Apresentação Corporativa
Julho 2016
Esta apresentação contém algumas afirmações e informações prospectivas relacionadas a Companhia que refletem a atual visão e/ou expectativas da Companhia e de sua administração a respeito de seu plano de negócios. Afirmações prospectivas incluem, entre outras, todas as afirmações que denotam previsão, projeção, indicam ou implicam resultados, performance ou realizações futuras, podendo conter palavras como "acreditar", "prever", "esperar“, "contemplar", "provavelmente resultará" ou outras palavras ou expressões de acepção semelhante.
Tais afirmações estão sujeitas a uma série de expressivos riscos, incertezas e premissas. Advertimos que diversos fatores importantes podem fazer com que os resultados reais divirjam de maneira relevante dos planos, objetivos, expectativas, estimativas e intenções expressos nesta apresentação.
Em nenhuma hipótese a Companhia ou suas subsidiárias, seus conselheiros, diretores, representantes ou empregados serão responsáveis perante quaisquer terceiros (inclusive investidores) por decisões ou atos de investimento ou negócios tomados com base nas informações e afirmações constantes desta apresentação, e tampouco por danos consequentes, indiretos ou semelhantes.
A Companhia não tem intenção de fornecer aos eventuais detentores de ações uma revisão das afirmações prospectivas ou análise das diferenças entre as afirmações prospectivas e os resultados reais.
Esta apresentação e seu teor constituem informação de propriedade da Companhia, não podendo ser reproduzidos ou divulgados no todo ou em parte sem a sua prévia anuência por escrito.
Visão geral da Companhia
1
Plano de estabilização
Visão geral dos ativos e oportunidades de crescimento
2
Visão geral da transação PGN
4
Dados financeiros compilados
5
3
Agenda
Anexo - Panorama do Negócio e Regulatório
6
Visão geral da Companhia
Tese de investimento e introdução
• Ativos de classe mundial que operam a carvão e a gás natural • Contratos de energia no mercado regulado por 15/20 anos, todos
protegidos contra inflação
Um dos 3 maiores players privados de energia elétrica no Brasil com 2,2GW em ativos totalmente operacionais
• Único player do setor elétrico no Brasil com participação direta em ativos de gás natural, que atendem única e diretamente o Complexo Parnaíba, com capacidade instalada +1,4GW
Pioneiro na implementação da tecnologia “gas-to-wire” no Brasil com +1,4GW já em operação
• Dívida da Holding reduzida em R$1,4Bi e a parte restante foi reperfilada em linha com o fluxo de caixa dos projetos
• Todas as dívidas dos projetos também foram reperfiladas
Estrutura de capital totalmente reequilibrada com a conclusão do processo de RJ
• Redução significativa de ~30% nos funcionários da Holding no ano • Redução das despesas operacionais da Holding em ~40% nos últimos
12 meses
Simplificação da estrutura organizacional concluída com êxito
• Resultados favoráveis em pleitos regulatórias, tendo recuperado +R$345MM e evitado R$2,4Bi em penalidades nos últimos 18 meses • Plano de restruturação entregue
Equipe experiente e com histórico comprovado pronta para criação de valor adicional
• Fechamento do ciclo de Parnaíba I deve ser concluído nos próximos 5 anos¹
• Plataforma de renováveis / potencial atrativo de 600MW
> 4 GW de projetos prontos para desenvolvimento
1
2
3
4
5
6
Nota: (1) Renovável por mais 5 anos, conforme previsto no acordo celebrado com a Aneel para postergar o início de operação comercial de Parnaíba II. Condicionado à implementação de certas condições precedentes.
