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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO

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Ética e Moral

Ética e Moral

Ética e Moral

Ética e Moral

Ética, princípios e valores

Ética, princípios e valores

Ética, princípios e valores

Ética, princípios e valores

Os vocábulos "moral" e "ética" derivam de palavras que significam "hábito" ou “comportamento"; entretanto, o papel do filósofo moral nunca se concebeu como o de um homem a quem coubesse descrever ou explicar os costu-mes ou o comportamento humano. Mas responder às questões práticas, criticar, avaliar ou estimar costumes e comportamentos.

Ensina-nos o Prof. Leonardo Boff que “A ética é parte da

filosofia. Considera concepções de fundo acerca da vida, do universo, do ser humano e de seu destino, estatui princípios e valores que orientam pessoas e sociedades. Uma pessoa é ética quando se orienta por princípios e convicções. Dize-mos, então, que tem caráter e boa índole. A moral é parte da vida concreta. Trata de prática real das pessoas que se expressam por costumes, hábitos e valores culturalmente estabelecidos. Uma pessoa é moral quando age em conformi-dade com os costumes e valores consagrados. Estes podem, eventualmente, ser questionados pela ética. Uma pessoa pode ser moral (segue os costumes até por conveniência), mas não necessariamente ética (obedece a convicções e princípios). — (in Ética e Moral - A busca dos

fundamen-tos. Petrópolis : Vozes,2009).

Assim, a “éticaéticaéticaética” é o estudo, análise e a valoração da

conduta humana, em consonância com os conceitos de

bem e mal, numa determinada sociedade e num

determi-nado momento.

Advirta-se que a ética não cria a moral, ainda que toda

moral pressuponha princípios, normas ou regras de

comportamento, que, entretanto não são estabelecidos pela ética, até porque pré-existem a esta, como experiên-cia histórico-soexperiên-cial.

“A éticaéticaéticaética é a teoria ou ciência do comportamento moral dos homens em sociedade, ou seja, é ciência de uma forma específica de comportamento humano” — como a conceitua

ADOLFO SÁNCHEZ VÁZQUEZ — (in "Ética", Editora Civilização

Brasileira, 1995, pp.12 e 13).

Discorrendo sobre a natureza da ética ou filosofia moral, WILLIAM K. FRANKENA, da Universidade de Michigan, ensina que "A Ética é um ramo da filosofia; é a FFFFilosofiailosofiailosofiailosofia Moral

Moral Moral

Moral, ou pensamento filosófico acerca da moralidade, dos problemas morais e dos juízos morais’ — (in "Curso Moderno

de Filosofia - ÉTICA", Zahar, 1969).

A ética consiste nos preceitos básicos da vida em sociedade, preceitos estes que dizem respeito ao compor-tamento social do indivíduo que, da mesma maneira abstrata, ignorando-os responde por "sanções morais", como bem explicita JACOB BAZARIAN: "as pressões ou

coerções sociais exercidos pelos fatos sociais manifestam-se por meios de sanções que são reações de aprovação ou reprovação por parte do grupo em relação às formas de comportamento admitidas ou condenadas de seus membros. As sanções podem ser positivas, quando estimulam formas aprovadas de comportamento (desde a tolerância até a recompensa), ou negativas, quando previnem, censuram ou reprimem formas indesejáveis de conduta (desde a crítica e censura até a punição e excomunhão). Vejamos um exem-plo: consideramos alguns aspectos da moda, que é o modo de se vestir numa determinada época, numa determinada sociedade.

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Conceito

Palavra derivada do grego — “arché” — denominação do palácio dos registrados e, depois, “archeion”, signifi-cando o local de depósito e guarda de documentos.

Há ainda, no latim, a palavra “archivum”, que traduziria o lugar onde os documentos eram guardados — e que para muitos seria a raiz etimológica de arquivo.

A etimologia já sugere o conceito de

arquivo, que, efetivamente, outro não é se

não “o acervo de documentos organizadamente guardados

e conservados, para acesso oportuno”.

Os Arquivos são conjuntos organizados de documentos, produzidos ou recebidos e preservados por instituições públicas ou privadas, ou mesmo pessoas físicas, na constância e em decorrência de seus negócios, de suas atividades específicas e no cumprimento de seus objetivos, qualquer que seja a informação ou a natureza do docu-mento

No utilíssimo livro “Técnicas de Arquivo & Protocolo” — conceitua-se o arquivo como “o conjunto de documentos

oficialmente produzidos e recebidos por um governo, organização ou firma, no decorrer de suas atividades, arquivados e conservados por si e seus sucessores, para efeitos futuros” — (edição SENAC, p.8).

Destaque-se a finalidade de um arquivo: possibilitar o acesso, a qualquer tempo, da documentação nele guarda-da.

Os arquivos são fontes de pesquisa, registram fatos passados, produzem provas e guardam a história.

Cadastro Cadastro Cadastro Cadastro

Um cadastro nada mais é que um banco de dados, reunindo as principais informações de determinado cliente, fornecedor, produto, funcionário, etc.

Segundo o Dicionário de terminologia arquivística, cadastro é o “registro sistemático de informações sobre

entidades, lugares, pessoas e bens, feito por instituições públicas ou privadas” — (edição SENAC, p.12)

Tais informações poderão ser retiradas de várias fontes tais como: cartões de visitas, faturas, fichas cadastrais, catálogos, e outros. O cadastro pode e deve ser atualizado com dados novos ou ainda não informados.

Normalmente, num cadastro, são colocadas as se-guintes informações: nome, endereço, documentos de identificação, data de nascimento, características e anotações pessoais, data de envio, características do produto, fabricante, etc.

Fichário Fichário Fichário Fichário

Em todo escritório, reparti-ção ou secretaria encontramos sempre um fichário. O fichário é o “conjunto de fichas

ordena-das segundo critérios prestabele-cidos, possibilitando acesso a documentos ou informações”.

Normalmente, são caixas de diversos tamanhos que guardam fichas ou cartões, podendo ser de madeira, de aço, de material plástico ou de acrílico e até mesmo estarem gravados/armazenados em um computador. São muito utilizados e têm como conteúdo: índices, informações, endereços, relação de clientes, representantes, fornecedores, etc.

Um fichário deve obedecer aos seguintes requisitos: • adequação às necessidades do serviço;

• obtenção de maior economia e espaço; • facilidade de acesso;

• possibilidade de expansão; • resistência e durabilidade;

• garantia de segurança e conservação de documen-tos;

• aparência e funcionalidade.

Quando tais informações estiverem em computador, o funcionário responsável deverá repassá-las ao público ou

superior pela simples leitura da informação requerida ou

ainda, quando autorizado, poderá imprimir o documento, se houver impressora conectada ao computador.

Se as informações estiverem organizadas em fichas, o funcionário deverá mantê-las rigorosamente na ordem de arquivamento, tomando sempre cuidado para que não se misturem, nem se altere o critério de seu arquivamento — alfabético, numérico, etc.

