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VASCO DE MELLO

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Academic year: 2022

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ARTHUR JUSTINIANO DE MACEDO

VASCO DE MELLO

ANÁLISE DE PROJETOS NÃO CONSTRUÍDOS

Dissertação de mestrado apresentada à Universidade Presbiteriana Mackenzie para obtenção do título de Mestre em Arquitetura e Urbanismo.

ORIENTADOR: Prof. Dr. WILSON FLORIO SÃO PAULO

2018

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AGRADECIMENTOS

Essa dissertação é o resultado de muito trabalho e dedicação na busca dos traços arquitetônicos de Vasco de Mello. É a conclusão de dois longos anos, onde precisei de muita compreensão de familiares, amigos e professores para a finalização desta pesquisa.

Agradeço a todos os envolvidos direta ou indiretamente.

Ao meus pais Antonio Rodrigues Macedo e Rosana Julia Justiniano Silva, pelo apoio incondicional e total durante o processo.

Aos amigos de profissão Daniela Freire Rey, Sandra Maalouli Hajli, Rodrigo de Mello, Renata Naomi Narimatu, Pedro de Mello Saraiva, Fernando de Magalhães Mendonça, pelo grande incentivo nestes meses.

Para as amigas Mahayana Gaudencio e Talita Costa de Carvalho, que o mestrado me presentiou, me acompanhando de perto durante os momentos de desespero e incertezas.

Aos meus amigo do peito Antonio Oliva, Alina Tagudi, Beatriz Marino, Carina Santana, Iasmin Almeida, Jennifer Neander, Juliana Neander, Karina Zammar, Lais Soriano, Luciana Rosa, Paula Nogueira, Siderley Jorge, por entenderem os momentos em que precisei estar ausente e me apoiarem nesse ciclo que encerro.

Aos professores Dr. Francisco Lucio Petracco e Dra Maria Alzira Marzagão Monfré, integrantes da banca para o exame de qualificação e final, pelas valiosas considerações.

Ao programa de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

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Figura 01 - Arthur Justiniano de Macedo e Vasco de Mello.

Fonte: Renata Naomi Narimatu, 2017.

Agradecimento Especial

Professores Dr. Wilson Flório e Vasco de Mello

Durante a minha graduação eu tive a grande oportunidade de conhecer o professor Vasco de Mello, na qual obtive a felicidade de estagiar e trabalhar após a conclusão do curso em seu escritório. Ele é sem dúvidas o maior responsável pelo meu desejo de realizar o mestrado, pois ao longo de anos de convivência observo a sua grande paixão e dedicação pela arquitetura e por lecionar. Considero ele o meu padrinho profissional, pois sempre que precisei de um apoio ele estava presente, para um conselho, bronca, incentivo ou abraço. Vasco de Mello é uma grande inspiração profissional para mim, tenho a oportunidade e privilégio de chama-lo como grande amigo, obrigado por tudo durante todos esses anos, me mostrando o amor pela arquitetura, e como ser um excelente profissional.

Quando ingressei no curso de mestrado minha querida amiga Sandra Hajli me apresentou o professor Wilson Flório, com quem tive a oportunidade de trabalhar junto durante todo esse processo de pesquisa. Flório teve a difícil tarefa de me mostrar o real valor da pesquisa, e a ele eu agradeço por todos os incentivos e ajudas que necessitei durante esses anos, me mostrando os caminhos que precisaria seguir, e o mais difícil para mim, me estimulando e pedindo cada vez mais esforço e dedicação. Meu muito obrigado por tudo e por ter sido um excelente orientador, sempre presente na minha pesquisa.

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RESUMO

A dissertação tem como objetivo analisar e discorrer sobre oito projetos não construídos do arquiteto Vasco de Mello, e buscar as influências desses projetos em obras concretizadas de data anterior ou posterior.

Esta pesquisa foi estruturada em quatro partes:

O primeiro capítulo começa apresentando as pesquisas antecedentes sobre o arquiteto Vasco de Mello, posteriormente é exibido um panorama de sua carreira, mostrando a importância de suas obras na arquitetura.

Ao final exibe o conceito utilizado na presente pesquisa sobre o estudo de projetos não construídos, e a importância desse tipo de análise ao se realizar um exame do panorama de projetos de um arquiteto. No segundo capítulo é demonstrado o processo e o pretexto de escolha das obras selecionadas para a análise, também é apresentada a metodologia utilizada na pesquisa, a explicitação das etapas de redesenho dos projetos, além dos critérios para a realização das análises. No terceiro capítulo, os oito projetos selecionados para a pesquisa são exibidos, são expostos os materiais iconográfico catalogados, a história de cada obra, e análise individual de cada um deles. O quarto e último capitulo é dividido em analises comparativas dos estudos de caso e analogias com projetos construídos e não construídos. O estudo se desenvolve a partir do acervo do arquiteto que foi catalogado, sistematizado e digitalizado para a dissertação de mestrado nomeada “Vasco de Mello: percurso, panorama e análise de sua obra” (2017) de Sandra Maalouli Hajli. Vasco de Mello possui 459 obras em seu currículo, e apesar de sua extensa produção arquitetônica, não existem estudos anteriores que contemplem a analise e importância de seus projetos não construídos.

Palavras-chave: Vasco de Mello, Projetos não construídos, Arquitetura Moderna - Brasil, Análise gráfica.

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ABSTRACT

The dissertation aims to analyze and discourse on eight unconstructed projects of the architect Vasco de Mello, and seek the influences of these projects in concrete works of previous or later date.

This research was structured in four parts.

The first chapter begins by presenting the previous researches on the architect Vasco de Mello, later it is exhibited a panorama of his career, showing the importance of his works in the architecture. Finally, it shows the concept used in the present study on the study of non-built projects, and the importance of this type of analysis when performing an examination of an architect's project landscape. In the second chapter the process and the pretext of choosing the works selected for the analysis is demonstrated, the methodology used in the research is also presented and the stages of redesign of the projects are explained, the analysis criteria are demonstrated In the third chapter, the eight projects selected for the research are exhibited, the iconographic material cataloged and the history of each work are exposed and an individual analysis of each project is performed. The fourth and final chapter is divided into comparative analyzes of case studies and analogies with constructed and non-constructed projects. The study is developed from the collection of the architect that was cataloged, systematized and digitized for the dissertation named "Vasco de Mello: percussion, panorama and analysis of his work" (2017) by Sandra Maalouli Hajli. Vasco de Mello has 459 works in his curriculum, and despite his extensive architectural production, there are no previous studies that contemplate the analysis and importance of his unbuilt projects.

Key words: Vasco de Mello, Non-built projects, Modern Architecture - Brazil, Graphic analysis

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LISTA DE FIGURAS

Figura 01 - Arthur Justiniano de Macedo e Vasco de Mello. ...5

Figura 02 - Vasco de Mello. ...22

Figura 03 - Turma de 1964 da Faculdade Mackenzie. ...28

Figura 04 - Vasco de Mello no Escritório Bernard Zehfurss 1966 ...28

Figura 06 - Grupo dos Não Alinhados - Da esquerda para direita:Roberto Loeb, Tito Livio Frascino, Eduardo Longo, Pitanga do Amparo,Carlos Bratke, Vasco de Mello e Arthur Navarette e o editor Vicente,Wissenbach no desenho de Paulo Caruso. Fonte: Revista Projeto, 1982 ...30

Figura 07 - Tito Livio Frascino e Vasco de Mello na Central de Projetos ...30

Figura 08 - Vasco de Mello e Rodrigo de Mello - Atual Fase na VM arquitetos associados ...31

Figura 09 - Quadro Vasco de Mello ...31

Figura 10 - Redesenho com o Auxílio das Plantas no AutoCAD ...41

Figura 11 - Desenvolvimento Plantas no AutoCAD ...41

Figura 12 - Redesenho com o Auxílio das Plantas no AutoCAD ...41

Figura 13 - Criação do modelo 3D ...42

Figura 14 - Produção de Imagens ...42

Figura 15 - Finalização das Imagens Geradas ...43

Figura 16 - Finalização das Imagens Geradas ...43

Figura 17 - Monumento à Fundação de Goiânia - Foto da Maquete ...46

Figura 18 - Monumento à Fundação de Goiânia - Perspectiva ...47

Figura 20 - Monumento à Fundação de Goiânia - Implantação ...49

Figura 19 - Monumento à Fundação de Goiânia - Plantas ...49

Figura 21 - Monumento à Fundação de Goiânia - Perspectiva ...49

Figura 22 - Monumento à Fundação de Goiânia Perspectiva ...49

Figura 23 - Monumento à Fundação de Goiânia - Implantação ...50

Figura 24 - Monumento à Fundação de Goiânia - Pavimento Térreo ...51

Figura 25 - Monumento à Fundação de Goiânia - Pavimento Intermediário ...51

Figura 26 - Monumento à Fundação de Goiânia - Pavimento Superior ...52

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Figura 27 - Monumento à Fundação de Goiânia - Síntese da Proposta ...53

