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M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

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3

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

ÍNDICE

INTRODUÇÃO

CONCENTRAÇÃO DE RENDA AGRÍCOLA

MAPAS DOS MESES

INFORMAÇÕES ECONÔMICAS E DE

CONSUMO/RECOMENDAÇÕES DE MÍDIA

TENDÊNCIAS

06

04

48

52

98

104

12

20

32

CALENDÁRIO AGRÍCOLA

MAPAS DAS CULTURAS E REBANHOS

FEIRAS

(4)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

4

INTRODUÇÃO

SIGA O

MAPA DA MINA

E FAÇA GRANDES INVESTIMENTOS

Que o agronegócio é um dos setores de maior sucesso

no Brasil e que anualmente movimenta bilhões de reais

em nossa economia muita gente já sabe. Mas o que a

maioria das pessoas nem imagina é que por trás disso

há uma enorme cadeia produtiva que se espalha pelos

quatro cantos deste país ao longo do ano, ao sabor das

culturas e de suas safras.

Siga as orientações do nosso mapa e conquiste excelentes

resultados de mídia para sua marca ou produto.

Afinal, a regra é simples: ofertar onde há demanda traz

sempre melhores resultados!

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

4

O Mapa da Mina é um importante instrumento de

planejamento de mídia que permite potencializar os

resultados da comunicação com o consumidor, a partir

de um levantamento com informações do agronegócio

no Brasil.

(5)

5

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

Mas onde circulam

os recursos do

agronegócio?

Anunciantes de TODOS OS SETORES DA ECONOMIA

podem utilizar as informações do Mapa da Mina para

direcionar seus investimentos publicitários

Com o MAPA DA MINA

você vai saber QUANDO e

ONDE INVESTIR

concentração

de renda em

cada uma das

emissoras da

Globo, ao longo

de todo o ano

informações

econômicas e

de consumo e

recomendações

de mídia

análise de

tendências para

o desempenho

do agronegócio

brasileiro

calendário de

feiras com os

22 maiores

eventos do ano

5 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

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M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

6 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

(7)

7 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

CONCENTRAÇÃO

DE RENDA

AGRÍCOLA

7 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

(8)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

8

JAN FEV MAR ABR MAIO JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ SIGLA

ESTADO

BA

O quadro da Concentração de Renda

Agrícola é o nosso mapa do tesouro.

Ele sinaliza de forma clara e objetiva,

mês a mês, qual é concentração de renda

gerada pela comercialização de uma ou

mais culturas, na região de cobertura das

emissoras que compõem a Globo.

Quanto mais intensa a cor da escala, maior

a concentração de renda proveniente do

agronegócio.

Quanto mais intensa a cor da escala, maior a concentração de renda. A escala de cores não representa os mesmos valores nos diversos mercados.

De acordo com o quadro, no primeiro

semestre há uma grande concentração

de renda nos municípios cobertos pela

TV Oeste Barreiras entre os meses de

fevereiro e maio. O quadro também nos

mostra que no período de julho a setembro,

praticamente todo o estado da Bahia está

capitalizado e que podemos apostar num

crescimento de consumo nessa região.

Utilize essa ferramenta no seu dia a dia e

faça ótimos investimentos!

EXIBIDORA JAN FEV MAR ABR MAIO JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ SIGLA

SAL FEI ITA VDC JUA BAR Salvador F. Santana Itabuna V. Conquista Juazeiro Barreiras

CONCENTRAÇÃO DE RENDA AGRÍCOLA

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

(9)

9

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

CONHEÇA TAMBÉM A

VERSÃO DIGITAL

DO MAPA DA MINA

VISITE O SITE DO MAPA DA MINA E NAVEGUE PELO

MAPA DO BRASIL, DIVIDIDO EM ESTADOS E ÁREAS DE

COBERTURA DE CADA EMISSORA GLOBO.

negocios.redeglobo.com.br/mapadamina

9

(10)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7 10 São Paulo S.J.Campos Taubaté Bauru S.J.Rio Preto Sorocaba Itapetininga Campinas Ribeirão Preto São Carlos M. das Cruzes Santos Pr. Prudente R.de Janeiro Cabo Frio Friburgo Campos Resende Vitória Linhares Colatina C.Itapemirim B. Horizonte Juiz de Fora C. Fabriciano Montes Claros Varginha Uberlândia Uberaba Ituiutaba Araxá Porto Alegre Caxias do Sul Santa Maria Pelotas Passo Fundo Santa Rosa Santa Cruz Cruz Alta Bagé Uruguaiana Erechim Rio Grande Curitiba Maringá Londrina Foz do Iguaçu Cascavel Paranavaí Guarapuava Ponta Grossa Florianópolis Blumenau Chapecó Joinville Criciúma Joaçaba Recife Caruaru Petrolina SP1 SJC TAU BAU SJR SOR ITP CAM RIB SCA MOC SAN PRP RJ CAB FRI FLU RES VIT ES2 COL CAC BH JF FAB MTC VAR UBE UBA ITU AXA RS1 CXS SMA PEL PFO STR STC CAL BAG URU ERE RGE CUR MAR LON FOZ CAV PR3 GAV PGR SC1 BLU CHA JOI CRI JOA PE1 CRR PET

JAN FEV MAR ABR MAIO JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ SIGLA EXIBIDORA ESTADO SP RJ ES MG RS PR SC PE

Obs.: Quanto mais intensa a cor da escala, maior a concentração de renda. A escala de cores não representa os mesmos valores nos diversos mercados.

(11)

11 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7 Salvador F. Santana Itabuna V. Conquista Juazeiro Barreiras Fortaleza Juazeiro do Norte São Luís Imperatriz Balsas Santa Inês Codó João Pessoa Campina Gde. Natal Mossoró Alagoas Teresina Floriano Sergipe Brasília Goiânia Anápolis Rio Verde Luziânia Itumbiara Catalão Porangatu Jataí Campo Grande Corumbá Ponta Porã Cuiabá Rondonópolis Sinop Tangará da Serra Belém Santarém Marabá Itaituba Redenção Paragominas Tucuruí Altamira Parauapebas Castanhal Palmas Gurupi Araguaína Amapá Manaus Itacoatiara Parintins Porto Velho Guajará-Mirim Ji-Paraná Cacoal Vilhena Ariquemes Rio Branco Cruzeiro do Sul Roraima SAL FEI ITA VDC JUA BAR CE1 CE2 MA1 IMP BAS STI CDO JP CPG NAT NA2 MAC TER FNO SER DF GO1 GO2 RVD LZA IBI CAT PRT JAT MS1 MS2 POR MT ROD SNO TGS BEL TAP MAB ITT RDC PAM TUC ALT PUP CAS PAL GUR INA AMP MAN ITC PIN RON GUA JIP COA VLH ARI ACR CZS ROR

JAN FEV MAR ABR MAIO JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ SIGLA EXIBIDORA ESTADO BA CE MA PB RN AL PI SE DF GO MS MT PA TO AP AM RO AC RR

(12)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

12 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

(13)

13

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

Os Mapas dos Meses mostram visualmente como a

concentração de renda proveniente do agronegócio é

distribuída pelas áreas de cobertura da Globo. É um

retrato mensal, que consolida cada cultura colhida e

comercializada.

As regiões são assinaladas por uma escala de cores,

que vai das áreas com grande concentração de renda

(cores escuras) até regiões com menor concentração

de renda (cores mais claras).

MAPAS

(14)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

14

MAPAS DOS MESES

CULTURAS CULTURAS BATATA FEIJÃO FUMO MADEIRA TOMATE UVA BATATA FEIJÃO FUMO MAÇÃ MADEIRA MILHO SOJA TOMATE UVA JANEIRO FEVEREIRO CONCENTRAÇÃO DE RENDA CONCENTRAÇÃO DE RENDA

Quanto mais intensa a cor da escala, maior a concentração de renda. A escala de cores não representa os mesmos valores nos diversos meses.

Quanto mais intensa a cor da escala, maior a concentração de renda. A escala de cores não representa os mesmos valores nos diversos meses.