Tipos de Arquivos

Tipos de Arquivos

Tipos de Arquivos

Tipos de Arquivos

Se se analisarem os arquivos em função da entidade ou interesse que os mantêm — pode identificar dois tipos de arquivos: os públicos, naturalmente mantidos por órgãos públicos, e os ou privados, instituídos e mantidos por pessoas jurídicas de direito privado.

1111).).).Arquivos_públicos).Arquivos_públicosArquivos_públicosArquivos_públicos::::são conjuntos de documentos produzidos ou recebidos por órgãos governamentais, em nível federal, estadual ou municipal, em decorrência de suas atividades administrativas, judiciárias ou legislativas. Existem três espécies de arquivos públicos: correntes, temporários e permanentes:

ATUALIDADES

MAIS DE 1 MILHÃO DE PESSOAS PROTESTAM CONTRA GOVERNO DILMA PELO PAÍS

/3/2015

Por Pedro Fonseca e Caroline Stauffer SÃO PAULO/BRASÍLIA/RIO DE JANEIRO (Reuters) - Cerca de um milhão de pessoas protestavam na cidade de São Paulo neste domingo contra o governo da presidente Dilma Rousseff e a corrupção, em meio à fraqueza da economia e inflação elevada.

O ato na capital paulista era o maior de uma série de manifestações populares em diversas cidades do Brasil, reunindo mais centenas de milhares de pessoas.

Os protestos têm mantido um caráter pacífico, ao contrário dos ocorridos em junho de 2013, ocasião em que foram registrados vandalismo e confrontos entre policiais e manifestantes. Apesar disso, a polícia deteve alguns homens nos arredores da Avenida Paulista, em São Paulo, que estariam carregando fogos de artifício e bombas caseiras, de acordo com imagens de TV.

“O povo está se sentindo traído”, disse na capital paulista o publicitário Diogo Ortiz, de 32 anos, referindo-se à Petrobras como “vergonha nacional e internacional”.

“Eu quero impeachment (de Dilma) mesmo”, acrescentou, mesmo admitindo que as chances são pequenas e que este domingo pode se tornar um evento isolado sem resultados efetivos.

Vestidos com as cores da bandeira brasileira, os manifestantes foram às ruas reclamar principalmente da corrupção, em meio ao escândalo bilionário na Petrobras investigado pela operação Lava Jato, e problemas econômicos enfrentados pelo Brasil.

Sempre que questionada sobre as manifestações populares, como o panelaço em várias capitais durante seu pronunciamento na TV no domingo passado, Dilma tem repetido que fazem parte da democracia.

Em mensagem publicada no Facebook na tarde do sábado, Dilma disse valorizar o fato de que as pessoas podem se manifestar livremente. “Sou a favor da democracia. Espero que amanhã (domingo), o Brasil prove a sua maturidade democrática”, disse a presidente.

As manifestações deste domingo foram convocadas pelas redes sociais. A maioria dos grupos organizadores defende o impeachment da presidente, usando como argumentos uma suposta corrupção no governo do PT, o escândalo da Petrobras e os altos custos com impostos e tarifas, entre outras reclamações.

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), que foi derrotado por Dilma nas eleições presidenciais de outubro passado, disse no Facebook que “esse 15 de março vai ficar lembrado para sempre como o Dia da Democracia”.

“O dia em que os brasileiros se vestiram de verde e amarelo e foram para as ruas se reencontrar com as suas virtudes, com os seus valores, e também com os seus sonhos”, escreveu Aécio, que decidiu não ir para as ruas neste domingo.

Em 2013, no dia de maior mobilização nas manifestações um pouco antes da Copa das Confederações, cerca de um milhão de pessoas foram às ruas de cidades do país. Naquela ocasião, os protestos começaram contra o reajuste das tarifas de transporte público e acabaram gerando uma pauta de reivindicações bastante difusa, passando por melhoria de oferta de educação e saúde pelo governo e combate à corrupção, entre outras demandas.

CHUVA LEVE EM SP

A chuva que caia em alguns pontos da Avenida Paulista parecia insuficiente para dispersar as pessoas, muitas delas munidas de cartazes com dizeres contra a presidente e contra seu partido, o PT. Segundo estimativa da Polícia Militar, 1 milhão de pessoas estavam na Paulista e adjacências.

Em Brasília, cerca de 45 mil pessoas se concentraram na Esplanada dos Ministérios e em frente ao Congresso Nacional, que chegou a ter seu espelho d´água invadido por alguns manifestantes, segundo informações da PM, que mobilizou um efetivo de 1,6 mil homens neste domingo.

Na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, mais de 15 mil pessoas se aglomeraram para protestar, segundo a PM, enquanto organizadores estimaram o número de manifestantes em 30 mil.

“O brasileiro tem que se manifestar realmente e não pode se calar diante desses escândalos e roubalheira que vemos no Brasil”, disse a comerciária Márcia Santos, que vestia uma camisa verde-amarela. Muitos manifestantes no Rio carregavam faixas contra o governo e o PT.

De acordo com a polícia, cerca de 25 mil pessoas participaram do protesto em Belo Horizonte; 5 mil pessoas compareceram à manifestação em Salvador; 3,5 mil pessoas protestaram no Recife, 10 mil em Fortaleza e 5 mil em Manaus, entre outras localidades.

Milhares também protestam em Porto Alegre, Curitiba e Goiânia. Cidades do interior do Estado de São Paulo, como Campinas, também reuniram milhares de manifestantes mais cedo, de acordo com a polícia.

Houve manifestações de brasileiros também no exterior, em cidades como Buenos Aires, Londres e Nova York.

MINISTROS DE PRONTIDÃO

Dilma pediu a alguns de seus ministros que ficassem em Brasília neste domingo para acompanhar os protestos, e deve realizar uma reunião no fim do dia para avaliar as manifestações.

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Conceito

Palavra derivada do grego — “arché” — denominação do palácio dos registrados e, depois, “archeion”, signifi-cando o local de depósito e guarda de documentos.

Há ainda, no latim, a palavra “archivum”, que traduziria o lugar onde os documentos eram guardados — e que para muitos seria a raiz etimológica de arquivo.

A etimologia já sugere o conceito de

arquivo, que, efetivamente, outro não é se

não “o acervo de documentos organizadamente guardados

e conservados, para acesso oportuno”.

Os Arquivos são conjuntos organizados de documentos, produzidos ou recebidos e preservados por instituições públicas ou privadas, ou mesmo pessoas físicas, na constância e em decorrência de seus negócios, de suas atividades específicas e no cumprimento de seus objetivos, qualquer que seja a informação ou a natureza do docu-mento

No utilíssimo livro “Técnicas de Arquivo & Protocolo” — conceitua-se o arquivo como “o conjunto de documentos

oficialmente produzidos e recebidos por um governo, organização ou firma, no decorrer de suas atividades, arquivados e conservados por si e seus sucessores, para efeitos futuros” — (edição SENAC, p.8).

