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Planejamento do projeto : alternativas para o trabalho do enfermeiro no ambulatório do H.I.J.G.

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Academic year: 2021

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(1)

mmífâwâzzto ââsucâção cfialífcawz

sfâr-fé; cââëzmízm

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Gzzézsvfzçxo

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ÊInI¡JoG'ú u 2% ma ..._. C ENF 0001 a 0 do projeto: a te C Ac 238905 SM TCC UFS R'be`ro, Kád 0: P anejament 9725 8 46 BsccsM cc

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AGRÂBECIME§¶0S

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(3)

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03" sumäflzc Inwnodução .... . .. Lznàn

¿.N'Ez`›* BQA ' É O O u O Ó

(4)

" Os primeiros anos àe viãe são äecisives para o desenvo1vi~

mento integral ão individuo e censtitui e base para seu equilíbrio

bie~peice~eocial futuro.

Á

proteçäe š infância eenstitui e alicerce em que se funâa»

menta o preceeee ( global } de evolução âe uma nação, peäenão mesmo

coneüituir um eee fatores determinantes âe sua eituação.futura ne

panorama munâiel. Ne reeliâaäe

um

país com

um

planejaeento ãe eesig

tencia qualí e quantitativamente para a eua populeçãe infantil, que

execute este planejamente, evalianâo»o constantemente estará treba~ Ihenâo sob uma ñas variáveis meie importantes e ãeeieivoe para 9

. A .

seu äeeenvelvzmenüo ecenomlce cultural.

G ínäice de mertaliäeäe no Brasil é um eee mais altos às mgg

do.

A

eeäe,hore morrem mais de 40 crianças ne Brasil, entes de com»

terem 1 ano êe viâa, ou seja, a méãia š âe aproximadamente llô

*Zi ¡...¡ (D

crianças que merrem em 1.000 que nascem, ternanäo~ee o maior inäiqg

P-4 H 5? fiä

der ão âeeenvolvimento eo país. Segmnâo a UN ne munäe, em

1981, morreram 40 mil crianças por ãie, 19 milhões tornerem~ee ill: 3°»

M3

cientes físicos e mentais e 590 crianças por äia yerâeram e visão.

Além

äieto, a terça parte ão total âe leitos infantis âos hospitais

àes aíses em É äesenvolvimento está ceu'Ú QI) Q: S33 per crianças que scfrem

(5)

O6

r .. . . ,' . . _¡_z. , :

numero se vezes que 1nc1dem em caía crlsnçs. Sua lmporzsncza esta

relacionaâa com

a

frequente âstsrminsção de äistúbiøs nutrieiansís'

sguàos "}(l)

"S cf* Ê) ...J §..i. Ç): Q? SI-24 (D

" Oufirss causas âe mo* e morbiäsâs infansil que ss~ lientsmos são as nsoplasias malignas, que apesar às não serem pass»

No

Ê

t

¿ A

legiss de inciäsncis preferenclalmente ás infancia, tem sua

tâncía per estar em ascenção. Ko Brasil verifica-se esta Êsnäência,

.J

G) C5O

e apesar às não ser imsortants Q Índios às mortalidss~ ; grimsire

O 'š Osm -J s` mz }.J.

ano às visa, " os 5 snss de läsâe

, esse ce passa a ter síggi

. - 1?

flcsäo ”.( }

As crianças com neoplasias ssâão expostas a muifios sofrimen~

*s "'$ ›Cš` `Í\

tos äeviäos á ~-is âoença e as tratamento que gsrslmenss é eis

tusâe â nível haspitslar e smsulstorial, senda, ns grsnãe saisris,

crianças perüencentes s famílias csrenfies, nos aspectos sécie~ecos§

micsõe culturais» Os ssfrimsntas smmsntsm pelas äificuläafies às msg

ter

um

paäfão às viés que smenizem esses søfrimenäes, prsmovenäouss.

sobreviãs mais sgraäável, ãiminsinäo os sgrsves para sua ssúãs físi

ea e mental.

O ` v Q 'I

O tratamento fsmill EZ ^ älspsnssàø s crlsnça com nesplssla, tem suas

características: suger proteçãc, cbegsnäo inclusive a negíigemmaráš

' 4%

âemsis crianças às família, ou âisplieencis às nscessiâsàss básicas

da c 'â J.

ë

em äesenvolvimento, consiäersnäø desnecessário visto que

«ra go

s criança, no snüenfiimentc às família, possuí pouco tempo às viäs.

91 vc OZ ‹'

(6)

corrêncies nas oatclogias crônicas que viriam.a agravar 0 pescas-

so de viver em equilíbrio.

Ãpesar oa grande parte das âoenças que afetam a criança bra

sileira, necessitarem äe etenäimento ambulatorial, nossos hospi

taie não âispõem äe serviços neeee eentiào, permifiinäo que haja

recorrênciae hospitalares de cesoe facilmente evitáveie através

de acompanhamento ambulatorial.

Ànalisanâo essas características, coneiâeramoe que os pro«

blemae que afetam a saáâe âa criança brasileira, necessitem äe

uma assistência baseaäa numa eoorãagem globalizaâora.

"..ê*z. criança. e sua família são o objetivo primário da essisbâi

cia 9 em vez äos problemas e äoenças ee eoífioes.

á

inàiviâualiäa»

èe é avaliaâa.

A

enfênse é colocada em assistir as famílias no

uso oe suas forças para aâeptar-eo as eituações normais oe tensão ou crise encogtradas. A criança e a família são vistes como parei

cipantes e oree de decisão responsáveis com rela a sua

própria assistência".(§)

ci' Ó

Ê

Q.:

ví) W

Z

O ¡

Gonsideranâo tais afirmações torna~se eviäente a neceesiëa~

ee ão

uma

atenção volteia à saúde da criança e nível ambulatorial. Dentro äesta linha äe ação, resolvemos executar

uh

proieto

com as crianças portadoras äe âesnutrição, äiarreia, afecções ão

traoto reeeiratšrio e pacientes com neoelasias em uso de quimiofie

rápioos a nível ambulatorial no Hospital Infantil Joana âe Gus» mão. Esta opção funäamenta~se

na

falta de assistencia globeliza»

(7)

O8

da â criança, venâo-a como

um

ser bio-peico~eooial espiritual,

quer em seus aspectos sadios ou patolšgioce. Êretendemoe, tem~

bém, aprimorar nossas capeciàaâes nos aspectos referentes à eäuog

ção continuada de equipe âe enfermagem, objetivanão promover maior

eficiência no trabalho e valorização pessoal e ão grupo.

Torneeee necessário que o enfermeiro busque elevar o nível

âe saúde äa população, em.especiel à criança, âeeenvolvenão eeu senso crítico, estabelecendo es prioriâeãee âe nossa reeliäeâe.

