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RELATÓRIO ANUAL DE ACTIVIDADES, 2013

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Com o conhecimento como base de Advocacia e diálogo para o desenvolvimento Knowledge for Advocacy and Policy Dialogue

RELATÓRIO ANUAL DE ACTIVIDADES, 2013

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1. INTRODUÇÃO

O presente documento é relatório annual de actividades respeitante ao ano 2013, de acordo com om Plano de Actividades do ano em referência.

Este relatório reveste-se duma componente peculiar, relativamente à forma de abordagem das realizações. Diferentemente das abordagens anteriores que se concentravam em produtos imediatos das actividades, a partir do presente relatório, a abordagem assenta nos resultados intermédios fixados na pespectiva trienal, na seguinte lógica:

Evidenciam-se os três campos de acção do GMD, nomeadamente, influência sobre políticas, desenvolvimento de capacidades da Sociedade Civil e desenvolvimento de capacidades institucionais. Os Objectivos Estratégicos são logicamente ligados a estes campos. Dai, é concebida uma árvore em que os resultados esperados e indicadores são conectados aos respectivos Objectivos Estratégicos. Neste caso, a análise é feita na perspectiva de como as diferentes acções levadas à cabo contribuiram para a realização de resultados na perspectiva trienal. Os resultados efectivos, tomados como resultados de excelência da etapa de acção, que é o triénio, são confrontados com os resultados esperados, e sobre os desvios apurados são averiguadas as razões, se for para menos, ou apresentadas as forças, se for para mais, e em ambos os casos (desvios para menos e desvios para mais), são projectadas acções de seguimento para 2014, que é o último ano da presente etapa de acção (triénio), perspectivando também a próxima etapa de acção, que vai de 2015 a 2017. As diferentes acções levadas a cabo são um anexo ao quadro de resultados.

Importa enfatizar que uma etapa de acção é constituida por 3 anos. De acordo com o grau de realização de resultados, as acções anuais são planeadas e implementadas numa perspectiva ou de continuidade, ou de complementaridade/reforço ou uma acção simplesmente nova, desde que se revista de potencial para a realização de resultados de excelência.

Um importante avanço, neste relatório, é a captação e apresentação mais incisivas do número de beneficiários das acções do GMD, o que permite valorar com maior profundidade a dimensão da sua contribuição.

Espera-se que o presente relatório abra um novo rumo de captação de resultados das acções do GMD, revestindo-se de importância peculiar para o sistema interno de monitoria dos seus próprio resultados, que o GMD está a implentar. Este novo figurino de relatório também cria importante base para a avaliação trienal (dos resultados da primeira etapa) que se avisinha, bem como o estabelecimento de novos baselines e resultados esperados para a segunda etapa de acção (segundo triénio) do actual Plano Estratégico, 2012 – 2017.

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2. ANÁLISE DO CONTEXTO DE IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO [File providenciado em separado no contexto da Planificacao 2014]

2.1. ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DO GMD [File providenciado em separado no contexto da Planificacao 2014]

3. RESULTADOS REALIZADOS

Na sua visão estratégica, o GMD aborda resultados não na perspectiva de fim último para o qual todas as acções são desenvolvidas, mas sim o Produto de Excelência de cada ETAPA, em linha com os Objectivos Estratégicos. Nesta perspectiva, o GMD vê-se na obrigação de investir o máximo possível de recursos para atingir melhores resultados por cada etapa.

Árvore de resultados

ÁREA 1: INFLUÊNCIA SOB RE POLÍTICAS

ÁREA 2: DES ENVOLVIMENTO DE CAPACIDADES DA SOCIEDADE CIVIL ÁREA 3: DES ENVOLVIMENTO DE CAPACIDADE INSTITUCIONAL Objec ti vo Estr atégico (OE) 1 :

Pro mover políticas Públicas que concorram para a boa Governação e justiça sócio-económica.

OE 2: Fortalecer a capacidade de

intervenção da Sociedade Civ il na planificação e monitoria.

OE 3: Fortalecer o diá logo e partilha de

informação co m d ife rentes actores nacionais e internacionais OE 4: Ma ximiza r as oportunidades de desenvolvimento Institucional do GM D Indicador do OE 1:

Até 2014, 50% das políticas públicas são elaboradas de forma participativa, incorporando prioridades de desenvolvimento local e mecanismos claros de prestação de contas ao cidadão.

Indicador do OE 2:

Até 2014, pelo menos 60% dos actores da Sociedade Civil congregados na rede do GMD produzem análises e

posicionamentos sobre políticas públicas e utilização de recursos públicos.

Indicador do OE 3:

Até 2014, pelo menos 45% dos actores da Sociedade Civil congregados na rede do GMD têm agendas harmonizadas e participam nas plataformas de diálogo.

