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DIÁRIO DE NATAL 09.07.1947

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l l i i l l i

O r g í f t " Ü U a U n A w r o d a d o i "

F u n d a d o e m 1 3 i i è S e t e m b r o 182S

A K O VOI — KATAI* — QvwlQ-feirat 9 de J u t t o d o 1947 — NA i . 2 J 7

I n f o r m a u m ' o r g a e g a u c R o S e m a a s s i n a t u r a d e 1 5 d e b u t a d o s POHTO ALEGRE, ii

(Me-r U t o n a l ) — O ~Dla(Me-río de No-cjM". em noia publicada. on-t e m . dísia-ie a í ^ u r a m n e n i o informado de que o

coverna-I h a u g u r a d o o C o n = j j r e s P a n = A m e r i c a n o d e C r í m i n o l o g i a

HlO# 9 Mcrídiencl) —

Reu-nfti-se, cjn inaugural, o C o n g r e g o pJ.rc-Anicncann

ác CrIm;no!onL'i qy:- rc^i^ homens de t í t ^ c i a «1^5 í*i*s Américas, jnclu:ndo-<-> er.:r<j

cies figuras mundialmente co-nhecidas nos d o m í n i o da ei* eu cia juridico-pCTjal, psiquia-tria c soeidos:*,

asst-nio na : n e n . o rc-pri-sn-Uai te do chcfe ri o governo, autoridades t- ticmciuoA rio corgresso t m apioço. Abrin-do a scysão. íslou o yj\

Carneiro, quesalicnii-ii a i:ti-I Dcrtancía daquela

cient ifies

dor do Estado nõo cumprirá I rLsla no ttío CranHc do Sul, a Constituição parlamenta-1 quo será p r c m u l s a d a sem 15

asiiiútutüà JisJa,

ria bancaria

posse-m o , 0 (í,!cr:tíícr.alj — Sob o título "C^vcírr* cio redime11,

"O Jornal'' puol.cou ontem o ivijuintc cjíir»r*jir

— "A r:v'jí dos m : i p o l í -tico* o w nrrer.r::n l5o gr?.* vemtT.t? o rvr»ni%

ui.'riK;i'i'a--Í: f 1H1

r^noicimvr/.c <!c: ^crlnva tanta.; c?pcr;iíi<:r.r.

cn\'ontríi-m: jv.I t^ivir/' comar.dj O , nos :.n5crci;i üe ch-.-r;-, õ I'SDv : vice-p r e s s e n t e ií vice-publica c Re* ncdíto Co Kf.to. :riL'ii:?ro Interior .Tus;ic;a. care-com de autoridr.de par:;

dlri-C7.T no govírr ; t r, AíiO. , T i uf c c o l o -, "s lie Perooin-rírrraiado. • Ji.O tJi'a^í.0 do i; sf.ircn-c* Ut\c\\í\o do -isi-.mojL-.j c * n o!r . c i í I ' Lfnr. vr/.

qí:(-r e u u b m hqí:(-r»qí:(-ri;:-ns aL' eic-n-c á , eic-n-cinpf^nhLdr.; tui ( «.miia:. r

a *U- mil* ;i

prcíervôr^a kl:

n a UNESCO jú :c togíta íí» m ímigos „ Acr :r teu q lío iremonte» dt- imprimir n u v ^ aspeçlCs íi crlwilnolo^ln o q u e reclamava

r:r. j r q c r ; ÍJC^ prfíVí>x*.':t

Í»»Í:ií;.*ÍC> OÜ.1 tKiin*

í'>u i»:i (•!.-;• > p r - v ^ i ' i f i r i j d»» pí:ra t c - i ^ f i-iúíT itu? Pí-m o i r . P^ipoi. nrn^ o r.r. Co-ta o

mi-ni ma píjrcría y-jhrí? i è t ^ toriví^/vnLirí'--;.

E^-íí.-» p^tni :r»Lf rr^iT re-í w j u c n t c de ccnsrL-.v.-i.T i-i^i»

Jares. A ípJslj o - t . Irf-onidio Ribt-;r»:, trj^j/» tli^-n i r í c d f / t^mbf-m y ; r , Jlungird. Pn-ioj d.-k-^rtc.?, lou o ^r. 0.-:v:Jdj I^uJí-t. rc-prc5fn!;tn:<- d:f Ar^r-rji , pí^íitiiclurj^ dricpií no InüJitítí/ A dogadoz. vc Üa qti; rlí? üm)'/'.>. t e podí? v<>rp j f.| ' é :.<ijitjiir u : r> iTítnrs r:n ía-;:!'c n v í i v a íi-*»:: i ::tfo o seu Enritfíinlo Su:, p ) ' c c ' o p i d • riporttmiíPi > 'IO KJ'B r ,1; tc-i, i n f p i r i ^ rprovciiar-?.-: . - parü anular olc-í-çiío lí> dp jüticirí). No Cea-rá inoí.:rjiy partido teve a

iniciativa da rniuiida contai-Uicicnnl que íira á Jc-Í rnagna da Estado o t a r a t e r presidert* ciHlbts» imprescjjuiivcl par^ qtjo í^lf-ja de aoordo 1'^m ^ Constituirão f V i c r a l

K ã :•> e o j í a í ç rí: e Ia ji < «r o: * ^ prcccdirncnifp d u p l a s j a u -iU-iicía dt» diretrijsos do parli* «Ir.? Nf»o ."i* ovidvllcia r ^ r f s?^^ jncdharjte atitude-, qti:> o P S D

tá aginiio como i r Iaíõc um ^rupo de aventura a iiiin^a ?omo a agreniiação

ria da ttcpublica. ccim o h*— vQr d? ^uslcniar a pDVilleu Vo piüuidenl^ d^ f irt;:íoc< r institiiiv"^; pi-ií3 cu:rtpr*nion-ic. Uai e r í g i - r o ^ Jlu t-: a i-^urar a

wnr»-rifio lhe fica a t r á s . Esse par* tido aparcccu como uma for^ ça rcivindicadora. da decencla n verdade dns instituições. T e v e o merilo do promover a restauração do regime livre )io pai;», Ko entanto, como nrncf-dn ii£joraV Aliandn-sc; rt-tn o P T B no Hin C r a n d r para o fcolpe parlamenlarisla v- vn\ rAiíi"í5? lados buscando fornmhi.s dv eí.nibalaclJO qtje rt-veiam olbo,i ik* ledos & intersçào m a q u lavei iea de

colher c^m » mi-jhuio dí» riscos,

íLr.tjuan'o seu,? clicfes apre^ííatíip com palavras cn-fatic^íj em entrevistas, dís-rurk-s o artigos a sua í c no r^uime c a fidelidade com q u e t* deíendcui os sub-che*

WO, f) (Meridíonan - - A's 27,50 horas, np6s un;3 scgrJlo a^ltadA ,a Comiasôò de Consti

luiç£o e Justiça da Câmara doa Deputados decidiu ontem, por 10 votos contra 0, acomi«inhar o pensedífita Vieira de Meio na preliminar de que a Camara aão sc deve pronunciar sobi*o a competcncia pm*a cassação de mandatos antes do pronuncia mento do Tribiu:al Superior Eleitoral. ^

Os dcbnlc.'; havidos na refe dlra ondsísâo. r h - uidos duran-te seis horas p. I > comunista José Crisprn. — o que sre vc* rlfica ptla prinivir.i vc?., fiira-rain nm tomo da consulta fei-ta polo depufei-tado Jorgo Ama-do para saber .sc a compoten* cia para ca:^ação de manda* ioi é do Judiciário ou do Lg-^Islativo. em u-> pedido •Vito ao . i . . juM.ii Superior Eloltornl pelo P.S.D.

A atitude do parlamentar comunistas visava obter o adia mento para hoje da dccisáo da Comisào, da vez que, no cor-rer das debates* era dominan-te a impresâo de que o P.S.D. ganharia por 9 votos contra 7.

dos tteputdcs òrgao po* der Legislativo —i-" etnítir Jui-w sobre a legitimidade oit-const \ lütíotuÜldád$- â é òaasillta endereçada: àà TSEj orçâo Poder JudidaHo?

o propHo ôutor do parecer respònde, a seguir:.

— Réèpbnder pêtó afirmati-va ét ao nWso ver, aceitar a

mala completa Inversão das normas que regulam o fmicíO'

naraénlo dos ipodei^s consü-« tucionais.

tmsom

rccer

. . . ^

' qüer inoçáo. Em abono d* sua lese, o

putado Vieira de Meio foi bus car as palavras pronunciadas pelo lider UDN, no plená-rio, transcrevendo vários tre-chos do discurso do sr. Prado

a Temomessm. •••ssw ;. corcpetencta j ^ ^ d è t í i È r

de- i mifefia , Í n ^ f f ô n ^ n í ? . fcí íeítr. ú "JiisUçárEI^orãir.

. De r.cordõ .c<ím

Nisto • o sr. Bdàrc^ Êlltô /ftísr-tlflcou a" aparente ccntrjsdlçâí> er-tro u pronúnciaiaenô'^do€r. Kelly entre cs quais destaca- ^ Prado. Ke'ly, ern plenarto",

ccm uma margem portanto í e

(fato de t e r fcpcató

i tura ào tequsrimento iDcàtJ^-nada de n. 233: " , /..-. ! Feita essa expíanácSí Ihlckl

o deputado, Soares ¥}1hd pasgou a apreciar e mérito dò rè^úè^ Hmento era dgbaíe propoedo um substitutivo aos seus t^f-mos, substitutivo esse que se-ria o sejuirrte:

— Só á Cünará dos Bèpu-cabe deliberar

alianças mais sorvem-se do3

:> u «.'di-m n»iiL'!.Je c- o apErf^-^arncUin ira rj> iní.Mf.u'.','^< t I, ÍJ l\S"Ú Ofnl* ió.Zo jn .r.:^ Cea.L( cü-•t.r, ti rí í;.:: . w c l pcls" rcr-4J dcjc:-da c!( m:-cracia, eu»»» j j tao sineíraimíiLc: r;J Dutr.'!?

p:.r:i di-rÉra.?:* do Rra-é r,i»íncrite o P S D qu*? adota uma pcsíçlo tertuosa « antttk-sncrratíca. ' A U D N

Incompreensão e

agressivida-de contra a União Democratica

Não mudará de orientação, diz o sr. José Américo

iV:; iaií^m as cor.df.-ttayels o

iJiesiiiKi métodos • feios <iue o a n a l c m a t i z a m nos tf por acaso, o Uder

ihi i r D N n a Cnmara, ^r. Kel-ly, urrua voz s:rniprc â £enri*

fiti d(,»íí rüuiunist.ri?f antepondo

arííiímcnlo^ iJo f j l ^ a pureza dt-mecratica ;i aciia d e d<rfcfa íoui a juitiça fl^ítcr^l ds-íüj í a p j r y f>rcocrvar centra uni íitímí^o desleal e i;itali-tíav?l a dt-mocracía e a naçio?

