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INTERNATO MÉDICO ANO COMUM

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Coordenação do Internato Médico de Medicina Geral e Familiar

Coordenação do Internato Médico de Saúde Pública

INTERNATO MÉDICO – ANO COMUM

OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA DE

FORMAÇÃO DO BLOCO FORMATIVO EM

CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

(Aprovado pelo Conselho Nacional do Internato Médico)

(2)

1

INTERNATO MÉDICO – ANO COMUM

Operacionalização do programa de formação do bloco formativo

em cuidados de saúde primários

1. INTRODUÇÃO

A Portaria n.º 1499/2004, de 28 de Dezembro, aprovou o programa de formação do Ano Comum, formação inicial do Internato Médico, e nela se pode ler que:

1.1. O internato médico corresponde a um processo único de formação médica especializada, teórica e prática, tendo como objectivo habilitar o médico ao exercício tecnicamente diferenciado na respectiva área profissional de especialização, sendo composto por um período de formação inicial designado por ano comum.

1.2. O ano comum engloba estágios cujas áreas em que são ministrados e respectivas durações são aprovadas por portaria do Ministro da Saúde, sob proposta da Ordem dos Médicos, em colaboração com o Conselho Nacional do Internato Médico (Preâmbulo).

1.3. O ano comum corresponde a um processo de formação inicial do internato médico e abrange todos os ramos de diferenciação profissional (artigo 1.º). O ano comum tem a duração de 12 meses, incluindo 1 mês de férias (artigo 2.º).

1.4. Um dos blocos formativos constitui a formação em cuidados de saúde primários, a qual se subdivide em formação em medicina geral e familiar e formação em saúde pública (artigo 3.º). A formação em cuidados de saúde primários tem a duração de três meses (artigo 4.º).

1.5. O local de formação para o bloco em cuidados de saúde primários é uma USF – Unidade de Saúde Familiar ou uma UCSP – Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) com idoneidade reconhecida para ministrar a formação especialista do internato médico de Medicina Geral e Familiar em articulação com uma USP – Unidade de Saúde Pública (artigo 5.º).

1.6. A formação em medicina geral e familiar tem como objectivos (artigo 10.º): a) Objectivos de desempenho:

i) Familiarização com o processo de recolha e anotação da informação clínica pertinente, em medicina geral e familiar;

ii) Contacto com a aplicação de procedimentos de natureza preventiva e educativa na prática clínica diária; iii) Conhecer técnicas de diagnóstico e terapêutica aplicáveis aos problemas mais frequentes na comunidade; iv) Sensibilização para a importância da articulação e comunicação com outros prestadores de cuidados de saúde.

b) Objectivos de conhecimento:

i) Conhecer os problemas de saúde mais frequentes na comunidade;

ii) Conhecer os princípios da promoção da saúde, prevenção da doença e diagnóstico precoce;

iii) Conhecer técnicas de diagnóstico e terapêutica aplicáveis aos problemas mais frequentes na comunidade; iv) Conhecer as normas de vigilância da saúde.

1.7. A formação em saúde pública tem como objectivos (artigo 10.º): a) Objectivos de desempenho:

i) Familiarização com as actividades de diagnóstico e monitorização do nível de saúde de uma população ou dos grupos que a integram;

ii) Familiarização com as actividades de monitorização e controlo das doenças transmissíveis e de riscos ambientais.

b) Objectivos de conhecimento:

i) Epidemiologia descritiva, planeamento em saúde;

ii) Doenças transmissíveis, doenças de declaração obrigatória, vacinação, inquéritos epidemiológicos.

1.8. Durante o bloco de formação em cuidados de saúde primários, o responsável de estágio será um médico da USF ou da UCSP habilitado, no mínimo, com o grau de especialista de clínica geral/medicina geral e familiar e a necessária qualificação técnica, a nomear pela administração regional de saúde por proposta do coordenador do internato médico de medicina geral e familiar da respectiva zona (artigo 15.º).