Figura 28 - Monumento à Fundação de Goiânia -Síntese da Proposta ...54

Figura 29 - Monumento à Fundação de Goiânia - Plantas Setorização ...56

Figura 30 - Monumento à Fundação de Goiânia - Perspectiva Setorização ...57

Figura 31 - Monumento à Fundação de Goiânia - Perspectiva Setorização ...57

Figura 32 - Monumento à Fundação de Goiânia - Perspectiva Acessos ...58

Figura 33 - Monumento à Fundação de Goiânia -Perspectiva Acessos ...58

Figura 34 - Monumento à Fundação de Goiânia - Plantas Circulação ...59

Figura 35 - Monumento à Fundação de Goiânia - Perspectiva Circulação ...60

Figura 36 - Monumento à Fundação de Goiânia - Perspectiva Circulação ...60

Figura 37 - Monumento à Fundação de Goiânia - Perspectiva Circulação ...60

Figura 38 - Monumento à Fundação de Goiânia - Plantas Estrutura ...61

Figura 39 - Monumento à Fundação de Goiânia - Plantas Estrutura ...61

Figura 40 - Monumento à Fundação de Goiânia - Perspectiva Estrutura ...62

Figura 41 - Monumento à Fundação de Goiânia - Perspectiva Estrutura ...62

Figura 42 - Monumento à Fundação de Goiânia - Perspectiva Estrutura ...62

Figura 43 - Monumento à Fundação de Goiânia - Fachada Frontal Volume e Superfície ...63

Figura 44 - Monumento à Fundação de Goiânia - Fachada Posterior Volume e Superfície ...63

Figura 45 - Monumento à Fundação de Goiânia - Fachada Leste Volume e Superfície ...64

Figura 46 - Monumento à Fundação de Goiânia - Fachada Oeste Volume e Superfície ...64

Figura 47 - Monumento à Fundação de Goiânia - Detalhe Perspectiva ...65

Figura 48 - Monumento à Fundação de Goiânia - Detalhe Perspectiva ...65

Figura 49 - Monumento à Fundação de Goiânia - Implantação ...66

Figura 50 - Monumento à Fundação de Goiânia - Perspectiva ...67

Figura 51 - Monumento à Fundação de Goiânia - Perspectiva ...68

Figura 52 - Monumento à Fundação de Goiânia - Perspectiva ...69

Figura 53 - Monumento à Fundação de Goiânia - Perspectiva ...70

Figura 54 - Monumento à Fundação de Goiânia - Perspectiva ...71

Figura 55 - Hotel Juazeiro - Perspectiva ...72

Figura 56 - Hotel Juazeiro - Implantação ...73

Figura 57 - Hotel Juazeiro - Corte Esquemático ...74

Figura 58 - Hotel Juazeiro - Plantas ...74

Figura 59 - Hotel Juazeiro - Planta Térreo ...75

Figura 60 - Hotel Juazeiro - Planta Esquemática dos Quartos ...75

Figura 61 - Hotel Juazeiro - Planta Pavimento Térreo...76

Figura 62 - Hotel Juazeiro - Planta Primeiro Andar ...77

Figura 63 - Hotel Juazeiro - Planta Segundo Andar ...77

Figura 64 - Hotel Juazeiro - Planta Terceiro Andar ...78

Figura 65 - Hotel Juazeiro - Planta Quarto Andar ...78

Figura 66 - Hotel Juazeiro - Planta Quarto Tipo Um ...79

Figura 67 - Hotel Juazeiro - Corte Quarto ...79

Figura 68 - Hotel Juazeiro - Planta Quarto Tipo Dois ...79

Figura 69 - Hotel Juazeiro - Síntese da Proposta ...80

Figura 70 - Hotel Juazeiro - Planta Quarto Tipo Um ...82

Figura 71 - Hotel Juazeiro - Planta Quarto Tipo Dois ...82

Figura 72 - Hotel Juazeiro - Corte Setorização ...83

Figura 73 - Hotel Juazeiro - Planta Primeiro Andar Setorização ...84

Figura 74 - Hotel Juazeiro - Planta Segundo Andar Setorização ...84

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Figura 75 - Hotel Juazeiro - Corte Setorização ...85

Figura 76 - Hotel Juazeiro - Perspectiva Acessos ...86

Figura 77 - Hotel Juazeiro - Planta Térreo Circulação ...87

Figura 78 - Hotel Juazeiro - Corte Circulação ...88

Figura 79 - Hotel Juazeiro - Corte Circulação ...89

Figura 81 - Hotel Juazeiro - Corte Circulação ...90

Figura 80 - Hotel Juazeiro - Corte Circulação ...90

Figura 82 - Hotel Juazeiro - Perspectiva Estrutura ...91

Figura 83 - Hotel Juazeiro - Perspectiva Estrutura ...92

Figura 84 - Hotel Juazeiro - Elevação Estrutura ...93

Figura 85 - Hotel Juazeiro - Planta Estrutura ...93

Figura 86 - Hotel Juazeiro - Corte Estrutura ...94

Figura 87 - Hotel Juazeiro - Corte Esquemático Estrutura ...95

Figura 88 - Hotel Juazeiro - Perspectiva Estrutura ...96

Figura 89 - Hotel Juazeiro - Elevação Estrutura ...97

Figura 90 - Hotel Juazeiro - Corte Estrutura ...97

Figura 91 - Hotel Juazeiro - Perspectiva Estrutura ...98

Figura 92 - Hotel Juazeiro - Elevação Estrutura ...99

Figura 93 - Hotel Juazeiro - Perspectiva Estrutura ...99

Figura 94 - Hotel Juazeiro - Fachada Frontal Volume e Superfície ...100

Figura 95 - Hotel Juazeiro - Fachada Posterior Volume e Superfície ...100

Figura 96 - Hotel Juazeiro - Fachada Oeste Volume e Superfície ...101

Figura 97 - Hotel Juazeiro - Fachada Leste Volume e Superfície ...101

Figura 98 - Hotel Juazeiro - Detalhe Perspectiva ...102

Figura 99 - Hotel Juazeiro - Detalhe Perspectiva ...102

Figura 100 - Hotel Juazeiro - Detalhe Perspectiva ...103

Figura 101 - Hotel Juazeiro - Detalhe Perspectiva ...103

Figura 102 - Hotel Juazeiro - Detalhe Corte Ventilação ...104

Figura 103 - Hotel Juazeiro - Detalhe Corte Ventilação ...104

Figura 104 - Hotel Juazeiro - Perspectiva ...105

Figura 105 - Hotel Juazeiro - Perspectiva Frontal ...106

Figura 106 - Hotel Juazeiro - Perspectiva Posterior ...106

Figura 107 - Hotel Juazeiro - Perspectiva ...107

Figura 108 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - Foto da Maquete ...108

Figura 109 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - Recorte de Jornal ...110

Figura 110 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - Recorte de Jornal ...111

Figura 111 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - Recorte de Jornal ...111

Figura 112 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - Foto Maquete ...111

Figura 113 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - Síntese da Proposta ...112

Figura 114 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - Perspectiva ...113

Figura 115 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - Implantação ...114

Figura 116 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - Perspectiva ...115

Figura 117 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - Perspectiva ...116

Figura 118 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - Perspectiva ...116

Figura 119 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - Perspectiva ...117

Figura 120 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - Perspectiva ...117

Figura 121 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - Perspectiva ...118

Figura 122 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - Perspectiva ...118

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Figura 123 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - Perspectiva ...119

Figura 124 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Perspectiva ...120

Figura 125 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Perspectiva ...121

Figura 126 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Perspectiva ...122

Figura 127 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Planta Pavimento Superior ...122

Figura 128 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Cortes ...123

Figura 129 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Planta Cobertura ...123

Figura 130 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Elevação ...123

Figura 131 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Planta Térreo ...123

Figura 132 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Planta Pavimento Térreo ...124

