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A importância do COTER na

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(1)
(2)
(3)

A importância do COTER na Força Terrestre

ASSUNTO

(4)

Apresentar aos futuros Comandantes, Chefes e Diretores das Organizações Militares a atuação do COTER

OBJETIVO

(5)

1. INTRODUÇÃO

2. CONJUNTURAS SULAMERICANA E NACIONAL 3. O COTER

4. AS SUBCHEFIAS 5. CONCLUSÃO

SUMÁRIO

(6)

SUMOP

(7)

SUMOP

(8)

solução pacífica dos conflitos abundância de recursos naturais

raízes históricas comuns assimetrias regionais e sociais bolsões de insegurança urbana elevado potencial agroindustrial

baixa densidade demográfica

distância dos maiores centros de poder

CONJUNTURA SULAMERICANA

(9)

Narcoguerrilha Pressão militar

EQUADOR

Neopopulismo

Movimento autonomista

Revisionismo do período militar

Aumento do Poder Militar

CONJUNTURA SULAMERICANA

Entorno do Atlântico ZEE + Plataforma

Continental =>

4.489.919 km² Pré-Sal

95% do Comércio Exterior - via marítima

(10)

“Brasiguaios”

Tráfico de armas e drogas

Hidrelétrica de ITAIPU

“Brasivianos” e Narcotráfico

Tráfico de armas e drogas

Tríplice Fronteira

Terras Indígenas Garimpos

Ilegais

Contrabando de madeira

Desastres Naturais

CONJUNTURA NACIONAL

Amazônia

Área: 8.514.876,60 km² 27 UF , 5.565 Mcp

Pop 190 milhões Fron com 10 países 16.886 Km de fronteira

7.367 Km de litoral Busca projeção

internacional 10

(11)

CONSTITUIÇÃO ( Art 142 ) LEI COMPLEMENTAR

Defesa da Pátria

Garantia da Lei e da Ordem

Garantia dos Poderes Constitucionais

Ações Subsidiárias

Participar de operações internacionais (política exterior do País)

MISSÃO DAS FA

(12)

MISSÃO DO EXÉRCITO

ANÁLISE E NOVO ENUNCIADO

Contribuir para a garantia da soberania nacional, dos poderes constitucionais, da lei e da ordem, salvaguardando os interesses nacionais, e cooperando com o desenvolvimento nacional e o bem-estar social.

Para isto, preparar a Força Terrestre, mantendo-a em permanente estado de prontidão.

Leis Complementares

12

(13)

OPERACIONAL

Eco e Finanças

C & T ENSINO

PESSOAL LOGÍSTICO

órgãos de assistência direta e imediata do Comandante

órgãos de assessoramento superior órgão de direção geral

órgãos de direção setorial

FORÇA TERRESTRE FORÇA TERRESTRE

órgãos de direção setorial órgãos de direção setorial órgãos de direção setorial órgãos de direção setorial

LEGENDA

ORGANOGRAMA DO EXÉRCITO

(14)

A TRANSFORMAÇÃO DO EB

- separar meios operacionais (inclui logística) de administrativos

- migrar efetivos da Administração para as Operações

- passar da estrutura de paz para a de guerra de forma fácil - criar uma doutrina

- passar da Era Industrial para a Era do Conhecimento

PREPARAÇÃO (diagnósticos)

2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016

EXPERIMENTAÇÃO e

IMPLANTAÇÃO TRANSFORMAÇÃO

14

(15)

PROJETOS ESTRATÉGICOS DO EXÉRCITO

(16)

PARTICIPAÇÃO DO COTER

PROJETOS ESTRATÉGICOS DO EXÉRCITO

Requisitos para os atuadores do SISFRON

Simulação em todos projetos

Centro de Coordenação de

Operações Terrestres Interagências (CCOTI-BR)

16

(17)

COTER - MISSÃO

Orientar e coordenar o preparo e o

emprego da Força Terrestre, em

conformidade com as diretrizes do

Comandante do Exército e do EME.