Indicador do OE 4:

A contribuição de receitas próprias do GMD aumenta para 5% até 2014.

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Acção 2012 – 2014

1.1. Uma Estratégia Nacional de Gestão da Dívida aprovada pelo Conselho de Ministros e Monitorada pela Sociedade Civ il.

1.2. Guião dos Observatórios Actualizado e Imple mentado de forma Efectiva.

1.3. Um Plano de Acção Nacional de Eficác ia da Ajuda Pós -Busan produzido, imple mentado e mo itorado de forma part icipativa com a Sociedade Civ il.

1.4. Um Relatório Nac ional de Transparência e Prestação de Contas sobre Contribuição da Indústria Extractiva produzido e publicado.

Acção 2012 – 2014

2.1. A Sociedade Civil (Me mbros do GM D) Pa rtic ipa de forma Activa Anualmente nos Observatórios de Desenvolvimento com Docu mentos de Posição.

3.1. A Sociedade Civil (Me mbros do GM D) harmoniza seu posicionamento através do Relatório Anual da Pobre za (RAP).

3.2. A Sociedade Civil (Me mbros do GM D) partic ipa m act iva mente em principais plataformas de diálogo (Nac ional, Regional e Internacional). 3.3. Me mb ros do GM D reúne m-se regularmente e m sessões de Governação Interna e Transparência.

Etapa de Acção 2012 – 2014

4.1. GMD e seus parceiros financeiros consolidam e forma liza m u m fundo comu m com procedimentos

harmonizados.

4.2. O GMD au menta suas receitas próprias.

4. LÓGICA DA ABORDAGEM DOS RESULTADOS

Embora os actuais indicadores dos Objectivos Estratégicos tenham como horizonte temporal 2014, no âmbito do Plano Estratégico 2012 – 2017, importa notar que o GMD divide suas etapas de acçõ em Planos Trienais, ou seja, duas etapas de acção por cada Plano Estratégico, sendo o ano 2014 o último da primeira etapa de acção do Plano Estratégico 2012 – 2017.

A etapa de acção é entendida como o período no qual são fixados resultados tangíveis passíveis de atingir com a implementação das acções programáticas. Por isso, no fim de cada etapa de acção, é feita uma avaliação intermédia do Plano Estratégico, a fim de aferir o grau de realização dos Objectivos Estratégicos.

Os resultados esperados na etapa de acção são o ideal preconizado, que deve servir de referência e comparativo com os resultados efectivos (resultados de excelência) conseguidos na mesma etapa. Assim sendo, os resultados efectivos hão-de ser em maior ou em menor número em relação ao referencial esperado, mais próximos ou mais afastados, que pode ser pa ra mais ou para menos, em relaço ao esperado. Dai que o número de resultados alcançados e o seu grau de afastamento para menos ou para mais em relação ao referencial esperado mostram o desempenho da instituição.

As acções programaticas implementadas são em número e direcção tão intensos quanto os recursos disponíveis permitem, por forma a realizar resultados de excelência por cada etapa de acção, tendo em conta o referencial de resultados.

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Alguns resultados de excelência concorrem para a realização de outros. Por isso, o número de acções ligados a cada resultado e o cronograma da sua implementação hão-de diferir, o que obriga a uma avaliação técnica interna da dimensão de realização de cada resultado esperado da etapa, antes de se elaborar a grelha de acções de seguimento, no ciclo de planificação anual.

4.1. PRINCIPAIS RESULTADOS ALCANÇADOS ATÉ FINAIS DE 2013, NA ETAPA 2012 – 2014

ÁREA 1: INFLUÊNCIA SOBRE POLÍTICAS

Sobre a Estratégia de Gestão da Dívida (acção 1.1.), o GMD definiu duas fases separadas para a primeira etapa (2012 -2014) e a coexistência de duas fases para a segunda etapa (2015 – 2017). Considerando que as iniciativas HIPC e MDRI fizeram com que, até finais de 2012, a dívida pública externa de Moçambique fosse considerada numericamente sustentável, com uma margem de folga considerável, na primeira fase da primeira etapa as acções consistiam em garantir a elaboração e aprovação duma Estratégia de Gestão da Dívida no país, o que foi possível atingir em meiados de 2012. Com esse feito, passou-se para a segunda fase da primeira etapa, consistindo na análise dos resultados da alocação de recursos resultantes do endividamente público, tendo em conta que o país é obrigado a criar capacidade adequada para posteriormente pagar as dívidas e não incorrer em risco duma nova crise de endividamento público. Esta segunda fase dominou os trabalhos do ano 2013.

