Relatório Final:
Estágio
Profissionalizante
6º ANO DO MESTRADO INTEGRADO EM MEDICINA NMS|FCM Ano Letivo 2016/17
Maria do Carmo de Sousa e Holstein Girão
2
Í
NDICE I. Introdução ... 3II. Objetivos ... 3
III. Descrição das atividades desenvolvidas ... 3
a. Cirurgia geral (12/09 a 4/11/2016) ... 4
b. Medicina Interna (8/11/2016 a 13/01/2017) ... 5
c. Saúde Mental (23/01 a 17/02/2017) ... 5
d. Medicina Geral e Familiar (20/02 a 17/03/29017) ... 6
e. Pediatria (27/03 a 21/04/2017) ... 6
f. Ginecologia e obstetrícia (24/04 a 19/05/2017) ... 7
g. Opcional - Trauma (23/05 a 3/06/2017) ... 7
IV. Reflexão Crítica ... 8
V. Anexos ... 11
Anexo I ... 12
Anexo II... 13
Anexo B ... 14
Anexo C ... 15
Anexo D ... 16
3
I. I
NTRODUÇÃOO sexto ano do Mestrado Integrado em Medicina (MIM) da Faculdade de Ciências Médicas da
Universidade Nova de Lisboa (FCM-UNL) organiza-se sob a forma de um estágio
profissionalizante composto por estágios parcelares em diversas áreas clínicas. O Estágio
Profissionalizante corresponde a um ano de prática clínica tutelada no qual o estudante médico
aplica os conhecimentos, gestos e atitudes que adquiriu nos cinco anos precedentes de
formação, assumindo autonomia e responsabilidade progressivamente maiores, num processo de
transição e crescimento de aluno para médico não especialista.
O presente relatório visa expor, de modo sucinto, as atividades realizadas ao longo do sexto ano
do MIM, sendo composto por três partes principais: primeiramente são referidos os objetivos
gerais e específicos deste ano curricular, logo depois é realizada uma breve descrição dos
estágios parcelares e das atividades desenvolvidas nos mesmos concluindo-se com uma análise
crítica do cumprimento ou não dos objetivos propostos, uma autoavaliação do trabalho
desenvolvido e uma consideração geral sobre a globalidade do ano letivo e do MIM. Este relatório
é ainda complementado com uma parte final composta por anexos, da qual fazem parte os
trabalhos realizados e atividades extracurriculares desenvolvidas no presente ano letivo.
II. O
BJETIVOSTal como nos transmite o documento “O Licenciado Médico em Portugal”, a função da educação
médica pré-graduada é preparar licenciados médicos com atributos profissionais adequados e
com um núcleo de conhecimentos e competências que lhes permita aprender autonomamente ao
longo de toda a carreira médica. Tendo em conta o carácter profissionalizante e de transição
entre o papel de aluno e de médico que o 6º ano representa, o principal objectivo do mesmo é a
consolidação final dessas mesmas competências, sobretudo através da aquisição de autonomia
no seu desempenho.
Assim, no final deste ano devo ser capaz de: 1) aplicar conhecimentos previamente adquiridos de
4 tendo por base uma história clínica minuciosa e exame objectivo detalhado, 3) estimular
constantemente a aquisição de novos conhecimentos e competências procurando em cada
situação superar-me, 4) privilegiar a relação médico-doente, respeitando os valores e crenças de
cada um, 5) reconhecer as minhas capacidades e limitações na abordagem médica, sendo capaz
contar com os conhecimentos de outrem para evoluir 6) integrar-me nos diferentes serviços e
equipas, procurando contribuir para a produtividade dos mesmos.
a. CIRURGIA GERAL (12/09 A 4/11/2016)
O ano letivo 2016/2017 teve início com o estágio de Cirurgia Geral, com a duração de8 semanas,
realizado no Hospital Beatriz Ângelo (HBA), sob a orientação do Dr. Vítor Moura Guedes, e
regência do Professor Doutor Rui Maio.
