Para efeitos de validação desta declaração, aceder sigoe.ordemdosengenheiros.pt e introduzir na pesquisa o código de validação acima mencionado, verificando que o documento obtido corresponde a esta declaração.
D E C L A R A Ç Ã O
O Conselho Diretivo da Região Sul da Ordem dos Engenheiros declara que o Engenheiro José Pedro de Oliveira Rodrigues está inscrito como Membro Efetivo, nesta associação pública profissional, sendo portador da Cédula Profissional n.º 25414, titular do curso de Engenharia Civil pelo(a) Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa em 31-07-1991, agrupado na(s) Especialidade(s) de Civil desde 31-10-1991, com o título de qualificação de Sénior , está na efetividade dos seus direitos como Engenheiro.
Ato de Engenharia Elaboração e subscrição de projetos da Instalação ou das Redes e Ramais de Distribuição de Gás.
Legislação Aplicável Lei nº 15/2015 de 16 de fevereiro, a que se refere o n.º 3 do artigo 32.º.
Validade
A presente declaração destina-se a ser exibida perante as entidades competentes, apenas para efeitos da prática do(s) ato(s) de engenharia nela descritos e é válida pelo prazo de 1 ano.
Assinatura Lisboa, 12 de abril de 2020.
Maria Helena Kol
Vice-Presidente do Conselho Diretivo
Elementos de validação Código: VY3LMFY3 Ref.ª: PG0002
Declaração n.º: RS33242/2020
Avenida António Augusto de Aguiar, N.º 3-D 213132600 www.ordemengenheiros.pt
11-04-2020
Aviso de Débito/Recibo
Recibo nº 58999810
com o seguinte mandato 01062088933 sobre a entidade PT71101085
Data
13 de Fevereiro de 2020
Débito a partir de: 05-04-2020
Apólice / Adesão nº:
00841013609600000
*0132478528*
Contribuinte nº:
136135021
Apoio ao Cliente 217 943 039 todos os dias úteis, das 8h30 às 19h00 www.ageas.pt
JOSÉ PEDRO DE OLIVEIRA RODRIGUES TRAVESSA SANTO AMARO LT 75 SERRA DE CASAL DE CAMBRA 2605 - 333 BELAS
Estimado/a Cliente,
Muito obrigado pela sua preferência. Informamos que se encontra a pagamento o recibo da apólice acima referenciada, que será debitado na sua conta com o IBAN PT50001900600020000145333 do BANCO BILBAO VIZCAYA ARGENTARIA (PORTUGAL), SA
.
Em caso de alteração do IBAN e BIC agradecemos que nos informe.
Dados da Apólice Detalhe do Recibo
Ramo:Responsabilidade Civil
Objecto Seguro:RC Profissional / Exploração Matricula:
Local de Risco:
TERRITORIO NACIONAL
Capital Seguro: 250.000,00
Prémio 513,58
Bónus 0,00
Adicionais (1) 0,00
Taxas (2) 0,00
Selo de Apólice 46,23
Valor Total a Pagar 559,81
Data de Vencimento:05-04-2020
Data Caducidade/Resolução do Contrato:05-04-2020 Período do Recibo:05-04-2020 a04-04-2021
Com os nossos melhores cumprimentos,
Christophe Vandeweghe
Administrador Executivo
Orkun Gucuk
Director da Técnica e Operações
Ver notas no verso.
AD1S_v10Ageas Portugal, Companhia de Seguros, S.A. Sede: R. Gonçalo Sampaio, 39, 4150-367 Porto Matrícula / Pes. Col. 503454109. C. R .C Porto Cap. Soc. 7.500.000 Euros
PROJECTO DE REDE DE GÁS
À BOLEIA DE SUCESSOS, LDA
Rua Guedes Coelho, nº 12, Trafaria,
União de freguesias de Trafaria e Costa da Caparica, concelho de Almada e distrito de Setúbal
Edifício de Habitação Unifamiliar
19
TERMO DE RESPONSABILIDADE
José Pedro de Oliveira Rodrigues, morador na Rua do Mirante nº 11 1º C, contribuinte nº 136135021, inscrito na Ordem dos Engenheiros sob o n.º 25414, declara, para efeitos do disposto no n.º 1 do artigo 10º do Decreto-lei n.º 555/99 de 16 de Dezembro, na redação dada pela Lei nº 60/2007 de 4 de Setembro e pelo Decreto- lei n.º 136/14 de 09 de Setembro, que o projeto da instalação de rede interna de gás de que é autor, relativo à obra de construção de um edifício de habitação unifamiliar, localizada em Rua Guedes Coelho, nº 12, Trafaria, união de freguesias de Trafaria e Costa da Caparica, concelho de Almada e distrito de Setúbal, cujo licenciamento foi requerido por À BOLEIA DE SUCESSOS, LDA, com sede na Rua Guedes Coelho, nº 12, 2825-854 Trafaria, observa as normas técnicas gerais e específicas de construção, bem como as disposições legais e regulamentares aplicáveis, designadamente, Portaria n.º 361/98 de 26 de Junho, Portaria n.º 386/94 de 16 de Junho, com as alterações impostas pela Portaria 690/01 de 10 de Julho, o Decreto-lei n.º 97/2017 de 10 de Agosto, a Lei nº 59/2018 de 21 de Agosto e a NP EN 1775.
