Roteamento por Segmentos:
Conceitos, Desafios e Aplicações Práticas
Departamento de Eletrônica – Escola Politécnica Programa de Engenharia Elétrica – COPPE Universidade Federal do Rio de Janeiro
Antonio José Silvério, Miguel Elias M. Campista, Luís Henrique M. K. Costa
http://www.gta.ufrj.br
Este trabalho contou com suporte da Embratel, CAPES, CNPq e FAPERJ 1
Roteiro
• Introdução
• Limitações das Tecnologias das Redes de Núcleo
• Conceitos de Redes Definidas por Software
• Roteamento por Segmentos
• Experimentação Prática
• Considerações Finais e Direções Futuras
Roteiro
• Introdução
• Limitações das Tecnologias das Redes de Núcleo
• Conceitos de Redes Definidas por Software
• Roteamento por Segmentos
• Experimentação Prática
• Considerações Finais e Direções Futuras
Introdução
• Operação e Configuração da Rede Backbone da Operadora de Telecomunicações
Baseado em previsões
Manual
Meses
Comprimento de onda (100G)
Baseado em análise do tráfego real
Automático
Segundos
Flexível (OM – 100G)
Cenário Atual Cenário Futuro (desejado)
Matriz de Tráfego
Granularidade de enlaces Tempo de comercialização
Ajuste da Rede
Rede de Roteadores de Núcleo da Operadora de Telecom.
• Exemplo de uma Operadora de Telecomunicações:
– Número de nós: 66
– Número de enlaces físicos: 2.130 – Banda Média por enlace: 3,24 Gbps – Quantidade de túneis MPLS: 604
– Tempo para planejamento e implantação dos túneis
considerando alterações de nós e enlaces da rede : 6 meses – Reconfiguração dos túneis caso ocorra falha (falhas
planejadas): 2 a 3 minutos de convergência
PROBLEMAS !
Operação e Administração complexas Uso não otimizado de recursos da rede
Possibilidade de perda de tráfego e qualidade
Rede de Roteadores de Núcleo
da Operadora de Telecom.
Rede Atual de Roteadores de Núcleo das Operadoras
• Baseada no protocolo MPLS (Multi Protocol Label Switching)
– Solução para o problema da escala das tabelas de roteamento – Orientação a conexão e suporte de múltiplos protocolos
– Encaminhamento de pacotes eficiente através de comutadores baseados em ASICs (Application Specific Integration Circuits) – Comutação baseada em rótulos (Labels)
• Novas aplicações
– Engenharia de Tráfego (Traffic Engineering - TE) – Qualidade de Serviço (QoS)
– Encaminhamento com restrições
– Redes Virtuais Privadas (Virtual Private Network - VPN)
Roteador de Núcleo IP/MPLS
• Formado por um plano de controle e de encaminhamento rápido de pacotes baseado em circuitos ASIC
Gerência da Rede MPLS
Lógica de Controle BGP OSPF IS-IS
Sistema Operacional (SO)
Hardware Dedicado
R O T E A D O R
Barramento proprietário Telnet, SSH, Web, SNMP
Roteador IP/MPLS de Núcleo
Driver
• Topologia em malha parcial ou completa
−Caminhos na rede IP/MPLS são
denominados túneis (unidirecionais)
−Túneis de proteção (Backup Tunnel) ou balanceamento de tráfego por túnel
−Engenharia de Tráfego e QoS
aplicadas aos túneis
Malha “Lógica”
de túneis
Roteadores de Borda Roteadores Intermediários
Rede Atual de Roteadores de
Núcleo das Operadoras
Malha Lógica de Túneis e Rede de Enlaces Físicos
A B
C D
A B
C D
Malha Lógica de Túneis Rede física de enlaces
Túnel A-B
A B
A B D
A B
C D
Malha Lógica de Túneis n = número de nós
Quantidade total de Túneis Unidirecionais =
2
2
n
n
Quantidade total de Túneis Bidirecionais =
n n
2
Quantidade de túneis da ordem de n2
Cálculo de Túneis TE
Exemplo de Cálculo de Túneis TE com Balanceamento
• Utilizado pelas Operadoras para proteção dada por um plano de controle e tráfego balanceando túneis em diferentes
enlaces físicos
A B
C D
Rede física de enlaces
Túneis para balanceamento
Quantidade de
Túneis Unidirecionais = k(n2 n)
n = número de nós k = número de
túneis para
balanceamentos entre A e B
• Configuração de túneis automática
• Ferramenta de planejamento
“off-line”
• Não otimiza os recursos da rede em tempo real !
• Configuração de túneis para proteção não compartilham capacidade da rede :
• Consumo de recursos sem otimização para
proteção ! Roteadores de Borda
Roteadores Intermediários
Desafios para as Operadoras
• Malha de túneis lógica desacoplada da rede física
RJO SPO
BHE
SDR RCE FLA
BSA
RPO RJO
BHE
SDR
RCE FLA
BSA
RPO
Rede IP/MPLS desacoplada da
Rede física
Túnel Primário Túnel Backup
Desafios para as Operadoras
Solução para os Desafios da Rede da Operadora
Por acaso
é o Roteamento por Segmentos ?