Desta forme encontrar~ee~e o real papel âe sua profissão âirecíou

nanâo suas atenções â eeáêe ãe população. Eentro äeeta filosofia

temos como meta despertar o maior comçrometimento ãos enfermeiros

na

assistência äe enfermagem, a nível ambulefioriel ão Hospital

Q

s e Gusmão. Tenäo em viste e inexistência ee

um

tee

Ê' Lê

š

›› ‹:'§' -JóH c-O Êâ ça Q*

balho äe enfermagem, bem.oomo oe área medica, neste eetor, ob¿et¿

vendo evitar ee recorrënciae das äoençee mais comuns em noesoemio

minuição äoe agravos aos clientes com problemas crônicos.

(D 1*-3

1 Q.: -L

Este projeto, "âlfiernativee para o trabalho ão enfermeiro no emo; crio ão Hosp nf Joana de Gusmão", foi eleboraäo com

52;' c+ § C ¡«.1. ci'

šflü .J H fi) 5+ H

.

P4

(D C3

M

rã- §...I‹

a fineliäede âe atingirmos oe objetivos äe,3ë (

me

) fase

ão Curso âe Greäuaçšo em Enfermagem. Este eerá reelieoäo no períg ão ãe 05 de novembro de 1984

à

39 oe Janeiro oe 1985, com e crieg tação âe Zuleice fieria Patrício, Êrofeeeôra âuxilier da V.U.C. do

Departamento de Enfermagem âe U.F.S.C. e com a supervisão dos

enfermeiras Aâélie Tereza Ramos âa Silva e Eleonora Cristina Stog

co, memhro de C.C.I.H. ão H.I.J.G. e Chefe ão Serviço âe Enferme-

(8)

A. Bo Hosgífial:

Estrutura

o Hospital ínfâzzâil

soma

às Gusmão é mz. z=.niõ.z-zõ.e àa Fmzaâ»

ção Hospitalar äe Santa Catarina. Foi funâaâa em Bezembro de 1979.

anteriormente localizaãa à

Rua

Irmã Benwaräa junto a Haterniãaäe '

a - ¬ z

"Carmelo Dutra" com.o nome âe Hospltal Infânti¿ Edlth Gamã Ramos.

Em termos de estrutura organizacional, o äospital Infantil

F4 êzl

n É» QJÓ

Joana âe Gusmão possui s diretamente à Bireçäo Geral, três

divisões:

~ Bivisäo Méâica

vv

- Bivioao Àâministrativa

~ Eivisão Técnica

Senão que o Serviço äe Enfermagem está subordinaâo a Eivi-

são Técnica ao laâo ão Serviço Social fiéãico e Serviço de Arquivo'

`

(SAEB).

E

ms ÍÍÍQ Ó

O organograma do Hospital Infantil Joana às Gusmão, obedece

1

a linäa clássica de estrutura organizacional que corresponâe ao tg

po “linear"«

O Hospital Infantil Joana äe Gusmão ocupa uma área oonstruí#

(9)

10 220 leitos para internação, assim âisëribuíäos:

b) Pessoal

A

Equipe äe Enfermagem conta com 263 funcionários âistriboá

dos de acordo com a soa função:

`

~ 19 enfermeiros

~ 19 téonioos äe enfermagem

~ 41 auxiliares

- 172 ekenäentes

~ 12 auxiliares adminiefirativoe

Toäas a uniãeâes possuem enfermeiros, com excessão do ambu-

latório e isolamento de queimado.

äá

tambéà

um

enfermeiro para a

C.C.I.H.«

O hospital oreete serviço em toãee as eepeoieliâaâes pediá~

trioas, tenäo ainâe serviços ão apoio e âiagnoetioo ão leboraàório,

Rx, ánátomo Feàolšgioo, Banco ão Sangae, EEG, E.C.G. e Comisesäo de

Controle de Infecção äoepiteler.

B. oo .âmbezeflsérâõ V

233 ci' fã

\

Êeeeoelz G ambul io conte com 10 atendentes, senão que

somente 8 estão em ativiäades, e 2 serventes.

À

chefia de enfermagem do ambulatório este eo encargo de uma _ âee

atenèentes, senão eubordinaâa š cfiefia ão Serviço âe Enfermagem ão H.I.J.G., não existe enfermeiro específico para o ambulatório.

G etenàimento ambulatorial é feito nos dias üfeie, no horá~

äas 07:00 às 18:30 horas.

(10)

IEÀEFS,

, 40

cientes

às atenâ

para ø

Banca ão Brasil,

.. e consultas yarticulares. äão

carenfies.

O cliânfie recebe a ficha para ø imento ão IÊÀEÊS, situado a Eua

so eneaminha»se ao r H

Êã

ez; C2 ÊQ Éfi Á....~¿ ¡Sã! Qu Ô Hoíâãogo 3 ÕÍÂÍÍÊ

eferiäo méäico; para o mesmo âia

É lanu *a Fí~ic_ z a :

Vide anexo O1.

cus sua um um inn nu un na no um mn um suo 29 eansaltšriø 1 sala às vacinação l sala de antrepcmefiria sala sala sala sala sala sala sala sala 3.cørfeãoresfãe circula ãe E.G.E âe âe às âe de às ão

chefia às EEF ão ambul macas lanches a (Q.I.) ¡Ç! Ê. 0. fã' V recreação curativo Banco às Olhos «Ó 932O exte S. E' S cørreâores de circulaçãn H ›~ +~ <" C)

-Serviges Besenvolviggg ng Àmbulgtógis

;CELE§C, ELÉÊRÔSÚL, ÊÀÊÊÕÊAL, 'fififlw existe aienâimento â pa-

mšäicø que äeseja no pos» Esteves Júnior e ãepoisdüä

aí marca a sua consulta

ou gara quanäe houver.

¢'¡“r( '

càvvrlfl

Tílã

1218.

(11)

1) 2)* 3) 4.? 5) C) 'mà <'-a 21 ›~3 *j -¬ (_) U) III. ,. GERAIS

sua família na satisfação âe suas nflcessí

Àssistir a cri 3 šš K) Q) (D _

E

äaães básicas, grocuranäo atenàê«los nos seus aspectss bio~ps¿

cø~søciais, eonsiäâranäo os fâtêres reíevantes äa saúäe, incqg

tivanão o autô~cuiâaâo.

âÍ 0

B

É

0

Bespertuú r comprometimento ão grupo âe enfermeiros na

assísäência a nível ambulaxorial no Hcspital Infantil Joana èe

Gusmão.

car a técnica äe trabalho em equipe multiprsfissienal.

§.-:›

*C5 ¡,..› *-1 n

Realizar eâucação e serviço junto ass funciønários ão ambalaiá

os§iàal Infantil Joana äe Gusmão.

Í' , Q Q.:O ÊÉ

Àprimørar os conhacímentes tešrices~práticøs desênvolviâos àu»

`

açãc.

Êä. .<:

(12)

Realizar a consulta ãe enfermagem aos pacientes encaminhados

âas uniãaoee oe internação e emergência externa, portadores de

"ãeenutrição", âierréie“ e “problemas respiratórios", sujeitos

reincidência (alto risco) e outros casos oonsiâeraäoe priorifiá

rios.

