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DRAGAGEM DO PORTO DE SANTOS VAI CUSTAR R$ 369 MILHÕES

A empresa EEL - Infraestruturas Ltda. foi a que apresentou a menor proposta de preço para a execução da dragagem do Porto de Santos. A firma cobrou R$ 369.091.930,90 e garantiu a liderança na licitação realizada na última quinta-feira(9) pela Secretaria dos Portos (SEP). Agora, ela deverá apresentar documentos que comprovem a regularidade fiscal e a capacidade técnica para, assim, ser declarada a vencedora do certame.

A dragagem prevê o aumento da profundidade do canal de navegação e das bacias de acesso aos berços de atracação do cais santista, dos atuais 15 metros, em média, para 15,4 e 15,7. Os locais de atracação terão uma fundura variando de 7,6 a 15,7 metros. Antes, a empresa escolhida terá de realizar os projetos básico (que indica os elementos necessários para o empreendimento) e executivo (mais detalhado, com dados sobre como os trabalhos devem ocorrer).

A licitação ocorreu pelo modelo de Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC). Nele, inicialmente são avaliados os preços ofertados pelas empresas participantes para o serviço. Apenas a firma com menor preço tem sua documentação técnica conferida.

De acordo com a SEP, além da EEL - Infraestruturas, outras cinco concorrentes participaram da licitação. No entanto, a pasta não informou os valores cobrados pelas outras firmas. Destacou apenas que os descontos ofertados variaram entre 0,0001% e 1,550% Agora, a empresa que apresentou a menor proposta deverá apresentar uma série de documentos exigidos pela SEP. Só com a comprovação da capacidade técnica e fiscal, ela poderá ser declarada vencedora da licitação.

O esultado do julgamento da licitação será publicado no site da SEP e no portal de compras do Governo Federal, nos endereços www.portosdobrasil.gov.br e www.comprasgovernamentais.gov.br, respectivamente. A partir daí, é aberto um prazo para que as concorrentes entrem com recursos administrativos, caso achem necessário.

Esta já é a terceira tentativa de contratação da dragagem do cais santista. O Governo planeja realizar essa licitação desde fevereiro do ano passado. Nas duas primeiras vezes, as concorrentes apresentaram propostas acima do limite estabelecido pela pasta. Como não houve negociação, os certames foram considerados fracassados.

A SEP, então, passou a planejar a terceira licitação para o dia 27 de março último. No entanto, na noite anterior, uma das concorrentes, a Coencil Construções e Empreendimento Civis Ltda., recorreu à Justiça Federal de Brasília e obteve uma liminar para interromper o processo, alegando que os documentos de habilitação exigidos no edital para firmas estrangeiras não estavam “claros”.

A liberação da licitação aconteceu no último dia 22, quando o juiz federal Reginaldo Márcio Pereira, do Tribunal Regional Federal da 1º Região, também de Brasília, destacou que os atos administrativos em questão “são revestidos dos atributos de legitimidade, de legalidade e impessoalidade”.

Concessão

Além da licitação, a SEP também estuda a possibilidade de tornar privada a gestão dos canais de acesso aos portos do Brasil. Para isso, já foram realizadas duas audiências públicas e dezenas de contribuições foram encaminhadas pela comunidade portuária. A ideia é discutir a melhor modelagem para a concessão.

No caso dos canais de navegação, além da dragagem, a SEP adianta ter como pretensão que futuras concessionárias incluam itens como sinalização, balizamento e, se necessário, alargamento do canal. Não há prazo para a abertura dos primeiros editais de concorrência para concessões, nem definição de como essas empresas serão remuneradas.

Fonte: A Tribuna On-line/Fernanda Balbino

Data: 13.07.2015 Veículo: PORTOS E NAVIOS Caderno: Pág.: Classificação:

1- Matérias referente diretamente à Companhia ( )

2- Matérias ligada a empresas parceiras à Companhia ( )

3- Matérias de interesses da Companhia (

x)

Secretaria de Portos - SEP

COMPANHIA DOCAS DO PARÁ

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EXPORTAÇÕES SOMAM US$ 9,13 BILHÕES NO MÊS DE JUNHO

A balança comercial terminou junho com resultado positivo. As exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 9,13 bilhões, e as importações, US$ 1,06 bilhão, o que representou saldo de US$ 8,07 bilhões na balança comercial do País. As informações são da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SRI/Mapa). Segundo o Mapa, a participação do agronegócio no total dos embarques do Brasil alcançou 46,5% no mês passado.

Os principais setores exportadores do agronegócio em junho foram: soja (49,1%); as carnes, (14,6%); produtos florestais (9,8%); complexo sucroalcooleiro (7,5%); e o café (4,9%). Em conjunto, os cinco setores alcançaram US$ 7,85 bilhões e tiveram 86% de participação nos embarques no mês passado.