O povo í^stA atí-nto a os^rs ou jaib-preticiiv: *> íaho ondo estáo on cove-irc," dn regime; onde

acham aqueíes q u t por covardia n5o assumpra Jt res* ponsabí lidada r^xie o eleitora-il.r dr-jj^Uoti cm s u a j mão^".

mos:

— Enquanto esses Juizes fda TSE) não se pronunciarem so-bre o assunto náo existe um conflito de atribuições entre a Câmara e a Justiça Eleitora l Dal conclui o relator pessediâ-ta.

^ O que sg depreendi dr^; 33lavrcs transcritas é oue o sr. Prado Kelly reconhecendo

em-bora a cotnpeieneia cxc'uslva ftados cabe tíeílberár ^"sòbre ^fe dois sufrogils. que poderio ser Camora para decidir sebn? ^ucrd&;de mandaío dc q u a l ^ e r anulada, com a presença hoje existência do va^as em sou -ç!cs ssus meinbros. ;;; no illo dos dois membros ude- -Pio adia Q^e seria precipíin- j O terceiro voto. cite iria

nistns da comissão ausentes do qualquer pronunciamento.**? ieyal^M**' na "dh ontem. srs. Plinto Barreto o da mesma antes da d e d i c o ju- Í C o m i ^ i ^ úe Justiça. íol o í i

João Agrlpino. ]dicial. Ora se precinjtad^ rerip iautoria do «renhir H o t s s * l i r AS TESES DEFENDIDAS _ Imediata declaração do lo ma. < " -Na importante reunião du ífíislatívo de sun compcte^ch ! Para o r e o r ç ^ - s a t e da Hí^ Corai sã o de Justiça, três foram (para decidir sobre o vaci-tesí» «juerda Bamacratlca. • o £ls principais teses Jurídicas dc lugares» mais precipitada n i o coíisrdío^ mas r e í j w s s à7

defendidos, respectivamente, 'seria ainda o pronunciarnsiío Jiistiça ElsítorU qu*

pelo PSD. UDN c Esquerda da Gamara sobre a legitímida- |se a extinção dos mandatos ca* Democratica, em relação ao rde da consulta com ou* vrt 5 munisiar.

-requerimento de n.® 288, vela partido político lut^nselsd j sentid-» e h - w f f a F S C

qual a Camajft deveria se pro- jn w\t}í« n alto orgãa cLí diJãr ^ r i i

nunclar sobre a consulta d s - J u ^ l c a Eleitoral. í m "c^tft: partido majoritario ao Trlbu- ' U.VJS. > |disr".!nh2 o Tribu-noí nsr?»

TTfá-nal Superior Eíejtoral. j O r t r a r i . r ^ d n a ^ " y s l c à r {«^cbünant^ das ; OPINIÃO PE S SE DISTA ;PSD, o depu'sd<i Sctres FI ho. j

O ponto de vista do PSD £oí c-m nome da UDS. crccurou 1 « s u ^ ^ á o

níúa denutflHrt Vi- Í€sclarec»r o ncnsanwnto do sr. 19 Trftaaa:--:

] Prãdõ Ktlly, rii^rmslnda '.rro t j n h a . ^ ç e g i ? - - y ^ a .

tre uma mant*e*tac2o em tes? «Ttínfí^ 35 : e outra de sentido cbj^lvo. í ^ w . i a r í o ^ s o - ^ r í s t i d ^ U

Nesse paíso relembrou acue- C f ^ r a s i c -Jí S ^ ^ í ? ^ !c trccho do m c í m j d e c u r s o ' ( C m r ^ u s

r^a^la&v-niO. 9 •Mcrirfíon^íí — O rr 'dair>s acordo o m n José Américo de Almeida .osx» |tíiuíçiio.

pr^poMto riü critica? que vido pela reportagem o

momento político nacional, cü^ se <ioe convcr.-wu loneamcuiL* com o sr. Piado KtJIy # rcr

-dt»s u t i i f n í i i o i i i : cirn»'n Utf-. • ; 4 Acre?c<'íit«>j> r^ít» H t t l*ra-ilí> KeHy >urttr»l:ir;'» •>

de vista da i:i»;, n<> rtiilti.» de íiue* cabe bo k*>:t:<ht!ívA compctpficio rtc cur^^r i»^ mats

A

e&tão sendo feitas á ÜDX, s -í»Trot>u que «íu partido "sem-pre foi muito ctaro d op^riu-i*rn s^.i-i flefifôcü ei?» fut-o d v j :K*ííiílt*t:iír>^nto5 polilíor^ c/>creíit4.» n-ín sua»

r-erij»Ti*i>taiidfí: " O f^ut* ô

MUíít^ (ficor/ijirr^n^ãr» e ÍIIÍTÍ-^Í vídadr c-ííiitn» n iuís^í» pari Ido F.ntrt-tamo. IV/ÍÀ muiiú^rr

Voltou a agitar-se a

política mineira —

Formação da mesa do legislativo

CELO HORIZONTE. C 'M . iMoartr Ri-zende. da D.D.N., 3." O ambiente pf^litico rtíífjui v«#J- /secretario o

tou a íigitar^e com a aproxi-maçào da p r o m u l g a d o Carta ConstliJícíoi^J. A que f«<* cogita da me.-sa

fuiura A ^ m b l H a íatíva. írjcríiKy íjuí n p f e

-f.írt/'ncia .verá frfüp&da j.» tfj «r. Antonio líraija. dopi»Lri<l«> íio

P.S.D.. f a vire-prf sídenría f-r, Sibcternfo Viai»a. da

U D N , . ccruinuiníl^ ilr». rnaífl car^o? o,-; atuai,"

úo P T T ; . I."

r:<'£T«-ta-Abreu Hcmule, Ou tJ.DN., 4." yoerctirw». SKRA* «OMKNAÍiUVlMl O Kit rtSlSTlANO MACHADO nf:r-o j i O i t t z o N r t : . n im.i — AI»»*<K'Í;<-M- nos rírruta:^ {k-i.;.: ijur o partida UKijo ri L:rir». npAs tt d.> ír. Cri^iíaxo Machado p^ra

více;6V^rrvftdr»r d^ Estada, p r r t r n -df> lw»mrna^t4*lo rmn uma f ^ » Li, u:i '^dí" d<i pArii/tA. na Cíual f itarão fii<-> a vrimío exrcujsva e h:mc:ida/?

fédr-f U 2 3ífédr-frcfédr-fÉihcio.

Con," | üioc-t lio o r i o t a ^ ü o por causa dirro. Nngucm imagina quan fa^ díflculdados n o : tem

cau-sado tíaa atludti apegar da seretriüntfe de íiosíü conduta I!a:-ta mencionar a ofensiva que íiívvcriradt-oti ultimamen íi- ijíjjí &lat!<v> rnntra os ^o*

tjdeni.-ia^. Temor; ^ido ^prerentados p^r nossos ad-wr^^rlos cfimo inínijgrv^ do ?w

o-vííií-'» fwtí-ryí. afirmar rjue ikrwwi ^litudo u m sido náo

raro. ih* f^rriííi-ío. S e a g i s s e mrt : n>m paixaí» como exicem |M.r ti, ac^bariamn? deixa rufo» i*t*s Irvar peto instinto de rc-, nrc.^aiia. poii oa comunistas

k quo fvw agridem. O que no* ftuia port-m 6 o desejo coe de defender a Constitui* ''ao e a Domccraciâ contra tA-dsiá sã tcntalívan d*» subver-can."

E n ííTiiida. afirmou o sr. •íosr Aiwrieo: "Acu.^un a t^ÒN Mo p?!rar na arena.

ai:Í-MibverMVamerde na pro ra p i d d u a e no Parlamchtn.

criUnto. <dho para a cariei* íu do ír. Certos P r e d c s no Ké-s;odo e vrjo-a va«ia.

Aque-fjiií* tUvia editar U trsta df» <im liiovimeiíto de deíYóa t h sf^/í rrtnía do voto. ante a amea ça quí» pesa sobre oí repre-seniatries d í íua ag«miacÊo, t^rnoii íre In%'ísírr l/r

Promulgação, hoje^

da Constituição de

São Paulo

5 A O PAULO. 9 (Meridio-nal) — - A- cidade está» hoje.

em festas promulgação d » Constituição.

