MEMBRANA PLASMÁTICA Introdução
Permeabilidade celular
Transporte passivo (Não requer gasto de ATP)
Osmose Difusão
Difusão facilitada
Transporte ativo (Requer gasto de ATP)
Fagocitose Pinocitose Endocitose Clasmocitose
Bomba de sódio e potássio
Canais iônicos ou porinas
MEMBRANA PLASMÁTICA Permeabilidade celular
Osmose
É o processo de transporte do solvente, do meio menos concentrado (hipotônico) para o meio mais
concentrado (hipertônico), através de uma membrana semipermeável (M.S.P)
M.S.P
Meio hipotônico Meio hipertônico
Transporte passivo (Não requer gasto de ATP)
Alta concentração de soluto Baixa concentração de soluto
MEMBRANA PLASMÁTICA Permeabilidade celular
Água e NaCl Água
Meio Hipertônico Meio Hipotônico
(Alt a c on cen tra ção de s ol ut o) (Bai xa con cen tra ção de s ol ut o)
Membrana semipermeável (M.S.P)
Osmose
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Osmose
Fase inicial Fase final
Membrana semipermeável
Água Água
Sacarose Pressão osmótica Sacarose
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Meio hipotônico Meio isotônico Meio hipertônico
(Hemólise) (Normal) (Crenação)
Osmose (Transporte passivo)
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Célula vegetal imersa em meio hipotônico (Água destilada).
(Célula túrgida ou turgescente)
Célula vegetal imersa em meio hipertônico (Água e Cloreto de sódio).
(Célula plasmolisada)
Osmose
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Solução isotônica
Cé lu la veg etal Cé lu la ani mal
Solução hipotônica Solução hipertônica
Normal Hemólise Crenação
Normal Túrgida Plasmolisada
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O processo de salgar os alimentos esta presente na história de quase todos os povos antigos. Existem relatos de salga de bacalhau entre os normandos e bascos no ano de 900 a.C, os romanos descreviam métodos de salgar peixes em grandes tanques ao redor do mediterrâneo e, na história do Brasil, as charqueadas fazem
parte do cotidiano das fazendas gaúchas, mineiras e paulistas.
O sal é constituído por uma substância composta denominada cloreto de sódio (NaCl), essa substância é higroscópica, ou seja, tem a capacidade de absorver umidade. Assim quando em contato com a carne o sal retira a umidade da mesma, desidratando-a, e logo inibindo o crescimento de micro-
organismos. O NaCl possui também ação bacteriostática e bactericida, que causa a morte de bactérias. Impedindo assim a deterioração do alimento.
A penetração de sal e a saída de água é um exemplo de osmose. Que é o processo de transferência da água ou
outro solvente por uma membrana semipermeável.
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Catão, o Velho (234-149 a.C.), o mais persistente proponente no senado romano da destruição total de Cartago, e a pessoa
mais associada com a utilização da frase.
Delenda est Carthago
("Cartago deve ser destruída") é uma frase célebreda oratória latina cujo uso se popularizou na república romana, no século II a.C., durante os últimos anos das guerras púnicas, travadas por Roma contra Cartago, especialmente pelos membros do partido político que visava eliminar qualquer ameaça à república romana de seus velhos rivais cartaginenses, que haviam sido derrotados anteriormente por duas vezes e tinham
uma tendência a reconstruir rapidamente suas defesas após cada derrota militar.
Cartago foi destruída ao fim da terceira guerra púnica por Cipião Emiliano (146 a.C.). A cidade foi arrasada até aos seus alicerces e o chão foi salgado
(colocado sal) para que nada nele crescesse. Esta atitude extrema deveu-se ao fato de Cartago ter sido a
única potência que podia concorrer pelo domínio
do mediterrâneo ocidental.
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Mapa da terceira guerra púnica. Ainda que impreciso, mostra a redução do território dominado por Cartago que havia sido uma grande potência do
mediterrâneo e detinha influência e domínios abundantes.
