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Diversidade e composição de Odonata (Insecta) dos Lagos do Baixo Rio e checklist da Fauna do Espírito Santo

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Diversidade e Composição de Odonata (Insecta) dos Lagos do Baixo Rio e checklist para o Espírito Santo

Keyla Vieira da Cruz

Dissertação de Mestrado em Biodiversidade Tropical (Ecologia) Mestrado em Biodiversidade Tropical (Ecologia)

Universidade Federal do Espírito Santo São Mateus, julho de 2016

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Àqueles que acreditaram em mim estimulando-me ainda mais;

A minha amada família e amigos que sempre estiveram dotados de paciência, compreendendo minha ausência resultante dos compromissos acadêmicos.

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“Imagino-me como uma borboleta, onde o crescimento é notável e sua metamorfose é algo deslumbrante. Esses dois anos significaram em minha vida mais uma fase, em que com certeza muitas transformações ocorreram. Assim como a borboleta, que não está totalmente formada no primeiro instar, também necessito de tempo e esforço para meu desenvolvimento. Uma vez ouvi dizer que o conhecimento era a única coisa que eu poderia ter sem correr o risco de que me tirassem, hoje me considero uma pessoa com um pouco mais de “posses”. Mais um ciclo se encerra, dando início a novas expectativa, pois ainda não sei de que cor serão minhas asas e nem quando poderei voar”.

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AGRADECIMENTOS

Na realização deste trabalho contei o com o apoio de diversas pessoas que foram fundamentais para que tudo desse certo. Alguns me deram um pouco de seu conhecimento, outros cederam a mão de obra, e teve aqueles que até mesmo apenas estiveram por perto e que nos momentos de nervosismo me apoiaram e no mínimo me fizeram sorrir.

Agradeço primeiramente aos meus queridos Orientador e Co-orientadora, Frederico Falcão Salles e Karina Schmidt Furieri, que se dispuseram a me orientar e sempre me atenderam com grande paciência e compreensão, sendo como verdadeiros pais para mim, pela responsabilidade, disciplina e experiência que me proporcionaram.

Ao Dr. Leandro Juen e a Drª. Thatianna por terem aceitado fazer parte da banca examinadora.

Agradeço a FAPES, pelo financiamento de dois anos de pesquisa.

Ao programa de Pós Graduação em Biodiversidade Torpical.

A equipe do Labsei (Laboratório de Sistemática e Ecologia de Insetos) Daniel, Evandro, Fabiana, Kamila, Maísa, Rayner e Taís, por me ajudarem nas infinitas coletas de Odonada.

Daniel e Maísa pela descontração no Lab, Daniel imitando fielmente o Silvio Santos e os caras da manutenção do ar condicionado entre outros, e Maísa com suas danças estranhas (rs), Maisinha, também sou grata por me acolher por vários dias em sua casa, ou até mesmo ir para minha, não me deixando ficar sozinha e com medo.

Evandro, por sua imitação não tão boa quanto a do Daniel, mas talvez até mais engraçada (justamente por isso), e por conceder momentos de “povo de humanas” com nossos papos de “miçangueiros”, sobre religião, política, ética, direitos humanos e tantos outros assuntos pertinentes.

Às “irmãs” Fabiana e Kamila, as mais corajosas e felizes no campo, terei boas recordações de vocês, sempre com alguma dica para os trabalhos científicos e até mesmo conselhos pessoais.

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Taís, que me cativou, sempre dotada de atenção e cuidados para comigo nos momentos de descontração e nas horas em que mais precisei, muito obrigada amiga, você só não pode juntar com Maísa, vocês são muito sapecas juntas, mas eu amo vocês.

E em especial ao Rayner, que levarei para sempre em meu coração, um irmão que escolhi, que dividir tudo, campos, coletas, Odonatas, comida, água, cama, casa, felicidade, tristeza, festas, ressacas... Que esteve presente em cada momento, e com certeza iremos dividir muitas lembranças, e histórias. Eu viveria com você no mínimo, por mais uma década sem ter problema algum, e continuaríamos com a nossa “família tradicional brasileira”.

Agradeço ao Marx, por me ajudar a cuidar do Rayner (risos), por estar em quase todas as etapas deste trabalho, por me acompanhar em 70% dos meus campos, por produzir vários mapas lindos para este trabalho, por me aturar quando estou de mau humor, e sempre levantar o meu astral. Muito obrigada amigo, sem você tudo seria mais difícil.

Aos meus pais que me apoiaram em toda a trajetória mesmo diante de momentos difíceis em suas vidas, e aos demais amigos não citados, mas que de alguma forma estiveram presentes.

A conclusão desse trabalho não resulta somente em uma dissertação que ficará disponível para aqueles que se interessam pelas belas libélulas, mas eu também o classifico como um registro ambiental, histórico e social, sendo um marco em minha vida, por poder explorar as áreas que sempre vi a necessidade de serem estudadas, e por isso sinto-me lisonjeada por ter tido a oportunidade de pesquisar e conhecer um pouco mais sobre a região em que cresci. Lisonjeada por poder contribuir, através da ciência, para que saibamos um pouco mais sobre situação desta região que vem sendo cada vez mais castigada pelo desenvolvimento desordenado. A conclusão deste trabalho também é um marco numa família que veio da nascente do Rio Doce (MG) e hoje mora onde ele encontra o mar (Linhares-ES), uma família de trabalhadores rurais em que os chefes não concluíram o Ensino Fundamental, mas hoje por meio das políticas públicas da última década, e do Programa de Pós Graduação em Biodiversidade Tropical terá um de seus membros com um título jamais imaginado, Mestra!

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SUMÁRIO

INTRODUÇÃO GERAL ... 15

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ... 18

CAPÍTULO 1 REVISÃO DA DIVERSIDADE E DISTRIBUIÇÃO DE ODONATA (INSECTA) DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO... 21 Introdução ... 22 Objetivo Geral ... 23 Objetivos Específicos ... 24 Material e Métodos ... 24 Área de Estudo ... 24

Coleta e Deposição do Material ... 25

Resultados ... 25

Discussão ... 36

Referências Bibliográficas ... 39

CAPÍTULO 2. DIVERSIDADE E COMPOSIÇÃO DE ODONATA NAS LAGOAS DO BAIXO RIO DOCE, COM NOTAS SOBRE A FAUNA DO ESPÍRITO SANTO ... 48

Introdução ... 49

Objetivo Geral ... 50

Objetivos Específicos ... 51

Material e Métodos ... 51

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Coleta e Deposição do Material ... 52

Análises Estatísticas... 52

Resultados e Discussão ... 53

CONCLUSÕES GERAIS ... 61

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ... 62

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INTRODUÇÃO GERAL

Os trópicos são altamente diversificados, comportando variáveis ambientais que correlacionadas com a latitude levam a biodiversidade tropical ser considerada maior que a diversidade biológica das outras zonas climáticas (BOYERO, 2011). O processo lento e gradual de formação geológica da região está, intrinsecamente, relacionado com os altos índices de diversidade de espécies que atualmente são encontrados em países como Brasil, Colômbia Peru e Equador, denominados megadiversos (JOLY et. Al., 2011)

No Brasil se encontra a maior cobertura de florestas tropicais do mundo, especialmente concentrada na Região Amazônica, fator que, aliado a sua extensão territorial, diversidade geográfica e climática, faz dele o principal entre os países megadiversos do Planeta, englobando de 15% a 20% das 1,5 milhão de espécies descritas na Terra (LEWINSOHN&PRADO, 2000).

Lamentavelmente, essa grandiosa diversidade tem sido destruída, comprometendo a sustentabilidade do meio ambiente, a disponibilidade de recursos naturais e, assim, a própria vida na Terra. Para Boyero (2011) as áreas tropicais, normalmente localizadas em países em desenvolvimento, desempenham um papel de destaque nesse cenário, pois seus índices de degradação de habitat e perda de biodiversidade são excepcionalmente altos. Para reverter esse problema um dos maiores obstáculos para a conservação da biodiversidade tropical, segundo Pimm et al. (2001), é a falta de informações que permitam o estabelecimento de prioridades e a concentração de esforços em ações práticas.

