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(1)

CURSO D

O CONTRIBUTO D

O TEXTO CORRESPOND CURSO NO IESM SEN CONSTITUINDO ASSIM PORTUGUESAS E DA GU

DE ESTADO-MAIOR CONJUN

2012/2013

TII

DO PODER ESPACIAL NA ESTRA

PEQUENAS POTÊNCIAS.

DE A TRABALHO FEITO DURANTE A F NDO DA RESPONSABILIDADE DO SEU IM DOUTRINA OFICIAL DAS FORÇ GUARDA NACIONAL REPUBLICANA.

NTO

ATÉGIA DAS

(2)

INSTITUTO DE

O CONTRIBUTO

DA

MAJ/EN

Trabalho de Investigação

E ESTUDOS SUPERIORES MI

O DO PODER ESPACIAL NA ES

AS PEQUENAS POTÊNCIAS

ENGAER Bruno Sertório Dias Marad

ão Individual do CEM-C 12/13

Pedrouços 2013

ILITARES

ESTRATÉGIA

(3)

INSTITUTO DE

O CONTRIBUTO

DA

MAJ/EN

Trabalho de Investigação

Orientador: TCOR/ENG

E ESTUDOS SUPERIORES MI

O DO PODER ESPACIAL NA ES

AS PEQUENAS POTÊNCIAS

ENGAER Bruno Sertório Dias Marad

ão Individual do CEM-C 12/13

NGAER Ana Baltazar

Pedrouços 2013

i

ILITARES

ESTRATÉGIA

(4)

Agradecimentos

Apesar de este ser tornou viável graças a u agradecer.

O primeiro agradeci esforço e dedicação a este d Às minhas filhas, disponibilidade necessária p

À minha orientador crítico construtivo e pelo e agradecimento.

Ao Coronel Jorge S de ideias que proporcionou, Ao Professor Carval contributos dados, gostaria

Ao Tenente-Corone fincionamento do centro de a forma como as várias referência a exemplos concr

Ao Major Meneze Intelligence Fusion Center disponibilizados por aquele Ao Tenente-Coronel Aos que contribuíra investigação que revelaram Para terminar, o m momentos mais difíceis.

r um trabalho de investigação individual, a su um conjunto de pessoas a quem gostaria

ecimento vai para a minha mulher, que sempre e desafio e não me deixou esmorecer ao longo d as, Carolina e Inês, ao contribuírem par a para realizar este trabalho, o meu profundo ob ora, pela disponibilidade que sempre demons empenho colocado nas revisões do documen

Santos, pela documentação facultada e pelas u, o meu obrigado.

valho Rodrigues pela disponibilidade para ser e ia de deixar uma palavra de especial apreço.

nel César Rodrigues, pelas explicações d de satélites da União Europeia, e pelo detalhe s entidades em Portugal utilizam produtos ncretos.

zes, pela clarificação do modo de funcion er, e sobre a forma como Portugal acede a p le centro.

nel Rocha, pela contributo na revisão deste doc íram com os seus conhecimentos, nas discussõ

m, o meu agradecimento.

meu obrigado aos camaradas, por todo o ân

ii sua realização só se ia de humildemente

pre incentivou o meu o destes sete meses.

ara que tivesse a obrigado.

nstrou, pelo espírito ento, o meu sincero

as proveitosas trocas

r entrevistado e pelos

detalhadas sobre o com que explicitou s deste centro, com

onamento do NATO produtos de satélite

ocumento.

ssões e nas linhas de

(5)

Índice

Introdução ... 1. O poder espacial das pe a. Satélites próprios e b. Investimento no es c. Emprego ... d. Tratados, acordos e 2. O poder espacial das pe a. Bélgica ... b. Dinamarca ... c. Irlanda ... d. Portugal ... (1) O Programa E (2) O PoSAT ... (3) A participação 3. O poder espacial na est a. O contributo do po (1) A visão das pe (2) Exemplos do

potências. ... b. O contributo do se

(1) Enquadrament (2) O caso Portug

(a) A aquisição (b) O reflexo d (c) O retorno d c. O contributo do po (1) O Programa G (2) O caso Portug Conclusões ... Bibliografia ...

... pequenas potências – visão geral ... s e cooperativos ... espaço ... ... s e cooperação internacional ... pequenas potências – visão individualizada ... ... ... ... ... EUMETSAT ... ... ão na ESA ... estratégia das pequenas potências ... poder espacial na estratégia política ... pequenas potências sobre o espaço ... o poder espacial ao serviço da estratégia pol ... setor espacial na estratégia económica ... ento ... uguês ... ão de conhecimento na área espacial ... do conhecimento no tecido empresarial ... do investimento ... poder espacial na estratégia de segurança nacio GMES/Copernicus ... uguês. ... ... ...

iii

... 1

... 5

... 6

... 7

... 11

... 12

... 13

... 13

... 15

... 18

... 21

... 22

... 22

... 26

... 29

... 29

... 29

olítica das pequenas ... 30

... 32

... 32

... 34

... 34

... 35

... 37

ional ... 39

... 40

... 44

... 46

(6)

Índice de anexos

Anexo A – Hierarquia de po Anexo B – Tópicos de entre Anexo C – As cargas úteis d Anexo D – Programas espa Anexo E – Tópicos de entre

Índice de apêndices

Apêndice A – Os conceitos Apêndice B – Corpo de con Apêndice C – Tratados, aco Apêndice D – O satélite din Apêndice E - Os resultados Apêndice F – A construção Apêndice G – A Estação de

poder dos 100 países mais fortes, em 2012 ... trevista com o Professor Carvalho Rodrigues... is do PoSAT-1 ... paciais e participações de empresas nacionais (P

trevista com o Tenente-Coronel César Rodrigu

os de poder espacial e de estratégia. ... onceitos ... cordos e cooperação internacional – Glossário . inamarquês Ørsted. ... os do setor espacial na Irlanda ... ão do PoSAT-1 ... de Satélites de Santa Maria ...

iv ... A-1 ... A-4 ... A-8

(Portugal) ... A-9 gues. ... A-10

... Ap-1 ... Ap-3

(7)

Índice de Figuras

Figura 1 – Satélites operativ Figura 2 – Orçamento públi Figura 3 – Orçamento publi Figura 4 – Contribuições pa Figura 5 – Orçamentos dos Figura 6 – Estimativa do sh nacionais, dos e Figura 7 – Contribuições po Figura 8 – Contribuições de Figura 9 – Trajetória do lan Figura 10 – Estimativa do S Figura 11 - Número de cand executadas. ... Figura 12 – Evolução do co Figura 13 – Exemplo de pro

no âmbito da op Figura 14 – Panorâmica dos Figura 15 – Imagem satélite Argélia. ... Figura 16 - Imagem de fogo Figura 17 - Programas espa Figura 18 – Lançamentos m

Índice de Tabelas

Tabela 1 – Posição na hiera Tabela 2 – Número de satél Tabela 3 – Emprego no seto Tabela 4 – Principais tratad Tabela 5 - Informação emit Tabela 6 – Visão sobre o es Tabela 7 - Spin-off do setor Tabela 8 – Evolução de ind

tivos em novembro de 2012. ... blico para o espaço, como percentagem do PIB blico para o espaço per capita, em 2011. ... para a ESA, dos seus estados membros, em 201 os programas nacionais civis em 2011. ...

share do investimento institucional em program estados membros da ESA, em 2011. ... por país para o PRODEX, entre 1986 e 2007. .. de Portugal para os programas da ESA. ... ançador Ariane, e cobertura da estação de Santa

Spin-off no setor especial europeu. ... ndidaturas apresentadas para estágios na ESA, ... coeficiente de retorno geográfico de Portugal e produto elaborado pelo EUSC, com dados do G operação Unified Protector, na Líbia em 2011.

os satélites que suportam o sistema GMES/Cop lite usada para deteção de rotas de veículos no S ...

go florestal obtida com o satélite Pléiades. ... paciais e participações nacionais. ... mundiais para órbita, por local de lançamento

rarquia de poder das pequenas potências em es élites em orbita das pequenas potências em est etor espacial. ... ados e acordos, em vigor, para o espaço. ... itida pelas estações PoSAT até 2000. ... espaço de grandes e pequenas potências ... or espacial de pequenas potências ... ndicadores que caracterizam a participação de P

v

... 7

IB, em 2011. ... 8

... 8

011. ... 9

... 10

amas civis ... 10

... 15

... 27

nta Maria ... 27

... 33

A, aprovadas e ... 35

l entre 2000-2009 . 36 GMES, e utilizado 1. ... 40

opernicus. ... 41

o Sahara em 2008, ... 42

... 43

... 9

to em 2011 ... 11

estudo. ... 5

studo. ... 6

... 11

... 12

... 26

... 29

(8)

Resumo

Neste trabalho de inv espacial na estratégia das português.