Terceira Guerra Púnica, a aniquilação – Roma destruiu Cartago e possivelmente tenha ido além dos planos iniciais. Até o solo teria sido salgado.
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Osmose
O sal se dissolve no muco que recobre o corpo do caramujo, tornando-se uma solução hipertônica, o que
provoca a saída de água do corpo por osmose.
As lesmas são moluscos muito sensíveis a desidratação, o fato de se jogar sal pode matá-las, pois elas perdem água e desidratam.
Esse efeito acontece devido à propriedade de higroscopia do cloreto de sódio, isto é, a capacidade deste composto de “atrair” a água.
Então, como a pele da lesma não é estratificada, ocorre facilmente a osmose, mais conhecido como “derretimento” deste molusco.
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Difusão
É o processo de transporte do soluto, do meio mais concentrado (hipertônico) para o meio menos
concentrado (hipotônico), através de uma membrana permeável (M.P)
Transporte passivo (Não requer gasto de ATP)
M.P
Alta concentração de soluto Baixa concentração de soluto
Meio hipertônico Meio hipotônico
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Difusão:
É um processo físico em que substâncias são transportadas de uma região mais concentrada para outra menos concentrada (a favor do gradiente de concentração) de maneira aleatória e espontânea. Esse processo pode ser observado, por exemplo, ao se colocar um corante em um copocom água. Com o tempo, o corante espalha-se (difunde-se) de maneira homogênea, deixando toda a água com a mesma quantidade de soluto.
A difusão é um processo que ocorre na célula quando esta é colocada em um meio com diferente concentração de soluto. Sem que haja consumo de energia pela célula (transporte passivo), o soluto migra da região mais concentrada para a menos concentrada.
Meio hipotônico
Meio hipertônico
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Difusão facilitada
É o processo de transporte passivo, por não utilizar energia e ocorre a favor do gradiente de concentração,
utilizando proteínas carreadoras ou permeases.
Transporte passivo (Não requer gasto de ATP)
Meio hipotônico
Meio hipertônico Permease
MEMBRANA PLASMÁTICA Permeabilidade celular
Difusão facilitada
: É também chamada de difusão mediada por carreador ou uniporte, é uma modalidade de difusão em que não ocorre gasto de energia. O transporte ocorre a favor do gradiente de concentração (do meio mais concentrado para o meio menos concentrado).Meio hipotônico
Meio hipertônico
O soluto atravessa a membrana com a assistência de um carreador proteico específico localizado na superfície da membrana - a permease.
MEMBRANA PLASMÁTICA Permeabilidade celular
Entre as várias substâncias que atravessam as membranas biológicas por difusão facilitada, destacam-se a glicose e grande parte dos aminoácidos.
Meio hipotônico
Meio hipertônico
O mecanismo responsável por limitar a velocidade da difusão facilitada se embasa no fato de a substância transportada ligar-se a uma parte específica (um sítio específico) da proteína transportadora.
Meio extracelular Meio intracelular
Glicose
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Fagocitose
Gr.: phagein: comer; kytos: célula; osis: estado.
Transporte ativo (Requer gasto de ATP)
É um tipo de endocitose que consiste no englobamento de partículas sólidas pela célula. Para realizar a fagocitose,
as células emitem projeções citoplasmáticas, os
pseudópodes, que envolvem e englobam as partículas.
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Fagocitose
LEGENDA:
1. Fagocitose.
2. Fagossomo.
3. Incorporação do fagossomo.
4. Vacúolo digestório.
5. Corpo residual.
6. Clasmocitose.
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4
5 6
MEMBRANA PLASMÁTICA
Permeabilidade celular
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Pinocitose
Gr.: pinein: beber; kytos: célula; osis: estado.
É o processo de captação de partículas sólidas pequenas (macropinocitose) ou partículas líquidas (micropinocitose),
através da invaginação da membrana plasmática.