PPAs de longo prazo, protegidos da inflação, somam 2,2GW PPAs garantem R$1,7 bilhão em pagamentos anuais ajustados pelo IPCA
PPAs proporcionam hedge contra exposição ao preço de commodities
Ativos integrados de E&P de gás atendem às plantas da ENEVA Competitivo portfólio de projetos greenfield a carvão e gás e eólicos
Exposição adicional ao mercado de E&P com integração a parte dos campos de gás de Parnaíba pela BPMB e no recente campo adquirido no último leilão da ANP
Uma geradora térmica brasileira com uma integração vertical única
Visão geral da ENEVA
Descrição da Companhia
Mapa de Atuação
Amapari – 23MW Geração a diesel em parceria com a Eletronorte
(atualmente em negociação) Itaqui – 360MW Usina a carvão estrategicamente localizada em área de porto, capturando benefícios logísticos Blocos Exploratórios de Gás Natural Joint venture PGN/BPMB Produção contratada de 8,4MM m3/dia Pecém II –365MW Usina a carvão explorando sinergias da localização compartilhada com Pecém I (EDP)
Complexo Parnaíba – 1,4GW 4 usinas a gás natural que inauguraram o conceito "gas to wire" no Brasil
Solar Tauá – 1MW 1ª usina solar comercial do Brasil
Estrutura societária full corporation
BTG Pactual 12,25% 49,86% Itaú Unibanco 11,65% Ice Canyon LLC 6,80% Outros (<5% cada) 12,97% E.ON Bullseye 6,47% 6
Breve linha do tempo da companhia
Processo de estabilização para construir as bases para o futuro
2007
IPO captando U$1.1Bi Primeiro PPA de longo
prazo assinado
E.ON investiu R$1.0Bi atingindo participação de ~11%
Início da operação da primeira usina
2012 2013
E.ON se juntou ao bloco de controle junto com Eike Batista
Nome da empresa mudou para ENEVA
Venda parcial de 50% Pecém II para E.ON Assinatura de acordo com
a Aneel postergando o inicio de Parnaíba II Venda da participação da
ENEVA em Pecém I para a EDP
Pedido de Recuperação Judicial (RJ)
2014 2015
Apoio maciço dos credores para o Plano de RJ
Todas as etapas da RJ concluídas: dívida da Holding reperfilada e base de ativos reforçada Novos acionistas Iniciativas de corte de custos Futuro Aprimorar a integração vertical Base de ativos estabilizada possibilitando retomar o foco de crescimento Aprimorar o controle de custos 7 2016 Encerramento da Recuperação Judicial Início de operação comercial da usina Parnaíba II Capacidade de geração completa de 2,2GW pronta para despachar
Visão geral dos ativos e
oportunidades de crescimento
Itaqui
Usina a carvão de 360MW no submercado Norte
Disponibilidade Rentabilidade (R$MM) Destaques
Informações Operacionais o Participação da ENEVA: 100%
o Localização: São Luiz/MA
o Capacidade: 360MW
o Fonte de energia: Carvão importado
o Leilão: A-5/2007
o Inicio de operação: Fev/2013
o CCEAR: 315MWm por 15 anos
Receitas
o Receita fixa: R$370MM/ano (Nov/2015)
o CVU: R$114/MWh (Jul/2016)
Indicadores Financeiros e Econômicos o EBITDA (1T16): R$28,1MM
o Dív. Líq. (1T16): R$1,2Bi
o Perfil da dívida: Project finance
9
Receita Var. x Custo Var. (R$/MWh)
Ajustes contábeis na provisão do ADOMP incrementaram o EBITDA do 4T15 em R$24,8MM 36,1 20,1 112,1 -28,7 15,2 47,2 45,0 66,2 28,1 22,7% 14,7% 82,9% -21,6% 9,8% 39,5% 28,8% 43,4% 21,3% 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 EBITDA Mg. EBITDA 125 137 123 145 138 139 125 126 144 107 95 93 100 96 102 104 112 102 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16
Custo Var. Médio - R$/MWh Receita Var. Média - R$/MWh
74% 77% 87% 73% 88% 74% 90% 79% 87% 70% 95% 86% 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 2T16 Disponibilidade Leilão 60 meses