Destaque-se a finalidade de um arquivo: possibilitar o acesso, a qualquer tempo, da documentação nele guarda-da.

Os arquivos são fontes de pesquisa, registram fatos passados, produzem provas e guardam a história.

Cadastro Cadastro Cadastro Cadastro

Um cadastro nada mais é que um banco de dados, reunindo as principais informações de determinado cliente, fornecedor, produto, funcionário, etc.

Segundo o Dicionário de terminologia arquivística, cadastro é o “registro sistemático de informações sobre

entidades, lugares, pessoas e bens, feito por instituições públicas ou privadas” — (edição SENAC, p.12)

Tais informações poderão ser retiradas de várias fontes tais como: cartões de visitas, faturas, fichas cadastrais, catálogos, e outros. O cadastro pode e deve ser atualizado com dados novos ou ainda não informados.

Normalmente, num cadastro, são colocadas as se-guintes informações: nome, endereço, documentos de identificação, data de nascimento, características e anotações pessoais, data de envio, características do produto, fabricante, etc.

Fichário FichárioFichário Fichário

Em todo escritório, reparti-ção ou secretaria encontramos sempre um fichário. O fichário é o “conjunto de fichas

ordena-das segundo critérios prestabele-cidos, possibilitando acesso a documentos ou informações”.

Normalmente, são caixas de diversos tamanhos que guardam fichas ou cartões, podendo ser de madeira, de aço, de material plástico ou de acrílico e até mesmo estarem gravados/armazenados em um computador. São muito utilizados e têm como conteúdo: índices, informações, endereços, relação de clientes, representantes, fornecedores, etc.

Um fichário deve obedecer aos seguintes requisitos: • adequação às necessidades do serviço;

• obtenção de maior economia e espaço; • facilidade de acesso;

• possibilidade de expansão; • resistência e durabilidade;

• garantia de segurança e conservação de documen-tos;

• aparência e funcionalidade.

Quando tais informações estiverem em computador, o funcionário responsável deverá repassá-las ao público ou

superior pela simples leitura da informação requerida ou

ainda, quando autorizado, poderá imprimir o documento, se houver impressora conectada ao computador.

Se as informações estiverem organizadas em fichas, o funcionário deverá mantê-las rigorosamente na ordem de arquivamento, tomando sempre cuidado para que não se misturem, nem se altere o critério de seu arquivamento — alfabético, numérico, etc.

Tipos de Arquivos

Tipos de Arquivos

Tipos de Arquivos

Tipos de Arquivos

Se se analisarem os arquivos em função da entidade ou interesse que os mantêm — pode identificar dois tipos de arquivos: os públicos, naturalmente mantidos por órgãos públicos, e os ou privados, instituídos e mantidos por pessoas jurídicas de direito privado.

1111).).).Arquivos_públicos).Arquivos_públicosArquivos_públicosArquivos_públicos::::são conjuntos de documentos produzidos ou recebidos por órgãos governamentais, em nível federal, estadual ou municipal, em decorrência de suas atividades administrativas, judiciárias ou legislativas. Existem três espécies de arquivos públicos: correntes, temporários e permanentes:

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Atualmente está em moda no Brasil a calça comprida para moças e o cabelo comprido para os rapazes. Enquanto elas e eles andarem de acordo com a moda atual, tudo corre normalmente. No entanto, 40 anos atrás, se as moças de então usassem as calças de hoje, serão tachadas de "imo-rais". Naquela época, os rapazes de cabelos cumpridos, de unhas esmaltadas e camisas transparentes e coloridas seriam vaiados como "suspeitos"quanto à sua masculinida-de. No entanto, hoje isto é normal" — (em "Introdução à Sociologia", p.65).

Dispõe ainda a “ética” sobre a racionalidade, humanida-de. Assim, o homem é social não porque ele é racional e humano, mas ao contrário, ele é racional e humano porque é social. Fora da sociedade ele é irracional, pois no indivíduo isolado os afetos e as paixões predominam sobre a razão. O homem, por natureza, não é bom nem mal. São as circunstâncias sociais e a educação (que é um fato tipicamente social), que o transformam em bom ou

mal cidadão.

Existem pessoas boas, generosas, mas se elas estiverem isoladas da sociedade, em circunstâncias excepcionais, não se sabe onde vai para sua bondade. São capazes de matarem umas às outras, pois quintessência do ser humano

é a sobrevivência individual.

O indivíduo é egoísta por natureza. É a sociedade que lapida esse egoísmo e o transforma em altruísmo, desen-volvendo por si próprio o homem, o senso ético para com os seus relacionamentos.

Ética e Direito Ética e DireitoÉtica e Direito Ética e Direito

Em se considerando o Direito tem por essência a

experiência humana, não poderá ele ser contemplado

apartadamente do plano ÉticoÉticoÉtico, à medida que se refira àÉtico questão da conduta humana e sua submissão à obrigatori-edade imposta pela norma — o que faz desta uma varian-te da norma ética, tanto quanto esta já é uma espécie de

lei cultural.

Sabidamente, dois são os tipos de norma de conduta, uma de natureza éééétititicaticacaca e outra ttttécnicaécnicaécnica. PAULINO JAC-écnica QUES observa que a norma éticaéticaética regula “a conduta doética

homem no convívio”, enquanto a norma técnicatécnicatécnica disciplinatécnica sua “atividade criadora” — (in “Curso de Introdução ao Estudo do Direito”, 4ª ed., ed.Forense, 1981, pp.64/65).

Sucede, porém, que a conduta humana tanto se pode dar, restritamente, em seu mundo interior (o homem perante si mesmo e sua consciência), quanto se pode projetar para o mundo exterior, alcançando as relações sociais do homem com seu semelhante, em face da sociedade em que ele se insere.

E reflexo dessa dualidade que a norma ética compreen-da a norma moral e a norma jurídica.

A norma moral traçará os parâmetros reguladores da

ação humana em face do mundo interior do homem: é o que fazem as regras de etiqueta, de decência, de cortesia e outras, ainda que submissas à unilateralidade ao subjetivismo de cada pessoa, e, por isso mesmo, despidas de coercibilidade.

Já as normas jurídicas são bilaterais, objetivas e dis-põem de coercibilidade instrumentada por sanção.

Pondera MIGUEL REALE, a propósito, que " o Direito,

como experiência humana, situa-se no plano da Ética, referindo-se a toda a problemática da conduta humana subordinada a normas de caráter obrigatório... A norma jurídica é, por conseguinte, uma espécie de norma ética, assim como esta é uma espécie de lei cultural...” — (in

“Filosofia do Direito”, 1º vol., 6ª ed., Ed.Saraiva, p.230).