1.9. Durante o período de formação em saúde pública, será responsável pela formação um médico de saúde pública habilitado, no mínimo, com o grau de especialista de saúde pública e a necessária qualificação técnica, a nomear pela administração regional de saúde, por proposta do coordenador do internato médico de saúde pública da respectiva zona (artigo 15.º).

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2

2. PROGRAMA DE FORMAÇÃO:

DESCRIÇÃO DO BLOCO FORMATIVO

2.1. GENERALIDADES

O bloco de formação em Cuidados de Saúde Primários desenvolve-se num Agrupamento de Centros de Saúde (ACES), sob a orientação directa dos responsáveis nomeados de Medicina Geral e Familiar/Clínica Geral e de Saúde Pública nomeados e a supervisão formal do Presidente do Conselho Clínico do ACES. No entanto, entende-se que a responsabilidade global pela formação é uma competência abrangente do ACES, enquanto estrutura formadora, e, como tal, todos os seus elementos poderão colaborar na formação dos médicos internos do Ano Comum. Não é assim obrigatório que o médico interno desenvolva as suas actividades apenas com os responsáveis nomeados para a formação, mas compete a estes proporcionar-lhe a melhor preparação possível, solicitando a colaboração dos outros profissionais, médicos e não médicos, para que os objectivos da mesma sejam atingidos.

2.2. TAREFAS INICIAIS

Dos responsáveis de estágio:

• Acolher o médico interno e apresentá-lo aos profissionais das respectivas Unidades; • Realizar visita guiada, explicitando os aspectos relevantes da organização e funcionamento; • Clarificar expectativas (as do médico interno e as suas próprias);

• Fazer a revisão das experiências de aprendizagem e profissionais do médico interno, nomeadamente nos contactos anteriores com os cuidados de saúde primários, e inventariar as suas aptidões clínicas; • Elaborar o horário semanal;

• Planificar o estágio;

• Sensibilizar para a elaboração de diário de actividades (actividades realizadas, pacientes observados, problemas encontrados, dúvidas, reflexões), que permita o desenvolvimento da auto-reflexão e aprendizagem baseada na procura de resolução das dificuldades.

Do médico interno:

• Participar de forma activa na visita guiada às Unidades em que vai trabalhar; • Comunicar aos responsáveis de estágio as suas expectativas;

• Participar na elaboração do horário semanal e na planificação do estágio, de acordo com as disponibilidades do serviço e a selecção de actividades a desenvolver.

2.3. FORMAÇÃO EM MEDICINA GERAL E FAMILIAR / CLÍNICA GERAL E SAÚDE PÚBLICA: ASPECTOS COMUNS

O cumprimento dos objectivos previstos concretiza-se através de diferentes actividades e tarefas, sendo útil prever pelo menos três encontros formais com os responsáveis de estágio para reflexão/avaliação do estágio e eventual reformulação do plano previsto inicialmente.

Devem ser facultados ao médico interno os planos de saúde/ programas locais ou regionais e o acesso aos Programas e Normas de Vigilância nacionais, bem como à legislação e outros textos considerados importantes para a formação.

As actividades devem desenvolver-se na consulta, onde quer que ela se realize (gabinete adaptado para saúde infantil ou saúde da mulher, urgência e no domicílio) ou na comunidade, acompanhando os responsáveis de estágio, ou outros médicos.

O médico interno deve também participar em actividades realizadas por outros profissionais (enfermeiros, psicólogos, técnicos de higiene e saúde ambiental, assistentes sociais, entre outros), rentabilizando toda a equipa como recurso para a sua formação e aprendizagem.

O médico interno deve ainda participar em todas as reuniões clínicas e outras que tenham lugar durante o estágio e sejam abertas aos médicos do serviço. Deve ser incentivado a apresentar pelo menos um trabalho realizado (caso clínico, tema ou Journal Club, investigação comunitária) nas reuniões regulares das Unidades de Saúde em que trabalha.