Pecém II
Usina a carvão de 365MW no submercado Nordeste
Receitas
o Receita fixa: R$332MM/ano (Nov/2015)
o CVU: R$119/MWh (Jul/2016)
Indicadores Financeiros e Econômicos o EBITDA (1T16): R$54,7MM
o Dív. Líq. (1T16): R$1,0Bi
o Perfil da dívida: Project finance Informações Operacionais
o Participação da ENEVA: 50%
o Localização: São Gonçalo do Amarante/CE
o Capacidade: 365MW
o Fonte de energia: Carvão importado
o Leilão: A-5/2008
o Inicio de operação: Out/2013
o CCEAR: 276MWm por 15 anos
Disponibilidade Rentabilidade (R$MM) Destaques
10
Receita Var. x Custo Var. (R$/MWh)
Disponibilidade impactada no 2T15 em virtude da parada para remoção de cinzas da caldeira da usina e da
antecipação da parada preventiva bienal Reembolso de ADOMP incrementou o EBITDA do 4T15 em R$67,4MM 46,3 33,5 45,8 54,9 45,8 38,2 47,3 126,0 54,7 31,5% 23,9% 36,1% 35,8% 32,8% 33,4% 33,3% 78,7% 36,5% 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 EBITDA Mg. EBITDA 102 93 91 101 103 109 104 107 111 111 100 98 105 101 107 109 118 108 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16
Custo Var. Médio - R$/MWh Receita Var. Média - R$/MWh
99% 96% 77% 99% 89% 54% 90% 92% 95% 97% 95% 93% 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 2T16 Disponibilidade Leilão 60 meses
11
Parnaíba I
Usina a gás de ciclo aberto com 4x 169MW no submercado Norte
Destaques
Receitas
o Receita fixa: R$519MM/ano (Nov/2015)
o CVU: R$119/MWh (Jul/2016)
Indicadores Financeiros e Econômicos o EBITDA (1T16): R$56,2MM
o Dív. Líq. (1T16): R$530,9MM
o Perfil da dívida: Project finance Informações Operacionais
o Participação da ENEVA: 100%
o Localização: Santo Antônio dos Lopes/MA
o Capacidade: 676MW
o Fonte de energia: Gás natural
o Leilão: A-5/2008
o Inicio de operação: Abr/2013
o CCEAR: 450MWm por 15 anos
Disponibilidade Rentabilidade (R$MM) Receita Var. x Custo Var. (R$/MWh)
Reembolso de ADOMP incrementou o EBITDA do 4T15 em R$75,8MM 44,8 50,3 20,3 65,6 48,2 54,4 46,9 111,6 56,2 16,7% 20,3% 9,6% 28,1% 21,8% 28,5% 22,4% 47,6% 26,7% 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 EBITDA Mg. EBITDA 120 107 104 85 89 76 93 91 88 122 111 97 104 87 88 97 95 90 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 Custo Var. Médio - R$/MWh Receita Var. Média - R$/MWh
99% 98% 94%
86% 81% 87% 83% 94% 95% 95%
97% 94%
1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 2T16 Disponibilidade Leilão 60 meses
Parnaíba II
Usina a gás de ciclo combinado com 2x 169MW + 1x 181MW no submercado Norte
Destaques
Receitas
o Receita fixa: R$425MM/ano (Nov/2015)
o CVU: R$69/MWh (Jul/2016)
Indicadores Financeiros e Econômicos o EBITDA: N/A
o Dív. Líq. (1T16): R$1,0Bi
o Perfil da dívida: 25,9% reperfilada em longo prazo (R$266,1MM c/ Itaú); saldo devedor negociado estendendo o vencimento para 15 de janeiro de 2017
Informações Operacionais o Participação da ENEVA: 100%
o Localização: Santo Antônio dos Lopes/MA
o Capacidade: 519MW
o Fonte de energia : Gás natural
o Leilão: A-3/2011
o Inicio de operação: Jul/2016
o CCEAR: 450MWm por 20 anos
O Complexo Parnaíba alcançou a capacidade
de geração de 1,4GW com o início da operação
comercial de Parnaíba II
13
Parnaíba III
Usina a gás de ciclo aberto com 178MW no submercado Norte
Destaques
Receitas
o Receita fixa: R$115MM/ano (Nov/2015)
o CVU: R$188/MWh (Jul/2016)
Indicadores Financeiros e Econômicos o EBITDA (1T16): R$25,8MM
o Dív. Líq. (1T16): R$40,9MM
o Perfil da dívida: Dívida comercial Informações Operacionais