Para a Mata Atlântica há estimativas de 10.000 espécies vegetais e milhares de espécies animais, sendo muitas delas talvez ainda desconhecidas pela Ciência, da Mata Atlântica brasileira restam apenas de 11,4 a 16% da cobertura vegetal original (Ribeiro et al., 2009), sendo que, este bioma encontra-se no limite máximo de fragmentação, onde menos de 8% são fragmentos com mais 100 hectares (Inpe & SOS Mata Atlântica, 2008) o que reflete no risco de extinção de espécies (269 espécies ameaçadas neste ecossistema de acordo com o IBAMA, 2003).

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O Estado do Espírito Santo, se encontra na região sudeste do Brasil, em sua porção oriental, delimitado ao norte pela Bahia, a oeste por Minas Gerais e ao sul pelo Rio de Janeiro. Segundo o IPEMA (2005), o Espírito Santo abrange uma área de 45.597Km², sendo que aproximadamente 90% desta área originalmente já foi ocupada por Mata Atlântica, e ecossistemas como brejos, restingas, manguezais, campos de altitude e campos rupestres, ocupavam a área restante, da cobertura original atualmente restam apenas 9%, consequência de alterações ambientais que o estado vem sofrendo desde sua colonização

O Estado possui alta diversidade em relevo, geomorfologia e redes hidrográficas, apresentando altitudes que variam desde o nível do mar até 2.897m, 3 grupos morfoestruturais (Depósitos Sedimentares, Dobramentos Remobilizados e Maciços Plutônicos), e número variável de ottobacias, sendo que esse número pode chegar a 20 ottobacias, em nível mais detalhado (PAULA, 2006).

Incorporada à região hidrográfica do Atlântico Sudeste, a Bacia do Rio Doce ganha destaque por possibilitar atividades econômicas bastante diversificadas. Localizando-se entre os paralelos 17°45’ e 21°15’ de latitude sul e os meridianos 39°55’ e 43°45’ de longitude oeste, com uma área de drenagem de aproximadamente 86.715 km², entre os estados de Minas Gerais (86%) e Espírito Santo (14%), é portanto uma bacia de domínio federal (PLANO INTEGRADO DE RECURSOS HÍDRICOS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO DOCE, 2010), sendo para o território capixaba a área de drenagem com maior volume de vazão em metros cúbicos por segundo (COELHO, 2007).

Com grande proporção para o estado, e ocupando cerca de 1/3 da sua área, o Rio Doce, na porção mais baixa do seu curso, no centro-leste do Estado, no município cidade de Linhares, reúne um conjunto lacustre formado por dezenas de lagos. Estes lagos são distribuídos em domínios geomorfológicos diferentes, podendo ser classificados em lagos externos e internos, estando os externos localizados entre o platô terciário e a planície costeira quaternária, com comprimento que varia de 1 a 10 km, e os internos, na margem esquerda do rio, sobre tabuleiros da Formação Barreiras, sendo estes, de dimensões maiores (Hatushika et al., 2007)

(11)

Pouco se sabe acerca da origem e evolução destes corpos lacustres, Suguio & Kohler (1992) mostram que, estes, podem ser o produto da dissecação de antigos vales fluviais, na última Transgressão (5100 anos AP), e posteriormente inundados no Holoceno, com o amento do nível do mar. Para Hatushika (2005), esta formação se deu a partir da atuação de movimentações neotectônicas e variações do nível do mar ao longo do quaternário, ideia compartilhada em estudos realizados por Mello et a. (2005), ao apontar a reativação tectônica como responsável pela orientação das redes de drenagem. Segundo o autor, Os lagos da região de Linhares apresentam suas margens orientadas por feixes de lineamentos na direção NW-SE (noroeste- sudeste), sendo este feixe de lineamento, o mesmo que se estende ao longo do trecho final do curso do rio Doce até ao mar de Regência, estando o rio, fortemente associado a formação dos lagos.

A bacia do Doce é dividida em três subunidades, Alto, Médio, e Baixo Rio Doce sendo as duas primeiras em Minas Gerais e a última no Espírito Santo, onde a bacia integra 21 municípios em uma área de aproximadamente 14.500 km2 (ANA

2001), e subdividida dividida em um número variável de sete a dez subbacias, conforme a classificação utilizada (Instituto Jones dos Santos Neves, 2009). Das três subunidades, o Baixo Rio Doce, é considerada a área mais conservada, contemplando áreas de mata ciliar, remanescentes de Floresta Atlântica e fragmentos de manguezais junto à foz. Contudo, além dos problemas ambientais desencadeados no próprio estado, recebe toda carga de sedimentos e poluentes vindos de Minas Gerais (ANA 2001).

A situação do rio Doce foi agravada com o rompimento das barragens de Fundão e Santarém, em 5 de novembro de 2015. Foram liberados 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração no rio Doce, sendo considerado o maior desastre, deste tipo, da história mundial em cem anos, equivalente à soma de dois eventos ocorridos nas Filipinas, em 1982 e 1992 com 28 e 32,2 milhões de m³ de lama respectivos, que até então eram os maiores acontecimentos do gênero registrados no mundo (ICMBio & MMA, 2016). Diante dessas condições,

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o maior manancial de água doce do Estado do Espírito Santo apresenta atualmente, uma situação crítica com efeitos socioambientais irreparáveis.

Cerca de 97,5% da água disponível na Terra são salgadas e 2,49% estão concentrados em geleiras ou regiões subterrâneas, e 0,007% de água doce disponível em rios, lagos e na atmosfera (SHIKLOMANOV, 1998). O Brasil detém cerca de 12% de toda a água doce disponível no planeta, sendo esta, destinada ao consumo humano, irrigação e atividades industriais, o que gera graves problemas relacionados à distribuição irregular dos recursos hídricos e o desperdício presente em todos os níveis da sociedade (AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS - ANA, 2002).

A análise dos corpos d’água é necessária, pois os recursos hídricos mesmo quando associados às atividades humanas apresentam-se capazes de sustentar uma alta diversidade de espécies (Williams et al., 2003). Os trópicos também apresentam uma enorme diversidade de espécies de insetos, sendo estes, de grande valor para aquisição de conhecimento em biologia tropical, diversidade de comunidades e conservação de habitats (Edwards, May & Webb 1993). O estudo do grupo, além de oferecer dados a respeito da qualidade de seu habitat, propicia benefícios como o baixo custo, facilidade de coleta e menos tempo em comparação a estudos realizados com vertebrados (Corbet, 1999; Freitas et al.,2003; Vane-Wright & Ackery, 1984).

Desta forma, a utilização de bioindicadores vem se tornando uma estratégia de avalição de mudanças ambientais, e para isso, é importante que os organismos envolvidos no estudo sejam abundantes, diversificados e com valor ecológico, pois de acordo com BROWN (1997) a alteração da abundância, diversidade e composição dos indicadores define o grau de perturbação do meio.

A classe Insecta, além de ser a mais numerosa do reino animal, é um grupo diverso e com alta densidade populacional, ampla capacidade de dispersão, e possui grande importância na cadeia trófica de ecossistemas naturais, gerando respostas à qualidade e quantidade de recursos disponíveis (Ehrlich et al., 1980; Rosenberg et al., 1986; Souza & Brown, 1994; Schoereder, 1997), sendo assim,

(13)

uma análise faunística baseada em espécies de insetos, possibilita avaliar a qualidade ambiental (SILVEIRA NETO et al. 1995).

Dentre a grande diversidade de insetos, encontram-se os classificado como insetos aquáticos, até o momento estão registrados no mundo cerca de 60.000 espécies de insetos aquáticos, estes, são assim definidos por colonizarem ambientes dulciaquícolas ou até mesmo marinhos em pelo menos um de seus estágios de desenvolvimento, encontrando nestes ambientes, abrigo e alimento (Corbet, 1983).