Os principais objetivos consistiram na identificação das situações clínicas mais comuns que
necessitam de tratamento cirúrgico, a sua correta avaliação e capacidade de definir prioridades
na adoção de medidas e procedimentos necessários à sua resolução, assim como o
aperfeiçoamento das capacidades de comunicação e trabalho em equipa. Este estágio teve início
com uma semana de aulas teórico-práticas (TP), cujo objetivo era preparar-nos para a prática
clinica. Nesta semana realizamos também o curso TEAM (Trauma Evaluation and Management),
que nos permitiu avaliar cenários hipotéticos de treinar a melhor abordagem aos mesmos.
Durante este estágio, pude acompanhar o meu tutor na enfermaria, bloco operatório, consultas,
reuniões de serviço e multidisciplinares, e ainda nas cirurgias realizadas no Hospital da Luz.
Participei maioritariamente com 2ª ajudante nas cirurgias, gostaria de salientar a minha
participação como 1º ajudante numa Parotidetomia esquerda, por adenoma da parótida, e numa
tiroidectomia total por bócio multinodular. Pude ainda acompanhar vários doentes no
pós-operatório, na enfermaria. No final do estágio decorreu um seminário, com apresentações de
casos clínicos por parte dos alunos do 6ºano (vide Anexo I). Uma das semanas deste estágio foi
passada nas urgências do HBA, passando pelas várias componentes da mesma, deste estágio
5 que sendo a área cirurgia a minha área de eleição, não quero descurar os cuidados médicos,
tendo sempre em mente que o doente não é uma cirurgia, e quero ser capaz de manter o meu
raciocínio clinico nesta área, em prol do bem-estar e cuidado do doente.
Durante este estágio, participei ainda de forma autónoma num workshop de pequena cirurgia,
nas Jornadas de cirurgia Vascular dos Hospitais CUF e nas Jornadas de Neurocirurgia dos
Hospitais CUF, cujos certificados se encontram em anexo.
b. MEDICINA INTERNA (8/11/2016 A 13/01/2017)
O estágio de Medicina, sob a regência do Professor Doutor Fernando Nolasco e orientação da
Dra. Ana Lladó, decorreu no Serviço de Medicina 2 do Hospital Curry Cabral. Os objetivos do
estágio consistiam na aplicação prática dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso,
estimulando o desenvolvimento do raciocínio clínico na abordagem do doente (colheita e
organização da história clínica e exame objectivo), na elaboração de hipóteses de diagnóstico, na
proposta de exames complementares de diagnóstico e sua interpretação, e ainda na formulação
de diagnóstico e de propostas terapêuticas. Tinha também como finalidade a aquisição de
autonomia progressiva e a integração numa equipa médica como elemento indispensável ao seu
bom funcionamento. O trabalho na Enfermaria ocupou a maior parte deste estágio, em que
participei ativamente e com maior autonomia na observação diária de doentes e realização de
diário clínico, tendo aperfeiçoado a colheita de história clínica e realização de exame objectivo,
assim como participado na toma de decisões relativa aos doentes. Frequentei ainda o Serviço de
Urgência semanalmente, as reuniões de serviço e os Journal Club.
No final do estágio os alunos do 6ºano apresentaram em conjunto um seminário, sobre Doença
Renal Crónica (vide Anexo I). Em termos formativos, este estágio teve ainda uma componente
teórica, com aulas lecionadas por vários elementos do Serviço de Medicina, bem como uma
componente TP, com seminários lecionados na Faculdade de Ciências Médicas semanalmente.
6 O estágio de saúde mental, sob a regência do Professor Doutor Miguel Xavier, decorreu no
Centro hospitalar Psiquiátrico de Lisboa, sob a orientação da Dra. Margarida Batista, no serviço
de psicogeriatria. Os principais objetivos deste estágio foram desenvolver competências de
diagnóstico e intervenção na área da Psiquiatria e Saúde Mental no idoso. As atividades práticas
foram desenvolvidas no SU, nas consultas de neuropsiquiatria e nas reuniões clínicas dos
serviços.