Data 26/MAI/2020
José Pedro de Oliveira Rodrigues
3
19
ÍNDICE
1 INTRODUÇÃO _____________________________________________________ 4 2 LOCAL DA INSTALAÇÃO ____________________________________________ 4 3 CARACTERISTICAS DOS APARELHOS DE QUEIMA _____________________ 4 4 DESCRIÇÃO DA INSTALAÇÃO _______________________________________ 5 5 PRESSUPOSTOS DE DIMENSIONAMENTO _____________________________ 5 5.1 CARACTERISTICAS DO GÁS A UTILIZAR ____________________________ 8 6 CONDIÇÕES TÉCNICAS DE MONTAGEM ______________________________ 8 6.1 MATERIAIS ______________________________________________________ 8 6.1.1 COBRE ______________________________________________________ 8 6.2 MÉTODOS DE UNIÃO DAS TUBAGENS ______________________________ 8 6.2.1 UNIÃO ENTRE TUBOS DE COBRE ________________________________ 8 6.3 IMPLANTAÇÃO DA TUBAGEM ______________________________________ 9 6.3.1 ENTERRADAS EM VALA _______________________________________ 11 6.3.2 EMBEBIDAS NAS PAREDES OU NOS PAVIMENTOS ________________ 12 6.3.3 TUBAGEM À VISTA ___________________________________________ 13 7 ENSAIOS ________________________________________________________ 14 8 LIGAÇÃO À TERRA DAS INSTALAÇÕES DE GÁS ( ART. 51º, PORTARIA 361/98) _____________________________________________________________ 14 9 RAMAL DE ALIMENTAÇÃO DO EDIFÍCIO _____________________________ 15 10 CAIXA DO CONTADOR ____________________________________________ 15 11 TUBAGENS E ACESSÓRIOS ________________________________________ 15 11.1 VÁLVULA DE CORTE GERAL ______________________________________ 15 11.2 VÁLVULAS DE SECCIONAMENTO __________________________________ 15 11.3 REDUTOR ______________________________________________________ 16 11.4 CONTADOR ____________________________________________________ 17 12 MONTAGEM DOS APARELHOS DE UTILIZAÇÃO E LIGAÇÔES ___________ 17 12.1 VENTILAÇÃO E EXAUSTÃO _______________________________________ 18 13 QUALIDADE DOS MATERIAIS _______________________________________ 19 14 PEÇAS DESENHADAS _____________________________________________ 19
19
1 INTRODUÇÃO
O presente projeto tem por objetivo definir o traçado, o dimensionamento e a caracterização da rede de utilização destinada ao abastecimento com Gás Natural de um edifício unifamiliar.
2 LOCAL DA INSTALAÇÃO
Esta rede será instalada em Rua Guedes Coelho, nº 12, Trafaria, União de Freguesias de Trafaria e Costa da Caparica, Concelho de Almada, Distrito de Setúbal, de que é requerente a empresa À BOLEIA DE SUCESSOS, LDA., com sede na Rua Guedes Coelho, nº 12, 2825-854 Trafaria.
3 CARACTERISTICAS DOS APARELHOS DE QUEIMA
Todos os aparelhos a instalar serão do tipo multigás, e devem respeitar as seguintes categorias: I2H, I3+, II3P, I3B, II2H3+ ou II2H3P, bem como as normas NP EN 30, NP EN 26 e NP EN 297.
Aparelho Quantidade Potência (kWh)
Tipo de Aparelho
Caldeira 1 29 C
5
19
4 DESCRIÇÃO DA INSTALAÇÃO
A caixa de entrada do lote, neste caso, caixa de contador, está situada no limite da propriedade do imóvel em local permanentemente acessível a partir do exterior, contendo os seguintes elementos:
• Transição PE/Cu
• Válvula de corte geral, com dispositivo de encravamento automático, apenas rearmável pela concessionária
• Tomada de Pressão Tipo “Petterson”, com tampão roscado (Excepto Portgás)
• Redutor de pressão
• Contador
• Válvula de 1/4 de volta (Excepto Portgás)
• Ligação Terra
A instalação terá início na caixa de entrada da moradia, localizada na parede na zona de entrada do edifício, do lado esquerdo do portão de entrada.
A conduta principal de alimentação seguirá enterrada no terreno do logradouro, até chegar à habitação, onde subirá e irá embebida nas paredes a menos de 20 cm do teto ou de qualquer elemento da estrutura resistente até chegar à vertical do ponto de abastecimento onde descerá para ligar ao único aparelho previsto neste projeto que é a caldeira, situado na zona técnica junto da lavandaria.
A válvula de corte ao aparelho está situada na parede junto ao mesmo.
5 PRESSUPOSTOS DE DIMENSIONAMENTO
O dimensionamento da instalação foi realizado para Gás Natural (D.L. 97/2017 de 10 de Agosto) tendo em conta os seguintes fatores:
Para troços com funcionamento a media pressão, o dimensionamento deverá ser realizado com base nas fórmulas de Renouard para média pressão.
82 , 4
82 , 1 2
2 48.6
D Q d P L
Pa b ⋅ eq⋅ c⋅
=
−
19
Para troços com funcionamento a baixa pressão, o dimensionamento deverá ser realizado com base nas fórmulas de Renouard para baixa pressão.
82 , 4
82 ,
23200 1
D
Q d P L
P
P a b ⋅ eq⋅ c⋅
=
−
=
∆
A compensação das perdas de carga singulares através do acréscimo de 20% ao comprimento real da tubagem:
A pressão de utilização é de 20 mbar para o fogo;
A perda de carga máxima desde o contador até ao aparelho de queima mais desfavorável é de 1.5 mbar;
A velocidade máxima de escoamento do gás nas tubagens é de 10 m/s, calculada de acordo com a expressão:
Pm
D v Q
⋅
= 2 ⋅ 354
Nas expressões anteriores, as variáveis utilizadas têm o seguinte significado:
Pa - pressão inicial em mbar;
Pb - pressão final em mbar;
Leq - Comprimento do troço acrescentado de 20% para compensação das perdas de carga localizadas, em metros;
Dc - Densidade corrigida do gás;
Dr - Densidade relativa do gás;
Q - Caudal do troço em m3/h;
D - Diâmetro interior da tubagem em milímetros V - Velocidade do gás no troço em m/s;
Pm - pressão média no troço em bar (valor absoluto)
O Quadro de cálculo da instalação é apresentado na página seguinte.