RS - SC - PR - SP - MG - BA RS - SC - PR - SP - MG - BA RS - SC - PR RS - SC - PR RS - SC - PR - SP - BA - PE RS - SC - PR - SP - MG - ES MS - GO - BA - MA SC - PR - SP - MG - GO - RJ ES - BA - CE RS - SC - PR - SP - MS - MG MT PR - SP - MG - GO - MS - MT BA SC - PR - SP - MG - GO - RJ ES - BA - CE RS - SC - PR - SP - BA - PE RS - SC - PR - SP - MG - GO MT - BA RS - SC - PR - SP - MG - GO MT - BA RS - SC - PR - SP - MG - ES MS - GO - BA - MA RS - SC - PR

(15)

15 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7 CULTURAS CULTURAS ARROZ FEIJÃO MAÇÃ MADEIRA MILHO SOJA TOMATE ARROZ FEIJÃO MAÇA MADEIRA MANDIOCA MILHO SOJA TOMATE MARÇO ABRIL CONCENTRAÇÃO DE RENDA CONCENTRAÇÃO DE RENDA

Quanto mais intensa a cor da escala, maior a concentração de renda. A escala de cores não representa os mesmos valores nos diversos meses.

Quanto mais intensa a cor da escala, maior a concentração de renda. A escala de cores não representa os mesmos valores nos diversos meses.

RS - SC - PR - MT - GO - TO PA - MA - PI RS - SC - PI - MT - BA - PR SP - MG RS - SC - PR - SP - MG - ES MS - GO - BA - MA RS - SC - PR - SP - MS - GO MG - MT - BA - PI RS - SC - PR - SP - MG - GO MS - MT - BA - TO SC - PR - SP - MG - GO - RJ ES - BA - CE AM - PA - MA - AC - BA - MG SP - RS - PR - MS RS - SC - PR RS - SC - PR - MT - GO - TO PA - MA - PI RS - SC - PR - MG - GO - MT SP - BA - PI RS - SC - PR SC - PR - SP - MG - GO - RJ ES - BA - CE RS - SC - PR - SP - MG - ES MS - GO - BA - MA RS - SC - PR - SP - MS - GO MG - MT - BA RS - SC - PR - SP - MG - GO MS - MT - BA - TO

(16)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

16

MAPAS DOS MESES

CULTURAS CULTURAS ALGODÃO ARROZ CAFÉ CANA FEIJÃO MAÇÃ MADEIRA MANDIOCA MILHO SOJA TOMATE ALGODÃO CAFÉ CANA LARANJA MANDEIRA MANDIOCA MILHO SOJA TOMATE MAIO JUNHO CONCENTRAÇÃO DE RENDA CONCENTRAÇÃO DE RENDA

Quanto mais intensa a cor da escala, maior a concentração de renda. A escala de cores não representa os mesmos valores nos diversos meses.

Quanto mais intensa a cor da escala, maior a concentração de renda. A escala de cores não representa os mesmos valores nos diversos meses.

MG - MS - MT - GO - BA - MA MS - MG - BA PR - SP - MS - MT - GO - MG PR - SP - ES - MG - BA - RO RS - SC - PR - SP - MG - ES MS - GO - BA - MA RS - SC - PR - SP - MG - GO MT - CE - PI RS - SC - PR - SP - MG - ES MS - GO - BA - MA AM - PA - MA - AC - BA - MG SP - RS - PR - MS RS - SC - PR - SP - MG - GO MT - BA - PI SC - PR - SP - MG - GO - RJ ES - BA - CE AM - PA - MA - AC - BA - MG SP - RS - PR - MS RS - SC - GO - MG - MT - BA PI - PR - SP - MS RS-SC SC - PR - SP - MG - GO - RJ ES - BA - CE RS - SC - PR - MT - GO - TO PA - MA - PI PR - SP - ES - MG - BA - RO PR - SP - MS - MT - GO - MG RS - SC - PR RS - SC - SP - MG - BA RS - PR - SP - MG - BA - SE PA

(17)

17 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7 CULTURAS ALGODÃO BANANA BATATA CAFÉ CANA LARANJA MADEIRA MILHO TOMATE TRIGO UVA AGOSTO CONCENTRAÇÃO DE RENDA CONCENTRAÇÃO DE RENDA

Quanto mais intensa a cor da escala, maior a concentração de renda. A escala de cores não representa os mesmos valores nos diversos meses.

Quanto mais intensa a cor da escala, maior a concentração de renda. A escala de cores não representa os mesmos valores nos diversos meses.

MG - MS - MT - GO - BA - MA SC - PR - SP - MG - ES - PA CE - BA - PE - RN PR - SP - ES - MG - BA - RO RS - PR - SP - MG - BA - SE PA RS - SC - PR - SP - MG - ES MS - GO - BA - MA PR - SP - MG - GO - MS - MT PI PR - SP - MG - GO BA - PE - SP SC - PR - SP - MG - GO - RJ ES - BA - CE PR - SP - MS - MT - GO - MG SP - MG - GO - BA CULTURAS ALGODÃO BANANA BATATA CAFÉ CANA LARANJA MADEIRA MANDIOCA MILHO TOMATE UVA JULHO MG - MS - MT - GO - BA - MA SC - PR - SP - MG - ES - PA CE - BA - PE - RN SC - PR - SP - MG - GO - BA RS - SC - PR - SP - MG - ES MS - GO - BA - MA PR - SP - MG - GO - MS - MT PI BA - PE - SP PR - SP - ES - MG - BA - RO PR - SP - MS - MT - GO - MG RS - PR - SP - MG - BA - SE PA AM - PA - MA - AC - BA - MG SP - RS - PR - MS SC - PR - SP - MG - GO - RJ ES - BA - CE

(18)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

18

MAPAS DOS MESES

CULTURAS CULTURAS ALGODÃO BANANA BATATA CAFÉ CANA LARANJA MADEIRA MILHO TOMATE TRIGO BATATA CAFÉ CANA LARANJA MADEIRA TOMATE TRIGO SETEMBRO OUTUBRO CONCENTRAÇÃO DE RENDA CONCENTRAÇÃO DE RENDA

Quanto mais intensa a cor da escala, maior a concentração de renda. A escala de cores não representa os mesmos valores nos diversos meses.

Quanto mais intensa a cor da escala, maior a concentração de renda. A escala de cores não representa os mesmos valores nos diversos meses.

SP - MG - GO - BA MS - MG - GO - MT - BA - MA PR - SP - MS - MT - GO - MG AL - PE RS - PR - SP - MG - BA - SE PA RS - SC - PR - SP - MG - ES MS - GO - BA - MA SC - PR - SP - MG - GO - RJ ES - BA - CE RS-SC-PR-MG SP - MG - GO - BA PR - SP - MS - MT - GO - MG RS - SC - PR - SP - MG - ES MS - GO - BA - MA PR - SP - MG - GO - MS - MT PI SC - PR - SP - MG - GO - RJ ES - BA - CE SC - PR - SP - MG - ES - PA CE - BA - PE - RN PR - SP - ES - MG - BA PR - SP - ES - MG - BA RS - PR - SP - MG - BA - SE PA PR - SP - MG - GO

(19)

19 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7 CULTURAS BATATA CANA FEIJÃO MADEIRA TOMATE TRIGO UVA DEZEMBRO CONCENTRAÇÃO DE RENDA CONCENTRAÇÃO DE RENDA

Quanto mais intensa a cor da escala, maior a concentração de renda. A escala de cores não representa os mesmos valores nos diversos meses.

Quanto mais intensa a cor da escala, maior a concentração de renda. A escala de cores não representa os mesmos valores nos diversos meses.

RS - PR - SP - MG - BA PR - SP - MS - MT - GO MG - AL - PE RS - SC - PR - SP - MG ES - MS - GO - BA - MA SC - PR - SP - MG - GO RJ - ES - BA - CE RS - SC - PR RS - SC - PR - SP - BA - PE RS - SC - PR - SP - MG CULTURAS CANA MADEIRA TOMATE TRIGO NOVEMBRO PR - SP - MS - MT - GO - MG AL - PE RS - SC - PR - SP - MG - ES MS - GO - BA - MA SC - PR - SP - MG - GO - RJ ES - BA - CE RS-SC-PR

(20)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

20 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

(21)

21

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

COMO ATINGIR CONSUMIDORES

POTENCIAIS NAS PRINCIPAIS

REGIÕES PRODUTORAS

Agora que você já conhece o quadro de Concentração

de Renda Agrícola, vamos mostrar como ele pode ser

útil no planejamento de mídia dos anunciantes de todos

os setores da economia. Afinal, com dinheiro no bolso,

o produtor rural e toda uma cadeia de consumidores

ligados ao agronegócio estarão propensos a experimentar

novas marcas de produtos, trocar de carro, adquirir

bens duráveis, investir em viagens, educação, produtos

bancários, imóveis, entre outros.