(18)

Legenda:

Vinculado Subordinado

ORGANOGRAMA DO COTER

(19)

COMPETÊNCIA

Orientar e coordenar o PREPARO da Força Terrestre

2013

(20)

INFORMAÇÕES OPERACIONAIS

20

(21)

CONTRATO DE OBJETIVOS

estágios simulação avaliação adestramento exercício de mobilização experimentação doutrinária

(22)

OPERAÇÕES DA FORÇA TERRESTRE

22

(23)

OPERAÇÕES CONJUNTAS DO MD

(24)

OPERAÇÕES CONJUNTAS DO MD

24

(25)

MANUTENÇÃO PREVENTIVA

PROPOSTAS

1.Inserção formal da MANUTENÇÃO PREVENTIVA em todas as atividades, com INSPEÇÃO ao término.

2.Previsão de uma jornada semanal completa dedicada à MANUTENÇÃO PREVENTIVA, em dia de expediente integral; e

3.Previsão de INSPEÇÕES (previstas e inopinadas) de comando, de manutenção e técnicas.

OBJETIVOS

1.Difundir, estimular e executar a MANUTENÇÃO PREVENTIVA;

2.Aprimorar a capacitação técnica em MANUTENÇÃO;

3.Preparar a OM e militares para as INSPEÇÕES; e

4.MANTER O PRONTO EMPREGO DA FORÇA TERRESTRE.

(26)

- qualificou mais de 139.000 militares, com cerca de 70% de percentual de aproveitamento no mercado de trabalho.

PROJETO SOLDADO CIDADÃO

26

(27)

ACOMPANHAMENTO DOUTRINÁRIO

Lições aprendidas Documentos

de Instrução Experimentações Doutrinárias

(28)

GARANTIA DA VOTAÇÃO E APURAÇÃO

I - orientar e coordenar o EMPREGO da Força Terrestre

GLO

9ª Bda Inf Mtz

-Sapo -Senador Camará e Fumacê-Realengo

Bda Inf Pqdt

-Caxangá-Tanque e Covanca-Freguesia

411 Mcp

(29)

OPERAÇÕES

Pa a pé 68.213

Pa Mtz 55.169

Pa com moto 867

Pa Mec 1.753

APREENSÕES

Drogas 166 Kg

Detenções 470

Prisões 253

Auto/moto 499

fuzis 12

Pst/Revolver 28

Rd Com 87

OPERAÇÃO ARCANJO

(30)

OPERAÇÃO RONDÔNIA

30

(31)

OPERAÇÃO MARANHÃO

(32)

OPERAÇÃO CEARÁ

32

(33)

OPERAÇÃO BAHIA

(34)

Segurança de Embaixada no

Congo

OPERAÇÃO DIAMANTE

34

(35)

Dec nº 7.496, de 8 Jun 11

OPERAÇÕES CONJUNTAS INTERAGÊNCIAS

(36)

OPERAÇÃO ÁGATA

36

(37)

OPERAÇÃO ÁGATA

(38)

OPERAÇÕES 2013

Operação Mês

Plj Estrt Amz (novas ameaças) ABRIL Op ÁGATA 7, 8 e 9 TODA FRONTEIRA MAIO

COPA DAS CONFEDERAÇÕES JUNHO

JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE JULHO Plj Estrt ATLÂNTICO (novas ameaças) SETEMBRO Op Adst Cj CRISTAL

OUTUBRO Pl Op / Tat AMAZÔNIA

ADESTRAMENTO CMS OUT / NOV

Pl Op / Tat ATLÂNTICO NOVEMBRO

38

(39)

GRANDES EVENTOS

(40)

GRANDES EVENTOS

40

(41)

MB EB FAB

GRANDES EVENTOS

(42)

OPERAÇÃO LIBERDADE

(43)

Aeroporto de Porto Velho RONDONIA

Duplicação da BR 101 RN - PB - PE

Aeroporto de São Gonçalo do Amarante - RN

Integração da Bacia do Rio São Francisco

Ponte sobre o Rio Itacutu RORAIMA

AÇÕES SUBSIDIÁRIAS

(44)

OPERAÇÃO PIPA

VEÍCULOS Qnt Valor

Total

Caminhão Militar 5 Ton 459 137.700.000,00 Caminhão 7 Ton carga geral 300 62.400.000,00 Carro Pipa Militar 12.000 l 110 38.940.000,00 Jipe Militar 48 8.832.000,00 Pick Up Militar 272 42.160.000,00 Pick Up Civil 20 2.200.000,00 Reservatório Flexível 759 6.072.000,00 Postos de Combustível 32 11.078.000,00