•sustentada pelo deputado Vi-eira de Melo, em cujo pare-cer escrito impugnou, logo de Snlcío, o pronunciamento ante-rior do presidente da Comis-são. eis que estc representjmtfr "discutiu menos a preliminar da competcncla, que é o q a i esiA etn foco no momento Ao que o mérito propriamente di-to da matéria, hdi-to é. os

efe!-da decisão do TSE sobr? cn mandatos dos comunistas**

Continuando te baiano alude

querimento n* 288, para afir-mar que o indagação, nesta instante, de se saber "se cs mandatos dos deputados comu* nistas está o ou náo extintos, cad ucados ou cancelados» era face da decisão Judiciaria cue cancelou o registro do PCB. é Julgar "ultrA-petlta"; mais fúr-da,.6 Infringir deliberação da própria Camara que rejeitou substitutivo objetivando lmedla ii> pronuociamento da Cama^ ra sobre a questão dos manda*

— Ora, prossegue o sr. Vi-eira de Melo, se a matéria em debate é puramente um reque-rimento pedindo o,pronuncia-mento da Câmara, sobre a co>'-, sulta feit^ por um partido po-lítico, a primeira p e r a n a U b íezer-so é esta: pode a Caminn

Magdà Lüpescu

gravemente ilòent

71

í^

Sm^

!Ca«í».u»se, in-extrsm^s

Ú z t â

QÈéi

. « r í u o ; 8 (Meridícnaí) — Da- de ter d e a e c ü o com. o

va-se, ontem, como íese^píra- : evento do Copacabana .Pãtíác^

dor o estada de saúde da yra. i Tci u a r « n à n c e q,úe aíçjx^r*-Magda Lupíscu.' licje El«ia ) tou;'a iíSa Hosenzcller;! Smailngec -por m ^ t o s a n c i e o o m c b f e i -;

nome ncbíUarqaico que -adquí- c n ^ o rUcá' nos^mlrdstânos ,

riu s>pó$ q casamento ccm a da tedoí ss ' ex-rel Carol A* noite, a repor- ' repcrcaUedo o e^^Sllíb;.

tagem conseguiu uma lís&çio jtnunáo' . inteiro.

t e l e f o n i a com o apartamento i " . ^ x f l l ^ i ^ i j f e í em que reside o casal de Prin- o última p a r e c e , t ó l * ' dpea e foi itiforniada, pelo a a , t s r d e ^ n i t i m i J í ^

-tigo monarca rumeno, que pes- nfio wultcru. prcjffÊíçSàta soalmenle Mecdcu . a o - cosjd de eftso amoroôd e â n i âtiy chamado, de que a princesa ' tude? p o ^ U ^ do r ^

experimentava pequena me- ;pria Mãgda

Motivos da queixa-crime

contra Luiz Carlos Prestes

"O rhrjit tr^ o c M o i querem r/»n-— t- lAnoar a VDK con-RIO. 0 (Meridional) — O senador Luiz Carlos Preste?, cuja licença para p r o c t ^ o cri mirat a m b a d e t e r solicitada r o St nado litcur>o em p e nrlidades AUo poderão atílifcir 1? anoí? de prlíáo. A queixa-crime apresentada contra o chefe tto cxiliitfi Partido Co-munbta do Brasil. 6 estrlba-da no drcrcto>)rl n. 43!. de 18 de mato d e 193(1. que define os crime contra personalidades nacional, a estrutura e 8 segu-rança do Estado ou contra a ordem íociaL decreto esse quo

foi •promulgado !ogo upóa a jíifentona iniejíralííta de 11 de maio de IDJH. tendo pnra u piomidtfaçáo do mwaio o <*ntáo pre^idcjitc da Republica

sr. CeUdi» Vargas, t^ado. as atribuições que conferiu a Constituição de noveinbro de 153" De acordo com a denun cia feita pelo 4" promotor, substituto cm exercício na 20* Promotoria Publica, o senador ortá Incurso uo artigo inci-sa 21. e 9. combinados com i o inciso a do aludido decreto» lei, cujo? textos os seguLn

tes; "Incl&o 24 artigo 3a —

Provocar ou incitar* por meio dc palavra», gravuras ou In* discrcçôej de qualquer espe-cle.prevcrvcâo, hostilidade ou desprezo contra aa forças ar-madas. pena de 0 meses a 2 a* nos de > r i j á a Inciso n. 25 — Injuriar os poderes públicos ou agentes que o exercem, por melo d e palavras, inseri* çóçs ou gravuras na imprensa, pena de. 0 meses a 2 anos. In-ciso n, 6 — Promover, organi-zar ou dirigir sociedade de qualquer espede cuja atividde se exerça no sentido atividde a-tentar contra a segurança do Estado ou modificar» por meio náo permitidos por lei, o or-dem poütlca ou social, pena de 5 at£ E unos de prisão, me iode da qual caberá 9 quem fülar-se a qualquer" dessas

so-sociedade dissolvidas ou que le$ que constituírem, ainda que sob nome ou forma diferente, soccdade disso!vndas ou oue a cias outra vez ee filiarem, Inciso n, Q — Com o mesmo fim, fazer propaganda' wi ler cm seu poder ua reslUenclíi

tâiima in^plraçãa

ditadura >Tnóí

apoiada por üroa de tipo fascista

F e r r a E" ç á e fio-M .. _ são a c m t e d m e n t o i d ^ é ^ d a v lhora, r.âo tendo sido ainda

t*-]ado o mal q u e a prendia

; O estado d e saúde

iíi^l^ °.v»lher famoj»« agravou-se de iiunt1!-1. a levar o

anti-go rei a l i n ^ r - ^ a ela matrl-mootalmcntc. na hora

extre-ma, fato esse que trouxe, no- f corridos 10 ^ ^ "íd^i^ís^iuSÉr, vãmente em evidencia o re- Jda aseençdo ^ t r ^ ^ ô

mance entre ambos, que come- : rol ábandonott

çou no Circulo Militar de Cu tf direção a t f ^ i ^ Õ -carest. em uma festa. O rei Ca- ^UçueL Seia

rol, nessa Época, era rei e côm- Slagda Lupescu, T M M e ^ tava cajado com a ex-princesa

Helena. fUba de Jorge II. rei

da Grécia. Era este seu se^un* e í U w ^ d i W e í a d o ;

do casamento. O primeiro. Hcltiia, iíe®dè: 21 de• íulh'® com que iniciou a sua vida , l O ^ ^ a ^ ç í ^ ç a ^ i ^ aventurosa, anulou-o o rei Fcrd

nand. seu pai. O rei Carol, en- jque

^ra-tão, recusou a casar-sç com a j^su p íCftroJ; díiawci* princesa Olqa. filha única do Úà

Tzar de todas pa ílussias, pre-ferindo a vistosa moca de 22

anos o filha de u m ottctal ru-meno, chamada. Zíil Lambr^-de. Era ele j w r , essa ocasüo, coronel de um regimento e abandonou sua unidade 'mili-tar, fu gi ndo' pará O d e s ^ on- } dc. realmente,* consórciou-se ' anunciando ao mundo a sua renuncU aos direitos do tro* no. O pai mandeu oretidô-lo^e 7r> <iia5 úeoois desfer o enlace

Ido 'fttiaialcai De nobilíàrfTuJa.^Mápda; o titulo d e f porque- o^éíü broí

a

o. ESU catado - p e r a r ^ ^ ^ ^ p ^ : c baniu Zlzl da Bussia. c m { p i o t e w i ^ ^ i t ó o ^ ô ^ i ^ c e í à uma K^rda peftsôo anual; Pior t q m

oue esse jwnto de viste

dina*-tico, - füi o remaneé^ oueíaca te i da - ca ou local onde deteér;

esébritíi-do ou -denoçitRdn; Oual^úer o nanf \ da de; d » b^lftlrtí; itên* flMfts nu f»tVr».« blleaeòe.». « ç j w do S ftté í?

enos río prisão*.

rei Mi?

(2)

pará^cstcritar o espetáculo de ^ j x í q u é z ã p n i d ü z i d a , ccm q u e Serviço de Im- í h o j e cia nos deslumbra?

pJTKníta Ltdá^ Rüa Tdê-AbrH * i / Sãa Psisto. — , Scrrlce

Lida. Ed.

Akgrí» r5o 6 1 2 mi-í.jlhOcí- de pinheiro;;, dontro dc de I j m s t a s virgens* à s q u a : s kij v

• *} CÍÍ ÍZ í i r í > o rnadi a(í o u rv i ;>-'

á k a d f t í : ' m i l a ; f > u e í r c 2 p f u ' 3 tetasteirrás/ de iüiiLlr) c2 rvy~ pirr^défiÉas \ ÍJOIYStüS, e sric com: camadas'A^rínvels dc- HO

a 50 ren^nk-tres d e espessura

ÍV-cs d? I3 í, i l i z ; r- r e p r e s a d a

M»: r ••

preç cs. izãuzW.c-^ a dr- liiíumi m.i: IÍ

: •

' ..'Hl^íí vrz n.i1* > . eavf?

vi." • ' tv'-; 3-rrZo aííc; C.r. • ••-. i at'ij5, ii n 11: k

h í r ü i c rir s irr.-s <le ' ri 5 di" rl s arrjisThos. i' jjnr 1

s->. S . • 1

ci>n » . f '" íV: t; ífío a^ is ao ;jf'.'ir í.

>. S .

• 1 rira d. .-.'ii • • • J f «:LJ < T LiorFI eorda:* c

ria ' 'do íibify" e < • ic-J 1 • .•.

"fiikni-e r i.ríí. UT, {••'. órr L-,

;'. <:. -,

A Ccm Eíiíidv! * ' '.' 1 I " :>

. rdírços .rrr .do r..»'í ItiCT:: '.itr 1-r. : i < ^ , J *

. tido tie. TÍ: * ... / j V ; i*. A r •jj tir; > • **; "'" Lj '. LLJ. '• j " ; - • r - r d s o p e r a - u."';" r. 4 •> rs fabric;: de l y a -• i s f . í : -3 z^Zt-z. A V- - L •2-2? • . - •'.olvv ' r. — r L." r;u tk- cc-h iiwiiC-i " " ! 1 • »1" r. L? ruTíVp j •j j .'i.ra c c vwtCS c^ ^ - -^ * » p c i •

.

t •• c f r.- M: vi:: u r u; ]j IÇlSSCOmy n c rn iis, W l u b es ;; J . ^ p e r a t W a s c r i m s õ ^ â r c r u z e i r o s d è rriéíí _ mazenadss* í ^ e i j â ô ^ zciros o quilo, de gado p a r a o < á b | | | j | exclusivo d a - p o p u í matadouro para 8 rins do gado v«ci!ní£

ieças c s a í o ^ o s i pcín^ no f u n í t i áô;

m a r i^iíharés de

rriaquinás, q u e venham p a r a o; wilioso conjunto fabril. ; ; • ;

A superfície deste qUasó t e r ritório da Bélgica'sc < vê c o r a -da p o r mais do 300 qu;2omc*: tros de estradas do rodagem, sendo uma das rodovias de 10 melrcs do largura, o íntcrHp^-das per 250 quilometros d ^ li-nhas íeíefenícas,: distribuídas aIravês dc * > r»e-rdumia tirando cidade do i n t e rior paulista tçm melhor, A

ccniraí ele', rica ê para 30 mil

cavalos. A linha dc força se os- Uma padaria para ^ tonelada tende r u m percurso do 33 qiii* jdíaria dc píio. Um facão Inmrtroü, ouv. c- n d:s'anr:a d:*|de jafé, Uma f a b r i c a d o gelo.