Propostas de Evolução da
Rede de Roteadores de Núcleo
RJO
SPO CTA
PAE
BHE
SDR RCE FLA
BSA
RPO
Túnel Primário Túnel Backup
SDN
PCE – PATH COMPUTATION ELEMENT • Roteamento por Segmentos +
Redes Definidas por Software
−Simplificação do roteamento, configuração e manutenção dos túneis
−Manutenção de estados apenas nos Roteadores de borda da rede
−Cálculo dos caminhos baseado em uma plataforma de Redes Definidas por Software
−Engenharia de tráfego otimizada
O que é o Roteamento por Segmentos?
•Roteamento por Segmentos (Segment Routing - SR)
É um protocolo de roteamento pela origem
O roteador de origem conhece o caminho até o destino
• São identificadores do caminho completo ou de trechos do caminho
Segmento A-E Segmento E-F
/
O que são Segmentos ?
Roteiro
• Introdução
• Limitações das Tecnologias das Redes de Núcleo
• Conceitos de Redes Definidas por Software
• Roteamento por Segmentos
• Experimentação Prática
• Considerações Finais e Direções Futuras
Roteamento Atual de Redes TCP/IP
• Encaminhamento de pacotes é feito salto a salto
• Cada roteador possui sua tabela de roteamento populada com informações obtidas da análise do cabeçalho IP
• As rotas são calculadas por um protocolo de roteamento a partir das informações das tabelas de roteamento
• As tabelas de roteamento precisam ser mantidas e
atualizadas, representando manutenção de estados destas tabelas em todos os roteadores
Roteamento Atual de Redes
TCP/IP
• Como é o Roteamento atual das Redes TCP/IP ?
Tamanho da Tabela de Roteamento é
uma limitação !
Tabelas Maiores:
• Maior tempo de busca e seleção de rota
• Maior processamento
• Pouca escabilidade
Decisão da rota é feita salto a salto
(hop by hop)
Roteamento Atual de Redes
TCP/IP
Evolução do Roteamento em Redes TCP/IP
• Roteamento na Internet
– Nos anos 90 forte crescimento das redes TCP/IP
– Baixo desempenho dos roteadores no núcleo da rede
• Encaminhamento de pacotes é baseado apenas no endereço de destino
• Em todos os saltos da rede é realizada a inspeção na tabela de roteamento (lookup)
• Roteadores com tabelas de roteamento completas (full routing)
Introdução às Redes IP/MPLS
• Motivação:
– Convergência da comunicação digital (voz, dados e vídeo) – Integração com redes legadas como Frame Relay e ATM
• Capacidade de comutação rápida com hardware
proprietário (ASIC – Application Specific Integration Circuit)
• Possui Plano de Controle e de Encaminhamento de Pacotes em cada nó de rede
• Formada por Roteadores de Borda e Roteadores intermediários
– Roteadores de Borda: Tabela de Roteamento IP (Forwarding Information Base - FIB) + Tabela de Rótulos (Label
Forwarding Information Base - LFIB)
– Roteadores Intermediários: apenas Tabela de Rótulos (Label Forwarding Information Base - LFIB)
Roteadores de Núcleo da Rede
IP/MPLS
Protocolos de Roteamento OSPF, BGP...
Tabela de Roteamento (RIB)
Protocolo de Controle MPLS para o roteamento
IP LDP (LIB)
Tabela de Rótulos ou Labels (LFIB)
Plano de Controle
Plano de Encaminhamento
Troca de Informação com outros roteadores
Troca de Informação com outros roteadores
Entrada de pacotes MPLS (IN)
Saída de pacotes IP (OUT)
Tabela de Roteamento (FEC) (FIB)
Saída de pacotes MPLS (OUT)
Entrada de pacotes IP (IN)
Tabelas do MPLS Plano de Controle:
RIB (Routing Information Base)
LIB (Label Information Base)
Roteadores de Borda do Núcleo da Rede
Tabelas do MPLS Plano de
Encaminhamento:
FIB (Forwarding
Protocolos de Roteamento OSPF, BGP...