Alguns organismos com ciclo de vida complexo, como a ordem Odonata, (libélulas), podem oferecer boas respostas para estudos em sistemas aquáticos. Por viverem a fase de ovo e ninfa em ambiente aquático, e serem ontogeneticamente forçados a habitarem ambientes terrestres na fase adulta, ambos ambientes acabam influenciando e sofrendo influência destes insetos (McCoy et al., 2009).

Com cerca de 5680 espécies escritas, e uma estimativa de 7000 espécies para o mundo (Kalkman et al., 2008), a ordem é dividida em duas subordens, Anisiptera e Zygoptera, e suas diferenças se dão principalmente pela forma e tamanho dos indivíduos. O interesse em estudar este grupo se dá pelo fato de ser um componente importante na cadeia trófica dos ecossistemas aquáticos, sendo predadores generalistas, considerados topo da cadeia trófica do litoral de lagos e riachos, assim como os peixes. Essas espécies, por serem topo de cadeia, geralmente são as primeiras afetadas nos processos de impacto ambiental, e a perda desses organismos pode ocasionar efeitos cascata na comunidade, com redução da riqueza de espécies (Ricklefs, 2003).

Deste modo, juntando-se seus hábitos e as peculiaridades de seus estágios larvais, que apresentam estrita dependência com os ambientes dulcícolas, sendo fortemente afetadas pelas condições físico-químicas dos corpos d’água, os representantes deste grupo podem ser utilizados como indicadores da qualidade ambiental e de água (Carvalho & Nessimian, 1998).

Assim, partindo-se do pressuposto que a única lista de espécies de Odonata

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incompleta, encontra-se desatualizada, e considerando que, da mesma forma

que o Espírito Santo carece de informações básicas a respeito da distribuição

das espécies de Odonata que nele ocorrem, poucos são os estudos que

abordam aspectos ecológicos do grupo, conhecer a diversidade e composição

de Odonata do Baixo Rio Doce é relevante. Tal que, os objetivos gerais deste

trabalho são: a) integrar o conhecimento a respeito da composição e distribuição

da fauna de Odonata do Espírito Santo; b) Avaliar como determinadas variáveis

ambientais influenciam na riqueza, composição e distribuição da fauna

de Odonata nas lagoas do baixo Rio Doce. Para essas finalidades gerais, a

pesquisa vale-se de objetivos específicos como: a) Integrar os dados constantes

na literatura com dados de exemplares coletados nos últimos 15 anos

no ES pela Dra. Karina Furieri, e recentemente, no baixo Rio Doce pela equipe

do LabSEI (Laboratório de Sistemática e Ecologia de Insetos); Ampliar a

informações com relação à distribuição geográfica dos gêneros e espécies;

Georeferenciar dados para a confecção de mapas de distribuição para gêneros e

espécies; Apresentar catálogo da fauna de Odonata do ES com a integração

entre informações e mapas referentes a cada uma das espécies. E b) Realizar

amostragens qualitativas (busca ativa); Realizar amostragens quantitativas

(Protocolo de Coleta Rápida ou RAP); Estimar riqueza de espécies e interagir

(15)

CAPÍTULO 1

Revisão da Diversidade e Distribuição de Odonata (Insecta) do

Estado Do Espírito Santo

Revista escolhida para a apresentação: ZOOKEYS

(16)

Revisão da Diversidade e Distribuição de Odonata (Insecta) do Estado Do Espírito Santo

Keyla V. Cruz 1,6, Rayner P. Constantino 2,6, Paulo De Marco 3, Frederico F.

Salles 4,6, Karina S. Furieri 5

1Universidade Federal do Espírito Santo. São Mateus, Espírito Santo, Brasil. [email protected]

2Universidade Federal do Espírito Santo. São Mateus, Espírito Santo, Brasil. [email protected]

3Universidade Federal de Goiás. Goiânia, Goiás, Brasil. [email protected]

4Universidade Federal do Espírito Santo. São Mateus, Espírito Santo, Brasil. [email protected]

5Universidade Federal do Espírito Santo. São Mateus, Espírito Santo, Brasil. [email protected]

6 Laboratório de Sistemática e Ecologia de Insetos, Centro Universitário Norte do

Espírito Santo/UFES, São Mateus, ES - BRAZIL

Autor correspondente: Keyla V. Cruz ([email protected])

Resumo

Após mais de uma década de publicação da única lista de espécies de Odonata para o Estado Espírito Santo, apresentamos uma lista atualizada, integrando o conhecimento a respeito da composição e distribuição da fauna no estado. Um banco de dados foi montado com dados obtidos em 15 anos, estes foram devidamente georeferenciados, sendo a base para a confecção de mapas de distribuição de gêneros e espécies. Desta forma, gerou-se uma lista de 217 espécies, pertencentes a 72 gêneros e 11 famílias foram registradas para os municípios do Espírito Santo, incluindo 40 novos registros para a lista do Espírito Santo e 10 espécies ameaçadas de extinção, contribuindo para o conhecimento sobre as espécies de Odonata da região.

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Palavras chave: Fauna Neotropical, Libélula, Mata Atlântica, Espécies Ameaçadas.

Abstract

Key words: Neotropical Fauna, Dragonfly, Atlantic, Endangered Species.

Introdução

A ordem Odonata segundo Trueman (2007) conta com aproximadamente 6000 espécies, contudo, Kalkman et al.(2008) estima uma riqueza de 7000 espécies distribuídas mundialmente, já para a região Neotropical cerca de 1.727 espécies são conhecidas (VON ELLENRIEDER, 2009). No Brasil, o conhecimento sobre a fauna de Odonata tem aumentado de forma relevante, levando a registros que atualmente contam com cerca de 800 espécies de libélulas (SOUZA et al.,2007), entretanto o grupo foi amostrado em apenas 29% do território brasileiro (De MARCO & VIANA 2005; GALVÃO et al., 2014).

A partir da literatura, pode se encontrar inventários para o Brasil, De Marco (2005), reuniu vários deles em um trabalhado, mostrando a distribuição geográfica da riqueza de espécies de Odonata em todo país. Para a região sudeste todos os estados contam com listas de espécies, que cronologicamente se organizam por Minas Gerais, elaborada por MACHADO (1998); Rio de Janeiro, por Costa & Mascarenhas (1998); São Paulo, feita por COSTA et al. (2000); e Espírito Santo COSTA & OLDRINI (2005). Esses trabalhos têm contribuído para reduzir as lacunas no conhecimento da distribuição de Odonatas no Brasil.

Há uma necessidade de aprofundar o conhecimento sobre as faunas regionais, pois dados gerados a cada estudo vão se aproximando cada vez mais do modelo real de distribuição das espécies no Brasil (COSTA et al., 2000), pois grande parte da distribuição de espécies descritas são desconhecidas, gerando assim, o déficit Wallaciano. Outro ponto que impulsiona essa necessidade, são os problemas ambientais em decorrência do crescimento contínuo das populações

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humanas em todo o mundo, que vem promovendo a expansão dos centros urbanos (McKinney, 2006; Lal, 2007).

Corpos d’água naturais, frequentemente são influenciados pela degradação ambiental por atividades humanas, relacionadas principalmente ao crescimento demográfico (BARRETO et al., 2014). Dada a complexidade do seu ciclo de vida dos odonatos, onde suas formas imaturas habitam ecossistemas aquáticos, e a adulta é terrestre, vários autores têm apontado a importância do grupo em estudos de avaliação e monitoramento de recursos hídricos (Oertli 2008; Silva et al 2010), ademais, a presença dessas formas são de grande importância para equilibrar os ecossistemas, já que as mesmas, são predadoras generalistas (KIRK & PERRY 1994).

