A importância do COTER na Força Terrestre
ASSUNTO
Apresentar aos futuros Comandantes, Chefes e Diretores das Organizações Militares a atuação do COTER
OBJETIVO
1. INTRODUÇÃO
2. CONJUNTURAS SULAMERICANA E NACIONAL 3. O COTER
4. AS SUBCHEFIAS 5. CONCLUSÃO
SUMÁRIO
SUMOP
SUMOP
solução pacífica dos conflitos abundância de recursos naturais
raízes históricas comuns assimetrias regionais e sociais bolsões de insegurança urbana elevado potencial agroindustrial
baixa densidade demográfica
distância dos maiores centros de poder
CONJUNTURA SULAMERICANA
Narcoguerrilha Pressão militar
EQUADOR
Neopopulismo
Movimento autonomista
Revisionismo do período militar
Aumento do Poder Militar
CONJUNTURA SULAMERICANA
Entorno do Atlântico ZEE + Plataforma
Continental =>
4.489.919 km² Pré-Sal
95% do Comércio Exterior - via marítima
“Brasiguaios”
Tráfico de armas e drogas
Hidrelétrica de ITAIPU
“Brasivianos” e Narcotráfico
Tráfico de armas e drogas
Tríplice Fronteira
Terras Indígenas Garimpos
Ilegais
Contrabando de madeira
Desastres Naturais
CONJUNTURA NACIONAL
Amazônia
Área: 8.514.876,60 km² 27 UF , 5.565 Mcp
Pop 190 milhões Fron com 10 países 16.886 Km de fronteira
7.367 Km de litoral Busca projeção
internacional 10
CONSTITUIÇÃO ( Art 142 ) LEI COMPLEMENTAR
Defesa da Pátria
Garantia da Lei e da Ordem
Garantia dos Poderes Constitucionais
Ações Subsidiárias
Participar de operações internacionais (política exterior do País)
MISSÃO DAS FA
MISSÃO DO EXÉRCITO
ANÁLISE E NOVO ENUNCIADO
Contribuir para a garantia da soberania nacional, dos poderes constitucionais, da lei e da ordem, salvaguardando os interesses nacionais, e cooperando com o desenvolvimento nacional e o bem-estar social.
Para isto, preparar a Força Terrestre, mantendo-a em permanente estado de prontidão.
Leis Complementares
12
OPERACIONAL
Eco e Finanças
C & T ENSINO
PESSOAL LOGÍSTICO
órgãos de assistência direta e imediata do Comandante
órgãos de assessoramento superior órgão de direção geral
órgãos de direção setorial
FORÇA TERRESTRE FORÇA TERRESTRE
órgãos de direção setorial órgãos de direção setorial órgãos de direção setorial órgãos de direção setorial
LEGENDA
ORGANOGRAMA DO EXÉRCITO
A TRANSFORMAÇÃO DO EB
- separar meios operacionais (inclui logística) de administrativos
- migrar efetivos da Administração para as Operações
- passar da estrutura de paz para a de guerra de forma fácil - criar uma doutrina
- passar da Era Industrial para a Era do Conhecimento
PREPARAÇÃO (diagnósticos)
2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | 2015 | 2016
EXPERIMENTAÇÃO e
IMPLANTAÇÃO TRANSFORMAÇÃO
14
PROJETOS ESTRATÉGICOS DO EXÉRCITO
PARTICIPAÇÃO DO COTER
PROJETOS ESTRATÉGICOS DO EXÉRCITO
Requisitos para os atuadores do SISFRON
Simulação em todos projetos
Centro de Coordenação de
Operações Terrestres Interagências (CCOTI-BR)
16
COTER - MISSÃO
Orientar e coordenar o preparo e o
emprego da Força Terrestre, em
conformidade com as diretrizes do
Comandante do Exército e do EME.