Como campo de observ sido selecionada uma amos observação da amostra co vertentes política, económic como o número de satélite assinados e declarações po como o abordam, embora t Dinamarca e Portugal já e fizeram. Verificou-se, tamb absoluto, em percentagem de cinco vezes o que Irlan atualmente Portugal e Irlan âmbito da sua participaçã Dinamarca mantêm program

Através da análise da e poder espacial nas vertente questão central “Qual o con europeias?”, afirmando-se contribui para a sua estrat internacionais, permitindo internacionais, promovendo e competitividade para o te âmbito da segurança, nome informações e alerta precoc

nvestigação procurou-se determinar qual o co das pequenas potências, colocando especial

ervação, foram escolhidas as pequenas potênci ostra de quatro estados: Bélgica, Dinamarca, Ir contemplou três aspetos: o contributo do p

ica e de segurança. Depois de analisados vári ites, estações de terra, orçamentos para o seto políticas, foi possível verificar que existem d a todos estes países procurem dispor de poder á enviaram satélites para o espaço, Irlanda e mbém, assimetria nos orçamentos dedicados a

do PIB e per capita, destacando-se a Bélgic anda ou Portugal investem neste setor. Obser anda efetuam todo o seu esforço para o espaço ção na Agência Espacial Europeia, enquan ramas espaciais nacionais.

a exploração que cada uma das quatro pequena tes política, económica e de segurança, foi po ontributo do poder espacial na estratégia das p se que o poder espacial das pequenas po ratégia, permitindo que se tornem mais asse do condicionar ou influenciar terceiros at do conhecimento que se traduz em desenvolv tecido empresarial e facultando acesso a prod

eadamente ao nível do controlo de fronteiras, oce de conflitos.

vi contributo do poder ial atenção no caso

cias europeias, tendo Irlanda e Portugal. A poder espacial nas ários indicadores, tais tor espacial, tratados diferenças na forma er espacial. Enquanto a e Bélgica nunca o ao espaço, em valor gica, ao investir mais servou-se, ainda, que ço exclusivamente no anto a Bélgica e a

(9)

Abstract

This research work aim powers strategy, placing spe

The small European p selected a sample of four observation included three and security. After analyzi stations, budgets for the sp that although all these coun as they address space. Whil Ireland and Belgium never space, both in absolute term Belgium shows up, investi observed that Portugal and through its participation in have national space program

By analyzing in detail political, economic and sec is the contribution of space space power of european sm become more assertive in through international treatie into technological develop relevant products on secur information and early warni

aimed to determine the contribution of space special emphasis on the Portuguese case.

powers were chosen as a field of observa r states: Belgium, Denmark, Ireland and Por e aspects: the contribution of space power for zing several indicators such as the number o space sector or signed treaties and agreement

untries seek to have space power, there are diff hile Denmark and Portugal have already sent s

er did. Asymmetry was also observed in the b erms and as a percentage of GDP and per cap

sting more than five times than Ireland or Po d Ireland currently perform all their effort into in the European Space Agency, while Belgium rams.

ail the way that each of the four states use s ecurity field, it was possible to answer the cent ce power to the European small powers strateg small powers contribute to its strategy enablin in international affairs, enabling the ability t

ties and agreements, promoting knowledge wh opment, competitiveness to companies and p

ity, particularly in terms of border control, m rning of conflicts.

vii e power to the small

rvation, having been ortugal. The sample for politics, economy of satellites, ground ents, it was observed ifferences in the way t satellites into space, e budgets devoted to apita. In this respect, Portugal. It was also nto space exclusively m and Denmark also

(10)

Palavras-Chave

Poder espacial, pequenas po Space power, small powers,

potências, estratégia espacial. rs, space strategy.

(11)

Lista de abreviaturas

BFPPS Belgian Fed

C3I Comando, C

CENDINTEC Centro de D CEOS Comité de COPUOS Comissão d COSPAR Comissão d

DARA Deutsche A

(agência ale DTUSpace Instituto na ECSL Centro Eur EFACEC Empresa Fa EMGFA Estado-Ma

ESA European S

ESPI European S

ESRO European S

EU União Euro

EUSC European U

EUA Estados Un

EUMETSAT EUropean O

FCT Fundação p

FFAAs Forças Arm

GNR Guarda Nac

GMES Global Mon

GPS Global Pos

H Hipótese

IAF Federação I

IAFS Internation I&D Investigaçã IISL Instituto In ILSMAA Internation

ederal Public Planning Service

o, Controlo e Comunicações e Informações e Desenvolvimento e Inovação Tecnológicos

e Satélites de Observação da Terra

o das Nações Unidas para o uso pacífico do esp o de Pesquisas Espaciais

Agentur für Raumfahrtangelegenheiten alemã para os assuntos do espaço)

nacional do espaço da universidade técnica da D uropeu de Direito Espacial

Fabril de Máquinas Eléctricas, SA aior-General das Forças Armadas n Space Agency

n Space Policy Institute

n Space Research Organization ropeia

n Union Satellite Centre nidos da América

n Organisation for the Exploitation of METeor o para a ciência e tecnologia

rmadas

acional Republicana (de Portugal) onitoring for Environment and Security

ositioning System

o Internacional de Astronáutica onal Academy for Futures Studies

ção e Desenvolvimento

Internacional para o direito Espacial

onal League of Strategic Management, Assessm

ix spaço exterior

a Dinamarca

orological SATellites

(12)

INES Institute for INETI Instituto Na

IPI Integral Po

ISU Universida

MCT Ministério NASA National Ae NATO North Atlan

NIFC NATO Intel

NORAD North Amer OGMA Oficinas Ge

ONU Organizaçã

PAROS Prevention

PD Pergunta de

PESD Política Eu PIB Produto Int PRODEX Programa d SICOM Sistema Int TT&C Telemetry,

UBI Universida

USD United Stat

for Economic Strategies

Nacional de Engenharia e Tecnologia Industria Power Indicator

dade Espacial Internacional

io da Ciência e Tecnologia (Portugal) Aeronautics and Space Administration

lantic Treaty Organization (Organização do Tra telligence Fusion Center

erican Aerospace Defense Command Gerais de Material Aeronáutico SA

ção das Nações Unidas

n of an Arms Race in Outer Space derivada

uropeia de Segurança e Defesa Interno Bruto

a de Desenvolvimento de Experiências Científi Integrado de Comunicações Militares

y, Tracking, and Control dade da Beira Interior tates Dollar

x rial

Tratado do Atlântico Norte)

(13)

Introdução

O mundo atual depend se vão disseminando. Estas vezes principalmente) os in complexo xadrez geopolític elevar o seu estatuto, e desenvolvimento tecnológ reconhecidamente uma for potencializar o progresso ec um contributo para a segura frequentemente de duplo u prevenção e combate, no âm as mudanças climáticas ou poluição, a utilização abusi ameaças e riscos estão ho nacional português de 2013 Embora o emprego Unidos da América (EUA), o mesmo não se pode dize como Portugal. Interessa po contributo do poder espacia português.