O Estado de São Paulo, maior centro industrial da América do Sul, é um exemplo de como o desenvolvimento vem comprometendo os ambientes naturais da Região Sudeste (COSTA et al., 2000). Posicionado nessa região e inserido integralmente no bioma Mata Atlântica (um dos hotspot mundial), estudos no Estado do Espírito Santo ampliam o conhecimento das espécies de Odonata deste bioma (COSTA & OLDRINI, 2005), e considerando que a única lista de espécies de Odonata para o Espírito Santo foi publicada há mais de 10 anos (Costa & Oldrini, 2005), questiona-se sobre a ocorrência de novos registros de espécies para o estado e a distribuição das mesmas por municípios.

Material e Métodos

Área de estudo

O estado do Espírito Santo possui uma área de 45.597Km², e está localizado na região sudeste, na porção oriental do Brasil, sua posição geográfica se define pelas coordenadas 17º59’29”S e 40º31’27”W, seus limites se encontram ao norte com a Bahia, a oeste com Minas Gerais e ao sul com o Rio de Janeiro (Figura x). Segundo o IPEMA (2005), o Espírito Santo apresentava originalmente uma área aproximada de 90% com cobertura de Mata Atlântica, sendo que ecossistemas como brejos, restingas, manguezais, campos de altitude e campos

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rupestres, ocupavam a área restante. Desta cobertura original atualmente restam apenas 9%.

Segundo (Paula, 2006), seu relevo é montanhoso, com altitudes variando desde o nível do mar até 2.897m de altitude no sul do Estado (Fig. 2). O Espírito Santo pode ser dividido geomorfologicamente em três tipos morfoestruturais, sendo eles classificados como Depósitos Sedimentares, Dobramentos Remobilizados e Maciços Plutônicos, equivalentes à 34; 51; e 12% do território, respectivamente (Coelho et al. 2012).

Cortado por vários rios, o estado apresenta grande diversidade de rede hidrográfica. O Rio Doce é o mais importante, nascendo em Minas Gerais e desaguado no Atlântico, no norte do Espírito Santo, mais precisamente no distrito de Regência – Linhares, percorrendo cerca de 977km de curso. Além disso, o Espírito Santo possui duas regiões hidrográficas, onde ao norte se encontra a Região Hidrográfica Atlântico Leste e ao sul a Atlântico Sudeste.

O estado apresenta um número variável de ottobacias, sendo relativo ao nível de detalhamento considerado, neste trabalho se optou pelo nível 03 (Fig.X), onde são evidenciadas 17 ottobacias, sendo elas: Bacia dos rios Itaúnas, São Mateus, Doce, Riacho, Piraquê-Açu, Fundão ou reis Magos, Baía de Vitória, Jucu, Chury, Uma, Perocão, Jabuti, Meaípe, Benavente, Novo, Itapemirime Itabapoana (GEOBASES, 2002).

Coletas, identificações e deposição

Algumas campanhas foram feitas entre outubro de 2014 a janeiro de 2015, e Outubro de 2015 a fevereiro de 2016, onde exemplares adultos de Odonata foram coletados em 13 pontos nos lagos do Baixo Rio Doce, mais precisamente, no município de Linhares, norte do Espírito Santo (Fig.x).

Para a coleta de adultos de odonata, foi utilizada rede entomológica (puçá) com haste feita em alumínio, cabo retrátil, comprimento do cabo com cerca de 100 cm, comprimento da cesta aproximadamente 90cm, e diâmetro da cesta de 40cm.

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Os espécimes foram colocados, ainda vivos, em envelopes entomológicos para terem tempo de esvaziar seus intestinos, e assim possibilitar uma melhor conservação, posteriormente, no laboratório, eles foram imersos em acetona, onde descansaram por 48h, para fixação da coloração dos exemplares, e então colocados para secar e finalmente postos em envelopes definitivos sobre uma ficha de papel cartão, onde todos seus dados foram registrados, como sugerido por Lencione (2006).

A identificação dos espécimes foram realizadas com base em Lencioni (2005; 2006), Heckman (2006) e Garrison et al. (2006; 2010), e uma série de artigos pertinentes a cada táxon, além da comparação com exemplares previamente identificados por outros especialistas.

O material analisado encontra-se depositado na Coleção Zoológica Norte Capixaba (CZNC - Universidade Federal do Espírito Santo).

3.3. Distribuição geográfica, material examinado e fotos

A Lista foi organizada em ordem alfabética de famílias, integrando dados existentes na literatura sobre distribuição geográfica, hábitat e hábitos. Para a elaboração da distribuição geográfica das espécies foram utilizados os dados provenientes de Lencioni (2005; 2006), Heckman (2006) e Garrison et al. (2006; 2010; 2013;), o Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil disponível em http://fauna.jbrj.gov.br/, vários artigos relacionados a fauna de Odonata, e ainda o material examinado.

As siglas utilizadas para a “Distribuição geográfica” seguem o padrão para abreviação dos estados: Região Sul - PR, Paraná; RS, Rio Grande do Sul; SC, Santa Catarina; Região Sudeste - ES, Espírito Santo; MG, Minas Gerais; RJ, Rio de Janeiro; SP, São Paulo; Região Nordeste - AL, Alagoas; BA, Bahia; CE, Ceará; MA, Maranhão; PE, Pernambuco; PI, Piauí; RN, Rio Grande do Norte; SE, Sergipe; Região Centro Oeste - GO, Goiás; MT, Mato Grosso; Região Norte - AC, Acre; AM, Amazonas; PA, Pará; RO, Rondônia; RR, Roraima.

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Os mapas de relevo, bacias, biomas e distribuição dos gêneros no estado foram confeccionados utilizando os dados de distribuição no programa QGIS – Versão 2.8.4 “Wroclaw’ (SHERMAN, 2016).

O mapa de riqueza (quadrícula) foi confeccionado no programa DIVA-GIS 7.5.0 (HIJMANSETAL.2005).

As fotos de alguns exemplares aqui apresentadas, foram fornecidas pelo Pesquisador Frederico Falcão Salles.

Banco de dados

Foi construído um banco de dados a partir de literatura especializada e registros na Coleção Zoológica Norte Capixaba (CZNC - Universidade Federal do Espírito Santo), e coleção do Laboratório de Ecologia Teórica e Síntese (LETS – Universidade Federal de Goiás). Neste banco de dados, foram incluídas as seguintes informações (sempre que disponíveis): nome da família; gênero; espécie; estado (ES); município; localidade (nome da região da cidade ou da reserva/parque, rio/lago); latitude e longitude; altitude; e a fonte (coleção onde o espécime se encontra ou citação bibliográfica.

Resultados

Com base na atual lista de Odonatas, literatura disponível, e nos espécimes contidos no banco de dados montado, a lista das espécies de Odonata registradas para o Espírito Santo, conta com 217 espécies, 72 gêneros e 11 famílias (Tabela X). Para cada família são acrescidas informações sobre a distribuição geográfica de seus gêneros.

Lista de Odonatas (SUBORDEM/ FAMÍLIA/ Gênero/ Espécie)

ANISOPTERA Selys, 1854(27 gêneros),

AESHNIDAE Leach in Brewster, 1815

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Anax amazili (Burmeister, 1839)

Distribuição geográfica: Argentina, Equador, Guiana Francesa, Paraguai,

Peru, Uruguai, Venezuela, Brasil: ES, SP

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); GARRISON et al. (2006); HECKMAN

(2006).

Anax concolor Brauer, 1865

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Caribe, Colômbia, Equador,

Guiana Francesa, México, Suriname, Venezuela, Brasil: AM, ES, MT, SC, SP

Registros para o ES: Linhares.

Bibliografia: GARRISON et al. (2006); HECKMAN (2006); SOUZA et al. (1999). Comentários: Apesar de registrada para o estado a espécie não consta na lista

de Odonatas do Espírito Santo até o momento.

Castoraeschna Calvert, 1952

Castoraeschna castor (Brauer, 1865)

Distribuição geográfica:Argentina, Suriname, Brasil: ES, MG, RJ, SP

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); GARRISON et al. (2006); HECKMAN

(2006).

Castoraeschna januaria (Hagen, 1867)

Distribuição geográfica:Argentina, México, Paraguai, Brasil: ES, MG, SC, SP

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); GARRISON et al. (2006); HECKMAN

(2006).