o Participação da ENEVA: 100%
o Localização: Santo Antônio dos Lopes/MA
o Capacidade: 178MW
o Fonte de energia: Gás natural
o Leilão: A-5/2008
o Inicio de operação: Out/2013
o CCEAR: 98MWm por 15 anos
Disponibilidade Rentabilidade (R$MM) Receita Var. x Custo Var. (R$/MWh)
Reembolso de ADOMP incrementou o EBITDA do 4T15 em R$41,3MM
Disponibilidade no 3T15 impactada por procedimentos de otimização de gás e parada programa da UTG por 5 dias
14,4 -8,4 -8,8 12,7 15,2 10,4 28,3 47,8 25,8 18,8% -14,8% -15,9% 22,7% 18,7% 21,1% 44,3% 60,8% 40,0% 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 EBITDA Mg. EBITDA 135 159 148 146 149 127 98 180 126 144 144 144 151 154 154 154 164 169 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 Custo Var. Médio - R$/MWh Receita Var. Média - R$/MWh
100% 80% 82% 69% 96% 89% 80% 86% 94% 92% 97% 92% 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 2T16 Disponibilidade Leilão 60 meses
Parnaíba IV
Usina a gás com 3x 18,8MW no submercado Norte
Destaques
Receitas
o Receita fixa: R$65MM/ano (Jan/2016)
o CVU: N/A
Indicadores Financeiros e Econômicos o EBITDA (1T16): R$7,1MM
o Dív. Líq. (1T16): Mútuos c/ Holding
o Perfil da dívida: N/A Informações Operacionais
o Participação da ENEVA: 100%
o Localização: Santo Antônio dos Lopes/MA
o Capacidade: 56MW
o Fonte de energia: Gás natural
o Mercado livre (46MWm com Kinross até dez/2018)
o Inicio de operação: Dez/2013
Disponibilidade Rentabilidade (R$MM) Exposição de submercado (R$MM)
Estratégia de hedge sob revisão 14 8,6 -9,1 1,5 7,1 -1,6 -10,8 3,9 4,9 7,1 27,5% -130,9% 6,7% 44,1% -12,1% -54,2% 24,1% 67,7% 83,7% 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 EBITDA Mg. EBITDA -9,4 -14,1 -1,7 -17,2 0,0 3,8 1,0 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 99% 63% 91% 91% 68% 94% 87% 91% 78% 79% 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 2T16
BPMB
Sócio em 30% dos campos de gás que abastecem o Complexo Parnaíba
Destaques
Indicadores Financeiros e Econômicos o EBITDA (1T16): R$29,7MM
o Dív. Líq. (1T16): R$95,4MM
o Perfil da dívida: Dívida comercial Informações Operacionais
o Participação da ENEVA: 100%
o Localização: MA
o Capacidade contratada: 2.5MM m³/dia
Localização dos campos de gás Rentabilidade (R$MM) Produção média de gás (MMm³/dia)
15 PADs Campos Blocos 2,0 1,9 1,6 1,7 1,6 1,2 1,3 1,6 1,1 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 50,9 46,5 44,1 22,4 37,4 10,7 14,1 31,8 29,7 74,3% 75,8% 73,7% 37,5% 66,0% 29,1% 34,3% 59,0% 45,5% 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 EBITDA Mg. EBITDA
Amapari e Tauá
Ativos sob revisão estratégica
Participação da ENEVA: 51% Localização: Serra do Navio/AP Capacidade: 21.6MW
Fonte de energia: Óleo diesel Inicio operacional: Jun/2008
Energia fornecida inicialmente para a Anglo Amapá e mais tarde para Zamin Operação suspensa no 2S14
Amapari
Tauá
Participação da ENEVA : 100% Localização: Tauá/CE
Capacidade: 1MW (49MW a ser desenvolvida) Fonte de energia: Solar
Inicio operacional: Jul/2011 Mercado livre
17
Principais opções de desenvolvimento térmico Outras opções de desenvolvimento Fechamento de ciclo de Parnaíba I¹
• Equity: R$600MM • Rentabilidade: Elevada (+)
• Destaques: Sem necessidade adicional de gás1, pronto para leilão e para
realizar as sinergias do Complexo Parnaíba 360MW Seival • Equity: R$1.500MM • Rentabilidade: Elevada
• Destaques: Acesso direto a carvão nacional e sinergias com o projeto Sul
600MW
Ventos
• Equity: R$930MM • Rentabilidade:Elevada