Tabela de Roteamento (RIB)
Protocolo de Controle MPLS
para o roteamento IP LDP (LIB)
Tabela de Rótulos ou Labels (LFIB)
Plano de Controle
Plano de Encaminhamento
Troca de Informação com outros roteadores
Troca de Informação com outros roteadores Entrada de pacotes MPLS
(IN) Saída de pacotes MPLS
(OUT)
Roteador Intermediário de Núcleo de Rede
Roteadores Intermediários do Núcleo da Rede
Tabelas do MPLS Plano de Controle:
RIB (Routing Information Base)
LIB (Label Information Base)
Tabelas do MPLS Plano de
Encaminhamento:
FIB (Forwarding Information Base)
LFIB (Label Forwarding Information Base)
Rótulo MPLS
• O pacote IP recebe um rótulo (Label) entre o cabeçalho IP e o cabeçalho de camada inferior (camada 2), denominado de cabeçalho de enchimento (Shim Header)
• Estrutura do rótulo MPLS de 32 bits:
– Os primeiros 20 bits representam o rótulo 220 = 1.048.575 diferentes rótulos
– Os 3 bits seguintes são EXP bits (Experimental Bits) usados para classes de serviços
– 1 bit S (Bottom of Stack) indicando se o rótulo é o inferior na pilha de rótulo (S = 1)
– 8 últimos bits para TTL (Time to Live) como no pacote IP
• Rótulos 0-15 : reservados
• Rótulos 16 a 1.048.575 são usados para identificar os circuitos virtuais da rede MPLS denominados LSPs (Label Switched Paths)
Estrutura do Rótulo MPLS
Empilhamento de Rótulos MPLS ( Label Stack )
Outer ou Top
Label (S=0) Inner ou Bottom
Label (S=1)
Implementação de Serviços com empilhamento
de rótulos
• Serviços de Rede IP/MPLS
– Serviços em Redes IP/MPLS usam empilhamento de rótulos:
• Redes Privativas Virtuais (Virtual Private Networks - VPN)
• Linhas Alugadas Virtuais (Virtual Leased Lines - VLL ou Virtual Private LAN Service - VPLS)
• Engenharia da Tráfego, na identificação de túneis
• Transporte de outras tecnologias sobre MPLS (Any Transport Over MPLS - AToM)
– Rede MPLS é considerada uma Rede Multiserviço
Rede IP/MPLS como Rede
Multiserviço
• LDP (Label Distribution Protocol)
– Distribui e mantém os rótulos estáticos ou dinâmicos
• IGP (Interior Gateway Protocol)
– Faz a descoberta dos caminhos
– OSPF (Open Shortest Path First) e IS-IS (Intermediate System to Intermediate System)
• RSVP (Resource Reservation Protocol)
– Requisita a reserva de um fluxo de dados com determinada garantia/reserva de banda
• MP-BGP (Multiprotocol Border Gateway Protocol)
– Faz a relação entre a instância de roteamento e o rótulo para um serviço VPN
Protocolos do Plano de Controle
da Rede IP/MPLS
• Composta de Roteadores Cliente e Roteadores de Núcleo da Rede classificados em Roteadores de Borda e Roteadores Intermediários
– Roteador Cliente – Roteador de Borda
– Roteador Intermediário
• O caminho virtual formado pela sequência de rótulos é
denominado LSP (Label Switched Path), que é unidirecional
Arquitetura da Rede IP/MPLS
Roteador Cliente
• Denominado CE (Customer Edge)
• Roteador IP cliente da Rede MPLS (Ex.: em uma VPN)
• Não manipula rótulos, somente endereços IP
Roteador de Borda
• Denominado PE (Provider Edge) ou LER (Label Edge Router)
• Insere e retira rótulos dos pacotes
• Mantém a tabela FIB (Forwarding Information Base) que associa o endereço IP (Forwarding Equivalence Class -
FEC) de destino com um rótulo de entrada, preenchida por um IGP (Ex.: OSPF)
• O protocolo LDP distribui os rótulos, trocando informações da FEC e rótulos associados para os Roteadores de Borda e Roteadores Intermediários
• Denominado P (Provider) ou LSR (Label Switch Router)
• Apenas comuta rótulos
• Mantém a tabela LFIB (Label Forwarding Information Base) que associa os rótulos para encaminhamento dos pacotes nas interfaces determinadas pelo caminho
Roteador Intermediário
LER LSR
LSR
LSR
LSR
CE LER CE
Rede de Roteadores de Núcleo IP/MPLS
LSR LSP
CE – Customer Edge
LER – MPLS Label Edge Router ou PE – Provider Edge LSR – MPLS Label Switch Router ou P – Provider
LSP – Label Switched Path Enlace de Fibra Óptica
Sistema Autônomo Operadora
Pacote IP Pacote MPLS
Diferentes rótulos MPLS
Arquitetura de Rede IP/MPLS
LDP
• Alocação de rótulo
– Aloca um determinado rótulo para uma FEC, efetuado pelo Roteador de Borda
Operações com Rótulos MPLS
• Imposição ou inserção do rótulo (Label Imposing ou Label Push)
– Adiciona ao cabeçalho IP um rótulo MPLS, efetuado pelo Roteador de Borda