Comentários: Espécie ameaçada de extinção no Brasil, na categoria VU, de

acordo com a Portaria N° 444 de 17 de dezembro de 2014.

Coryphaeschna Williamson, 1903

Coryphaeschna adnexa (Hagen, 1861)

Distribuição geográfica: Argentina, Caribe, Colômbia, Equador, Guiana

(23)

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); GARRISON et al. (2006); HECKMAN

(2006).

Coryphaeschna perrensi (McLachlan, 1887)

Distribuição geográfica: Argentina, México, Paraguai, Peru, Uruguai,

Venezuela, Brasil: ES, MG, MS PR, RJ, RS, SC, SP

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); GARRISON et al. (2006); HECKMAN

(2006).

Coryphaeschna viriditas Calvert, 1952 Distribuição geográfica: Brasil: ES

Registros para o ES: Linhares.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); GARRISON et al. (2006); HECKMAN

(2006).

Gynacantha Rambur, 1842

Gynacantha auricularis Martin, 1909

Distribuição geográfica: Bolívia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru,

Suriname, Venezuela, Brasil: AM, ES, MT, PA

Registros para o ES:

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); GARRISON et al. (2006); HECKMAN

(2006); JUEN (2011).

Gynacantha bifida Rambur, 1842

Distribuição geográfica: Argentina, Paraguai, Peru, Venezuela, Brasil: AM, ES,

MG, RJ, SC, SP

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); GARRISON et al. (2006); HECKMAN

(2006); JUEN (2011).

Gynacantha chelifera McLachlan, 1895 Distribuição geográfica: Brasil: ES.

(24)

Gynacantha croceipennis Martin, 1897

Distribuição geográfica: Bolívia, Peru, Brasil: ES

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Gynacantha gracilis (Burmeister, 1839)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Equador, Guiana, Guiana

Francesa, Peru, Venezuela, Brasil: AM, ES, RJ.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Gynacantha laticeps Williamson, 1923

Distribuição geográfica: Venezuela, Brasil: ES, MG.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Gynacantha membranalis Karsch, 1891

Distribuição geográfica: Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana

Francesa, Peru, Suriname, Venezuela, Brasil: ES, PA.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Gynacantha mexicana Selys, 1868

Distribuição geográfica: Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana

Francesa, México, Peru, Suriname, Venezuela, Brasil: ES, PA.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Gynacantha nervosa Rambur, 1842

Distribuição geográfica: Bolívia, Caribe, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana

Francesa, Peru, Suriname, Venezuela, Brasil: ES, MT.

Registros para o ES:

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Neuraeschna Hagen, 1867

Neuraeschna costalis (Burmeister, 1839)

Distribuição geográfica: Equador, Guiana, Guiana Francesa, Suriname,

(25)

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Remartinia Navás,1911

Remartinia luteipennis (Burmeister, 1839)

Distribuição geográfica: Argentina, Colômbia, Paraguai, Venezuela, Brasil: ES,

MG, MT, PA, RJ, RS, SC, SP.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Rhionaeschna Förster, 1909

Rhionaeschna planaltica (Calvert, 1952)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Paraguai,

Peru, Uruguai Venezuela, Brasil: ES, MG, MS, MT, PR, RJ, RS, SP, SC.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Rhionaeschna punctata (Martin, 1908)

Distribuição geográfica: México, Brasil: ES, MG, RJ, RS, SC, SP. Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Staurophlebia Brauer, 1865

Staurophlebia reticulata (Burmeister, 1839)

Distribuição geográfica: Argentina, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana

Francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai, Venezuela, Brasil: ES, MT.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Triacanthagyna Selys, 1883

Triacanthagyna caribbea Williamson, 1923

Distribuição geográfica: Bolívia, Caribe, Colômbia, Guiana Francesa,

Suriname, Venezuela, Brasil: ES, RJ.

(26)

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006); VON

ELLENRIEDER & GARRISON (2003).

Triacanthagyna nympha (Navás, 1933)

Distribuição geográfica: Argentina, Paraguai, Brasil: ES Registros para o ES: Conceição da Barra e Linhares.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006); VON

ELLENRIEDER & GARRISON (2003).

Triacanthagyna septima (Selys in Sagra, 1857)

Distribuição geográfica: Bolívia, Caribe, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana

Francesa, México, Peru, Suriname, Venezuela, Brasil: BA, ES, MG, MT, RJ.

Registros para o ES: Baixo Guandú, Cariacica, Conceição da Barra, Jacaraípe,

Linhares, Santa Teresa, São Mateus, Vitória.

Bibliografia: CALIL & CARVALHO (1999); COSTA & OLDRINI (2005);

HECKMAN (2006).

CORDULIIDAE Selys, 1850

Aeschnosoma Selys, 1870

Aeschnosoma forcipula Hagen in Selys, 1871

Distribuição geográfica: Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname,

Venezuela, Brasil: AM, ES, PA.

Registros para o ES: Conceição da Barra.

Bibliografia: SANTOS (1981); COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Lauromacromia Geijskes, 1970

Lauromacromia melanica Pinto & Carvalho, 2010 Distribuição geográfica: Brasil: ES, MS.

Registros para o ES: Conceição da Barra.

(27)

Comentários: Apesar de registrada para o estado a espécie não consta na lista

de Odonatas do Espírito Santo até o momento.

GOMPHIDAE Rambur, 1842

Aphylla Selys, 1854

Aphylla theodorina (Navás, 1933)

Distribuição geográfica: Argentina, Guiana, Peru, Venezuela, Brasil: ES. Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Archaeogomphus Williamson, 1919

Archaeogomphus infans (Ris, 1913) Distribuição geográfica: Brasil: ES, SP. Registros para o ES:

Bibliografia: COSTA et al. (2000); COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN

(2006).

Gomphoides Selys, 1854

Gomphoides infumata (Rambur, 1842) Distribuição geográfica: Brasil: ES.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005).

Idiogomphoides Belle, 1984

Idiogomphoides ictinia (Selys, 1878) Distribuição geográfica: Brasil: ES. Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005).

Phyllocycla Calvert, 1948

(28)

Distribuição geográfica: Argentina, Venezuela, Brasil: AM, ES Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Phyllocycla viridipleuris (Calvert, 1909)

Distribuição geográfica: Argentina, Paraguai, Brasil: ES, RJ, RS, SC, SP. Bibliografia: COSTA et al. (2000); COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN

(2006).

Progomphus Selys, 1854

Progomphus adaptus Belle, 1973 Distribuição geográfica: Brasil: ES Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005).

Progomphus complicatus Selys, 1854

Distribuição geográfica: Argentina, Paraguai, Brasil: BA, ES, RJ, SP.

Bibliografia: COSTA et al. (2000); COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN

(2006).

Progomphus dorsopallidus Byers, 1934

Distribuição geográfica: Guiana, Guiana Francesa, Venezuela, Brasil: ES. Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Progomphus intricatus Hagen in Selys, 1858

Distribuição geográfica: Bolívia, Venezuela, Brasil: ES, MG, MT, PA, SP. Bibliografia: COSTA et al. (2000); COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN

(2006).

Zonophora Selys, 1854

Zonophora campanulata (Burmeister, 1839) Distribuição geográfica:

Guiana, Suriname, Brasil: ES, GO, MG, PR, RJ, SC, SP.

Bibliografia: BELLE, J.(1983); COSTA et al. (2000); COSTA & OLDRINI (2005);

(29)

LIBELLULIDAE Leach in Brewster, 1815

Anatya Kirby, 1889

Anatya januaria Ris, 1911

Distribuição geográfica: Brasil: ES, RJ, SP.

Bibliografia: COSTA et al. (2000); COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN

(2006).

Brachymesia Kirby, 1889

Brachymesia furcata (Hagen, 1861)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Caribe, Chile, Colômbia, Equador,

Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Venezuela, Brasil: ES, RJ, SP.