INFORMAÇÕES

ECONÔMICAS E

DE CONSUMO/

RECOMENDAÇÕES

DE MÍDIA

(22)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

22

INFORMAÇÕES ECONÔMICAS E DE CONSUMO/

RECOMENDAÇÕES DE MÍDIA

1

EXIBIDORA JAN FEV MAR ABR MAIO JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ SIGLA

Sinop SNO

9% de toda a área plantada de milho do país

é cultivada na área de cobertura da TV Centro

América Sinop (MT). Quatro municípios

dessa região estão entre os dez maiores

produtores: Sorriso (1º lugar), Nova Mutum,

Lucas do Rio Verde e Nova Ubiratã.

Em Sinop, o potencial de consumo aumentou

77% no período de 2011 a 2016, crescimento

bem superior ao do país como um todo (+58,3%).

O aumento do número de agências bancárias

no último ano (+23,8% na área de cobertura

de Sinop, ante +4,8% no Brasil) reflete o

dinamismo da economia local.

O consumo per capita de material de

construção é 50,8% superior ao do país,

enquanto os gastos per capita com veículo

próprio superam os do Brasil em 30,8%, e

as despesas com viagens, em 15,4%.

Para exemplificar a sua utilização, apresentaremos a seguir um breve levantamento de

informações econômicas e de consumo de algumas regiões produtoras e recomendações

de mídia para quem quer fazer um ótimo negócio!

Confira:

(23)

23 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

651.448

telespectadores potenciais

32

municípios cobertos

apresentamos uma programação-base, que mantém o equilíbrio entre

VISIBILIDADE E RENTABILIDADE

RESULTADOS ESTIMADOS¹

¹ Simulação com base no mês de maio de 2016, podendo variar em função do período de exibição do plano.

² Cálculo utilizado para encontrar o total de impactos = Universo X TT Audiência Individual ÷ 100 (lista de preços válida de outubro/16 a março/17).

Fonte: Kantar Ibope Media /A&F - Mercados Especiais | sex. maio 06, 2016 - qui. maio 12, 2016 | Universo projetado base Atlas de Cobertura Globo - outubro/16.

EXEMPLO DE GRADE

PROGRAMA INSERÇÕES AUDIÊNCIA INDIVIDUAL R$

Malhação 1 16,0 340 Novela I 1 19,9 504 Domingo Maior 1 8,1 206 Show de Terça-Feira 1 1 15,9 670 MTTV 2ª Edição 1 22,8 660 Novela II 1 23,9 755

Vale a Pena Ver de Novo 1 7,3 271

Total 7 113,8 3.406

SINOP

TV CENTRO AMÉRICA SINOP

741 MIL

IMPACTOS

2

Ou seja, 741 mil oportunidades

de o seu comercial ser visto!

CPM

IMPACTOS

O investimento para cada mil

impactos será de R$ 4,59.

(24)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

24

INFORMAÇÕES ECONÔMICAS E DE CONSUMO/

RECOMENDAÇÕES DE MÍDIA

2

EXIBIDORA JAN FEV MAR ABR MAIO JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ SIGLA

Varginha VAR

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

24

23% de toda a área plantada de café do país

é cultivada na área de cobertura da EPTV Sul

de Minas (Varginha – MG), com destaque

para Três Pontas, Campos Gerais e Boa

Esperança, municípios que estão no ranking

dos dez maiores produtores do Brasil.

A análise dos indicadores de consumo

nessa região aponta um consumo per capita

ligeiramente superior ao do Brasil (+3%),

com destaque para as categorias:

Materiais de Construção (+37,3%)

Mobiliários e Artigos do Lar (+11,7%)

Artigos de Limpeza (+10,7%)

“Varginha, no sul de Minas Gerais, e Juazeiro,

no interior da Bahia, são os municípios que

receberam este ano seu primeiro shopping.

Embora localizadas em diferentes partes do

país, as cidades que recebem seu primeiro

shopping center têm em comum o número de

habitantes, abaixo de 500 mil, e localização

estratégica para atrair visitantes de toda região.

Inaugurado há três meses, o shopping colocou

Varginha no circuito dos grandes centros

comerciais do sul de Minas Gerais. A região

registrou nesse período valorização imobiliária,

desenvolvimento e incremento da área turística e

criou cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos.”

(Fonte: Valor Econômico, 27/7/2016) Fonte: Atlas do Consumo – Globo (base: IPC Maps 2016)

(25)

25 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

2.852.853

telespectadores potenciais

160

municípios cobertos

apresentamos uma programação-base, que mantém o equilíbrio entre

VISIBILIDADE E RENTABILIDADE

RESULTADOS ESTIMADOS¹

¹ Simulação com base no mês de maio de 2016, podendo variar em função do período de exibição do plano.

² Cálculo utilizado para encontrar o total de impactos = Universo X TT Audiência Individual ÷ 100 (lista de preços válida de outubro/16 a março/17).

Fonte: Kantar Ibope Media /A&F - Mercados Especiais | sex. maio 06, 2016 - qui. maio 12, 2016 | Universo projetado base Atlas de Cobertura Globo - outubro/16.

EXEMPLO DE GRADE

PROGRAMA INSERÇÕES AUDIÊNCIA INDIVIDUAL R$

Novela I 1 14,8 2.124

Novela II 1 19,8 2.889

Temperatura Máxima 1 6,9 767

Bom Dia Cidade 1 3,8 319

Altas Horas 1 6,5 606

Sessão da Tarde 1 4,7 496

Vale a Pena Ver de Novo 1 6,1 669

Total 7 62,5 7.870

VARGINHA

EPTV SUL DE MINAS

1,8 MILHÃO DE

IMPACTOS

2

Ou seja, 1,8 milhão de oportunidades

de o seu comercial ser visto!

CPM

IMPACTOS

O investimento para cada mil

impactos será de R$ 4,41.

25

(26)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

26

INFORMAÇÕES ECONÔMICAS E DE CONSUMO/

RECOMENDAÇÕES DE MÍDIA

3

EXIBIDORA JAN FEV MAR ABR MAIO JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ SIGLA

Barreiras BAR

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

26

29% de toda a área plantada de algodão do país é cultivada na área de cobertura da TV Oeste

(Barreiras – BA), com destaque para São Desidério (1º lugar), Formosa do Rio Preto, Correntina e

Riachão das Neves, municípios que estão no ranking dos dez maiores produtores do Brasil.

Barreiras destaca-se no crescimento do potencial de consumo superior ao do país nos últimos cinco

anos (+87% e +58%, respectivamente). A área de cobertura da exibidora cresceu mais do que o

Brasil em todas as categorias de consumo.

 Já em matrículas e mensalidades, o crescimento do consumo na área de cobertura foi de 13,1% em

2016, comparado ao ano anterior, contra 4,7% do Brasil.

(27)

27 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

922.828

telespectadores potenciais

35

municípios cobertos

apresentamos uma programação-base, que mantém o equilíbrio entre

VISIBILIDADE E RENTABILIDADE

RESULTADOS ESTIMADOS¹

¹ Simulação com base no mês de maio de 2016, podendo variar em função do período de exibição do plano.

² Cálculo utilizado para encontrar o total de impactos = Universo X TT Audiência Individual ÷ 100 (lista de preços válida de outubro/16 a março/17).

Fonte: Kantar Ibope Media /A&F - Mercados Especiais | sex. maio 06, 2016 - qui. maio 12, 2016 | Universo projetado base Atlas de Cobertura Globo - outubro/16.

EXEMPLO DE GRADE

PROGRAMA INSERÇÕES AUDIÊNCIA INDIVIDUAL R$

Mais Você 1 7,2 197 Bem Estar 1 6,5 197 Como Será 1 3,0 103 Temperatura Máxima 1 9,1 314 É de Casa 1 6,8 238 Malhação 1 13,1 495 Sessão da Tarde 1 6,7 252 Total 7 52,4 1.796

BARREIRAS

TV OESTE BARREIRAS

483 MIL

IMPACTOS

2

Ou seja, 483 mil oportunidades de o seu

comercial ser visto!

CPM

IMPACTOS

O investimento para cada mil

impactos será de R$ 3,71.

(28)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

28

INFORMAÇÕES ECONÔMICAS E DE CONSUMO/

RECOMENDAÇÕES DE MÍDIA

4

EXIBIDORA JAN FEV MAR ABR MAIO JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ SIGLA

Caxias do Sul CXS

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

28

48% de toda a área plantada de uva do país é cultivada na área

de cobertura da RBS TV Caxias do Sul (RS). Quatro municípios

dessa região estão entre os dez maiores produtores: Flores da

Cunha (1º lugar), Bento Gonçalves, Caxias do Sul e Farroupilha.