L Leq =1,2⋅
APARELHOS A GÁS :
Potência Nominal QSt. Q
[kW] [kCal/h] (m³St/h) (m³st/h)
Aquecimento Central (S/N): Caldeira (Ca) 29 24940 2.91 2.92
0 0 0.00 0.00
0 0 0.00 0.00
0 0 0.00 0.00
0 0 0.00 0.00
0 0 0.00 0.00
0 0 0.00 0.00
P. C. I. : 9054 [kCal/m3n] 0 0 0.00 0.00
dc : 0.62 0 0 0.00 0.00
dr : 0.65 0 0 0.00 0.00
0 0 0.00 0.00
0 0 0.00 0.00
0 0 0.00 0.00
0 0 0.00 0.00
0 0 0.00 0.00
0 0 0.00 0.00
Total 29.0 24940 2.91 2.92
INSTALAÇÃO DE BAIXA RESSÃO
N S Qst Comprimento (m) Material Pressão Relativa (mbar) Perda de Carga (mbar) Vel.
(m³st/h) Real Equiv. Desn. Int. Com. Inicial Final Média Esc. Desnível Troço Ac. Esc. (m/s)
A (Ca) 1 1.00 2.91 25.95 31.14 -0.30 25.6 28 Cu 20 19.5 19.7 0.51 0.01 0.52 0.52 1.52
Diâmetro (mm) GN
Gás:
n
Data : 26/05/2020
Hora : 18:12 Habitação
19
5.1 CARACTERISTICAS DO GÁS A UTILIZAR GÁS NATURAL DO TIPO H
Metano 83,7%
Outros Hidrocarbonetos 10,47%
Azoto 5,4%
Dióxido de Carbono 0,23%
Hélio 0,2%
Poder calorífico inferior 9054 (kcal/m3 (N)) Poder calorífico superior 10032 (kcal/m3 (N))
Densidade em relação ao ar 0,65
Densidade Corrigida 0,62
Índice de Wobbe 12442 (kcal/m3 (N))
6 CONDIÇÕES TÉCNICAS DE MONTAGEM
A execução das instalações só poderá ser realizada por entidades instaladoras credenciadas e por profissionais qualificados pela Direção Geral de Geologia e Energia, nos termos do Decreto-lei 97/2017 de 10 de Agosto.
6.1 MATERIAIS
6.1.1 COBRE
A tubagem e respetivos acessórios (revestidos nos troços embebidos, devem obedecer à NP EN – 1057, ou outra tecnicamente equivalente.
6.2 MÉTODOS DE UNIÃO DAS TUBAGENS
6.2.1 UNIÃO ENTRE TUBOS DE COBRE
Os tubos de cobre devem ser interligados por meio de:
• Brasagem capilar forte, quando o seu diâmetro for igual ou inferior a 54 mm;
9
19
• Soldobrasagem, quando o seu diâmetro for superior a 54 mm, mas igual ou inferior a 110 mm, não sendo permitida a brasagem capilar
Brasagem capilar forte (o metal de adição é uma liga com 40% de prata, Tfusão450ºC. O metal de adição, no estado liquido, penetra, por capilaridade, entre as duas peças a unir, as quais se apresentam em sobreposição).
Só devem usar-se ligações por juntas mecânicas (n.º 3 do artigo 48º da Portaria 361/98 de 26 de Junho):
• Nas instalações de válvulas e acessórios;
• Na ligação dos aparelhos;
• E quando a brasagem ou a soldobrasagem não possam ser corretamente executadas no local.
Não é permitida a utilização de juntas metálicas em tubagens enterradas
Quando se utilizarem juntas metálicas em tubagens embebidas na parede, essas juntas têm obrigatoriamente de ficar situadas em caixas de visita, cujas tampas devem ser fixadas mecanicamente, (n.º 11 do artigo 48º da Portaria N.º 361/98 de 26 de Junho).
A estanquidade das juntas soldadas deve ser obtida por aperto metal-metal, admitindo- se o uso de fita PTFE e pastas ou líquidos apropriados, (N.º 8 do artigo 48º da Portaria N.º 361/98 de 26 de Junho).
6.3 IMPLANTAÇÃO DA TUBAGEM
A instalação da tubagem deve cumprir as indicações contidas no projeto.
A tubagem de gás não pode:
• Ficar em contacto direto com o metal das estruturas de betão das paredes, pilares ou pavimentos;
• Atravessar juntas de dilatação nem juntas de rutura de alvenaria ou betão;
• Passar no interior de ocos, a não ser que fique no interior de uma manga estanque e sem soluções de descontinuidade, desembocando pelo menos uma das extremidades dessa manga instalada num local ventilado;
19
• Ser instalada em chaminés;
• Ser causa, pela construção de roços de diminuição da solidez ou de redução da ventilação, da estanquidade ou isolamento térmico ou sonoro da obra.
As tubagens de gás não devem atravessar:
• Locais que contenham reservatórios de combustível líquidos, depósitos de combustíveis sólidos ou recipientes de gases de petróleo liquefeitos;
• Condutas de lixos domésticos e alvéolos sanitários;
• Condutas diversas, nomeadamente de eletricidade, água telefone e correio;
• Caixas de elevadores e monta-cargas;
• Casas das máquinas de elevadores ou de monta-cargas;
• Cabinas de transformadores ou de quadros elétricos;
• Espaços vazios das paredes duplas, salvo se no atravessamento a tubagem for protegida por manga sem soluções de descontinuidade, cujos extremos sejam complanares com a parede, sendo o espaço anelar entre a tubagem e a manga preenchido com uma matéria isolante e não higroscópica;
• Parques de estacionamento cobertos;
• Outros locais com perigo de incêndio.
