser recolhidas até às 20h00, se a criança for recolhida depois de essa hora, será aplicada uma multa de 2,5 € por cada 15 minutos de atraso.
CAPITULO IX
REGULAMENTO INTERNO 5 NORMA XV
Pagamento da Mensalidade
O pagamento da mensalidade é efetuado do dia 1 a 8 de cada mês, no caso de o pagamento não ser efetuado no período referido, a Instituição poderá aplicar as seguintes taxas: 5€ se o pagamento for efetuado até ao dia 15 e 10€ se o pagamento for efetuado até ao final do mês. Se o atraso de pagamento for superior a um mês, a Instituição pode rescindir o contrato por incumprimento do mesmo. As mensalidades deverão ser pagas diretamente na secretaria, ou nas receções dos equipamentos, através de numerário, cheque, ou multibanco ou ainda por transferência bancária através do NIB 0035 0351 0002 2580 5301 1.
Se a criança faltar por motivo de doença, durante um período de 15 dias úteis consecutivos, num mês, ser-lhe-á efectuado um desconto na mensalidade 20%, caso apresente declaração médica comprovando a doença. Nas ausências superiores a 90 dias, por motivo de doença grave, devidamente justificada, o lugar ficará garantido mediante o pagamento de 15% da comparticipação
Se a criança faltar consecutivamente mais de um mês sem uma justificação válida, a instituição pode preencher a vaga em aberto por uma criança que esteja em lista de espera.
Quando a criança tiver um ou mais irmãos a frequentar a mesma Resposta Social, beneficiará de um desconto de 10%, sobre uma das mensalidades.
NORMA XVI
Tabela de Comparticipações/Preçário de Mensalidades
A tabela de comparticipações familiares é calculada(o) de acordo com a legislação/normativos em vigor, e o cálculo da prestação é feita com base nessa tabela.
A entrega dos documentos necessários para efetuar o cálculo da mensalidade deverá ser efetuada no ato da inscrição. Caso não sejam entreguem os documentos no prazo estipulado, será aplicada a mensalidade máxima.
De acordo com o disposto na Circular Normativa n.º 4, de 16/12/2014 e ainda de acordo com a norma 6.1 do anexo do Artigo 19 da portaria nº 196-A/2015 de 1 de Julho, o cálculo do rendimento per-capita do agregado familiar é realizado de acordo com a seguinte fórmula:
RC = RAF/12 - D
N
Sendo que:
RC = Rendimento per-capita mensal
RAF = Rendimento do agregado familiar (anual ou anualizado) D = Despesas mensais fixas
N = Número de elementos do agregado familiar
Para efeitos de determinação do montante de rendimento do Agregado familiar (RAF) consideram – se os seguintes rendimentos:
Do trabalho dependente; Do trabalho independente – rendimentos empresariais e profissionais; De pensões; De prestações sociais (exceto as atribuídas por encargos familiares e por deficiência);
REGULAMENTO INTERNO 6 Bolsas de estudo e formação (exceto as atribuídas para frequência e conclusão, até ao grau de licenciatura; Prediais; Capitais;
Outras fontes de rendimento (exceto os apoios decretados para menores pelo tribunal, no âmbito das medidas de promoção em meio natural de vida).
No que respeita às despesas mensais fixas, consideram-se para o efeito:
O valor da renda de casa ou de prestação mensal devida pela aquisição de habitação própria e permanente;
Despesas com a saúde e aquisição de medicamentos de uso continuado em caso de doença crónica. Entende-se como Agregado Familiar, o conjunto de pessoas ligadas entre si por vínculo de parentesco, casamento, afinidade, ou outras situações similares, desde que vivam em economia comum, designadamente:
Cônjuge, ou pessoa em união de facto há mais de 2 anos;
Parentes e afins maiores, na linha recta e na linha colateral, até ao 3º grau; Parentes e afins menores na linha recta e na linha colateral;
Tutores e pessoas a quem o utente esteja confiado por decisão judicial ou administrativa;
Adoptados e tutelados pelo utente ou qualquer dos elementos do agregado familiar e crianças e jovens confiados por decisão judicial ou administrativa ao utente ou a qualquer dos elementos do agregado familiar. Serviços e Equipamentos Escalões de Rendimento 1º 2º 3º 4º 5º 6º Centro de Atividades de Tempos Livres Clássico sem almoço
5% 7% 10% 12,5% 15% 15%
Centro de Atividades de Tempos Livres Com Extensão sem almoço
3% 4% 6% 7,5% 9% 9%
NORMA XVII Refeições
As refeições são servidas entre as 12h00 e as 13h30 horas, estando previstos 3 regimes de alimentação, normal, dieta e diabéticos. As intolerâncias alimentares deverão ser comunicadas ao responsável do CATL.