Quanto ao objeto de por base a seleção de uma dois critérios: incluir estado A investigação cond estratégia das pequenas pot desenvolvimento de poder e três vertentes: política, ec português.

Para a condução de assente no método científ conhecimento através de trê

nde cada vez mais das tecnologias espaciais, a tas tecnologias servem propósitos comerciais, m

interesses dos estados, na prossecução dos seu ítico, diversas são as pequenas e médias potên e a sua relevância regional e internac ógico proporcionado pelo espaço. Este d forma de capitalizar prestígio, de aumentar c económico. Muitas dessas potências encontram urança nacional. Efetivamente, os meios espaci

uso (comunicações, observação), ou podem âmbito das “novas” ameaças e riscos, como os u os atentados ao ecossistema, terrestre e marít siva de recursos marinhos e os incêndios flores hoje explicitamente referidas no conceito est 13 (CEDN, 2013).

go do poder espacial por grandes potências, ), Rússia, China ou União Europeia (UE) estej zer para o caso das pequenas potências, onde pois perceber, através de uma investigação sis cial na estratégia das pequenas potências e, em

de estudo, será delimitado às pequenas potênci a amostra de quatro estados, que inclua Portu dos que sejam pequenas potências e sejam mem nduzida é norteada pelo objetivo de abordar o otências europeias. Para isso pretende-se perce r espacial, contribui para a estratégia das pequ económica e de segurança nacional - com

desta investigação, será utilizado o procedim tífico de Quivy e Campenhoudt. Este méto três fases, a Rutura, a Construção e a Verifica

1 , as quais por sua vez , mas também (e por seus fins últimos. No tências que procuram acional, através do desenvolvimento é r conhecimento e de am no poder espacial ciais de uso civil são em ser essenciais na os desastres naturais, rítimo, como sejam a restais. Estas “novas” estratégico de defesa

as, como os Estados teja já bem estudado, e se inserem estados sistematizada, qual o m particular, no caso

cias europeias, e terá rtugal, e que respeite

embros da UE. o papel do espaço na

ceber de que forma o quenas potências, nas m enfoque no caso

(14)

modelo de análise assente vista a resposta à pergunta das pequenas potências eur se em questão central e orig

PD 1: De que form

política?

PD 2: Considerando em que medida é que est Nacional?

PD 3: O poder esp

segurança nacional? Para responder a es (H), a seguir elencadas:

H1-1: O espaço con

H2-1: Tem havido e dos institutos e universidade

H2-2: O tecido emp

H3-1: O poder es significativo o seu contribu

Este trabalho está o começa-se por selecionar e Portugal – para, de seguida geral, onde serão analisa orçamentos para o setor esp No segundo capítulo Bélgica, Dinamarca, Irland em programas cooperativo existência em território nac desenvolvimento do setor políticas.

No terceiro capítulo é a estratégias política, económ hipóteses e respondidas as p

te no corpo de conceitos, apresentado no Apê ta de partida “Qual o contributo do poder esp uropeias?”. Esta pergunta de partida, ao crista riginou quatro perguntas derivadas (PD): rma o poder espacial contribui como elemento

do a evolução do conhecimento na área do es esta se traduziu em competitividade para o

spacial das pequenas potências tem relevânc

estas perguntas derivadas foram formuladas a

ontribui para a estratégia política das pequenas o evolução do conhecimento sobre o espaço em ades.

presarial nacional do setor do espaço é compe espacial de Portugal destina-se a uso civil buto para a segurança nacional.

á organizado em três capítulos principais. No r e justificar a amostra utilizada - Bélgica, Di ida, se efetuar uma análise comparativa recor isados vários indicadores, tais como o núm

spacial absoluto e per capita, tratados e acordo o apresenta-se uma visão individualizada do nda e Portugal. Na visão individualizada, avali vos como os da agência espacial europeia (ES

acional de infraestruturas do setor de terra, assi r empresarial relacionado com o espaço, alé

é analisado o papel do poder espacial das pequ ómica e de segurança. Neste último capítulo s perguntas derivadas e a questão central.

2 pêndice A, tendo em spacial na estratégia stalizar,

transformou-to de uma estratégia

espaço em Portugal, o tecido empresarial

ncia ao nível da sua

as quatro hipóteses

as potências.

em Portugal ao nível

petitivo.

vil, pelo que não é

No primeiro capítulo Dinamarca, Irlanda e orrendo a uma visão úmero de satélites, dos assinados.

o poder espacial da alia-se a participação ESA) entre outros, a ssim como o nível de além de declarações

(15)

Ainda como introduçã definições e conceitos. Pes para o estabelecimento de ainda não foi alcançado. C Terra acima dos 100 km, consenso na comunidade ci Importa ainda, para conceitos: poder espacial, e

Analisando artigos, d verifica-se não existir um c da revisão bibliográfica efe de documentos doutrinários conceitos que foram adotad

Poder espacial.

Neste trabalho será ad apresentado por Michael segundo os quais “poder es habilidade de uma nação b p.1).

Estratégia.

Estratégia de um estad utilizar os instrumentos de as diretivas políticas para c relativamente a outros estad

Pequena potência. A categorização dos es potência e pequena potência em diversa literatura de rela médias os estados que na h 29, sendo pequenas potênci

1 A hierarquia de poder http://ines.10gb.ru/raiting/R100_

ção a este trabalho, importa referir alguns a ese embora se venham a desenvolver há vária

e uma definição de espaço universalmente ac Contudo, a definição de espaço como sendo m, proposta por Von Karman em 1957, é a científica, (Baltazar, 2009, p. 7).

a viabilizar uma investigação consistente, , estratégia, pequena potência e segurança nacio documentos doutrinários, livros e outro m conceito universal para poder espacial e estra fetuada nestes campos, incluindo a visão dos p ios de referência, pode ser consultada no apênd ados para este trabalho, apresentam-se de segui

adotado um conceito recente e abrangente l Krepon, Theresa Hitchens e Michael Katz espacial é a soma de todas as capacidades que

beneficiar do uso do espaço” (Krepon, et al.

ado entende-se como sendo “a arte e a ciênci e poder político, económico, psicológico e mil a criar os efeitos necessários à proteção dos i tados, atores ou circunstâncias.” (Yarger, 2006,

estados em quatro grupos - superpotência, gran cia – por ordem decrescente do poder que poss elações internacionais. Para este trabalho consi hierarquia de poder1 se encontram entre a pos cias os estados abaixo deste lugar (Chang, 200

r utilizada no âmbito deste trabalho pode 0_en.pdf, e é apresentada com maior detalhe no capítulo

3 s aspetos relativos a rias décadas esforços aceite, tal desiderato o a área ao redor da a que reúne maior

, estabelecer quatro cional.

material publicado, tratégia. Uma síntese s principais autores e êndice A. Quanto aos

uida.

e de poder espacial, tz-Hyman em 2011, ue contribuem para a al., 2011, Chapter 22

cia de desenvolver e ilitar de acordo com interesses nacionais 6, p. 1).

ande potência, média ssuem, é reconhecida sideram-se potências osição 15 e a posição 004, p. 17).

(16)

Segurança Nacional.

Condição da Nação qu paz e liberdade, asseguran território, a salvaguarda desenvolvimento normal da soberania e o pleno funcio Silva Carvalho, diretor do uma visão compósita de Fevereiro de 2013, foi esta grandes opções do Conceit p. 3), e será este o conceito

2 Concepção adoptada pelo Instit

que se traduz pela permanente garantia da sua rando a soberania, independência e unidade, a coletiva de pessoas e bens e dos valo das tarefas do Estado, a liberdade de ação pol cionamento das instituições democráticas2. Se o serviço de informações estratégicas de defe e Defesa Nacional e Segurança Interna (Car ta a interpretação do conceito de Segurança Na eito Estratégico de Defesa Nacional (Governo

to adotado para este trabalho.

tituto de Defesa Nacional.