TOTAL 309.382.000,00

44

(45)

 municípios atendidos: 715

 carros pipa contratados: 4.051

 população assistida: 3.235.145

 plano de trabalho: cerca de R$ 40.000.000,00/mês

ABRANGÊNCIA DA OPERAÇÃO PIPA

(46)

CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA

Avaliar a instrução militar e a capacidade operacional da F Ter

46

(47)

CENTROS DE AVALIAÇÃO

Avaliação nível Btl/SU com seus Sist Op

EVOLUÇÃO

(Port Nr 003 de 20 Jan 11) mais 2 CAADEX

- CMA - Selva - CMS - Bld

(48)

SISTAVOP

48

(49)

SISTAVOP

(50)

INTERVALO

(51)

COMPETÊNCIA

Orientar e coordenar o preparo de tropa destinada ao

cumprimento de missão de paz e de militares designados para missões individuais de paz;

(52)

MISSÕES DE PAZ

DPKO

UNMIL- Libéria

UNOCI - C. do Marfim MINUSTAH - Haiti UNFICYP - Chipre

MINURSO - Saara Ocidental UNISFA - Sudão (Abyei) UNMISS - Sudão do Sul UNMIT - Timor Leste

MARMINAS - Peru/ Equador

Gp Mon Interamericano - Colômbia

1.648 militares levando a Bandeira brasileira a 13 países

52

(53)

COMPETÊNCIA

Coordenar as atividades de interesse do Exército em relação às PM e aos CBM

A CF/88 recepcionou o Dec-Lei nº 667- REORGANIZA AS PM/CBM, de 2 Jul 69, definindo as ATRIBUIÇÕES DA IGPM:

controlar a organização, os efetivos e a articulação das PM/CBM;

coordenar e distribuir vagas em cursos em estabelecimentos de ensino das FA;

selecionar e indicar PM/BM para participar de missões de paz da ONU;

controlar e autorizar o Qtde/qualidade do Mat Bel;

colaborar nos estudos versando sobre direitos, deveres, justiça e garantias; e

(54)

CMA CMNE CMO CML CMS CMP

0 10000 20000 30000 40000 50000 60000 70000 80000 90000

AC AP AM PA RO RR AL BA CE MA PB PE PI RN SE MS MT ES MG RJ SP PR RS SC DF GO TO

Menos de 50% Prev AC, AL, AP e RR

Mais de 80% Prev CE, GO, MG, PE, e SP

Melhor Pop/Ef RO, AP e DF

Pior Pop/Ef MA, PR, SC, PI, CE e PA

EFETIVO POLICIAL MILITAR

previsto existente

(55)

CMA CMNE CMO CML CMS CMP 0

5000 10000 15000 20000 25000

AC AP AM PA RO RR AL BA CE MA PB PE PI RN SE MS MT ES MG RJ SP PR RS SC DF GO TO

Menos de 25% Prev  AC, MT, PI e RR Mais de 80% Prev  ES e MG

Melhor Pop/Ef  RJ, AP e DF Pior Pop/Ef  PI, AM, CE e MA

EFETIVO CBM

previsto existente

(56)

COMPETÊNCIA

Atuar como órgão central do Sistema de Aviação do Exército

ATIVIDADE ATUAÇÃO DO COTER ATUAÇÃO Do COLOG/DMAVEX

Qualificação de recursos humanos na área de Aviação.

- Coordenação dos cursos.

- Coordenação da seleção de pessoal.

- Solicitação da contratação do Curso ao COLOG/ DMAvEx.

Contratação do curso na área interna e/ou

externa.

Planejamento do Emprego da Av EX, com base no

custo da Hora de Voo.

Consulta anual ao

COLOG/DMAVEX sobre o custo da Hora de Voo.

Cálculo anual do custo da Hora de Voo.

PREPARO Av Ex

(57)

EMPREGO Av Ex

ATIVIDADE ATUAÇÃO DO COTER ATUAÇÃO Do

COLOG/DMAVEX

Planejamento do Emprego da Av Ex em

apoio ao EB

Solicita ao COLOG/DMAVEX a disponibilidade anual de HV

Informa a disponibilidade anual de HV

Emprego da Av Ex em Operações

(Serrana, Pacificação, Arcanjo,etc.)

-Contrata do COLOG/DMAVEX HV para atender à missão.

-Repassa para o

COLOG/DMAVEX os recursos financeiros correspondentes às HV contratadas.