MÍ:íí;'i o-.'-' ;> fal.rien. -'.OQ í e:i- | Força U ic.t p:»ri n ^ cpe-lss. U ^ a jji#oiií;rí;;ií/ jhtiur.t rl-d 1 rnrícr. p o i r s m ter wuferk?

ivi-\TUfi |> i > H ) r ( i ; 7 i ' j o fogfeÈIi mi

dia^ s u í -nos e gal>naccos;^H^^jÍál^ pa-ra 30 leites, com s a l ^ d c

ope-rações iguais es* tabelocímentòs ed7Íg|Bercs do

Hío 0 St o Paulo. 3 Mnjiáci;:?. 5 in^ílico>. V a r i o | ^ t í í ç ^ " ? . PÓ? í li L í ^ V' - / l i b^níí Jcí -A íriioií^íva 1I0 .i. 1 Ai v' acui. ò i ü n d o 5 Í S H o hrnx':.;. ú 0 rri:-> c l.% c ei;-:'l) ccm qus c cirjamiãmD bra.cijeiro

^.uinhoru c£*í: d j y j . t â o t; c-it;;ricc-;:r. - K^jn (i^ y i T F í ^ y D J ? ÍP^r.1 os " D . A.,J> o Jn

presidente G^nzaliz Vide-cli::c:jrí*íj qu::

prr>:un-parliciriarjTírrte U:\\v. I ivinj^ida, mutilado 'ou sob a-moura.

K^da ou quase nàda repre-uiír.i iinprcHSá que não ú iívtp? ín*crp:*etc ftta

rii5-MKütos í1 "dò povn e

se (lüxn m a n e j a r p ò ^ l n t e r ^ s -íí05 allic-iíjs íto desUirio du eo-loiívidadt a que ^brye,

Enqiianío sobròfésta uma poiitíí di< ]ihür<kiilè0(í_ escre-vi r iii) papeis públicos,

exis-te sempre p a r à ^ t i a ç â o a .perspectiva dc r c í t á ü r a r os ^eus direitos e corrigir os cc-cioii J i«> bviiqurir- r;u * - \h'< ir

)Zfii LÍ pr*meuM ve?r que

l^va pub|íer> na vi-c vi-coiiF.ider^u que r»:*do ertirc.- í'l:

it-ntsriíf-i ria unprrrit:.! ch:;Vii cSíiiíiíí-* <1;* tim.í tir» te-se do povo biíi".feiro.

K ^ e è verdadeiramente o pr»pel rcprc5entí.líiro dos jor-,

naif. Cada com a sua ^ cpiftião. a rua ien<UncÍ3t praticados, ; ,

-Í..ÍÍ;I m ^ r - r a . foiní^m tod ^ À T a v t s das mílí^vieissi u* u:iípy.o.. a , eJ.^-jleí^-- c h o ^ u e ^ e ^ í ^ g ^ â

derro-- " r>da p V ;òutros# a . t^iicla VÔ" lil; > Jí C s dois S A P S . t ê r : o l l ^ t n d a d -CUS-O tii ^ Im ^ o » t^UVtkTtlC CLr.Uv>2 que 'J* reçõe^ 1 fraUíij r gv c^-Txclhzr ; ccis pcs'r> í t r ^ j e r m tombem o grcrtrl-• Ousnfio 12 rc^r .d.-ra o Ideniocrsta :Í. c;rcLns!jjncia u

6 ar.LS, r^m^ri; r-i^.-e^i r j v.'t d e i ^ p - w c o ' . i : : ri d o a im* í:j ti.- «:r. l -tia :u:th r 1 j-ri íkü, r?r> rrn v e / detiiir"i?ir,

| ; : : l' : <;;:rcnV o 01 icrimo ê das tnreías e s s t n

-{ | •

u: rrar ser.dj^a [ciaii-, passa a ser

rU ^.o C:x z

11cr Cr> t07T;:çot d:::- u Í Q u i n d r j a ii^prenca a

•dura. r.a p í c n i t u i i o l i b i r J a d < ^ t u a vê res* j ilumine.

na'5Íiá m a r t h a a ou : tortuosa, realizando

sua liiissão repro^entativa, Enqitriiito íião tocàm na f u a liberdade, a nação- pede-se dirj>r q u e nao è&ta perdida, porque ainda tem q u è m a re* P re s e n 1d e i cn da i - d iri j a e

. â ^ M m ó m í á ^ ^ o n t èf • À í ^ r è - í u m a fabneft de papei

jjiripirohsa, e tiimbêm; de. ce^

lírios*^ n a qual se inverteram^ ígijaimenté com o imóvel e benfeitorias, 20 milhões de

dó-lares. Todos sabem como st obtém o papel de imprensa: dc u m a composição dc pasta dc madeira e dc celulose quimict À união do ' newiiprijit" o d r celulose se deconipoe e m va rias peças. No corpo-do edifi cio, se acham instalados pri» meiro os pícadores, que cor tam 3 l a d e i r a vinda cm ca minhões da floresta u qtíe i levam, cm lascas pequeninic para os conzinhadores, Ali cí: encontra o áeído que é a líx 1 via.

Kin 10 U í r a ^ çrAú formada r celulose, dentro tfos cony.itm dores. Hecebc-a uma grandt maquina. Kbia lhe tira a uni-dade e forma as folhas, que y.ão embarcadas para ser*m util^adn* nas fabricas de pa-pel. A eompanhía cio si\ Cícero •Pnido, no Vide da P^raSb3}

es-í i recebendo 500 tonelada* menyai^ do cehiloso do

Mon-te Alegre. K esre, o m a i . or centinyen'e da m a t é r i a

pri-ma cam que ela opera. Em-pol^;t maquina dc? fa?er en-lulose. K" u n niaslwlnnto de 30 Üorç<íM-i;hoKleoíj. n x.as elro be

metros d e comprimento x 5 d e lar^o. Cir.siou 1C inílhCes de cruzeiros.

ÍJo outro lado da fabríea re nos d c j ^ r a i n ns lascas do ma-deira tiitunidriK p s r quatro dos fibradorês, eada qual neiona-V. por um motor d e 2 mil cavalos. Depois de esmagada a madei-ra, ela on*ra n u m grande tan-qu*s( dende p a r t e a f i m de se

encontrarem eelulcse c pasta de* Jnàdejra, n u m a prpporça^, d e n t r o da m a q u i n a q u e prodü2 o papel p a r a jornal. S u a velo-cidadej Lsío ét a velocidade do

pape^ corre na m?qulm» para produzi-lo^ ú d e 500 ineiras p^r minuto, Essa rotativa custou 1 milhüo e 250 mil dólares. E' o q u e hã de Uup to date". TVm capacidade p a r a 120 toneladas (CoBlinua na pagina) K* dia 17 dc A h i í l ro Coogressõ I n t c r n à c t c s t ) EstevoiTí .pM*Sãí«.cÃ!»tò'

trangftirct c duseatos portuguesés. r c p r t ^ f a ^ e i ^ d ^ instituições iecnícGS, nscccíaçõ«s

sosi catedras. M

A sessão ítiauguicl foi presidida

Republica. Presentes « C c r a o . Bíplomaííco, - i n ^ t è ^ é ; ^ " - ' V S f ^ M;n!slros: de: Estodcs. Dois professores' d© VnirétàlàmÀ»

dá F r a n c a e Espanha d í s c u r s o a m , d w dos pòrfturuè -5CS

Desculpem esse ar de reportagem, t f s e n c i a l ^ í w : :.

'iriòhwntc, precUcr, exaln © íielmçjite, f«!oi-if#i&_;Ô» manos GcnrourI diziam: — OK FJUT BIEN Ô U E ; ^

CE OU'ON A Vtí! . E' necessário que u m registo d ê B Ímpr«5£â« ; ^

sua lidada, v _ ..:;:•.

O Congresso se ínsUtou na Sociedade de G s o g n l ü : e houve exposição LlbllograíSca "oade se encontram milhares cio o h i d i n^ciocais e estrangeiras e ainda u m * coIccJo «ob:e medices c caniwt n á FUàtétia, medalhões e oiuras cbros de íii!q". . .

Esse Congresso re; pende a uma s e n e de pwguriias meteríalíttGc» A chstin&rio de1 CIÊNCIA E F C S A O ANTACONICAS parece ebícr, n u m esquema pratico. notável desmentido.

Kão encontrei Deus no IftboTaicno, e n s u m n aos T a p a m devôm achar essa irase uma beiexa ü e ui-dcpendcncis Louls Pasíeur protestaria, indignado, con-t r a a opinião Ele não ^eixoa o laboracon-tório e sentiu sempro a presença divina no seu trabalho, u m dos mai& altos e dignos cenfiados & ura ser h u m a n o « o qualquer rios tempos tia Historia.

Curioso é que, n& véspera, e m Lisboa o P*o£ Tortbio Zuníga <Uae u m a «onferencia sohre a S X t t T I -FiCAÇAO P E U l I-IEDIC1NA, evocando a vida após-I c l k a l f o medico napolitano Mowati, laleei^o t m 1927. A ciência fora pora Moscati u m a elevação diatia na verificação da der h u m t n a , processo de purificação o sublimaçtao do observadex e da IrUte m a t é r i a cbser-vst!a.

Cm L l s l o a ha u m a ÀSSOCIAÇAO DOS M E b l C O S CATOL1COS q u e promove essas conferências divulgalivas todos cs mezes. E s p ^ d a l m e n t e as recordações t i o -graíicas. os exemplos de vidas e m serviço do P i o s t o o » i o r n v l a divina do solidarlrmo c a í o l k o .