Interessante também a observação de AGOSTINHO RAMALHO MARQUES NETO, subordinando o conceito de "direito" como ciência social: "Só há direito dentro do

espaço social. O Direito é um produto da convivência, surgindo em função da diferenciação das relações sociais, no interior das condições espaço-temporais localizadas. Ubi

societas, ibi jus. A ciência do Direito resulta, tanto quanto

qualquer outra, de um trabalho de construção teórica. Por isso, suas proposições não podem revestir-se de caráter absoluto, mas aproximado e essencialmente retificável" —

(in "A Ciência do Direito, Conceito, Objeto e Método", 1ª

Ed.Foren-se/1982, p.99).

Enfeixando o thema a ser tratado sob o título “Ética na

Administração Pública”, conforme se confere no programa

— a ética centralizar-se-á nos valores morais consagrados na estrutura jurídica vigente, que rege a Administração Pública — e que será o norte da postura do servidor público em geral.

Ética Profissional Ética Profissional Ética Profissional Ética Profissional

A Ética Profissional consubstancia os fundamentos éticos e as condutas necessárias à boa e honesta prática das profissões, conforme os padrões morais vigentes num determinado meio social.

Sabidamente, todas profissões são caracterizadas por seus perfis próprios, pelo saber científico e tecnológico que incorporam, pelas expressões artísticas que utilizam e pelos resultados sociais, econômicos e ambientais do trabalho que realizam.

A sociedade tem, pois, a expectativa de que os

profissio-nais, como detentores do saber especializado de suas

profissões, sejam sujeitos pró-ativos do desenvolvimento e da satisfação das necessidades sociais.

Aliás, até por força do reconhecimento institucional das

profissões, tanto o objetivo destas como a ação dos

profissionais ficam vinculados ao bem-estar e o desenvol-vimento do homem, em seu ambiente e em suas diversas dimensões: como indivíduo, família, comunidade, socieda-de, nação e humanidade; nas suas raízes históricas, nas gerações atual e futura.

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Com gritos de “Fora PT, leva a Dilma com você”, cerca de 100 pessoas protestaram neste domingo (15), em Nova York, contra o governo. A manifestação durou uma hora e meia e atraiu principalmente brasileiros que moram nos Estados Unidos, além de alguns estudantes e turistas que visitam a cidade.

Os manifestantes, que se reuniram na Union Square, uma praça em Manhattan, cantaram o hino nacional e seguravam placas com alguns pedidos, como o impeachment de Dilma, intervenção militar e o fim da corrupção. Além disso, gritavam “fora Dilma” e “basta de corrupção”.

Jaime Pereira, de 54 anos, que tem uma empresa de turismo nos EUA disse que espera uma “moralização” da política. Ele mora no país há 20 anos e ficou sabendo do protesto pelas redes sociais.

— É preciso uma moralização geral no Brasil, no Congresso, no Planalto, no Judiciário. O País está entregue às baratas. O Brasil está nas mãos de corruptos. Queremos duas coisas. O impeachment e a moralização.

13/03/2015 |

APÓS SOLTURA, DEFESA DE BATTISTI DIZ NÃO ACREDITAR EM DEPORTAÇÃO

Ele foi sentenciado à prisão perpétua na Itália por matar quatro pessoas nos anos 1970, crimes dos quais se diz inocente

Pedido de extradição do italiano havia sido recusado por Lula em seu ú[email protected]. br | @mauriciotonetto

Solto por volta da meia-noite desta sexta-feira na Superintendência da Polícia Federal (PF) em São Paulo, o ex-ativista italiano Cesare Battisti voltou para sua residência, no Estado, para “seguir tudo como estava antes”, conforme Igor Sant’Anna Tamasauskas, um de seus advogados. O defensor afirmou que não acredita em deportação.

– Não trabalhamos com essa hipótese. A decisão (da prisão) foi tomada de forma completamente equivocada,

um absurdo – criticou Tamasauskas.

Battisti foi sentenciado à prisão perpétua na Itália

por matar quatro pessoas nos anos 1970, crimes dos quais se diz inocente. Em 2004, ele apareceu no Brasil, depois de três décadas fugindo da Justiça.

O protesto contra o governo acontece dois dias após sindicatos de petroleiros e movimentos sociais realizarem manifestações a favor da Petrobras e da presidente Dilma, mas em escala bastante reduzida quando comparada ao movimento deste domingo.

Os organizadores dos protestos deste domingo afirmam que os movimentos não estão ligados a partidos políticos, mas legendas de oposição declararam adesão às manifestações.

O próprio Aécio convocou a militância tucana para ir às ruas protestar, ressalvando, porém, que o impeachment não faz parte da agenda do partido.

CENÁRIO COMPLICADO

O governo de Dilma enfrenta um quadro de inflação cada vez mais alta, atividade econômica fraca, piora no mercado de trabalho e turbulência política com a base governista.

A esse cenário, soma-se o maior escândalo de corrupção da história do país envolvendo a Petrobras, ao qual estão ligados ex-funcionários, executivos de empreiteiras e políticos.

Pesquisa do instituto Datafolha em fevereiro mostrou que a avaliação ótima/boa da presidente despencou de 42 por cento em dezembro para 23 por cento em fevereiro, enquanto aqueles que a consideram ruim/ péssima passaram de 24 por cento para 44 por cento.

Com as manifestações deste domingo, Dilma se junta a outros dois presidentes que enfrentaram protestos populares no período da redemocratização: Fernando Collor de Mello e Fernando Henrique Cardoso.

Collor acabou sofrendo o impeachment, enquanto Fernando Henrique reverteu em parte a baixa popularidade do início de seu segundo mandato, superando inclusive uma campanha com ampla participação de petistas que tinha o slogan “Fora FHC”.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello e Leonardo Goy, em Brasília; Pedro Fonseca, Rodrigo Viga Gaier e Caio Saad, no Rio de Janeiro; e Caroline Stauffer, em São Paulo)

MANIFESTAÇÕES DE BRASILEIROS EM NOVA YORK E LONDRES REÚNEM CERCA DE 100 PES-SOAS

Nos Estados Unidos, o ato aconteceu na Union Square, uma praça da ilha de Manhattan

Manifestantes se reuniram em frente à embaixada em Londres Reproduçção/TV Record

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Os vocábulos "moral" e "ética" derivam de palavras que significam "hábito" ou “comportamento"; entretanto, o papel do filósofo moral nunca se concebeu como o de um homem a quem coubesse descrever ou explicar os costu-mes ou o comportamento humano. Mas responder às questões práticas, criticar, avaliar ou estimar costumes e comportamentos.

Ensina-nos o Prof. Leonardo Boff que “A ética é parte da

filosofia. Considera concepções de fundo acerca da vida, do universo, do ser humano e de seu destino, estatui princípios e valores que orientam pessoas e sociedades. Uma pessoa é ética quando se orienta por princípios e convicções. Dize-mos, então, que tem caráter e boa índole. A moral é parte da vida concreta. Trata de prática real das pessoas que se expressam por costumes, hábitos e valores culturalmente estabelecidos. Uma pessoa é moral quando age em conformi-dade com os costumes e valores consagrados. Estes podem, eventualmente, ser questionados pela ética. Uma pessoa pode ser moral (segue os costumes até por conveniência), mas não necessariamente ética (obedece a convicções e princípios). — (in Ética e Moral - A busca dos

fundamen-tos. Petrópolis : Vozes,2009).