Figura 133 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Planta Pavimento Superior ...125

Figura 134 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Síntese da Proposta ...126

Figura 135 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Setorização Pav. Térreo ...127

Figura 136 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Setorização Pav. Superior ...127

Figura 137 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Setorização Corte ...128

Figura 138 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Setorização Corte Perspectivado ...128

Figura 139 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Circulação ...129

Figura 140 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Circulação Perspectivas ...130

Figura 141 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Circulação Perspectivas ...130

Figura 142 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Circulação Planta Pav. Térreo ...131

Figura 143 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Circulação Planta Pav. Superior ...131

Figura 144 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Circulação Corte Transversal ...132

Figura 146 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Circulação Corte Longitudinal ...132

Figura 145 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Circulação Corte Transversal ...132

Figura 147 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Circulação Perspectiva Interna ...133

Figura 149 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Circulação Perspectiva Interna ...133

Figura 148 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Circulação Perspectiva Interna ...133

Figura 150 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Circulação Perspectiva ...133

Figura 151 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Perspectiva ...134

Figura 152 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Perspectiva ...134

Figura 153 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Base Perspectiva ...135

Figura 155 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Base Planta Pav. Térreo ...135

Figura 154 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Base Perspectiva ...135

Figura 156 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Base Elevação Oeste ...136

Figura 158 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Base Elevação Posterior ...136

Figura 160 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Base Perspectiva ...136

Figura 157 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Base Elevação Leste ...136

Figura 159 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Base Corte Transversal ...136

Figura 161 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Base Corte Longitudinal ...137

Figura 162 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Base Corte Longitudinal ...137

Figura 163 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Base Corte Transversal ...137

Figura 164 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Metálica Espacial Perspectiva ...138

Figura 165 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Metálica Espacial Planta Cobertura ...138

Figura 166 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Metálica Espacial Perspectiva ...138

Figura 167 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Metálica Espacial Elevação Oeste ...139

Figura 168 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Metálica Espacial Corte Transversal ...139

Figura 169 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Metálica Espacial Corte Transversal ...139

Figura 170 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Metálica Espacial Corte Longitudinal ...139

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Figura 171 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Metálica Espacial Corte Longitudinal ...139

Figura 172 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Metálica Espacial Perspectiva Interna ...140

Figura 174 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Metálica Espacial Perspectiva Interna ...140

Figura 173 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Metálica Espacial Perspectiva Interna ...140

Figura 175 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Grande Laje Perspectiva ...141

Figura 176 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Grande Laje Perspectiva Interna ...142

Figura 178 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Grande Laje Elevação Frontal ...142

Figura 177 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Estrutura Grande Laje Detalhe ...142

Figura 179 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Fachada Frontal Volume e Superfície ...143

Figura 180 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Fachada Posterior Volume e Superfície ...143

Figura 181 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Fachada Oeste Volume e Superfície ...144

Figura 182 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Fachada Leste Volume e Superfície ...144

Figura 183 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Detalhe Projetual Lapidação do Terreno ...145

Figura 184 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Detalhe Projetual Estrutura Metálica ...145

Figura 185 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Detalhe Projetual Forma Linear ...145

Figura 186 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Detalhe Projetual Acessos ...146

Figura 187 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Detalhe Projetual Espetáculos ...146

Figura 188 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Detalhe Projetual Cobertura ...147

Figura 189 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Detalhe Projetual Estrutura de Base ...147

Figura 190 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Detalhe Projetual Perspectiva ...148

Figura 191 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Detalhe Projetual Perspectiva ...149

Figura 192 - Pavilhão do Brasil Expo 70 - Detalhe Projetual Perspectiva Interna ...150

Figura 193 - Sede Radiobrás - Foto Maquete ...151

Figura 194 - Sede Radiobrás - Elevação ...153

Figura 195 - Sede Radiobrás - Cortes ...154

Figura 196 - Sede Radiobrás - Perspectiva Explodida ...154

Figura 197 - Sede Radriobrás - Planta Estúdios ...155

Figura 198 - Sede Radriobrás - Planta Subra ...156

Figura 199 - Sede Radriobrás - Planta Térreo...157

Figura 200 - Sede Radriobrás - Planta Restaurante/Foyer/Auditório ...158

Figura 201 - Sede Radriobrás - Planta Terraço/Auditório ...159

Figura 202 - Sede Radriobrás - Planta Divisões ...160

Figura 203 - Sede Radriobrás - Planta Presidência / Diretoria ...161

Figura 204 - Sede Radriobrás - Planta Cobertura ...162

Figura 205 - Sede Radriobrás - Síntese da Proposta ...163

Figura 206 - Sede Radriobrás - Setorização Perspectiva ...164

Figura 207 - Sede Radriobrás - Setorização Corte Perspectivado ...165

Figura 208 - Sede Radriobrás - Setorização Perspectiva ...165

Figura 209 - Sede Radriobrás - Setorização Hieraquia de Fluxos Perspectiva ...166

Figura 210 - Sede Radriobrás - Setorização Hieraquia de Fluxos Corte Perspectivado ...166

Figura 211 - Sede Radriobrás - Circulação Perspectiva Acessos ...167

Figura 212 - Sede Radriobrás - Circulação Planta Pavimeto Térreo ...168

Figura 213 - Sede Radriobrás - Circulação Perspectiva ...168

Figura 214 - Sede Radriobrás - Circulação Perspectiva ...169

Figura 215 - Sede Radriobrás - Circulação Perspectiva ...169

Figura 216 - Sede Radriobrás - Estrutura Planta Pavimento Térreo ...170

Figura 217 - Sede Radriobrás - Estrutura Perspectiva ...171

Figura 218 - Sede Radriobrás - Estrutura Elevação Oeste ...171

(14)

Figura 219 - Sede Radriobrás - Estrutura Elevação Leste ...171

Figura 220 - Sede Radriobrás - Estrutura Corte Perspectivado ...172

Figura 221 - Sede Radriobrás - Estrutura Perspectiva ...173

Figura 222 - Sede Radriobrás - Estrutura Perspectiva ...173

Figura 223 - Sede Radriobrás - Estrutura Perspectiva ...174

Figura 224 - Sede Radriobrás - Estrutura Corte Perspectivado ...175

Figura 225 - Sede Radriobrás - Estrutura Corte Perspectivado ...175

Figura 226 - Sede Radriobrás - Estrutura Corte Perspectivado ...175

Figura 227 - Sede Radriobrás - Estrutura Corte Perspectivado ...176

Figura 228 - Sede Radriobrás - Estrutura Corte Perspectivado ...176

Figura 229 - Sede Radriobrás - Estrutura Perspectiva Detalhe ...177

Figura 230 - Sede Radriobrás - Estrutura Perspectiva Interna ...177

Figura 231 - Sede Radriobrás - Estrutura Perspectiva ...178

Figura 232 - Sede Radriobrás - Estrutura Corte Perspectivado ...178

Figura 233 - Sede Radriobrás - Estrutura Perspectiva Interna ...178

Figura 234 - Sede Radriobrás - Estrutura Corte Perspectivado ...179

Figura 235 - Sede Radriobrás - Estrutura Perspectiva ...179

Figura 236 - Sede Radriobrás - Estrutura Corte Perspectivado ...179

Figura 237 - Sede Radriobrás - Fachada Leste Volume e Superfície ...180

Figura 238 - Sede Radriobrás - Fachada Oeste Volume e Superfície ...180

Figura 239 - Sede Radriobrás - Fachada Frontal Volume e Superfície ...181

Figura 240 - Sede Radriobrás - Fachada Posterior Volume e Superfície ...181

Figura 241 - Sede Radriobrás - Detalhes Projetuais Brise-Soleil ...182

Figura 242 - Sede Radriobrás - Detalhes Projetuais Brise-Soleil ...182

Figura 243 - Sede Radriobrás - Detalhes Projetuais Caixa do Palco ...183

Figura 244 - Sede Radriobrás - Detalhes Projetuais Caixa do Palco ...183

Figura 245 - Sede Radriobrás - Plasticidade Perspectiva ...184

Figura 246 - Sede Radriobrás - Plasticidade Perspectiva ...185

Figura 247 - Sede Radriobrás - Plasticidade Perspectiva ...186

Figura 248 - Sede Radriobrás - Plasticidade Perspectiva ...187

Figura 249 - Sede Hotchtief - Perspectiva ...188

Figura 250 - Sede Hotchtief - Cortes e Perspectivas ...189

Figura 251 - Sede Hotchtief - Perspectiva ...191

Figura 252 - Sede Hotchtief - Planta ...191

Figura 253 - Sede Hotchtief - Cortes ...191

Figura 254 - Sede - Planta Térreo ...192

Figura 255 - Sede Hochtief - Planta Mezanino ...193

Figura 256 - Sede Hochtief - Planta 1°Andar ...194

Figura 257 - Sede Hochtief - Planta 2°Andar ...195

Figura 258 - Sede Hochtief - Planta 3°Andar ...196

Figura 259 - Sede Hochtief - Planta 4°Andar ...197

Figura 260 - Sede Hochtief - Planta Garagem ...198

Figura 261 - Sede Hochtief - Planta de Cobertura ...199

Figura 262 - Sede - Síntese da Proposta ...200

Figura 263 - Sede Hochtief - Planta Setorização ...201

Figura 264 - Sede Hochtief - Corte Setorização ...201

Figura 265 - Sede Hochtief - Detalhe Esquemático Setorização ...202

Figura 266 - Sede Hochtief - Corte Setorização ...202

(15)