Caxias tem um consumo per capita 45,1% superior ao do país.

Sobressaem-se as categorias:

• Bebidas (+75,1%)

• Gastos com Veículo Próprio (+70, 2%)

• Materiais de Construção (+64,8%)

• Calçados (+62,9%)

• Mobiliários e Artigos do Lar (+55,4%)

• Despesas com Viagens (+45,2%)

(29)

29 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

1.164.364

telespectadores potenciais

48

municípios cobertos

apresentamos uma programação-base, que mantém o equilíbrio entre

VISIBILIDADE E RENTABILIDADE

RESULTADOS ESTIMADOS¹

¹ Simulação com base no mês de maio de 2016, podendo variar em função do período de exibição do plano.

² Cálculo utilizado para encontrar o total de impactos = Universo X TT Audiência Individual ÷ 100 (lista de preços válida de outubro/16 a março/17).

Fonte: Kantar Ibope Media /A&F - Mercados Especiais | sex. maio 06, 2016 - qui. maio 12, 2016 | Universo projetado base Atlas de Cobertura Globo - outubro/16.

EXEMPLO DE GRADE

PROGRAMA INSERÇÕES AUDIÊNCIA INDIVIDUAL R$

Como Será 1 2,7 114

Sessão da Tarde 1 4,6 265

Vale a Pena Ver de Novo 1 5,7 501

Bem Estar 1 4,6 417 Malhação 1 9,7 896 Novela I 1 13,5 1.391 Show de Terça I 1 12,5 2.088 Total 7 53,2 5.672

CAXIAS DO SUL

RBS TV CAXIAS DO SUL

619 MIL

IMPACTOS

2

Ou seja, 619 mil oportunidades de o seu

comercial ser visto!

CPM

IMPACTOS

O investimento para cada mil

impactos será de R$ 9,16.

29

(30)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

30

INFORMAÇÕES ECONÔMICAS E DE CONSUMO/

RECOMENDAÇÕES DE MÍDIA

5

EXIBIDORA JAN FEV MAR ABR MAIO JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ SIGLA

Santarém TAP

7% de toda a área plantada de Mandioca do

país é cultivada na área de cobertura da TV

Tapajós de Santarém (Santarém – PA), com

destaque para Juriti, Santarém e Oriximiná,

municípios que estão no ranking dos 10

maiores produtores do pais.

Nos últimos 5 anos, a área de cobertura

de SANTARÉM apresentou um aumento

do potencial de consumo 25,6 pontos

percentuais superior ao do Brasil.

O número de empresas em SANTARÉM

cresceu 98,9% de 2011 a 2016 – no Brasil, o

crescimento foi de 74,7%.

“Os investimentos bilionários que estão sendo

realizados pela iniciativa privada em instalações

portuárias no chamado “Arco Norte” tendem

a motivar um incremento da ordem de

16 milhões de toneladas das exportações

brasileiras de soja em grão pelos principais

portos das regiões Norte e Nordeste do país

até 2025.” (Valor Econômico, 23/06/16).

(31)

31 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

640.430

telespectadores potenciais

13

municípios cobertos

apresentamos uma programação-base, que mantém o equilíbrio entre

VISIBILIDADE E RENTABILIDADE

RESULTADOS ESTIMADOS¹

¹ Simulação com base no mês de maio de 2016, podendo variar em função do período de exibição do plano.

² Cálculo utilizado para encontrar o total de impactos = Universo X TT Audiência Individual ÷ 100 (lista de preços válida de outubro/16 a março/17).

Fonte: Kantar Ibope Media /A&F - Mercados Especiais | sex. maio 06, 2016 - qui. maio 12, 2016 | Universo projetado base Atlas de Cobertura Globo - outubro/16.

EXEMPLO DE GRADE

PROGRAMA INSERÇÕES AUDIÊNCIA INDIVIDUAL R$

Como Será 1 7,7 91

Sessão da Tarde 1 10,7 139

Malhação 1 15,3 289

Temperatura Máxima 1 12,1 234

Jornal Tapajós 1ª Edição 1 16,8 342

Estrelas 1 11,5 243

Bom Dia Santarém 1 7,3 158

Total 7 81,3 1.496

SANTARÉM

TV TAPAJÓS

521 MIL

IMPACTOS

2

Ou seja, 521 mil oportunidades

de o seu comercial ser visto!

CPM

IMPACTOS

O investimento para cada mil

impactos será de R$ 2,87.

(32)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

32 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

(33)

33

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

O QUE ESPERAR DO CAMPO

(34)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

34

A safra não é recorde em 2016. A estiagem derrubou a

produção de milho, principalmente no Centro-Oeste. A

menor oferta e a exportação do grão acabaram elevando

os preços e reduzindo as margens da avicultura e da

suinocultura no primeiro semestre. Mas a colheita da

segunda safra de milho amenizou a escassez. E é da

crise que nascem as soluções. Indústria e lideranças do

campo iniciaram conversações para estabelecer contratos

e estímulos para uma oferta mais regular do cereal no

mercado interno.

O ano de 2016 também traz avanços na logística, que é

um dos principais gargalos da agricultura brasileira. Por

enquanto, os portos de Santos e Paranaguá escoam quase

50% da produção brasileira de grãos. Entretanto, isso tende

a mudar. As empresas têm feito grandes investimentos nos

corredores que levam a produção aos portos do Norte (PA)

e Nordeste (MA). A previsão é de que, nos próximos dez

anos, o chamado Arco Norte vai ter capacidade para escoar

70 milhões de toneladas de grãos. Isso dará mais agilidade e

competitividade à produção de todo o Centro-Oeste. O novo

Canal do Panamá (ampliado) foi inaugurado em junho, e

isso pode também encurtar o caminho da soja embarcada

no Norte e no Nordeste, que se destina aos países da Ásia.

No mercado interno o olhar está voltado para o front externo.

Governo, empresas e produtores se esforçam para abrir

novas janelas no comércio com os atuais e também com

novos importadores. A China, que já é a maior compradora

da carne bovina, começa a ter apetite também pelo nosso

frango. Novos frigoríficos foram habilitados com esse

objetivo. A Rússia fechou acordo para importar leite em pó e

derivados. Isso pode abrir um novo horizonte para a pecuária

leiteira nacional.

A soja vai continuar brilhando firme como a principal estrela.

Hoje, ela já é o primeiro item da exportação brasileira,

superando o minério de ferro. No milho, como gostam de

dizer os economistas, o Brasil também já é um “player”

de respeito. Somos o terceiro maior produtor mundial,

atrás dos Estados Unidos e da China. E já conquistamos

o posto de segundo maior exportador, depois dos

norte-americanos.

TENDÊNCIAS

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

(35)

35

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

O PIB EM 2015

Os dados divulgados pelo IBGE apontam que a agropecuária é o único setor que teve crescimento

na economia em 2015. Em relação a 2014, o agro cresceu 1,8%.

A participação do agronegócio no total da economia hoje corresponde a 21%, segundo a Confederação

da Agricultura e Pecuária. O total, a soma geral das riquezas no país nas contas do IBGE, alcançou

R$ 5,9 trilhões em 2015. O agronegócio, portanto, é responsável por R$ 1,267 trilhão.

Total Brasil

Agronegócio

Fontes: IBGE e Cepea/Esalq.

6

4

2

0

PIB EM 2015

trilhões/reais

5,9

1,26

OS DOZE CAMPEÕES NA EXPORTAÇÃO

A soja é o principal produto de exportação hoje do Brasil. É mais do que o dobro do segundo

colocado, o minério de ferro. Se somarmos o farelo numa conta só, veremos que o complexo

soja foi responsável por US$ 13,2 bilhões nas exportações brasileiras nos primeiros cinco meses

de 2016. A soma das exportações de açúcar bruto e refinado chega a US$ 3,1 bilhões, quase

empatando com o petróleo. Outro dado interessante: exportamos mais café do que automóveis.

10,92

4,42

3,06

3,01

2,35

2,29

2,28

2,02

1,82

1,80

1,77

1,45

US$/bilhões (FOB*)

Janeiro a maio/2016

Soja/grão Minério de ferro

Óleo/petróleo Açúcar bruto

e refinado Carne de

frango

Celulose Farelo de soja

Milho/grão

Carne bovina Café cru/grão Automóveis

Aviões

Fonte: Secex/MDIC.

*FOB (Free on Board - Livre de Frete)

35

(36)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7 36

A balança comercial

brasileira e a balança

do agronegócio

bilhões de dólares Fonte: Secex/MDIC.