- Utiliza as disponibilidades em manutenção e suprimento existentes para atendimento imediato da missão.

- Repõe os meios de manutenção e suprimento utilizados com os recursos recebidos.

(58)

AERONAVES DA Av Ex

BLACK HAWK 04 – 4º BAvEx – Manaus

COUGAR 04 – 4º BAvEx – Manaus 04 – CAvEx – Taubaté

ESQUILO 28 – C Av Ex – Taubaté

05 – 3º BAvEx – Campo Grande

PANTERA 04 – 4º BAvEx – Manaus 20 – C Av Ex – Taubaté

08 – 3º BAvEx – Campo Grande CARACAL

01 – C Av Ex – Taubaté

58

(59)

AERONAVES DA AV EX

CARACAL

(60)

COMPETÊNCIA

Gerenciar o Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos do Exército

60

(61)

COMPETÊNCIA

Atuar como órgão central do Sistema de Comando e Controle

Transmisssão de dados por satélite

(62)

COMPETÊNCIA

Atuar como órgão central do Sistema de Informações Operacionais Terrestres

Produção de informações necessárias ao

preparo e ao emprego

(63)

Atuar como órgão central do Sistema de Informações Operacionais

COMPETÊNCIA

O SIOp tem por finalidade produzir as

informações necessárias ao funcionamento dos

sistemas operacionais.

(64)

Sistema Portuário Alimentação

Serviços de Emergência Recursos Hídricos

Tecnologia Saúde Serviços Energia Indústria Defesa Finanças

Esquema de Manobra Inimigo

Topografia Hidrografia Transporte

- Favorecer a interação dos

elementos de combate, de Ap Cmb e Log.

- Favorecer a integração e a

otimização do uso dos recursos informacionais necessários ao Emp Op da F Ter.

- Possibilitar a integração dos dados para a produção do conhecimento de inteligência.

- Propiciar a integração com os sistemas congêneres das

demais Forças Armadas, tendo em vista a realização de

operações conjuntas .

SIOp

64

(65)

SIOp

-Criar um ambiente integrado de Info e Com para apoiar o Cmt e EM na:

- Avl Sit ;

- Plj de operações futuras;

- elaboração e difusão de O Op;

- condução e Ct das Op;

- Plj e Ct de Op conjuntas;e - gerenciamento de Log e de pessoal.

(66)

COMPETÊNCIA

Atuar como órgão central do Sistema de Operações Psicológicas

Nível Rspnl Elb Dtz Rspnl Plj Área de Atuação

Estratégico

Público alvo em todo território nacional

Operacional

Tático Público alvo no

interior da Área de Responsabilidade

66

(67)

COMPETÊNCIA

Atuar como órgão central do Sistema de Simulação de Combate

GUARANI

PROTEGER

(68)

SIMULAÇÃO DE COMBATE

COMBATER

68

(69)

- Nível: FTC, DE, Bda e Btl/Rgt - Tecnologia 3D

- Engajamento automatizado -Cartas digitais

-Estruturado no QC/ QDM - Integrado com o C2 da FTer - Simulação remota (net)

- Controle do COTER - Valorização do PRC

- Permite integrar simuladores

- Calcado nos princípios de guerra - Permite validar as HE

VANTAGENS

(70)

SIMULAÇÃO DE COMBATE

70

(71)

COMPETÊNCIA

Atuar como órgão central do Sistema Integrado de Monitoramento das Fronteiras

(72)

SISFRON

Comando de Informações

72

(73)

- radar de vigilância terrestre – Sentir M-20

- optrônicos (monóculo de visão terrestre, imageador termal) - VANT – similar ao Hermes 90

- transceptores de comunicação

- software C2 em Combate – sistema de apoio à decisão - demanda pelo satélite nacional

- embarcações - veículos

- armas e equipamentos

SISFRON - BENEFÍCIOS

(74)

COMPETÊNCIAS

Atuar para acionamento, direção, controle e avaliação do Sistema de Defesa Química, Biológica e Nuclear.

SDQBNREx

Força de Resposta a Emergência

Mob C Mob

Ptc

74

(75)

FORÇA DE RESPOSTA A EMERGÊNCIA

(76)

COMPETÊNCIA

Utilizar instalações para coordenar o Gabinete de Crise

76

(77)

CCOTI-BR

(78)

ASSUNTO

11/58

1ª SUBCHEFIA

PREPARO OPERACIONAL DA

FORÇA TERRESTRE

(79)

Conhecer, de forma sintética:

- A organização

- O funcionamento

- As principais atividades da 1ª SCh ligadas ao preparo da F Ter.