Figura 267 - Sede Hochtief - Perspectiva Acessos ...203

Figura 268 - Sede Hochtief - Detalhe Esquemático Circulação ...203

Figura 269 - Sede Hochtief - Perspectiva Acessos ...204

Figura 270 - Sede Hochtief - Perspectiva Acessos ...204

Figura 271 - Sede Hochtief - Planta Circulação ...205

Figura 272 - Sede Hochtief - Corte Circulação ...206

Figura 273 - Sede Hochtief - Corte Circulação ...206

Figura 274 - Sede Hochtief - Corte Circulação ...207

Figura 275 - Sede Hochtief - Corte Circulação ...207

Figura 276 - Sede Hochtief - Perspectiva Estrutura ...208

Figura 277 - Sede Hochtief - Elevação Frontal Estrutura ...208

Figura 278 - Sede Hochtief - Perspectiva Frontal Estrutura ...209

Figura 279 - Sede Hochtief - Perspectiva Esquemática Estrutura ...209

Figura 280 - Sede Hochtief - Corte Estrutura ...210

Figura 281 - Sede Hochtief - Elevação Frontal Estrutura ...210

Figura 282 - Sede Hochtief - Perspectiva Estrutura ...211

Figura 283 - Sede Hochtief - Elevação Lateral Estrutura ...211

Figura 284 - Sede Hochtief - Elevação Frontal Estrutura ...212

Figura 285 - Sede Hochtief - Elevação Posterior Estrutura ...212

Figura 286 - Sede Hochtief - Perspectiva Estrutura ...213

Figura 287 - Sede Hochtief - Perspectiva Frontal Estrutura ...213

Figura 288 - Sede Hochtief - Elevação Frontal Estrutura ...214

Figura 289 - Sede Hochtief - Elevação Lateral Estrutura ...214

Figura 290 - Sede Hochtief - Detalhes Estrutura Metálica ...215

Figura 291 - Sede Hochtief - Fachada Frontal Volume e Superfície ...216

Figura 292 - Sede Hochtief - Fachada Posterior Volume e Superfície ...216

Figura 293 - Sede Hochtief - Fachada Leste Volume e Superfície ...217

Figura 294 - Sede Hochtief - Fachada Oeste Volume e Superfície ...217

Figura 295 - Sede Hochtief - Detalhe Plasticidade ...218

Figura 296 - Sede Hochtief - Detalhe Plasticidade ...218

Figura 297 - Sede Hochtief - Detalhe Plasticidade ...219

Figura 298 - Sede Hochtief - Detalhe Plasticidade ...219

Figura 299 - Sede Hochtief - Perspectiva ...220

Figura 300 - Sede Hochtief - Perspectiva ...221

Figura 301 - Sede Hochtief - Perspectiva ...222

Figura 302 - Torre São Paulo - Foto da Maquete ...223

Figura 303 - Torre São Paulo - Perspectiva ...224

Figura 304 - Torre São Paulo - Imagem Revista de Divulgação ...226

Figura 305 - Torre São Paulo - Plantas Memorial Descritivo ...226

Figura 306 - Torre São Paulo - Plantas Revista de Divulgação ...226

Figura 307 - Torre São Paulo - Planta Pavimento Inferior ...227

Figura 308 - Torre São Paulo - Planta Pavimento Superior ...228

Figura 309 - Torre São Paulo - Síntese da Proposta Pav. Inferior...229

Figura 310 - Torre São Paulo - Síntese da Proposta Pav. Superior ...230

Figura 311 - Torre São Paulo - Síntese da Proposta Fachada ...231

Figura 312 - Torre São Paulo - Pav. Inferior Setorização ...232

Figura 313 - Torre São Paulo - Pav. Superior Setorização ...232

Figura 314 - Torre São Paulo - Corte Setorização ...233

(16)

Figura 315 - Torre São Paulo - Corte Setorização ...234

Figura 316 - Torre São Paulo - Corte Setorização ...235

Figura 317 - Torre São Paulo - Pav. Inferior Acessos ...236

Figura 318 - Torre São Paulo - Pav. Superior Acessos ...236

Figura 319 - Torre São Paulo - Planta Circulação ...237

Figura 320 - Torre São Paulo - Escada Interna Social ...238

Figura 321 - Torre São Paulo - Escada Interna de Serviço ...238

Figura 322 - Torre São Paulo - Detalhe Corte Descritivo ...239

Figura 323 - Torre São Paulo - Planta Esquemático Detalhe ...239

Figura 324 - Torre São Paulo - Planta Pav. Inferior Estrutura ...240

Figura 325 - Torre São Paulo - Planta Pav. Superior Estrutura ...240

Figura 327 - Torre São Paulo - Elevação Lateral Estrutura ...241

Figura 328 - Torre São Paulo - Elevação Posterior Estrutura ...241

Figura 326 - Torre São Paulo - Perspectiva Estrutura ...241

Figura 329 - Torre São Paulo - Corte Transversal Estrutura ...242

Figura 330 - Torre São Paulo - Corte Transversal Estrutura ...242

Figura 331 - Torre São Paulo - Corte Longitudinal Estrutura ...243

Figura 332 - Torre São Paulo - Corte Longitudinal Estrutura ...243

Figura 333 - Torre São Paulo - Fachada Frontal Volume e Superfície ...244

Figura 334 - Torre São Paulo - Fachada Posterior Volume e Superfície...244

Figura 335 - Torre São Paulo - Fachada Leste Volume e Superfície ...245

Figura 336 - Torre São Paulo - Fachada Oeste Volume e Superfície ...245

Figura 337 - Torre São Paulo - Detalhe Plasticidade ...246

Figura 338 - Torre São Paulo - Detalhe Plasticidade ...246

Figura 339 - Torre São Paulo - Detalhe Plasticidade ...247

Figura 340 - Torre São Paulo - Detalhe Plasticidade ...247

Figura 341 - Torre São Paulo - Perspectiva ...248

Figura 342 - Torre São Paulo - Perspectiva ...249

Figura 343 - Torre São Paulo - Perspectiva ...250

Figura 344 - Hangar VASP - Perspectivas ...251

Figura 345 - Hangar VASP - Perspectivas ...252

Figura 346 - Hangar VASP - Prancha de Apresentação ...254

Figura 347 - Hangar VASP - Planta ...255

Figura 348 - Hangar VASP - Planta de Cobertura ...256

Figura 349 - Hangar VASP - Síntese da Proposta ...257

Figura 350 - Hangar VASP - Planta Setorização...258

Figura 351 - Hangar VASP - Perspectiva Setorização ...259

Figura 352 - Hangar VASP - Corte Perspectivado Setorização ...259

Figura 353 - Hangar VASP - Perspectiva Setorização ...260

Figura 354 - Hangar VASP - Perspectiva Setorização ...260

Figura 355 - Hangar VASP - Perspectiva Setorização ...261

Figura 356 - Hangar VASP - Perspectiva Setorização ...262

Figura 357 - Hangar VASP - Perspectiva Setorização ...262

Figura 358 - Hangar VASP - Perspectiva Acessos ...263

Figura 359 - Hangar VASP - Perspectiva Acessos ...264

Figura 361 - Hangar VASP - Perspectiva Acessos ...264

Figura 360 - Hangar VASP - Perspectiva Acessos ...264

Figura 362 - Hangar VASP - Planta Circulação Vertical ...265

(17)