2008

2009

2010

2011

2012

2013

2014

2015

152,995

201,915

256,040

242,600

242,200

225,100

191,100

171,440

172,985

127,722

181,768

226,238

223,142

239,600

229,060

197,942

71,806 64,786 76,442 94,968 95,814 99,968 96,740 88,220 13,070 16,610 17,060 16,406 17,497 13,391 9,900 11,820 Exportações

Total Brasil (A) ImportaçõesTotal Brasil (C) ExportaçõesAgronegócio (B) ImportaçõesAgronegócio (D)

O AGRONEGÓCIO GEROU UM

LUCRO BEM MAIOR PARA O PAÍS

Em 2015 houve uma diminuição nas transações comerciais do Brasil. Exportamos menos e

trouxemos menos mercadorias do exterior. Houve queda também no agronegócio. Mesmo assim,

o saldo – quer dizer, a diferença entre o que vendemos e o que compramos – foi bem maior no

agro do que no geral da balança. A coluna laranja mostra que exportamos US$ 191,1 bilhões.

Na coluna verde, as importações atingiram US$ 171,4 bilhões. A diferença é de 19,7 bilhões.

No agro, exportamos US$ 88,2 bilhões (linha verde) e importamos US$ 13,07 (linha vermelha).

Saldo positivo de US$ 75,1 bilhões.

2015

Saldo Geral

19,7

Saldo Agro

75,1

(37)

37

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

OS GANHOS COM O MERCADO

Uma informação que se destaca nesse gráfico é a tendência de crescimento da renda das lavouras

nos últimos seis anos. Em 2010, a receita da agricultura era 38% maior do que o número da

produção. Essa diferença foi se ampliando, e em 2016 chega a 69%. Isso se explica pela maior

demanda de grãos no mercado internacional, principalmente por parte da China.

SAFRAS E RENDA DA AGROPECUÁRIA

Ano de 2016: VBP*/Mapa (abril)

208

240

255

280

296

333

332

196

207

191

186

161

160

150

124,8

132,4

136,5

141

161,8

183

175

69%

38%

Produção/milhões toneladas Lavouras / R$ bilhões Pecuária / R$ bilhões

Fonte: Secex/MDIC. * Valor Bruto da Produção ** Previsão

(38)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

38

OS CAMPEÕES DA RENDA NO CAMPO

ACRÉSCIMO DE RENDA

OS 5 CAMPEÕES EM 2016

R$/milhões

Fonte: Mapa (VBP / abril 2016).

Obs.: O aumento da receita foi calculado com base na previsão de faturamento em 2016, em relação ao total efetivamente realizado em 2015.

Soja, café, milho, banana e feijão: esses são

os destaques no crescimento da renda do

campo em 2016, segundo o acompanhamento

do Ministério da Agricultura. Em relação

ao ano anterior, a soja deve trazer um

acréscimo de R$ 4 bilhões no faturamento

dos agricultores. O café, R$ 3 bilhões; o milho,

R$ 2,8 bilhões. No caso da banana, o cálculo

é de uma recuperação na receita, que foi

muito prejudicada no ano anterior. O feijão,

apesar da reclamação dos consumidores,

proporciona um menor aumento da renda

no campo (R$ 675 milhões) porque não

tem a mesma escala de produção do milho

e da soja.

Para o boi gordo, o segundo produto no

ranking depois da soja, a previsão é de uma

receita semelhante à do ano anterior. Em

volume, a exportação é maior, mas há queda

nos preços no mercado internacional. De

qualquer forma, é importante observar que,

em 2016, a soma do faturamento das carnes

(frango, boi e suíno) gera um total de R$ 138

bilhões. Pode-se concluir que o setor das

carnes é hoje o grande destaque da economia

rural brasileira.

Soja

Café

Milho

Banana

Feijão

4.150

3.157

2.870

2.210

675

TENDÊNCIAS

(39)

39

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

OS DEZ ESTADOS COM

MAIOR RENDA

PREVISÃO DE FATURAMENTO

BRUTO DOS PRODUTORES

Dos R$ 515 bilhões previstos para o

total das receitas analisadas no Mapa

da Mina, mais de R$ 400 bilhões se

concentram em dez estados. Até o

ano passado, São Paulo liderava esse

ranking com boa margem. Este ano,

Mato Grosso e Paraná se aproximaram

do primeiro lugar, com o crescimento

da produção regional de grãos.

(*) Previsão do valor bruto da produção em 2016.

Soma dos valores brutos das culturas e rebanhos analisados no Mapa da Mina.

Fontes: IBGE, CNA, Mapa (previsões mar/16).

* Previsão do valor bruto da produção em 2016. Soma dos valores brutos das culturas e rebanhos analisados no Mapa da Mina

(1) Previsão IBGE (Produção Silvicultura).

ESTADO TOTAL DO ESTADO

(R$ bilhões)*

São Paulo 67,79 Mato Grosso 67,74 Paraná 67,50 Minas Gerais 61,59 Rio Grande do Sul 55,62 Goiás 39,52 Mato Grosso do Sul 25,77 Santa Catarina 23,91 Bahia 20,91 Pará 9,46 CULTURAS/REBANHO PRODUÇÃO* (em bilhões de R$) Soja 115,34 Boi gordo 74,55 Cana 50,75 Frango 50,45 Milho 45,52 Leite 25,34 Café 23,23 Madeira (1) 14,42 Suíno 13,55 Algodão 12,43 Banana 12,14 Ovos 12,03 Laranja 9,83 Arroz 9,57 Feijão 9,25 Tomate 7,70 Batata 6,45 Mandioca 6,35 Fumo 5,72 Maçã 4,17 Trigo 3,95 Uva 3,12 TOTAL 515,86

Valor da Produção em 2016

(40)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

40

A POSIÇÃO DO BRASIL NOS PRINCIPAIS PRODUTOS

O Brasil ocupa o primeiro lugar na produção e exportação de três produtos: café, açúcar e suco

de laranja. Na soja, somos o segundo na produção e o primeiro no comércio exterior. Na carne

de frango, o primeiro na exportação e o segundo na criação.

SOJA / grão

Produção mundial

milhões/toneladas

2015/2016

SOJA

Exportações mundiais

milhões/toneladas

2015/2016

Estados

Unidos

Estados

Unidos

Brasil

Brasil

Argentina

Argentina

China

Paraguai

Outros

Outros

Total

Total

106,93

58,75

97,00

47,89

56,50

11,40

41,23

11,60

4,60

9,40

313,26

132,04

TENDÊNCIAS

Fonte: USDA 2016.

(41)

41

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

A POSIÇÃO DO BRASIL NOS PRINCIPAIS PRODUTOS

AÇÚCAR

Produção mundial

milhões/toneladas

2015/2016

AÇÚCAR

Exportações mundiais

milhões/toneladas

2015/2016

Índia

Tailândia

Brasil

União

Europeia

Brasil

Tailândia

Austrália

China

Guatemala

Outros

Outros

Total

Total

27,70

34,65

24,35

8,80

3,65

8,43

9,74

14,00

2,26

15,82

164,92

70,40

54,87

Fonte: USDA 2016.

(42)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

42

A POSIÇÃO DO BRASIL NOS PRINCIPAIS PRODUTOS

MILHO

Produção mundial

milhões/toneladas

2015/2016

MILHO

Exportações mundiais

milhões/toneladas

2015/2016

China

Brasil

Estados

Unidos

Brasil

Europeia

União

Estados

Unidos

Argentina

Argentina

Ucrânia

Outros

Outros

Total

Total

224,58

345,49

46,00

34,50

20,00

27,00

57,98

77,50

16,00

18,09

966,37

233,82

134,59

Fonte: USDA 2016.

TENDÊNCIAS

(43)

43

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

A POSIÇÃO DO BRASIL NOS PRINCIPAIS PRODUTOS

SUCO DE LARANJA

Exportações mundiais

milhões/toneladas

2015/2016

SUCO DE LARANJA

Produção mundial

milhões/toneladas

2015/2016

México

Estados

Unidos

Brasil

Brasil

Estados

Unidos

México

África

do Sul

União

Europeia

Outros

Outros

Total

Total

1.040

1.092

122

329

90

127

54

105

75

127

1.381

1.780

Fonte: USDA 2016.

(44)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

44

A POSIÇÃO DO BRASIL NOS PRINCIPAIS PRODUTOS

CAFÉ

Exportações mundiais

milhões/sacas/60 kg

2015/2016

CAFÉ

Produção mundial

milhões/sacas/60 kg

2015/2016

Vietnam

Vietnam

Brasil

Brasil

Colômbia

Colômbia

Indonésia

Indonésia

Outros

Outros

Total

Total

33,33

49,40

28,72

29,30

12,23

13,40

8,08

10,61

42,76

47,42

125,12

150,12

Fonte: USDA 2016.

