V. Bibliografia
ALBARELLO, L., DIGNEFFE, F., HIERNAUX, J., MAROY, C., RUQUOY, D., SAINT-GEORGES, P.,”Práticas e Métodos de Investigação em Ciências Sociais”, Gradiva, Lisboa, 1997.
ALVES, M., “Como escrever Teses e Monografias – Um roteiro passo a passo”, Editora Campos, Rio de Janeiro, Brasil, 2003.
CALADO, F., SIMAS, A., “Manual de Procedimentos na Investigação do Local do Crime”, Centro de Recursos Didácticos e Audiovisuais do Instituto Superior de Polícia Judiciária e Ciências Criminais, Loures, 2002.
BALLANTYNE, J., FATOLITIS, L., ROEWER, L., Creating and Managing Effective Y-STR Database, Profiles in DNA, 9-2, 10-13, 2006.
BRION, M., SOBRINO, B., BLANCO-VEREA, A., LAREU, M.V., CARRACEDO, A., Hierarchical analysis of 30 Y-chromosome SNPs in European populations, Int. J.
Legal Med., 119, 10-15, 2004.
BUCKLETON, J., TRIGGS, C., CLAYTON, T., Disaster Victim Identification, Identification of Missing Persons, and Immigration Cases, in Forensic DNA Evidence Interpretation, Edição J. Buckleton, C. M. Triggs, S. J. Walsh, CRC Press, 2005.
BUDOWLE, B. e SPRECHER, C.J., Concordance study on population database samples using the PowerPlex16 kit and AmpFl STR Profiler Plus kit and AmpFl STR Cofiler kit. J Forensic Sci, 46, 637-641, 2001.
BUTLER, J. M., Recent Developments in Y-Short Tandem Repeat and Y-Single Nucleotide Polymorphism Analysis, Forensic Sci. Review, 15, 92-111, 2003.
CÓDIGO CIVIL Português: Anotado, Aprovado pelo Decreto-Lei n.º 47344, de 25 de Novembro de 1966, Coimbra: Almedina, 2002.
CÓDIGO PENAL (Decreto-Lei n.º 400/82, de 23 de Setembro), 9ª Edição, Coimbra:
Almedina, 2005.
CÓDIGO do PROCESSO PENAL (Decreto-Lei n.º 78/87, de 17 de Fevereiro), 12ª Edição, Coimbra: Almedina, 2006.
DECRETO-LEI n.º 275-A/2000 de 09 de Novembro, Lei Orgânica da Polícia Judiciária, 2000,
DECRETO-LEI n.º 96/2001, de 26 de Março, Estatutos do Instituto Nacional de Medicina Legal, 2001,
DESPACHO 07/03 – OG, de 21 de Janeiro, Criação da Chefia de Investigação Criminal e da Estrutura de Investigação Criminal da GNR, 2003.
DI MAIO V. J. M., DANA S.E., “Manual de Patología Forense”, Ediciones Diaz de Santos, Madrid, 2003.
DIAS, Teresa L., “Manual de Procedimentos para recolha de vestígios biológicos no local do crime”, Departamento Central de Informação Criminal e Polícia Técnica, Sector de Identificação Judiciária, Lisboa, 2001.
DIRECCIÓN GENERAL DE LA GUARDIA CIVIL, Subdirección General de Operaciones - Jefatura de Información y Policía Judicial, “Manual de Policía Judicial”, Madrid, España, 2000.
DIRECCIÓN GENERAL DE LA GUARDIA CIVIL, Escola de Especializacion Valdemro, Departamento Técnico, “Modulo II – Técnico científico: Inspección Ocular”, Madrid, 2002.
ESSLINGER, k.J., SIEGEL, J.A., SPILLANE, H., STALLWORTH, S., Using STR Analysis to Detect Human DNA from Exploded pepi Bomb Devices, J Forensic Sci, 49- 3, 1198-1202, 2004.
FISHER, B. A., BLOCK, S., “Techniques of Crime Scene Investigation”, Fifth Edition, CRC Press, 1993.
FRAGATA, J., “Noções de metodologia: Para a elaboração de um trabalho científico”, Livraria Tavares Martins, Porto, 1967.
GILL, P., BUCKLETON, J. “Biological Basis for DNA Evidence” in Forensic DNA Evidence Interpretation, Ed J Buckleton, C.M. Triggs, S.J. Walsh, pg 1-25, 2005.
GOMEZ, J., GARCIA-HIRSCHFELF, J., GARCIA, O., CARRACEDO, A., GEP Proficiency testing program in forensic genetics: 10 years of experience, International Congress Series 1261, 124-126, 2004.
GUARDA NACIONAL REPUBLICANA, Comunicação de Serviço n.º 52.272/03, de 26FEV03, do NAT do Grupo Territorial de Aveiro, da Brigada Territorial n.º 5 – Documentos a elaborar pelos NAT e requisição do NAT, 2003.
GUARDA NACIONAL REPUBLICANA, Directiva Nº 3/02-D – Implementação dos Núcleos de Apoio Técnico (NAT), CG/GNR, SIC/2ª REP, Lisboa/Carmo, 28JAN02, 2002.
GUARDA NACIONAL REPUBLICANA, Informação n.º 57, de 13JAN03, da Secção Central de Criminalística, da Chefia de Investigação Criminal da GNR – Modelo de Impressos para os NAT, 2003.
GUARDA NACIONAL REPUBLICANA, Informação n.º 230/GNR, Pº. 02.27.12 de 06MAR01, “Malas de Tratamento de Vestígios Biológicos”, 2001.
GUARDA NACIONAL REPUBLICANA, Ofício n.º 1253/OI/03, de 07MAR03, da Secção de Operações e Informações, da Brigada Territorial n.º 2 – Modelo de Impressos para os NAT, 2003.