Figura 363 - Hangar VASP - Planta Core Circulação Vertical ...265

Figura 364 - Hangar VASP - Perspectiva Estrutura ...266

Figura 365 - Hangar VASP - Perspectiva Estrutura ...267

Figura 366 - Hangar VASP - Plantas Estrutura ...268

Figura 367 - Hangar VASP - Perspectiva Estrutura ...269

Figura 368 - Hangar VASP - Perspectiva Estrutura ...270

Figura 370 - Hangar VASP - Perspectiva Estrutura ...270

Figura 369 - Hangar VASP - Perspectiva Estrutura ...270

Figura 371 - Hangar VASP - Perspectiva Estrutura ...271

Figura 372 - Hangar VASP - Perspectiva Estrutura ...272

Figura 373 - Hangar VASP - Perspectiva Estrutura ...273

Figura 374 - Hangar VASP - Perspectiva Estrutura ...274

Figura 375 - Hangar VASP - Perspectiva Estrutura ...274

Figura 376 - Hangar VASP - Perspectiva Estrutura ...275

Figura 377 - Hangar VASP - Corte Perspectivado Estrutura ...276

Figura 378 - Hangar VASP - Corte Perspectivado Estrutura ...276

Figura 379 - Hangar VASP - Fachada Frontal Volume e Superfície ...277

Figura 380 - Hangar VASP - Fachada Posterior Volume e Superfície ...277

Figura 381 - Hangar VASP - Fachada Oeste Volume e Superfície ...278

Figura 382 - Hangar VASP - Fachada Leste Volume e Superfície ...278

Figura 383 - Hangar VASP - Detalhe Plasticidade ...279

Figura 384 - Hangar VASP - Detalhe Plasticidade ...279

Figura 385 - Hangar VASP - Detalhe Plasticidade ...280

Figura 386 - Hangar VASP - Detalhe Plasticidade ...280

Figura 387 - Hangar VASP - Detalhe Plasticidade ...280

Figura 388 - Hangar VASP - Detalhe Plasticidade ...281

Figura 389 - Hangar VASP - Detalhe Plasticidade ...281

Figura 390 - Hangar VASP - Perspectiva ...282

Figura 391 - Hangar VASP - Perspectiva ...283

Figura 392 - Hangar VASP - Perspectiva ...283

Figura 393 - Hangar VASP - Perspectiva ...284

Figura 394 - Hangar VASP - Perspectiva ...285

Figura 395 - Hangar VASP - Elevação Lateral ...285

Figura 396 - Hangar VASP - Perspectiva ...285

Figura 397 - Hangar VASP - Elevação Frontal ...286

Figura 398 - Hangar VASP - Corte Transversal ...286

Figura 399 - Vasco de Mello ...317

(18)

LISTA DE TABELAS

Tabela 01 - Análise Comparativa Dos Casos - Setorização ...289

Tabela 02- Análise Comparativa Dos Casos - Circulação ...291

Tabela 03 - Análise Comparativa Dos Casos - Estrutura ...293

Tabela 04 - Análise Comparativa Dos Casos - Plasticidade ...295

Tabela 05 - Análise Comparativa Dos Casos - Geometria ...297

Tabela 06 - Analogia Com Projetos Construídos - Monumento À Fundação De Goiânia ...300

Tabela 07 - Analogia Com Projetos Construídos - Hotel Juazeiro ...302

Tabela 08 - Analogia Com Outros Projetos Não Construídos - Monumento Aos Mortos Do Atlântico Sul ...304

Tabela 09 - Analogia Com Projetos Construídos - Pavilhão Do Brasil Em Osaka Expo 70 ...306

Tabela 10 - Analogia Com Projetos Construídos - Sede Da Radiobrás ...308

Tabela 11 - Analogia Com Projetos Construídos - Sede Da Hochtief ...310

Tabela 12 - Analogia Com Projetos Construídos - Torre São Paulo ...312

Tabela 13 - Analogia Com Projetos Construídos - Hangar Vasp ...314

(19)

LISTA DE GRÁFICOS E

QUADRO SINTÉTICO

Gráfico 1 : Número de Projetos Produzidos ...36 Gráfico 2 : Número de Projetos por Programa ...36 Quadro Sintético 01: Linha do Tempo Projetos Vasco de Mello ...37

(20)

SUMÁRIO

Introdução...21

Apresentação do objeto, objetivo, justificativa e metodologia Estrutura da pesquisa. Capítulo 1 - Vasco de Mello, arquiteto ...25

1.1 Antecedentes ...26

1.2 Trajetória Profissional de 1960- 2018 ...28

1.3 Considerações Sobre Projetos Não Construídos ...33

Capítulo 2 - Método e Procedimentos de Pesquisa ...35

2.1 Levantamento e Seleção dos Projetos ...36

2.2 Metodologia e Explicitação das Etapas de Redesenho ...40

2.3 Critérios para à Análise dos Projetos ...44

Capítulo 3 - Apresentação dos Projetos e análises ...45

3.1 Monumento à Fundação de Goiânia 1964 ...46

3.2 Hotel Juazeiro - 1968 ...72

3.3 Monumento aos Mortos do Atlântico Sul - 1968 ...108

3.4 Pavilhão do Brasil Expo 70 - 1968 ...120

3.5 Sede da Radiobrás - 1977...151

(21)

21

3.6 Sede da Hochtief - 1980 ...188

3.7 Torre São Paulo - 1990 ...223

3.8 Hangar VASP - 1995 ...251

Capítulo 4 - Análises Comparativas ...287

4.1 Estratégias Projetuais - Análise Comparativa dos Casos ...288

4.1.1 Análise Comparativa dos Casos - Setorização ...289

4.1.2 Análise Comparativa dos Casos - Circulação ...291

4.1.3 Análise Comparativa dos Casos - Estrutura ...293

4.1.4 Análise Comparativa dos Casos - Plasticidades ...295

4.1.5 Análise Comparativa dos Casos - Geometria...297

4.2 Analogia com Obras Construídas e Projetos Não Construídos ....299

4.2.1 Analogia Monumento à Fundação de Goiânia ...300

4.2.2 Analogia Hotel Juazeiro ...302

4.2.3 Analogia Monumento aos Mortos do Atlântico Su ...304

4.2.4 Analogia Pavilhão do Brasil Expo 70 ...306

4.2.5 Analogia Sede da Radiobrás ...308

4.2.6 Analogia Sede da Hochtief ...310

4.2.7 Analogia Torre São Paulo ...312

4.2.8 Analogia Hangar VASP ...314

Considerações Finais ...316

Referências Bibliográficas ...319

(22)

22

INTRODUÇÃO

A arquitetura de Vasco de Mello se caracteriza pela pluralidade de experiências e pela liberdade de expressão, desafia o lugar comum e supera constantemente a ideia de um padrão arquitetônico pré-definido, incorporando noções antagônicas de operar e compor, sob uma direção primorosa.

A sua trajetória é pautada pela obstinação, firmeza, e pela constante busca do novo, onde o projeto e o desenho se materializam em construção, em detalhes e em soluções originais.

Graduado na Faculdade de Arquitetura Mackenzie em 1964, pertence à primeira geração de arquitetos paulistas a contestar os rígidos dogmas da arquitetura moderna, afastando-se a qualquer tentativa de padronização e ligação a correntes programáticas, normas e ortodoxas, intituladas como, Grupo dos "Não- Alinhados", formado pelos arquitetos Vasco de Mello, Roberto Loeb, Tito Livio Frascino, Eduardo Longo, Pitanga do Amparo, Carlos Bratke, e Arthur Navarrette.

Só recentemente, percebe-se um movimento em direção ao estudo sistemático sobre as obras dos arquitetos deste Grupo, contemporâneos de faculdade, com exceção do arquiteto Pitanga do Amparo (FAU-USP), que tiveram trajetórias profissionais individuais, mas sempre próximos, sobretudo pelas trocas de ideias e experiências, identificando traços comuns em seus trabalhos, que só seria notado nos anos 80.

A extensa obra do arquiteto, realizada entre as décadas de 1960 até os dias atuais, demonstra sua capacidade de enfrentar e dar soluções plásticas, técnicas e funcionais a diferentes temas e escalas de projetos, seja numa residência, indústria ou edifício, cria a singularidade na diversidade.