(17)

1. O poder espacial das p

Para este trabalho de i Os critérios para seleção d membros da UE. Esta esc estratégia de Portugal, co Taiwan, Cuba ou Vietnam q mesmo espaço geográfico, alianças que Portugal.

Como escala de Poder Power Indicator (IPI) de Management, Assessment a Studies (IAFS) e Institute

Global Rating of Integral P

Desta forma foram sel que na hierarquia de poder d

Tabela 1 – Posiç

Para melhor analisar o seguida, vários aspetos ger estados, a existência de uma

s pequenas potências – visão geral

“O espaço é crucial na política do mu

e investigação será analisado o poder espacial desses estados foram dois: serem pequenas scolha teve em vista perspetivar o papel do considerando-se que seria desajustado anali que, embora sejam também pequenas potênci o, o mesmo tipo de desenvolvimento, nem o

er para os vários estados, serão utilizados os de 2012, propostos pelos International Le t and Accounting (ILSMAA), International Ac te for Economic Strategies (INES), apresenta

Power of 100 Countries.

selecionados, além de Portugal, a Bélgica, Di r dos estados, ocupam as posições indicadas na

ição na hierarquia de poder das pequenas potências em es Fonte: (ILSMAA/IAFS/INES, 2012)

o poder espacial de cada um destes países serã erais, nomeadamente, o número de satélites ma agência espacial nacional e o orçamento ded

5 mundo pós moderno”

(Sheehan, 2007)

ial de quatro estados. as potências e serem o poder espacial na alisar estados como cias, não partilham o o mesmo quadro de

s valores de Integral League of Strategic Academy for Futures tados na publicação

Dinamarca e Irlanda, na Tabela 1.

estudo.

(18)

a. Satélites próprios e

Das pequenas potência aos satélites que possuem. órbita, é de referir que nen reservado a poucos países próprios, apesar de a Bélgic Tanto Portugal como a na década de noventa do sé 1, enquanto a Dinamarca p acumulado quatro satélites (

Tabela 2 – Núm

Os estados, ao coloca radiofrequências espaciais e um dado país é efetuado especializada das Naçõe eletromagnético do espaço é

Adicionalmente, os es cooperativa, satélites em ó contudo referir que não só o pequeno, como o próprio global é reduzidíssimo, co satélites operativos (ver Fig Rodrigues (2013) a referir q

3 A ESA tem 20 Estados Membro

s e cooperativos

cias em análise verifica-se uma grande dispari . Embora a Dinamarca e Portugal tenham sa enhum possui capacidade de lançamento nacio ses). Bélgica e Irlanda, optaram por nunca gica dispor de programas nacionais.

a Dinamarca tiveram o seu primeiro satélite c século passado. Portugal apenas colocou um em a prosseguiu com o desenvolvimento de satéli

s (ver Tabela 2).

úmero de satélites em orbita das pequenas potências em es Fonte: (Tag's Broadcasting Services, 2013)

carem satélites no espaço, adquirem também s específicas. O registo e alocação dessas frequ o pela União Internacional de Telecomunica ões Unidas. A soberania sobre uma p o é uma forma de afirmação dos estados (Rodri

estados que pertencerem à ESA3 acabam órbita (assim como outros meios e acesso a ó o “peso” que cada uma destas pequenas potên

o “peso” da ESA e dos restantes programas com pouco mais uma dezena de satélites, de Figura 1). Esse é um dos motivos que leva o r que, no espaço, a Europa é hoje irrelevante.

bros: 18 da UE, Noruega e Canadá.

6 aridade relativamente satélites próprios em cional (algo que está a dispor de satélites

e colocado em órbita em órbita, o PoSAT-élites, tendo até hoje

estudo.

m “soberania” sobre quências no espaço a cações, uma agência parte do espectro drigues, 2013).

(19)

Figu

b. Investimento no es

Os investimentos da governamentais, institucion mesmos, refletem opções importância dada ao espaç agência espacial como a E nacional. Quanto à ESA, distintas: os programas “ma garantem um retorno de inv subscritos obrigatoriamente de cada um calculada com escolhidos livremente por estratégia espacial.

(1) Orçamento como p

Das pequenas potên Bélgica, com um esforç Irlanda e Dinamarca sã apenas 0,01% (ver Figu vezes mais que a Irlanda como os EUA e a Rúss respetivamente.

4 Inclui o programa Científico, o custos administrativos e de infra-LEO – Low Ear

MEO – Medium

GEO – Geostati

igura 1 – Satélites operativos em novembro de 2012. Fonte: (UCS, 2012)

espaço

das pequenas potências no espaço, quer onais ou militares, pelos montantes envolvidos es políticas. Essas opções políticas traduz aço, mas também se é seguida a opção de ap ESA, ou em complemento ter também um , as suas atividades podem ser agrupadas e mandatórios” e os programas “opcionais”, send investimento de base geográfica. Os programa nte por todos os estados membros da ESA, se om base no seu priduto interno bruto (PIB). or cada estado, mediante a sua capacidade

percentagem do PIB

tências em análise, a que claramente mais inv rço orçamental que atinge os 0,05% do PIB, são os que menos investem com orçamentos gura 2). Apesar da Bélgica investir, em propo da ou que Portugal, é de salientar que são as ssia, quem mais investe no espaço, com 0,31

o General Studies Programme, o Technology Research -estruturas.

arth Orbit um Earth Orbit ationary Earth Orbit

7 r sejam em meios os e pelo caráter dos uzem-se não só na apostar apenas numa ma agência espacial em duas categorias ndo que estes últimos as mandatórios4 são sendo a contribuição . Os opcionais são e financeira e a sua

nveste no espaço é a , enquanto Portugal, os para o espaço de porção do PIB, cinco as grandes potências, ,31 e 0,22% do PIB,

(20)

Figura 2 – Orçam

Verifica-se, assim, em valor absoluto, do q difere entre 4 a 30 vezes

(2) Orçamento per cap

Analisando agora o para o espaço (Figura 3 (23,55USD) por habitan outro extremo da escal Portugal investe no espa

Figura 3

mento público para o espaço, como percentagem do PIB, e

Fonte: (ESPI, 2012, p. 17)

, que as pequenas potências não só investem que as grandes potências, mas também a pe es menos.

apita

o esforço, mas tendo por base o orçamento 3), verifica-se que a Bélgica continua a dest tante. Em oposição, a Irlanda e Portugal con cala, com 4,34€ (5,65USD) e 1,93€ (2,52U paço, por habitante, cerca de dez vezes menos q

– Orçamento publico para o espaço per capita, em 2011.

Fonte: (ESPI, 2012, p. 18)

8

, em 2011.

m menos no espaço, percentagem do PIB

o público per capita estacar-se com 18,1€ ontinuam a ocupar o 2USD). Note-se que

(21)

É de salientar que capita com o espaço, o L aposta neste setor5, e con

(3) Peso da agênci

Verificada a discre grandes potências, e entr estes últimos estados rep pelas respetivas agênc necessário conhecer os o e na Figura 5.

Figura 4 – Con

Nesta análise afigur estados em análise, exist potências, cujo program cooperativa, a ESA; um programas nacionais. No anteriormente, são també seu orçamento espacial r

5 Através de satélites comerciais

e embora no orçamento público os EUA lide o Luxemburgo aparece em segundo lugar, o qu onstitui uma exceção entre as pequenas potênc

ia espacial nacional no orçamento espacial

repância no esforço para o setor do espaço, ntre as pequenas potências, interessa agora obs repartem o referido esforço orçamental pelos pr ncias espaciais nacionais, quando estas ex s orçamentos associados, informação que se ap

ontribuições para a ESA, dos seus estados membros, em 2 Fonte: (ESPI, 2012, p. 53)

ura-se essencial assinalar um ponto prévio, par istem dois grupos perfeitamente distintos: um g ma espacial está exclusivamente assente num m outro grupo, daquelas que além de particip No primeiro grupo incluem-se Portugal e Irlan bém aqueles que menos investem no espaço, q l relativamente ao PIB, quer per capita.

is de telecomunicações.