• Troca de rótulo (Label Swap)
– Efetuado pelo Roteador Intermediário baseando-se na informação da LFIB
• Retirada do Rótulo (Label Pop):
– Remove o rótulo mais externo (top label) da pilha MPLS – Efetuado pelo Roteador de Borda
Operações com Rótulos MPLS
LSR
1 2 1 1 3 1 2 1
1
3 2
2
2 1
Ip Origem: 100.10.0.1 Ip Destino: 200.20.0.1
200.20.0.1 78 200.20.0.1 43 57
LSP
IPv4 Pacote IPv4
IPv4
L Pacote MPLS
LSR LER CE
CE LER LSR 200.20.0.1
Lbl
IN Lbl Out
68 54
IP dest Lbl
IN Lbl Out 200.20.0.1 - 78 100.10.0.1 34
IP dest Lbl
IN Lbl Out 200.20.0.1 57 -
100.10.0.1 - 32
Lbl
IN Lbl Out
78 43
54 34
Lbl IN Lbl Out
43 57
32 68
IP
dest Porta
IP Porta
Operações com Rótulos MPLS
100.10.0.1
200.20.0.1 200.20.0.1 200.20.0.1
LFIB Label
Push
Label
Swap Label
Swap Label
Pop
• O principal serviço em redes IP/MPLS é a Rede Privativa Virtual (Virtual Private Network - VPN)
• Topologias do tipo matriz-filial (hub and spoke) ou malha parcial e completa
• Possui 2 tipos básicos: VPN L3 e VPN L2
Serviços de Rede IP/MPLS
• Permite troca de protocolo de roteamento entre o Roteador Cliente (CE) e o Roteador de Borda (PE)
• Roteador Cliente utiliza protocolos de roteamento tradicionais como OSPF, RIP e BGP
• Instância de roteamento virtual (Virtual Routing and
Forwarding Tables - VRF) faz a associação entre a VPN e as portas físicas do Roteador de Borda (PE)
• Roteadores de Borda (PE) trocam informações de roteamento aprendidas dos Roteadores Cliente (CE)
Rede Privativa Virtual L3
Rede Privativa Virtual L3
• A Rede IP/MPLS funciona como uma rede dedicada para o Roteador Cliente (CE), podendo ter o mesmo endereço IP privado se estiverem em VRFs distintas
• Utiliza 2 rótulos:
• rótulo mais externo referente ao rótulo inserido pelo Roteador de Borda (PE)
• rótulo mais interno referente à VPN do cliente
• Funcionalidade PHP (Penultimate Hop Popping) onde o penúltimo Roteador de Borda retira o rótulo mais externo, reduzindo o processamento de mais um rótulo além do rótulo da VPN
• Funcionalidade PHP pode ser
• “Implicit Null”: identificada com rótulo especial 3, as informações de QoS são perdidas
• “Explicit Null”: identificada com rótulo especial 0, as informações de QoS são lidas pelo Roteador de Borda
Rede Privativa Virtual L3
LER
LER
LER LSR
LSR Rede IP/MPLS
Cliente A Cliente A
Cliente A
Cliente B Cliente B
10.2.1.0/24
10.2.1.0/24
10.5.1.0/24
10.5.1.0/24
10.3.1.0/24 OSPF
BGP
ESTÁTICA
BGP
MP-BGP
BGP OSPF 10.2.1.1
10.2.1.0 79
38 10.2.1.0
79 43
10.2.1.0
FEC Next Hop Label 10.2.1.0 190.5.1.1 79
190.5.5.1 38 190.5.5.1
200.4.1.1
CE
Rede Privativa Virtual L3
VRF do cliente A VRF do cliente B
IPv4 Pacote IPv4
IPv4
L L Pacote MPLS com aplicação VPN
• Roteadores de Borda (PE) trocam informações de camada 2, e as informações de camada 3 são trocadas entre os
Roteadores Cliente (CE)
• Podem ser ponto a ponto denominada VLL (Virtual Leased Line) e ponto-multiponto denominada VPLS (Virtual Private LAN Service)
• Transporte de quadros é feito por um circuito virtual (VC) e o LSP (Label Switched Path) age como um “túnel”
• São usados 2 rótulos, o mais interno representa o VC e o
Rede Privativa Virtual L2
BGP
LER
LSR
LSR
Cliente A CE
Quadro L2 Ethernet Rótulo do túnel (LSP)
LER LSR
LSR Rede IP/MPLS
Cliente A
IPv4
Eth T
IPv4
VC Rótulo do pseudowire (VC) Pseudowire
IPv4
Rede Privativa Virtual L2
• Conjunto de mecanismos aplicado aos Roteadores Cliente (CE), e nos Roteadores de Núcleo
• Classes de serviços indicam a prioridade do fluxo de dados
• Classes de serviço atendidas em filas
• Classes de serviço no IPv4: campo ToS (Type of Service)
– 3 bits mais significativos: IP Precedence
– 6 bits mais significativos: DSCP (Diffserv Code Point)
• Classes de serviço no MPLS: EXP Bits
QoS em Redes IP/MPLS
7 6 5 4 3 2 1 0
ID Offset TTL Proto FCS IP SA IP DA Data Version Len
Length ToS Byte
DiffServ Code Point (DSCP) IP ECN
Pacote IPv4
IP Precedence Type of Service Standard IPv4 Extensões DiffServ
DSCP
IPv4 Packet MPLS
EXP
IPv4 Packet
QoS em Redes IP/MPLS
• Desenvolvido para resolver problemas de
congestionamento, otimização de banda e convergência de rede
• Sugere rotas diferentes do IGP
• Cálculo de caminhos baseados em restrições como banda disponível, latência e perda de pacotes
• Cálculo de caminho realizado pelo PCE (Path Computation Element) desempenhado pelo plano de controle dos