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23

Ao fazer uma análise do panorama de obras do arquiteto em sua dissertação de mestrado, intitulada “Vasco de Mello: percurso, panorama e análise de sua obra” (2017) Sandra Maalouli Hajli identificou um grande número de obras que não foram construídas, de um total de 459 projetos, 184 não foram realizados, isso mostra uma grande lacuna para ser estudada, e assim se ter uma melhor compreensão da arte projetual do arquiteto.

Com o estudo de projetos não construídos é possível extrair ensaios realizados pelo arquiteto mas que só se concretizaram em projetos posteriores, que foram realizados. A partir disso, observações mais sistemáticas são plausíveis de serem extraídas ao realizar um estudo sobre elementos construtivos, volumétricos e arquitetônicos do arquiteto Vasco de Mello.

O objeto da dissertação são oito projetos não construídos de Vasco de Mello, entre os anos de 1964 à 1995, a partir do acervo do arquiteto.

O recorte temporal da dissertação abrange trinta e um anos. Inicia-se em 1964, com o projeto desenvolvido quando ainda era estudante da Faculdade de Arquitetura Mackenzie, para o Concurso Nacional do Monumento a Fundação de Goiânia, projeto esse que foi contemplado com o segundo lugar, e caminha até 1995 com o projeto do hangar da companhia de aviação Vasp.

O objetivo é, a partir da análise dos projetos selecionados verificar sua importância no conjunto de produção do arquiteto, contribuindo assim para uma melhor compreensão da obra de Vasco de Mello. Buscando uma relação entre projetos não construídos e projetos construídos.

Figura 02 - Vasco de Mello.

Fonte: Rodrigo de Mello, 2017.

(24)

24

O método adotado para a realização da presente pesquisa sobre a análise dos projetos não construídos, foi:

Levantamento de dados em fontes primárias:

Relação dos projetos não construídos elaborados pelo arquiteto;

Seleção de oito projetos, dentro da listagem dos projetos não construídos;

Fotografias e digitalização das pranchas de desenhos Levantamento de dados em fontes secundárias:

Relação das publicações dos projetos do arquiteto Vasco de Mello em artigos, jornais,revistas e livros.

Entrevistas e depoimentos;

Entrevistas gravadas e transcritas concedidas pelo arquiteto a fim de extrair a história, ideias e pensamentos dos projetos selecionados

Redesenho das obras selecionadas;

Utilização de recursos tecnológicos para a modelagem 2d e 3d do projetos.

A pesquisa se justificativa por verificar-se que até o presente momento, não há nenhuma pesquisa sistêmica sobre as obras não construídas de Vasco de Mello. A pesquisa busca preencher essa lacuna que analisa a importância dos projetos não construídos na concepção e consolidação da linguagem do arquiteto.

A estrutura da dissertação organizou-se em quatro capítulos:

Capitulo 1-Vasco de Mello, arquiteto É apresentado em três partes:

1.1 Antecedentes, com o levantamento de dados, informações e conhecimentos sobre os estudos e as publicações que de algum modo mencionam alguma obra do arquiteto Vasco de Mello;

1.2 Trajetória Profissional de 1960-2017, com uma revisão da trajetória e visão de arquitetura de Vasco de Mello, demonstrando a bibliografia e importância de seus projetos na arquitetura moderna brasileira;

1.3 Considerações sobre projetos não construídos, exibindo por meio de estudos realizados no Brasil e no exterior à importância da análise desses projetos e a sua relação com os projetos que foram concretizados, conceituando isso por meio de autores e publicações.

Capitulo 2 - Métodos e Procedimentos de Pesquisa

2.1 Levantamento e Seleção dos Projetos, nele é demonstrado o processo e os critérios de escolha das obras selecionadas para análise;

2.2 Metodologia e Explicitação das Etapas de Redesenho, onde é apresentada a metodologia utilizada na pesquisa e os processos de redesenho dos projetos;

2.3 Critérios para a Análise dos Projetos, contextualiza os itens analisados em cada projeto.

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25

Capítulo 3- Projetos e Análises

Formado em oito partes, consiste na apresentação dos projetos selecionados, com as diretrizes que levaram a sua escolha. Seguido por análises Individuais dos projetos, a partir dos desenhos realizados previamente, dos itens, síntese do projeto, setorização, circulação, estrutura, volume e superfície, e plasticidade. Possibilitando uma análise aprofundada das obras e encontrando características que demonstrem uma relação entre os projetos não construídos do arquiteto, com os concretizados, no panorama de sua vida profissional.

Os projetos selecionados são:

1964 - Monumento Fundação de Goiania

1968 - Concurso de Hotel Juazeiro

1968 - Monumento aos Mortos do Atlântico Sul

1970 - Concurso Pavilhão do Brasil- Expo 70 - Osaka, Japão 1977 - Sede Radiobrás Brasilia

1980 - Sede Hochtief 1990 - Torre São Paulo 1995 - Hangar Vasp

Capítulo 4 - Análises Comparativas Divido em duas etapas:

4.1 Estratégias Projetuais - Análise Comparativa dos Casos, realizando um estudo entre todos os projetos analisados na presente pesquisa, identificando características marcantes e similaridades entre eles, com base nos seguintes critérios: Setorização, Circulação, Estrutura, Plasticidade, e Geometria.

4.2 Analogia com Obras Construídas e Projetos Não Construídos.

Identifica aspectos formais, estruturas, e funcionais nos oito projetos estudados na pesquisa, que aparecem em obras concretizadas com data anterior ou posterior aos projetos analisados.

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VASCO DE MELLO, ARQUITETO 1

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27

1.1 ANTECEDENTES

A obra de vários importantes arquitetos da geração de profissionais que atuou, particularmente na cidade de São Paulo, ainda não foi devidamente estudada no âmbito acadêmico, assim como, Carlos Bratke, Roberto Loeb, e tantos outros que tiveram uma intensa produção arquitetônica nas ultimas décadas do século XX, só recentemente tem sido redescobertas pelos pesquisadores. Exceto por pontuais menções por alguns poucos críticos estudiosos de arquitetura, importantes e icônicas obras distribuídas em importantes avenidas em nossa cidade, ainda não mereceram um estudo minucioso na mesma altura da sua importância. As lições que podem ser aprendidas a partir do estudo rigoroso dessas obras permitirá registrar as diferentes praticas projetuais desses importantes arquitetos paulistas.

Durante a realização do levantamento de dados, informações e conhecimentos sobre os estudos e as publicações que de algum modo mencionam alguma obra do arquiteto Vasco de Mello, destacam-se seis dissertações de mestrado: "Concursos de Arquitetura em São Paulo"

de Valéria Cássia dos Santos (2002), "Eduardo Longo na Arquitetura Moderna Paulista: 1961/2001" de Edite Galote Rodrigues Carranza (2004), "Concursos Públicos Urbanos 1989-1994: Projetos de Fragmentos da Cidade" de Cristiana Gonçalves Pereira Rodrigues (2007), "Técnica e Estética no concreto armado: um estudo sobre os edifícios do MASP e FAUUSP" de Ana Clara Giannecchini (2009).

"Arquitetura e Infra-Estrutura Urbana: A linha Norte-Sul e a Estação Ponte Pequena do Metrô de São Paulo" de Márcia Yoko Terazaki (2011),

“Vasco de Mello: Percurso,Panorama e Análise de sua Obra” de Sandra Maalouli Hajli (2017).

Também foram identificadas seis teses de doutorado: "A Prática profissional do Arquiteto em Discussão" de Francisco Segnini Jr.

(2002),"Arquitetura, texto e imagem:a retórica da representação nos concursos de arquitetura" de Valéria Cássia dos Santos Fialho (2007),

"Edifícios de escritórios na cidade de São Paulo" de Roberto Novelli Fialho (2007), "Reflexão Vivencial sobre a Produção Arquitetônica na Cidade de São Paulo - Do Moderno ao Contemporâneo" de Flávio Marcondes (2012), "Os Paulistas e os Concursos Nacionais de Arquitetura:1990 a 2010" de Raimundo Nonato Veloso Filho (2014), "Teoria e Prática do Partido Arquitetônico" de Mario Biselli (2014).

Como é possível perceber, só recentemente parece haver um interesse específico sobre obras que contribuíram para a constituição daquilo que veio a ser conhecida como arquitetura paulista, que excede a aquilo que foi denominada “Escola Paulista”.