O Terceiro Congresso consagra, n e m plano g w a l , esses trabalhos o m i n s t t t ^ . limite r s . r;;--:.. : íi:- u/:^ í "iíte. iíi- : <1*1 b u i í í & c - á o a z i u t a P a t a ^ u a i r o r n ; ; Í OUA. 7 t^ni-r^ — Ca UÍI/.Í.O^ :'»<>-• t&tivs £» erri Podro Ju

'tiauam o ccrco úi.

Prci^e^urm cí e e > wciifíter. da

Ce

13 rwít ÍWMri'

quer ufa rc^oísscio so cíh t-í r

TiiíAi'' c 1t.'j!.r.'r/ii'i" vi*-*

ITiííl «Mi O G A í , ALCIO L'OUTO E M C G N 7í T n I A " R E S n í í V A ' D A f'OM Ó TJTiJLAK P A CUKP.ilA BIO, — mi-r í í t mi-r c da Ciíémi-rmi-ra mi-receomi-ru. o n ' tcm p&5a marih5r e m

licmo-rarJa"- e r; :r-rv:t<i.j c^nferf-ntia r o d:* trabalho o g f r s e r a l ; S o u t o » cr.f-í-.j útí

CabíneJe T.íilitrir d;i Pro?:-ôciiciú 'da Hí^w>Yícu9

fcz^arr-ámjishbar isou car^c flr? ífritígo di-r^lor . 'M&^IT: rrean izrjç^o dí>

t o .d^ír-ísr D Palacío

Pf^ca '; <ia d ^iiyc*•-v;jiíVi:rdiú' (4nseot > a

Pa^ío-ij-.díj e! c, N y íl a

CM fuvor rcJi^rrr*a j-úí.5 hirülaçòcs

e bl-&ra?or;i>3 ú-uii-.wdoj trr^/iiho.^ -jrat c.c

Ü»> curro ui^liru

iic::>J A;.^''>::.ú;, c^lf* i> »• .. t!-> fiTèpí» "o

- cm fivou r* ia* tran^cf'^ "" p:.-;vrsi ele* A-"if} l: F r- os üi'''> iit-•;-í . ir.f.j.* ^ rií^a^ío cm que iv -.e.r.tra o «U; aí*:Í!u

1 <

-i tcpr^v-i j-^r»'» »íroí prof^r;-•r^r i- ^Ísir.ífc.-, Lm cklr^ Sol

ibJscüJo ^ Tribuna

Ac^slf*-—ffjílr» ttuj?

tn eslá *r> iitâr.er.i» faliria O ; íslunoj

fíííiirsrt. dTjde ha rnuít'*; c r o i f ^ ^ r r i t r ^ b e m o dí-*?^-*f»nt, '.to rru':Ljí> po;»cf>

íir; fjL TitXLjGÃ j.*í VÍfÜiYl tiUfí.*í2,í,

*IV>-a* ryt- ver^onh^io (• a

J.f-í.i^ rijífií;»-; f-üyç^ -ilíi-;. <fai prom-L'^1"

t, Aíb.m rt.-fo i- ji'^;,:/t J:

tiiísi tííj 1* vt• r> ro s. ct.n\ c r c r i i ^ t ^ c fi-jii f j ^ £3 verta?. Qtte bavrmo^

V I D A M É D I C A

Nossa

contribui-ção para a crise

DOROTKY T H O K P ã O N íCopyrigth dos **D. A.">

NOVA YCRX, via rádio — tcntsndo iustlficú-t^. T h c m a s A crise alimentar na A!ema- Mann jú deu sua ct-n ributn h a é horrivel, c estamos 'çàc. dU:r.do que o povo i l é

-ccmpadoce des

MEOIOINA

cositíiüiar erta e^mt-dia que vi-rfíii paih;tçada. Ou obteremos c nic' tis i/idisp:.» üa1viús para

cai- um c*»rst> deílci--,-fjtf- .eu a íac&iMadL' p<.'rmantí* «era ti ir poriam c e r r a d o ^ . irio es-íes "A par:e rt-r^reníf í% cSr*»ri;ia (t a que

tnciMí^tfa em pi»>r

í> lir^.ài pfiü^ui ík*uco.« rirur-:li íi^it av Ü p*acofrt?r o

in-terior i!<í nosio Pais, ond ? va-mos um numero re-T^tlvairtente d ç cirurijl-õeíT. Dai u ^eceiidarte de

d.ver-L E O N I D . O ÚV&.WC ( P a r a os D . X.ÍL

níxva F a c u l d a d i y U r g e j meto-óizar o c«islno d i dhirtita. a*

ELm^te tiué o niàíòr numero d c prolissionals competente* dtixem a l ^ ^ a «ptòã ã ex^r-ti*r coí t d f i t e m issâo "

Não aòo d U e r e n t ^ n é m me-nos íiravc-5 as recentes afirma-um doa n o v õ í ü w ^ t r e s d»? Faculdade,^iià»^ em distur:^ prommeiadò por ocaai ão do an i tfersa rio í dèr íútJd açào da EsctiU de M ò d l ^ a ^ d o r i -fe rir-se aos variòs ^pfcrio? reforma do ensino medico, dls-f o o prodls-fessor I t ^ dls-f ü é á - de Lima: "O t e n p o T j ^ â â ^ é : oà'.

a-n i o tiveram ea-n^a-n<^|$ie r 3 ò encontraram laboratorlos. yqu? se locomoveram düi^ünté doié '.s prf.í^y-orM tio clriir^lü r i o

flp preparar mainr nu-UU-íxa df O o u t vcfrifr f a jírolc^câo de<u>nb'da dc m ia filias d e

npadrln'i3-rtn df^trimenlo dc uma rrand^í m úoria que U m b c n a s i t u a d o . (deseja aprender, que vem d*

"-* :t:,:- Á f-J prccirarcsvi^ j lonpc. d-"> mais afastado rincão •r. ví -x" r»tír cisei- I rmesa terra e r»ue. rc^ular-r:*isr. tií'» à J-tí^j di- vetores Tmepip. papa siia taxa de

estn-ól^rtoU ^t* í ií^Í'0. so IVnramos que. se o Oover tüt^ n :f:.-.'.íniavel de v;,- no ni:m?rm uma ««ola

sur>c-r#.s htirníífíní'' Al/1 onrjr» |xá a

•orí^-ftíitT.rta íiríi iturreni? mie • A 'r.^nío da

^fJmírrí-;-*• 0't m'<Lnf>. dt.-írj

KA-st>3 cimicoí do interior se jlunos também

nrovisarc-m cirurgiões. Não há Como reprovar i t t j â a i ü que duvida que é um alto negocio

^ara o cünirn: mas. afinal mui vicia: correndo p e n

-ao Ür;*íro dc nwsa F j c u i j a Je, horas do dia ãttôtar^"por ca-ía cidade f m f d i r U ( - a i ) ofertais iLiivorrJtaHásT A Fa-euiíkdí? <»pai ha

vrrdaíIpífí>s rnlen^

ile instalações q U e ^ estlolam á mingua rle recurso^ A açáo bactenoíoslca do m i r f ò f t á o é novidade; nesta TÊ$8áè&t. Jfâ 114 anos que c ^ e e è m c s 03 seus efeitos Impedltív-òa do dr»-renvoh1m«ito

professo r p e r d e i l s ri»>r. Min pr<*jui-o do erário p»j

Ijliro. 6 porque tem em mira nd^qund<í preparo de proflMÍo-nair> comp^rteníps ,,e no malas •il.f- U i\ d?» MtdieiíK-? hurncrn possível para aletwl<*r v>ri;.s (lí.r iíJÜnrj.r 1uta?n ja í*^te Crandê llo»piiíit de

Mi-f-i*','? íí? rnrití-fíais'' Mir'"* j e u í l P m i r a . Z\ portanto, fio-r.-íV-rr.írr-;: t*'c>r.hvnm a <l *íí- |Hvo o professor ene não nrça-ífí fia mii'íatra-1:?? í ^eus serviços mantidos ~ ro^ hx^ín í»overro. rorn finalidade íh »y> . w r m d et! irados ao ensino '*1f't t' rr-.?i:a rrMx r o r a ^ n t r ^ c d" tôl ífortí» c:Ue í> nuiior nu-• fíi:*n/» : \-,;xv<f\'i-ur rad#r5» ír.í-r^ dc em $fiif»lda'

'-*<. f-Tht-r fi< Íííh^rnt^r^;-? rutf^ íJ/» d/» j^-snm adotit->-r, t}i/r/r. fr»r>ro- I r ' r ro^hivimcntos o oue íAni

-'H "O ensino ^ direto.

rativa? e o at 11 nò; Sétti^èhsínâ tornase o """'

-A moeídtiite acadêmica

O co mil reis'por cabeça, iwpcw jweirto- pelos alunos .por sua vrz crt ••"Indo* t> ra^io eHeo por __ feito. Unham miflM todn*

te ouet para n o «-m f n o r n ^

i*mpr«go qii* }publicas, relaelonndas f r e q u m

-lhes fnrám u m fomente rom o nropfio e*>ílno. exerddoyvhonéstc^^wju*».. ea . De maneira mi»», fnrrndós a Pftat.•: d o d e t : d l r e n t ^nr ivn fo^íir;

<J-nham do obrír mrio. d*fi»ft<v<> rríHe ^ não pnrfi

nhecida má vontade dos caie-dratk<u coatra <w docentei li-vrei. iCinpre tidos L-omo açu?

cii» coacarredies. quan da. u n verdade, deveriam svc cojiiideríidoi os principal* cola-boradores do eftdiuo. visando s\:ii aperfeiçoamento, tendo em vi*ta :Ck (toílrienri^ nuttniuis da Kaeiddade. O ilustre