Acções levadas à cabo

1º. Ao nível de Estudos e Advocacia

2º. Ao nível da Monitoria e Capacitação Institucional

3º. Ao nível da Comunicação e Formação

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Foi assim que o estudo produzido e a análise dos resultados no terreno, através do CRC Integrado, levaram a que o GMD fosse incorporado no grupo temático de gestão de finanças públicas, no âmbito da revisão anual 2012, decorrida de Março a Maio de 2013. A sua inclusão neste grupo temático específico de revisão anual é um grande feito para a monitoria da estratégia de gestão da dívida pública.

Ainda em 2013, foram identificados, apresentados e discutidos os resultados dos investimentos públicos no sector da educação, em que parte substancial das suas despesas de investimento resulta do endividamento externo; uma nota de contestação foi apresentada ao Governo e aos doadores/credores, exigindo mudanças drásticas e urgentes, particularmente no que concerne à componente de qualidade de educação. Como impacto imediato, o Ministério de Educação criou um grupo multisectorial, que inclui, para além do Governo, Sociedade Civil e Parceiros de Cooperação, com o propósito de conceber e implementar um sistema de avaliação de competências dos alunos e dos professores, bem como relançar do subsistema de educação de primeira infância.

Também em 2013, na componente de Governação, foram elaborados materiais e orientada uma campanha nacional de combate à corrupção no sector de saúde, um dos maiores problemas que tornam improdutivos os recursos decorrentes do endividamento público.

Em 2014, o GMD vai continuar a analisar os resultados dos investimentos sectoriais decorrentes de endividamento público, tendo escolhido a componente de infrastruturas.

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Na etapa 2015 – 2017, a análise dos resultados efectivos no terreno, pelos diferentes sectores, vai continuar e vai ser introduzida uma nova componente, designadamente, a componente de campanha de advocacia pela sustentabilidade da dívida, tendo em conta os resultados dos investimentos encontrados no terreno.

Em relação ao Guião dos Observatórios (acção 1.2.), o processo de sua actualização, iniciado em 2012, tomou o seu termo em 2013, com a incorporação das últimas contribuições dos diferentes actores de desenvolvimento, particularmente da Sociedade Civil, sob facilitação do GMD, o que conduziu a realização da sessão alargada de Malhampswene para a consolidação inclusiva e conclusiva do novo Guião.

O Guião foi submetido à apreciação po lítica no Ministério de Planificação e Desenvolvimento, e em Setembro de 2013, na segunda sessão do Observatório de Desenvolvimento central, o novo guião foi apresentado e assumido por todos os parceiros de desenvolvimento e, na presença e sob o comando de S. Excia o Ministro de Planificação e Desenvolvimento, tomou-se de lançado o novo Guião de Orientação dos Observatórios, que deverá orientar os Observatórios de Desenvolvimento, de 2013 em diante.

Como impacto imediato, em 2013, consolidou-se a realização do segundo Observatório de Desenvolvimento central virado para a Planificação Pública, com uma importante inovação, nomeadamente, a sua realização antes da deposição, na Assembleia da República, das Propostas de Plano e Orçamento para o ano seguinte, com tempo suficiente para se integrar as contribuições resultantes da sessão central de Observatório de Desenvolvimento ligada à Planificação.

Acções levadas à cabo

1º. Ao nível de Estudos e Advocacia

2º. Ao nível da Monitoria e Capacitação Institucional

3º. Ao nível da Comunicação e Formação

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Em 2014, as acções do GMD na facilitação da participação da Sociedade Civil nos Observatórios de Desenvolvimento, nos auspícios do G20, devem ser reforçadas, e há duas linhas principais de actuação decorrentes da aprovação e lançamento do Novo Guião de Orientação dos Observatórios: Primeiro, o reforço da ligação com a base, nomeadamente, as redes provinciais, para que, enquanto não existem mecanismos formais de articulação entre Observatórios de Desenvolvimento e o processo nacional de planificação pública, este veículo permita o eficaz uso do segundo Observatório Central para a influência sobre os Planos Públicos. Segundo, haverá que se investir mais no reforço das capacidades da base, tanto na produção de evidências, que são o principal sustentáculo de toda a acção nacional de advocacia, como na construção de capacidades de advocacia local, que também será benéfica para o cumprimento do Guião de Orientação dos Observatórios ao nível das províncias.

Em relação ao Plano de Acção Nacional Pós-Busan de Eficácia da Ajuda (acção 1.3.), foram definidas acções faseadas, a partir de início de 2013, nomeadamente: a finalização da produção do PAN Pós-Busan, a sua divulgação pelos diferentes actores de desenvolvimento ao nível nacional e o início das acções de capacitação da base, importante componente do PAN Pós-Busan sob responsabilidade da Sociedade Civil, facilitada pelo GMD.