NORMA XVIII
Atividades/Serviços Prestados
A instituição para além do Serviço da Resposta Social de CATL, presta outros serviços, nomeadamente o serviço de transporte, cujo preço não está incluído na mensalidade. Este serviço terá que estar previsto no contrato, podendo no entanto ser requerido em qualquer altura, ficando dependente da existência de vaga no serviço. PERCENTAGEM A APLICAR SOBRE O RENDIMENTO PER-CAPITA
REGULAMENTO INTERNO 7 NORMA XIX
Cuidados de Saúde
Para salvaguarda de todas as crianças que frequentem o CATL, não é permitida a entrada de crianças que apresentem sintomas ou sinais de doença, ou que tenham parasitas. Só poderão voltar a frequentar a Creche, mediante a apresentação de um atestado médico que comprove a total recuperação em termos de saúde. No caso dos parasitas, os pais ou encarregados de educação terão que efetuar a limpeza e respetivo tratamento;
Sempre que uma criança manifeste sinais de doença durante a estadia no CATL, a instituição informa os pais, devendo estes vir recolher a criança o mais breve possível;
Os pais ou encarregados de educação, devem informar o responsável do CATL de todas as alterações que notem na criança, nomeadamente indisposições noturnas, febre entre outras;
Todos os medicamentos que a criança tenha de tomar durante as horas de permanência no CATL, deverão vir identificados com o nome da criança e as horas de administração dos mesmos.
No caso de acidente ou doença súbita que necessite de tratamento imediato, a criança será encaminhada para os serviços hospitalares, e em simultâneo é feita comunicação aos pais ou encarregados de educação do local onde se encontra a criança.
NORMA XX
Passeios ou Deslocações
As visitas e passeios são programados, todos os anos no plano de atividades, sendo o custo destas deslocações assegurado pelos Encarregados de Educação ou responsáveis parentais.
Todas as saídas, são obrigatoriamente precedidas de autorização expressa do Encarregado de Educação ou Responsável Parental.
NORMA XXI Quadro de Pessoal
O quadro de pessoal do CATL encontra-se afixado em local bem visível, contendo a indicação do número de recursos humanos (direção técnica, equipa técnica, pessoal auxiliar e voluntários), formação e conteúdo funcional, definido de acordo com a legislação/normativos em vigor.
NORMA XXII Direção Técnica
A Direção Técnica do CATL compete a um técnico, nos termos da legislação em vigor, cujo nome, formação e conteúdo funcional se encontra afixado em lugar visível.
CAPÍTULO V DIREITOS E DEVERES
REGULAMENTO INTERNO 8 Direitos dos Clientes
São direitos dos clientes:
1. Têm direito à prestação dos serviços e cuidados necessários, à garantia do bem-estar e qualidade de vida da criança;
2. Têm direito a ver respeitada a sua identidade pessoal e intimidade privada e familiar, bem como os seus usos e costumes;
3. Têm direito a ser informado das normas e regulamentos em vigor;
4. Têm direito a apresentar reclamações e sugestões de melhoria do serviço aos responsáveis da Instituição.
NORMA XXIV Deveres dos Clientes São deveres dos clientes:
1. Tratar com respeito e dignidade os funcionários do CATL e os dirigentes da Instituição;
2. Proceder atempadamente ao pagamento da mensalidade, de acordo com o contrato previamente estabelecido;
3. Observar o cumprimento das normas expressas no Regulamento Interno do CATL, bem como de outras decisões relativas ao seu funcionamento;
4. Comunicar por escrito, à Direção, com a a antecedência definida no regulamento, a intenção de suspensão temporária e definitiva do contrato.
NORMA XXV Direitos da Instituição
1. Ver reconhecida a sua natureza particular e, consequentemente, o seu direito de livre atuação e a sua plena capacidade contratual;
2. Á corresponsabilização solidária do Estado nos domínios da comparticipação financeira e apoio técnico;
3. Proceder à averiguação dos elementos necessários à comprovação da veracidade das declarações prestadas pelo cliente e/ou familiares no ato de admissão;
4. Fazer cumprir com o que foi acordado no ato de admissão, de forma a respeitar e dar continuidade ao bom funcionamento dos serviço de CATL;
5. Ao direito de suspender o serviço, sempre que os clientes, grave ou reiteradamente, violem as regras constantes do presente regulamento, de forma muito particular, quando ponham em causa ou prejudiquem a boa organização dos serviços, as condições e o ambiente necessário à eficaz prestação dos mesmos, ou ainda, o relacionamento com terceiros e a imagem da própria Instituição.