Legenda:
Vinculado Subordinado
ORGANOGRAMA DO COTER
COMPETÊNCIA
Orientar e coordenar o PREPARO da Força Terrestre
2013
INFORMAÇÕES OPERACIONAIS
20
CONTRATO DE OBJETIVOS
estágios simulação avaliação adestramento exercício de mobilização experimentação doutrinária
OPERAÇÕES DA FORÇA TERRESTRE
22
OPERAÇÕES CONJUNTAS DO MD
OPERAÇÕES CONJUNTAS DO MD
24
MANUTENÇÃO PREVENTIVA
PROPOSTAS
1.Inserção formal da MANUTENÇÃO PREVENTIVA em todas as atividades, com INSPEÇÃO ao término.
2.Previsão de uma jornada semanal completa dedicada à MANUTENÇÃO PREVENTIVA, em dia de expediente integral; e
3.Previsão de INSPEÇÕES (previstas e inopinadas) de comando, de manutenção e técnicas.
OBJETIVOS
1.Difundir, estimular e executar a MANUTENÇÃO PREVENTIVA;
2.Aprimorar a capacitação técnica em MANUTENÇÃO;
3.Preparar a OM e militares para as INSPEÇÕES; e
4.MANTER O PRONTO EMPREGO DA FORÇA TERRESTRE.
- qualificou mais de 139.000 militares, com cerca de 70% de percentual de aproveitamento no mercado de trabalho.
PROJETO SOLDADO CIDADÃO
26
ACOMPANHAMENTO DOUTRINÁRIO
Lições aprendidas Documentos
de Instrução Experimentações Doutrinárias
GARANTIA DA VOTAÇÃO E APURAÇÃO
I - orientar e coordenar o EMPREGO da Força Terrestre
GLO
9ª Bda Inf Mtz
-Sapo -Senador Camará e Fumacê-Realengo
Bda Inf Pqdt
-Caxangá-Tanque e Covanca-Freguesia
411 Mcp
OPERAÇÕES
Pa a pé 68.213
Pa Mtz 55.169
Pa com moto 867
Pa Mec 1.753
APREENSÕES
Drogas 166 Kg
Detenções 470
Prisões 253
Auto/moto 499
fuzis 12
Pst/Revolver 28
Rd Com 87
OPERAÇÃO ARCANJO
OPERAÇÃO RONDÔNIA
30
OPERAÇÃO MARANHÃO
OPERAÇÃO CEARÁ
32
OPERAÇÃO BAHIA
Segurança de Embaixada no
Congo
OPERAÇÃO DIAMANTE
34
Dec nº 7.496, de 8 Jun 11
OPERAÇÕES CONJUNTAS INTERAGÊNCIAS
OPERAÇÃO ÁGATA
36
OPERAÇÃO ÁGATA
OPERAÇÕES 2013
Operação Mês
Plj Estrt Amz (novas ameaças) ABRIL Op ÁGATA 7, 8 e 9 TODA FRONTEIRA MAIO
COPA DAS CONFEDERAÇÕES JUNHO
JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE JULHO Plj Estrt ATLÂNTICO (novas ameaças) SETEMBRO Op Adst Cj CRISTAL
OUTUBRO Pl Op / Tat AMAZÔNIA
ADESTRAMENTO CMS OUT / NOV
Pl Op / Tat ATLÂNTICO NOVEMBRO
38
GRANDES EVENTOS
GRANDES EVENTOS
40
MB EB FAB
GRANDES EVENTOS
OPERAÇÃO LIBERDADE
Aeroporto de Porto Velho RONDONIA
Duplicação da BR 101 RN - PB - PE
Aeroporto de São Gonçalo do Amarante - RN
Integração da Bacia do Rio São Francisco
Ponte sobre o Rio Itacutu RORAIMA
AÇÕES SUBSIDIÁRIAS
OPERAÇÃO PIPA
VEÍCULOS Qnt Valor
Total
Caminhão Militar 5 Ton 459 137.700.000,00 Caminhão 7 Ton carga geral 300 62.400.000,00 Carro Pipa Militar 12.000 l 110 38.940.000,00 Jipe Militar 48 8.832.000,00 Pick Up Militar 272 42.160.000,00 Pick Up Civil 20 2.200.000,00 Reservatório Flexível 759 6.072.000,00 Postos de Combustível 32 11.078.000,00
TOTAL 309.382.000,00
44
municípios atendidos: 715
carros pipa contratados: 4.051
população assistida: 3.235.145
plano de trabalho: cerca de R$ 40.000.000,00/mês