É assim que, em 2013 foi finalizada a elaboração do PAN Pós-Busan, com a incorporação de acções e indicadores de parceiros emergentes e melhoria dos indicadores do sector privado. Foi também divulgada a matriz de acções nas províncias, sendo zona sul em Gaza, zona centro em Tete e zona norte em C. Delgado. Mais para o fim, foi apresentado e discutido o quadro final de PAN Pós-Busan na Conferência Anual sobre Desafios de Desenvolvimento, em Outubro de 2013, em Nampula.

Acções levadas à cabo

1º. Ao nível de Estudos e Advocacia

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3º. Ao nível da Comunicação e Formação

Resultados

Em 2014, nos primórdios, vai ser elaborado o primeiro relatório de avaliação da implementação do PAN Pós-Busan, e depois vão continuar as acções de divulgação. Depois vão seguir-se as acções de disseminação de informação relevantes sobre financiamentos, projectos de desenvolvimento, instrumentos de gestão, etc., em parceria com o Governo, Assembleia da República e Parceiros de Cooperação, o que dará azo às campanhas de capacitação da base, a serem facilitadas pelo GMD, em colaboração com os núcleos provinciais.

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Em relação ao Relatório Nacional de Transparência e Prestação de Contas sobre Contribuição da Indústria Extractiva (acção 1.4.), a colaboração entre o Governo e Sociedade civil ao nível do Secretariado Nacional do ITIE ficou fragilizada pela falta de consensos em relação ao conteúdo do segundo relatório de progresso, elaborado em 2012. Dado que em 2012 também tinha que se renovar a composição do Secretariado Nacional do ITIE, com o fim do mandato das instituições até então envolvidas, no meio da discórdia em relação aos métodos de trabalho e conteúdos produzidos, o Governo avançou, mesmo sem a colaboração activa da Sociedade Civil.

Foi assim que o GMD avançou, em 2013, para a criação duma plataforma independente que passou a ser conhecida como Conferência Anual sobre Desafios de Desenvolvimento assente na Zona Norte de Moçambique, zona para a qual estão a fluir quantidades massivas de capital para a indústria extractiva. Um estudo de suporte versando sobre a Contribuição Fiscal da Indústria Extractiva permitiu lançar bases para uma campanha no âmbito desta Conferência.

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Acções levadas à cabo

1º. Ao nível de Estudos e Advocacia

2º. Ao nível da Monitoria e Capacitação Institucional

3º. Ao nível da Comunicação e Formação

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Tendo sido lançado em 2013, para 2014 este fórum, na forma de Conferência Anual sobre Desafios de Desenvolvimento vai organizar a sua segunda sessão em Pemba e vai transformar a Colectânia de Conteúdos da Conferência numa Revista Anual de Perspectivas, que permitirá suprir o défice de Informação do Relatório Anual do ITIE e permitirá a construção de campanha de advocacia mais informada e eficaz do lado da Sociedade Civil.

Para lá dos resultados e feitos acima, que estão em linha com o quadro de resultados esperados ao nível da componente de influência sobre políticas, que envolve o primeiro Objectivo Estratégico do GMD, houve mais um resultado adicional ao nível do mesmo campo, nomeadamente, o aprofundamento da colaboração com os Órgão de Comunicação Social e a consequente ampliação da influência da opinião pública e dos fazedores de políticas. Estiveram na base deste feito 06 artigos publicados na imprensa escrita (Canal de Moçambique – 01, Savana – 02, notícias – 01, O País – 02), e a organização de 23 debates televisivos (18 na STV, 02 na TVM, 03 na TIM) e 07 debates radiofónicos (02 em Cabo Delgado, 01 na Zambézia, 02 em Inhambane e 02 em Maputo – Antena Nacional).

Como consequência imediata, o Governo foi Obrigado a criar um grupo de 30 Comentadores para colaborarem com os órgãos de comunicação social, a fim de defenderem posições do Governo, o que reforçou mais o debate e a construção de visões com base no diálogo amplo, franco e democrático, o que contribuiu sobremaneira para a busca de soluções mais consensuais para a melhoria de estratégias atinentes ao Fundo de Investimento de Iniciativa Local, a concepção do Plano Director do Transporte para Maputo, o redesenho do Plano de subsídios para mitigar os efeitos da alta no custo de vida para as populações pobres, a Governação Local, a

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Gestão de Finanças Públicas, o acesso ao capital produtivo, o desenvolvimento agrário, a tensão político- militar no país, entre outros, cujos resultados são visíveis aos olhos dos cidadãos.