As vendas externas do complexo soja alcançaram US$ 4,48 bilhões, queda de 3% em relação a igual período do ano passado (US$ 4,62 bilhões). Mesmo com a redução em valor, a quantidade embarcada de soja em grão bateu recorde histórico, chegando a quase 10 milhões de toneladas. Em seguida, aparece o farelo de soja, com US$ 620 milhões, e o óleo de soja, com US$ 102 milhões.

Carnes

As exportações de carnes somaram, em junho, US$ 1,33 bilhão, queda de 6,2% em relação a junho de 2014. Já a quantidade de carne embarcada teve aumento de 17,3%, alcançando 573 mil toneladas no período. O principal produto negociado no setor foi a carne de frango, com 389 mil toneladas comercializadas. Isso representou um aumento de 31,4% em volume e de 9,8% em valor (equivalente a US$ 677 milhões).

A carne bovina ficou na segunda posição, com US$ 484 milhões, seguida da carne suína, com US$ 118 milhões, e da carne de peru, com US$ 30 milhões.

Florestais

Os produtos florestais foram o terceiro setor do agronegócio em exportações em junho. Os embarques da cadeia produtiva somaram US$ 893 milhões no mês passado – aumento de 12,6% em valor e de 19,4% em volume, representando 1,61 milhão de toneladas comercializadas.

Papel e celulose foram os principais itens, com 1,26 milhão de toneladas embarcadas (+16,9%) e receita de US$ 661 milhões (+11,6%). Em seguida aparece a venda de madeiras e suas obras, com US$ 232 milhões, crescimento de 15,4% em valor e de 29,4%, em volume (349 mil toneladas).

Sucroalcooleiro

O complexo sucroalcooleiro foi o quarto setor em exportação do agronegócio em junho, com vendas de US$ 688 milhões. O açúcar teve preço médio de US$ 321 por tonelada, queda de 21,0% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a quantidade comercializada cresceu 7,7%, mas não foi suficiente para compensar a queda no preço. Dessa forma, o valor exportado teve retração de 14,9% e alcançou US$ 642 milhões.

As exportações de álcool atingiram US$ 45 milhões. O produto teve queda no preço médio de US$ 834 por tonelada em junho/ 2014 para US$ 611 por tonelada no mês passado. O quinto setor do agronegócio em exportação em junho foi o cafeeiro, com US$ 450 milhões em valor e 151 mil toneladas embarcadas. O café verde foi o principal item exportado no segmento, com US$ 393 milhões. Em seguida, aparece o café solúvel, com US$ 51 milhões.

Doze meses

Entre julho de 2014 e junho de 2015, as exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 90,90 bilhões, valor 8,7% menor que os US$ 99,51 bilhões registrados nos doze meses anteriores.

As importações do período, por sua vez, também recuaram à taxa de 10,2% com US$ 15,34 bilhões, o que representou uma queda de US$ 1,74 bilhão. O saldo da balança comercial no intervalo de 12 meses ficou em US$ 75,56 bilhões.

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TRANSPORTE DE CARGAS POR VIA FLUVIAL FICARÁ ATÉ 40% MAIS RÁPIDO NO AMAZONAS

Com a assinatura do Termo de Execução Descentralizada para sinalização do rio Madeira, realizada pelo Comando do

9º Distrito Naval e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), o transporte de cargas por via fluvial

ficará até 40% mais rápido.

O termo estabelece a sinalização náutica, balizamento do rio e produção de cartas náuticas. “O projeto beneficiará não

somente as empresas com as grandes embarcações, mas também qualquer outra embarcação regional”, afirmou o

vice-almirante Wagner Lopes de Moraes Zamith, comandante do 9º DN. Os estudos para a sinalização começam em quatro

dias.

O rio Madeira é uma das vias fluviais mais importantes da região, passando pela região de Porto Velho, torna-se uma

alternativa viável de escoamento da produção do Amazonas.

“A sinalização consistirá em redução no tempo da navegação, tendo em vista que os comandantes das embarcações já

saberão o caminho a trafegar”, informou o capitão de fragata, Marcelo Oro, Comandante do Serviço de Sinalização

Náutica do Noroeste.

Nessa parceria entre Marinha e Dnit, o primeiro entrará com a mão de obra e o segundo com os recursos financeiros. O

projeto tem como objetivo, além de reduzir o tempo de percurso dos viajantes, a segurança de todos que trafegam pelo

Madeira. “Dependendo do fluxo das águas, os obstáculos aparecem, como bancos de areia ou margens estreitas, a

sinalização será importante nesse trajeto”, destacou o vice almirante Wagner Lopes.

Preparação

Serão cinco meses de estudos para que as primeiras boias sejam colocadas. O projeto tem duração de cinco anos,

podendo ser renovado. O percurso total de sinalização é de 1.076 quilômetros. São quase 200 pessoas fazendo o

levantamento hidrográfico e sinalização náutica, com navios contendo os melhores serviços hidrográficos do mundo,

em todos os períodos hidrológicos: enchente, cheia, vazante e seca.