• Destaques: Construção modular, fator de capacidade altamente competitivo e pronto para leilão
~600MW
Tauá (solar), Sul (carvão), Mina de Seival (mina de carvão)
• Rentabilidade: Média a elevada • Destaques:
Tauá: Projeto piloto (1MW) já em operação, sinergias com 50MW adicionais
Sul: Comparável com Seival, carvão nacional com o mesmo acesso à mina
Mina de Seival: Participação para suprir Seival e Sul
Potencial de crescimento à frente
Portfólio de desenvolvimento com opções únicas de crescimento
Nota: (1) Assumindo harmonização com o CCEAR existente. Discussões com Aneel e MME em andamento. (2) Recursos de gás adicionais necessitam de comprovação
Parnaíba Expansão
• Equity: Em avaliação • Rentabilidade: Elevada
• Destaques: Acesso aos recursos próprios de gás²
Plano de estabilização
3
Plano de estabilização
Desafios relevantes superados através de três caminhos principais
19
Reestruturação financeira Estabilização operacional Redução das despesas da Holding
Reestruturação da dívida da Holding concluída por meio de processo de recuperação judicial Redução de 60% do endividamento da Holding (R$2,4Bi para ~R$1,0Bi)
Saldo da dívida reperfilado e alocado no longo prazo, harmonizado com a geração de caixa dos projetos
Contribuição de ativos estratégicos e geradores de caixa
•
Parnaíba I, Parnaíba III e Parnaíba IV (30%)•
PGN (9%)•
BPMB (100%)•
ENEVA/E.ON JV – projetos greenfield (50%) Todas etapas do Plano de RJ cumpridas Término judicial da RJ em jun/16Melhoria dos índices de disponibilidade das usinas e redução das frequências de falhas, em especial nos ativos a carvão
Itaqui
•
Aumento da confiabilidade de operação do sistema de descarregamento de navios e transporte de carvão do porto à usina (Economia deR$1,6MM/navio – est.) Itaqui / Pecém II
•
Qualificação das cinzas de carvão para uso pela indústria cimenteira, levando a redução de custo de disposição e faturamento adicional totalizando ~R$20,4MM/ano (est.)Complexo Parnaíba
•
Pleno atendimento do TAC celebrado com a Aneel•
Redução de intervenções programadas nas turbinas devido a sua alta confiabilidade (Economia de R$25MM ao longo dos CCEARs)Redução de 41% de pessoal alocado na Holding, levando a uma economia anual de R$37,9MM Compartilhamento racional de despesas corporativas da Holding com as usinas
Despesas com pessoal
Headcount 176 162 161 141 124 116 112 108 105 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 20,7 14,6 16,6 21,5 12,2 4,1 8,7 10,7 9,6 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16
Visão geral da transação PGN
4
Visão geral da transação PGN
Maior integração das atividades e desenvolvimento das operações de geração e de E&P
21
Blocos da PGN e áreas de exploração Sobre a PGN
Maior empresa independente de E&P no Brasil com concessão de 13 blocos na Bacia do Parnaíba
Operadora do 2º maior polo de produção de gás no Brasil (desenvolvido nos últimos 4 anos)
Fornecedora de gás do Complexo Parnaíba EBITDA (2015)¹: R$317,3MM
PADs Campos
Blocos
Visão geral da transação PGN
Acordo com acionistas da PGN divulgado em 28/mar
Integralização dos ativos upstream e combinação de forças em um modelo de negócios único gas-to-wire no Brasil
Consolidação de fluxos de caixa robustos e um negócio com maiores margens, causando efeito de desalavancagem na ENEVA
Soma das experiências e competências da ENEVA e da PGN e de seus ativos operacionais e humanos permitirá maior integração das atividades e desenvolvimento das operações de geração e de exploração e produção de óleo e gás