Em anexo apresenta-se uma listagem de procedimentos comuns (Anexo 1: Medicina Geral e Familiar/Clínica Geral; Anexo 2: Saúde Pública) que devem ser executados pelo médico interno, em número variável, de acordo com as oportunidades de treino e com a identificação de aptidões ainda não adquiridas na formação anterior. Estas listagens podem ser usadas para monitorizar periodicamente a progressão da aprendizagem.

O preenchimento dos formulários em anexo: Listagem de Procedimentos – Anexos 1 e 2; Reuniões de Trabalho – Anexo 3 (duas páginas) contribuirá para que os responsáveis de estágio fundamentem a

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3

classificação a atribuir a cada um dos parâmetros da Grelha de Classificação Final do Bloco Formativo em Cuidados de Saúde Primários.

3. TRABALHO ESCRITO DO BLOCO FORMATIVO EM CUIDADOS DE SAÚDE

PRIMÁRIOS

3.1. A elaboração do trabalho escrito do bloco formativo em Cuidados de Saúde Primários deve constituir uma actividade “transversal” da formação nesta área, envolvendo, para além do médico interno, os dois responsáveis pela formação e é de carácter obrigatório, contribuindo para a avaliação deste estágio.

3.2. O reduzido tempo disponível condiciona, naturalmente, quer o tema ou problema a abordar, quer a profundidade da abordagem.

3.3. Na escolha do assunto a ser trabalhado deve ser dada prioridade ao estudo de problemas de saúde relacionados com os cuidados de saúde primários e com os objectivos das instituições que integram a rede de cuidados de saúde primários.

3.4. O trabalho deve caracterizar e quantificar o assunto escolhido e poderá dizer respeito à população, a algum grupo definido (por exemplo: grupo etário, sexo, residência, patologia ou problema de saúde, risco, lista de inscritos, etc.) e, sempre que possível, desenvolvido de forma a permitir ao médico interno aperceber-se dos factores que condicionam o problema escolhido.

3.5. A descrição ou caracterização do problema tratado deverá terminar com um comentário sobre a situação encontrada.

3.6. Sempre que possível deve estar prevista a apresentação do trabalho em reunião de serviço (de preferência com recurso a meios informáticos), antes da conclusão do período formativo.

4. REGIME E HORÁRIO DE TRABALHO

4.1. Nos termos do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 203/2004, de 18 de Agosto (com a redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 45/2009, de 13 de Fevereiro), os médicos internos do internato médico estão sujeitos a um horário de quarenta horas semanais.

4.2. A distribuição das 40 horas semanais deste bloco formativo resulta da programação local feita pelos responsáveis de estágio, programação que deve ser concretizada (Anexo 4) na elaboração de um cronograma semanal a cumprir pelo médico interno.

4.3. A distribuição semanal do tempo de trabalho deverá contemplar:

a) Actividades regulares de medicina geral e familiar/clínica geral: uma carga horária mínima de 12 horas (três períodos de quatro horas);

b) Actividades regulares de saúde pública: uma carga horária mínima de 12 horas (três períodos de quatro horas);

c) Um, ou mais, períodos de Serviço de Atendimento Permanente (SASU, SACU ou equivalente) até completar uma carga horária de 6 horas semanais;

d) Um período de 4 horas dedicado à elaboração do trabalho escrito;

e) Os restantes dois períodos de 3 horas serão atribuídos às actividades de medicina geral e familiar ou de saúde pública, de acordo com a programação feita pelos responsáveis de estágio.

4.4. Deve prever-se, contudo, a possibilidade de, face à ocorrência de acontecimentos inesperados (e, eventualmente, irrepetíveis) com interesse formativo, o cronograma poder ser alterado, tendo sempre em mente o melhor aproveitamento do tempo disponível.