ÁREA 2: DESENVOLVIMENTO DE CAPACIDADES DA SOCIEDADE CIVIL

Em relação à Participação da Sociedade Civil com Docume nto de Posição nos Observatórios de Desenvolvimento - ODs (acção 2.1.), em 2013 foram assistidos financeiramente os Núcleos Províncias (NPs) de Gaza, Inhambane, Tete, Zambézia e Cabo Delgado, escolhidos por força da consignação de recursos pelos parceiros. Contudo, pela primeira vez não foi possível efectuar o acompanhamento e apoio técnico presencial. Mas, os NPs apoiados, por si só produziram Documentos de Posição qualitativamente robustos e participaram de forma mais reforçada nas sessões plenárias provinciais de Observatório de Desenvolvimento, o que vislumbra o crescimento da capacidade local e os resultados do investimento feito nos últimos anos pelo GMD; este feito mostra também as capacidades locais para o desenvolvimento de campanhas de advocacia local consistentes e a capacidade local de produção de evidê ncias.

Contudo, o desafio foi o de cobrir todas as províncias, pois as que não foram cobertas não registaram grandes progressos ao nível da produção de evidências e participação como Plataformas nas sessões de Observatório de Desenvolvimento provinciais.

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Acções levadas à cabo

1º. Ao nível de Estudos e Advocacia

2º. Ao nível da Monitoria e Capacitação Institucional

3º. Ao nível da Comunicação e Formação

Resultados

Para 2014, a perspectiva é relançar o apoio a todas as províncias, sendo que as que não forem cobertas pelos recursos consignados deverão ser enquadradas no fundo comum. A esperança é que alguns parceiros que apoiam a ideia de fundo comum mostram interesse em incrementar o seu envelope de recurso, o que pode permitir alargar a cobertura dos fundos não consignados. Em relação à harmonização de posições da Sociedade Civil através do RAP (acção 3.1.), em 2013, na 13ª sessão plenária do OD central, foi apresentado e discutido o 1º RAP, após a retomada da sua produção, em 2012. Isto significou o reinício do ciclo do RAP, documento de comunicação da Sociedade Civil aos restantes actores e Desenvolvimento no Observatório de Desenvolvimento.

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Fruto da retomada do RAP, através da partilha do RAP 2012/2013, os actores da Sociedade Civil possuem uma visão mais ampla e multisectorial, e estão melhor preparados para, a qualquer momento, discutir os principais constrangimentos e prioridades ao nível de qualquer sector que se lhes coloque. E para além do efeito harmonização de posições e desenvolvimento de capacidades, o relançamento do RAP mobilizou actores de base que passaram a participar directamente no diálogo político, apresentando em, primeira mão, testemunhos e factos da base. Foi neste âmbito que na primeira sessão do OD central, 2013, o RAP foi apresentado pela Plataforma Provincial da Sociedade Civil de Manica, harmonizada com todos os actores da Sociedade Civil a nível nacional, e sob coordenação do GMD central. Na segunda sessão plenária de Observatório da Cidade de Maputo, 2013, metade do Documento de Posição foi dedicada aos factos e evidências comunitárias da Katembe, seguindo-se depois testemunhos vivos dos representantes comunitários da Katembe, presentes na sessão.

Acções levadas à cabo

1º. Ao nível de Estudos e Advocacia

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3º. Ao nível da Comunicação e Formação

Resultados

Em relação à participação da Sociedade Civil (me mbros do GMD, em específico) nas principais plataformas de diálogo ao nível nacional, regional e inte rnacional (acção 3.2.), após a aprovação, pelo Conselho de Ministros, da Proposta de Lei para a Protecção da Pessoa Idosa, o GMD apoiou o Fórum de Terceira Idade (FTI) na recolha de evidências a partir da base e organização de mesas-redonda com parlamentares e representates do Governo, bem como representantes comunitários, agentes de lei e ordem e funcionários públicos para a sensibilização sobre os direitos da pessoa idosa.

Como consequência imediata, o Governo e Município de Maputo firmaram importantes acordos com a Sociedade Civil, representada pelo FTI, no sentido de relançar os centros abertos para o melhor acolhimento dos idosos desamparados e crianças de rua. Também melhoraram os mecanismos de comunicação e colaboração com a Sociedade Civil na implementação de acções de apoio à pessoa idosa.

Ainda no âmbito da participação da Sociedade Civil nas principais plataformas de diálogo ao nível nacional, regional e internacional, o GMD também coorganizou, juntamente com seus parceiros, mesas-redonda com deputados da Assembleia da República para discutir e relançar a proposta de Lei do Acesso à Informação.

Como consequência imediata, a Proposta de Lei que se encontrava no Parlamento, desde 2005, foi integralmente revisitada e actualizada pela Sociedade Civil, prontificando-se para a sua discussão no Parlamento.