9 derem a despesa per que mostra uma clara ncias europeias.

al total

o, entre pequenas e bservar de que forma programas da ESA e existem. Para tal é apresenta na Figura 4

2011.

(22)

Figura 5

No segundo grupo participarem na ESA e adicionalmente program agência espacial nacion orçamento, como se ob Bélgica e Dinamarca, n trabalho, quando se abor

Figura 6 – Estimativa do share do

5 – Orçamentos dos programas nacionais civis em 2011. Fonte: (ESPI, 2012, p. 56)

po inserem-se a Bélgica e a Dinamarca q e com orçamento bruto superior a Portug mas espaciais nacionais levados a cabo por or ional. O peso destes programas ronda os observa na Figura 6. O tipo de capacidades

nos seus programas nacionais, será descrito m ordar individualmente cada estado.

do investimento institucional em programas civis nacionai da ESA, em 2011.

Fonte: (ESPI, 2012, p. 53)

10 que, para além de tugal e Irlanda, têm organizações do tipo s 15% do total do s desenvolvidas pela o mais à frente neste

(23)

Note-se que os p programas nacionais civ 58%), Itália (50%), F potências, tendencialme programas nacionais (ES

c. Emprego

Quanto aos número acordo com os dados pu dos países em análise, a facto a indústria espacia no entanto, os seis ma Espanha e Bélgica, por o Aerospace, 2011, p. 6) como se observa na Tab Irlanda, com 231, 118 e

É ainda de referir q aumento do número de e não conseguir consolid empregabilidade (ver Ta 6 Na hierarquia de poder (ver A Alemanha está em 6º.

países europeus que proporcionalmente m civis, são as grandes e médias potências com França (48%) ou Alemanha (38%)6, enqu mente investem apenas na ESA, ou de fo ESPI, 2012, p. 53).

eros do emprego no setor espacial das pequ publicados em 2011 pela ASD-Eurospace, é po , a Bélgica se destaca com cerca de 1.446 emp

ial europeia encontra-se distribuída por todos maiores contribuintes (França, Alemanha, Itá

r ordem decrescente) asseguram cerca de 90% ficando os restantes 12 países com apenas 1 abela 3. Neste segundo grupo inclui-se a Din e 26 empregos, respetivamente.

Tabela 3 – Emprego no setor espacial. Fonte: (ASD-Aerospace, 2011, p. 6).

que Bélgica, Dinamarca e Portugal exibem u e empregos no setor espacial, sendo que apenas lidar e fazer crescer o seu setor do esp Tabela 3).

r Anexo 2), Espanha está em 20º lugar, a Itália em 1

11 mais investem nos mo a Espanha (com quanto as pequenas forma reduzida nos

quenas potências, de possível verificar que mpregos no setor. De os os países da ESA, Itália, Reino Unido, do emprego 10% dos empregos, inamarca, Portugal e

uma tendência para as a Irlanda aparenta spaço, ao nível da

(24)

d. Tratados, acordos

Além de analisar perceber de que forma e nomeadamente das grand

Como se pode obs satélites, nem capacidad procuram condicionar qu

Tabela 4 –

Importa ainda salie competir, na vertente mi a assinatura de tratados 2007, p. 256).

Ao nível da coopera nomeadamente no Com Nações Unidas para o Pesquisas Espaciais, no C de Astronáutica, no Ins Espacial Internacional (B Título de Tratados e Leis Sit

Treaty banning nuclear weapon tests in the atmosphere, in outer space, and under

water.(Nuclear Test Ban).

As ra

Treaty on principles governing the activities of states in the exploration and use of outer space, including the moon and other celestial bodies (Outer space treaty).

As ra

Convention on

international liability for damage caused by space objects

(Liability convention).

As ra

Convention on registration of objects launched into outer space (Registration convention).

As ra

Agreement governing the activities of states on the moon and other celestial bodies(Moon agreement.)

As ra

s e cooperação internacional

r o poder espacial das pequenas potências, a estas procuram influenciar o comportamento

ndes potências.

bservar na Tabela 4, as pequenas potências, ade para desenvolver atividades em corpos cele quem o faz, nomeadamente as grandes potênci

– Principais tratados e acordos, em vigor, para o espaço.

lientar, que as pequenas potências não tend militar do espaço, opõem-se à armamentização s como o Prevention of an Arms Race in Out

ração internacional estas potências também se omité de Satélites de Observação da Terra, o uso pacífico do espaço exterior (COPUOS

o Centro Europeu de Direito Espacial, na Fede nstituto Internacional para o direito Espacial

(BFPPS, 2012) (ver apêndice C). Situação

Bélgica Dinamarca Irlanda Portug

Assinado e ratificado Assinado e ratificado Assinado e ratificado Assina ratific Assinado e

ratificado Assinado e ratificado Assinado e ratificado AssinoRatific

Assinado e

ratificado Assinado e ratificado Assinado e ratificado Não a

Assinado e ratificado

Assinado e ratificado

Não assinou Não a

Assinado e

ratificado Não assinou Não assinou Não a

12 as, importa também to de outros estados,

s, mesmo não tendo elestiais como a Lua, cias.

o.

ndo capacidade para o deste, promovendo uter Space (Huntley,

se fazem representar, a, na Comissão das S), na Comissão de deração Internacional al e na Universidade

Entrada em Vigor tugal inado e ficado 10-10-1963 inou e

ificou 10-10-1967

assinou 01-09-1972

assinou 15-09-1976

(25)

2. O poder espacial das p

Depois de no capítulo selecionadas, o número de acordos assinados, será ago cada um destes estados, t cooperativos, assim como a terra do espaço e o nível espaço.

a. Bélgica

Desde a década de espacial europeia. O p espaciais, no âmbito de investimentos financeiro importante na criação da Conferência Ministerial

Para além da partic cooperação bilateral no d Rússia, no MIRAS e SPI Quando a Bélgica d encontrar um lugar na i espaciais, optou pela i considerada demasiado de uma agência espacial ciente de que se colocav totalmente, ou em gra 7 Programa de observação da Ter

s pequenas potências – visão individualizada

“spac allow less influential natio assertive in int

lo anterior se ter analisado, para as quatro p de satélites em órbita, os orçamentos espacia gora abordada a política espacial e o poder esp , tendo em conta a participação na ESA e

a existência em território nacional de infraest el de desenvolvimento do setor empresarial r

de 60 do Século XX que a Bélgica está env país optou imediatamente por prosseguir

e um quadro europeu e internacional, a fim d iros neste setor. Salienta-se que a Bélgica dese da Agência Espacial Europeia (ESA), que foi al Espacial Europeia, em Bruxelas, em 1973 (B ticipação na ESA, a Bélgica tem também prog o domínio espacial: com a França, para o progr

PICAM; e com a Argentina.

decidiu apoiar os esforços, dos seus cientista a investigação espacial, e para o desenvolvim integração num quadro europeu, descartan o ambiciosa, de centrar o seu esforço exclusiv ial nacional e de um programa nacional. No en

ava uma aposta de longo prazo sobre o cresci grande parte, dependente de fundos públic

erra

13

a

ace capabilities, may tions to become more international affairs” (U.S.Army, 1995)

pequenas potências ciais e os tratados e spacial individual de e noutros programas estruturas do setor de l relacionado com o

nvolvida na política ir os seus esforços de otimizar os seus sempenhou um papel oi decidida durante a (BFPPS, 2012). rogramas nacionais e

grama SPOT7; com a

(26)

investigação e desenvol espaço europeu foi conf nacional de ciência. A conduziram ao desen desenvolvimento do labo os EUA e Japão na con Estação Espacial Interna

A Bélgica abraçou u importante no uso do es demonstrar a sua solida grande projeto favorece oportunidade de observa sua investigação e permi e ajudar as empresas bel de infraestruturas orbita desenvolvimento de apli

Atualmente, mais de espaço. Parte destas emp este setor representa ape oportunidade para se fam setores espaciais e não es