As restrições impostas no n.º anterior não são aplicáveis se as tubagens de gás ficarem contidas numa manga metálica contínua, estanque, cujas extremidades se encontrem em espaços livremente ventilados, de modo a que eventuais fugas de gás sejam conduzidas até aos extremos da manga, os quais devem descarregar essas fugas de modo a não constituírem perigo.
É interdito o uso de PE em canalizações interiores.
As tubagens serão implantadas:
11
19
6.3.1 ENTERRADAS EM VALA
A tubagem de polietileno (PE) ou Cobre (Cu), deverá ser enterrada em vala e sinalizada de acordo com o desenho tipo que se junta nas peças desenhadas e respeitar o artigo n.º 25 da Portaria N.º 386/94 de 16 de Junho.
Tubagem Percursos (cm)
Paralelos Cruzados
Redes Elétricas 20 20
Redes de Água 20 20
Redes Telefónicas 20 20
Redes de Esgotos 50 50
Águas Pluviais 50 50
No entanto, aquela distancia quando não poder ser respeitada, pode ser encurtada desde que a tubagem de gás seja instalada dentro de uma manga de proteção. Neste caso as extremidades devem ficar situadas a distâncias iguais ou maiores que as indicadas para as outras instalações subterrâneas contra a qual exercem proteção.
As tubagens, quando instaladas em vala, devem estar de acordo com os desenhos de pormenor, sendo no entanto a utilização de polietileno restringida a troços enterrados.
No entanto, na ligação da rede de PE, à habitação, a tubagem de PE pode emergir do solo, devendo neste caso:
• Ser protegida até à profundidade mínima de 0,20 m por uma manga metálica cravada no solo que proteja o tubo;
• Ficar embebida na parede exterior do edifício até 1,10 m, protegidos por uma manga de acompanhamento que resista ao ataque químico das argamassas.
Os tubos deverão ser transportados e armazenados de modo a impedir a entrada no seu interior de matérias estranhas e ser protegidos da ação dos agentes atmosféricos (Artigo 16º da Portaria N.º 361/98 de 26 de Junho).
Cada lote de tubo deve ser acompanhado das seguintes indicações: qualidade do material, características mecânicas e dimensionais e resultados dos ensaios efetuados.
19
6.3.2 EMBEBIDAS NAS PAREDES OU NOS PAVIMENTOS
No quadro seguinte apresenta-se a espessura de recobrimento e afastamento mínimos da tubagem do gás relativamente às outras tubagens:
Tubagem Percursos (cm) Recobrimento
mínimo (cm) Paralelos Cruzados
Embebida
Redes de vapor ou água quente 5 3 2
Redes elétricas 10 3 2
Chaminés e condutas de ar 5 5 2
Esgotos 10 5 2
As tubagens embebidas na parede ou no pavimento, devem respeitar um traçado retilínio e utilizar o mínimo de juntas mecânicas. Estas, como já indicado, terão de ficar facilmente acessíveis em caixa de visita (Artigo n.º 20 da portaria N.º 361/98 de 26 de Junho).
O mesmo requisito é obrigatoriamente cumprido relativamente a válvulas e acessórios com juntas mecânicas.
Em troços horizontais embebidos, a tubagem deve ficar no máximo a 0,2 m do teto.
Em troços verticais, a tubagem deve situar-se na prumada das válvulas de corte dos aparelhos que alimenta.
Sempre que forem realizadas mudanças de direção por meio de soldadura ou brasagem forte em tubagens embebidas, essas zonas de mudança de direção serão obrigatoriamente localizadas em caixas de visita com grau de acessibilidade 3.
Tubos em aço embebidos no betão só necessitam de proteção quando o revestimento for de gesso. Neste caso, a tubagem será previamente revestida com uma matéria inerte.
Os tubos de cobre a utilizar em troços embebidos na parede devem dispor de um revestimento exterior (n.º 2 do artigo n.º 8 da Portaria N.º 361/98 de 26 de Junho). O revestimento deve ser inalterável, à base de PVC, PE ou equivalente e deve assegurar proteção química e isolamento elétrico.
13
19
6.3.3 TUBAGEM À VISTA
Os troços horizontais devem ficar situados na parte superior da parede, a uma distância máxima de 0,2 m do teto ou dos elementos da estrutura resistente, com exceção dos casos de conversão ou reconversão;
Os troços verticais devem ficar na prumada das válvulas de corte dos aparelhos que alimentam.
As tubagens à vista que atravessem um pavimento interior devem ser protegidas por uma manga, a qual deve:
• Ser resistente à corrosão provocada pela água ou por outros produtos;
• Ficar complanar com o teto na sua extremidade inferior e ultrapassar o pavimento em pelo menos 0,05 m;
• Ser preenchida com uma matéria isolante e não higroscópica no espaço anelar entre a tubagem e a proteção.
As tubagens à vista não devem ficar em contacto com quaisquer outras tubagens, cabos elétricos ou similares, condutas de evacuação de produtos de combustão, sendo as distâncias mínimas entre aquelas e estes de 3 cm em percursos paralelos e de 2 cm nos cruzamentos.