5. AVALIAÇÃO

5.1. Nos termos do disposto no programa de formação do Ano Comum, aprovado pela Portaria n.º 1499/2004, de 28 de Dezembro, a classificação final do bloco formativo, expressa em termos de “Apto” ou “Não Apto”, é da responsabilidade do Presidente do Conselho Clínico do ACES, sob proposta dos responsáveis de estágio, usando grelha própria cujo modelo foi aprovado pelo Conselho Nacional do Internato Médico do Ministério da Saúde (Anexo 5 – frente e verso).

5.2. Desta grelha, e nos termos do mesmo normativo legal, deverá ser dado conhecimento formal à Direcção do Internato Médico do Hospital onde o médico interno se encontra colocado.

(5)

Anexo 1

Listagem de procedimentos da formação em Medicina Geral e Familiar

Procedimentos não gestuais Realizou e

demonstra aptidão Deve treinar mais

Não realizou

Relação médico-paciente Relação médico-família Relação interpares

Relação com outros profissionais Anamnese

Registo da informação clínica (RMOP) Genograma

Elaboração de lista de problemas Codificação de problemas de saúde Análise de motivos de consulta Codificação de motivos de consulta

Pedido de exames complementares de diagnóstico Prescrição medicamentosa

Nota de orientação para o doente Nota/carta de referenciação Certificado de estado de saúde

Atestado médico/certificado de incapacidade temporária Notificação de doença de declaração obrigatória Aconselhamento preventivo nas diferentes idades

Educação para a saúde dirigida aos diferentes problemas de saúde Aconselhamento ao doente acamado e sua família

Procedimentos mistos Realizou e

demonstra aptidão Deve treinar mais

Não realizou

Aplicação de protocolos de vigilância nas diferentes idades pediátricas Aplicação de protocolos de vigilância no adulto

Aplicação de protocolos de vigilância na grávida

Identificação de pessoas em risco para doença cardiovascular, neoplásica e mental

Aplicação de planos de vigilância e actuação para pessoas em risco (cardiovascular, neoplásico e mental)

Aplicação de procedimentos de rastreio Aplicação do Plano Nacional de Vacinação

Procedimentos gestuais Realizou e

demonstra aptidão Deve treinar mais

Não realizou

Exame físico geral Otoscopia Faringoscopia Observação rectal Observação ginecológica Execução de ECG

Aplicação de injectável (intramuscular e subcutâneo) Limpeza e desinfecção de feridas

Realização de pensos Aplicação de ligaduras

Sutura de feridas não complicadas Colheita de material para colpocitologia Aplicação de cuidados aos doentes acamados

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Anexo 2

Listagem de procedimentos da formação em Saúde Pública

Procedimentos demonstra aptidão Realizou e Deve treinar mais

Não realizou

1) Acompanhar o responsável pela formação na sua actividade diária, a todos os níveis, dentro e fora da Unidade de Saúde Pública

2) Acompanhar os elementos do serviço na execução das suas actividades de forma a perceber as suas funções e a importância de cada um deles, isoladamente e enquanto elementos de um serviço

3) Participar nas actividades que permitam tomar contacto com a organização do serviço de saúde pública e com a forma como este se articula com as outras unidades funcionais do ACES e de outros ACES, com as outras estruturas da comunidade com possível influência na saúde da população e, ainda, com os outros serviços de saúde pública (de âmbito local, subregional, regional, e nacional)

4) Obter informação demográfica, de natalidade, morbilidade, mortalidade, ambiental, e de utilização de serviços

5) Construir indicadores de saúde utilizando a informação obtida na actividade referida na alínea anterior, apreciar a sua evolução temporal e extrair daí conclusões pertinente à compreensão do nível de saúde da população e da programação das actividades da Unidade de Saúde Pública

6) Identificar factores que condicionam a saúde e a acessibilidade aos serviços de saúde