É de salientar que, contribui para o Program (Pireaux, 2009, p. 4), a equipas científicas estão âmbito do PRODEX (BF

Além disso, vário calibração, teste ou insp efetua testes de precis plasmatron de Rhode-Sa ciclotron do Centro de radiação cósmica em co

olvimento. Desde então, a gestão da particip nfiada ao departamento governamental respon A Bélgica foi envolvida em todas as princi envolvimento de uma série de lançador

boratório espacial Spacelab. Salienta-se, ainda onstrução de uma infraestrutura científica co nacional (BFPPS, 2012).

u uma estratégia de permitir que a Europa se a espaço, tendo elencado os seguintes objetivos dariedade para com os seus parceiros europeu cendo a integração Europeia; (ii) oferecer ao

vação e experimentação em órbita, a fim de a mitir-lhes participar na conceção de instrument elgas a penetrar no mercado do espaço, envolv itais e meios de acesso ao espaço e, mais

licações espaciais como telecomunicações e re de 40 empresas belgas estão a desenvolver ati mpresas dedicam-se na totalidade ao espaço, en apenas uma pequena porção da sua atividade, familiarizar com tecnologias avançadas muitas

espaciais.

e, como se observa na Figura 7, a Bélgica é ama de Desenvolvimento de Experiências Cien , afirmando-se assim como líder neste progr

tão a participar nos 75 projetos selecionado BFPPS, 2012).

rios centros belgas realizam constantemen speção para a ESA. É o caso do Centro espa isão sob condições de vácuo, do Instituto Saint-Genèse que estuda a reentrada de naves n

e Investigação em Louvain-la-Neuve, que es componentes eletrónicos (BFPPS, 2012). Uma

14 ipação deste país no onsável pela política ncipais decisões que ores Ariane e ao da, a cooperação com comum em órbita, a

afirmasse como ator (BFPPS, 2012): (i) eus na busca de um aos seus cientistas a e alargar o âmbito da ntos complexos; (iii) olvendo-se na criação ais recentemente, no respetivos serviços. atividade no setor do enquanto para outras e, que constitui uma tas vezes comuns aos

é a Nação que mais ientíficas (PRODEX) grama. Trinta e seis dos pela Bélgica no

(27)

da atividade do institu componentes microeletró

Figura 7 – C

No âmbito da ESA, de terra daquela agênci salientar, também, que estudos atmosféricos e controladas a partir d Meteorological Institute

Além disso, foi cel italianos e a Comissão E Tecnológica, em Mol, o tem assim um papel ativ 2012).

b. Dinamarca

Na Dinamarca, as Nacional do Espaço, da está focada em efetuar in nível internacional. Func e instrumentação espacia

tuto IMEC, sedeado em Louvain, é dedica trónicos para sistemas espaciais.

Contribuições por país para o PRODEX, entre 1986 e 200 Fonte: (Pireaux, 2009)

A, destaca-se o Centro de Redu que faz parte cia e cuja principal tarefa é controlar a órbi e as primeiras experiências europeias nas áre e de microgravidade realizadas no Spac de um centro de operações remoto, in

te (BFPPS, 2012).

elebrado um acordo de parceria entre belgas, Europeia para instalar no Instituto Flamengo p o Centro de Processamento de Imagens de ve ivo na exploração e comercialização de dados d

s atividades relacionadas com o espaço depe a Universidade técnica da Dinamarca (DTU Sp investigação nas áreas da física da terra e do e nciona também como um centro de conhecime cial.

15 cado à conceção de

007.

te das infraestruturas rbita de satélites. De áreas de física solar, ace Shuttle, foram instalado no Royal

as, franceses, suecos, o para a Investigação vegetação. A Bélgica s de satélite(BFPPS,

(28)

Entre 1964 e 197 Organization (ESRO) (G

Com a colaboraç dinamarquesas, com co norte americana (NASA Dinamarca desenvolveu fevereiro de 1999, este precisão do campo magn publicados em revistas c Letters9 Nature 10, e E lançamento e atividade d A 30 de junho de aproximadamente 1kg ca (derivado do míssil balis

O AAU-Cubesat foi teve dois objetivos: (i) projeto e construção de t em particular da Dinama O DTUSat-1 foi um Dinamarca, com a partic apenas 160 mil euros. A satélite foi dado como in

Em 28 de abril de Projetado e construído p um detetor de radiação g tendo o satélite estado op Ao nível de projetos pelo Ørsted, surge a mis campo geomagnético da 8 O satélite pesa 62Kg, mede 34x 9 Issue #15, August 1, 2002. 10 Volume 416, Issue 6881, April 11 Vol. 82, No. 7, Feb. 13, 2001.

971, a Dinamarca fez parte da European (Gudmandsen, 2003, p. 14), tendo aderido em ação de várias instituições e empresas contributos significativos de entidades como

A), agência alemã para os assuntos do espaço eu o seu primeiro satélite: o Ørsted8. Colocado

e satélite desempenhou um importante papel gnético da terra, tendo os seus dados originado s científicas de relevo, nomeadamente nas Geo Eos11 (National Space Institute, 2009). Os e deste satélite podem ser consultados no apênd de 2003 foram colocados em órbita outros cada, o AAU-Cubesat e o DTUsat, pelo lança listico SS-19).

foi projetado e construído pela universidade de i) proporcionar aos estudantes envolvidos con e tecnologia espacial; e (ii) tirar fotografias da

arca.

um satélite projetado e construído na Univer ticipação de 70 alunos, durante dois anos e com

. Após seis meses de infrutíferas tentativas d inoperativo (DTUSat Project, 2006).

de 2008 foi lançado o AAUsat 2, a bordo por estudantes da universidade de Aalborg, o gama do centro espacial dinamarques. A miss operativo por vários meses.

tos futuros, e na sequência dos avanços científic issão Swarm, cujo objetivo é fornecer dados m da terra e a sua evolução temporal. A missã

4x45x72 cm e tem uma cauda“ de 8 metros.

ril 2002.

16 an Space Research

1972 à ESA. as de investigação

o a agência espacial ço (DARA) e ESA, a do em órbita a 23 de l no mapeamento de do artigos que foram eophysical Research Os detalhes sobre o

ndice D.

os dois satélites de çador Russo Rokot 9

e Aalborg. O satélite onhecimento sobre o da superfície da terra,

ersidade Técnica da om um orçamento de s de contacto com o

o de um PSLV#13. o satélite transportou issão foi um sucesso,

(29)

satélites: dois que orbita satélite a uma altitude corrente ano de 2013.

O Projeto Swarm fo Space. No âmbito deste embarcados (tendo já fo também sistemas avança Recentemente, na co de novembro de 2012, milhões de coroas dinam

O compromisso da este país é forte, nome lançadores, estação desenvolvimento de tec Education, 2012).

Adicionalmente, a D satélites metereológicos, Space Situation Awaren Education, 2012).

O programa Space S a investigação sobre o e comunicações (Ministry

A Dinamarca utiliz relações internacionais, deste reino para o Ártic levantamento da plataf Affairs, 2011, p. 14). E Ártico no âmbito da dec Noruega, Rússia e EUA de reclamações de sober

itarão lado a lado a baixa altitude (cerca de 450 e de cerca de 530 km. O seu lançamento es

foi proposto à ESA por um consórcio europeu, te projeto, a DTU Space está a desenvolver nã fornecido um sensor de estrelas e magnetómet çados de processamento de dados.

conferência ministerial da ESA, decorrida em , a Dinamarca apresentou a sua decisão de c amarquesas (34 M€) para aquela agência.

a Dinamarca centra-se na participação continu eadamente na observação da terra e monito espacial internacional, telecomunicaçõ

ecnologia (GSTP) (Ministry of Science, Inno

a Dinamarca decidiu contribuir para o desenvo os, em coordenação com a EUMETSAT e com

reness da ESA (Ministry of Science, Innov

e Situation Awarenes, que a Dinamarca passou o efeito das erupções solares na segurança i.e ry of Science, Innovation and Higher Education liza também o espaço para se afirmar e ser s, o que se pode deduzir, por exemplo, do fac tico, haver uma referência explícita ao papel taforma continental marítima (Denmark Mi Este papel é fundamental para fazer valer os eclaração de Ilulissat, assinada em 2008 pela D

A. Note-se que são atualmente conhecidas vá erania naquela região.

17 50km), e um terceiro está previsto para o

u, liderado pela DTU não só equipamentos etros vetoriais), mas

m Nápoles a 20 e 21 contribuir com 257

nuada em áreas onde itorização do clima, ções (ARTES) e novation and Higher

volvimento de novos om o novo programa ovation and Higher

ou a integrar, garante i.e. de satélites e de ion, 2012).