(Iíktu-te de eütdeu o^-rlno-larin^i* lotjicu afirmou, tcxtnahmnte: "Cedo comcçott a guerra ao.< doccnlc^ M t a prlos cattrdrali* con S6 poderiam lecionar se tivessem n :n estabelecimento r»u hospüai — n f ? caso da? clí-nicas da F^caldade de Mediei' na — para faz^lo, M a h tar-de, refutavam a matricula, no* cursos dos docentes de clini-cas, pelo numero de leitos de qtta porventuta pudessem dM-l>or para kso, sendo computa-do r i : t o alunns tn>r leito. O cu-tedratieo poderia t«%r di»?i»nm.-í

e cinqüenta e cinco! K c o m a apesflr de tudo i.^o. a docência ía vlv^ndo. deram-lhe o golpe de misericórdia, eonsiderando-a ácnmuleonsiderando-acâo vedeonsiderando-adeonsiderando-a peleonsiderando-a Cnns

titulçáa Ora, os docentes, que l^ícns no Bra#fl. n<; de primeira

não podiam viver cnm oc ciiv {etásse. diplomados na Faculda-de paulista ,e os Faculda-de segunda

! deram a irvstituicãn, quando u viram presa frágil nas mâ^s dos c&ttdndicos, dvsfruSanta seus priviieri^s. E2s.es a n t i ^ s doccnres ecliLoranusi aturl r e f o r r u . iá tomo catcdratco E que fizcmro eles? Acabaram com a docência. Una, que se vinha extinguindo a trave* d s ^ofpes Indiretos - - proibição de acumular, n e c ^ i d u d e d e . possuir servidos e leito;, etc— ' — sofreu a í o r a um " d i r e t o I que a imitili/ou a proibirão d* realizarem os/docentes curs*^ equiparados. Kra exatamente a rim da instituição. Foi o q v i ri*** pleitearam í» pralL-arai i quando puderam. A*<.*r4. imut.i t í ^ oí papeis ê o que se vê Tinha ra/ao a sabedoria pc*

pular Uritaua quando "Querem eo-theeer o vilão? Pa-nham-lhe a vara na máü..

^ r.al Cir n i t o nao

i\jfr:m«jn;o5 doj o u t . k . O dr. X í a u j ê «ít:n\ã.\ mais feliz'do qiii» o re>t«> • ruid.dv», *

e-a p e-a r e-ao:; s:cfr'ynvnlós que a A l e m a n h a imyô? - o s demais e a^ora c x p e H m e n í a . Kao esteve a dufinh-T ni;m-campo dc concentração, n e m se a r r ^ c o u — para consegui-.' Ia ã força, como milhares dt» ridadaai, que t e n t a r a m

terniinar o.s padeclmeatcs de írMloá.

A f u h a original d o d r . Mann é a do arUsta distando que se refugia n a torre d e m a r f i m . S u a crntr.bu^çao p c -lliica, d u r a n t e aquele perto-do( consistiu imtcamenie e m

suas "Observações d> u m pois, de parubíns com a solida

rledade dos mestres e da elas- Iíao-Pcli:ico", que eram i r a a se medica, por stia desassom- a h n u a ç S o drs o b j j L \ » s ger-brada niüude de proJesto con- ' t l i a n i c ( > S S í H l í j l, r i.p i s d^ e^sc

tra a indiferença dos i w k r r í puhlires eni face das atuais nert^>ldade.í do ensi* iut cifiila! mtilít*ii»a na

do pai.-t.

Afranto Hei^oín ct«nparamt^ de urna feita ,os eur^o^ das

i*íiiuo-d."viá!a% o íuu conver»

í-âo deve ser ace::a porqtie os firandes espíritos nu;dam o o d r . Manti é um grande wpiriío, Mas que n i o h á carolas do Hi» e de Sáo Paulo, firandeza^ no que n ã a sofreu, afirmou que se poderia c<m* r-m a t a c a r oü que morrem de

lar com duas categorias de me

<acm do da E«c<da oficial na situação e no coração dc A capacidade de colocar-^e

rtt .ísereer,*'-; I>epoimcnto, ím Twrtftnte/^y-õ^d^fe^Sior 'An' tonjo LeSo V e ) o ^ | i i è 1 on C03 a n o s l ecléípHÍotorin o-laHn^lò^a .iPfltfá'^ dad^XdevMèdictw és-•fim* • - ^ - n h â " » A situado. íwrtónlo, j fnri c--" €ncarada

^ T^.-íí ríi5 nt;a r:nno mÜís ohjeti vída<ie nor prrf/» An^á*;'•-Sai' :naíí f>ri'í*". a rscc-la jooeles qtí^f efifcixnm. em bVü» tut^ne. nos<(0 bri feriara, poiA v,h<> t p ^ i v t l ,<> ensino cirúrgico.

stia njbrí«tcnHn ehtldi^nn. dur^n- va de que' da doeencia nada

w Arumtrievft fnnto que uin-; por eH. . . . o«? «<ue «e deixaram flear foram ár»uetes nl»o viviam s*»-ii^o de sua cllnira e <jup rt jwl vl!w((i ifa eatedm não

Hote ft C o n ^ ^ r t c â ^ dn

HÃfe rfe M í d t ó n í e^ié cheia d» jíq^nteS,: «htf^ 09 ^Hftislmüi ftW'

• ^ I ^ ^ ^ V ô V e b t K m í Ç i - d c f e í í .

do nío. Alui si n de Castro, em _ , , .. _

recente rnnfctvnda realizada } n u t T c m _é a l n b u l o .

Panlleela. rerumiu *Mja e p i - | quC muito piiu^as vc^s m

-rdno a r c s ^ H o do ens;no me- jconlramoà fora d.? r . ^ s a pró-« n pró-«vmaclhando » H p r f a tí* O i » o falecido Cl*. eha^c. pnr nternas ann« .n Fa? | _

ruldadr Nacional cte Medicina. conit-nlando a ^ n n oue ela pudesse afin^" da escolha ^ uru JJu-yofrer unia rof*rma rad' ^ ^ se compadece com a Irtntatarfto de m a s < ' , . _

l a b ^ t n r l o s em condi 711(0 S e

,qui-d? permitir a rcili2aç(*'n fim Mordes a absolvição de Um práticos dos cadeiras r£u. cscoJhei como | u r a d * s

\ . . , aquele.- que poderiam t e r

co-Aló on?ndo 'ípur-i . e»n condirnn rií inferioridade | m r t , d D 0 crime

i» n"- 1 «radieion^i Fncudade | O povo alemão, exceto e? do. Rio de «Janeiro. p*%r nrde camponeses, cítá merreaáo de t"»n do nl-umas da« mais

ntfiw e d i ^ a s i « i r » da f o n t ó„ c o n H h t l c

(3)

M Ê Ê m m m m . . m ^ m *• ii" •: W ^ W t â i & s k r i ^ y . - - " . Alecrim. p i í ; ® ^ J a r i ; ' - B a u n c r . Nina Foch c t l l I S l S O * ^ í - • " ; Preços: Cr$ 5,00, csi. . , . õc a b a t i m e n t o . _ c S . F E D I t O — : A ' s 19.30 -" O Bozrcsso dcqueJe Homem-"

Preço; Cr$ 3,00.

S . L U I S — AV.IÍM5 h e r r s "Ódio no Corsção". com Ty-r o n c Powel c Gene T i e m c y .

Preços: Cr$ GrC0, est,

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abatimento-C I N E P O P l í L A H — I9J0 Castelo do H c n x m sem A l m a " e o seriada "O FsJcío tío D c í c r l o " .

Preço — Cr$2.40

PAGAMENTO NO TESOURO

FEDERAL

impressões do prol» Josué

RIO 3 ::-fMcrirtjura1 > — XV ) des da Cunba estA escrevendo ío v«por que arribou o ensaísta -; pernambucano -Sil-ao porto d * Rio/ ante-ontem. jvío Ik-belo, um serio" estudo r c g r e & w i d e -'norte' do pai:, a* [sobre o sociologia Uns

mdc foi afim de verificar as ;de autoria do sr. José Lope<, Tondiçôcs de alimentação dos j um solido estudo dos rccur* nordestinos. couto enviado cio [ses rCijnonSarc:* e das condJ-Jnstituto dc Nutrição da Uni ver

iídade do Brasil. o prol, Josué le Castro. con bçcid? nutroli-;iêta rjaciona].

Procurando coJiicr impsões do ilustre medico, a res-peito das observações feita*, a Meridional «ouvi-o ontem em

ícu consuttorío. tendo Josué de Castro assim se

ex-i restado:

—"Sob o ponto dc vista de

TuXt atividades culturais, Isn-o nIsn-o campIsn-o da investigaçãIsn-o lienilííea como da cr*3cáo Vi* terarla, tive a lTjinrc?sâo dc que o nordefte está vivendo um dos seus grandes momen-tos de renovação. Tomei con* íacto com alçuns pesquisado' res que trabalham tanto na Fa-O Tesouro Nacional pagará cuJdadc de Sícdirina como em de enwmhã até o 12 tlet- ouiroi centros de estudo e pes

'«mjl» - . CUÍE55 .n5 quais desenvolvem

te mcs. a r c c w c u UJ7)3 „r a n d e c r t u.

n o dia d e s f i a d o . dc assuntos dc Biologia e E S T A D U A L • dc Patologia, procurando cscln

O Drpartanv;nto d i Fazcn- r c c c r obscuros de ecr

. _ , » , i tos problemas rcrionais dc gran da pagan, dc ^ n h * are o * r.i c n í f i c 3 c á 0 p a r a

tf-a J0, a o quo n 5 o j ia cÔ « nordestioas. Problemas

t e n h a reccb"-d^ dia dc-íg- como o da siib-álimcnftrôo, co-T l X E co-T O n E S Úco-TEIS

Cruzeiro do Sul: UC5. Assistência P u b l i t a : 1021.* P r o n t o Soccrro; IJ29. Bcclimações dc Tt-lrL: 03, necJamAçòc5 d;; Luz: M-i-i. - S a n c r m c n í o ; Í293, Polfcsa; U2Ô. j Í ^ B : J093, i • P a n a i r : íí>39. l O i í : 1195. ÊHiííJj S . "Amcxicso: FA3MA: 1150. m& o da shiôtrjsomofc-lípo de verrnínore grave que csií o níouil^rttjo de uma maneira

vcrHtíto'>cn a.e pfípuJrçô^s

icsiãy dTj Mata Kord^ítlux

COcs da vido nordestina, 6o rjtiimico OaiVi»!dí> Lima. Esxc> poucos já dão uma ídcla Ci seriedade c tía objetividade com oue c.<lão trabathando oc5<íuJíadores c intcJcchürij d j íiordeíptc,

Jy Fr>b o ponio dc vi:;Ui d** o dr. atividades pübiicr?, verifiquei

cuo no Estado dc Pcrnsmbyr i ' r a v c ? s a o um momento di-fícil dc Quasi parr.liza^ão pclr.

sittí3^ão tn.-tavrl dc seu vcr«o provisorio- Sculc-s- po.