Assim, a “éticaéticaética” é o estudo, análise e a valoração daética

conduta humana, em consonância com os conceitos de

bem e mal, numa determinada sociedade e num

determi-nado momento.

Advirta-se que a ética não cria a moral, ainda que toda

moral pressuponha princípios, normas ou regras de

comportamento, que, entretanto não são estabelecidos pela ética, até porque pré-existem a esta, como experiên-cia histórico-soexperiên-cial.

“A éticaéticaéticaética é a teoria ou ciência do comportamento moral dos homens em sociedade, ou seja, é ciência de uma forma específica de comportamento humano” — como a conceitua

ADOLFO SÁNCHEZ VÁZQUEZ — (in "Ética", Editora Civilização

Brasileira, 1995, pp.12 e 13).

Discorrendo sobre a natureza da ética ou filosofia moral, WILLIAM K. FRANKENA, da Universidade de Michigan, ensina que "A Ética é um ramo da filosofia; é a FFFFilosofiailosofiailosofiailosofia Moral

MoralMoral

Moral, ou pensamento filosófico acerca da moralidade, dos problemas morais e dos juízos morais’ — (in "Curso Moderno

de Filosofia - ÉTICA", Zahar, 1969).

A ética consiste nos preceitos básicos da vida em sociedade, preceitos estes que dizem respeito ao compor-tamento social do indivíduo que, da mesma maneira abstrata, ignorando-os responde por "sanções morais", como bem explicita JACOB BAZARIAN: "as pressões ou

coerções sociais exercidos pelos fatos sociais manifestam-se por meios de sanções que são reações de aprovação ou reprovação por parte do grupo em relação às formas de comportamento admitidas ou condenadas de seus membros. As sanções podem ser positivas, quando estimulam formas aprovadas de comportamento (desde a tolerância até a recompensa), ou negativas, quando previnem, censuram ou reprimem formas indesejáveis de conduta (desde a crítica e censura até a punição e excomunhão). Vejamos um exem-plo: consideramos alguns aspectos da moda, que é o modo de se vestir numa determinada época, numa determinada sociedade.

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Conceito

Palavra derivada do grego — “arché” — denominação do palácio dos registrados e, depois, “archeion”, signifi-cando o local de depósito e guarda de documentos.

Há ainda, no latim, a palavra “archivum”, que traduziria o lugar onde os documentos eram guardados — e que para muitos seria a raiz etimológica de arquivo.

A etimologia já sugere o conceito de

arquivo, que, efetivamente, outro não é se

não “o acervo de documentos organizadamente guardados

e conservados, para acesso oportuno”.

Os Arquivos são conjuntos organizados de documentos, produzidos ou recebidos e preservados por instituições públicas ou privadas, ou mesmo pessoas físicas, na constância e em decorrência de seus negócios, de suas atividades específicas e no cumprimento de seus objetivos, qualquer que seja a informação ou a natureza do docu-mento

No utilíssimo livro “Técnicas de Arquivo & Protocolo” — conceitua-se o arquivo como “o conjunto de documentos

oficialmente produzidos e recebidos por um governo, organização ou firma, no decorrer de suas atividades, arquivados e conservados por si e seus sucessores, para efeitos futuros” — (edição SENAC, p.8).

Destaque-se a finalidade de um arquivo: possibilitar o acesso, a qualquer tempo, da documentação nele guarda-da.

Os arquivos são fontes de pesquisa, registram fatos passados, produzem provas e guardam a história.

Cadastro CadastroCadastro Cadastro

Um cadastro nada mais é que um banco de dados, reunindo as principais informações de determinado cliente, fornecedor, produto, funcionário, etc.

Segundo o Dicionário de terminologia arquivística, cadastro é o “registro sistemático de informações sobre

entidades, lugares, pessoas e bens, feito por instituições públicas ou privadas” — (edição SENAC, p.12)

Tais informações poderão ser retiradas de várias fontes tais como: cartões de visitas, faturas, fichas cadastrais, catálogos, e outros. O cadastro pode e deve ser atualizado com dados novos ou ainda não informados.

Normalmente, num cadastro, são colocadas as se-guintes informações: nome, endereço, documentos de identificação, data de nascimento, características e anotações pessoais, data de envio, características do produto, fabricante, etc.

Fichário FichárioFichário Fichário

Em todo escritório, reparti-ção ou secretaria encontramos sempre um fichário. O fichário é o “conjunto de fichas

ordena-das segundo critérios prestabele-cidos, possibilitando acesso a documentos ou informações”.

Normalmente, são caixas de diversos tamanhos que guardam fichas ou cartões, podendo ser de madeira, de aço, de material plástico ou de acrílico e até mesmo estarem gravados/armazenados em um computador. São muito utilizados e têm como conteúdo: índices, informações, endereços, relação de clientes, representantes, fornecedores, etc.

Um fichário deve obedecer aos seguintes requisitos: • adequação às necessidades do serviço;

• obtenção de maior economia e espaço; • facilidade de acesso;

• possibilidade de expansão; • resistência e durabilidade;

• garantia de segurança e conservação de documen-tos;

• aparência e funcionalidade.

Quando tais informações estiverem em computador, o funcionário responsável deverá repassá-las ao público ou

superior pela simples leitura da informação requerida ou

ainda, quando autorizado, poderá imprimir o documento, se houver impressora conectada ao computador.

Se as informações estiverem organizadas em fichas, o funcionário deverá mantê-las rigorosamente na ordem de arquivamento, tomando sempre cuidado para que não se misturem, nem se altere o critério de seu arquivamento — alfabético, numérico, etc.

Tipos de Arquivos

Tipos de Arquivos

Tipos de Arquivos

Tipos de Arquivos

Se se analisarem os arquivos em função da entidade ou interesse que os mantêm — pode identificar dois tipos de arquivos: os públicos, naturalmente mantidos por órgãos públicos, e os ou privados, instituídos e mantidos por pessoas jurídicas de direito privado.

1111).).).).Arquivos_públicosArquivos_públicosArquivos_públicos::::Arquivos_públicossão conjuntos de documentos produzidos ou recebidos por órgãos governamentais, em nível federal, estadual ou municipal, em decorrência de suas atividades administrativas, judiciárias ou legislativas. Existem três espécies de arquivos públicos: correntes, temporários e permanentes:

MG

A Fernão Dias, principal ligação entre os estados

de Minas Gerais e São Paulo, tinha 17 km de lentidão na região da Grande Belo Horizonte no início da tarde, no sentido São Paulo. Já quem trafegava em direção à capital mineira enfrentava 8 km de congestionamento.