(30)

c. Irlanda

Na Irlanda as ativida de desenvolvimento de n programas da ESA, à Technologies for Space ESA são: (i) apoiar o d Irlanda, que apoie o pro do mercado espacial g comunidade dinâmica d domínios do espaço rela espaciais para as necessi

O Governo identific das atividades de pesq exportações e à criaç particularmente útil no empresas irlandesas a p sistemas de tecnologias e

Estratégia Industrial

O principal foco d desenvolvimento de pro de alavancagem será desenvolver produtos c inclusão no catálogo de p

Os desenvolvimento série de áreas tecnológi fios, aviónicos, estrutura Além do desenvolv identifica uma crescente (downstream). Isto incl serviços e aplicações posicionamento e nave (Enterprise Ireland, 2012

idades espaciais são geridas pela agência gover e negócios Enterprise Ireland (EI) e centram-se à qual aderiu em 1975. Segundo o docume de 2010, publicado pela EI, os principais obje desenvolvimento de um setor de alta tecno rograma espacial europeu e que possa explora l global; (ii) apoiar o desenvolvimento na de investigação em pesquisa espacial, bem elacionados com a tecnologia; (iii) e promover ssidades comerciais e sociais (Enterprise Ireland

ficou como elementos chave da sua estratégia i esquisa, desenvolvimento de produtos e in ação de emprego. A adesão da Irlanda

o apoio a esta estratégia, com um grupo c promover a sua presença no mercado glob s espaciais (Enterprise Ireland, 2012, p. 2).

da estratégia industrial é apoiar as empre rodutos e tecnologias para o mercado espacial á alcançado através do apoio às empresa com o nível necessário de qualificação pa e produtos da ESA

ntos em curso, por parte da indústria irlande gicas, incluindo a eletrónica, fibra ótica, rede ras, software e telecomunicações.

olvimento de hardware e software de vôo e nte oportunidade para promover as empresas nclui o desenvolvimento de produtos para

s que utilizam sistemas baseados em sa vegação - comunicações e satélites de obs 12, p. 2).

18 ernamental irlandesa se na participação de ento Leading Edge bjetivos da Irlanda na nologia industrial na orar as oportunidades na Irlanda de uma em como em vários er o uso de sistemas nd, 2010).

a industrial o suporte inovação, apoio às à ESA tem sido cada vez maior de obal para produtos e

presas irlandesas no ial global. Um efeito sas irlandesas para para vôo espacial e

desa, abrangem uma des de sensores sem

(31)

A estratégia industr intensivo, de apoio à in produtos aeronavegáveis associados ao downstrea Um elemento-chav espaciais para o program outras aplicações não es obtidos, nomeadamente empresas do setor, as ex globalmente bons, estand

Estratégia para a Inves

No tocante à invest criar uma comunidade d as metas e objetivos dos um papel no apoio ao (Enterprise Ireland, 2010

A estratégia de inve participação de cient aeronavegáveis, experiên da estratégia de pesquisa indústria, especialment desenvolvimento de tecn O âmbito das ativi fundamental e astrofísica as ciências físicas. A est sinergias com outras ár Irlanda, especialmente Biotecnologia, Tecnolo tecnologias da sustentab 2).

strial da Irlanda pretende promover a indústri inovação tecnológica em curso, tanto no d eis em veículos espaciais, como de produtos, se

eam.

ave dessa estratégia é facilitar o spin-in d rama espacial, bem como o spin-out de tecno espaciais (Enterprise Ireland, 2010, p. 2). Qua

a evolução do peso do setor espacial na econ exportações assim como as perspetivas para o

ndo apresentados com algum detalhe no apênd

estigação

estigação, o objetivo principal da Irlanda no d de investigação enérgica e dinâmica, contribu os programas científicos da ESA e, em simult o desenvolvimento da economia e do conhec

10, p. 2).

vestigação no setor do espaço é implementada tistas irlandeses no desenvolvimento iências e tecnologias para missões da ESA. U isa é o de promover a colaboração entre cient ente com aquelas empresas que detêm

cnologia e produtos para o espaço.

ividades espaciais científicas da Irlanda eng ica, bem como ciências aplicadas, incluindo as stratégia é focar o spin-in de tecnologias não e áreas existentes de especialização, ao nível d te aqueles que sustentam a estratégia

logias de Informação e Computadores e abilidade e da eficiência energética (Enterpris

19 tria de conhecimento desenvolvimento de serviços e aplicações

de tecnologias não nologia espacial para uanto aos resultados onomia, o número de o futuro próximo são ndice E.

o domínio espacial é ibuindo para alcançar ltâneo, desempenhar ecimento na Irlanda

da através do apoio à de equipamentos Um elemento-chave ntistas irlandeses e a m experiência de

(32)

Infraestruturas espacia

Em Elfordstown (pr Centre Ltd que provide satélite. Este centro, que em 2010 passou a ser o consideravelmente na m novas infra-estruturas. A com o espaço, assim com para terceiros. Destaca navegação por satélite G 2013).

O Espaço e a Seguranç

Segundo Seán Sherl empresas e equipas de in significativos para a soci saúde” (Enterprise Irelan Ao nível da Segura Global Monitoring for (Enterprise Ireland, 201 TechWorks Marine, que projeto para monitorar marinho, os quais são us por satélites do programa Ao nível da seguran poluição atmosférica, colaboração com a ESA da ESA. Este centro rea deteção das nuvens d Eyjafjallajökull. Em m inteiro, com repercussõe 30).

ciais do setor de terra

próximo de Midleton) situa-se a estação de te idencia tecnologia de difusão comercial e u ue nos anos 80 garantia comunicações telefóni r operado pela National Space Center, altura

modernização dos equipamentos existentes . A National Space Centre também faz cons

omo Pesquisa e Desenvolvimento, tanto para f ca-se o suporte técnico fornecido no âmb Galileo (Enterprise Ireland, 2012, p. 30) (Nati

nça

erlock, ministro da investigação e inovação, “( investigação irlandesas na ESA está a contrib ciedade, em termos de melhoria na segurança, land, 2012, p. 3).

urança, é de destacar o contributo da Irlanda r Environment and Security (GMES), a qu 012, p. 45). Este contributo tem sido feito a ue nesse ano recebeu um contrato de cinquen

r medusas, que envolve o recolher de dado usados para validar os dados de observação d ma GMES (Enterprise Ireland, 2012, p. 34). rança aérea, é de destacar o centro para os estu

, da Universidade Nacional da Irlanda (G A deteta e prevê nuvens de cinzas recorrendo a eagiu prontamente em 2012, fornecendo, em t

de cinzas sobre a Europa ocidental, orig média, ocorre uma erupção vulcânica por s ões importantes no setor da aviação (Enterpris

20 terra National Space uplink/downlink de nicas transatlânticas, a em que investiram s e na instalação de nsultoria relacionada a fins próprios, como bito do projeto de ational Space Centre,

“(…) o trabalho das ribuir para benefícios a, gestão ambiental e

da para o programa que aderiu em 2008 através da empresa enta mil euros, num dos in situ no meio da Terra, recolhidos

(33)

Segundo o Dr. Ned muitas aplicações, tais c do ambiente marinho qu ferramentas úteis para o segurança marítima” (En Ainda no campo da o spin-out de tecnologia no desenvolvimento de com recurso a tecnologia

d. Portugal

O interesse de Portugal que levou a que tenha sido na Junta Nacional de Inve tinha como principal mis (Presidência do Conselho, de Portugal no espaço assu 1983.