6.3.3.1 Tubagem em tetos Falsos
As tubagens de gás podem ser implantadas entre os tetos falsos e os tetos, se forem simultaneamente cumpridos os seguintes requisitos:
Os tetos falsos disponham de superfície aberta suficiente, de forma a impedir a acumulação de gás;
As distâncias mínimas entre tubagens de gás e as outras sejam de 3 cm em percursos paralelos ou de 2 cm nos cruzamentos;
O espaço entre o teto e o teto falso seja visitável em todo o percurso da tubagem
19
7 ENSAIOS
Os ensaios de estanquidade das tubagens fixas, exigidos para troços cuja pressão de serviço seja igual ou inferior a 0,4 bar (art. 65º da Port. 361/98), devem ser executados segundo o legalmente estabelecido e procedimento acordado com o representante da empresa distribuidora:
Os ensaios de estanquidade devem ser executados com ar, azoto ou com o gás que vai ser utilizado em funcionamento corrente. Sempre que se utilize o ar ou o azoto, deve proceder-se à purga da instalação no fim dos ensaios.
Os ensaios de estanquidade devem ser executados em duas fases correspondentes aos troços das instalações situados:
• A montante do contador;
• A jusante do contador.
Cada um dos conjuntos referidos nas alíneas do número anterior pode ser ensaiado, na sua totalidade ou em frações, nas seguintes condições:
Nas instalações de média pressão, a uma pressão de 1,5 vezes a pressão de serviço, com um mínimo de 1 bar, excepto a jusante do último andar de redução, em que a pressão de ensaio deve ser de 150 mbar;
Nas instalações de baixa pressão, a uma pressão de 50 mbar ou a pressão de serviço, se o ensaio for feito com gás distribuído.
8 LIGAÇÃO À TERRA DAS INSTALAÇÕES DE GÁS ( ART. 51º, PORTARIA 361/98)
As instalações de gás dos edifícios devem ser ligadas à terra.
Não é admitida a utilização das tubagens de gás para ligação à terra das redes elétricas ou outras.
Se a tubagem após a caixa do contador for enterrada em polietileno deverá a ligação terra ser colocada na caixa de transição PE/Cu.
15
19
9 RAMAL DE ALIMENTAÇÃO DO EDIFÍCIO
O caudal instantâneo de Gás Natural a satisfazer pelo ramal de alimentação do edifício será de 2.91 m³/h.
Como a tubagem do Ramal de Alimentação será embebida na parede, a Entidade Instaladora deverá montar uma manga protetora da tubagem, em PVC ou Polietileno, com um diâmetro interior mínimo de 50 mm, raio de curvatura de 30 vezes o diâmetro exterior do ramal e extremidade exterior ao imóvel, enterrada a uma profundidade de 0,60 m. A manga acompanha a tubagem de gás até à caixa de entrada do edifício.
10 CAIXA DO CONTADOR
A caixa do contador deverá ser do tipo normalizada, fechada, ventilada, com a palavra
“GÁS” indelével e a expressão ou símbolo equivalente “Proibido Fumar ou Foguear” na face exterior da porta.
11 TUBAGENS E ACESSÓRIOS
11.1 VÁLVULA DE CORTE GERAL
A válvula de corte geral deverá ser da classe de pressão PN 6, e ser do tipo ¼ de volta, possuindo dispositivo de encravamento automático, sendo o seu rearme exclusivo pela concessionária.
11.2 VÁLVULAS DE SECCIONAMENTO
As válvulas de seccionamento deverão ser do tipo “ ¼ ” de volta, possuir um obturador de macho esférico, vedação por junta plana, rosca gás macho cilíndrica segundo NP EN ISO 228-1 e indicação do sentido do fluxo e de posição Aberta/Fechada.
As válvulas deverão estar de acordo com a norma NP EN 331 e pertencerem à classe MOP 5, não podem possuir qualquer dispositivo de encravamento na posição de aberto.
As que se localizam a montante do contador deverão ser seláveis na posição de fechado.
O movimento dos manípulos de atuação das válvulas deve ser limitado por batentes fixos e não reguláveis, de forma a que os manípulos se encontrem:
19
- Perpendicular à direção do escoamento, na posição de fechado;
- Com a direção do escoamento do gás, na posição de aberto.
Para além do dispositivo de corte geral, as instalações de gás devem possuir dispositivos de corte, do tipo de um quarto de volta, pelo menos nos seguintes pontos:
• a montante do contador de gás;
• No ponto de entrada da tubagem em cada fogo, caso o contador se encontre a mais de 20 m da entrada do fogo;
• a montante de cada aparelho de queima, tão próximo quanto possível da extremidade da tubagem rígida e a uma altura entre 1,0 m e 1,4 m acima do pavimento.
11.3 REDUTOR
Será instalado a jusante da válvula de corte geral e a montante do contador e deverá ter as seguintes especificações:
REDUTOR Pe (mín.) Pe (máx.) Pa (mbar) Caudal (m3/h)
(*)IMOVÉL 1.0 bar 4.0 bar 20 mbar 6 m3/h
(*) (*)
Pe = Pressão de Entrada Pa = Pressão de Saída
(*) Sempre que os redutores ou reguladores de pressão dispuserem de sistema de segurança contra as sobrepressões internas, a eventual libertação de gás por esses sistemas deve ser recolhida por uma tubagem coletora que descarregue em local seguro.
A tubagem coletora deve:
Ter a extremidade livre orientada para baixo e situada no exterior do edifício, a uma distância igual ou superior a 2 m de qualquer orifício em que os gases possam penetrar;
17
19
Nos casos de conversão ou reconversão e sempre que manifestamente não seja possível cumprir o disposto na alínea anterior, poderá aquela distância ser reduzida para um valor até 0,5 m;
Ser de metal e a sua extremidade protegida contra a entrada de insetos ou corpos estranhos;
Ter um diâmetro tal que o sistema não ofereça resistência à passagem do fluxo de gás.
11.4 CONTADOR
O contador a instalar salvo outra indicação da concessionária será um G-4.