Registros para o ES: Linhares.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Brachymesia herbida (Gundlach, 1889)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Caribe, Colômbia, Equador,

Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Venezuela, Brasil: ES, MT, MS, RJ, SP.

Registros para o ES: Linhares.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Brechmorhoga Kirby, 1894

Brechmorhoga nubecula (Rambur, 1842)

Distribuição geográfica: Argentina, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru,

Trinidade, Venezuela, Brasil: ES, MT, RJ, SP.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

(30)

Distribuição geográfica: Argentina, Guiana Francesa, Trinidade, Venezuela,

Brasil: ES, MT, RJ, SP.

Registros para o ES: Santa Teresa.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Dasythemis Karsch, 1889

Dasythemis mincki (Karsch, 1890)

Distribuição geográfica: Argentina, Paraguai, Uruguai, Brasil: ES, GO, MG, RJ,

RS, SC, SP.

Registros para o ES: Guarapari, Santa Teresa.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Dasythemis venosa (Burmeister, 1839)

Distribuição geográfica: Argentina, Paraguai, Brasil: BA, ES, MG, MT, RJ, SP. Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Diastatops Rambur, 1842

Diastatops obscura (Fabricius, 1775)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Colômbia, Guiana, Guiana

Francesa, Paraguai, Peru, Venezuela, Brasil: BA, ES, MA, MS, MT, PA, RJ, SP.

Registros para o ES: Alegre, Aracruz, Baixo Guandú, Barra de São Francisco,

Colatina, Conceição da barra, Jacaraípe, Linhares, Santa Teresa, São Mateus. Vila Velha.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006); MONTGOMERY

(1940); PUJOL-LUZ (1995).

Diastatops pullata (Burmeister, 1839)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Equador, Guiana, Guiana

Francesa, Peru, Suriname, Venezuela, Brasil: AM, ES, MT, PA, PE.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

(31)

Dythemis nigra Martin, 1897 Distribuição geográfica: Brasil: ES

Registros para o ES: Conceição da Barra, Governador Lindemberg e Santa

Maria de Jetibá.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); DAMACENO e. al. (2014); HECKMAN

(2006); MACHADO (1954).

Elasmothemis Westfall, 1988

Elasmothemis cannacrioides (Calvert, 1906)

Distribuição geográfica: Argentina, Colômbia, Equador, Guiana Francesa,

Peru, Trinidade, Venezuela, Brasil: ES, MT, SP.

Registros para o ES: Conceição da Barra, Santa Maria de Jetibá e Santa

Teresa.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Elasmothemis constricta (Calvert, 1898)

Distribuição geográfica: Argentina, Paraguai, Brasil: ES, SP.

Registros para o ES: Divino de São Lourenço e Santa Maria de Jetibá.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Elasmothemis schubarti (Santos, 1945) Distribuição geográfica: Brasil: ES, SP. Registros para o ES: Divino de São Lourenço.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Comentários: Espécie ameaçada de extinção no Brasil, na categoria EN, de

acordo com a Portaria N° 444 de 17 de dezembro de 2014.

Elga Ris, 1909

Elga leptostyla Ris, 1909

Distribuição geográfica: Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru,

Suriname, Venezuela, Brasil: ES, GO, MG, MT, SP.

(32)

Bibliografia: COSTA & MASCARENHAS (1998); COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Elga newtonsantosi Machado, 1992 Distribuição geográfica: Brasil: ES, SP. Registros para o ES: Conceição da Barra.

Bibliografia: DAEHLER & STRONG (1996).

Erythemis Hagen, 1861

Erythemis attala (Selys in Sagra, 1857) Distribuição geográfica:

Argentina, Bolívia, Caribe, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai, Venezuela, Brasil: ES, MT, MS, PA, RJ, SP

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Erythemis carmelita Williamson, 1923

Distribuição geográfica: Colômbia, Peru, Venezuela, Brasil: AM, ES, MS. Registros para o ES: Presidente Kennedy.

Bibliografia: HECKMAN (2006).

Comentários: Primeiro registro para o estado.

Erythemis credula (Hagen, 1861)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Caribe, Colômbia Guiana, Guiana

Francesa, Panamá, Suriname, Venezuela, Brasil: ES, MS, MT, SP.

Registros para o ES: Guarapari.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Erythemis haematogastra (Burmeister, 1839) Distribuição geográfica:

Argentina, Caribe, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Venezuela, Brasil: ES, MS, MT, PA.

(33)

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Erythemis mithroides (Brauer in Therese, 1900)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Colômbia, Guiana, Guiana

Francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Trinidade, Venezuela, Brasil: ES, RJ.

Registros para o ES: Guarapari.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Erythemis peruviana (Rambur, 1842)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Caribe, colômbia, Equador,

Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Venezuela, Brasil: ES, MS, MT, PA, RJ, SP.

Registros para o ES: Conceição da Barra, Guarapari, Linhares, Presidente

Kennedy e São Mateus.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Erythemis plebeja (Burmeister, 1839) Distribuição geográfica:

Argentina, Bolívia, Caribe, colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Venezuela, Brasil: ES, MS, RJ, SP.

Registros para o ES: Ecoporanga e Linhares.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); DAMACENO et al. (2014); HECKMAN (2006).

Erythemis vesiculosa (Fabricius, 1775) Distribuição geográfica: Brasil: ES

Registros para o ES: Aracruz, Conceição da Barra, Guarapari, Linhares,

Presidente Kennedy, São Mateus e Serra.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Erythrodiplax Brauer, 1868

Erythrodiplax anomala (Brauer, 1865)

(34)

Registros para o ES: Conceição da Barra, Guarapari, Linhares, Presidente

Kennedy e São Mateus.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Erythrodiplax basalis (Kirby, 1897)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Caribe, Colômbia, Equador,

Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname Venezuela, Brasil: AM, ES, MS, MT, PA, RJ, RO, SP.

Registros para o ES: Ecoporanga

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); DAMACENO et. al. (2014); HECKMAN (2006).

Erythrodiplax castanea (Burmeister, 1839)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana,

Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Venezuela, Brasil: AM, ES, MT, PA, RO, RJ, SC, SP.

Registros para o ES: Santa Leopoldina.

Bibliografia: BORROR (1942); COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Erythrodiplax clitella Borror, 1942

Distribuição geográfica: Chile, Venezuela, Brasil: ES Registros para o ES: Santa Teresa.

Bibliografia: BLANKE (2008), HECKMAN (2006).

Comentários: Apesar de registrada para o estado a espécie não consta na lista

de Odonatas do Espírito Santo até o momento.

Erythrodiplax famula (Erichson in Schomburgk, 1848)

Distribuição geográfica: Argentina, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname,

Venezuela, Brasil: ES, MG, PA, SP.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Erythrodiplax fervida (Erichson in Schomburgk, 1848)

Distribuição geográfica: Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa,

(35)

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Erythrodiplax fusca (Rambur, 1842)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana,

Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai, Venezuela, Brasil: AM, BA, ES, MG, MS, MT, PA, RJ, RN, RO, RS, SC, SP.

Registros para o ES: Atílio Vivácqua, Santa Leopoldina, Santa Teresa e São Roque do Canaã.

Bibliografia: BORROR (1942); COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Erythrodiplax juliana Ris, 1911

Distribuição geográfica: Bolívia, Colômbia, Peru, Venezuela, Brasil: AM, ES,

MG, SP.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Erythrodiplax longitudinalis (Ris, 1919)

Distribuição geográfica: Guiana Francesa, Suriname, Venezuela,Brasil: AM,

ES, MS.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Erythrodiplax media Borror, 1942

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Paraguai, Brasil: ES, MG, RS, SC,

SP.

Registros para o ES: Santa Leopoldina.

Bibliografia: BORROR (1942); COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Erythrodiplax melanorubra Borror, 1942

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Paraguai,

Peru, Venezuela, Brasil: ES, SP.

Registros para o ES: Santa Leopoldina e Santa Teresa.