TENDÊNCIAS

(45)

45

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

A POSIÇÃO DO BRASIL NOS PRINCIPAIS PRODUTOS

CARNE DE FRANGO

Produção mundial

milhões/toneladas

2015/2016

CARNE DE FRANGO

Exportações mundiais

milhões/toneladas

2015/2016

Brasil

Estados

Unidos

Estados

Unidos

Brasil

China

União

Europeia

União

Europeia

Tailândia

Índia

China

Outros

Outros

Total

Total

13,57

3,06

18,44

4,09

4,20

0,38

10,76

0,63

12,70

1,18

89,66

10,76

29,99

1,42

Fonte: USDA 2016.

(46)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

46

A POSIÇÃO DO BRASIL NOS PRINCIPAIS PRODUTOS

Fonte: USDA 2016.

CARNE BOVINA

Produção mundial

milhões/toneladas

2015/2016

CARNE BOVINA

Exportações mundiais

milhões/toneladas

2015/2016

Brasil

Brasil

Estados

Unidos

Índia

União

Europeia

Austrália

China

Estados

Unidos

Índia

Nova

Zelândia

Outros

Outros

Total

Total

9,62

1,85

11,33

1,95

4,30

0,58

6,79

1,11

7,68

1,53

59,00

9,63

19,29

2,61

TENDÊNCIAS

(47)

47

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

Vendas - mercado interno

1º semestre - acumulado

Mercado interno

Vendas - 1º semestre

Unidades / Fonte Anfavea

2016

Fev

2015

Jan

Mar

Abr

Maio

Jun

17.100

24.700

3.400

3.700

4.800

4.300

4.100

4.400

1.560

2.346

2.752

2.887

3.448

4.067

MÁQUINAS AGRÍCOLAS

A caminho

da recuperação

O setor de máquinas agrícolas ensaiou no

primeiro semestre de 2016 uma reação.

Se compararmos as vendas acumuladas

de janeiro a junho, a queda foi de 30% em

2016, em relação ao mesmo período do ano

anterior.

Mas é necessário examinar os números mês a mês para ver o outro lado da questão. Em fevereiro

de 2016, as vendas no mercado interno chegaram a 2.346 unidades, 50% a mais do que em janeiro.

Embora com taxas menores, o mesmo comportamento se repetiu ao longo de todo o semestre.

Em junho de 2016, a indústria quase encostou na marca de junho/2015. A comercialização atingiu

4.067 unidades, 18% a mais do que em maio. Os fabricantes foram cautelosos ao comentar

esses números, mas não negaram que pode ter se iniciado uma tendência de recuperação.

(48)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

48 M A P A D A M I N A | M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 72 0 1 6 - 2 0 1 7

(49)

CALENDÁRIO

AGRÍCOLA

49

(50)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

50

Período de colheita e comercialização das culturas

Culturas Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho

ALGODÃO ARROZ BANANA BATATA CAFÉ CANA FEIJÃO 1ª safra FEIJÃO 2ª safra FEIJÃO 3ª safra FUMO LARANJA MAÇÃ MADEIRA MANDIOCA MILHO 1ª safra MILHO 2ª safra SOJA TOMATE TRIGO UVA RS-SC-PR-MT MA-TO-PA SC-PR TO-PA RS-SC-PR-MT-GO

TO-PA-MA-PI RS-SC-PR-MT-GO TO-PA-MA-PI RS-SC-PR-MT-GO TO-PA-MA-PI SC-PR-SP-MG-ES

PA-CE-BA-PE-RN RS-SC-PR SP-MG-BA

RS-SC-PR-SP

MG-GO-MT-BA MG-GO-MT-BARS-SC-PR-SP RS-SC-MG-GOMT-BA-PI RS-SC-PR

SP-MG-PI RS-SC-PRSP-MG-PI RS-SC-PR-SP-MGGO-MT-CE-PI RS-SC-PR-SP-MGGO-MT-CE-PI PR-MG GO-MT RS-SC MT-BA-PI BA PR-SP-MG PR RS-SC-PR-SP-MG ES-MS-GO-BA-MA AM-PA-MA-AC-BA MG-SP-RS-PR-MS RS-SC

PR-SP SP-MS-MG-MTRS-SC-PR RS-SC-PR-SP-MSGO-MG-MT-BA RS-SC-PR-SP-MSGO-MG-MT-BA-PI RS-SC-PR-SP-MGGO-MT-BA-PI

MT GO-MS-MT-PIPR-SP-MG RS-SC-GO MG-MT-BA-PI PR-MG-GO MS-MT SC-PR-SP-MG GO-RJ-ES-BA-CE RS-SC-PR SP-BA-PE RS-SC-PRSP-BA-PE MG MG AL-PE RS-SC-PR PR-SP-MG RS-SC-PR RS-SC-PR-SP-MG ES-MS-GO-BA-MA AM-PA-MA-AC-BA MG-SP-RS-PR-MS PR-SP-MG-GO MS-MT-BA SC-PR-SP-MG GO-RJ-ES-BA-CE AL-PE RS-SC-PR RS-AL AL AL PR-SP-MG RS-SC-PR RS-SC-PR-SP-MG ES-MS-GO-BA-MA AM-PA-MA-AC-BA MG-SP-RS-PR-MS RS-SC-PR-SP-MG GO-MS-MT-BA-TO SC-PR-SP-MG GO-RJ-ES-BA-CE PR-SP-BA-PE PR-SP-BA-PE AL-PE ES-MG BA-RO PR-SP-MG RS-SC-PR RS-SC-PR-SP-MG ES-MS-GO-BA-MA AM-PA-MA-AC-BA MG-SP-RS-PR-MS RS-SC-PR-SP-MG GO-MS-MT-BA-TO SC-PR-SP-MG GO-RJ-ES-BA-CE AL-PE PR-SP-ES MG-BA-RO PR-SP-MG RS-SC-PR RS-SC-PR-SP-MG ES-MS-GO-BA-MA AM-PA-MA-AC-BA MG-SP-RS-PR-MS RS-SC-SP MG-BA SC-PR-SP-MG GO-RJ-ES-BA-CE BA-PE-PR PR-SP-MS MT-GO-MG PR-SP-ES MG-BA-RO RS-PR-SP-MG BA-SE-PA RS-SC RS-SC-PR-SP-MG ES-MS-GO-BA-MA AM-PA-MA-AC-BA MG-SP-RS-PR-MS RS-SC SC-PR-SP-MG GO-RJ-ES-BA-CE BA-PE-PR PR-SP-MS MT-GO-MG SC-PR-SP-MG-ES PA-CE-BA-PE-RN RS-SC-PR

SP-MG-BA SC-PR-SPMG-BA SC-PR-SPMG-BA SC-PR-SP-MG-ES

PA-CE-BA-PE-RN SC-PR-SP-MG-ESPA-CE-BA-PE-RN SC-PR-SP-MG-ESPA-CE-BA-PE-RN SC-PR-SP MG-GO-BA MG-GO-BASC-PR-SP SC-PR-SP-MG-ES PA-CE-BA-PE-RN RS-SC-MT PA-MA-PI MS-MG MS-MG-BA MG-MS-MT GO-BA-MA

Período de maior concentração de renda em poder do agricultor.