Fonte: A Crítica (Manaus)/SAADYA JEZINE

Data: 13.07.2015 Veículo: PORTOS E NAVIOS Caderno: Pág.: Classificação:

1- Matérias referente diretamente à Companhia ( )

2- Matérias ligada a empresas parceiras à Companhia ( )

3- Matérias de interesses da Companhia (

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Secretaria de Portos - SEP

COMPANHIA DOCAS DO PARÁ

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CABOTAGEM PODE TER NOVAS REGRAS PARA REDUZIR CUSTOS LOGÍSTICOS NO BRASIL

Na sequência do anúncio da segunda etapa do programa de concessões em infraestrutura, o governo discute agora

mudanças na navegação de cabotagem, também com o objetivo de reduzir custos logísticos no País. Trata-se do

transporte de cargas por via marítima de porto a porto dentro do próprio País. A ministra da Agricultura, Pecuária e

Abastecimento, Kátia Abreu, trabalhou para que as medidas fossem anunciadas junto com o pacote, o que acabou não

ocorrendo.

O tema, porém, não foi abandonado. Há, no momento, duas frentes de discussão dentro do governo para incentivar a

cabotagem: uma no próprio Ministério da Agricultura, e outra na Secretaria de Portos (SEP), em conjunto com o Banco

Mundial, coordenada também com os ministérios dos Transportes, Planejamento, Fazenda e Marinha. A tendência é

que elas acabem convergindo, à medida em que as propostas amadurecerem.

O problema é que muitas das propostas têm impacto nas contas públicas, principalmente na forma de redução de

impostos. E, num momento em que a área econômica discute o aprofundamento do ajuste fiscal, são poucas as chances

de sucesso de propostas que vão na direção oposta. As discussões ainda não chegaram ao ponto de avaliar, com a área

econômica, o que é ou não factível no curto prazo.

O trabalho da pasta que comanda os portos brasileiros, lista 31 barreiras que impedem o desenvolvimento da navegação

de cabotagem no Brasil e propõe medidas em quatro “linhas estratégicas”. A de número 4, que lista incentivos ao uso

desse tipo de transporte, propõe redução de 70% no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da contribuição

patronal ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Sugere também que haja “condições fiscais vantajosas às

empresas para a carga movimentada mediante serviços de cabotagem”.

No conjunto, o trabalho propõe também que seja facilitado o uso de recursos recolhidos por meio do Adicional ao Frete

para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), um tributo federal. As empresas poderiam, por exemplo, utilizar os

recursos para quitar dívidas com o INSS. No Ministério da Agricultura, a proposta que circula é eliminar a cobrança

desse tributo sobre a cabotagem.

Há propostas também com impacto nos cofres estaduais. O grupo sugere a eliminação da cobrança do Imposto de

Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o combustível usado na cabotagem, igualando as condições dos

transportadores locais às dos que levam a carga a outros países, na chamada navegação de longo curso.

Nem todas as mudanças criam custos aos cofres públicos. Na Agricultura e Portos, um dos entraves apontados é a

burocracia. A fiscalização das cargas é idêntica, sejam nacionais ou importadas. Discute-se a adoção de regras mais

simples para as cargas nacionais.

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PARA MANTER PROFUNDIDADE, DRAGAS TRABALHAM NO PORTO DE SANTOS

O Porto de Santos trabalha para continuar expandindo suas atividades. Neste contexto, receber grandes embarcações

faz parte do processo de desenvolvimento, já que, com a atracação de cargueiros de maior porte, o cais santista poderá

aumentar sua movimentação de cargas. Mas, para que isso aconteça, todos os esforços são concentrados nas obras de

dragagem, que possibilitam o aprofundamento e a manutenção das profundidades e, consequentemente, das dimensões

de calado (distância vertical da parte do navio que permanece submersa).

Este trabalho de aprofundamento e manutenção é feito por dragas, projetadas especificamente para essa tarefa.

Atualmente, segundo a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), funcionam dois equipamentos no

complexo santista. Um deles realiza as obras nos berços de atracação e outro atua no aprofundamento do canal de

navegação. Nos berços de atracação, é utilizada a draga da Dratec Engenharia, que é uma embarcação de menor porte e

estática. Ela precisa de uma outra embarcação para ser levada até o local do serviço, além do acompanhamento de um

batelão (embarcação que recebe os sedimentos coletados e os transporta até o local de descarte).

Fonte: A Tribuna

Data: 13.07.2015 Veículo: BRAZIL MODAL Caderno: Pág.: Classificação:

1- Matérias referente diretamente à Companhia ( )

2- Matérias ligada a empresas parceiras à Companhia ( )

3- Matérias de interesses da Companhia (

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Secretaria de Portos - SEP

COMPANHIA DOCAS DO PARÁ

Referências

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