Dados financeiros compilados
5
Consolidação de ativos em nov/15 impulsionou o EBITDA em R$37,2MM, destacando-se BPMB, Parnaíba III e Parnaíba IV
o Resultado de Pecém II registrado através do método de equivalência patrimonial
Redução do prejuízo em R$34,7MM como consequência da melhora do resultado de todos os ativos operacionais, em especial na combinação da geração de maior EBITDA e menor resultado financeiro
o Em face do pedido de RJ em dez/14, não foram reconhecidos os encargos da dívida da Holding em 1T15. Caso tivessem sido contabilizados, o resultado nesse período seria de aprox. -R$270MM (vs. aprox. –R$130MM)
Evolução positiva entre a relação dívida líquida/EBITDA anualizado demonstra a eficácia das medidas tomadas no âmbito da RJ da ENEVA
o Trazendo ativos de alta rentabilidade para a base consolidada e reduzindo alavancagem a partir de nov/15
Menor despacho e retração do PLD no submercado Norte impactaram as receitas de Itaqui, Parnaíba I e Parnaíba III, contrabalançado por menores gastos com insumos, aquisição de lastro e indisponibilidade
Notas: (1) Exclui depreciação e amortização; (2) Compreende o endividamento bruto (incluindo debêntures), encargos financeiros, caixa, equivalentes de caixa e depósitos vinculados; (3) Evento não recorrente e não caixa da Comercializadora reduziu o EBITDA consolidado em R$20,1MM
Principais Indicadores
1T16 1T15 1T16/
(R$ milhões) 1T15
Receita Operacional Líquida 438,5 373,8 17,3%
Custos Operacionais(1) (303,2) (289,2) 4,9%
Despesas Operacionais(1) (26,1) (25,2) 3,8%
EBITDA Ajustado 107,9(3) 59,4 81,6%
Resultado do Período (93,9) (128,6) -27,0%
Dívida Líquida(2) 3.849,1 5.227,7 -26,4%
Dívida Líquida/EBITDA Ajustado Anualizado 8,9x 22,0x -13,1 p.p
Principais indicadores financeiros e econômicos (1)
Principais indicadores financeiros e econômicos (2)
Composição da dívida bruta consolidada – R$4.288,2MM (1T16)
Por índices Por instituição financeira Amortização
24 Itaú 19,1% BNDES 18,5% Bradesco 15,5% BTG Pactual 15,0% CEF 9,0% HSBC 8,5% BNB 4,6% Bullseye 4,4% Votorantim 3,5% Outros 1,8% CDI 46,5% TJLP 36,8% IPCA 8,6% LIBOR 3,4% Outros4,6% 439,1 79,0 125,5 128,8 168,9 1.671,6 126,7 999,5 988,3 Disp. e depósitos vinculados 12M 2017 2018 2019 De 2020 até o vencimento Project finance Holding Empréstimo ponte
Anexo - Panorama do Negócio e Regulatório
26
Receita fixa
o
R$/ano, conforme previsto nos Contratos de Compra e Venda de Energia (CCEARs), paga em 12 parcelas mensaisReceita variável
o
[CVU em R$/MWh conforme previstos nos CCEARs] x [geração da usina em MWh no mercado regulado]Receita fixa (IPCA)
Receita variável (Mercado regulado)
(Quando despachado pelo ONS)
+
Receita da usina
(mensal)
=
-Indisponibilidade Reembolso de ADOMP
(Despacho por Ordem de Mérito por Preço Ajustado)
Receita Mercado Livre (PLD)
Reembolso de Indisponibilidade (ADOMP)
o
Decisão judicial (Itaqui, Pecém II, Parnaíba I e III)o
[Média móvel de 60 meses] x [PLD - CVU]o
Parnaíba IIo
[Indisponibilidade hora a hora] x [PLD - CVU]Receita do Mercado Livre
o
[PLD em R$/MWh] x [geração da usina em MWh no Mercado Livre]Composição da receita
Custos de indisponibilidade conforme previsto na decisão judicial:
o
Todo mês de agosto, o ONS calcula a média móvel de 60 meseso
A média móvel será estabelecida mensalmente a partir do próximo ano, de janeiro em dianteo
O custo de indisponibilidade é precificado com base na diferença do PLD e do Custo Variável Unitário (CVU) da planta, no mês de liquidação27 Decisão judicial (Dez/13) MWh Tempo + CVU - (PLD - CVU) (CCEARs) (CCEARs) MWh Tempo + CVU (CCEARs) ADOMPhor ONS verifica indisponibilidade