GUARDA NACIONAL REPUBLICANA, Plano Estratégico – Investigação Criminal e Análise de Informação Criminal, Comando Geral da GNR, Lisboa, Out2000.
GUARDA NACIONAL REPUBLICANA, Relatório do Grupo de Trabalho “Malas de Tratamento de Vestígios”, Comando Geral da GNR, 2ª Repartição, 2000.
GUARDA NACIONAL REPUBLICANA, Relatório n.º 03/03, de 21FEV03, do Grupo Territorial de Viseu, da Brigada Territorial n.º 5 – Impressos para o NAT, 2003.
HOCHMEISTEN, M.N., BUDOWLE, B., EISENBERG, A., BORER, U.V.
DIRNHOFER, R., Using multiplex PCR amplification and typing kits for the analysis of DNA evidence in a serial killer case, J. Forensic Sci, 41-1, 155-162, 1996.
HOYOS, A.G. e GALICONDO, F.E., “2º Curso de Patología Forense“, Universidad del País Vasco, Facultad de Medicina, Donosita, San Sebastián, España, 2001.
INNES, Brian,” Bodies of Evidence – The Fascinating World of Forensic and How it Helped Solve More Than 100 True Crimes“, Amber Books, 2000.
KOBILINSKY, L., LIOTTI, T.F., OESER-SWEAT, J., Biological Evidence – Science and Criminal Investigation in DNA: Forensic and Legal Applications, Wiley- Interscience, 2005.
LABORATÓRIO DE POLÍCIA CIENTÍFICA, “Manual de Procedimentos utilizados na recolha de Vestígios Biológicos”, Directoria Nacional da Polícia
LEI n.º 21/2000 de 10 de Agosto, “Lei da Organização da Investigação Criminal”, 2000.
LEI n.º 45/2004 de 19 de Agosto, “Estabelece o regime jurídico das perícias médico- legais e forenses”, 2004.
LIMA, Marinús P., “Inquérito Sociológico – Problemas de Metodologia”, Editorial Presença, Lisboa, 2000.
LOCARD, Edmond, “A investigação criminal e os métodos científicos”, Coimbra Editora, 1939.
MARTIN, P.D., SCHMITTER, H. e SCHNEIDER, P.M., A brief history of the formation of DNA databases in forensic science within Europe. Forensic Sci.Int.
119(2): 225-231, 2001.
MINISTERE DE LA DEFENSE, Gendarmerie National “La Police Technique et Scientifique - La Police Technique“, Revue de la Gendarmerie National, Paris, 3º Trimestre 1996.
MOISAN Jean-Paul, Ministère de la Défense, “La Police Technique et Scientifique – L’empreinte Génétique“, Revue de la Gendarmerie National, Paris, 3º Trimestre 1996.
QUIVY, R. e CAMPENHOUDT, L.V., “Manual de Investigação em Ciências Sociais”, Gradiva Editora, Lisboa, 1998,
RECOMENDAÇÃO R (92) CE, “Recolha e envio de vestígios biológicos para identificação genética”, Conselho da Europa, 1992.
RECOMENDAÇÃO – “Recolha de vestígios biológicos para identificação genética”, Grupo Espanhol e Português da International Society for Forensic Genetics (GEP – ISFG), 2000.
RODRIGUES, Liz, “Teoria dos Vestígios Biológicos”, Centro de Recursos Didácticos e Audiovisuais do Instituto Nacional de Polícia e Ciências Criminais, Loures, 1999.
RUITBERG, C.M., REEDER, D., BUTLER, J.M., STRBase: a short tandem repeat DNA database for the human identity testing community, Nucleic Acids Research, 29, 320-322, 2001.
SALAS, A., MARINO, M., ARGUELLES, C., FENOCCHIO, A, CORACH, D., Uniparentally inherited genetics markers as tools for ethnic and geographical origin detection of forensic samples, International Congress Series, 1261, 625-627, 2004.
SAFERSTEIN, Richard, “The Crime Scene in Criminalistics. An Introduction to Forensic Sciences”, Pearson Education International, Eighth Edition, pg 34-61, 2004.
SERVIÇO DE GENÉTICA E BIOLOGIA FORENSE, INML, Delegação de Lisboa,
”Procedimentos de recolha de vestígios biológicos para identificação genética”, Lisboa, 2003,
SOUSA, Gonzalo V., “Metodologia da Investigação, Readaptação e apresentação de trabalhos científicos”, Livraria Civilização Editora, Porto, 2003.
SUB-NÚCLEO DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL, Escola Prática da Guarda, Inspecção Judiciária, EPG/GNR, Queluz, 2002.
SUB-NÚCLEO DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL, Escola Prática da Guarda,
“Acidentes de viação com vítimas: Atropelamento com fuga, Curso de Investigação Criminal – Investigadores”, EPG/GNR, Queluz, 2002.
SUB-NÚCLEO DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL, Escola Prática da Guarda, “A Prova”, EPG/GNR, Queluz, 2002.
SUB-NÚCLEO DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL, Escola Prática da Guarda, “A Investigação Criminal”, Curso de Investigação Criminal – Investigadores, EPG/GNR, Queluz, 2002.
SUB-NÚCLEO DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL, Escola Prática da Guarda,
“Vestígios”, Curso de Investigação Criminal – Investigadores, EPG/GNR, Queluz, 2002.
U. S. DEPARTMENT OF JUSTICE, “A guide for law enforcement”, Crime Scene Investigation, Office of Justice Programs, Washington, USA, 1999.
U. S. DEPARTMENT OF JUSTICE, “Federal Bureau of Investigation Laboratory Division”, Handbook of Forensic Services, Quantico, Virginia, USA, 2003.