É importante destacar que alguns arquitetos pertencentes a essa geração, por iniciativa própria, iniciou um movimento em direção à publicação de sua própria obra, marcada pelos livros publicados por Carlos Bratke,

VASCO DE MELLO, ARQUITETO 1

(28)

28 28

Roberto Loeb, Eduardo Longo, "Marcello Fragelli: Quarenta anos de prancheta" (2010), este último com citação ao arquiteto Vasco de Mello.

Há também artigos, publicados em anais de congresso, tais como,

"Três Edifícios de Habitação para a Formaespaço: Modulares, Gemini e Protótipo" de Maria Isabel Imbronito (docomomo 2005) e "Processo Construtivo e "Expressão das Cascas em Concreto Armado no Brutalismo" de Célia Regina Moretti Meirelles e Ricardo Herman Medrano (docomomo 2013), que pontualmente estudam algum aspecto específico da obra do arquiteto Vasco de Mello.

Merece destaque ainda o trabalho de graduação intitulado "Vasco de Mello: Um Percurso", realizado pela estudante de arquitetura Julia Viveiros Fusco (2015). Também consta em 66 publicações, em revistas especializadas de arquitetura e em 14 artigos de jornal.

Diante deste quadro ficou claro que até o presente momento, não havia nenhuma pesquisa sistêmica sobre projetos não construídos do arquiteto Vasco de Mello. A presente pesquisa busca preencher esta importante lacuna no conhecimento de uma arquitetura marcante na cidade de São Paulo, que demonstra conhecimentos e práticas vigentes no seu período histórico.

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1.2 TRAJETÓRIA PROFISSIONAL 1960-2018

A trajetória de Vasco de Mello é pautada pela obstinação, firmeza, e pela constante busca do novo, onde o projeto e o desenho se materializam em construção, em detalhes e em soluções originais.

Graduado na Faculdade de Arquitetura Mackenzie em 1964, pertence à primeira geração de arquitetos paulistas a contestar os rígidos dogmas da arquitetura moderna, afastando-se a qualquer tentativa de padronização e ligação à correntes programáticas, normas e ortodoxas, intituladas como, Grupo dos "Não- Alinhados", formado pelos arquitetos Vasco de Mello, Roberto Loeb, Tito Livio Frascino, Eduardo Longo, Pitanga do

Amparo, Carlos Bratke, e Arthur Navarrette. Só recentemente, percebe- se um movimento em direção ao estudo sistemático sobre as obras dos arquitetos deste Grupo, contemporâneos de faculdade.

Assim que se forma arquiteto, Vasco de Mello decide que era o momento de viajar, de expandir os horizontes. A viagem começou em fevereiro de 1965, a bordo de um navio rumo a Europa, com a passagem de ida e duzentos dólares no bolso, acompanhado de seu amigo Rogério Dorsa Garcia, que havia ganhado uma bolsa de estudos na Espanha (HAJLI, 2016, p.36).

A arquitetura de Vasco de Mello se caracteriza pela pluralidade de experiências e pela liberdade de expressão, desafia o lugar comum e supera constantemente a ideia de um padrão arquitetônico pré- definido, incorporando noções antagônicas de operar e compor, sob uma direção primorosa (HAJLI, 2016, p.27).

Figura 04 - Vasco de Mello no Escritório Bernard Zehfurss 1966 Fonte Acervo da VMAA

Figura 03 - Turma de 1964 da Faculdade Mackenzie.

Fonte: Acervo da VMAA.

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A equipe inicialmente reduzida, formada pelos arquitetos Flavio Marcondes e Luis Gonzaga Camargo, ganhou novos integrantes, a maioria contemporâneos de faculdade, Vasco de Mello, Luis Arnaldo Queiroz e Silva, Vallandro Keating, Marco Pelaes e Tito Livio Frascino , que marcou um período curto antes da viagem a França, juntaram-se mais tarde os arquitetos Gil Coelho, Alvaro de Macedo Neto, Ernani Mercadante, Flavio Pastore, João Martinez Correia, Jorge Utimura, Rogério Dorsa Garcia e Silvio Heilbut (HAJLI, 2016, p.39).

Ao retornar para o Brasil, Vasco de Mello fez parte da equipe de arquitetos e engenheiros responsáveis pela concepção dos projetos das estações da linha Norte - Sul Azul do metrô da cidade de São Paulo. No projeto das estações do metrô, buscou-se criar espaços adaptados as nossas realidades específicas, baseada na compreensão da paisagem urbana e valorização dos espaços públicos, mediados por um compromisso ético e de qualidade.

Figura 05 - Equipe do Metrô de SP

Da esquerda para direita: Marcos Pelaes, João Martinez Correia, Luis Arnaldo Queiroz e Silva, Vasco de Mello, Ernani Mercadante, Vallandro Keating, Marcello Fragelli, Tito Livio Frascino, Luiz Gonzaga de Oliveira Camargo, Flavio Pastore, Silvio Hellbut, Flavio Marcondes, Jorge Utimura, Alvaro de Macedo Neto

Fonte Acervo da VMAA

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Figura 06 - Grupo dos Não Alinhados

Da esquerda para direita:Roberto Loeb, Tito Livio Frascino,

Eduardo Longo, Pitanga do Amparo,Carlos Bratke, Vasco de Mello e

Arthur Navarette e o editor Vicente,Wissenbach no desenho de Paulo Caruso.

Fonte: Revista Projeto, 1982

Figura 07 - Tito Livio Frascino e Vasco de Mello na Central de Projetos Fonte: Acervo da VMAA

Por tudo o que foi dito até agora, podemos reconhecer que seus trabalhos tem se pautado na pluralidade de experiências e expressões próprias. Talvez tenha sido por essa razão que, no nal dos anos 70, Vasco de Mello e Tito Livio Frascino, se uniram a outros arquitetos, Roberto Loeb, Eduardo Longo, Pitanga do Amparo, Carlos Bratke, e Arthur Navarrette, na discussão sobre os caminhos da arquitetura. Intitulados como, Grupo dos "Não- Alinhados", tinham em comum uma atitude de contestação dos dogmas da arquitetura moderna vigente naquele momento, o dogma do concreto aparente, o dogma brutalista, que só seria notado nos anos 80 (HAJLI, 2016, p.42).

A Central de Projetos era responsável pela gestão administrativa e financeira, onde 10% do valor de cada projeto desenvolvido eram depositados na conta da empresa para pagar as despesas fixas, e o lucro dividido entre os sócios participantes. Os trabalhos eram desenvolvidos em parcerias, articuladas para atender as necessidades dos clientes, interpretando as circunstâncias de cada projeto, através da participação ativa de ambas as partes, capaz de acrescentar um novo ponto de vista ao existente, o que os diferenciava de outras empresas (HAJLI, 2016, p.42).

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Em sua pesquisa Hajli separa a carreira profissional de Vasco de Mello em três períodos:

- A Formação De Um Novo Olhar 1960-1975: com projetos desenvolvidos ao longo de a sua formação acadêmica, durante sua passagem pela Europa e após seu retorno para São Paulo;

- Produção Coletiva 1975 -1999: com proposta feitas na "Central de Projetos”, escritório pluridisciplinar fundado pelo arquiteto;

- A Fase Atual 1999 - até o presente momento: a criação da VM Arquitetos Associados, em parceria com o arquiteto Rodrigo de Mello, e parcerias com outros escritórios.

Figura 08 - Vasco de Mello e Rodrigo de Mello - Atual Fase na VM arquitetos associados

Fonte: Acervo da VMAA

Figura 09 - Quadro Vasco de Mello Fonte: Acervo da VMAA

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1.3 CONSIDERAÇÕES SOBRE PROJETOS NÃO CONSTRUÍDOS

Imaginar será sempre maior que viver (BACHELARD,1993, p.100)

Apesar do estudo de projetos não construídos já ser uma prática difundida em alguns países, como o Estados Unidos, e países da Europa, esse exercício ainda é pouco estudado no Brasil, tanto por alunos estudantes de arquitetura, como pesquisadores, porém grandes pesquisas realizadas em diversos países confirmam a importância do estudo dos projetos não concretizados para um melhor entendimento e compreensão ao olhar para todo o conjunto de obras de um arquiteto. Independente dos motivos que levaram a sua não concretização, esses projetos exprimem características que podem ser observadas e analisadas em projetos datados anteriormente ou subsequentes, mostrando ensaios projetuais já desenvolvidos pelo arquiteto.