Roteadores de Núcleo
Engenharia de Tráfego em
Redes IP/MPLS
Engenharia de Tráfego:
MPLS-TE
• Conceito de aplicação de engenharia de tráfego no MPLS, denominado MPLS-TE (Traffic Engineering)
• Implementação do caminho através de túneis unidirecionais (Túnel TE)
• O túnel TE é iniciado no Roteador de Núcleo de origem (Head End LSR) e terminado no Roteador de Núcleo de destino (Tail End LSR)
• Reserva de recursos feita pelo protocolo de reserva de
recursos RSVP-TE (Resource reSerVation Protocol - Traffic Engineering)
– Mensagens de caminho (Path Messages) enviado pelo Roteador de Núcleo de origem
– Mensagens de reserva (Resv Messages) pelo Roteador de Núcleo de destino
– O RSVP-TE garante o QoS para cada fluxo de dados
– O RSVP-TE utiliza LSPs configurados de forma dinâmica ou estática com o OSPF-TE (Open Shortest Path First - Traffic Engineering)
Engenharia de Tráfego:
Reserva de Recursos
R1
R2
R3
R4
R5 150 R8
50
Encontre o caminho mais curto até R8 com
80 Mbps 200
100
100 100 80
LSR head end
LSR tail end
Base de Dados Topologia TE
R7
Path Msg
Resv Msg
IP L50 L10
R6
Túnel LER A
LER Z
IP L26 IP L26 L12 IP L26 L92 IP L26 L89 IP L26 L65 IP L52
Túnel LSP
Engenharia de Tráfego:
MPLS-TE
LER A LER Z
R1 R2 R5 R6 R7 R8
Path Msg
Resv Msg Head End
LSR Tail End
LSR
10.1.1.1/8 FIB:
10.0.0.0 -> 50 FIB:
10.0.0.0 -> pop FIB:
10.0.0.0 -> 52 FIB:
10.0.0.0 -> 26,12 FIB:
10.0.0.0 -> 26,10 LFIB:
50 -> 26 push 10
LFIB:
26 -> 26 10 -> 12
LFIB:
50 -> 26
pop 12 rótulos do túnel
rótulos aprendidos pelo LDP
LSP LDP
Engenharia de Tráfego:
MPLS-TE
• É um requisito da Engenharia de Tráfego o re-roteamento de um túnel baseado em políticas administrativas
• Mecanismo de re-roteamento rápido FRR (Fast Re-route) previne falhas de nós e enlaces
• Implementações:
– Configuração de forma manual ou automática um túnel primário (Primary Tunnel) e um túnel de proteção (Backup Tunnel) com caminhos disjuntos
– Túneis disjuntos com balanceamento de tráfego
– Os túneis primários e de proteção devem evitar utilizar o mesmo recurso físico, denominado SRLG (Shared Risk Link Group)
Restauração em Redes IP/MPLS
Roteador
A Roteador
B Roteador
D Roteador E
Roteador
X Roteador
Roteador Y C
Túnel Primário
Restauração em Redes IP/MPLS
Mesmo meio físico SRLG 10
SRLG 10 R2-R4 R2-R3 SRLG 20 R4-R3 R4-R2 SRLG30 R3-R2 R3-R4 Topologia lógica
Malha de túneis
R5 R4
R3 R1
R2
Topologia Física + Lógica Malha de túneis
R5 R4
R3 R1
R2
IP/MPLS IP/MPLS
SLRG 20 SLRG 30
Shared Risk Link Group (SRLG)
• Estruturada em Rede de Transporte e Rede IP/MPLS sem integração dos planos de controle
• Cada Rede tem uma camada específica, de configuração, operação, administração e planejamento independente
• Operadora deseja integração multicamada (MultiLayer)
para otimização de recursos da rede, evitando restaurações em múltiplas camadas e um uso eficiente da banda
• Rede de Roteadores de Núcleo IP/MPLS necessita de configuração de SLRGs para evitar túneis disjuntos no
Desafios para a Engenharia de
Tráfego e Restauração
• Manutenção de tabelas de roteamento (FIB) e de rótulos (LIB) nos Roteadores de Borda e Intermediários da Rede menor eficiência no encaminhamento de pacotes
• Protocolo LDP para manutenção dos estados
• Plano de controle independente em cada Roteador de Núcleo com automação limitada por não possuir um controle
centralizado
• Engenharia de Tráfego de configuração complexa com inúmeros protocolos, “full-mesh” de túneis
• Hardware proprietário 62
Desafios para a Engenharia de
Tráfego e Restauração
• Ferramenta de Planejamento Cisco MATE
Exemplo de Configuração de
Túneis MPLS
• Contexto da Rede de Transporte da Operadora:
– Camada Óptica: formada equipamentos DWDM (Dense
Wavelength Multiplex) e ROADM (Reconfigurable Add Drop Multiplex) denotada na indústria de telecomunicações como camada 0
– Camada OTN (Optical Transport Network): formada
comutadores OTN atuando na camada física, denotada na indústria de telecomunicações como camada 1
– Plano de controle da Camada Óptica e OTN baseado no ASON (Automatically Switched Optical Network) e GMPLS
(Generalized MPLS) atuando de forma independente da Rede de Roteadores de Núcleo IP/MPLS
Desafios para a Engenharia de
Tráfego e Restauração
Equipamento L3: roteadores P e PE Backbone IP/MPLS
