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Problemas neurológicos

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Academic year: 2021

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Problemas

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ACIDENTE VASCULAR ENCEFALICO

É morte ou sofrimento de uma

determinada área cerebral devido

uma dificuldade de fornecimento de

sangue e seus constituintes.

–Dois tipos:

Isquêmico.

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Fatores de Risco

Pressão arterial / hipertensão;

Doença cardíaca, Diabetes Mellitus;Raça, sexo, idade avançada;

Colesterol (colesterol alto no sangue);AVC anterior;

Fumo, abuso álcool, vicio de drogas;Obesidade, sedentarismo;

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Sintomas:

Dependem da área e do tamanho da mesma. As mais comuns são:

Perda visual;

Fraqueza ou adormecimento em membro ou lado corpo (hemiparesia/hemiplegia);

Alteração de Linguagem (dislalia);Dor de cabeça súbita;

Perda de memória, confusão mental;

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Diagnóstico:

História clínica, exame físico e

neurológico;

Exames

de

Imagem:

TC,

RM,

Angiografia Cerebral;

Outros

exames:

sangue,

líquor,

avaliação

cardíaca

(ECG,

ECO),

avaliação vascular.

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Tratamento:

Preventivo – Eliminar os fatores de risco. – O AVE é urgência – PS imediatamente.

Fase aguda: depende do tipo de AVE, da

rapidez do atendimento, da extensão do AVE e da condição clínica do paciente;

Preocupar-se com: hidratação, ventilação, dieta adequada, ulceras por pressão, controle pressão e temperatura, prevenir trombose nas pernas - medidas gerais.

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Tratamento específico: correção

coagulação sangüínea, prevenir vaso

espasmo e o aumento da zona de

penumbra.

Às vezes o tratamento é cirúrgico –

Aneurisma.

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Cuidados de Enfermagem:

Os principais cuidados são:

a)Vias aéreas livres: colocar paciente em posição lateral. Se necessário fazer a aspiração de secreções e colocação de cânula de guedel. Há casos em que é necessário a intubação.

b)Oxigenoterapia: a fim de reduzir o dano cerebral.

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c)Avaliação da Enfermagem: maior importância no diagnóstico, registrados com detalhes.

•Mudança no nível de resposta, resistência a mudanças de posição e resposta a estimulação; orientação quanto ao tempo, lugar e pessoa.

Presença ou ausência de movimentos voluntário ou involuntário das extremidades; tônus muscular. •Rigidez ou flacidez da nuca.

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Igualdade e tamanho das pupilas e reações pupilares à luz (pupilas fotorreagentes).

Cor da face e membros; temperatura e umidade da pele.

Pulso, respiração, temperatura e pressão arterial.

Balanço hídrico.Domínio da fala.

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d)Excreção: enquanto inconsciente é feita sondagem vesical. Após restabelecer a consciência são feitos exercícios vesicais para reeducação da bexiga. O controle normal do intestino deve ser alcançado o mais cedo possível para facilitar a fase de reabilitação.

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e)Informação ao paciente: quando começa a ficar consciente, pode sentir-se confuso, pois há um certo grau de edema cerebral após o AVC. Deve ser informado do que ocorreu, que existe problema com sua fala, ensina-lo a comunicar-se, tais pacientes têm dificuldade de realizar certos movimentos como por ex: segurar um objeto, comer, pentear o cabelo; deve ser incentivado para realização destas tarefas.

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f) Fase de Reabilitação. Os objetos imediatos são :

Prevenir deformidades;

Retreinar o braço e a perna lesados;

Ajudar o paciente a obter independência na higiene pessoal e no vestir-se;

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g) Posição: a colocação correta no leito é fundamental. Deve-se evitar contraturas, avaliar pressão e manutenção do bom alinhamento do corpo. A mudança de decúbitos é muito importante.

– Devemos usar um suporte nos pés impedindo a queda do pé e o peso da roupa de cama leve os à flexão do plantar. Usar travesseiro para aliviar a pressão dos membros, um rolinho na mão ajuda a mantê-lo em posição anatômica.

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h) Exercícios: membros atingidos devem ser submetidos a exercícios de movimentos. No início os membros costumam estar flácidos.

Se houver rigidez em qualquer área, os exercícios devem ser com maior freqüência. Observar respiração, pulso, cianose durante os exercícios. A regularidade no exercício é o mais

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TRAUMATISMO CRÂNIO-ENCEFÁLICO

TCE é a causa mais freqüente de morte entre 2 e 42 anos de idade.

TCE é qualquer agressão que acarrete lesão anatômica (ferimentos) ou comprometimento funcional do couro cabeludo, crânio, meninges ou encéfalo (cérebro). Portanto pode ser grave ou não, e nem todos TCE o paciente deverá estar em coma.

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Tipos de lesões

a)Lesões primárias:

Fraturas simples ou afundamentos associados;

Sem fraturas (somente ferimento em couro cabeludo);

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b)Lesões secundárias:

Lesão cervical, quando instável;

Má oxigenação, levando à isquemia cerebral, piorando o quadro neurológico;

Eventualmente o aparecimento de hematomas.

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Cuidados de Enfermagem

Os principais cuidados são:

Estabelecer e manter uma aérea adequada através da entubação ou colocação de cânula de Guedel. A troca respiratória inadequada poderá agravar o edema cerebral.

Oxigenoterapia – usando respirador; ou O2 úmido ou nebulizadores.

Manter vias aéreas livres de secreções por aspiração eficaz.

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Avaliação constante de nível de consciência: observar orientação do paciente, reação a

estímulos auditivos e dolorosos, resposta a comando, presença de paralisia.

O paciente deve ficar em DDH com a cabeça elevada. Isso diminui o edema cerebral.

Avaliação dos sinais vitais: atenção especial para o choque que poderá ocorrer se o

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Sondagem vesical.

Balanço hídrico rigoroso.

Alimentação nasogástrica – geralmente inicia-se após 3 dias de infusão parenteral. Freqüente e em pequena quantidade diminuem a probabilidade de diarréia e vômitos. A elevação da cabeceira da cama e a aspiração da sonda para verificar se há alimentos residuais no estômago são medidas empregadas por enviar distensão, regurgitação e pneumonia por

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Avaliação de reflexo pupilar – contração ou dilatação, fator reagentes.

Observar presença de otorragias ou rinorragias.

Observar sinais de inquietação: certo grau de

inquietação pode indicar que o paciente esta recuperando a consciência, no entanto, é comum na anóxia cerebral, via aérea obstruída, distensão abdominal, sangramento oculto ou fratura.

Evitar a contenção/restrição, usar grades de proteção, “luvas de boxe” para proteção.

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Evitar sedação excessiva.

Manter a pele limpa, seca (lubrificar) e livre de pressão, mudanças de decúbitos. Fazer movimentos passivos com os membros que ajudam a circulação.

Proteger os olhos contra irritação da córnea (se os olhos permanecem abertos por muito tempo, tende a secar a córnea com irritação e ulceração).

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Administrar os medicamentos prescritos

pelo médico.

Manter o paciente orientado quanto ao

tempo, lugar e pessoa, principalmente se estiver saindo do período de inconsciência. A iluminação adequada pode evitar alucinações visuais.

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Respiratória (infecção, aspiração,

obstrução e atelectasia).

Desequilibro hidroeletrolítico.

Infecção (urinária, úlcera de decúbito).

Distúrbio convulsivo.

Referências

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