1.1. Iãe1íoQ¡"o¿__oÍã az

- äivulgar à equipe méäica através às comunicação escrita

e verbal?

~ realizar reunião com os enfermeiros das uniäaäes para

proposta äe integração ão treèalho;

L

fazer visita às uniâeäee C, B, E e emergência na prime;

ra fiore de cada äie àe estágio, para âetectar os casos

prioritários no início âa âylioação ão projeto, junta~'

mente com a enfermeira äa uniäaãe;

O *S ¡..:. ci' C9*

`\

~ etenâer as crianças que preenchem oe seguintes

rios, sugeitos a reciäivas âe quadro âe diarréia, efeo~ ções respiratórias-e âesnutrição:

}.Jz g; 5.. Ç); (U (Ê

» baixo poâer aquisitivo para atenäer às neoeee bg

sícae êae crianças;

w responsáveis que não apresentam ooflheoimentos básicos

¬ ^" ^ - ¬.~ '~

(13)

:_

um

_

1

desnutrição e afecções respiratórias;

~ desajuste psico»social (promiscuidade dos responsaveis,

desajuste familiar, abondono, rejeição, etc...)

~ crianças que apresentem precárias condições de higiene, doencas parasitárias, dermatológicas e qualquer caracte

rizam quadro ae negligência e demais requisitos citaâos

anteriormente.

Gs pacientes serão encaminhados pela equipe médica e de '

enfermagem das unidades e emergência externa.

Fazer cadastramento dos pacientes encaminhados.

Ei w borar um roteiro para as consultas de enfermagem, se~*

gundo o processo ae enfermagem de Wanda Horta.

aplicar o roteiro elaborado, durante as consultas ae en-*

fermagem.

Fazer agendamento para as reconsultas, dos pacientes, cog

forme necessidade.

Elaborar um roteiro rara "visitas domiciliares".

Fazer visitas domiciliares aos pacientes que não compare- cerem a consultas de enfermagem e que necessitarem de mai

or investigação, residentes de Florianopolis.

1.2. Recursos:

- šoteiro para consultas ae enfermagem; _ Roteiro para visitas domiciliares;

(14)

um vu- un ou vw wir 3 no um ficha ` _ ÍJJ (D Ho

É

ci- Hz H) *J 1 O (D “(7 Q? Z O äos paeienàesg

sala âe consulte de enfermagem;

Enfermeiros âae uniââãee e emergência externa;

crianças e seus responšaveis;

fiéãicee;

Assistentes Sociais;

w

U1 J:

8

›J`

(gs Q?

Funeionáriee às ambulaüério;

Alunos äa VÉIE U.C.

l«3‹ Avaliagäo;

G objetivo será alcançado se:

- ac final ão estágio forem atenäidee 190% äos eneaminhemeë

tes;

- pelo nãmerø äe reinfiermeçšes pelas mesmas causas äurante

o períoâo âe estágio;

~ a longe preze, pelos enfefimeiros ão cam§o»

2. Babtibipar das discussões com es responsáveis pelas crianças in»

ternadae na Úhiäaäe áe Oncologia e sob tratamento ambulatorial.

2.1» Hhtoâologia

~ Integraçäe com Q grupo aeeistensial da Qncologia

- Farticípar das reuniões semanais promovidas pelo Serviçc

(15)

2.2.

2.3»

16

Recursos:

~ Eecureos euäio~vieuaie ( cartazes, album, serieãe,etc..)

~ sela de reuniões do embulatárie;

~

reeponeáeeie pelas crianças;

~ alunas âe Bë UC

- Assistentes sociais.

no Ãvaliecao:

~ Através àe observação ãe recepüíviãeâe, ( feeä~back ),ãos

responsáveis durante as paleetras.

« Êarëicipaçäo âe 100% das reuniões promeviâas.

3. Elaberar e participar, junte cem a equipe de eaúâe, ão projefio

"filube äe Fecientes Êortefleree de Eeençee Celíecee".

›;=› .Laä (_ . O Q;0H O. ga OO 3010- *

É

3.2.

~

Reuniões cem e equlpe reeponeavee pelo pregezo, para ela~

Çil C3 QI

ëoreção e âefiniçëes de funç

N ¬ ›

.

_ ~ '

~ implanteçao eo progeto juntamente com e equlpe response.

vel; através de reuniões mensais.

~ Fazer eetuäee específicos sobre "Doença Celíace"»

Recursos:

~ eela âe reuniëes ( auâitório e sela ãa Comieeäa de Gontgg le äe Infecção Hospitalar );

,_.I.`. â › -3 - ¬ N .

(16)

~ Enfermeiros

- Assistentes Sociais;

~ Resyonsáveis pelos pacientes;

~ Aceâêmicas;

~ Livro àe atas âas reuniões; » Bibliografia;

Sn1O 00

3.3. àvaliäg

~ Através

às

consecução do projeta e atas àas reuniões äa

equipe reepensável.

Fazer levantamento àes características äos pacientes etenäiäes.

§ë"z~?*

E C)àÓ

4alú N

äÕlÕãi&:

~ Elaborar

um

formulário { iäeèe, sexo, preblema apresente»

flw); '

Ç); (D

~ Preenchimento âe formulário apos e consulta enfermagem.

4.2. Recursos:

~ Formulešio ( M O.: _ 2,S) 0Ú sexo,preb1ema epresenteào ).

QQ!O ao

4o3o Âväliãg

Através ão lëvantámento e análise de 100% dos casos atenâi~

ÕOSQ

(17)

18 âes oo serviço. 5.1. 5:¡Ú2O 5-3- Éatoäologiaz ›. ,¡_- ' ó

~ elooorar quesolonarxo para levantamento âas neces U) }.J› Q.: Ê. (D U)

zzpli car que süiønáriü

~ levantar as necessiäades oegunâo o questionário o afirâ»

1 ¬ ~ _V~ ¬,

3

yes oe observaçoes ( supervzoâo olrota ,

elaborar

um

» 1oFJ' K

B

o de eäuoação em serviço segunäo o levgg

1 _¿_. .¬ .,

as rozlnas ãa unloaoe.

Êâ W -Jo Ó S23 Q1 Q? U1 z 'V tamenüo e conâiçõos - _ elaboraoo. out É. *o .J

Ê

O açlxoar Recursos: questionário eãuoação em serviço z *oW *šO o› (X)

~ sala âe reuoiõos

É

c“'t* O\ « rio funcionários acaäëmioos 2 0 Í' Avaliaga

- Obzšetivo será aloamçaäo se:

- 86% âos funcionários rooponäerëm ao questionário.

s funcionários comparecerem às atividades de eig

Í "'~JO "€Â Q.:O

cação em serviço.