Transporte ativo (Requer gasto de ATP)
Meio intracelular Meio extracelularPinossomo
Absorção de partículas
MEMBRANA PLASMÁTICA Permeabilidade celular
A pinocitose é um processo de endocitose em que a célula ingere líquidos ou pequenas partículas inespecíficas em solução aquosa, sem ser por difusão, mas por transporte em massa através da membrana plasmática.
Formam-se depressões na membrana plasmática e, em seguida, ocorre a contração para formar as vesículas. Essas vesículas
destacam-se e migram para porções mais internas da célula graças a ação do citoesqueleto.
MEMBRANA PLASMÁTICA Permeabilidade celular
A endocitose pode ocorrer de duas formas distintas, através da fagocitose e da pinocitose. No caso da exocitose, é comum falar em clasmocitose e secreção. Em todos estes quadros, a membrana plasmática depende de um trabalho conjunto com outras
estruturas celulares, como o complexo Golgiense e lisossomos.
Fagocitose: Ingestão de partículas grandes (micro-organismos, restos celulares etc.), evidentes expansões citoplasmáticas (evaginações da membrana) chamadas pseudópodes.
Pinocitose: Ingestão de macromoléculas dissolvidas em água, tais como aminoácidos.
Bactéria Pseudópode
Pseudópode
Partículas dissolvidas em água
Invaginação da membrana
Pinossomo Fagossomo
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Clasmocitose
Gr.: klasma: ruptura; kytos: célula; osis: estado.
É o processo de eliminação de resíduos metabólicos não aproveitados pela célula. Essa é uma manifestação de
egestão celular, clasmatose ou exocitose.
Transporte ativo (Requer gasto de ATP)
Meio extracelular
Meio intracelular Resíduos metabólicos
MEMBRANA PLASMÁTICA Permeabilidade celular
Clasmocitose:
É o processo de defecação celular, clasmatoseou exocitose, visando a eliminação de resíduos provenientes da digestão intracelular realizado pelas células. Através da fusão entre o lisossomo e bolsas formadas na fagocitose ou pinocitose, forma-se o vacúolo digestório.A exocitose é um processo em que partículas saem da célula por meio de modificações da membrana plasmática. Ela pode ser
considerada equivalente à endocitose, diferenciando-se apenas no sentido em que o processo ocorre.
MEMBRANA PLASMÁTICA Permeabilidade celular
Vacúolo digestório
Vacúolo residual
Clasmocitose
(Exocitose)
Lisossomo
Fagossomo Fagocitose
(Captação de partículas sólidas)
Esquema de uma célula animal realizando o processo de digestão intracelular.
Núcleo
Pseudópode
MEMBRANA PLASMÁTICA Permeabilidade celular
Fagocitose
(Captura de partículas sólidas)
Fagossomo (Partícula sólida)
Enzimas hidrolíticas
Lisossomos Digestão autofágica
Autofagia
Pinocitose
(Ingestão de partículas líquidas)
Pinossomo (Partícula líquida)
Clasmocitose
(Egestão celular)
Endocitose
(Fagocitose + Pinocitose)
Corpo residual
Digestão heterofágica Mitocôndria
Bactéria
Heterofagia
Absorção
Música: Café Seleto
Depois do sono bom a gente levanta Toma aquele banho
Escova o dentinho Na hora de tomar café
É o Café Seleto que a mamãe prepara Com todo carinho
Café Seleto tem sabor delicioso Cafezinho gostoso
É o Café Seleto Café Seleto Café Seleto Café Seleto...
Depois da fagocitose forma o fagossomo Que o lisossomo
Ataca com muito jeitinho A união de ambos é
O vacúolo digestivo que digere os alimentos Com todo carinho
Corpo residual tem restos de alimentos Que não foram aproveitados
E são clasmocitados Clasmocitados
Clasmocitados Clasmocitados...
Compositor: Archimedes Messina
MEMBRANA PLASMÁTICA
Permeabilidade celular
MEMBRANA PLASMÁTICA Permeabilidade celular
Bomba de sódio e potássio
É o processo de transporte ativo por utilizar energia (ATPase) e ocorrer contra o gradiente de concentração.