“Nós não temos condições de pagar o óleo (diesel) a R$ 2,75. Nesses últimos três meses, o petróleo subindo, subindo e o frete lá embaixo”, disse o caminhoneiro Juarez Ananias, que participa do protesto.

A manifestação desta segunda também afetou a produção de veículos na Fiat. De acordo com a assessoria de imprensa da empresa, em Betim, também na Região Metropolitana, funcionários do 2º e 3º turnos – tarde, noite e madrugada – da linha de produção foram dispensados. Ainda segundo a Fiat, por causa do ato de caminhoneiros, componentes usados na montagem de veículos não foram entregues.

Também havia pontos de interdição perto de Oliveira, na Região Centro-Oeste, e em Perdões e Santo

Antônio do Amparo, ambas no Sul do estado.

Nestas cidades, os bloqueios ocorrem desde a noite de domingo.

PR

No Paraná, 20 rodovias permaneciam fechadas por volta das 13h em trechos entre

as cidades de Cascavel, Curitiba e Guarapuava. Em alguns pontos de rodovias federais, a fila de veículos já passava de 5 km, segundo a Polícia Rodoviária Federal. Os manifestantes estavam impedindo os caminhões de passarem, mas liberavam os demais veículos, como carros de passeio e de emergência.

Por causa dos bloqueios, alguns postos de

combustíveis do sudoeste e do oeste do Paraná

já enfrentam desabastecimento. Por conta disso, a prefeitura de Santo Antônio do Sudoeste, no sudoeste do estado, cancelou as aulas nas escolas municipais

e interrompeu os serviços de limpeza na cidade.

Os protestos ocorrem desde o dia 13 no estado.

Além de criticar os preços dos combustíveis, a categoria no Paraná pede a fixação do frete por quilômetro rodado e a carência de seis meses a um ano para os financiamento de veículos de carga, entre outras reivindicações.

SC

Em Santa Catarina, os protestos ocorrem desde quarta-feira (18). Na tarde desta segunda, os caminhoneiros

continuavam bloqueando 15 pontos em cinco rodovias. A Polícia Rodoviária Federal informou que

vai enviar reforços para os locais, a fim de evitar abusos. “A nossa preocupação é porque ontem [domingo] houve alguns abusos. Houve bloqueios, ataques a caminhoneiros, acidentes, pessoas que ficaram presas”, explicou o chefe da Comunicação da PRF, Luiz Graziano.

Os manifestantes pedem a queda no preço do diesel e melhores condições nas rodovias da região. Por conta dos bloqueios, o Sindicato das Indústrias de Laticínios e Produtos Derivados (Sindileito) alerta que a coleta de

leite no estado pode ser 100% interrompida.

No pedido de detenção, que acabou revogado pelo desembargador Cândido Ribeiro, o Ministério Público Federal (MPF) solicitou à Justiça “a prisão administrativa de Cesare Battisti pelo prazo inicial de 60 dias, ou até que se ultime a deportação do requerido, devendo, para tanto, ser intimada a União para que dê imediato cumprimento à medida”.

Deportação para a França

O MPF queria que Battisti fosse mandado para a França, país a partir do qual adentrou no Brasil há 11 anos. A defesa do ex-ativista alegou que ele está em liberdade desde 2010 e “jamais deixou de cumprir qualquer obrigação relacionada ao processo em questão, não demonstrando interesse em empreender fuga do país ou obstaculizar o resultado do processo”.

No despacho, o desembargador afastou a possibilidade de extradição: “Em que pese a gravidade das infrações penais imputadas ao paciente em seu país de origem, o fato é que a sua situação de permanência no Brasil, decidida pela Suprema Corte e pelo Excelentíssimo Senhor Presidente da República (na época Luiz Inácio Lula

da Silva), não podem mais estar submetidas a um novo

processo judicial iniciado na Justiça Comum Federal”. A juíza federal que havia determinado a deportação alegou que trata-se “de um estrangeiro em situação irregular no Brasil e que, por ser um criminoso condenado em seu país por crime doloso, não tem direito a permanecer.

PROTESTO DE CAMINHONEIROS BLOQUEIA ESTRADAS PELO PAÍS

Eles reclamam do alto preço do combustível e dos baixos valores dos fretes. Rodovias de ao menos sete estados são atingidas pela manifestação.

Do G1, em São Paulo

Um protesto de caminhoneiros bloqueia nesta segunda-feira (23) rodovias de ao menos sete estados em todo o país: GO, MG, MS, MT, PR, RS e SC. Entre as principais reclamações dos profissionais, estão o alto preço do combustível e os baixos valores dos fretes.

A Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), que é uma das entidades que representam os caminhoneiros no país, divulgou nota dizendo que está “ciente das manifestações e bloqueios em rodovias federais e estaduais pelo país” e que “solicitou uma reunião com os ministérios para tratar das reivindicações, especialmente para tratar do aumento do combustível”.

Protesto de caminhoneiros fecha parte da rodovia Fernão Dias (Foto: Moisés Silva/O Tempo/

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Conceito

Palavra derivada do grego — “arché” — denominação do palácio dos registrados e, depois, “archeion”, signifi-cando o local de depósito e guarda de documentos.

Há ainda, no latim, a palavra “archivum”, que traduziria o lugar onde os documentos eram guardados — e que para muitos seria a raiz etimológica de arquivo.

A etimologia já sugere o conceito de

arquivo, que, efetivamente, outro não é se

não “o acervo de documentos organizadamente guardados

e conservados, para acesso oportuno”.

Os Arquivos são conjuntos organizados de documentos, produzidos ou recebidos e preservados por instituições públicas ou privadas, ou mesmo pessoas físicas, na constância e em decorrência de seus negócios, de suas atividades específicas e no cumprimento de seus objetivos, qualquer que seja a informação ou a natureza do docu-mento

No utilíssimo livro “Técnicas de Arquivo & Protocolo” — conceitua-se o arquivo como “o conjunto de documentos

oficialmente produzidos e recebidos por um governo, organização ou firma, no decorrer de suas atividades, arquivados e conservados por si e seus sucessores, para efeitos futuros” — (edição SENAC, p.8).

Destaque-se a finalidade de um arquivo: possibilitar o acesso, a qualquer tempo, da documentação nele guarda-da.

Os arquivos são fontes de pesquisa, registram fatos passados, produzem provas e guardam a história.

Cadastro Cadastro Cadastro Cadastro

Um cadastro nada mais é que um banco de dados, reunindo as principais informações de determinado cliente, fornecedor, produto, funcionário, etc.

Segundo o Dicionário de terminologia arquivística, cadastro é o “registro sistemático de informações sobre

entidades, lugares, pessoas e bens, feito por instituições públicas ou privadas” — (edição SENAC, p.12)

Tais informações poderão ser retiradas de várias fontes tais como: cartões de visitas, faturas, fichas cadastrais, catálogos, e outros. O cadastro pode e deve ser atualizado com dados novos ou ainda não informados.