~ Supervisão äireta afiravés äa muâança ão comportamento âos funcionários com relação às orientações prostaãas«

(18)

6. àplicar os métoäos âofiniäos pela Comissão ão Contrôlo ão Infec ~ aplicação äe novo questionário para auto» 513 <â fil J. S9 10 SJzO Qu O (53

funcionários com.relação à aprenâizagem.

ção šospitalar ão H.I.ã¢G«

5.1. 6.2; äetoäologgaz ou um ea

participar âas rouniães da G.C.I.H., referentes ao ambu~

äórlo;

levantamento äa realíãaäe ão ambulatório, com relação ao

0.1.3.;

elaborar o äisouüir plano ão ação junto à Comissão; orientar os funcionários a respeito do C.I.H.;?

P108.

fã .J ‹:'{* ä,

conhecer as rotinas ( *an _ ÍÃ3 (ü G äëoonvolvidas } pela

Í) O C) u F40 '330O K.Í

implanñação ão plano ão ação»

Recursos: nun as 00 na cp na no na

Sala ão reuniões oa C;G.I.Hz;

amoulafiário ao ä.1.J.G.; plano ão ação;

[email protected].;

funcionários ão ambulatório;

acadêmicas ão neformagom ão Sê U.C.; rotinas da C.G.I.H.;

(19)

6.3.'Àvalia§ão: E

Aprenâer e executar as técnicas relacionadas â sua aâministraçao.

supervisão das conoiçoeo âe atonoimento

gz. cf'

É

<'l

(Ô\ U) Q; gn

normas~âa C.C.I.H.;

Através âe análises dos relatšrios C..I.

F

to è 0.C.I.H

S- ÕJ ¡,_.| mx

n

Conhecer as ãrogas an '

sticas ( ação o efeitos colafierals )

7.l@ Hetoâoloâia°

~.

um ` Re cn win pu *K vz. em ou

levantar as ârcgao mais utilizaäas em peäiatria oncologi-

88,;

organizar- €.e`oaf:e sobre paciente oncolšgico e ârogas an=.,i~

olásticas; _

*

¿ r .1 , ~ ,

tre¿nar a tecnica oe administracao de QT no porloâo de 2

na unidade oe oncologia do H.I.J.G.;

Ç); ya.W U1 \Q

aplica; a técnica aos paoionteo onoolšgicos do ambulâü¿~

rio, uma vez por semana.

cursos:

bibliografia especializada;

professõra ão Eoyartamento ão Enfèrmagem äa UFSC;

méâíco rooponsávol pela Cncologia do H.I.J.G.;

Uhiãaäe de Gncologia; '

sala de aula da ohefia.ãe enfermagem;

alunos da VIII UC e interessados;

sala do afiminisüração do Q? ao ä,1,5_G_

(20)

~ Uniâaâe B.

7.3. Avaliação:

G oojetivo será alcançado se, ao final do estágio, forem

realizadas 10 téonioes â Q

Ê

Ê.“istreçšo 3 de QT com segurança pro~

gressiva.

8. Envolver os enfermeiros ão H.í.J.G. nas sriviâeâes prescritas

neste projeto e no processo de avaliação às importância no

amhulstório.

8.1. äetodologiaz

- Convidar os enfermeiros para exposição e debgte do pro-

jeto. G convite será feito pessoalmente e através às og

munioação afixada na chefia de enfermagem e unidaãe;

- Conviäar os enfermeiros para participarem das ativiäofies äesenvolviäas;

~ Reuniões para avaliáções mensais, após implantação do

projeto;

» Colaborar com âisoussão e suporte bibliográfico, com a

chefia às enfermagem, nos àebstes referentes à implantg

LO 99?O Q»O serviço de enfermagem no ambulatório do H.I.J.G;

~ Participar às mesa reâonâa " O ambularério no hospital

m

šä

im

peâiá*õz~â.‹zo", ausente â. "Ile

Jzmeâe

científica â.

u

(21)

22

8.2. Recursos:

-

Convite âas reuniões;

~ sala de reuniões às chefia às enfermagem;

- Êrojeto "Alternativas para o trabalha ão Enfsrmeiró no

ambulatório de H.I.J.G.§; ~ Enfermeiros ão H.I.J.G.; ~ Acadêmicas às 8% U.C.;

- grupo de âiscussões da F.H.S.G.§

.3. Àvsliaçäo:

- pelo comparecimento de 80% âos enfermeiros conviäaäes,@§

rante a reunião;

(22)

22~lO~84 23~lO~84 24~1o»84 25~l0~84 25~1o-84 29-1o_84 cn na na uni eu uu' uu I na

Reunião com as orienteäores e supervisores, pe»

tv

ra apresentaçao (D Q.: z-J. (Q cessão em.linhes geriasdos objefiivos do projeto.

Participação ao Diretor Geral ão K.I.J.G. do

estágio ãe 8% fase e apresentação ão grupo inte

grente do projeto.

Iv

Reuniao com as supervisores e orientadoras para

colocação dos objetivos alinheveoos.

Biscussão do Pleno de Ensino com supervisores e

orienteäoras.

Discussão ão cronograma ão planejamento.

Observação oe dinâmica do C. de estágio ( amou»

latorio ).

Observação às dinâmica ão C. de estágio ( ambu»

iscório ).

ve

É

fiicipação do IQ Seminário sobre "Controle âe

Infecção Hosgitalar", em Blumenso.

(23)

J* hd G *U 3 M :hu É É É 9 _J_ _ “_” N 5 ñ ü 3 _NH__ Ç _`J É sn mw . 3 _ Y» ,_ As __`u “U “___ \___ E Ú pin C ~ “HW _” à Ô kw ___» __V¿ M* M í Ã ll l¿ O _\

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(24)

08-11-84 » *tw- Ú) 17:00 O9«ll~8¿ ~ um na

Befinir o espaço físico para a realização ãas

consultas e ooo consultas de EEE.

Enärar em contato com a Psicóliâa para a inte~ graçäo Q; O

*o Qojeto. ¬'l

Aplicar o quesfiionšrio aos funcionários ão am~

bulafiório.

Êarticipar da reunião aãministrativa ãos enfor

meiros ão H.I.J.G. para maior íntegragão,expg

sição e äebaxe do projeto.

Earcar reuniões mensais para a avaliação do

projeto com os enfermeiros.

Q.:O Q.: O C)

Ànolisar o reoulta ëüionário açlicaäo

Nx Q; .À

aos funcionários, proparanäo ovos Los para a

EzS«

Fazer um.esboço do projeto de pacientes colía»

cos.

Befinir junto ao grupo resyonsável pela forma»

ção do Clube dos País Gelíaoos, a funçao de og

da membro dentro ão grupo.

A

partir de l2~1l-8o, as atividades serão desenvolvidas conforme

(25)

ÊIA .~.» SEGUH3â~ÊEIRA :T3

gp-É

É

'13 ;.¬› l F EORA O$~O9 O9~ll l1~l2 l3~l5 15~l7 08~09 na um ou nun 26 ATIVIBADES

Viãitãr as Hniüaües C, E; Intermediária

A

e Emergenclas, gare fazer e tri fiš ‹ v» em dos

pacientes, juntamente com a Enfermeira âe unidade, para encaminhamento e cqg salta äe EEE.