No início da década de país de autonomia de cap comunicações, táticas e es começou a ser alcançado c que poderia ter 26 satélites elevados custos de desenvo a par com a consolidação da ocorresse uma alteração d Portugal pretendia dispor. caminharem no sentido da mas de forma cooperativa, Portugal reviu a sua estraté hoje o pilar fundamental da

12Através da Portaria n.º 29/70, d

ed Dwyer, “De facto o programa de observ como a monitorização e mapeamento de cheia quanto a proliferação de algas, os derrames de c organizações como a marinha e a guarda co Enterprise Ireland, 2012, p. 45).

a segurança, importa referir que a empresa Sky ia espacial para a defesa Irlandesa, estando atu e um sistema de gestão de segurança e de cris gia espacial (Enterprise Ireland, 2012, p. 12).

al no espaço começou na década de sessenta d o criada a Comissão Permanente de Estudos d vestigação Científica e Tecnológica12, em 19

issão acompanhar os desenvolvimentos na , 1970). Contudo, só a partir da década de oit sume maior relevo, com a adesão ao program

de 90, Portugal empenhou-se numa estratégia apacidades do poder espacial, nomeadamen estratégicas, e observação da terra (fotografia com o PoSAT-1, tendo-se pensado e propost es (Rodrigues, 2013). Contudo, a rápida evolu volvimento, implementação e sustentação de um

da integração da UE, conduziram a que na vira do paradigma ao nível das capacidades de p r. Em 2000 era já nítida a tendência para as p da obtenção de capacidades do poder espacial

a, naquilo que hoje se chamaria de “pool & sh tégia espacial e passou a integrar a ESA, que da sua estratégia para o espaço.

, de 14 de Janeiro.

21 rvação da terra tem eias, a monitorização e crude, e fornecendo costeira, ao nível da

kytek, está a efectuar atualmente envolvida rises para a marinha,

do século passado, o s do Espaço Exterior, 1970. Esta Comissão na área do espaço oitenta é que o papel ma EUMETSAT em

(34)

É nesta sequência que s fundamental no processo de importante no programa G GMES) um é completamen para o futuro de Portugal, e nosso espaço estratégico de empresas locais em parceria Atualmente, os meios nacional, inclusivamente pa noutras organizações como Portugal a possibilidade e como se verá mais detalhad

(1) O Programa EU

Na conferência de ple Portugal assinou sob reserv organização europeia para ratificação viria a ocorrer República II série, nº73 de 0

A contribuição finance atendendo a que “(…) a par para o nosso país, que, se benefícios da utilização das da República, 1988, p. 1365 O programa EUMETS satélites em conjunto com desenvolvimento de conhec política de retorno industr demonstrado dificuldades mecanismos de garantia de

(2) O PoSAT

Alguns anos depois da que culminou com o lançam

e surge a estação de satélites de Santa Maria, q de lançamentos espaciais a partir da Guiana F GMES. Considerando que dos satélites Se

ente dedicado à observação do Mar, e sendo l, esta estação dá um contributo fundamental p de interesse, sendo o processamento dos dados ria com a Universidade dos Açores (Contente, ios espaciais dão um contributo importante para a defesa nacional, pois quer a sua particip o a Organização do Tratado do Atlântico No e o direito de utilizar algum poder espacial p

adamente em 3.c.

EUMETSAT

lenipotenciários decorrida em Genebra a 24 erva de ratificação a “Convenção para o estab ra a exploração de satélites meteorológicos ( er em 1998, tendo sido publicada no Diário

e 07 de maio daquele ano.

ceira de Portugal para esta organização foi co articipação na EUMETSAT (…) comportará in sem contrapartidas financeiras de maior pes as tecnologias espaciais mais avançadas” (Di 65).

TSAT tem como principal atividade operar e m produtos e serviços que fornecem dados i ecimento na área da meteorologia. A EUMET strial de base geográfica, pelo que países c

s em fornecer bens e serviços à organiza e retorno à indústria Nacional do investimento

da participação no EUMETSAT, inicia-se o p çamento do satélite, com o mesmo nome, em

22 , que para além de ser Francesa, é também Sentinel (do sistema do o mar importante l para a segurança do os Sentinel feitos por e, 2010, p. 4).

te para a segurança cipação na ESA, quer orte (OTAN), dão a l para fins militares,

4 de maio de 1983, abelecimento de uma s (EUMETSAT)”. A io da Assembleia da

considerada diminuta inegáveis vantagens eso, terá acesso aos Diário da Assembleia

e fornecer dados de s importantes para o ETSAT não tem uma como Portugal têm ização, pois não há

to efetuado.

(35)

1993. Os objetivos deste p nos programas e mercados espaciais, demonstrar, a u pequenos satélites em órb baseadas nos sistemas e engenheiros, cientistas e Universidade de Surrey ao desenvolvimento foi també artigos científicos apresent (Leitmann, et al., 1994) (O 1996). A construção esteve universidades portuguesas,

A órbita do PoSAT-1 é km de altitude. O PoSAT-1 no disco Ariane Structure fo

Ao nível do segmento controlo, localizada no Ce Portuguesa Rádio Marconi, seguimento e controlo (TT& Existia ainda a estação d (INETI), que funcionava co

O PoSAT e a utilização

No artigo “PoSAT e c este satélite iria oferecer ao que logo na fase de projeto este satélite. Contudo, a util a comunicações táticas: “Se Informações (C3I) vetores f o PoSAT (…) pode potencia táticas e estratégicas, em us

Em síntese, e segundo p28), “Está disponível, ao

processo foram preparar a participação da in os espaciais internacionais, treinar engenheir um nível experimental, serviços que podem órbita baixa e dinamizar atividades científic

e instrumentos do satélite. Este satélite f e técnicos portugueses, com supervisão ao abrigo de um acordo de transferência de te

bém assegurado por portugueses, o que foi es ntados em conferências internacionais (Leitm

(Osório & Rebordão, 1995) (Osório, et al., ve a cargo de um consórcio formado por em s, estando os detalhes apresentados no apêndice 1 é descrita como quase-circular, hélio-síncron 1 foi lançado em 27 de setembro de 1993 pelo for Auxiliary Payloads (Rebordão, 1996).

to de solo, o sistema PoSAT-1 incluía uma esta Centro Operacional de Satélites do Continen ni, em Alfouvar, Sintra, que realizava as opera T&C). Como backup existia a estação da Univ do Instituto Nacional de Engenharia e Tec

como apoio ao segmento utilizador (Rebordão,

ção militar

comunicações tácticas” foram exploradas as ao nível das comunicações táticas militares, de eto e construção houve a intenção de dar uma

tilização militar que se pretendeu dar ao PoSA Sendo os programas de Comando, Controlo s fundamentais em que se apoiam numerosos s ciar quer os conhecimentos, quer a utilização uso nas Forças Armadas” (Rodrigues, 1993, p

do o diretor do programa PoSAT-1, Carvalho ao nível das comunicações estratégicas, um

23 indústria portuguesa eiros nas tecnologias m ser prestados por ficas e tecnológicas foi construído por de elementos da tecnologia. Parte do espelhado em vários itmann, et al., 1993) l., 1996) (Rebordão, mpresas, institutos e ice F.

ona e a cerca de 790 elo Ariane 4, voo 59,

stação de comando e nente da Companhia rações de telemetria, iversidade de Surrey. ecnologia Industrial o, 1996).

as possibilidades que demonstrando assim, a utilização militar a AT-1 não se resumiu lo e Comunicações e s sistemas de armas, ão das comunicações , p. 23).

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Tabela 1 – Posiç
Figura 2 – Orçam
Figura 4 – Con
Figura 6 – Estimativa do share do
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Referências

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