Normalmente, num cadastro, são colocadas as se-guintes informações: nome, endereço, documentos de identificação, data de nascimento, características e anotações pessoais, data de envio, características do produto, fabricante, etc.

Fichário Fichário Fichário Fichário

Em todo escritório, reparti-ção ou secretaria encontramos sempre um fichário. O fichário é o “conjunto de fichas

ordena-das segundo critérios prestabele-cidos, possibilitando acesso a documentos ou informações”.

Normalmente, são caixas de diversos tamanhos que guardam fichas ou cartões, podendo ser de madeira, de aço, de material plástico ou de acrílico e até mesmo estarem gravados/armazenados em um computador. São muito utilizados e têm como conteúdo: índices, informações, endereços, relação de clientes, representantes, fornecedores, etc.

Um fichário deve obedecer aos seguintes requisitos: • adequação às necessidades do serviço;

• obtenção de maior economia e espaço; • facilidade de acesso;

• possibilidade de expansão; • resistência e durabilidade;

• garantia de segurança e conservação de documen-tos;

• aparência e funcionalidade.

Quando tais informações estiverem em computador, o funcionário responsável deverá repassá-las ao público ou

superior pela simples leitura da informação requerida ou

ainda, quando autorizado, poderá imprimir o documento, se houver impressora conectada ao computador.

Se as informações estiverem organizadas em fichas, o funcionário deverá mantê-las rigorosamente na ordem de arquivamento, tomando sempre cuidado para que não se misturem, nem se altere o critério de seu arquivamento — alfabético, numérico, etc.

Tipos de Arquivos

Tipos de Arquivos

Tipos de Arquivos

Tipos de Arquivos

Se se analisarem os arquivos em função da entidade ou interesse que os mantêm — pode identificar dois tipos de arquivos: os públicos, naturalmente mantidos por órgãos públicos, e os ou privados, instituídos e mantidos por pessoas jurídicas de direito privado.

1111).).).).Arquivos_públicosArquivos_públicosArquivos_públicosArquivos_públicos::::são conjuntos de documentos produzidos ou recebidos por órgãos governamentais, em nível federal, estadual ou municipal, em decorrência de suas atividades administrativas, judiciárias ou legislativas. Existem três espécies de arquivos públicos: correntes, temporários e permanentes:

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Atualmente está em moda no Brasil a calça comprida para moças e o cabelo comprido para os rapazes. Enquanto elas e eles andarem de acordo com a moda atual, tudo corre normalmente. No entanto, 40 anos atrás, se as moças de então usassem as calças de hoje, serão tachadas de "imo-rais". Naquela época, os rapazes de cabelos cumpridos, de unhas esmaltadas e camisas transparentes e coloridas seriam vaiados como "suspeitos"quanto à sua masculinida-de. No entanto, hoje isto é normal" — (em "Introdução à Sociologia", p.65).

Dispõe ainda a “ética” sobre a racionalidade, humanida-de. Assim, o homem é social não porque ele é racional e humano, mas ao contrário, ele é racional e humano porque é social. Fora da sociedade ele é irracional, pois no indivíduo isolado os afetos e as paixões predominam sobre a razão. O homem, por natureza, não é bom nem mal. São as circunstâncias sociais e a educação (que é um fato tipicamente social), que o transformam em bom ou

mal cidadão.

Existem pessoas boas, generosas, mas se elas estiverem isoladas da sociedade, em circunstâncias excepcionais, não se sabe onde vai para sua bondade. São capazes de matarem umas às outras, pois quintessência do ser humano

é a sobrevivência individual.

O indivíduo é egoísta por natureza. É a sociedade que lapida esse egoísmo e o transforma em altruísmo, desen-volvendo por si próprio o homem, o senso ético para com os seus relacionamentos.

Ética e Direito Ética e DireitoÉtica e Direito Ética e Direito

Em se considerando o Direito tem por essência a

experiência humana, não poderá ele ser contemplado

apartadamente do plano ÉticoÉticoÉtico, à medida que se refira àÉtico questão da conduta humana e sua submissão à obrigatori-edade imposta pela norma — o que faz desta uma varian-te da norma ética, tanto quanto esta já é uma espécie de

lei cultural.

Sabidamente, dois são os tipos de norma de conduta, uma de natureza éééétitititicacacaca e outra ttttécnicaécnicaécnicaécnica. PAULINO JAC-QUES observa que a norma éticaéticaéticaética regula “a conduta do

homem no convívio”, enquanto a norma técnicatécnicatécnicatécnica disciplina sua “atividade criadora” — (in “Curso de Introdução ao Estudo do Direito”, 4ª ed., ed.Forense, 1981, pp.64/65).

Sucede, porém, que a conduta humana tanto se pode dar, restritamente, em seu mundo interior (o homem perante si mesmo e sua consciência), quanto se pode projetar para o mundo exterior, alcançando as relações sociais do homem com seu semelhante, em face da sociedade em que ele se insere.

E reflexo dessa dualidade que a norma ética compreen-da a norma moral e a norma jurídica.

A norma moral traçará os parâmetros reguladores da

ação humana em face do mundo interior do homem: é o que fazem as regras de etiqueta, de decência, de cortesia e outras, ainda que submissas à unilateralidade ao subjetivismo de cada pessoa, e, por isso mesmo, despidas de coercibilidade.

Já as normas jurídicas são bilaterais, objetivas e dis-põem de coercibilidade instrumentada por sanção.

Pondera MIGUEL REALE, a propósito, que " o Direito,

como experiência humana, situa-se no plano da Ética, referindo-se a toda a problemática da conduta humana subordinada a normas de caráter obrigatório... A norma jurídica é, por conseguinte, uma espécie de norma ética, assim como esta é uma espécie de lei cultural...” — (in

“Filosofia do Direito”, 1º vol., 6ª ed., Ed.Saraiva, p.230).

Interessante também a observação de AGOSTINHO RAMALHO MARQUES NETO, subordinando o conceito de "direito" como ciência social: "Só há direito dentro do

espaço social. O Direito é um produto da convivência, surgindo em função da diferenciação das relações sociais, no interior das condições espaço-temporais localizadas. Ubi

societas, ibi jus. A ciência do Direito resulta, tanto quanto

qualquer outra, de um trabalho de construção teórica. Por isso, suas proposições não podem revestir-se de caráter absoluto, mas aproximado e essencialmente retificável" —

(in "A Ciência do Direito, Conceito, Objeto e Método", 1ª

Ed.Foren-se/1982, p.99).

Enfeixando o thema a ser tratado sob o título “Ética na

Administração Pública”, conforme se confere no programa

— a ética centralizar-se-á nos valores morais consagrados na estrutura jurídica vigente, que rege a Administração Pública — e que será o norte da postura do servidor público em geral.