(51)

51

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

Período de colheita e comercialização das culturas

Culturas Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro

ALGODÃO ARROZ BANANA BATATA CAFÉ CANA FEIJÃO 1ª safra FEIJÃO 2ª safra FEIJÃO 3ª safra FUMO LARANJA MAÇÃ MADEIRA MANDIOCA MILHO 1ª safra MILHO 2ª safra SOJA TOMATE TRIGO UVA MS-MG-GO MT-BA-MA PA PA-MA-PI SC-PR-SP-MG-ES PA-CE-BA-PE-RN SC-PR-SP MG-GO-BA PR-SP-ES MG-BA-RO RS-SC-PR SP-MG PR-SP-MG-GO

MT-BA-CE PR-SP-MG-GOMT-BA-CE GO-BA-CESP-MG SP-MGBA-CE SP-MG-GO MT-CE MG SP RS-PR-SP-MG BA-SE-PA RS-SC RS-SC-PR-SP-MG ES-MS-GO-BA-MA PR-SP-MG

GO-MS-MT-PI GO-MS-MT-PIPR-SP-MG GO-MS-MT-PIPR-SP-MG MG-BAPI BA BA BA-PI BA-PI AM-PA-MA-AC-BA MG-SP-RS-PR-MS SC-PR-SP-MG GO-RJ-ES-BA-CE BA-PE-SP BA-PE-SP MG-GO PR-SP-MS MT-GO-MG PR-SP-ES MG-BA-RO RS-PR-SP-MG BA-SE-PA RS-SC-PR-SP-MG ES-MS-GO-BA-MA AM-PA-MA-AC-BA MG-SP-RS-PR-MS SC-PR-SP-MG GO-RJ-ES-BA-CE PR-SP MG-GO MG-GOPR-SP PR-MGRS-SC RS-SCPR RS-SCPR PR-SP-MS MT-GO-MG PR-SP-ES MG-BA RS-PR-SP-MG BA-SE-PA RS-SC-PR-SP-MG ES-MS-GO-BA-MA AM-PA-MA-AC-BA MG-SP-RS-PR-MS SC-PR-SP-MG GO-RJ-ES-BA-CE SP-BA-PE PR-SPBA-PE PR-SP-MS MT-GO-MG PR-SP-ES MG-BA RS-PR-SP-MG BA-SE-PA RS-SC-PR-SP-MG ES-MS-GO-BA-MA AM-PA-MA-AC-BA MG-SP-RS-PR-MS SC-PR-SP-MG GO-RJ-ES-BA-CE PR-SP-MS-MT GO-MG-AL-PE PR-SP-ES MG-BA RS-PR-SP-MG BA-SE-PA RS-SC-PR RS-SC-PR-SP-MG ES-MS-GO-BA-MA AM-PA-MA-AC-BA MG-SP-RS-PR-MS SC-PR-SP-MG GO-RJ-ES-BA-CE PR-SP-MS-MT GO-MG-AL-PE PR-SP-ES MG-BA RS-PR-SP-MG BA-SE-PA RS-SC-PR-SP-MG ES-MS-GO-BA-MA AM-PA-MA-AC-BA MG-SP-RS-PR-MS SC-PR-SP-MG GO-RJ-ES-BA-CE RS-SC-PR SP-BA-PE PR-SP-MS-MT GO-MG-AL-PE SC-PR-SP-MG-ES PA-CE-BA-PE-RN SP-MG

GO-BA SP-MGGO-BA SP-MGGO-BA SC-PR-SP-MG-ES

PA-CE-BA-PE-RN SC-PR-SP-MG-ES PA-CE-BA-PE-RN SC-PR-SP-MG-ES PA-CE-BA-PE-RN

BA RS-PR-SPMG-BA SC-PR-SP-MG-ES PA-CE-BA-PE-RN MT-BA MA MG-MS-MT GO-BA-MA MG-MS-MTGO-BA-MA

(52)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

52 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

(53)

53

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

AS INFORMAÇÕES

DETALHADAS DE CADA

CULTURA E REBANHO

As informações sobre grãos, frutas, carnes, leite e outras

proteínas do agronegócio brasileiro, totalizando 22

produtos, compõem a matéria-prima do Mapa da Mina.

É por meio do detalhamento das safras dessas culturas

agrícolas e da produção das chamadas proteínas (boi

gordo, suíno, frango, leite e ovos) que são localizados,

no tempo e no espaço, os recursos provenientes da

comercialização desses produtos, fortes aliados do

consumo de bens e serviços.

MAPAS DAS

CULTURAS/

REBANHOS

53

(54)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

54

ALGODÃO

A previsão é de o país chegar a junho de

2017 com o menor estoque dos últimos

seis anos no mercado interno. A pouca

oferta dá ao produtor a possibilidade de

fazer uma boa negociação da pluma

nos próximos meses. Os estoques já

estavam baixos, e no primeiro semestre

de 2016 a colheita foi 7% menor. No

mercado mundial, os preços caíram um

pouco no primeiro semestre. Mas o Brasil

exportou uma quantidade maior da

pluma e atingiu uma receita de US$ 479

milhões no intervalo de janeiro a maio,

35% a mais do que no mesmo período

do ano anterior. Mato Grosso amplia a

liderança: sua participação na produção

nacional subiu de 56% para 66%.

Perspectiva é boa

no médio prazo

JANEIRO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO MS - MG MS - MG - BA MG - MS - MT GO - BA - MA MG - MS - MT GO - BA - MA MG - MS - MT GO - BA - MA MS - MG - GO MT - BA - MA MT - BA - MA PERÍODO DE MAIOR CONCENTRAÇÃO DE RENDA EM PODER DO AGRICULTOR

(55)

Maiores

Produtores ParticipaçãoSafra (%)(2) ValorSafra

(milhões R$)

Cobertura (Exibidoras) Telesp.

Potenciais (em mil) Domicílios c/ TV (em mil) I.P.C. (%) 55 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

R$ 12,43

BILHÕES

Previsão do valor anual da safra 2016

Fontes: IBGE, Mapa, Conab, Atlas de Cobertura – Rede Globo (Abril 2016).

Mato Grosso 66,0 8.203,8 Cuiabá, Rondonópolis, Sinop, Tangará da Serra 2.978 969 1,57 Bahia 21,0 2.610,3 Barreiras, Vitória da Conquista 2.998 881 0,92 Mato Grosso do Sul 3,3 410,2 Campo Grande, Ponta Porã 2.468 830 1,25 Goiás 3,3 410,2 Luziânia, Jataí, Rio Verde, Goiânia, Catalão, 6.236 2.098 3,20

Itumbiara, Porangatu, Anápolis

Maranhão 2,5 310,8 Balsas, Imperatriz 1.369 369 0,36 Minas Gerais 2,0 248,6 Montes Claros, Uberlândia, 11.817 3.868 6,06

Belo Horizonte, Ituiutaba, Uberaba

(1) Previsão do VBP/Mapa (abril/2016).

(2) Percentual de participação da produção do estado em relação ao total do país. MAIORES ESTADOS PRODUTORES

ESTADOS PRODUTORES

(56)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

56

ARROZ

Os agricultores cultivaram menos áreas

e o excesso de chuva atrapalhou. Mas

quem conseguiu colher terá um excelente

horizonte pela frente. No final do primeiro

semestre, a saca (50 kg) do arroz em

casca chegou a valer no mercado interno

16% a mais do que no ano anterior. No

período de janeiro a maio, a receita da

exportação diminuiu 7% por causa da

queda nas cotações lá fora. Mas os

exportadores brasileiros estiveram bem

ativos e conquistaram novos mercados.

Em volume, a quantidade de arroz

embarcada aumentou 35%.

Pouca oferta e

preços elevados

JANEIRO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO RS - SC - PR - MT - GO TO - PA - MA - PI RS - SC - PR - MT - GO TO - PA - MA - PI RS - SC - PR - MT - GO TO - PA - MA - PI RS - SC - MT PA - MA - PI SC - PR TO - PA RS - SC - PR - MT MA - TO - PA PA - MA - PI PA PERÍODO DE MAIOR CONCENTRAÇÃO DE RENDA EM PODER DO AGRICULTOR

(57)

Maiores

Produtores ParticipaçãoSafra (%)(2) ValorSafra

(milhões R$)

Cobertura (Exibidoras) Telesp.

Potenciais (em mil) Domicílios c/ TV (em mil) I.P.C. (%) 57 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

R$ 9,57

BILHÕES

Previsão do valor anual da safra 2016

Fontes: IBGE, Mapa, Conab, Cepea/Esalq, Atlas de Cobertura – Rede Globo (Abril 2016).

Rio Grande do Sul 70,0 6.699,0 Uruguaiana, Porto Alegre, Pelotas, Santa Maria, 7.972 2.890 4,76 Bagé, Santa Cruz, Rio Grande

Santa Catarina 9,4 899,6 Criciúma, Blumenau, Joinville, Florianópolis 5.131 1.780 3,60 Tocantins 5,2 497,6 Gurupi, Palmas, Araguaína 1.200 368 0,50 Mato Grosso 4,6 440,2 Sinop, Cuiabá, Rondonópolis, Tangará da Serra 2.978 969 1,57 Maranhão 2,3 220,1 Codó, Imperatriz, São Luís, Santa Inês, Balsas 6.628 1.770 1,81 Pará 1,5 143,6 Belém, Santarém, Tucuruí, Paragominas, Itaituba, 6.250 1.618 2,02

Altamira

Paraná 1,2 114,8 Paranavaí, Guarapuava, Londrina, Ponta Grossa, 10.754 3.660 6,34 Curitiba, Cascavel, Maringá, Foz do Iguaçu

Piauí 1,0 95,7 Teresina, Floriano 2.640 767 0,89

Goiás 1,0 95,7 Goiânia, Anápolis, Porangatu, Luziânia, 6.054 2.037 3,10 Itumbiara, Rio Verde, Catalão

(1) Previsão do VBP/Mapa (abril/2016).