Gostaria ainda de salientar que este estágio permitiu o contacto com uma especialidade muito
pouco explorada anteriormente o que me permitiu solidificar conhecimentos de Saúde Mental e
que se revelaram bastante úteis em outras áreas da medicina, tais como na Medicina Geral e
Familiar.
Por último, valorizo também as aulas TP lecionadas pelo Prof. Miguel Xavier, como oportunidade
de revisão e consolidação da abordagem às patologias psiquiátricas em contexto de urgência.
d. MEDICINA GERAL E FAMILIAR (20/02 A 17/03/29017)
Este estágio, sob a regência da Professora Doutora Isabel Santos, foi realizado no Centro de
Saúde dos Olivais, sob a orientação da Dra. Sara João Cardoso. Como objetivos deste estágio
destaco: desenvolver abordagem diagnóstica, terapêutica e preventiva das patologias mais
frequentes da comunidade e compreender a multiplicidade de papéis desempenhados pelo
médico de família, consolidando competências para estabelecer uma relação médico-doente
sólida.
Tive a oportunidade de assistir e participar em consultas de saúde do adulto, consultas de
diabetes e de hipertensão, consultas do dia, saúde infantil/juvenil, saúde materna e consultas de
planeamento familiar. Ao longo do estágio foi-me dada autonomia e oportunidade para dirigir
consultas e para ainda colocar dois implantes subcutâneos de contraceção sempre com
orientação da minha tutora, bem como acompanha-la na realização de visitas domiciliares. No
final do estágio realizei o “Diário de Exercício Orientado‟, que foi objeto de avaliação oral.
7 O Estágio de pediatria foi realizado no Hospital Dona Estefânia, no serviço de Infeciologia, sob a
regência do Professor Doutor Luís Varandas e orientação da Dra. Catarina Gouveia. Os objetivos
fundamentais deste estágio eram o de ficar conhecer as principais patologias que afetam as
crianças e adolescentes (desde a abordagem ao tratamento mais adequado de cada uma delas),
no treino de aptidões de comunicação interpessoal em contexto pediátrico, nomeadamente com a
criança nos diferentes grupos etários e com os seus pais, e ainda no treino da abordagem ao
recém-nascido.
As atividades foram desenvolvidas na Enfermaria, no SU e nas Consultas de Pediatria
(Infeciologia e orto-infeciologia). No final do estágio foi realizado um seminário pelos alunos do
6ºano, com apresentação de casos clínicos (vide Anexo I). As atividades de caráter científico e/ou
pedagógico decorreram semanalmente no Anfiteatro, através de sessões clínicas onde foram
apresentadas revisões teóricas ou casos clínicos.
f. GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA (24/04 A 19/05/2017)
Este estágio, sob a regência da Professora Doutora Teresa Ventura, foi realizado no Hospital
CUF Descobertas, sob orientação da Dra. Eugénia Chaveiro. Como objetivos fundamentais defini
o aperfeiçoamento da relação médico-doente, tendo em conta as particularidades da
especialidade e da sua população-alvo, o desenvolvimento de autonomia na realização de
procedimentos como colheita de história clínica dirigida, realização de exame ginecológico e
obstétrico, assim como a aquisição de mais conhecimentos sobre o desenvolvimento normal de
uma gravidez e da patologia ginecológica e materno-fetal. As atividades foram desenvolvidas na
Enfermaria, BO, bloco de partos, no SU e nas Consultas de Ginecologia e Obstetrícia Geral e de
gravidez de risco. No final do estágio, na última semana foram apresentados pelos alunos de 6º
ano trabalhos de revisão científica e casos clínicos (vide Anexo I).