12 MONTAGEM DOS APARELHOS DE UTILIZAÇÃO E LIGAÇÕES
A execução das instalações só poderá ser realizada por entidades montadoras credenciadas e por profissionais qualificados pela Direção Geral de Geologia e Energia, nos termos do Decreto-lei 97/2017 de 10 de Agosto.
A montagem destes aparelhos deve obedecer aos requisitos estabelecidos na Portaria N.º 361/98, normas portuguesas (nomeadamente da série NP-1037), às instruções do fabricante e do Regulamento e Especificações Técnicas da concessionária.
Deve existir uma distância mínima de 0,4 m, medida na horizontal, entre as paredes mais próximas de um esquentador (ou caldeira mural) e o fogão (ou placa), a fim de evitar que os produtos de combustão ou os vapores dos cozinhados penetrem no interior do esquentador ou caldeira mural, dando, assim, origem a uma combustão "não higiénica" e, com o decorrer do tempo, à deterioração do rendimento.
A ligação dos aparelhos à instalação de gás deve obedecer ao estabelecido no Art.º 55.º da Portaria n.º 361/98.
Para gases da 2ª família quando se utilizarem tubos de borracha flexível os mesmos devem estar de acordo com a norma NP 4436:2005, e para gases da 3ª família devem obedecer à instrução técnica IPQ ET 107-1.
19
12.1 VENTILAÇÃO E EXAUSTÃO
A montagem dos aparelhos de queima deverá ser feita segundo as normas da série NP1037 em ambiente com boa ventilação de modo a garantir uma boa renovação de ar.
A exaustão dos aparelhos do Tipo A: aparelhos em que os gases de combustão neles produzidos descarregam diretamente para a atmosfera envolvente.
Os compartimentos devem estar providos de chaminé ou sistema associado a conduta de evacuação dos gases da combustão e os aparelhos devem ser instalados em local que facilite a exaustão dos gases da combustão produzidos.
A exaustão dos aparelhos do Tipo B: deverão ser ligados a uma conduta de extração de fumos. No caso do esquentador será com tubagem em chapa “tipo spiro”, com secção igual à da saída do aparelho, em conformidade com as normas da série NP1037.
A exaustão dos aparelhos do Tipo C: são aparelhos de circuito estanque, isto é, recebem o ar de combustão e descarregam os gases de queima respetivamente de e para o exterior do imóvel, através de condutas fornecidas com o aparelho. O lado externo do equipamento de admissão de ar/descarga de produtos de combustão tem sempre uma ventosa que impede os ventos incidentes de interferirem com o processo de queima do aparelho.
A exaustão do fogão é efetuada através de uma chaminé que leva os efluentes até à cobertura, sobre o fogão existirá um exaustor de cozinha para facilitar a recolha e encaminhamento dos fumos pela chaminé.
O esquentador ou caldeira a instalar será do tipo C, no caso de ser montado um aparelho do tipo B, se este for de índice 11BS terá de ser ligado um dispositivo que impeça o seu funcionamento simultâneo com qualquer exaustor mecânico existente, os espaços com ventilação natural devem cumprir os requisitos como indicado na Norma NP 1037-1.
Todos os aparelhos e os componentes da instalação utilizados devem ostentar a marcação «CE», sendo que os aparelhos devem também estar acompanhados pela respetiva declaração de conformidade emitida pelo fabricante, não obstante, a montagem dos aparelhos deverá cumprir a legislação específica dos aparelhos a gás e as instruções do fabricante.
19
19
13 QUALIDADE DOS MATERIAIS
Todos os materiais aplicados deverão ser próprios para a utilização de Gás Natural, serem isentos de defeitos, incombustíveis e obedecer ao determinado nas respetivas especificações, documentos de homologação e normas portuguesas em vigor.
As válvulas, redutores, tubagens e ligações deverão ser adquiridos com certificado da qualidade de acordo com a norma EN 10204, tipo 3.1.
Em tudo o que for omisso devem ser observadas as ET (Especificações Técnicas) das concessionárias que procederão ao abastecimento, bem como legislação em vigor e normas técnicas aplicáveis.
14 PEÇAS DESENHADAS
Desenho 1 - Planta de Implantação;
Desenho 2 – Planta do Piso 0 (R/C);
Desenho 3 – Planta do Piso 1 (1º ANDAR) Desenho 4 – Planta do Piso 2 (2º ANDAR) Desenho 5 – Planta do Piso 3 (SÓTÃO) Desenho 6 – Planta da Cobertura;
Desenho 7 – Alçados Nascente (Corte Adaptado) e Muro;
Desenho 8 – Perspetiva Isométrica e Pormenor de Vala;
Desenho 9 – Simbologia utilizada;
Desenho 10 – Simbologia utilizada;
Desenho 11 – Caixa de Entrada do Imóvel;
Desenho 12 – Pormenor da Caixa de Contador;
Desenho 13 - Pormenor de afastamento entre aparelhos, cotas das válvulas de corte aos aparelhos, troço de exaustão e pormenor de ventilação.
!
" "!
#
!"
"
$
!
"
$
$
#
#
"
"
!
#
"
"
"
$
"
#
!
%
""
#
"
% $
!
%
!
"
!
#
$
$
$
$
#
"
!
%
$
%
!
!$
!
"
#
!
$
#
"%
%
""
%
$
"
!
"$
%
"
#
"
"
!
#
!
"$
$
"
!
!
!