7) Acompanhar os profissionais de enfermagem na actividade de vacinação, para familiarização com o processo de conservação e transporte das vacinas e com as técnicas de administração das mesmas, com os modelos de registo de actos vacinais e com a organização e gestão de ficheiros

8) Calcular taxas de cobertura vacinal e sua evolução temporal, identificar os factores que condicionam essa cobertura e eventuais consequências das variações da mesma para a saúde da comunidade

9) Acompanhar as equipas de saúde escolar e os técnicos de saúde ambiental na execução do Programa Tipo de Saúde Escolar, nomeadamente em actividades dirigidas ao indivíduo, actividades dirigidas ao grupo e na avaliação das condições de segurança, higiene e saúde nas escolas utilizando os suportes de informação adequados 10) Acompanhar as actividades relacionadas com as Doenças de Declaração Obrigatória e as incluídas no SARA, e participar na realização de inquéritos epidemiológicos (doenças de declaração obrigatória, intoxicações alimentares ou outras situações), tomando conhecimento dos suportes de informação adequados

11) Participar na execução de actividades de educação para a saúde na comunidade, nomeadamente no âmbito da saúde ambiental, saúde escolar, saúde ocupacional, saúde oral, entre outras

12) Acompanhar a realização de vistorias de licenciamento ou sanitárias a estabelecimentos cujo funcionamento pode ser relevante em termos de consequências sobre a saúde da população (de restauração e bebidas, hoteleiros, cantinas, industriais, etc.)

13) Acompanhar as actividades de vigilância da qualidade da água 14) Acompanhar o desenvolvimento das actividades do Serviço com a leitura e conhecimento das normas de vigilância da saúde em vigor e os programas de âmbito nacional, regional ou local em curso

15) Participar nas reuniões da Unidade de Saúde Pública

16) Aperceber-se das questões éticas que se colocam na prática da saúde pública.

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Anexo 3

Reuniões de Trabalho

Interno

Hospital

Morada

Telefones

E-mail

Responsáveis

ACES

Morada

Telefones

E-mail

1ª reunião

data / /

Planeamento do estágio

Elaboração do horário

Observações do Interno

(8)

2ª reunião

data / /

Monitorização do progresso

Identificação de dificuldades

Observações do Interno

Observações dos Responsáveis de Estágio

3ª reunião

data / /

Avaliação do estágio

Observações do Interno

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Anexo 4

ACES ______________________________ Unidades__________________________________ Interno __________________________________________________________________________ Início do estágio _____ / ____ / _______ Termo do estágio ____ / ____ / ________

Responsáveis de Estágio:

Organização semanal de actividades / horário

Horas

2ª f.

3ª f.

4ª f.

5ª f.

6ª f.

Profissionais a contactar

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Anexo 5

Ministério da Saúde Conselho Nacional dos Internatos Médicos INTERNATO MÉDICO

ANO COMUM:

BLOCO DE FORMAÇÃO EM

CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

GRELHA DE CLASSIFICAÇÃO FINAL

NOME: Dr

.

(ª) _____________________________________________________________

ACES ____________________________________________________________________

PARÂMETROS DE

AVALIAÇÃO

C L A S S I F I C A Ç Ã O

(na escala 1 - 5)

MGF + SP =

FACTOR

DE

PONDERAÇÃO

CLASSIFICAÇÃO

PONDERADA

CAPACIDADE DE

EXECUÇÃO TÉCNICA

× 2

INTERESSE PELA

VALORIZAÇÃO

PROFISSIONAL

× 2

RESPONSABILIDADE

PROFISSIONAL

× 2

RELAÇÕES HUMANAS

NO TRABALHO

× 1

INTEGRAÇÃO DE

CONHECIMENTOS

× 3

SOMATÓRIO DAS CLASSIFICAÇÕES PONDERADAS:

Avaliação Final = Somatório das classificações ponderadas

×

0,2

= _____

×

0,2 = ______________________________________ valores

* O Responsável pela Formação em Medicina Geral e Familiar:

__________________________________

Nome

* O Responsável pela Formação em Saúde Pública

__________________________________

Nome

CLASSIFICAÇÃO FINAL

(a ser preenchida pelo Presidente do Conselho Clínico do ACES em termos de Apto ou Não Apto) :









APTO

NÃO APTO









O PRESIDENTE DO CONSELHO CLÍNICO DO ACES

Data: / /

________________________________________________________________

Nome:

Notas: Uma classificação inferior a 10,0 valores corresponde a Não Apto.