Realizar consultas de RFB aos pacientes

enceminhfios

âas uniâeäee äe Emergência

Realizar consultas de NFR aos pacientes

enceminheâes pela Geetroenterclogieta,

portadcres âe äiarréie e com oe pré~re~

quieitcs estabelecidos nos objetivos.

Realizar consultas äe EFE aos pacientes

encaminheäoe äee Emergências.

Éâeelizer as consultas âe NEE aos pacieg

tee encaminhadas pelas Uniäeâee C, E e

Intermediário»

A

Visitar as Uniäeães de Emergencia para

fazer a triagem dos pacientes, juntameg

te com a enfermeira ãa Uniâaâe, para fg zer encfimjnhamentc para as consultas âe

(26)

QÚÀRTA FEIRA O8~O9 O9~l2 08»09 O9~ll ll~l2 l3~l5 no um um dia um an um

Grientar os funcionários ccnfcrme suas

necessiãaães.

Fazer as consultas de Enfermagem aos pa

cientes encaminhaäos das Emerggncias.

Aplicar a técnica de Q.T. junto aos

pg

cientes em uso ãe Q.T. a níâel ambulaäg

Visitar as Uniäaäcs C, E, Infisrmeãiário

e Emergências, juntamente com a Enferme;

ra

às Uniãaäe para fazer a triagem âos

pacientes e posterior encaminhamento QQ

ra

as consultas às NÊ3.

Êazer as consultas äë EEB aos pacientes encaminhafcs ñas Emergências.

Fazer a consulta às HFR aos pacientes encaminhaâos pela Neurclogista, porgi ~ lã' res de Besnutrição.

Fazer a consulta de NEE aos pacientes encaminhaäos äas Emergências.

(27)

.~^.¬r 1 _ zfik. ,_Í`¡.^"'.5. _' __., 1--! f.;‹.. é--5 z ._ /Y ~:~¡'\'J'?T\ *K T¶'!1'.'¬,"'*.°:; _f'_ rw _=‹;-. z '~:,_ 1 -_ 'zz› ..z. _. -... _. _...\..-. _ . 15-17 O «to -OQ Í ;...: 99 f\ _ 'T f"z \}8*'*"..ã..‹.'.

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(28)

10:06 ~ Fazer e ceneulta äe Enfermagem aos pa» cientes encaminhaâos pelo 0nco1ogista,que

preencham os requisitos eetabeleciâos nos

objetivos.

l3~l5

~

Fazer a consulta de NÊR ans pacientes en»

¿`.\

ceminhaâes ãee Emergencias.

I 15~l7 ~ Fazer a censulta äe NFE aos pacientes an~

caminhafios äas unidades E, C. e Interme~

.f.

d1ar1o.

às âemeis afiíviäades serão põsteríermente agenâaäas âeviäo a inviabiliäaäe äe previsão ñas mesmas.

(29)

'1-

CChCLÚS¶O

TfaÇ&Ê&S 38 flefias que preconizamos atingir, convém salienp

tar aqui o interesse âemsnstraâo gar aqueleg pfgfissionais Que se

envolveram no plafiejamento äeete projeäo, em especial a '

equipe

E

1": Ê? c+J

Qnfènmagem ão Hospital ~ J ;l Joana âe Gusmão.

Tal ãemonstraçäo faz~n0s acreâitar que poäeremcs contar

com tal apoio no decorrer ão projato e até, porque não áizer, na

(D 022 ai'

í

`

contunuiâaäe às objetivo do projeto após Q términs äe ncsso -

ÊÍÓQ

(30)

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E

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ci* OS âe âeeenvolvi

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Êzf ÃV3 P4 125

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P"'\ í\) CD ¡..z \.l O

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gl -›-3 ...J H.

ø Êeula . .

vol. 2, cap. Iv, p. 1078.-1085

(low).

Eai

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&

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(33)

Míäísffialõ né EDUGÀÇÃO E cüzruaâ

UKIvEfis1nâvE Fâusaâz DE sàwfâ câwânzwâ

câfifas as CIÊNCIÀS DA sàünâ

H

SURSQ DE Gaânvâçäo Em EEFEEMÀGEM » Ewâíwe ímfmsaânc

villa. Uflínâsa cUaaIcULàB - :gw 1108

Emyâawââsm âss1swsxcIâL âPLIcAnâ

coonnmwàaoââz Frofa. aosiâa saupe

ORIENTADGRA DG PRCJÊTQ: Profa. Zuleica María Patrício

svëmavísaaâs na Paeaâføz snfâ. Àâélâa T. R. âa silva

Enfa. Eleonora C. F. Stocco

Pngêímtfiz

"áLTE3äÂTIVAS PÃRÀ_0¬TRÂEÀLäQ¢DQ_EäÊEEñEIflQ HQ#âÊBULAÍQBlQ¬QQWEzl*í,GL"

Àcâsfimíoàsz * Káàía Freitas Híbeirw

* Rasâmgela Camsäantimo

Florianõpolis, Harçø de 1985.

(34)

UCIâS EÉ SAÚD“ ÊÊ .'31 !:`\ U [121 <3 va ÊÊ9 “T "f à _ Eflslxo íwwmssânc E 1ERhA C) fiz* Fvd UI C) U U3 C1 às *à 3-* W)W (3 šë Ç.) Ç?

VIIIa UHIEÂQÉ “URÊI”JLÂR ~ INT 1103

EHFÀPKAGEY êSSI$mE"uIAL AFLI“ADÀ

CvCRDENÀD3ÊÀ Frofa. Roslta Saupe

”RIÉ*TÀD RA DO PRQJETO Profa

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SUPEQVISOÊÁS DO

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Zuleica Maria Patrício

Adélia f. a. aa silva

Eleonora C. F. Stocco

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* Rosange¿a vonstantino

(35)

uooouoo MENSAGEM ,,.,,. , ÂGRâDECIHENTGS Í II III IV V YI uu na vu na _ um nn. nn um os um na no um *1 c> tv G wa wa .›. *za Em ~ C/Ze ci GBJETIVG ÇwH tê! ;IVQ C3 W QW ›~3 -3 H4 CD OBJETIYO O U1 ¢4

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+4 VO <3 tn 01 šäP <@Q (Ê E+ ETIVÚ GBJETIVO CGNCLUSÃO III O O ICC CD HQ 230 NQ 21w HQ HQ HQ HQ O n I I O LTADÔS DOS 1 2 3 4* 5 fz 7 8 .II Rscomsâsâçüss BIBLIGGRAFIÁ ANEXOS .. .O SUMÁRIO 000000 IUOCOI IOQIÓI OOOOIO OBJETI Qcbibu .DOIDO 000000 000000 000000 OOQIII UOIOÍO OÓIIIO OIÓQOI 00000. 000000 OQQOQQ II. 0.0 0.0 000 VOS COC 000 000 CDU OGU IIÓ III GCI 'OI UOC I.. iii I O O I PED O I O O O I Q I O I I O O I O I Ó I I O I I U O O O O O m

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(36)

não mudar, as necessidades físicas persistiräo, bem como '

as desventuras, sem que auxílio físico algum possa remediá

los totalmente. À única solução está em purificar e human;

daãe. A ignorância é a maë de todos os males e misérias. '

Quando o homem tiver luz, e for ouro e espiritualmente foz

te e educado, então a miséria findarš. Àinda que oonvertaê

mos nossas casas em asilos de caridade e povoemos a terra!

hospitais, as misérias humanas não terminarão enquanto não

se mudar a índole do homem."