Bibliografia: BORROR (1942); HECKMAN (2006).

Comentários: Apesar de registrada para o estado a espécie não consta na lista

(36)

Erythrodiplax ochracea (Burmeister, 1839)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Colômbia, Guiana, Guiana

Francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Brasil: BA, ES, MS, MT, RJ, SP.

Registros para o ES: Aracruz, Conceição da Barra e Guarapari.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Erythrodiplax umbrata (Linnaeus, 1758)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana,

Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai, Venezuela, Brasil: AM, ES, MS, MT, PA, RJ, RO, RS, SP.

Registros para o ES: Atílio Vivácqua, Conceição da Barra, Ecoporanga,

Guarapari, Linhares, Presidente Kennedy, Santa Leopoldina, Santa Maria de

Jetibá, São Roque do Canaã e Vila Velha.

Bibliografia: BORROR (1942); COSTA & OLDRINI (2005); DAMACENO et. al. (2014); HECKMAN (2006).

Gynothemis Calvert in Ris, 1909

Gynothemis venipunctata Calvert in Ris,1909

Distribuição geográfica: Venezuela, Brasil: ES, MT, SP. Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Idiataphe Cowley, 1934

Idiataphe amazonica (Kirby, 1889)

Distribuição geográfica: Bolívia, Colômbia, Guiana, Guiana Francesa, Peru,

Venezuela, Brasil: AM, ES, PA, SP.

Registros para o ES: Linhares e Vila Velha. Bibliografia: HECKMAN (2006).

Comentários: Primeiro registro para o estado.

Idiataphe longipes (Hagen, 1861)

Distribuição geográfica: Colômbia, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Paraguai,

(37)

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Libellula Linnaeus, 1758

Libellula herculea Karsch, 1889

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana,

Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Venezuela, Brasil: ES, MS, SP.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Macrothemis Hagen, 1868

Macrothemis extensa Ris, 1913

Distribuição geográfica: Guiana Francesa, Peru, Venezuela, Brasil: ES, PA. Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Macrothemis hemichlora (Burmeister, 1839)

Distribuição geográfica: Argentina, Colômbia, Equador, Guiana Francesa

Peru, Suriname, Venezuela, Brasil: ES, MT, SP.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Macrothemis heteronycha (Calvert, 1909) Distribuição geográfica: Brasil: ES

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Macrothemis imitans Karsch, 1890

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia Guiana, Paraguai, Uruguai,

Venezuela, Brasil: ES, MT, SC, SP.

Registros para o ES: Divino de São Lourenço.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Macrothemis musiva Calvert, 1898

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana,

Francesa, Paraguai, Peru, Venezuela, Brasil: ES, MS, MT, RJ, RS, SP,

(38)

Macrothemis polyneura Ris, 1913

Distribuição geográfica: Argentina, Guiana, Peru, Suriname, Brasil: ES, SP. Registros para o ES: Santa Teresa.

Bibliografia: HECKMAN (2006).

Macrothemis pseudimitans Calvert, 1898

Distribuição geográfica: Colômbia, Equador, Venezuela, Brasil: ES, MT, RJ. Registros para o ES: Muniz freire.

Bibliografia: CALVERT (1909); COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Macrothemis rupicola Rácenis, 1957

Distribuição geográfica: Guiana Francesa, Venezuela, Brasil: ES Registros para o ES: Santa Teresa.

Bibliografia: HECKMAN (2006).

Comentários: Primeiro registro para o estado.

Miathyria Kirby, 1889

Miathyria marcella (Selys in Sagra, 1857)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana,

Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Uruguai, Venezuela, Brasil: ES, MS, MT, RJ, SP.

Registros para o ES: Conceição da Barra, Linhares, São Mateus, Serra e Vitória.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006); SOUZA et al. (1999).

Miathyria simplex (Rambur, 1842)

Distribuição geográfica: Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Venezuela,

Brasil: ES, MS, RJ, SP.

Registros para o ES: Conceição da Barra e Linhares.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006); SOUZA et al. (1999).

(39)

Micrathyria Kirby, 1889

Micrathyria almeidai Santos, 1945

Distribuição geográfica: Brasil: ES, DF, GO, MG, RJ, SP. Registros para o ES: Santa Maria de Jetibá.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Micrathyria artemis Ris, 1911

Distribuição geográfica: Argentina, Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Peru,

Venezuela, Brasil: ES, AM, AP, MG, MT, PA.

Registros para o ES: Pedro Canário e Santa Teresa.

Bibliografia: COSTA et al. (2002); COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN

(2006); SANTOS (1945).

Micrathyria atra (Martin, 1897)

Distribuição geográfica: América Central, Argentina, Equador, Guiana, Guiana

Francesa, Peru, Suriname, Trinidade, Venezuela, Brasil: ES, AM, AP, BA, MG, PA, PE, RJ.

Registros para o ES: Conceição da Barra e Linhares.

Bibliografia: COSTA et al. (2002); COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Micrathyria borgmeieri Santos, 1947

Distribuição geográfica: Brasil: ES, PR, RJ, SP. Registros para o ES: Jacaraípe.

Bibliografia: ASSIS & COSTA (1994); COSTA et al. (2002); COSTA & OLDRINI

(2005);HECKMAN (2006).

Micrathyria catenata Calvert, 1909

Distribuição geográfica: América Central, Argentina, Equador, Guiana

Francesa, Peru, Suriname, Trinidade, Venezuela, Brasil: ES, AM, BA, DF, MA, MG, MS, MT, PA, RJ, SC, SP.

(40)

Registros para o ES: Aracruz, Conceição da Barra, Guarapari, Jacaraípe Santa

Maria de Jetibá e Santa Teresa.

Bibliografia: COSTA et al. (2002); COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Micrathyria didyma (Selys in Sagra, 1857)

Distribuição geográfica: América Central, Caribe, Colômbia, Equador, Guiana,

Guiana Francesa, Suriname, Venezuela, Brasil: ES, PE, RJ.

Registros para o ES: Conceição da Barra, Jacaraípe e Linhares.

Bibliografia: COSTA et al. (2002); COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Micrathyria hesperis Ris, 1911

Distribuição geográfica: Argentina, Venezuela, Brasil: ES, BA, CE, GO, MG,

MS, MT, PA, PI, PE, PR, RJ, RS, SP.

Registros para o ES: Baixo Guandú, Colatina, Ecoporanga, Governador

Lindemberg, Itaguaçú, Santa Teresa, São Mateus e São Roque do Canaã.

Bibliografia: ASSIS & COSTA (1994); COSTA et al. (2002); COSTA & OLDRINI

(2005); DAMACENO et. al. (2014); HECKMAN (2006).

Micrathyria hypodidyma Calvert, 1906

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Brasil: ES, BA,

DF, GO, MG, PR, RJ, RS, SC, SP.

Registros para o ES: Baixo Guandú, Conceição da Barra, Colatina, Jacaraípe,

Linhares, Muniz freire e Santa Teresa.

Bibliografia: CALVERT (1909); COSTA et al. (2002); COSTA & OLDRINI

(2005);HECKMAN (2006); SANTOS (1955).

Micrathyria iheringi Santos, 1946

Distribuição geográfica: Equador, Brasil: ES, SP. Registros para o ES: Conceição da Barra e Linhares.

Bibliografia: COSTA & MASCARENHAS (1998); COSTA & OLDRINI (2005);

(41)

Micrathyria laevigata Calvert, 1909

Distribuição geográfica: América Central, Colômbia, Equador, Peru, Trinidade,

Venezuela, Brasil: ES, MS, SP.

Registros para o ES: Conceição da Barra.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Micrathyria mengeri Ris, 1919

Distribuição geográfica: América Central, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana

Francesa, Peru, Suriname, Trinidade, Venezuela, Brasil: ES, GO, MA, MG, RJ.

Registros para o ES: Linhares.

Bibliografia: ASSIS & COSTA (1994); COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN

(2006); SOUZA & COSTA (2002).