O GMD também coorganizou, em parceria com a SADC CNGO, sessões de lançamento do Observatório de Pobreza Regional, uma iniciativa da Sociedade Civil ao nível da zona SADC, o que culminou com a criação de uma equipa instaladora, a produção de Termos de Referência do seu funcionamento e a colecta de indicadores e modelos de Observatórios em funcionamento nos diferentes países da região da SADC, criando uma base para a sua operacionalização.

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Acções levadas à cabo

1º. Ao nível de Estudos e Advocacia

2º. Ao nível da Monitoria e Capacitação Institucional

3º. Ao nível da Comunicação e Formação

Resultados

Contudo, em 2013, o GMD também desperdiçou importantes momentos de networking regional e internacional, nomeadamente, a sessão de discussão do Quadro de Monitoria Regional dos Compromissos de Busan, realizada em Gaberone, embora tenha conseguido garantir todo o processo logístico; a mesa-redonda da Commonwealth no Sri Lanka sobre os ODMs no período posterior a 2015, embora tenha também conseguido garantir todo o processo logístico; falhou igualmente ao Fórum de Lusaka sobre fuga de capitais na Indústria Extractiva, embora tenha conseguido garantir todo o processo logístico através da AFRODAD.

Em suma, o GMD conseguiu garantir a participação em fóruns organizados dentro do país, mas não conseguiu participar em nenhum fórum fora do país, mesmo com processos logísticos garantidos, o que significou considerável redução da sua presença e influência nas plataformas regionais e internacionais, perdendo importantes bases do networking internacional.

Para 2014, o GMD vai continuar activo nas plataformas nacionais, particularmente com as suas atribuições redobradas como hospedeiro e principal facilitador técnico da Plataforma G20, mas as atenções estarão principalmente viradas para o relançamento do networking regional e internacional.

Para este fim, em finais de 2013, o GMD lançou importantes bases de colaboração com a Reality

of Aid Africa Network, no âmbito da Conferência Anual sobre Desafios de Desenvolvimento, que

deverá permitir um fluir maior de partilha de informação e agendas regionais e internacionais, bem como a organização conjunta de eventos de carácter regional e internacional.

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Em relação às reuniões regulares dos membros e órgãos sociais do GMD em sessões de Governação interna e transparê ncia (acção 3.3.), em 2013, a Assembleia Geral teve o seu lugar como regularmente previsto, ao nível central, sendo que um dos principais feitos daque la sessão específica foi a mudança dos órgãos directivos centrais (Conselho de Direcção, Conselho Fiscal e Mesa da Assembleia). Mas enquanto isso, pouco mais de metade dos Núcleos Provinciais não conseguiu garantir esta importante sessão anual de encontro de membros para o fortalecimento da sua governação interna.

Os Órgãos Sociais também continuaram a se reunir com a regularidade programada, implementando as suas atribuições estatutárias. Intensificaram, inclusivamente, o acompanhamento das missões de trabalho de campo, ao nível da promoção do diálogo na base através do CRC Integrado, o que permitiu o reforço da ligação política com as estruturas directivas dos NPs, e o estabelecimento de importantes ligações de trabalho com as autoridades públicas locais, incrementado a viabilidade da acção e influência do GMD ao nível local.

Na sessão central, 2013, para além da apreciação e aprovação dos instrumentos internos regulares de gestão (Planos e Relatórios), assim como a discussão das linhas estratégicas de orientação e a ligação e colaboração entre os membros, pela primeira vez iniciou a avaliação e discussão da situação laboral dos trabalhadores, num contexto em que ao nível da Sociedade Civil há restruturações internas profundas, motivadas pelo ambiente financeiro adverso, que reduz a capacidade de sustentação de parte substancial das despesas operacionais, não sendo excepção o GMD.

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Acções levadas à cabo

1º. Ao nível de Estudos e Advocacia

2º. Ao nível da Monitoria e Capacitação Institucional

3º. Ao nível da Comunicação e Formação

Resultados

Para 2014, entre as prioridades, o GMD tem por frente o relançamento do funcionamento dos NPs fragilizados, começando pelo fortalecimento do seu funcionamento interno, o que criará bases sólidas para a recepção do apoio financeiro e técnico projectado.

ÁREA 3: DESENVOLVIMENTO DE CAPACIDADE INSTITUCIONAL

Na componente de desenvolvimento de capacidades institucionais, em 2013, o GMD testemunhou importantes realizações, mas também grandes desafios, conforme se segue:

Em relação à consolidação e formalização do Fundo Comum com parceiros financeiros (acção 4.1.), foi consolidada a criação do Fundo Comum, com a finalização da assinatura do Memorando de Entendimento respeitante pelos parceiros que aderiram a iniciat iva.