("SwÀNI VIVEKÀNANDÀ"-.Do Livro À snscâção os xfowfzâns.)

(37)

AGRÂDECIMENTOS

AOS `

PAIS

A

quem, em todas os momentos, mesmo distantes, nos assistiram com carinho e dedicação, oferecemos a nossa conquista, porque realmente a nossa vitoria também lhes pertence.

ÂQS MESTRES

Aos nossos mestres, pelas lições de saber, pela orientação oonstag te, pela dedicação e renúncia pessoais, por repartirem suas eXperiën~' cias de vida e auxiliarem a trilharmos este caminho, manifestamos nos»

3

so reconhecimento e estima.

À TODGS

A todos aqueles que pela dedicação, pela amizade ou pelo simples '

convívio ao longo desses anos, a nos se ligaram pelo vinculo da expen; ëncia comum.

osmeâno

KÁDIÀ fz sosãsssuà

(38)

Àtendendo aos objetivos da VIII Unidade Curricular do Curso de '

Graduação de Enfermagem da UFSC, decidimos elaborar e executar um '

projeto de assistência a criança a nível ambulatorial, tendo em vis

ta a necessidade sentida durante o curso, que não proporcionou uma'

vivencia nesta área, isto ë, no verdadeiro eapel do enfermeiro na '

prevenção da doença e recuperação da saúde, além do desafio de cri-

ar e executar um trabalho inexistente no ambulatório do Hospital Ig

fantil Joana de Gusmão.

0 Projeto denominou~Se "ALTERNÀTIVAS PARA O TRABALHO DO ENFERME§

ao No .ofsniaroalo no H. I; J. G.“, o foi âoooovoiviâo oo período ao

O5.ll.8e a 30.01.85, por nós, acadêmicas de Enfermagem, desempenhag

do funçoes idênticas.

Para execução deste Projeto, foram utilizados recursos físicos e

materiais da Instituição e a colaboração de Zuleica Maria Patrício'

Q» 93 Ui :Mio F-J <3

como orientadora e Adélia Tereza Ramos a e Eleonora Cristina

Felipe Stocco como supervisoras.

acreditamos que o enfermeiro só se identificará com a profissão, quando trabalhar juntamente com a população, na busca de soluçoes '

para seus problemas que afetam direta ou indiretamente sua saúde 7

bio-psico~sooial.

"A Pediatria Scoial preconiza a assistência global da criança,em

.EI

qualquer lugar onde ela se encontra, incluindo nesta filosoiia o gë

hospital e envolve como obrigação ña assistencia a criança, não sé'

os pais ou responsáveis, mas todas aspessoas . da comunidade onde '

(39)

05 que se encontre em estado de saúde ou doença.

âtravës da hospitalização desta criança, ou da procura do servi- ço para recuperar a sua saude, deve-se abranger eduoativamente esta

criança e sua família como um todo, afim de contribuir š manutenção

da saude após sua alta hospitalar." (O2)

Considerando que as priâipais causas de morbidade e mortalidade' da população infantil brasileira, podem ser evitadas ou minimizadas através de ações educativas, vimos a importancia destas ações a nie

vel de ambulatório hospitalar, aproveitando assim o momento da doeg ça para atender os prioípios preconizados pela Pediatria Social.

(40)

II _ RssUL'rAs0_dcnos_ _ _ oBJErIvo§ . _ _ E3QBo.s';Q$_ 7.7, L-

Qh¿gLi1g*E£_Q1: "Realizar a consulta_de Enfermagem aos pacientes encaminhados das unidades de internação e emergencia externa, por tadores de "Desnutrição, Diarreia e Problemas Respirat6rios"; su-

jeitos a reincidëncias(alto risco) e outros casos considerados '

prioritários".

~=

,

A execução deste objetivo iniciou-se com a divulgação š equipe

médica e de enfermagem, e solicitação de colaboração; através de'

comunicado escrito (anexo I) e discussão em reunioes, além de cog

tetos individuais.

A triagem dos pacientes que necessitavam de consulta de Enfers

magem eram feitas nas unidades, nas primeiras horas de cada dia Ê

de estágio, durante os meses de novembro e dezembro, juntamente '

com a enfermeira responsável de cada unidade. A partir do mês de” janeiro, os encaminhamentos foram feitos pelas enfermeiras das '

respectivas unidades e médicos, sendo que o número de encaminhae*

mentos reduziu consideravelmente. Acreditamos que tal problema de

ve-se aos seguintes fatores:

~ Falta de conscientização por parte de algumas enfere'

meiras e médicos,

_ Grande número de profissionais envolvidos em férias, - Diminuição da procura dos serviços hospitalares pela'

(41)

07

Foram atendidas vinte(20) crianças portadoras basicamente dei'

Desnutrição, Diarréia e Problemas Respiratóríos; sendo que, a mai

cria delas, com associação de precáriaslcondições, doenças parasi

tãrias e dermatõlogicas. Este atendimento foi feito através de um Roteiro de consulta de Enfermagem (anexo II) e apõs cadastrados (

anexo III).

Quatorzeíle) pacientes foram agendados para reconsulta, cincoí O5) destes retornaram para a mesma e para dois(O2) pacientes fee!

ram realizadas visitas domiciliares atraves de um Roteiro especí~

fico (anexo IV).

Azaijagãg:

Tendo em vista que 100% dos encaminhamentos foram atendidos e'

que não houve reinternações dos pacientes consultados, pelas mes- mas causas naquele periodo; consideramos que o objetivo foi plena

mmmeafingdm

Lastimamos porém, que a longo prazo, este objetivo não poderá' ser avaliado, visto que este projeto não terá continuidade pelas*

(42)

O N9 : "Participar das discussões com os responsáveis pe-

las crianças internadas nas unidades de oncologia e sob tratamento

ambulatorial".

ggfigztadgsz

Através de contatos com a equipe assistencial responsável pelo'

serviço de oncologia ( médicos, psicóloga, enfermeira e assistente

social), identificamos a existência de um trabalho com os pacientes onoológicosíreunišes clínicas).

,nv

Constatamos que, além destas reunioes clinicas, realizadas todas as sextas-feiras as oito horas, existia o "Projeto de äcompanhamen'

to aos pacientes da quimioterapia", elaborado pelas assistentes so-

ciais íanexo V). Como nosso objetivo era de integração a estas ati~

vidades, limitamos a participação neste grupo.