-iotía parle um grande d^Fcon-tentfímcnto diante das dií:cuJ* rlAdes que sc avoJutn^m parí^

vida /coVUva, Lsçtu o r u -vejam tomnda? as nccc-^aria ^ provdoncias. Há um mnrcanl r coniraptc entre o prrcrr.s?'*

dsts iniciativa? pnrlícuínre^ o certa eMn^nacãn a' ividr

-des • publicas Kótacnnçáo q i n rt/ío e ci>Ipn <lanu»'lrc.

cr-tào nc?s Iucnrc"-chíjv'^. mns onc {* um» ronr-cquriírki íía :,)-tuacão provL^oria nue r»lí b" mantem. inip^^^bililnníJo-o-d^ traçarem plino? p:jra

solver problemas dc r ^ n í e cn^rple^ldade para n vda rp'»!:! naJ. Mesmo ííFisím encontrei urri cr?jnde desejo de realização.

forma que o Rtual governo pernambucano, procurrrirto r-tendrr a um norço ^pei-r n«> como o da tuberrTiloçe. de ex- sentido de desenvolver pe»* t«>

^vSí':-; Vende-se "^vSí':-; À I r a c e m a « . m L s <õr«àedda a s í r c s u ^ i da d â Péqüeni - ô ü w k " . Ótima oportunidade p a i a n c t m p r t t e a d a se colo-c a r n o ocolo-cmercolo-cio. A t r a t a r peto KJcfone ou im>

á rua Cald&s,

traordlnario Insctdcneltt reque-. Ia região o mui'05 ou^ro4?.

S** t err eo o das* a tf v fd u de criadoras, veritinui-i nue fç çn» r^rtfrrjm cm p^bornçáo trabn» j omc publicado^. Irã'"» d^r

i«m jrr^rí^ r ^ l c e

taco entre outros um nwçis-*r?.I estudo qu?. sobre

Eucli-> U Ç A T O D A S A S " B A D I O P O T YH O P R O G R A M A

"ROYAL

w Cremp-Crakrrs-Rov»! Q U I N T A - F E I R A S Á S 25,30 — N A i s m H E C U J Ê N T O

Ei teve, na mdohá dc boje. is.. TKWsa.. redaçoo. o

Hxncs Fiiho. sdlaiatc da AlliUiraia Amazonas, nesta o -Uai. que nos solicitou riiviiU

cáo se relacionar

ova sua pessoa a noticia

pu-blicada em nossa riiçáo do ia sobre pessow de iffuai ome. sob o titulo " E x t r s n h i lineiia de acalmar credores

I S

99/;

irZNDZ-SE v m terreno m Avenida Circular, e m f r c n l e

á .nova praça, com p a r yre^o dc ocasião. T r a t a r i,

ÍVeça Pío""X. 352. i ^ VEKDE SE p o r preço í c

um Balcão Hefrígera-«lor c u m ^íano, â m b o s erá perfeito estado dc ( i m c í o n ^ j roçnto. T r a ur ú r ; a J o n o

Pesiôa; 26í vu v^Io

« #

dos os meios um-T cam^anhn para mnlhoria condiràc'~ de alimentação do^ n^c^.i

p oiiaFC 'em evd?nriado prr?çfno r^bído c^iou h n c i n l a -innnte unia comísáo esn^cfal pr* ríi tal fim, com afrib,d'*«*,e

de estudar o prob?cinn orgnnl-e í»Trcutar pm prn^rrirm j de 3í«íd»ínrta alimentar pnra 1 encobres.

Devo acentuar fine boa vontade e tfcsrvjo de «.-oopera^áo o»icontr<?5 no Bahia, onde o orof. Anísio Teixeira, ora k írente da secretaria de Educa-d o e SaúEduca-de Educa-do ErraEduca-do, tam-bém e r n u uma, comissão com tdenticos fins .a qual já hú-c:ou suai atividade?, em eix»-peraçârv com o:-t lerriicos «Iíj Instituto d*- Nutrirão da Ucl* versidade d^ BrorrL

Tnquirldo a rcatpeHjç^.d'??- pri** Hnais objclivos da viaíjctn ou^ vjtectou» áh&<! o professor Jo* sué de Castro:

— ^Ktaliüainos uma viagem dc cerca de LilüQ qulto^uetru^ com o fim .dc anaKzar ^ a-tuais coí»diçóes de vida do po-vo sertanejo s u j s reserva*

alimentar rs fe as

p'j5slbi*kf^-des geoRraficas ^âferegião, .nó tocante áo abást^irtiehte) re-gional cm gt-ncro^^c flliíncnta-váo, objctlviO^ dc trnçar através desses có^tcirticiitos, as bases neccssarlá|íd? um pia no de rücionaltsaçaó da polí-tica de olijncntaçâò^Ou Nordes-te. Neste m om ent ò í em que ns poderes públicos s6 voltam com interesse peta solução dos problemas econômicos da arca nodestina. não ^«V possível dctcurjir o ip^Òbíem» ;\U mcniar .o aual constituo o cio mai.i tenaz de ligação, fixaçúo e dependência do hoMrm ne quadro nalurat do nordeste.

üenlro da exi/juidaje úo tempo que então depúnhamos realizamos plcnamcnto o?

nos->05 objetivos dc estudo. Fomos enormemenle ajudados cm no.v so programa pela presiimosí* ctado c ger.UIcKi dos técnicos do Dcparlarncnto Nacional dc Obras Contras a Scea, do; ta-raàameutc do« sr^. Estcvam Marinho. Otac^lio Silveira e Trajano da Nobrega. Trjdas fitciliiladcs íoram propor-cioirad.J^ nuina coopC-raçâ<j qu»? no.s scn^íbíli/^u proUndamenlp te. Em n o s r a viagem t i v e m o s

"Cí^íao dc vrrífjcnr oi; :*erfà'> vvrr]»dc;rii ilíia ÍCuitural

M x nIit1 Mr-í jnorí inteiramente

Uolada do rmtndo e..ennulsta-da e»n suaíí .,;obrcvíveneia.i de

natureza feutlal — progrediu I mniin no^ últimos ano?:, tor-nsnrio-re pormcavcl a multiplas r.eui*:íçôiií da tactiica o da eivi*

lisai-ão m o d f r r a . A mentalida-de rio seriar r^n h b^íe nro-íresslííta e com um vivo inte--r^re |K»r toda a expressão da vida nacional. Contribuíram

•normemente para essa integra cão do matuto no panorama cultural do país dois fatores: s* magnífica rede de estradas

ivdartom do.que o nordeste ho-je dJ.TpV» c o

1robaTho;'educ;f-rifm il tevatíf» st rfott«i:.:twto

e-Tírmíijo vivo o cí^TítactO"! rontirundos d-',11 elfincnta'' one

inleiíram o con^o do ^JDepertsi' m:nto TCocíqoa 1 de Obras Coo-ira a Seca, Por ma-stíõóe lc*

ríha custado á t flnaàçaá nfi-e?.ta*í rJira^, Í ^ r í m^ls cue aposilorn c ç r t ò V è r r o s parei lis no seu phnéjáinenV), nãn se p ^ i í negar jbqé : cts^s r e o r i e n t a m um majüf^fícb r fecundo írabaihf» de .flsaçáo df ir)tep,raçiíO rt«> hamçra do Etsrtttfvdi^tT} vd^^píSíSSÍitJa^: ti*s de ^ua pat/ciigcm eulitiral. P«wcaa iniííituíçóes oo Bra<[] prestaram lãr» .ser-viços á Nacionalidade quanto 1

este. encarregado de luiar con tn* o acident climático d? uma restáo. raíts cuio^ rreaUzsçõ?s

vem contribuindo p a r a m u d í i r «rf»rnreeí)dentemeo(^ o ósmom*

recente viagem

ma citllura da incsm» cm

Io-das as suas rnunifesluçôes. E de íamentar que o Impulso

criador que a vivificou com ítn peto durante um largo tempo coteja um tanto eulangucscldo a íaila de recursos «econômicos adequada* e que as experiên-cias realizadas em escola lo-cal, não se multipliquem por

toda a região. Temos, tio en-tanto, esperanças que. consi-derando o.s resultados Já obti-dos* o cabedal técnico reunido e a necessidade dc Noerguer urjfonuemento a economia na-cional. esta organisação volta aos teus fraudes dias de In-tenra o unlrir>(lca atividade. Estes volou que favomoá, tra-f.ur.cm tarnbom a noiwa gra-(Jdão ao atual diretor do D. N.O.C.S., do dr. Vinícius Ber-rado. que com tanto entusias-mo vem colaborando canosco em nossos projelo^".

Mais adiante, pau^n o proí. Josuú de Castro u analisar as fiuscrvflçoes , feltü-s' "durante a sua vinçem. a*jsim dizendo:

"Colhemos dndoj dc inesti-inave* valor acvrc?< do catacíis ma tias secas c a detor^aiü-saçâo cc^nomica que o feiio-mc^m.i urarreta. Vcnfienmo? n

transformados pela organização técnica dos maiores pomares e nos mais vicejantes hortas do pais, cuja -produção abasteci? sozinha^ metade dos Es-taclos Unidos, sendo ainda A p o r t a -da para metade do mundo» Da minando s seca. o norte-amen-» cano fez da Califórnia o pri-meiro estado agrícola da üni-no.