Um exemplar autenticado desta grelha deve ser enviado à Direcção de Internato do Hospital de colocação do Interno imediatamente a seguir à conclusão do bloco formativo.

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ESCALA DE CLASSIFICAÇÃO: CRITÉRIOS PARA DETERMINAÇÃO DAS

COTAÇÕES

Limita-se a imitar os gestos, não sabendo frequentemente seleccionar o gesto/técnica adequado à situação.

Executa os gestos/técnicas com precisão, utilizando geralmente o gesto/técnica adequado à situação.

Capacidade de execução técnica

Avalia o nível de execução dos diferentes gestos e técnicas treinados no estágio e a sua adequação à situação clínica

do doente. Excelente domínio das técnicas executando os gestos adequados e seleccionando, com base no custo-benefício e custo-eficácia, o gesto/técnica

adequado à situação. 1 2 3 4 5

Mostra indiferença face às oportunidades de aprofundar os seus conhecimentos e em corrigir os defeitos e pontos fracos.

Interesse, embora descontínuo, em aumentar os seus conhecimentos e aperfeiçoar o seu trabalho.

Interesse pela valorização profissional

Avalia o interesse demonstrado em melhorar os conhecimentos profissionais e em corrigir os

defeitos e pontos fracos. Interesse sistemático em melhorar os seus conhecimentos e a qualidade do

trabalho. 1 2 3 4 5

Evita a responsabilidade, não prevê nem assume as consequências dos seus actos, ignorando geralmente o código ético e deontológico.

Revela ponderação nos actos que pratica.

Responsabilidade profissional

Avalia a capacidade de prever, julgar e assumir as

consequências dos actos e a observância do enquadramento

ético e deontológico. Mostra elevada ponderação nos actos que pratica e assume integralmente e por iniciativa própria e responsabilidade pelos mesmos, relevando uma postura ética

e deontológica constante. 1 2 3 4 5

Agressivo, indelicado, provocando conflitos.

Afável, atencioso, embora pouco participativo.

Relações humanas no trabalho

Avalia a facilidade de estabelecer e manter boas relações com pessoas com quem trabalha e o interesse em

criar bom ambiente de trabalho. Afável e atencioso, cria boas relações e esforça-se por criar bom ambiente de trabalho 1 2 3 4 5

Revela conhecimentos erróneos onde são evidentes lacunas nos conhecimentos científicos básicos, sendo por isso incapaz de identificar, com rigor, os diferentes problemas de saúde.

Revela conhecimentos científicos com imprecisões e/ou omissões ocasionais, contudo adequados à identificação de problemas comuns.

Evidencia algum espírito crítico na transposição dos conhecimentos teóricos aos diferentes problemas de saúde.

Integração de conhecimentos*

Avalia a capacidade de transpor os conhecimentos teóricos à situação clínica de cada doente, identificando os problemas em causa a partir da anamnese, da pesquisa semiológica e da interpretação de eventuais exames

complementares de diagnóstico

Revela conhecimentos exaustivos e actualizados. A abordagem dos diferentes problemas de saúde é feita com coerência, racionalidade e espírito crítico, justificada frequentemente com referências bibliográficas e/ou outras.

1

2

3

4

5

* Sugere-se que a avaliação deste parâmetro tenha por base a apresentação, no Serviço de estágio, de um trabalho escrito (relato de caso clínico/problema comunitário, de acordo com a especificidade da área a ser avaliada).

Referências

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