^ * .~ e 1 v

_, ~

-

Quanto as reunioes clinicas, concluimos, atraves da participacao

de duas delas, que tal trabalho não satisfazia nosso objetivo, pois nem todos os pacientes em estudo obedeciam nossas prioridades, tora

nando~se desta forma, uma atividade ociosa.

Com relaçäo ao proieto do grupo de assistentes Sociais, o mesmo*

não foi posto em pratica durante o período de estágio.

Apos várias discussões, concluímos que a maneira mais viável de' adaptação deste objetivo a realidade constatada seria a abordagem *

dos pacientes individualmente, prestando-lhes orientações, aprovei~ tando o momento da aplicação da quimioterapia para tal orientação. Com relaçäo aos pacientes da clinica oncolõgica, estes fofam enca-'

minhados pelos médicos oncologistas e enfermeira da unidade oncoléz

(43)

09

à3La.liê.c.`š.s>..=

Tendo em vista, a necessidade de adaptação deste objetivo, acre-

ditamcs të~lo atingido em sua essência original, ou seja, orienta~' ão ao aciente e sua família 9 a nível individual.

(44)

Opjezjyg É? O3: “Elaborar e Participar, junto com a equipe de saúe de no projeto "Clube de Pacientes Portadores de Doenças Celíacas".

~=

\Foram realizadas reuniões para definição de funções e elabora-'

ção do Projeto "Participação dos responsáveis na proposta alimen-* tar da criança portadora de DGENÇÀ CELIdCâ"(anexo VI)

A

população alvo foi estimulada a participação no projeto através'

de carta-convite e contatos diretos durante consultas com os gas~'

troenterologistas. (anexo VII).

0 proãeto foi implantado em reunião realizada no dia O%.l2.8ä.(

anexo VIII}.

Posteriormente, ainda durante a nosso período de estágio, foi rea;

lizada a 2% reunião, conforme ata. (anexo IX).

ainda em cumprimento aos objetivos do projeto, foram realizados estudos específicos sobre doença celíaca (anexo X).

gya¡jgpãQ QQ Ohfigzjzg:

Este objetivo foi atingido plenamente. O projeto foi elaborado e implantado, assim como foram feitas atas de todas as reuniões

Q

(45)

ll Opjgziyg HQ QE: ""Fazer levantamento das caracteristicas dos paci entes atendidos".

~=

'

Foi elaborado um formulário e preenchido com as earacterísti-3

cas de cada paciente por nos atendidos (anexo XI).

Das 20 crianças atendidas, G8 estavam na faixa etária de OlL~

-466

meses, Ok entre

O7;-~Âl2

meses, Os entre l3L-»«À24 meses,'

O3. entre

25L--436

meses e Ol tinha a idade de O8 anos.§

z Quatorze (14) crianças pertenciam ao sexo masculino e seis€O6}

ao sexo feminino.

À grande maioria das crianças apresentavam associaçëes de pro»

blemas. Destas, doze (12) apresentavam Desnutrição, nove (S9) a-' presentavam Diarréia e seis 506) com problemas respiratórios. Ás'

demais associações estavam entre um (Gl) ou dois (G2) casos.(anea xo XVII 1.

Estes resultados, comprovam a afirmação de que os problemas *

que mais afetam a criança brasileira, apesar da amostragem não ^'

N .

..

. N

.N

- Í. Q

ser tao significativa, sao a Desnutriçao, Diarreia e Problemas

äespiratorios. Aya I

3' ggfg:

Este objetivo foi atingido 100%, visto que foi feito levantaefi mento de todos os pacientes atendidos.

(46)

Obietizg HQ QÉ: "Orientar os funcionários conforme suas necessida-

des e dificuldades no serviço."

~=

Foi elaborado e aplicado um questionário para levantamento das 1

necessidades dos funcionarios, com relação as suas atividades.(ane~ xo XII).

Gbservamos que a principal necessidade apontada atraves do ques- tionário e através de observação direta dizia dizia respeito ao Cog trole de Infecção Hospitalar.

Posteriormente elaboramos um plano de educação em serviço (orieg taçõesš, denominado "Noções De Métodos de Controle de Infecção Hose

pitalar "íanexo XIII).

Foi utilizada na metodologia a aplicação de pré e p5s~teste após

as orientaç5es.(anexo XIV?

gira !

3' GE pägz

Dos sete {O7> funcionários em exercicio na época em que o quest;

onšrio foi aplicado, 85,7% (063 o responderam.

Dos nove (G9) funcionários em atividades por ocasião da educação

em serviço, oito (O8) compareceram, ou seãa, 88%.

, Foi aplicado novo questioñârio para avaliação do nível de aprená

dizagem, conclui-se que o resultado foi satisfatório.

?elo que pudemos observar, apesar do curto período de supervisão

. . _ . V ‹ Í ç

notamos mudanças positivas no comportamento dos funcionarios, apos

as orientações.

(47)

13

Qgjetizg NQ Qá¿ "Aplicar os métodos definidos pela Comissão de Coz

trole De Infecção Hospitalar do H.IÊTÍG.".

R§§31{j¡§¿g"Q§:

Burante nosso período de estágio no H.I.J.G. não foi possível *

comparecer a nenhuma reunião da G.I.H. deste referido Hospital, re~

ferente ao ambulatório, visto que estas não ocorreram.

Desde os primeiros dias, em observação direta e indireta, tenta~

mos levantar a realidade do ambulatório em termos de controle de ig

fecção hospitalar. Chegamos assim a conclusão de que muito pouco '

era feito eficazmente.

Âtravês destes dados, discutimos com a enfermeira responsavel pe

«J Q? C)

0

_ C.I.H., uma maneira de atuação no ambulatõrio, sendo que esta'

nos apresentou um plano já elaborado em época simultânea aos das de mais unidades.

Em quinze ílã) de janeiro de 1985 foi apresentado oficialmente d

este plano a equipe de funcionarios do ambulatório, sendo marcada '

data de início da execução para priemiro ílfi) de fevereiro de 1985,

visto que os serventes do ambulatorio estavam em férias no mês de '

ianeiro.

À orientação dos funcionários deu~se juntamente com a educação '

em serviço, vide o objetivo n9 O5.

Êara que nossa atuação na C.C.Í.H. fosse mais efetiva, participa mos do “IQ ãeminário Sobre Controle De Infecção Hospitalar" realiza

do em Blumenau na data de 26.10.Se, ministrado pela Enfermeira Ma~'

ria Lucia ?imentel De Àssis Moura.

(48)

Tendo em vista os vários fatores acima relacionados, ääo foi pos

sível implantar o plano de ação elaborado pela C.C.I.H. do H.I.J.G.

desta forma, a supervisão das condições de atendimento a estas nora

mas, foi prejudicada.