Pagamento do ADOMP sobrestimado recuperado pela ENEVA por meio de decisão judicial: aprox. R$300 milhões
Um valor adicional de R$38 milhões recuperado relativo a uma pagamento de ADOMP sobrestimado em 2015 devido à aplicação equivocada de Decisão Judicial e redução de 60% de energia indisponível a partir de 2016
ADOMP = Entrega de energia conforme previsto nos PPAs
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MWh
+ PLD
- (à vista - CVU)
ADOMPhor
No contrato de Parnaíba II (início em jul/16), o pagamento por indisponibilidade é em base horária, mas a geração acima do ADOMP é estabelecida com base no PLD, em favor da usina
Tempo
ADOMP = Energia entregue conforme previsto nos PPAs
1
2
3
4
5
Quadro RegulatórioUm quadro regulatório já testado e bem projetado, com uma agência reguladora forte e neutra, que assegura o retorno por meio de contratos de longo prazo (contratos de até 30 anos) e permite o investimento privado
Fontes confiáveis de financiamento
O desenvolvimento de projetos novos conta com fontes confiáveis de financiamento, que incluem o BNDES e alternativas nos Mercados de Capitais
Posicionamento
Nova dinâmica para a indústria de geração de energia para favorecer uma maior diversificação da matriz com fontes térmicas e renováveis desempenhando um papel importante no crescimento e na estabilidade da matriz elétrica
Aspecto Financeiro
Uma oportunidade única de investir em crescimento e dividendos por meio de um negócio com baixo risco com perfil defensivo, em um mercado com alto potencial de demanda e necessidade de crescimento
Crescimento e Escalabilidade
O setor de energia e serviços públicos brasileiro oferece boas perspectivas de crescimento (tanto em termos de desenvolvimento de projetos novos como F&A, e no caso de geração termelétrica a substituição de plantas de óleo combustível pesado mais caras por plantas à gás e carvão mais eficientes) e potencial de escalabilidade (sendo que o Brasil é um dos maiores mercados de geração de energia do mundo) para os participantes da indústria
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O que faz com que o setor de geração de energia brasileiro
seja uma boa oportunidade de investimento
Conselho Nacional de Política Energética Políticas e Diretivas
CMSE
Monitoramento da Comunicação Planejamento e Coordenação do FornecimentoMinistério de Minas e Energia PesquisaEPE
ONS
Operador do Sistema Agência Reguladora ANEEL Câmara de ComercializaçãoCCEE
Nova
Capacidade Capacidade Existente (ambiente competitivo)
Contratos de fornecimento garantido de longo prazo Preço de fornecimento resultante de leilões públicos Preço de fornecimento livremente negociado Ambiente de Contratação Regulada (”ACR") Ambiente de Contratação Livre (“ACL”) D CL C
Principais Tomadores de Decisão no Setor
Relação entre os Participantes do Mercado
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Principais participantes do mercado
Visão geral do panorama regulatório (1)
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• A Aneel é a agência reguladora que regula e supervisiona a produção, transmissão e comercialização de eletricidade em conformidade com as políticas e diretrizes do Governo Federal brasileiro
• O papel da Aneel no setor é proporcionar condições favoráveis para o desenvolvimento do mercado de eletricidade, proporcionando um equilíbrio entre o benefício da sociedade e a ação dos agentes no setor