Existe uma forte tendência de penetração de Na+ na célula e saída de K+ para o seu meio externo.
Transporte ativo (Requer gasto de ATP)
Meio extracelular Meio intracelular
MEMBRANA PLASMÁTICA Permeabilidade celular
Potássio Sódio
Meio extracelular
Meio intracelular
Bomba de sódio e potássio:
É uma proteína da membrana plasmática que utiliza energia ATP – Adenosina trifosfato transformando em ADP – Adenosina difosfato para levar íons de sódio (Na+) e potássio (K+) para o meio intracelular e extracelular, consecutivamente.Com a responsabilidade de fazer o transporte ativo e consecutivo dos íons de sódio e íons de potássio, a bomba de sódio e potássio está ligada alguns processos do corpo humano como a contração muscular e os impulsos nervosos, facilitando também que os aminoácidos e o açúcar sejam absorvidos.
MEMBRANA PLASMÁTICA Permeabilidade celular
No meio extracelular possui uma concentração maior de sódio enquanto no meio intracelular possui maior concentração de potássio. Para manter o equilíbrio da célula com a manutenção das concentrações, as proteínas realizam a captura dos íons de sódio no citoplasma e os bombeiam para fora
das células. Por fora das células as proteínas realizam a captura dos íons de potássio bombeando para dentro da célula.
A
bomba de sódio e potássio
é um exemplo de transporte ativo. A concentração do sódio é maior no meio extracelular e o potássio é maior no meio intracelular. A manutenção dessas concentrações é realizada pelas proteínas transportadoras que capturam íons sódio (Na+) no citoplasma e bombeia-ospara fora da célula. No meio extracelular, capturam os íons potássio (K+) e os bombeiam para o meio interno.
A manutenção de alta concentração de potássio dentro da célula é importante para síntese de proteína e respiração e
o bombeamento de sódio para o meio extracelular permite
a manutenção do equilíbrio osmótico.
MEMBRANA PLASMÁTICA Permeabilidade celular
Potencial de ação
– Com a excitação do neurônio por algum estímulo que atinja o limiar de disparo (-65mV), um potencial de ação ocorrerá. Um limite denominado de “tudo ou nada”. Este potencial de ação se caracteriza por três etapas distintas: Despolarização, repolarização e hiperpolarização.Quando todo este processo ocorre (ou seja, a inundação de Na+para o meio interno e a saída do K+para o meio externo) o potencial estimulado segue perturbando a área vizinha do axônio (corpo celular) do neurônio, seguindo com a sua despolarização. Tal fenômeno se propaga como uma onda de
despolarizações e repolarizações. Chamamos isto deimpulso nervoso.
MEMBRANA PLASMÁTICA Permeabilidade celular
Canais iônicos ou porinas
São moléculas proteicas que formam poros hidrofílicos (canais iônicos), que atravessam a dupla camada lipídica da membrana plasmática.
Transporte ativo (Requer gasto de ATP)
Meio extracelular
Meio intracelular
MEMBRANA PLASMÁTICA Permeabilidade celular
Diagrama esquemático de um canal iônico:
1. Domínio proteico do canal.
2. Vestíbulo exterior.
3. Filtro de seletividade.
4. Diâmetro do filtro de seletividade.
5. Sítio de fosforilação.
6. Membrana celular.
MEMBRANA PLASMÁTICA Permeabilidade celular
Canais iônicos: São proteínas de membrana que formam poros aquosos através da bicamada lipídica, pelos quais passam os íons entre o meio extracelular e intracelular.
Ajudam a estabelecer e controlar a diferença de potencial elétrico (gradiente de voltagem) através da membrana da célula, permitindo o fluxo de íons pelo seu gradiente eletroquímico.
Sensor de voltagem Filtro seletivo
Portão Meio extracelular
Meio intracelular
Poro