g. OPCIONAL - TRAUMA (23/05 A 3/06/2017)
Como unidade curricular (UC) opcional escolhi a cadeira de Trauma, regida pelo Professor Doutor
8 decorreram nas segundas-feiras, e uma componente prática, que decorreu no Hospital de São
José, em que pude assistir e participar nas atividades desenvolvidas nos Cuidados intensivos,
VMER, neurocríticos, Unidade Vertebro-medular, Neurocirurgia, Unidade de queimados e Cirurgia
Maxilo-facial. Destaco a oportunidade de participar como observadora no curso ATLS (Advanced
Trauma Life Support), que decorreu nos dias 26, 27 e 28 de Maio, no Hospital de São Francisco
Xavier.
III. R
EFLEXÃOC
RÍTICATerminado este ano letivo, considero que cumpri os objetivos inicialmente propostos, sobretudo
no que diz respeito à autonomia, que tanto queria adquirir, e que fez deste 6ºano, um ano muito
enriquecedor e estimulante. Esta autonomia, que é aquilo que na minha opinião diferencia este
ano profissionalizante, foi-nos dada de forma progressiva, sendo que destaco o estágio de
Medicina Interna e de Medicina Geral e Familiar como aqueles em que foi possível ser mais
autónoma e sentir que já estava integrada num serviço definitivo como médica. Claro que tal só é
possível devido às características mais generalistas destes estágios, e também por serem
especialidades com maior contato nos anos prévios. Considero que o estágio de Medicina foi um
dos mais bem conseguidos durante este ano, tendo verificado uma evolução significativa durante
as 8 semanas da sua duração. Ao longo deste período fui integrada não só como aluna, mas
como o membro mais novo da equipa, com responsabilidades crescentes e apoio por parte de
todos os profissionais de saúde, que sempre se mostraram disponíveis para me ajudar perante
alguma dificuldade e por isso aqui fica o meu sincero agradecimento e reconhecimento.
Relativamente aos objetivos específicos quer a consolidação de conhecimentos quer o treino das
minhas aptidões clínicas foi muito trabalhado este ano. Destaco sobretudo os estágios de
Ginecologia e Obstetrícia e de Pediatria onde reconhecia no início deste ano uma maior falha de
competências, muito em parte devido a esta população alvo ser mais específica e com maiores
particularidades, do que aquelas com que estamos mais habituados a lidar, mas que sinto mais
9 Noto claramente que houve uma evolução muito positiva na minha formação, sobretudo graças à
diversidade de atividades que nos foram proporcionadas durante cada um destes estágios. Em
termos de aptidões interpessoais e de trabalho em equipa, senti também uma evolução,
transversal a todos os estágios, talvez inerente ao papel ativo e de membro integrante das várias
equipas que me foi atribuído ao longo deste ano.
O nosso trabalho como alunos é condicionado por várias situações, nomeadamente rácio
médico/doente e tutor/aluno, a relação que se estabelece com o tutor, entre outras, no entanto,
sou da opinião que o nosso empenho e iniciativa, serão aquilo que nos vai permitir absorver ao
máximo o que o estágio tem para nos dar, e sair dele com as ferramentas necessárias ao nosso
futuro, que é um dos objetivos do MIM.
Assim, posso dizer que me esforcei e me dediquei arduamente durante este ano letivo de forma
a extrair o máximo de conhecimentos e ganhar o máximo de aptidões possível. Da mesma forma,
tentei ao máximo integrar-me nas equipas em que estive e fazer com que me fosse dada cada
vez mais autonomia nas tarefas que desempenhei, reconhecendo os meus limites, o que me
permite também identificar necessidades de aprendizagem, para que possa evoluir de uma forma
mais completa nas minhas aptidões clinicas.
Esta é uma postura que pretendo manter em toda a carreira médica, por considerar fundamental
para a boa prática da Medicina e para o benefício dos doentes.
