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Eletricidade Circuitos de Segunda Ordem

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Academic year: 2021

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(1)

Eletricidade

Circuitos de Segunda Ordem

Prof. Dyson Pereira Jr.

[email protected]

(2)

Introdução

• Circuitos que contem dois elementos armazenadores de energia.

• Segunda ordem → equações diferencias que incluem derivadas de 2º grau.

(3)

Valor Inicial e Valor Final

v(0), dv(0)/dt, v(∞)

i(0), di(0)/dt, i(∞)

Usar sempre a convenção de sinais dos

elementos passivos para v no capacitor e i no

indutor.

• A tensão do capacitor não muda abruptamente: • A corrente no indutor não muda abruptamente:

(4)
(5)

RLC Série sem Fontes

(6)
(7)

Solução da ED Homogênea de 2ª Ordem

As raízes s1 e s2 são chamadas de frequências naturais. • ω0 é chamada de frequência de ressonância, expressa em rad/s.

(8)

Solução da ED Homogênea de 2ª Ordem

As constantes A1 e A2 são determinadas a partir dos valores iniciais de i(0) e di(0)/dt.

(9)

Análise de α e ω

0

Se α > ω

0

temos o caso sobreamortecido:

– As raízes da equação característica do circuito são

diferentes e reais.

Se α = ω

0

temos o caso criticamente

amortecido:

As raízes da equação característica do circuito são iguais e reais.

Se α < ω

0

temos o caso subamortecido:

As raízes são complexas e conjugadas.

Se α = 0 e ω

d

= ω

0

temos o caso sem

amortecimento ou oscilatório puro:

– As raízes são puramente complexas.

(10)

Circuito Sobreamortecido

(11)

Circuito Criticamente Amortecido

α = ω

0

:

(12)

Circuito Subamortecido

α < ω

0

:

Tanto ω0 quanto ωd são frequências naturais:

• ω0 é chamada de frequência natural sem amortecimento • ωd é chamada frequência natural amortecida

(13)

Circuito Subamortecido

(14)

Circuito Subamortecido

α < ω

0

:

A resposta tem uma constante de tempo 1⁄α e um período de 2π/ωd

(15)

Características Gerais do Circuito RLC

• O comportamento é caracterizado por amorteci-mento, onde a energia inicial armazenada é gradual- mente dissipada devido à presença de R:

– O fator de amortecimento α determina a taxa na qual a resposta é amortecida.

– Se R=0, então α=0 e temos um circuito LC, com 1/ 𝐿𝐶 como frequência natural sem amortecimento.

• Resposta oscilatória é possível devido à presença de L e C que permitem que a energia seja trocada entre ambos.

• É difícil identificar formas de onda como respostas superamortecidas ou criticamente amortecida.

(16)

Exemplo 2

(17)

RLC Paralelo sem Fontes

(18)
(19)

Análise de α e ω

0

Se α > ω

0

temos o caso sobreamortecido:

Se α = ω

0

temos o caso criticamente

amortecido:

(20)

Análise de α e ω

0

Se α < ω

0

temos o caso subamortecido:

(21)

Resumo RLC sem Fontes

Tipo Condição Critério Resposta Paralelo Sobre amortecido Série Paralelo Criticamente amortecido Série Paralelo Sub amortecido Série

(22)

Exemplo 3

No circuito RLC paralelo, encontre v(t) para

t>0, assumindo que:

– v(0) = 5 V – i(0) = 0 A – L = 1 H – C = 10 mF

Considere três casos:

– R=1,923 Ω – R=5 Ω – R=6,25 Ω Obs.: As constantes A1 e A2 são determinadas a partir dos valores iniciais

(23)
(24)

RLC Série com Fonte Independente

A ED tem a mesma forma característica das equações

vistas anteriormente. Mais especificamente, os

coeficientes são os

mesmos, mas a variável é diferente.

Logo, a equação característica para o circuito RLC-Série não

é afetada pela

presença da fonte cc.

𝑖 = 𝐶 𝑑𝑣 𝑑𝑡

(25)

RLC Série com Fonte Independente

• A solução da equação anterior, possui dois componentes: a resposta transitória vt(t) e a resposta em regime permanente vss(t):

• A resposta transitória vt(t) é a componente da resposta total que se extingue com o tempo. A forma dela é mesma do circuito RLC sem fonte, ou seja:

sobreamortecido

criticamente amortecido

(26)

RLC Série com Fonte Independente

A resposta em regime permanente é o valor

final de v(t) – no capacitor:

Portanto:

sobreamortecido

criticamente amortecido

subamortecido

As constantes A1 e A2 podem ser determinadas a partir das condições iniciais para v(0+) e dv(0+)/dt

(27)

Exemplo 4

Encontre v(t) e i(t) para t>0. Considere três casos:

• R=5Ω

• R=4Ω (tarefa – plotar o gráfico) • R=1Ω (tarefa – plotar o gráfico)

(28)
(29)

RLC Paralelo com Fonte Independente

A solução completa consiste na resposta transitória e na

resposta em regime permanente:

• A resposta transitória é mesma vista anteriormente.

• A resposta em regime perma-nente é o valor final de i (indutor). Para o circuito RLC-Paralelo, a resposta é o valor final da corrente através do indutor que é o mesmo da fonte de corrente (IS)

𝑣 = 𝐿 𝑑𝑖 𝑑𝑡

(30)

RLC Paralelo com Fonte Independente

sobreamortecido

criticamente amortecido

subamortecido

As constantes A1 e A2 podem ser determinadas a partir das condições iniciais para i(0) e di(0)/dt

(31)

Procedimento Geral

• Dado um circuito de 2ª ordem, determinamos sua resposta

ao degrau x(t) (tensão ou corrente), através dos seguintes passos:

1. Determinar as condições iniciais x(0) e dx(0)/dt e o valor final x(∞).

2. Desligar as fontes independentes e encontrar a forma da resposta transitória xt(t) aplicando a LKC e a LKT. Uma vez obtida a equação diferencial de 2ª ordem, determinar suas raízes características e xt(t) de acordo com as raízes.

3. Obter a resposta em regime permanente como:

4. A resposta total pode ser encontrada pela soma da resposta transitória e da resposta em regime permanente:

5. Determinar as constantes associadas à resposta transitória impondo as condições iniciais x(0) e dx(0)/dt (do passo 1).

(32)

Exemplo 5

(33)

Referências

Charles K. Alexander; Matthew N. O. Sadiku; Fundamentos de Circuitos Elétricos; 5ª Edição

J. David Irwin; Análise Básica de Circuitos Para

Engenharia; 10ª Ed.

Jack E. Kemmerly, Steven M. Durbin, William H.

Hayt; Análise de Circuitos de Engenharia; 8ª Ed

Robert Boylestad; Introdução À Análise de

Circuitos; 12ª edição

Referências

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