ABRANGÊNCIA DA OPERAÇÃO PIPA
CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA
Avaliar a instrução militar e a capacidade operacional da F Ter
46
CENTROS DE AVALIAÇÃO
Avaliação nível Btl/SU com seus Sist Op
EVOLUÇÃO
(Port Nr 003 de 20 Jan 11) mais 2 CAADEX
- CMA - Selva - CMS - Bld
SISTAVOP
48
SISTAVOP
INTERVALO
COMPETÊNCIA
Orientar e coordenar o preparo de tropa destinada ao
cumprimento de missão de paz e de militares designados para missões individuais de paz;
MISSÕES DE PAZ
DPKO
UNMIL- Libéria
UNOCI - C. do Marfim MINUSTAH - Haiti UNFICYP - Chipre
MINURSO - Saara Ocidental UNISFA - Sudão (Abyei) UNMISS - Sudão do Sul UNMIT - Timor Leste
MARMINAS - Peru/ Equador
Gp Mon Interamericano - Colômbia
1.648 militares levando a Bandeira brasileira a 13 países
52
COMPETÊNCIA
Coordenar as atividades de interesse do Exército em relação às PM e aos CBM
A CF/88 recepcionou o Dec-Lei nº 667- REORGANIZA AS PM/CBM, de 2 Jul 69, definindo as ATRIBUIÇÕES DA IGPM:
controlar a organização, os efetivos e a articulação das PM/CBM;
coordenar e distribuir vagas em cursos em estabelecimentos de ensino das FA;
selecionar e indicar PM/BM para participar de missões de paz da ONU;
controlar e autorizar o Qtde/qualidade do Mat Bel;
colaborar nos estudos versando sobre direitos, deveres, justiça e garantias; e
CMA CMNE CMO CML CMS CMP
0 10000 20000 30000 40000 50000 60000 70000 80000 90000
AC AP AM PA RO RR AL BA CE MA PB PE PI RN SE MS MT ES MG RJ SP PR RS SC DF GO TO
Menos de 50% Prev AC, AL, AP e RR
Mais de 80% Prev CE, GO, MG, PE, e SP
Melhor Pop/Ef RO, AP e DF
Pior Pop/Ef MA, PR, SC, PI, CE e PA
EFETIVO POLICIAL MILITAR
previsto existente
CMA CMNE CMO CML CMS CMP 0
5000 10000 15000 20000 25000
AC AP AM PA RO RR AL BA CE MA PB PE PI RN SE MS MT ES MG RJ SP PR RS SC DF GO TO
Menos de 25% Prev AC, MT, PI e RR Mais de 80% Prev ES e MG
Melhor Pop/Ef RJ, AP e DF Pior Pop/Ef PI, AM, CE e MA
EFETIVO CBM
previsto existente
COMPETÊNCIA
Atuar como órgão central do Sistema de Aviação do Exército
ATIVIDADE ATUAÇÃO DO COTER ATUAÇÃO Do COLOG/DMAVEX
Qualificação de recursos humanos na área de Aviação.
- Coordenação dos cursos.
- Coordenação da seleção de pessoal.
- Solicitação da contratação do Curso ao COLOG/ DMAvEx.
Contratação do curso na área interna e/ou
externa.
Planejamento do Emprego da Av EX, com base no
custo da Hora de Voo.
Consulta anual ao
COLOG/DMAVEX sobre o custo da Hora de Voo.
Cálculo anual do custo da Hora de Voo.
PREPARO Av Ex
EMPREGO Av Ex
ATIVIDADE ATUAÇÃO DO COTER ATUAÇÃO Do
COLOG/DMAVEX
Planejamento do Emprego da Av Ex em
apoio ao EB
Solicita ao COLOG/DMAVEX a disponibilidade anual de HV
Informa a disponibilidade anual de HV
Emprego da Av Ex em Operações
(Serrana, Pacificação, Arcanjo,etc.)
-Contrata do COLOG/DMAVEX HV para atender à missão.
-Repassa para o
COLOG/DMAVEX os recursos financeiros correspondentes às HV contratadas.