Equipamento L0: DWDM, ROADMs Equipamento L1/L2: Switch OTN e Carrier Ethernet
de 100G
de 100G
de 100G
de 100G N x 10G N x 10G
N x 10G N x 10G
LER LER LSR
LSR LSR
LSR
L3
L1 / L2
L0
Túnel TE (enlaces lógicos) Enlaces físicos 10GE
Enlaces físicos
(comprimento de onda)
Desacoplamento entre as
Camadas de Rede
de 100G
de 100G
de 100G
de 100G N x 10G N x 10G
N x 10G N x 10G
LER LER LSR
LSR LSR
LSR
L3
L1 / L2
L0 Planos de controle
da Rede de Transporte e IP/MPLS sem
integração !
Proteções, restaurações em múltiplas camadas:
desperdício de recursos ! Planejamento,
administração, operação e configuração complexa: pouca
automação !
Desacoplamento entre as
Camadas de Rede
Como Vencer os Desafios ?
Roteamento por Segmentos
• Simplificação da configuração de túneis e redução de número de estados nos roteadores de núcleo
Como Vencer os Desafios ?
• Controle Centralizado multicamada integrado :
Redes Definidas por Software
Como Vencer os Desafios ?
• Roteamento por Segmentos pode ser implementado sem Redes Definidas por Software e vice versa na Rede da Operadora
• Roteamento por Segmentos simplifica a camada de Rede
IP/MPLS com menor quantidade de configurações de túneis, trazendo eficiência no encaminhamento dos pacotes,
reduzindo a complexidade operacional
• Redes Definidas por Software permitem integração entre múltiplas camadas (Rede de Transporte e IP/MPLS) da Operadora permitindo mecanismos de restauração e uso racional da capacidade através de um controle centralizado
• Roteamento por Segmentos se beneficia de Redes Definidas por Software para construção de caminhos diferentes do IGP
• Caminhos podem considerar integração entre diferentes camadas de rede e critérios de operação da Operadora
Como Vencer os Desafios ?
Roteamento por Segmentos
(SR – Segment Routing)
Redes Definidas por Software
(SDN - Software Defined Networks)
Solução para os Desafios da
Rede da Operadora
Roteiro
• Introdução
• Limitações das Tecnologias das Redes de Núcleo
• Conceitos de Redes Definidas por Software
• Roteamento por Segmentos
• Experimentação Prática
• Considerações Finais e Direções Futuras
Conceitos de Redes Definidas
por Software
• Desacoplamento do plano de controle e de encaminhamento de dados
• Configuração da rede através de regras nos fluxos de dados, restrito ao tamanho da tabela de fluxos através de APIs
aberta aos dispositivos de encaminhamento de dados (ex.:
Switch OpenFlow)
• Lógica de controle em uma entidade externa: controlador SDN ou sistema operacional de rede (Network Operating System – NOS)
• Programação da rede realizada por aplicações de rede que interagem com o controlador através de APIs abertas
Arquitetura de Redes Definidas
por Software
Aplicações de Rede
Plataforma de Controle
API aberta Northbound
API aberta Southbound
1. Plano de controle e plano de encaminhamento de dados separados
2. Controle centralizado da rede 3. Introduz a capacidade de
programação da rede através de APIs abertas
Arquitetura de Redes Definidas
por Software
Controlador SDN Aprendizado
de MAC
Algoritmos de Roteamento
Sistema de Detecção de intrusos
(IDS)
Balanceadores de carga Aplicações de Rede
Tabela de Fluxos
Rede Tradicional Rede Definida por Software
Rede IP Tradicional x Rede Definida por Software
Adaptado de “Diego Krautz et al, Software-Defined Networking:
A Comprehensive Survey”
Difícil introdução de inovação
tecnológica (ex. : IPv4 para IPv6) Redes complexas e rígidas,
difíceis de gerenciar e configurar
Integração vertical:
Controlador SDN Aprendizado
de MAC
Algoritmos de Roteamento
Sistema de Detecção de intrusos
(IDS)
Balanceadores de carga Aplicações de Rede
Tabela de Fluxos
Rede Tradicional Rede Definida por Software
Rede IP Tradicional x Rede Definida por Software
Capacidade de programação e flexibilidade da rede abertas
Centralização do controle da rede
Separação do plano de controle do plano de encaminhamento de dados
Sistema Operacional de Rede (NOS)
Roteamento
“Hypervisor “
Interface Northbound (NBI)
Interface Southbound (SBI) Linguagens baseadas em
virtualização
Linguagens de programação Aplicações de rede
Infraestrutura de rede
Depuração, teste e simulação Lista de controle de Acesso (ACL) Balanceado- res de tráfego
Sistema Operacional de Rede (NOS)
e “Hypervisor”
Aplicação
...