Pesquisas relevantes realizadas sobre projetos não construídos, tais como, Collins (1979), Mitchell (1994), Galli e Mühlhoff (2000), Larson (2000) e Foscari (2010) atestam a importância desse tipo de estudo em arquitetura. Estes autores introduziram diferentes procedimentos metodológicos para investigação e análise de projetos não edificados (FLORIO; TAGLIARI, 2016, p.02).

Collins (1979) estudou projetos utópicos, baseados na tecnologia e no futuro, como o projeto do edifício na Friedrichstrasse, (Torre de Vidro), de Mies van der Rohe, e projetos de apelo social, ambos não realizados.

Larson (2000) estudou projetos não construídos de Loius Kahn, enquanto Galli e Mühlhoff (2000) estudaram projetos não concretizados do arquiteto italiano Giuseppe Terragni. A partir da década de 90, com o avanço da tecnologia o estudo deste tipo de obra alcançou outro patamar, com o uso da computação e de diversos programas que possibilitaram uma análise

mais aprofundada e concisa dos objetos de estudo, como atentam Galli e Mühlhoff , para o uso dos modelos e imagens geradas com o auxilio da computação, que não apresentam caráter apenas ilustrativo, mas sim de parceiro de entendimento.

Here the computer is not merely used as a means of producing images or storing data, but it acts as the researcher’s privileged partner, supporting the process of analyzing, interpreting, understanding and illustrating the projects studied (GALLI;

MÜHLHOFF, 2000, p.10).

Este tipo de projeto pode ficar arquivado e esquecido, se perdendo com o passar do tempo, perdendo também uma serie de identidades e análises ali presentes, projetos que consumiram horas de árduo trabalho e dedicação, expressando ideias e pensamentos do arquiteto, e que possivelmente em alguns casos exprimem de forma mais concisa, clara e marcante, as reais características dos arquitetos estudados.

Neste sentido, projetos não executados foram, também, significativas fontes para a sugestão de novos trabalhos para outros arquitetos. Podemos recordar alguns deles, como as Casas “sem dono” de Lucio Costa (década de 1930), ou a proposta da Casa Dominó (1914-17), a Maison Errazuriz (Chile, 1930) de Corbusier.

Assim, atentamos ao fato que alguns projetos de grande valor na arquitetura nunca foram construídos, no entanto fizeram parte da formação de gerações de arquitetos que se inspiraram nestes projetos para criar o ambiente construído que vivenciamos hoje (TAGLIARI, 2012, p.01).

A importância ao realizar o estudo de projetos não construídos, reside não apenas na área de história, teoria e crítica. Este tipo de pesquisa é fundamental para análises e reflexões na área de projeto, contribuindo para aprofundar discussões sobre modos e processos de projeto. São possíveis diferentes motivos para a não continuidade de um projeto

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desenvolvido, fatores econômicos e sociais, desinteresse por parte do cliente ou do arquiteto, projetos concebidos para concursos, que não emplacaram o primeiro lugar, mas tiveram grande repercussão no meio, ou levaram o primeiro lugar no concurso, mas o mesmo não foi levado a diante.

Existem casos em que o projeto é desenvolvido sem a pretensão de sua real construção, esses projetos se tornam utópicos, emblemático, futuristas e muitas vezes impossíveis de serem executados em sua época, são nesses projetos que muitas vezes é encontrada a verdadeira expressão artística do arquiteto, pois ele se vê livre de preconceitos, pudores, e legislações, que muitas vezes atrapalham e comprometem o desenvolvimento de um projeto.

Podemos afirmar que a criação de novos partidos arquitetônicos, a busca pela interpretação de programas e de uma linguagem do arquiteto acompanharam toda sua obra, construída ou não (TAGLIARI, PERRONE; FLÓRIO, 2012, p.50).

A abordagem do tema foi inédita no Brasil com a tese de doutorado de Ana Tagliari, em 2012, orientada pelo Prof. Dr. Rafael A. C. Perrone, nomeada “Os Projetos Residenciais Não Construídos de Vilanova Artigas em São Paulo”. Em sua tese Ana Tagliari apresenta e justifica a importaria da análise de obras não construídas, realizando o estudo de 39 projetos de residências do arquiteto Vilanova Artigas que não foram concretizadas. Com a ajuda da tecnologia, e de avançados programas de modelagem e parametrização que estão disponíveis, o que possibilitou a construção desses projetos em modelos 3D virtuais, posteriormente foram realizadas maquetes, com a ajuda de uma impressora 3D. Todas essas etapas possibilitaram um entendimento maior das obras, tornando possível a redescoberta de obras de Vilanova Artigas.

Pode-se afirmar que a inclusão do conjunto de 39 projetos não- construídos a sua obra residencial construída, e sua análise, foi fundamental para avaliar a importância de determinados tipos e partidos adotados pelo arquiteto durante o percurso de sua obra residencial (TAGLIARI, 2012, p.185).

O grupo de pesquisa: Arquitetura, Processo de Projeto e Análise Digital;

liderado pelo Prof. Dr. Wilson Flório, realiza o estudo de arquiteturas modernas e contemporâneas de formas complexas, buscando identificar os processos de projeto, a prática projectual, entre outras características que o arquiteto estuda e utiliza ao desenvolver um projeto. Usando procedimentos como, análise cognitiva, análise gráfica, modelagem paramétrica, simulação de desempenho, grasshopper, análise geométrica, fabricação digital 2D - 3D, e impressão 3D. Por meio desses estudos fica comprovada a eficácia do uso dessas metodologias para o estudos de obras, construídas ou não construídas.

As simulações computacionais geram imagens aproximadas de um espaço virtual, e cujo espectador “monta” essas imagens na mente, e com sua imaginação preenche as lacunas das imagens que faltam, formando a sua “ideia” sobre o espaço simulado (FLORIO, 2008, p.243).

Ao longo da historia existe um número inimaginável de projetos que não foram concretizados, mesmo assim eles interferiram em um momento social e econômico de um lugar e/ou de um arquiteto, estimulando novas ideias e tecnologias, inspirando e influenciando a criação de espaços construídos. Como observou Rafael Perrone:

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Não se pode confundir a inexistência de obras construídas significativas com a ausência de projetos (PERRONE, 1993, p.352).

A realização de uma pesquisa baseada em projetos não construídos é uma tarefa muitas vezes árdua para o pesquisador, porém com o uso aliado da tecnologia, esses estudos se tornam extremamente pertinentes, ao revelar novas formas de uma arquitetura muitas vezes esquecida de um arquiteto consagrado, mostrando características novas do autor, ou que já foram vistas em projetos anteriores ou de data posterior, abrindo um novo leque para novas pesquisas serem realizadas em torno das novas informações analisadas.

Unbuilt projects allowed architects to advance impressive analytical, descriptive, and experiential scenarios (SIRBU, 2010, p.44).

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MÉTODO E PROCEDIMENTOS

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2.1 LEVANTAMENTO E SELEÇÃO DOS PROJETOS

A seleção dos projetos para a presente pesquisa foi realizada a partir de análises sobre o trabalho de mestrado de Sandra Maalouli Hajli, intitulado Vasco De Mello: Percurso,Panorama E Análise De Sua Obra.

Nele Hajli apresenta um levantamento completo da carreira profissional do arquiteto, incluindo projetos realizados e os não construídos, como é visto nos gráficos retirados de sua pesquisa, Gráfico 1 e Gráfico 2.

Com eles examina-se que o arquiteto tem um grande número de projetos não realizados, fato que legitima essa pesquisa, verificando que existe um grande número de informações a serem retiradas e descobertas a partir desses desenhos ainda não estudados. Particularidades únicas e ensaios projetuais realizados anteriormente em projetos não executados, que se tornaram visíveis após alguns anos em propostas concretizadas, e plasticidades que se reiteram de formas distintas em diferentes obras, tornando-se um traço particular do arquiteto.

Foram identificados 328 projetos com material, deste total houve uma nova triagem onde os projetos foram divididos em dois grupos, os projetos com algum material (164), mas sem informações su cientes para análise, e os projetos com bom material (164) que permitem uma aproximação maior do conteúdo do seu trabalho.

Todas essas informações são importantes para esclarecer e justificar os critérios de seleção dos projetos que serão analisados.

Alguns projetos carecem de informações como endereço exato e equipe técnica (HAJLI, 2015, p.55).

Gráfico 1 : Número de Projetos Produzidos Fonte: Sandra Maalouli Hajli, 2015

Gráfico 2 : Número de Projetos por Programa Fonte: Sandra Maalouli Hajli, 2015

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Referências

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