Micrathyria ocellata Martin, 1897

Distribuição geográfica: América Central, Argentina, Bolívia, Colômbia, Guiana

Francesa, Peru, Suriname, Trinidade, Brasil: ES, AC, BA, CE, MG, MS, PA, PE, PR, RJ, SC SP.

Registros para o ES: Atílio Vivácqua, Conceição da Barra, Muniz freire e Santa Teresa.

Bibliografia: ASSIS & COSTA (1994); CALVERT (1909); COSTA & OLDRINI

(2005);HECKMAN (2006);SANTOS (1949)

Micrathyria pirassunungae Santos, 1953

Distribuição geográfica: Brasil: ES, DF, GO, MG, MT, RJ, SP. Registros para o ES: Santa Teresa e Vitória.

Bibliografia: ASSIS & COSTA (1994); COSTA et al. (2002); COSTA & OLDRINI

(2005);HECKMAN (2006).

Micrathyria pseudeximia Westfall, 1992

Distribuição geográfica: América Central, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana

Francesa, Paraguai, Suriname, Trinidade, Venezuela, Brasil: ES, AM, GO, MA, MG, MT, PA, PR, RJ.

(42)

Bibliografia: COSTA et al. (2002); COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN

(2006).

Micrathyria spinifera Calvert, 1909

Distribuição geográfica: Bolívia, Equador, Guiana Francesa, Peru, Suriname,

Venezuela, Brasil: ES, AM, AP, DF, PA, RJ.

Registros para o ES: Conceição da Barra.

Bibliografia: COSTA et al. (2002); COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN

(2006).

Micrathyria stawiarskii Santos, 1953

Distribuição geográfica: Brasil: ES, DF, GO, MG, PR, RJ, RS, SC, SP.

Registros para o ES: Conceição da Barra, Linhares, Santa Maria de Jetibá e

Santa Teresa.

Bibliografia: COSTA et al. (2002); COSTA & MASCARENHAS (1998); COSTA

& OLDRINI (2005);HECKMAN (2006); SANTOS (1953).

Nephepeltia Kirby, 1889

Nephepeltia flavifrons (Karsch, 1889)

Distribuição geográfica: Argentina, Colômbia, Guiana Francesa, Paraguai,

Peru, Suriname, Venezuela, Brasil: ES, MS, RJ, RS, SP.

Registros para o ES: Ecoporanga.

Bibliografia: DAMACENO et. al. (2014); COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN

(2006).

Nephepeltia phryne (Perty, 1833)

Distribuição geográfica: América Central, Argentina, Equador, Guiana, Guiana

Francesa, Peru, Suriname, Venezuela, Brasil: ES, MS, RJ, SP.

Registros para o ES: Conceição da Barra.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

(43)

Oligoclada abbreviata (Rambur, 1842)

Distribuição geográfica: Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname,

Venezuela, Brasil: ES, AM, BA, MG, PA, PE, RJ, RO, RR, SP.

Registros para o ES: Colatina, Linhares e Santa Teresa.

Bibliografia: COSTA & MASCARENHAS (1998); COSTA & OLDRINI (2005);

HECKMAN (2006).

Oligoclada walkeri Geijskes, 1931

Distribuição geográfica: Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname,

Trinidade, Venezuela, Brasil: ES, PA, MT.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Orthemis Hagen, 1861

Orthemis ambinigra Calvert, 1909

Distribuição geográfica: Argentina, Brasil: ES, BA, MG, PE, RJ, RS, SC. Registros para o ES: Colatina e Santa Teresa.

Bibliografia: BLANKE (2008); SANTOS (1967); HECKMAN (2006).

Orthemis attenuata (Erichson in Schomburgk, 1848)

Distribuição geográfica: Jamaica, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname,

Venezuela, Brasil: ES.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Orthemis concolor Ris, 1919

Distribuição geográfica: Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname,

Trinidade, Venezuela, Brasil: ES.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005);HECKMAN (2006).

Orthemis cultriformis Calvert, 1899

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana,

Guiana francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Venezuela, Brasil: AM, ES, MT RJ, SP.

(44)

Registros para o ES: Ecoporanga.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); DAMACENO et. al. (2014); HECKMAN (2006).

Orthemis discolor (Burmeister, 1839)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana,

Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai, Venezuela, Brasil: ES, MG, MS, MT, RJ, SP.

Registros para o ES: Atílio Vivácqua, Guarapari e Santa Maria de Jetibá.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Orthemis ferruginea (Fabricius, 1775)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana,

Guiana Francesa, Paraguai, Peru; Suriname, Uruguai, Venezuela, Brasil: ES, MG, MS, RJ, SP.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Orthemis levis Calvert, 1906

Distribuição geográfica: México, Venezuela Brasil: ES Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Pantala Hagen, 1861

Pantala flavescens (Fabricius, 1798)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Guiana, Guiana

Francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai, Venezuela, Brasil: ES

Registros para o ES: Atílio Vivácqua, Conceição da Barra. Ecoporanga,

Linhares e São Roque do Canaã.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); DAMACENO et. al. (2014); HECKMAN

(2006); SOUZA et al. (1999).

Perithemis Hagen, 1861

(45)

Distribuição geográfica: Brasil: ES Registros para o ES: Baixo Guandú.

Bibliografia: COSTA et al. (2006); COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN

(2006); SOUZA et al. (1999).

Perithemis electra Ris, 1930

Distribuição geográfica: Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Francesa,

Paraguai, Peru, Venezuela, Brasil: ES, MT.

Registros para o ES: Conceição da Barra.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006); SANTOS (1970).

Perithemis icteroptera (Selys, in Sagra, 1857) Distribuição geográfica: Argentina, Brasil: ES, RJ, SP. Registros para o ES: Alfredo chaves e Santa Teresa.

Bibliografia: MUZON & VON ELLENRIEDER (1999); HECKMAN (2006). Comentários: Apesar de registrada para o estado a espécie não consta na lista

de Odonatas do Espírito Santo até o momento.

Perithemis lais (Perty, 1833)

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana,

Guiana Francesa, Peru, Venezuela, Brasil: AM, ES, MS, PA, SP.

Registros para o ES: Conceição da Barra, Ecoporanga, Governador

Lindemberg e Linhares

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Perithemis mooma Kirby, 1889

Distribuição geográfica: Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana,

Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Uruguai, Venezuela, Brasil: ES, MG, MS, MT, RJ, SC, SP.

Registros para o ES: Atílio Vivácqua, Conceição da Barra, Guarapari,

Governador Lindemberg, Linhares, Presidente Kennedy, Santa Maria de Jetibá,

Santa Teresa e São Roque do Canaã.

(46)

Perithemis thais Kirby, 1889

Distribuição geográfica: Argentina, Costa Rica, Equador, Trinidade, Guiana,

Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Venezuela, Brasil: ES, MS, MT, RJ, SP.

Registros para o ES: Aracruz e Conceição da Barra.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); MUZON & VON ELLENRIEDER

(1999); SPINDOLA et al. (2001); HECKMAN (2006).

Planiplax Muttkowski, 1910

Planiplax erythropyga (Karsch, 1891)

Distribuição geográfica: Argentina, Uruguai, Brasil: ES, RS. Registros para o ES: Guarapari.

Bibliografia: HECKMAN (2006).

Comentários: Primeiro registro para o estado.

Planiplax phoenicura Ris, 1912

Distribuição geográfica: Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Trinidade,

Venezuela, Brasil: ES, MG, RJ, SP.

Registros para o ES: Conceição da Barra e Linhares.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Rhodopygia Kirby, 1889

Rhodopygia cardinalis (Erichson in Schomburgk, 1848)

Distribuição geográfica: Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname,

Venezuela, Brasil: AM, ES, MT, PA, SP.

Bibliografia: COSTA & OLDRINI (2005); HECKMAN (2006).

Rhodopygia hollandi Calvert, 1907

Distribuição geográfica: Peru, Trinidad, Venezuela, Suriname, Brasil: ES, MT,

SP.

Referências

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