Prosseguindo e ampliando Obras a e borrarem e de irri-gação no sertAo. baseando o a-aproveítemento das áreas irriga

das numa organização social acequada á escala de agricul-tura Intensiva e d?

industria-do reidsiro ,v ciy ilidas;""-;; na uira is 05 •'''

tros: > •••;:•'••'-. NASCIMENTOS

. cia d03 Santas, fiihã; dc;- Waria Luira-doíS Santos;'. P«drò.Alves

da Fonseca, fdho do FrancL"cO . ^ Alves dá Ponrcca c do d. H a

rieta Alves dó NasciTWento:. J o -Fernandes c T^cUis For». •

•1 £i I h os dc A ntonlo »To:-'6 • • ?^M

^ Ê m

Pèrnandís C dc d. EIvíra Pcreir ra Fernandes: Joào Jo*é Clo-mente; filho de José Ciemcn-k da Siíva e de d. Julia Cle-mente d 5 i I vá t El ias Ca rdoso Dantas, filho de Antonio Car-doso Dantas c de d. Isabel Clemente da Silva: Aníonía de Sousa Viana, filha de

An-tonio Viana e de <U Isaura de Scusa Viana: Terednha Lopes

da Costa, filha de Francisco Ltpes da Costa o do d.

Joseft-d? Alchc^r:' Ar-direção do d. Guimarães

Du-ciue. 6 possível revestir a ^acem adusla do nordeste

du-ma foupu íem vedeta: multo semelhante á da Califórnia, Es

co pípng de desenvolvimento da agricultura do s u s t e n t a ? ^ dos sertòts completa marávílhi cimente a exploração monr-çul-íural da da mata. anulan-do o maif»r anulan-dos setts malefícios que ã exatamente a iusuficJon-cía alimentar por alu condicio* uuda. Piíder-3e*â destarte, ob-ter a perfeita unidade eçono^ii. ca da rufião nordestina,

arti-Com o anoio doeLsivo e com o h i t e r e ^ e que r:tc o momento vt:a demonstrando rr»r

prrbiemas o mir.:aíro da Aspí-cuilura. <r. Dmiel dc Cirvo» Ihn, e Educaejo. <;r. CÈCí^ra íe Maríani. numa porfeitr; plano c detalhes da «bra rewli

dar conib-ite ao £lí*- jculando ay possibilidades dos ^eTo. p i i n d palmenle no que j-iúis nordeste ^ o da cana e

diz r e s p i r o á irrigação, que *o das — no interesse couMttul iiem duvida o pro* populações lorals e 110

Íntcre.í-ideal do aproveiíamenio [se da economia narional. (tas possibilidades do sertão,

tixludainos a produção do 70-nss irrl;irdns . e as rivalidades alimentícia*: dos produtos

des-Urras. Vimos mapa? açro-lo^lcos das bacias de Irdcaçno, evidenciando a cxcelenciíi de

maimificas manchas de aolos íertcís — etfceJcncia qi^e a pro durão frutieuía e hortlcnía confirmaram plenamente. Vi* moí eoouclros e " t a m a r d n s frntífieandn com menos do tr^fl nuov, l.jr^iíijíi^ çou\ tiimi-nbo de ^ritpelruít r tnrtmU^ «eiwJ4» 700 tudi> i>?o em de irri^ai-Aíj d<, niu* sertíio, cercadoi-v pi-ta ca»Uni£~ árida. Colliemos, lambem, um enorme material para c«tudo< bromatoíofiicoií e bi^ouímieo-ç a serem Içvador a ef"iío no l i s ti tiífo de Nutrirão da Cníver-sicfndo da Brasil.

TwTiss eftus anutelc&ss jrDo eo^Lltuir materlat p^ra d«*la-tJmda^ e:tifdo?. mas cozno uma

llzaçào, o que se vem fazendo \ *"*flT1ctsça

em escala experimental, seb a \U X ç Ccrqu-ira Santo?.-filha.;tíc

Américo Ccrqutíra Santo? c de d. Raimunda L o p « San-tos; Milton Ferreira de Castro, filho dc Jame Ferreira do Ca^ tro e do d. ?d?.ria Eusor/ia de Cíítro: Paulo Scrrio tíoyend^. fi'hn c e Af-.^so • Snrcndo d-»

Silva e de d. Helvia Couto H<> Cc^ivil Amaro dn Sr!-va. fijho de Franv-ic^ Am^nj

da Silva c de d. da:; Neves da Silva: Periece^ F^m.^»

dr Andrade, (iiho

fícnrieu«> de Andrade e d. t.cmo:: Varjy^

F.t*-"c^beib Lcrroj, filha d* Vire:--te .Simões Pereira de r.c ? do d. Vanda TJacIel dc Lerv.vs; Manoel Dias freire. Jor.n Di.i-Frciro Antonio D. Frcrc. Ara Dias Freire c Maria Dia.« Frei-re, filhos de Maria Dn^ Froí-ro: Astrcgilda Maria da

Funicc Mari"* da Costa o Mc-m CirmosJnda tí? Co-ia. fílh^

de Mnnoc! Umhelino da Cesta e c17 d. Liaria Francírca da Cos ta: Luí' Revoreds de Scm-r.. • * v^A ' Ul 14» I •UlilM ' \.i l»J 11 • " A ...

dede de pontos de virta é bím jí , l t l 0 de Manoel Pvt.'vcrcd> de

po^ivcl cu? e^te plano con- jSoiiTa d. Eiíía JuvencV» numa

ti.H^rte para o nho'\

nrnmi^ot-a r - n . ;dc Souí2: Maria Eliar.c da Sü Brasil v a c Maria eiiere d l Silva.

íi-d.- J^ró Edunrdo da Silva V de d. Xazcré Ferreira d2 Sií

****** é ^ i ^ l

C A A 19 D E

J U w i casa próxima a Igreja Pedro, rom agus e lüz^

2 .'ífuartcí^ 2 cosinha^ : pãroliio/ b;inhe;r<», ^ í l f m ^

foi&b Geral • s e m í - n o v o : ! ^ ! meèzi p j r y bar, radio,, g è l a ^ j doira -e. muitos .out ros m d v t í á

o ytcnsíííos. Quüztj dc g r s ç a ; A tratar na . /;..,;..•/;-AGENCIA "LISETTE^ Kua A n w r o B v n t t o , H02. r

^

FA^5JL1A que í c r e i í r ã para v áo pais vende oi moveis. Endereça: Avenida ll:o Braivco^ B73.

_ • «e—üinü'» QUAKTO — Aluga-*?

t u w m cajna e guarda-roup®: b rapazes^ cm casa dc íaicilia t o m emr&da índepttadente^ "«'ratar á Kua Princesa Jzabeí^

VENDE-SE uma ^ d a ir com & peças, de ím*

por pret^ de ocaáíáo. ]

Tr^i.-ir i Ílttíí CaMa-^

írl^ir a»»c iws.sys ob-üerv^aí'»"^ um plano de econo-mia nlintentar par* o nordeste baseado nas v b i v e b p^iií^ibi-i-daduâí de t o m a r o sertão a niab produtiva arra brasileira de frutas, verduras e cereais. De lorriar *t serlàn capaz de a-bastecor des-tes clement03 pro

íião P6 outr*»» a reis do n^rdeüíe :a *\A Mala e da capital, wíití menino o rr^ir.» d»> Brar.il. K' bont lembrar que j serláo abasttcfM dc br«b 1 qe r»rn*y a arM d^s

»hoa dc a^ut^r e a da minera* •tfo, dunínt^ «.ti rJrlo de ron

O í^rlácj voltara a vor nm^ zona abaalecodora do B n r i í df-sta vez dc produtes ve^et^l:

Z*1à reservado no serldo iior» destino, convcnicntemenl? j+pr/» vetCado po»* um plano racional dc i t r| fíaeã o. de^t 1 n o i ríf n 11 ço ao da Califórnia, nos Eátado.^ Unido?. Califórnia, cujos d w r

tos do Colorado, vale Imprriai

c o do Vale .Central foram

Terminando a sua vntrovi;«ta .va.

referiu-se o prof. Josué de C í j | O'DITOS tro ã siilisfnyãa que t^ve cai

ver teu livro .a "Gcosrafij t u Fome", premiado pela As^ccva çâo Dras.ieira de &:cri*.orcai. dizendo, a respeito, entre ou-» Iras ccnsidcraçoe^ .as se^uinte-j:

— ^Atribua a distinção CUc conferiu a Asiwciacâo Bra silelra de Escritores,

principal-mente ao sentido social üa o« hra que cscrrví. á : i n preocu-pação do limuanu. numa hura em. que....•«

paHiHpar' 'ãti\*nm™e : jufà

per um nutnrio RtvUior. c rece-bo í" prejuio ci«n'» um dos

maío-estímulos* .parn que ea ra t»)ira projetada, o i u d a n -d o n o» v«l u mes • b;-eq u e nt c j

m arffis de foir.e do resto do

«núncio.**

Antornn • Cavalcanti. filnr> d - i I car.dro Cíva!c*int! e i1^ d

Maria JuÜn Cavriic^*.:^ Jr-*"-* D'Are de Sonía. fi"ha F:-j oo.-ipio Mouri e dr d. M-?rí» Xavier: Evr.ni'dè Freire

nho, filha d* S-bastjüo d* O

liveira e do d. F/c.--., Mr.ría Fl/a. f c i ^ ,VTar;n G*

n u s da

filhi eje Amar» Tav?r*s c dc (i. ftTaria Franciscá^.Fer r ^ n d ^ s - C ç v z . ,filha; • Jc®a •: Via Cn»^ d í Í AnÇocfcr A!vr3 í'.-. C n r " "natinr^rin.' filh

rte J o ( ü p r í a r v » Ferrotr^ c «i^ «t. Í V ^ a U c dc Priva Fvr.

rcTra; c Xavier. :itha de Artur Durnr.rcrq e de d. Dalvi X^^ier. N j ^ heuve f??3Wn!t)s. A R c m ^ r . D í i s A l o t n r e s A T a r U ! i r . c : > S u c c o s d e F í s í t s U n i v e r s a l , v e n d e p n r . i c { i n c c l íi<n F : U S H

V

L ! T : ü i s t n b i i f ü o r p z r a e s f c * I £ s 1 í s i I : i { A v . Rio D r a n c o , 2 0 5 . F o n e - j «kviv.v. -h*

Edição de

hoje:

í PAULO MESQUITA

"Ferragens cm geral, material para construções, aríJgos

sa-nitários c instalações eleíricas

FONE: 1610 — Rua Di\ Barata, 221 — RIBRUiA

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