Ainda no domínio financeiro, em 2013, foram assinados acordos de financiamento plurianuais com alguns parceiros, aumentando a previsão da sua contribuição no âmbito do Plano Estratégico 2012 – 2017. E enquanto isso, 2013, também testemunhou a entrada de novos parceiros para o apoio ao Plano de Actividades do GMD, prevendo-se o incremento da sua contribuição, em 2014.

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Acções levadas à cabo

1º. Ao nível de Estudos e Advocacia

2º. Ao nível da Monitoria e Capacitação Institucional

3º. Ao nível da Comunicação e Formação

Resultados

Em relação ao aumento de Receitas Próprias (acção 4.2.), a geração de receitas internas aumentou de forma entusiástica. Para lá da intensificação do aluguer de salas de reuniões e do aluguer do edifício anexo, em 2013, foi alugado o edifício principal, na Rua Príncipe Godido No. 91, na Malhangalene, o que permitiu o incremento da contribuição de receitas internas, de 1,5%, em 2012, para pouco mais de 5%, em finais de 2013, o que significa mais de 10% to total do orçamento anual, numa base analítica anual. Isto significa que a meta prevista para finais de 2014, já foi superada, em 2013, em cerca de duas vezes.

Mas, fruto da amarga experiência do grande défice global que o GMD registou em 2012, tendo conseguido mobilizar não mais do que 38% do total do orçamento anual, naquele ano, em 2013, de forma consertada com parceiros, redimensionou-se o orçamento anual, tendo o reduzido para níveis mínimos equivalentes a cerca de 60% do orçamento indicativo estratégico para o ano 2014 e seguintes, o que conjugado com as dinâmicas positivas acima mencionadas, poderá permitir a cobertura do Orçamento Anual 2014 em 100%.

Acções levadas à cabo

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2º. Ao nível da Monitoria e Capacitação Institucional

3º. Ao nível da Comunicação e Formação

Resultados

Outras acções relevantes iniciadas em 2013 e que deverão ser consolidadas em 2014, na componente de Desenvolvimento de Capacidade Institucional

Na vertente de comunicação, para facilitar o engajamento com Órgãos de Comunicação Social, o GMD firmou acordos com colaboradores-jornalistas na base de Memorandos de Entendimento, o que tornou mais previsível e sistemática a colaboração na publicação das posições da Sociedade Civil, sob facilitação do GMD.

Na vertente financeira e de funcionamento, e m 2013, o GMD também viu-se na obrigação de oferecer rescisões amigáveis com trabalhadores interessados, com vista a redimensionar o staff e reduzir a pressão das despesas de funcionamento. Aderiu a esta iniciativa 25% do pessoal técnico da instituição, o que significa que, em 2014, vai contar-se com 75% do total do pessoal técnico que existia em 2013.

Portanto, maior desafio consistiu em garantir uma motivação adequada aos funcionários, uma vez que, pelas circunstâncias adversas acima mencionadas, em 2013 a instituição experimentou longos períodos sem pagamento de salários aos funcionários (de Janeiro a Junho e novamente de Agosto a Dezembro), devido à insuficiência de recursos no fundo comum.

Acções levadas à cabo

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2º. Ao nível da Monitoria e Capacitação Institucional

3º. Ao nível da Comunicação e Formação

Resultados

Em 2014, um dos maiores desafios do GMD será o de assegurar a optimização do staff, garantindo um padrão de resultados ainda mais exigente. O retorno à regularidade na remuneração aos trabalhadores e o relançamento das acções de capacitação e formação para maior e melhor desempenho serão aspectos chave ao nível da gestão institucional.

5. BENEFICIÁRIOS

Os beneficiários das acções do GMD distinguem-se em directos e indirectos, de acordo com a sua forma de envolvimento.

Beneficiários directos

As acções do GMD, em 2013, tiveram como beneficiários directos os seguintes:

 Actores da Sociedade Civil ao nível das províncias (em número de 5, excluindo Maputo) e dos distritos (28);

 Membros de Assembleias Provinciais;  Deputados da Assembleia da República;  Órgãos de Comunicação Social local e central;  A academia;

(23)

Dos grupos de beneficiários directos acima, no total as acções do GMD no terreno envolveram 1.556 pessoas diferentes, devidamente registadas/documentadas, conforme os detalhes no quadro a seguir.

Assume-se que beneficiários directos serão envolvidos directamente na acção. Tem-se como bases de estimativa: i) a cobertura média dos últimos 3 anos em sessões do CRC Integrado e ii) a representatividade dos grupos visados nas plataformas comuns de diálogo.