Ética Profissional Ética ProfissionalÉtica Profissional Ética Profissional

A Ética Profissional consubstancia os fundamentos éticos e as condutas necessárias à boa e honesta prática das profissões, conforme os padrões morais vigentes num determinado meio social.

Sabidamente, todas profissões são caracterizadas por seus perfis próprios, pelo saber científico e tecnológico que incorporam, pelas expressões artísticas que utilizam e pelos resultados sociais, econômicos e ambientais do trabalho que realizam.

A sociedade tem, pois, a expectativa de que os

profissio-nais, como detentores do saber especializado de suas

profissões, sejam sujeitos pró-ativos do desenvolvimento e da satisfação das necessidades sociais.

Aliás, até por força do reconhecimento institucional das

profissões, tanto o objetivo destas como a ação dos

profissionais ficam vinculados ao bem-estar e o desenvol-vimento do homem, em seu ambiente e em suas diversas dimensões: como indivíduo, família, comunidade, socieda-de, nação e humanidade; nas suas raízes históricas, nas gerações atual e futura.

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O MÉRITO DE DOAR

Em memória do primeiro presidente da Prudential do Japão, comprometido com a proteção familiar e o envolvimento com a comunidade, a seguradora criou o “Prêmio Kiyo Sakaguchi Coração de Ouro” para reconhecer o melhor corretor franqueado de seguro de vida, o qual é chamado de Life Planner.

Anualmente a Prudential reconhece o Life Planner que se destaque por sua atitude ética e empreendedora, mas que, ao mesmo tempo, seja um modelo de humanidade e dedicação às pessoas. Detentor de tal mérito, esse profissional, então, pode escolher uma organização filantrópica para receber uma doação da Prudential.

Assim, por indicação de Leonardo Mourão Cota, Life Planner de 2014, a Prudential do Brasil doou US$ 10 mil para o Grupo Espírita Amália de Godoy (GEAG). Na região do bairro Carlos Prates, em Belo Horizonte, a instituição beneficia um asilo e duas creches, além de atender famílias carentes e distribuir refeições para moradores de rua, entre outras atividades.

O valor recebido do Prêmio Kiyo será empregado na reforma e ampliação das instalações do GEAG.

UMA HORA DE TRABALHO POR ANO

O programa “Uma hora para o futuro” é uma iniciativa do Comitê Mundial dos Trabalhadores da Volkswagen que, por aqui, recebeu a adesão de colaboradores das fábricas de São Bernardo do Campo, Taubaté e São Carlos, no estado de São Paulo, e de São José dos Pinhais, no Paraná.

O montante de R$ 387 mil resultou das doações de horas no mês de dezembro de 2014 e foi doado em partes, de acordo com o volume obtido em cada fábrica.

A fábrica de São Bernardo do Campo arrecadou cerca de R$ 175 mil, que foram doados para o Centro Cultural Afro-brasileiro Francisco Solano Trindade.

A instituição foi criada em 1998 a partir de uma doação do programa “Uma hora para o futuro”. Desde então conta com essa ação solidária todo ano para oferecer oficinas culturais para crianças e adolescentes, com aulas de música, dança e manifestações folclóricas.

Os empregados de Taubaté doaram pouco mais de R$ 120 mil para o Projeto Esperança São Pedro Apóstolo que recebe o apoio do programa há 11 anos.

Perto de 600 pessoas são beneficiadas por ações culturais e esportivas do projeto, o qual também contempla a capacitação profissional, com aulas de inglês e informática e oficinas profissionalizantes.

Na fábrica de São José dos Pinhais, os colaboradores somaram cerca de R$ 75 mil, que foram destinados ao Patronato Santo Antônio.

A instituição voltada para a capacitação profissional existe há 66 anos e há quatro recebe apoio do programa. Os recursos deste ano ajudam a financiar cursos de Mecânica Industrial, Auxiliar de Linha de Produção, Ferramentaria, Auxiliar Administrativo e Produção Industrial em parceria com o Senai.

Os quase R$ 16 mil doados pelos colaboradores da fábrica de motores de São Carlos foram para a Acorde (Associação de Capacitação, Orientação e Desenvolvimento do Excepcional).

Criada em 1988 por um grupo de mães que buscava atendimento especializado para seus filhos, a

RS

No Rio Grande do Sul, doze pontos de

rodovias federais e outros nove pontos de rodovias estaduais foram bloqueados na tarde

desta segunda. Alguns caminhoneiros colocaram fogo em pneus no acostamento da estrada. Eles criticam os valores dos combustíveis e dos pedágios e a tributação no transporte de cargas.

Veículos pesados estão sendo orientados a parar, mas a passagem é liberada para automóveis de passeio. As manifestações ocorrem de forma pacífica.

MT

Os caminhoneiros de Mato Grosso bloqueavam

trechos das duas principais rodovias do estado, as

BRs 163 e 364, por volta das 15h. Eles tentam impedir, há quase uma semana, que os veículos de cargas façam o escoamento da produção agrícola. Na manhã desta segunda, havia cinco trechos de interdição, e o terminal ferroviário de Rondonópolis já registrava queda no número de descarregamentos, segundo a empresa que administra o local.

O sindicalista Wilson Júnior Samoro disse houve queda de mais de 20% no valor do frete e, com o custo alto, os motoristas só estão trabalhando para cobrir as despesas.

MS

Dois trechos da BR-163, em Dourados e em Fátima

do Sul, Mato Grosso do Sul,continuavam bloqueados

na tarde desta segunda. Na região de Fátima do Sul, o congestionamento totaliza cerca de 600 metros, considerando os dois sentidos da pista. Já na região de Dourados, há um congestionamento aproximado de 2 km. Caminhoneiros dizem que a manifestação pode durar até que as principais reivindicações da categoria sejam atendidas.

GO

Em Goiás, um protesto de caminhoneiros

interditava a BR-364, no perímetro urbano de Jataí,

no sudoeste do estado. A rodovia é uma das principais rotas de escoamento de grãos e liga Goiás ao Mato Grosso.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o tráfego está impedido nos dois sentidos nesta tarde, gerando um engarrafamento de 18 km, sendo nove de cada lado.

RESPONSABILIDADE SOCIAL E ÉTICA 23/02/2015 TRABALHADOR SOLIDÁRIO

Lucila Cano

Dois exemplos recentes - um vindo da indústria e outro do segmento de serviços – mostram como os colaboradores das empresas participam cada vez mais de projetos sociais e até influem nas decisões solidárias.

Em Belo Horizonte, uma instituição espírita recebeu doação de US$ 10 mil da seguradora Prudential do Brasil, em ação solidária inspirada em um executivo japonês, mas que tem o envolvimento de corretores franqueados.

Empregados da Volkswagen do Brasil de quatro cidades-sede de suas fábricas participam voluntariamente do programa “Uma hora para o futuro”, no qual doam o valor equivalente a uma hora de trabalho no ano para entidades no entorno das fábricas. Em 2014, essa ação rendeu R$ 387 mil.

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