Considero pertinente destacar o facto de ter sido trabalhadora-estudante durante o curso e até
Fevereiro de este ano. A minha formação em enfermagem foi uma grande mais-valia para este
curso, dando-me uma atitude mais madura perante os doentes, mas ao mesmo tempo
permitiu-me intercalar conhecipermitiu-mentos e tirar ainda mais partido dos mopermitiu-mentos de ensino. É uma profissão
muito centrada no doente e com uma visão holística do mesmo, cujo principal objetivo é cuidar e
não só tratar, o que me permitiu estar mais a vontade com os doentes ao longo deste curso, e
tem ter especial atenção a alguns detalhes, que poderia não ter julgado importante se não tivesse
10 no bloco operatório, o que me permitiu conhecer e conviver com duas vertentes muito distintas da
medicina. A cirurgia sempre foi a minha área de eleição, e o fato de ter trabalhado no bloco só
serviu para consolidar ainda mais as minhas convicções, no entanto dou uma importância
extrema à componente médica, e destaco a sua importância na minha formação enquanto aluna
e futura médica. Foi complicado conciliar estudos e trabalho, no entanto foi decerto enriquecedor.
Requereu bastante esforço da minha parte, mas valeu a pena, até porque a enfermagem e a
medicina vão estar sempre ligadas, e o fato de já ter estado do outro lado da equipa permite-me
olhar para os enfermeiros com um respeito imenso.
A escolha da opcional de Trauma deveu-se essencialmente ao fato de ser uma área pela qual
nutro bastante um elevado interesse, tal como acirurgia geral. Foi uma disciplina muito útil, e que
deveria fazer parte do conteúdo programático obrigatório, isto porque qualquer um de nós pode
estar perante uma situação mais grave, quer seja no centro de saúde, quer seja num hospital
mais periférico e com menos capacidades, até mesmo na rua), e esta UC dá-nos as bases para
atuar da melhor forma em virtude do bem-estar do doente. Para além disso pude participar no
ATLS, ainda que apenas como observadora, o que foi uma grande mais-valia.
Durante o presente ano letivo, e como formação complementar realizei um workshop de pequena
cirurgia no início do ano letivo, que foi bastante útil, uma vez que esta componente prática é
bastante descurada durante o curso, permitindo-me de futuro, durante o exercício da medicina um
maior conhecimento, controlo e cuidado na sua realização, principalmente a quando da minha
participação como médica nas urgências hospitalares.
Em termos globais, considero que através do trabalho que realizei ao longo deste ano e do curso
cumpri com os objetivos propostos e a evolução que senti como futura médica e como pessoa
permite-me olhar para o futuro com expectativas elevadas. Por fim, após este percurso
académico tão enriquecedor a tantos níveis, não posso deixar de agradecer a todos os
professores, assistentes, orientadores, profissionais e colegas que me ajudaram e
11
IV. A
NEXOS Anexo I: Trabalhos realizados no âmbito do estágio profissionalizante
Anexo II: Atividades Extracurriculares
A. Workshop de Pequena Cirurgia, BLOCOMED
B. Jornadas de Cirurgia Vascular dos Hospitais CUF
C. Jornadas de Neurocirurgia dos Hospitais CUF
D. Certificado de participação no TEAM
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ANEXO I
Trabalhos realizados no âmbito do estágio profissionalizante
Estágio Tema e autores
Cirurgia Geral Caso clinico : Hérnia do hiato
Maria do Carmo Girão; Mariana Lourenço; Mariana Soares
Branco
Medicina Interna Doença renal Crónica, diálise e transplantação
Álvaro Silva; Catarina Brás; Ana Carolina Vasques; João
Coimbra; Maria do Carmo Girão; Marisa Pereira
Pediatria Caso clinico: Icterícia neonatal
Christopher Saunders; Maria do Carmo Girão; Mariana
Lourenço
Ginecologia e Obstetrícia Proteinúria na gravidez
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ANEXO II
Actividades extra-curriculares
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15
16
17