OBJETIVO

(80)

1. Missão.

2. Estrutura Organizacional.

3. Divisão de Instrução Militar.

4. Divisão de Acompanhamento Doutrinário

5. Divisão de Simulação 6. Divisão de Apoio

SUMÁRIO

(81)

Planejar, orientar, coordenar,

controlar e avaliar a execução do preparo da Força Terrestre.

MISSÃO

(82)

ORGANOGRAMA DA 1ª S Ch

Instrução Militar

1º Subchefe Assistente

Simulação

de Combate Apoio Acomp

Doutrinário

Sec Adm

Editoração Gráfica SISTAVOP

PSC

(83)

DIVISÃO DE INSTRUÇÃO

MILITAR

(84)

DIVISÃO DE INSTRUÇÃO MILITAR

Doc de Instrução

T F M

Segurança na Instrução

Projeto Soldado Cidadão

(85)

DOCUMENTAÇÃO DE INSTRUÇÃO

- PRESSUPOSTOS BÁSICOS;

- O ANO DE INSTRUÇÃO;

- INSTRUÇÃO INDIVIDUAL;

- CAPACITAÇÃO TÉCNICA E TÁTICA DO EP;

- ADESTRAMENTO;

- IM DE ELEMENTOS DE NATUREZA DIVERSA;

- PREVENÇÃO E SEGURANÇA;

- SISTEMAS DE APOIO À IM;

- PLANEJAMENTO DE RECURSOS PARA A INSTRUÇÃO;

- ESTÁGIOS;

- COMPETIÇÕES DE IM E DESPORTIVAS;

- ATIVIDADES CONJUNTAS;

- RELATÓRIOS;

(86)

DOCUMENTAÇÃO DE INSTRUÇÃO

2012

O PIM É UMA

FERRAMENTA PARA CONTROLAR,

COORDENAR E

ORIENTAR O PREPARO.

DETALHA AS OPERAÇÕES E AS

METAS A SEREM ATINGIDAS ANUALMENTE.

(87)

T F M

CAPÍTULO 4

PLANEJAMENTO DO TFM

C 20-20

ARTIGO II

DIVISÃO POR GRUPAMENTOS

b. Poder-se-á adotar, para a divisão da tropa, um dos seguintes processos:

(1) por frações;

(2) por nível de aptidão física; e (3) individual.

c. Em sessões mistas, poderão ser adotados diferentes processos para cada atividade. Por exemplo, numa sessão onde esteja previsto aquecimento, PTC e corrida, pode ser utilizada a divisão por frações nas duas primeiras atividades e reunida a tropa por nível de condição física na corrida.

d. Poderão ser utilizados, ao mesmo tempo, dois processos de divisão, como, por exemplo, quando o S/3 divide, para o TFM, o Btl por Cia (por frações) e o Cmt Cia a divide por níveis de aptidão física.

(88)

T F M

4-4. POR FRAÇÕES

Os grupamentos são formados pelas próprias frações previstas no Quadro de Cargos Previstos (QCP) de sua OM. Exemplo: o batalhão poderá ser dividido por SU para a realização do TFM.

a. Vantagens

(1) Desenvolve o espírito de corpo.

(2) Permite ao comandante atuar sobre sua tropa.

(3) Facilita o controle de toda a fração.

b. Desvantagens

(1) Não leva em consideração a individualidade biológica.

(2) Dificulta o controle sobre todos os executantes, no caso de grandes efetivos.

c. Recomendação - Esta divisão deve ser utilizada no aquecimento e em

situações especiais, quando a sessão de TFM não seja de intensidade forte, não havendo necessidade de preocupação com o princípio da individualidade biológica, ou onde este princípio seja observado por uso de implementos diversos dentro da mesma sessão (PTC).

(89)

T F M

4-5. POR NÍVEL DE CONDIÇÃO FÍSICA

a. Os militares devem ser distribuídos em grupamentos em que todos possuam aproximadamente a mesma aptidão,... Esta divisão deve ser baseada no resultado do TAF e no desempenho apresentado nas sessões.

c. Vantagens

(1) Permite colocar juntos elementos de mesma aptidão física, possibilitando o máximo rendimento.