- Utiliza as disponibilidades em manutenção e suprimento existentes para atendimento imediato da missão.
- Repõe os meios de manutenção e suprimento utilizados com os recursos recebidos.
AERONAVES DA Av Ex
BLACK HAWK 04 – 4º BAvEx – Manaus
COUGAR 04 – 4º BAvEx – Manaus 04 – CAvEx – Taubaté
ESQUILO 28 – C Av Ex – Taubaté
05 – 3º BAvEx – Campo Grande
PANTERA 04 – 4º BAvEx – Manaus 20 – C Av Ex – Taubaté
08 – 3º BAvEx – Campo Grande CARACAL
01 – C Av Ex – Taubaté
58
AERONAVES DA AV EX
CARACAL
COMPETÊNCIA
Gerenciar o Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos do Exército
60
COMPETÊNCIA
Atuar como órgão central do Sistema de Comando e Controle
Transmisssão de dados por satélite
COMPETÊNCIA
Atuar como órgão central do Sistema de Informações Operacionais Terrestres
Produção de informações necessárias ao
preparo e ao emprego
Atuar como órgão central do Sistema de Informações Operacionais
COMPETÊNCIA
O SIOp tem por finalidade produzir as
informações necessárias ao funcionamento dos
sistemas operacionais.
Sistema Portuário Alimentação
Serviços de Emergência Recursos Hídricos
Tecnologia Saúde Serviços Energia Indústria Defesa Finanças
Esquema de Manobra Inimigo
Topografia Hidrografia Transporte
- Favorecer a interação dos
elementos de combate, de Ap Cmb e Log.
- Favorecer a integração e a
otimização do uso dos recursos informacionais necessários ao Emp Op da F Ter.
- Possibilitar a integração dos dados para a produção do conhecimento de inteligência.
- Propiciar a integração com os sistemas congêneres das
demais Forças Armadas, tendo em vista a realização de
operações conjuntas .
SIOp
64
SIOp
-Criar um ambiente integrado de Info e Com para apoiar o Cmt e EM na:
- Avl Sit ;
- Plj de operações futuras;
- elaboração e difusão de O Op;
- condução e Ct das Op;
- Plj e Ct de Op conjuntas;e - gerenciamento de Log e de pessoal.
COMPETÊNCIA
Atuar como órgão central do Sistema de Operações Psicológicas
Nível Rspnl Elb Dtz Rspnl Plj Área de Atuação
Estratégico
Público alvo em todo território nacional
Operacional
Tático Público alvo no
interior da Área de Responsabilidade
66
COMPETÊNCIA
Atuar como órgão central do Sistema de Simulação de Combate
GUARANI
PROTEGER
SIMULAÇÃO DE COMBATE
COMBATER
68
- Nível: FTC, DE, Bda e Btl/Rgt - Tecnologia 3D
- Engajamento automatizado -Cartas digitais
-Estruturado no QC/ QDM - Integrado com o C2 da FTer - Simulação remota (net)
- Controle do COTER - Valorização do PRC
- Permite integrar simuladores
- Calcado nos princípios de guerra - Permite validar as HE
VANTAGENS
SIMULAÇÃO DE COMBATE
70
COMPETÊNCIA
Atuar como órgão central do Sistema Integrado de Monitoramento das Fronteiras
SISFRON
Comando de Informações
72
- radar de vigilância terrestre – Sentir M-20
- optrônicos (monóculo de visão terrestre, imageador termal) - VANT – similar ao Hermes 90
- transceptores de comunicação
- software C2 em Combate – sistema de apoio à decisão - demanda pelo satélite nacional
- embarcações - veículos
- armas e equipamentos
SISFRON - BENEFÍCIOS
COMPETÊNCIAS
Atuar para acionamento, direção, controle e avaliação do Sistema de Defesa Química, Biológica e Nuclear.
SDQBNREx
Força de Resposta a Emergência
Mob C Mob
Ptc
74
FORÇA DE RESPOSTA A EMERGÊNCIA
COMPETÊNCIA
Utilizar instalações para coordenar o Gabinete de Crise
76
CCOTI-BR
ASSUNTO
11/58
1ª SUBCHEFIA
PREPARO OPERACIONAL DA
FORÇA TERRESTRE
Conhecer, de forma sintética:
- A organização
- O funcionamento
- As principais atividades da 1ª SCh ligadas ao preparo da F Ter.