Conselho Nacional de Política Energética Políticas e Diretivas
CMSE
Monitoramento da Comunicação Coordenação do Fornecimento e Planejamento Ministério de Minas e Energia PesquisaEPE
ONS
Operador do Sistema Agência ReguladoraAneel Câmara de ComercializaçãoCCEE
Fundamentos econômicos que conduzem cada setor da indústria Governo
(por meio do Congresso Nacional)
Aneel
(e outras agências reguladoras)
Determinar a necessidade de estabelecer um novo processo de concessão ou simplesmente autorizar o processo com base em estudos da EPE
O planejamento e todas as outras fases entre o conhecimento de uma necessidade e o estabelecimento final está nas mãos da Aneel
Geração Ambiente mais competitivo, menos regulado Transmissão Um monopólio natural, altamente regulado
Distribuição Um monopólio natural, altamente regulado Consumidor Final Regulação mínima
Processo de concessão para geração Um local de geração provável é levantado como uma “oportunidade para explorar” na Aneel Documento pré-concessão Fornecendo uma discussão mais aprofundada sobre a oportunidade e
os termos futuros de um contrato de
concessão/autorização
Processo de leilão para ativos específicos Autorização para explorar concedida para ativos específicos Concessão de todas as licenças necessárias Licença ambiental, técnica e outras Fase de Desenvolvimento e Liquidação
O ativo de geração se torna parte do SIN ou de um sistema isolado por meio do ativo de transmissão, ambos concedidos no processo
Supervisiona
Desenvolvimento do Processo de Concessão
Principais participantes do mercado
Ativo de Geração Ativo de Transmissão Grupo de Distribuidores Consumidores Finais Fluxo de Energia
Um volume específico de energia é vendido por meio de um leilão de PPA (contrato de compra e venda de energia) para um grupo de distribuidores (ou um específico) ou para consumidores livres por meio do contrato bilateral
As linhas de transmissão conectam os ativos de geração de energia ao sistema, bem como a sub-mercados regionais de energia
Não há risco de volume nos contratos de longo prazo
– Não há risco de volume – As receitas são corrigidas
anualmente pela inflação e de 5 a 5 anos o custo médio ponderado do capital (CMPC) regulatório é revisto para realinhar os termos do contrato com o atual ambiente macroeconômico
Após analisar a demanda esperada para os próximos anos, os distribuidores contratam um determinado volume de energia dos geradores com 3 a 5 anos de antecedência de sua entrega real (leilões de PPA Y-3 e Y-5, "A-3" e "A-5") O preço da energia contratada é
corrigido anualmente pela inflação – fator X
O distribuidor é responsável pelo pagamento dos geradores, bem como dos agentes de transmissão
As tarifas do consumidor final são corrigidas anualmente pela inflação e estão sujeitas a revisões tarifárias periódicas (normalmente a cada 4 anos)
A regulamentação no Brasil permite contratos bilaterais diretamente entre um consumidor e os geradores – Sistemas isolados fazem parte
desses acordos
– A geração em si é regulada pelas agências, mas o preço e o contrato em si só estão sujeitos à Aneel
Fluxo de Pagamento Distribuidor 1 Distribuidor 2 Distribuidor 3 Distribuidor n … Agente de Transmissão Gerador Consumidor 1 Consumidor 2 Consumidor 3 Consumidor n …
O risco de inadimplência é mitigado uma vez que o risco foca em uma base altamente pulverizada de consumidores finais Mercado livre
Cadeia da Indústria
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