(49)

15

'23 :o

Ogãgzfigg i

Qz: "Conhecer as drogas antiblásticas É ação e feitos'

colaterais Ê. Aprender e executar as técnicas relacionadas a sua ad ministração".

ãsselLados=

Foi realizado levantamento das drogas mais utilizadas em pedia»'

tria oncolõgioa íanexo XV).

No dia 22.ll.8M, realizou›se um debate sobre o Paciente Gncolô-'

gioo e drogas antiblásticas, sendo que o mesmo contou com a parti~

oipação de 35 elementos íanexo XVI). Participaram também, como cola boradores, Dr. Lincoln VÁ Àbreu, médico do serviço de oncologia do' H;I.J.G. e Professora Vera Radüinz, enfermeira do CEPGN.

0 debate foi de grande sucesso, onde pudemos observar o interes~

se e participação efetiva de todos os presentes.

Haviamos nos propostos a;realizar treinamento da técnica de adm; nistração de quimioterapia no período de dois dias, na unidade de '

oncologia do E.I.J.G;§ Constatamos a improdutividade de treinamento

desta técnica na referida unidade, visto que a maneira como eram ea

xeoutadas, pouco acrescentava ao nosso conhecimento. Desta forma rg

solvemos executa-las com nossos próprios conhecimentos na sala de *

quimioterapia do ambulatório, realizando simultaneamente orienta~ '

goes sobre administração e cuidados com a aplicação de qnimioterãpi

cos ao funcionário responsável . Tal atividade foi realizada às ter

as-feiras durante 7 o periodo de está io.

gzagjagãgz

(50)

das mais de 10 técnicas de administração de quimioterâpicos com se~ gurança progressiva.

(51)

17

Oëjetjzg E9 QQ: "Envolver os enfermeiros do §.I.J;G. nas atividades prescritas neste projeto e no processo de avaliação da importância' no ambulatório".

R§§g¡§aQQ§:

Para o cumprimento deste objetivo, foi realizada a primeira reu»

niäo no dia l9.ll§84 para a exposição e debate do projeto.

Ha ocasião, encontravam~se presentes todos os enfermeiros, sendo

que os mesmos mostraram~se bastante interessados e entusiasmados, '

propondo~se a participarem das atividades a serem por nos desenvol~ vidas.

Durante o desenvolvimento dos trabalhos, a participação não foi'

aquela esperada conforme espectativas do primeiro contato. As can-'

sas apontadas, pelos enfermeiros, com relação a participação pouco*

efetiva foram: -

- Falta de tempo pela sobrecarga de trabalho;

« as dificuldades que teriam em dar continuidade ao projeto e a

provável inviabilidade de implantação deste.

nos dias 28, 29 e 30 de novembro de 1984, durante a Segunda Jor- nada Científica da Fundação Hospitalar de Santa Catarina, foi apreé sentado pela chefe do serviço de enfermagem do H.I.J.G., o tema “O

Ambulatôrio no Hospital Pediátrico”, baseado neste progeto. Naquela

oportunidade, foi evidenciado o interesse por parte dos enfermeiros

do H.Í.J.G., em dar continuidade ao nosso trabalho.

Avaliação:

Tendo em vista o comparecimento de mais de 80% dos enfermeiros '

em exercício, durante as reuniões, concluímos que o objetivo foi al

oançado. No entan ci* O considerando que não houve um comprometimento'

\l

efetivo de todos os enfermeiros, e a perspectiva da não continuida~

(52)

III ~ CONCLUSÃO

Ao concluirmos o curso de graduação, ficou evidêncíada a import'

tãncia que a VIII Unidade Curricular teve em nossa formação profis-

sional. Âcreditamos que este período da graduação é fundamental, pg

is nele, através dos nossos conhecimentos adquiridos durante as Uni dades Curriculares e nossa criatividade, conseguirmos sentir o “SEEV

profissional, o qual foi sendo escupido passo a passo durante nossa

formação.

Das diversas áreas de atuação do

enfereiro,

ficou evidenciado '

com a consecução deste Projeto, um espaço tão rico e ainda inexp1o~ rado pelos enfermeiros, como um ambulatšrio em hospital pediatrico.

Haste Projeto "ALTERNATIVAS PARA O TRÀBÀLHO DO EEFERMEIRO HQ ÀM-

BULÁTÓRIO DO H.I.J.G.”, demonstramos algumas opçoes que o Enfermei~

ro tem para desenvolver seu potencial a nivel ambulatorial.

O ambulatório pediátrico ê, em sua essencia, um local de preven~

ção dentro do contexto hospitalar, onde, através da procura deste '

serviço, basicamente, no momento da doença, aproveita-se para fazer prevenção desta e de outras patologias evitaveis.

Ao final do estágio, observamos que os principais problemas apra

sentados pelas crianças por nos assistidas foram, essencialmente a- queles que constituem o maior índice de morbidade e mortalidade in-

fantil no Brasil (Desnutrição, Diarréia e Doenças Respiratórias). '

Em se tratando de doenças evitáveis, comprova~se assim as péssimas'

condições da criança brasileira. Condições estas que não lhe permi~ te manter-se em estado de resistência as doenças de ordem fisica, '

(53)

19

Queremos através destas constata 9 ões s alertar a equi 13 e de saúde, em especial ao enfermeiro, para o comprometimento deste com a saúde

infantil, pois acreditamos que o enfermeiro sô conquistará seu espa ço, quando encarar o cliente como um ser inserido dentro de um cone texto social ou se'a trabalhar com 9 3 e para a comunidade. Desta foz

me o papel do enfermeiro estará implioitamente definido.

Nossa proposta de atuação, apesar de ter tido grande repercussão

na instituição e aceitabilidade durante a execução do Projeto, näo'

conseguimos dispertar para o real comprometimento no que se refere' a organização para continuidade deste Trabalho. äupomos que tal fa» to deva-se a inexistência de uma filosofia de consenso dentro da eg fermagem naquela instituição referente ao aspecto da assistência '

(54)

IV ~ REGO? E3 Q» Â) ÕES

..-..z..._..._..._..ä...

O1. Que a VIII continue com o atual sistema de livre escolha de eae po de estágio e orientador. Porém, que haja uma definição clara e '

concreta dos objetivos desta Unidade.

O2. Eeformulação na distribuição das Unidades Curriculares do curso

de graduação de Enfermagem, de tal forma que a saúde do adulto seja

vista antes da saúde da criança, visto que a pediatria requer maior

99!O

habilidade e perceoç na assistência.

O3. Que seja inserido o ambulatãrio, como mais um campo de estágio,

na disciplina de pedíatria,«criando assim mais uma opção de viven-'

ciar a Pediatria Preventiva.

8%. Que os Enfermeiros do H.I.J.G., através deste nosso estímulo, É

encontrem suas alternativas de atuação no seu ambulatôrio.

O5. Que os Enfermeiros do H.I.J.G., criem uma filosofia prôpria pa-

ra o serviço de enfermagem e se unam em torno da mesma, lutando pe;

Referências

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