OBJETIVO
1. Missão.
2. Estrutura Organizacional.
3. Divisão de Instrução Militar.
4. Divisão de Acompanhamento Doutrinário
5. Divisão de Simulação 6. Divisão de Apoio
SUMÁRIO
Planejar, orientar, coordenar,
controlar e avaliar a execução do preparo da Força Terrestre.
MISSÃO
ORGANOGRAMA DA 1ª S Ch
Instrução Militar
1º Subchefe Assistente
Simulação
de Combate Apoio Acomp
Doutrinário
Sec Adm
Editoração Gráfica SISTAVOP
PSC
DIVISÃO DE INSTRUÇÃO
MILITAR
DIVISÃO DE INSTRUÇÃO MILITAR
Doc de Instrução
T F M
Segurança na Instrução
Projeto Soldado Cidadão
DOCUMENTAÇÃO DE INSTRUÇÃO
- PRESSUPOSTOS BÁSICOS;
- O ANO DE INSTRUÇÃO;
- INSTRUÇÃO INDIVIDUAL;
- CAPACITAÇÃO TÉCNICA E TÁTICA DO EP;
- ADESTRAMENTO;
- IM DE ELEMENTOS DE NATUREZA DIVERSA;
- PREVENÇÃO E SEGURANÇA;
- SISTEMAS DE APOIO À IM;
- PLANEJAMENTO DE RECURSOS PARA A INSTRUÇÃO;
- ESTÁGIOS;
- COMPETIÇÕES DE IM E DESPORTIVAS;
- ATIVIDADES CONJUNTAS;
- RELATÓRIOS;
DOCUMENTAÇÃO DE INSTRUÇÃO
2012
O PIM É UMA
FERRAMENTA PARA CONTROLAR,
COORDENAR E
ORIENTAR O PREPARO.
DETALHA AS OPERAÇÕES E AS
METAS A SEREM ATINGIDAS ANUALMENTE.
T F M
CAPÍTULO 4
PLANEJAMENTO DO TFM
C 20-20
ARTIGO II
DIVISÃO POR GRUPAMENTOS
b. Poder-se-á adotar, para a divisão da tropa, um dos seguintes processos:
(1) por frações;
(2) por nível de aptidão física; e (3) individual.
c. Em sessões mistas, poderão ser adotados diferentes processos para cada atividade. Por exemplo, numa sessão onde esteja previsto aquecimento, PTC e corrida, pode ser utilizada a divisão por frações nas duas primeiras atividades e reunida a tropa por nível de condição física na corrida.
d. Poderão ser utilizados, ao mesmo tempo, dois processos de divisão, como, por exemplo, quando o S/3 divide, para o TFM, o Btl por Cia (por frações) e o Cmt Cia a divide por níveis de aptidão física.
T F M
4-4. POR FRAÇÕES
Os grupamentos são formados pelas próprias frações previstas no Quadro de Cargos Previstos (QCP) de sua OM. Exemplo: o batalhão poderá ser dividido por SU para a realização do TFM.
a. Vantagens
(1) Desenvolve o espírito de corpo.
(2) Permite ao comandante atuar sobre sua tropa.
(3) Facilita o controle de toda a fração.
b. Desvantagens
(1) Não leva em consideração a individualidade biológica.
(2) Dificulta o controle sobre todos os executantes, no caso de grandes efetivos.
c. Recomendação - Esta divisão deve ser utilizada no aquecimento e em
situações especiais, quando a sessão de TFM não seja de intensidade forte, não havendo necessidade de preocupação com o princípio da individualidade biológica, ou onde este princípio seja observado por uso de implementos diversos dentro da mesma sessão (PTC).
T F M
4-5. POR NÍVEL DE CONDIÇÃO FÍSICA
a. Os militares devem ser distribuídos em grupamentos em que todos possuam aproximadamente a mesma aptidão,... Esta divisão deve ser baseada no resultado do TAF e no desempenho apresentado nas sessões.
c. Vantagens
(1) Permite colocar juntos elementos de mesma aptidão física, possibilitando o máximo rendimento.