Plano de Dados Plano de Controle
Plano de Gerência
Planos Camadas Arquitetura
Aplicação
• Decomposta em planos e camadas:
Adaptado de “Diego Krautz et al, Software-Defined Networking:
A Comprehensive Survey”
Visão da Arquitetura SDN
Completa
• Similar às redes IP tradicionais, com dispositivos que fazem apenas o encaminhamento de dados
• Switches baseados em hardware x86 habilitado com
protocolo OpenFlow: OpenFlow Capable Switches (OFCS)
Plano de Dados: Infraestrutura
de Redes
• Separação entre o plano de controle e o plano de encaminhamento de dados
• Interface padronizada de programação
• Interfaces abertas: OpenFlow, NETCONF, BGP-LS (Border Gateway Protocol - Link State), PCEP (Path Computation Element Communication Protocol), OVSDB (Open vSwitch Database), SNMP (Simple Network Management Protocol) e CLI (Command Line Interface)
Plano de Dados: Interfaces
Southbound (SBI)
• Protocolo NETCONF
– Protocolo de configuração e monitoramento de rede – Evolução do SNMP, fruto do trabalho do IETF de reunir
requisitos de gerenciamento das Operadoras de Telecomunicações
– Implementa cliente-servidor
– Utiliza o protocolo RPC (Remote Procedure Call ) – Dados codificados em XML
– Protocolo de transporte: TCP
– Protocolo de aplicação: HTTP ou HTTPS
Interfaces Southbound:
NETCONF e YANG
Servidor Aplicações
Cliente
Instrumentação Servidor
Instrumentação Cliente
CLI
Aplicações Aplicações Gerente NETCONF
Dispositivo NETCONF Dispositivo NETCONF
CLI através de NETCONF
Repositório de Dados
• Modelo Cliente-Servidor NETCONF
Configurações necessárias para sair do estado inicial
para o operacional
Aplicação da configuração:
Corrente (Running) Inicial (Startup) Candidatas (Candidate)
Arquivo XML
Protocolo NETCONF
• Camadas do protocolo NETCONF
Conteúdo Operações
RPC
Protocolo de Transporte
Configuração de Dados
<get-config>, <edit-config>, <notification>
<rpc>, <rpc-reply>
BEEP, SSH, SSL, console
Camada Exemplo
Protocolo NETCONF
• Mensagem de “Hello” para anúncio das capacidades do protocolo e modelos de dados suportados em XML:
<hello xmlns="urn:ietf:params:xml:ns:netconf:base:1.0">
<capabilities>
<capability>
urn:ietf:params:xml:ns:netconf:base:1.1 </capability>
<capability>
urn:ietf:params:xml:ns:netconf:capability:startup:1.0 </capability>
<capability>
urn:ietf:params:xml:ns:yang:ietf-interfaces?