(2) Percentual de participação da produção do estado em relação ao total do país.

MAIORES ESTADOS PRODUTORES ESTADOS PRODUTORES

(58)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

58

BANANA

A estimativa é de recuperação das perdas

ocorridas em 2015. Em 2016, a previsão

para as fazendas é uma elevação de

22% no faturamento, que pode passar

dos R$ 12 bilhões. As exportações

caminham a passos rápidos. As vendas

para o mercado europeu cresceram

32% no período de janeiro a maio de

2016 (em relação ao mesmo período de

2015). No Mercosul, o Paraguai tem sido

um forte concorrente. Mesmo assim, a

exportação da banana brasileira para a

Argentina e o Uruguai cresceu 14% entre

janeiro e maio.

Recuperação

da Renda

JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO SC - PR - SP - MG - ES PA - CE - BA - PE - RN SC - PR - SP - MG - ES PA - CE - BA - PE - RN SC - PR - SP - MG - ES PA - CE - BA - PE - RN SC - PR - SP - MG - ES PA - CE - BA - PE - RN SC - PR - SP - MG - ES PA - CE - BA - PE - RN SC - PR - SP - MG - ES PA - CE - BA - PE - RN SC - PR - SP - MG - ES PA - CE - BA - PE - RN SC - PR - SP - MG - ES PA - CE - BA - PE - RN SC - PR - SP - MG - ES PA - CE - BA - PE - RN SC - PR - SP - MG - ES PA - CE - BA - PE - RN SC - PR - SP - MG - ES PA - CE - BA - PE - RN SC - PR - SP - MG - ES PA - CE - BA - PE - RN PERÍODO DE MAIOR CONCENTRAÇÃO DE RENDA EM PODER DO AGRICULTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

(59)

Maiores

Produtores ParticipaçãoSafra (%)(2) ValorSafra

(milhões R$)

Cobertura (Exibidoras) Telesp.

Potenciais (em mil) Domicílios c/ TV (em mil) I.P.C. (%) 59 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

R$ 12,14

BILHÕES

Previsão do valor anual da safra 2016

Fontes: IBGE, Mapa, Cepea/Esalq, Atlas de Cobertura – Rede Globo (Abril 2016).

São Paulo 14,2 1.723,9 Santos, São José do Rio Preto, Bauru, Sorocaba 22.733 7.690 14,19 Itapetininga, São José dos Campos, Campinas,

Presidente Prudente, São Carlos, Ribeirão Preto, Taubaté

Bahia 14,2 1.723,9 Salvador, Itabuna, Vitória da Conquista, Barreiras, 14.436 4.513 5,29 Feira de Santana, Juazeiro

Minas Gerais 12,0 1.456,8 Montes Claros, Varginha, Belo Horizonte, Coronel 20.155 6.665 9,93 Fabriciano, Juiz de Fora, Uberlândia, Ituiutaba,

Araxá

Santa Catarina 10,5 1.274,7 Joinville, Criciúma, Blumenau, Florianópolis 5.131 1.780 3,60 Pará 7,9 959,1 Belém, Altamira, Santarém, Tucuruí, Parauapebas, 7.006 1.828 2,29

Itaituba, Marabá, Castanhal

Ceará 6,8 825,5 Fortaleza, Juazeiro do Norte 8.749 2.620 2,86 Pernambuco 5,4 655,6 Recife, Caruaru, Petrolina 9.261 2.875 3,35 Espírito Santo 4,3 522,0 Vitória, Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Linhares 3.888 1.308 2,12 Paraná 3,9 473,5 Curitiba, Londrina, Maringá, Foz do Iguaçu, Ponta 10.157 3.467 6,07

Grossa, Cascavel, Paranavaí

Rio Grande do Norte 2,1 254,9 Mossoró, Natal 3.434 1.044 1,32

(1) Previsão do VBP/Mapa (abril/2016).

(2) Percentual de participação da produção do estado em relação ao total do país.

MAIORES ESTADOS PRODUTORES ESTADOS PRODUTORES

(60)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

60

BATATA

Na chamada safra das águas, a primeira

do ano, houve excesso de chuva no Sul

do país. Na etapa seguinte, a safra da

seca, o calor foi muito forte no Centro-

-Oeste. No entanto, a colheita do inverno,

que é a terceira, pode compensar um

pouco os prejuízos. Na região Sudeste,

os danos foram menores. Em São Paulo,

por exemplo, a produção aumentou e

a participação do estado na produção

nacional passou de 14% para 18%. Com a

oferta apertada em todo o país, os preços

no mercado reagiram, e a previsão é

de que a renda da atividade tenha um

crescimento de 14% em 2016.

Oferta e demanda

ajustadas

JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO SC - PR - SP MG - GO - BA RS - SC - PR SP - MG - BA RS - SC - PR SP - MG - BA SC - PR SP - MG - BA SC - PR SP - MG - BA SC - PR - SP MG - GO - BA SC - PR - SP MG - GO - BA SP - MG GO - BA SP - MG GO - BA SP - MG GO - BA BA RS - PR - SP MG - BA PERÍODO DE MAIOR CONCENTRAÇÃO DE RENDA EM PODER DO AGRICULTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

(61)

Maiores

Produtores ParticipaçãoSafra (%)(2) ValorSafra

(milhões R$)

Cobertura (Exibidoras) Telesp.

Potenciais (em mil) Domicílios c/ TV (em mil) I.P.C. (%) 61 M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

R$ 6,45

BILHÕES

Previsão do valor anual da safra 2016

Fontes: IBGE, Mapa, Cepea/Esalq, Atlas de Cobertura – Rede Globo (Abril 2016).

Minas Gerais 34,4 2.218,8 Varginha, Uberaba, Araxá, Belo Horizonte, 17.700 5.873 9,01 Uberlândia, Juiz de Fora, Montes Claros

Paraná 22,8 1.470,6 Curitiba, Ponta Grossa, Guarapuava, Foz do 9.112 3.087 5,39

Iguaçu, Londrina, Maringá

São Paulo 18,9 1.219,1 Itapetininga, São Carlos, Campinas, Ribeirão 32.539 10.861 19,99 Preto, São José dos Campos, São Paulo,

Mogi das Cruzes

Rio Grande do Sul 12,8 825,6 Caxias do Sul, Passo Fundo, Santa Cruz, Pelotas, 9.981 3.616 6,15 Santa Maria, Porto Alegre, Santa Rosa, Erechim

Santa Catarina 4,6 296,7 Joaçaba, Joinville, Criciúma, Blumenau, 6.757 2.335 4,56 Chapecó, Florianópolis

Bahia 3,9 251,6 Salvador, Vitória da Conquista 8.443 2.686 3,30 Goiás 2,2 141,9 Luziânia, Catalão, Itumbiara 1.599 517 0,73

(1) Previsão do VBP/Mapa (abril/2016).

(2) Percentual de participação da produção do estado em relação ao total do país.

MAIORES ESTADOS PRODUTORES ESTADOS PRODUTORES

(62)

M A P A D A M I N A | 2 0 1 6 - 2 0 1 7

62

CAFÉ

Para o café, só notícia boa. A cultura tem

a característica da bienalidade: num

ano produz bem, no seguinte descansa.

E 2016 é o período da chamada “safra

cheia”, com as lavouras no auge da

produção. Devem sair dos cafezais

perto de 50 milhões de sacas, 16% a

mais do que a temporada anterior. A

renda também vai crescer: a previsão é

alcançar R$ 23 bilhões, 15% a mais que

no ano passado. Minas Gerais consolida

a posição de liderança: sua participação

na produção nacional sobe de 51% para

54%. Outra notícia promissora: segundo

a indústria, o consumo de café no Brasil

cresce 3% em 2016. O uso das cápsulas

tem contribuído para esse resultado.

Safra cheia e

preços bons

JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO ES - MG BA - RO PR - SP - ES MG - BA - RO PR - SP - ES MG - BA - RO PR - SP - ES MG - BA - RO PR - SP - ES MG - BA - RO PR - SP - ES MG - BA PR - SP - ES MG - BA PR - SP - ES MG - BA PR - SP - ES MG - BA PERÍODO DE MAIOR CONCENTRAÇÃO DE RENDA EM PODER DO AGRICULTOR 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

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