Assim:

40 pessoas (por distrito) x 28 distritos;

45 pessoas (por capital provincial) x 5, sendo uma média de 18% destes constituída por Membros das Assembléias Provinciais);

9 deputados da Assembléia da República (estimados à partir da Comissão do Plano e Orçamento, que é a comissão com que se vai trabalhar directamente);

41 representantes da academia (sendo 24 de nível provincial e 17 de nível central); 27 jornalistas (sendo 9 de nível provincial e 18 de nível central);

134 actores da Sociedade Civil ao nível central (sendo 86 ligados à plataforma central do Observatório de Desenvolvimento e 48 ligados à plataforma do Observatório de Desenvolvimento da Cidade de Maputo, que incluem representantes de distritos municipais).

Então, 1120 + 225 + 9 + 41 + 27 + 134 = 1556.

Forma de envolvimento dos beneficiarios directos

Os actores da Sociedade Civil ao nível das províncias participaram nas plataformas de diálogo provinciais (Observatórios Provinciais) como principais protagonistas, trazendo informações, evidências e principais necessidades da popula ção a partir dos distritos, usando as varias Organizações Comunitárias de Base (OCBs), como Conselhos Distritais de Consulta (CDCs), Comités de Gestão de Recursos Naturais (CGRNs), Conselhos Consultivos Locais (CCLs), etc. A implementação do CRC Integrado, com a assistência do GMD central, permitiu o fortalecimento da recolha de evidências junto à base e a consolidação do debate pelos actores de desenvolvimento ao nível local.

Os Membros das Assembleias Provinciais são o segundo grupo mais preponderante de participantes das plataformas de diálogo provinciais; estes trouxeram ao debate informações e suas experiências, decorrentes da acção de monitoria da governação e uso de recursos públicos ao nível dos distritos.

(24)

Os Órgãos de Comunicação Social locais e nac ionais (radios comunitárias, rádios provinciais, delegações provinciais da TVM, Rádio Moçambique, TVM, STV, TIM) efectuaram a cobertura do diálogo ao nível dos diferentes espaços e proporcionaram espaço para debates abertos interactivos à volta dos resultados dos estudos e dos debates ao nível dos fóruns de diálogo, quer a nivel distrital quer provincial.

A academia envolveu-se principalmente como principal fonte de outsourcing de conhecimento, aquando da produção de estudos e documentos importantes para as plataformas de diálogo e Conferência Anual sobre Desafios de Desenvolvimento.

Os actores da Sociedade Civil a nível central utilizaram as evidências produzidas pelos actores ao nível distrital e provincial para campanhas de advocacia ao nível dos Observatórios Centrais e outros fóruns de diálogo.

Beneficiários indirectos

Os beneficiários indirectos das acções do GMD, em 2013, perfazem duas categorias principais, a saber:

 A população a nível distrital, que vem se interessando em acompanhar processos de governação local, estando, assim, atentos ao debate junto dos órgãos de comunicação social e usando os diferentes materiais informativos produzidos e disponibilizados para a sua autocapacitação.

 Todos os actores de desenvolvimento ao nível nacional (Sociedade Civil, Governo, Parceiros de Cooperação e Sector Privado) que, também estando atentos e interessados no debate democrático crescente, vão se ligando aos órgãos de comunicação social e usando os diferentes materiais informativos produzidos e disponibilizados para a sua informação e autocapacitação, o que lhes desperta a consciência e lhes ajuda a efectuar julgamento das acções de Governação, fortalecendo o seu espírito crítico e criando bases para o uso dos espaços existentes para o exercício do seu direito de cidadania.

Estima-se que, em 2013, as acções do GMD tenham beneficiado, indirectamente, a mais de 26.000 pessoas, de acordo com os detalhes no quadro a seguir.

A base de cálculo são as estatísticas do Ministério da Administração Estatal em relação a habitantes por distrito, e usam-se ponderadores seguintes:

- Factor de peso do exercício efectivo de cidadania de 1/15 no distrito e 2/5 na cidade de Maputo; - Factor populacional de 1/10 no distrito e ¼ na cidade de Maputo; e

- Índice médio geral de preferência por meio de comunicação social de 1/60, associado às estimativas de índices de audiência nos espaços adequados para as acções do Projecto nos meios de comunicação social centrais (televisões, rádios e jornais impressos) escolhidos para o projecto.

(25)

Usam-se igualmente os registos das sessões plenárias dos Observatórios de Desenvolvimento centrais (numa média de 250 pessoas) e da cidade de Maputo (numa média de 200 pessoas).

Assim:

130.000 habitantes (média distrital) x 1/15 x 1/10 x 28 = 24.267; 2.000.000 de habitantes (cidade de Maputo) x 2/5 x ¼ x 1/60 = 3.333;

Então, 24.267 + 3.333 + 250 + 200 – 1.556 (directos) = 26.494

ANEXOS

Anexo 1: Acções imple mentadas por Unidade Programática (para efeitos de confrontação com o Relatório Finaceiro)

Anexo 2: Matriz de Resultados e Indicadores

Referências

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