module=ietf-interfaces&revision=2012-04-29 </capability>
</capabilities>
<session-id>4<session-id>
</hello>
Protocolo NETCONF
• Modelo de dados YANG
– Linguagem formal de modelo de dados
– Construção de aplicações de fácil aprendizado
– Modelo de dados baseados em estruturas reutilizáveis com regras bem definidas:
• Módulos
• Submódulos
• Versão
• Modelo de dados estruturado em árvore para cada estrutura com propriedades que correspondem às funcionalidades do dispositivo
Modelo YANG
Módulos YANG Gerência
de Aplicações
Módulos YANG Módulos
YANG
Módulos YANG
Módulos YANG
Módulos YANG
Netconf
Modelo YANG
• Exemplo de Módulo YANG para inventário de redes
Modelo YANG
Modelo YANG - Exemplo
• Exemplo de Esquema do Modelo YANG para o roteador CRS1000v da Cisco
A modelagem YANG permite intercambiar parâmetros dos
dispositivos de diferentes fabricantes
Modelo YANG - Exemplo
• Formas básicas de obtenção da topologia da rede
– Protocolo de gerenciamento – Protocolo de roteamento (IGP)
• Protocolo BGP-LS (Border Gateway Protocol - Link State)
– Responsável por obtenção da topologia da rede – Agrega múltiplas áreas/níveis e diferentes ASes
– Controlador SDN pode usar BGP-LS para adquirir a topologia da rede para um PCE (Path Computation Element ) para
cálculo de caminho com Engenharia de Tráfego
Interfaces Southbound: BGP-LS
Controlador SDN
Domínio 1 (OSPF)
Domínio 2 (IS-IS)
Domínio n (Multiárea
IS-IS)
Controlador SDN
Domínio 1
(OSPF) Domínio 2
(IS-IS) Domínio n (Multiárea
IS-IS) BGP-LS BGP-LS
BGP-LS BGP-LS
RR IGP
IGP IGP
BGP-LS Southbound
Interface Southbound
Interface
Protocolo BGP-LS
• Usado para comunicações entre o PCC (Path Computation Client) e o PCS (Path Computation Server)
• Utiliza informações dos estados dos enlaces LSDB (Link-State Database)
• Tipos de PCE usados no SDN
– PCE dinâmico (Stateful PCE) – PCE iniciado pelo LSP
• Extensões do PCEP ainda em desenvolvimento pelo IETF
PCEP TED
PCC PCS
Arquitetura PCE
Protocolo PCEP ( Path
Computation Element Protocol )
PCE
Switch OpenFlow
Canal Seguro Tabela de
Fluxos Sw
Hw
Controlador Protocolo
OpenFlow SSL
• Protocolo OpenFlow
– Protocolo de padrão aberto
– Usa tabelas com regras para tratamento de pacotes
– As regras são baseadas em porta física, endereço MAC, tipo de quadro, endereço IP, tipo de protocolo, tipo de serviço e porta TCP/UDP (Origem/Destino)
– Dispositivos OpenFlow e Controlador SDN são ligados através de um canal de
comunicação seguro TLS (Transport Layer Security)
Interfaces Southbound:
OpenFlow
Aplicação Aplicação
Controle de Comunicações Controle de Comunicações
Sistema Operacional
de Rede
(NOS) Tabela de
Fluxos Controlador SDN
Dispositivo SDN
• Cada regra possui ações: encaminhamento, descarte e modificação em um fluxo de dados
Tabela de Fluxos OpenFlow
OF 1.0
Dez/2009 OF 1.1
Fev/2011 OF 1.2
Dez/2011 OF 1.3
Abr/2012 OF 1.4 Ago/2013
-Tabela de Fluxos única
- IPv4 - Múltiplos controladores
- IPv6
- regras com TLV flexível - Múltiplas tabelas de fluxo
- Grupo de tabelas - MPLS e ECMP
- Múltiplos canais entre switches e controladores
- QoS
- Tabela de fluxos com entrada perdidas
- Informação de vagas na tabelas de fluxos
- Portas Ópticas - Opção de despejo
Versões do Protocolo OpenFlow
• Virtualização no contexto do SDN
– As aplicações de rede e o controlador SDN podem ou não ser instalados em uma máquina com infraestrutura virtualizada (Virtual Machine – VM)
• Virtualização no contexto do NFV (Network Functions Virtualization)
– Especificado pelo ETSI no grupo ISG (Industry Specifications Group )
– Funções da rede movidas para a nuvem (Cloud Computing) – Uso de servidores comerciais COTS (Commercial Off-the-
Shelf) baseados em x86
Plano de Controle: Arquitetura
de Virtualização
Servidor B
VN1 VNF2 VNF3 ...
Servidor A
Servidor
VNF1 VNF2 VNF3
Hipervisor
VM 1 VM 2
...
...
Ex.: VMWARE, KVM
Ex.: roteador de borda do núcleo (PE) Rede sem fio
Rede WAN Rede de
Acesso Rede Óptica Ex. rede IP/MPLS
Aplicações Ex. Segment Routing Northbound Interface
Ex.: RESTful
Controlador Southbound Interface Ex.: NETCONF
Ex. : ONOS
Armazenamento (Storage) Rede do Telco
Datacenter Armazenamento
Virtual
Telco Datacenter
Ex.: vswitch
Controlador Ex.: Opendaylight
Southbound Interface Ex.: OpenFlow
Orquestração Ex.: Cisco WAE
(WAN Automation Engine)
Arquitetura de Virtualização:
Hypervisor e Orquestrador
• SDN x NFV
– Indústria reconhece que são conceitos complementares – Serviços NFV podem ser configurados com ou sem SDN – SDN pode ser implementado com ou sem infraestrutura de
virtualização
• Protocolos de tunelamento para sobreposição de soluções de virtualização : SDN “overlay”
– VxLAN (Virtual eXtensible Local Area Network) – NVGRE (Network Virtualization using GRE)
– STT (Stateless Transport Tunneling)