NORMA XXVI Deveres da Instituição
1. Respeito pela individualidade dos clientes proporcionando o acompanhamento adequado a cada um e em cada circunstância;
REGULAMENTO INTERNO 9 2. Criação e manutenção das condições necessárias ao normal desenvolvimento da resposta social,
designadamente quanto ao recrutamento de profissionais com formação e qualificações adequadas; 3. Promover uma gestão que alie a sustentabilidade financeira com a qualidade global do CATL; 4. Colaborar com os serviços da Segurança Social, assim como com a rede de parcerias adequada ao
desenvolvimento da resposta social;
5. Prestar os serviços constantes deste regulamento interno; 6. Manter os processos dos clientes atualizados;
NORMA XXVII
Depósito e Guarda dos Bens dos Clientes
A Instituição não se responsabiliza pela perda ou danos de objectos pessoais, tais como, pulseiras, fios, brinquedos, etc.
NORMA XXVIII
Interrupção da Prestação de Cuidados por Iniciativa do Cliente de Forma Temporária É permitido ao cliente a interrupção temporária dos serviços, nas seguintes situações;
1. Internamento hospitalar do cliente, devidamente comprovado;
2. Doença prolongada e que seja necessário a assistência familiar, devidamente comprovado; 3. Outras situações terão que ser analisadas pela Direção da Instituição.
Cessação da Prestação de Serviços por Facto Não Imputável ao Prestador
1. O não cumprimento das normas e regras no presente Regulamento, por parte do cliente, poderá dar lugar à cessação do serviço prestado por parte da direção da empresa;
2. Atos de desrespeito para com as funcionárias da Instituição, poderão dar lugar à cessação do contrato;
3. Ausências injustificadas superiores a 30 dias seguidos podem determinar a cessação da prestação de serviços
4. Incumprimento ou recusa no pagamento das comparticipações que constam no contrato 5. Atitudes e comportamentos que ponham em causa o bom nome da Instituição
NORMA XXIX Contrato
Nos termos da legislação em vigor, entre o cliente ou seu representante legal e a entidade gestora do CATL, deve ser celebrado, por escrito, um contrato de prestação de serviços, com a duração de um ano, devendo ser renovado anualmente no mês de maio. Caso o cliente ou representante legal, não queira renovar o mesmo, terá que o denunciar no prazo mínimo de 30 dias, no entanto esta denúncia não invalida o cumprimento do mesmo, isto é, terá que efetuar o pagamento da 12 mensalidades.
REGULAMENTO INTERNO 10 Do contrato é entregue um exemplar aos pais ou a quem assuma as responsabilidades parentais e arquivado outro no respetivo processo individual;
Qualquer alteração ao contrato é efetuada por mútuo consentimento e assinada pelas partes, podendo dar lugar à celebração de novo contrato ou apenas a uma adenda ao mesmo.
NORMA XXX Livro de Reclamações
Nos termos da legislação em vigor, o CATL possui livro de reclamações, que poderá ser solicitado junto da receção sempre que desejado.
CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES FINAIS
NORMA XXXI
Alterações ao Regulamento
Nos termos do regulamento da legislação em vigor, os responsáveis dos estabelecimentos ou das estruturas prestadoras de serviços deverão informar e contratualizar com os clientes ou seus representantes legais sobre quaisquer alterações ao presente regulamento com a antecedência mínima de 30 dias relativamente à data da sua entrada em vigor, sem prejuízo do direito à resolução do contrato a que a estes assiste.
Estas alterações deverão ser comunicadas à entidade competente para o licenciamento/acompanhamento técnico da resposta social.
NORMA XXXII Integração de Lacunas
Em caso de eventuais lacunas, as mesmas serão supridas pela entidade proprietária do estabelecimento/serviço, tendo em conta a legislação/normativos em vigor sobre a matéria.
NORMA XXXIII
Disposições Complementares
O pagamento do seguro será efetuado anualmente no ato da Renovação da Inscrição.
NORMA XXXIV ENTRADA EM VIGOR O presente regulamento entra em vigor a 1 de setembro de 2020