(2) Diminui o risco de lesões.
d. Desvantagem - Dificulta o controle do comandante sobre a sua fração.
e. Recomendação - Esta divisão é recomendada a todas as OM, principalmente para o desenvolvimento dos padrões de desempenho físico. Apesar de sua maior descentralização, ainda permite o controle, podendo ser utilizados monitores para auxiliar na execução correta dos exercícios e/ou para acompanhamento da corrida. Cabe ao OTFM decidir o número necessário de monitores, de acordo com o efetivo do grupamento e a complexidade das sessões. Este processo possibilita maiores ganhos fisiológicos do que a divisão por frações e maior controle do que
SEGURANÇA NA INSTRUÇÃO
a. O principal valor do Exército está em seus recursos humanos.
b. As atividades militares são revestidas de risco por sua própria natureza.
c. Legislação básica: CI 32/1 – Prevenção de Acidentes de Instrução (conhecimento obrigatório) e CI 32/2–
Gerenciamento de Risco Aplicado às Atividades Militares (Formulário de Gerenciamento de Risco) .
d. CI 32/1 - “A prevenção de acidentes de instrução faz parte das funções e responsabilidades dos Cmt, chefes e diretores, em todos os níveis (Ação de Comando).”
e. CI 32/1 - “Cada OM deve designar, em BI, um Oficial de Prevenção de Acidente.”
SEGURANÇA NA INSTRUÇÃO
- 2007 a 2011 - 11 mortes em acidentes com armamento (31% com 7,62 mm e 25% com 9 mm).
- 47 % dos acidentes na instrução em 2010 foram com Vtr e 52% em 2011.
- Em 2011, os acidentes de trânsito responderam
por 80 % dos acidentes fora do Sv e da Instr.
PROJETO SOLDADO CIDADÃO
Em 2011 o MD celebrou um Acordo de
Cooperação com o MEC, através do PROGRAMA
NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E
EMPREGO (PRONATEC).
DIVISÃO DE
ACOMPANHAMENTO
DOUTRINÁRIO
ACOMPANHAMENTO DOUTRINÁRIO
Representar o COTER no desenvolvimento do Sistema de Doutrina Militar Terrestre, cujo órgão central é o EME
Elaborar Programas-Padrão
Elaborar Cadernos de Instrução
Acompanhar as experimentações doutrinárias
PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES
ACOMPANHAMENTO DOUTRINÁRIO
TRABALHO ELABORADO POR MILITAR DO EXÉRCITO
O COTER ASSESSORA O EME NA APRECIAÇÃO DOS TRABALHOS RELACIONADOS COM O PREPARO
E O EMPREGO DA FORÇA TERRESTRE
DEVE SER ORIGINAL, TER REPERCUSSÃO POSITIVA, CONTRIBUIR PARA A EVOLUÇÃO
DA DOUTRINA E TER VALOR DIDÁTICO
DIVISÃO DE
SIMULAÇÃO DE
COMBATE
SIMULAÇÃO DE COMBATE
Virtual
Viva
Construtiva
SIMULAÇÃO DE COMBATE
PROJETOS
CUSTOMIZAÇÃO DO SISTEMA COMBATER
CENTRO DE ADESTRAMENTO DE POSTOS DE CMDO
INTEGRAÇÃO DE SIMULADORES
EXPERIMENTAÇÃO COM SIMULADORES VIRTUAIS
TIRO
CONDUTA AUTO
DIVISÃO DE APOIO
Recursos Padrão
- Previamente definidos pelo COTER, segundo série histórica, de repasse automático (sem a necessidade de solicitação);
- Atendimento das atividades decorrentes da IIB, IIQ, PAB e CTTEP.
Recursos Específicos
- Destinados a atender as necessidades dos C Mil A para as Atv Instr, que devem ser acordados, anualmente, no Contrato de Objetivos do COTER (MIAIM de dupla finalidade)
Combustível Operacional
Rações Operacionais
CONCLUSÃO
O CMT DE OM
conhecimento profissional orientação/coordenação
e fiscalização