(2) Diminui o risco de lesões.

d. Desvantagem - Dificulta o controle do comandante sobre a sua fração.

e. Recomendação - Esta divisão é recomendada a todas as OM, principalmente para o desenvolvimento dos padrões de desempenho físico. Apesar de sua maior descentralização, ainda permite o controle, podendo ser utilizados monitores para auxiliar na execução correta dos exercícios e/ou para acompanhamento da corrida. Cabe ao OTFM decidir o número necessário de monitores, de acordo com o efetivo do grupamento e a complexidade das sessões. Este processo possibilita maiores ganhos fisiológicos do que a divisão por frações e maior controle do que

(90)

SEGURANÇA NA INSTRUÇÃO

a. O principal valor do Exército está em seus recursos humanos.

b. As atividades militares são revestidas de risco por sua própria natureza.

c. Legislação básica: CI 32/1 – Prevenção de Acidentes de Instrução (conhecimento obrigatório) e CI 32/2–

Gerenciamento de Risco Aplicado às Atividades Militares (Formulário de Gerenciamento de Risco) .

d. CI 32/1 - “A prevenção de acidentes de instrução faz parte das funções e responsabilidades dos Cmt, chefes e diretores, em todos os níveis (Ação de Comando).”

e. CI 32/1 - “Cada OM deve designar, em BI, um Oficial de Prevenção de Acidente.”

(91)

SEGURANÇA NA INSTRUÇÃO

- 2007 a 2011 - 11 mortes em acidentes com armamento (31% com 7,62 mm e 25% com 9 mm).

- 47 % dos acidentes na instrução em 2010 foram com Vtr e 52% em 2011.

- Em 2011, os acidentes de trânsito responderam

por 80 % dos acidentes fora do Sv e da Instr.

(92)

PROJETO SOLDADO CIDADÃO

Em 2011 o MD celebrou um Acordo de

Cooperação com o MEC, através do PROGRAMA

NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E

EMPREGO (PRONATEC).

(93)

DIVISÃO DE

ACOMPANHAMENTO

DOUTRINÁRIO

(94)

ACOMPANHAMENTO DOUTRINÁRIO

Representar o COTER no desenvolvimento do Sistema de Doutrina Militar Terrestre, cujo órgão central é o EME

Elaborar Programas-Padrão

Elaborar Cadernos de Instrução

Acompanhar as experimentações doutrinárias

PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES

(95)

ACOMPANHAMENTO DOUTRINÁRIO

TRABALHO ELABORADO POR MILITAR DO EXÉRCITO

O COTER ASSESSORA O EME NA APRECIAÇÃO DOS TRABALHOS RELACIONADOS COM O PREPARO

E O EMPREGO DA FORÇA TERRESTRE

DEVE SER ORIGINAL, TER REPERCUSSÃO POSITIVA, CONTRIBUIR PARA A EVOLUÇÃO

DA DOUTRINA E TER VALOR DIDÁTICO

(96)

DIVISÃO DE

SIMULAÇÃO DE

COMBATE

(97)

SIMULAÇÃO DE COMBATE

Virtual

Viva

Construtiva

(98)

SIMULAÇÃO DE COMBATE

PROJETOS

 CUSTOMIZAÇÃO DO SISTEMA COMBATER

 CENTRO DE ADESTRAMENTO DE POSTOS DE CMDO

 INTEGRAÇÃO DE SIMULADORES

 EXPERIMENTAÇÃO COM SIMULADORES VIRTUAIS

TIRO

CONDUTA AUTO

(99)

DIVISÃO DE APOIO

Recursos Padrão

- Previamente definidos pelo COTER, segundo série histórica, de repasse automático (sem a necessidade de solicitação);

- Atendimento das atividades decorrentes da IIB, IIQ, PAB e CTTEP.

Recursos Específicos

- Destinados a atender as necessidades dos C Mil A para as Atv Instr, que devem ser acordados, anualmente, no Contrato de Objetivos do COTER (MIAIM de dupla finalidade)

Combustível Operacional

Rações Operacionais

(100)

CONCLUSÃO

O CMT DE OM

conhecimento profissional orientação/coordenação

e fiscalização

AÇ CMDO LIDERANÇA

(101)

ÊXITO NA

MISSÃO

Referências

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