"
"
"
%
$
"
$
%
"
"
MUNICÍPIO DE ALMADA CÂMARA MUNICIPAL
Departamento de Planeamento Urbanístico
Divisão de Instrumentos de Gestão Territorial e Planeamento
Planta de Localização
Requerente : Local : Freguesia :
Func. : Data :
À BOLEIA DE SUCESSOS, LDA
Trafaria Trafaria
26/05/2020
Escala : 1/1000
x: -95516
DESENHOU | PROJECTOU FASE
PROPRIETÁRIO | CLIENTE
JOSÉ PEDRO | Insc. nº 25414 O.E. Sul
PROJECTO ESCALA
DESIGNAÇÃO OBS.
PLANTA DE IMPLANTAÇÃO REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIO
DATA
1| 200
DESENHO Nº
0
0 1
1JPOR - Projectos e Consultoria de Engenharia Rua do Mirante 11, 1ºC | 1495 - 097 Algés
JPOR
Telm. : 917 213 426 | Email: [email protected]LICENCIAMENTO
8 4 1
À BOLEIA DE SUCESSOS , LDA. REDE DE GÁS
5
Ligação à rede de C
distribuição de gás natural A
CuØ28
CuØ28
7.80 7.41
RUA COLÓNIA BALNEAR RUA GUEDES COELHO
Rua pedonal
20.52
X=
Y=
-95630
-109960 X=
Y=
-95630
-109950 X=
Y=
-95630
-109940
X=
Y=
-95620
-109970
X=
Y=
-95590
-109970
X=
Y=
-95580
-109960 X=
Y=
-95580
-109950 X=
Y=
-95580
-109940
7.58
7.75
7.82 7.53
7.50
7.48
7.72 7.74
7.75
7.74 7.73 7.64
7.63
7.80 7.70 7.74 7.72
7.74 7.74 7.75
7.73 7.78
7.81
7.80
7.90
7.76 7.84
7.84
7.67
7.88
7.79
8.85 15.03
7.77 7.84 7.62
7.37
7.38 7.30
7.18
7.46
7.49 7.41 7.37
7.35
7.41
7.43 7.59
7.22 7.21 7.18
7.09
7.46 7.34
7.43
7.48 7.19
7.39 7.33
7.77
7.83
7.86
8.54 7.50
C C
MAI. | 20
DESENHOU | PROJECTOU FASE
PROPRIETÁRIO | CLIENTE PROJECTO ESCALA
DESIGNAÇÃO OBS.
DATA
1| 100
DESENHO Nº
0
0 2
1JPOR - Projectos e Consultoria de Engenharia Rua do Mirante 11, 1ºC | 1495 - 097 Algés
JPOR
Telm. : 917 213 426 | Email: [email protected]REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIO 8
LICENCIAMENTO
4 1
À BOLEIA DE SUCESSOS , LDA.
CuØ28 (Ca)
REDE DE GÁS
5 Ligação à rede de
C
distribuição de gás natural
A
CuØ28
CuØ28
CuØ28
RUA GUEDES COELHO
RUA COLÓNIA BALNEAR
7.58
7.82 7.53
7.50
7.48
7.72
7.75
7.74 7.73
7.63
7.80 7.70 7.74 7.72
7.74 7.74 7.75
7.78
7.81
7.80
7.80
7.84
7.76 7.84
7.88
7.67 7.79
15.03
7.77 7.84 7.62
7.41 7.38 7.37 7.18
7.30
7.49 7.41
7.35 7.37
7.43
7.22 7.21 7.18
7.34
7.43 7.39
7.33
7.77
8.54 7.50
8.05
7.74
01 02 03
C Sala Sala Hóspedes C
Cozinha
Pátio
Vestíbulo
Apoio exterior
Deck permeável
Piscina
Quarto
Arrum. I.S.
I.S.
elevador
Arrum. / lavandaria
Q.E.
conc.
A.C.
A.C.
A.C.
A.C.
A.C.
A.C.A.C.
Área Ajardinada
DESENHOU | PROJECTOU FASE
PROPRIETÁRIO | CLIENTE
JOSÉ PEDRO | Insc. nº 25414 O.E. Sul
PROJECTO ESCALA
DESIGNAÇÃO OBS.
PLANTA DO 1º ANDAR
DATA
1| 100
DESENHO Nº
0
0 3
1JPOR - Projectos e Consultoria de Engenharia Rua do Mirante 11, 1ºC | 1495 - 097 Algés
JPOR
Telm. : 917 213 426 | Email: [email protected]REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIO 8
LICENCIAMENTO
4 1
À BOLEIA DE SUCESSOS , LDA.
ABR. | 18
REDE DE GÁS
5
Suite 3
Suite 4
C C
I.S
A.C.
RUA COLÓNIA BALNEAR
7.58
7.82 7.53
7.50 7.48
7.72 7.74
7.75
7.74 7.73
7.63
7.80 7.70 7.74 7.72
7.74 7.74 7.75
7.78
7.81
7.80
7.80
7.84
7.76 7.84
7.88
7.67 7.79
8.85 15.03
7.77 7.84 7.62
7.41 7.38 7.37
7.30
7.49 7.41
7.35 7.37
7.43
7.22 7.21 7.18
7.34 7.46
7.43 7.39
7.33
7.77
7.83
8.54 7.50
8.05
I.S.
Suite 5
Circulação Suite 1
I.S
Suite 2
I.S
10
09 11 12
14 13
18 17 15 16
19 20 21 22 23 24
25 26 27
elevador
A.C.
A.C.
A.C.
RUA GUEDES COELHO
MAI. | 20
DESENHOU | PROJECTOU FASE
PROPRIETÁRIO | CLIENTE PROJECTO ESCALA
DESIGNAÇÃO OBS.
PLANTA DO 2º ANDAR
DATA
1| 100
DESENHO Nº
0
0 4
1JPOR - Projectos e Consultoria de Engenharia Rua do Mirante 11, 1ºC | 1495 - 097 Algés
JPOR
Telm. : 917 213 426 | Email: [email protected]REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIO 8
LICENCIAMENTO
4 1
À BOLEIA DE SUCESSOS , LDA. REDE DE GÁS
5
RUA COLÓNIA BALNEAR
20.52
7.58
7.82 7.53
7.50
7.48
7.72 7.74
7.75
7.74 7.73
7.63
7.80 7.70 7.74 7.72
7.74 7.74 7.75
7.78
7.81
7.80
7.80
7.84
7.76 7.84
7.88
7.79 7.77 7.84 7.62
7.41 7.38 7.37
7.30
7.49 7.41
7.35 7.37
7.43
7.22 7.21 7.18
7.34 7.46
7.43 7.39
7.33
7.77
8.54 7.50
C C
Suite 7 Suite 6 Sala
Suite 9
Suite 8 Circulação
I.S.
I.S
I.S
A.C.
A.C.
A.C.
A.C.
Q.E.
48
47 49 50
52 51
56 55 53 54
39 40 41 42 43 44
45 46
elevador
RUA GUEDES COELHO
5
DESENHOU | PROJECTOU FASE
PROPRIETÁRIO | CLIENTE
JOSÉ PEDRO | Insc. nº 25414 O.E. Sul
PROJECTO ESCALA
DESIGNAÇÃO OBS.
PLANTA DO SÓTÃO
DATA
1| 100
DESENHO Nº
0
0
1JPOR - Projectos e Consultoria de Engenharia Rua do Mirante 11, 1ºC | 1495 - 097 Algés
JPOR
Telm. : 917 213 426 | Email: [email protected]REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIO 8
LICENCIAMENTO
4 1
À BOLEIA DE SUCESSOS , LDA. REDE DE GÁS
5
RUA GUEDES COELHO
7.80 7.41
RUA COLÓNIA BALNEAR
RUA GUEDES COELHO
7.58
7.82 7.53
7.50
7.48
7.72 7.74
7.75
7.74 7.73
7.63
7.80 7.70 7.74 7.72
7.74 7.74 7.75
7.78
7.81
7.80
7.76 7.84
7.84
7.67
7.88
7.79
8.85 7.77 7.84 7.62
7.37
7.38 7.30
7.18
7.49 7.41 7.37
7.35
7.43
7.22 7.21 7.18
7.34 7.46
7.43 7.39
7.33
7.77
7.83
8.54 7.50
VAZIO
VAZIO
C C
VAZIO
a.t.
I.S
A.C.
A.C.
A.C.
A.C.
A.C.
VAZIO
MAI. | 20
DESENHOU | PROJECTOU
6
FASE
PROPRIETÁRIO | CLIENTE PROJECTO ESCALA
DESIGNAÇÃO OBS.
DATA
1| 100
DESENHO Nº
0
0
1JPOR - Projectos e Consultoria de Engenharia Rua do Mirante 11, 1ºC | 1495 - 097 Algés
JPOR
Telm. : 917 213 426 | Email: [email protected]REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIO 8
LICENCIAMENTO
4 1
À BOLEIA DE SUCESSOS , LDA. REDE DE GÁS
5
7.49
7.22
7.80 7.41
RUA COLÓNIA BALNEAR
20.52
7.58
7.74
7.75
7.82 7.53
7.50
7.48
7.72
7.73
7.75
7.74 7.64
7.63
7.80 7.70 7.74 7.72
7.74 7.74 7.75
7.73 7.78
7.81
7.80
7.76 7.84
7.84
7.67
7.88
7.79
15.03
7.77 7.84 7.62
7.37
7.38 7.30
7.41 7.35 7.37
7.43
7.18
7.21
7.34 7.46
7.43 7.33
7.39
7.77
8.54 7.50
C C
16.95m2 Deck permeável
Piscina 18.50m2
RUA GUEDES COELHO
7
DESENHOU | PROJECTOU FASE
PROPRIETÁRIO | CLIENTE
JOSÉ PEDRO | Insc. nº 25414 O.E. Sul
PROJECTO ESCALA
DESIGNAÇÃO OBS.
ALÇADOS NASCENTE (CORTE) E MURO
DATA
1| 100
DESENHO Nº
0
0
1JPOR - Projectos e Consultoria de Engenharia Rua do Mirante 11, 1ºC | 1495 - 097 Algés
JPOR
Telm. : 917 213 426 | Email: [email protected]REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIO 8
LICENCIAMENTO
4 1
À BOLEIA DE SUCESSOS , LDA.
CuØ28
CuØ28 (Ca)
Ligação à rede de distribuição de gás natural
A
REDE DE GÁS
5 ALÇADO NASCENTE
13.77 16.42
10.18 19.58
6.90
18.81
ALÇADO SUL
10.18
Gás
CuØ28
CuØ28 CuØ28
MAI. | 20
DESENHOU | PROJECTOU FASE
PROPRIETÁRIO | CLIENTE PROJECTO ESCALA
DESIGNAÇÃO OBS.
DATA
DESENHO Nº
0
0 8
1JPOR - Projectos e Consultoria de Engenharia Rua do Mirante 11, 1ºC | 1495 - 097 Algés
JPOR
Telm. : 917 213 426 | Email: [email protected]8
REDE DE GÁS
5
1| 100 distribuição de gás natural
Ligação à rede de
C
A
1.00 CuØ28
2.25 .5
PERSPETIVA ISOMÉTRICA
REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIO LICENCIAMENTO
4 1
À BOLEIA DE SUCESSOS , LDA.
CuØ28
2.05
(Ca) CuØ28
1.65
CuØ28
4.40
.45
2.65 h=1.55
CuØ28
6.30
2.10 h=-1.25
CuØ28
2.60