TRATAMENTOS TRATAMENTOS
SUPERFICIAIS SUPERFICIAIS
Jun/2004 Departamento Técnico
Tratamento Superficial
¾índice:
•Projetos
•Materiais
•Execução
•Qualidade do Serviço
•Defeitos
•T.S. em Reabilitação de Pavimentos Asfálticos
Tratamento Superficial
¾ Emprego:
• Amplamente utilizados como serviços básicos de implantação de
revestimentos asfálticos de pavimentos rodoviários e urbanos, para comportar tráfego de até 2.000 veículos/dia
• São ainda empregados em serviços de reabilitação superficial de pavimentos antigos.
Tratamento Superficial
¾ Definição:
• São os serviços de pavimentação asfáltica, executados “in-loco”, que consiste na aplicação de banho de ligante betuminosos e espalhamento de agregados, com características especificas, para a sua aderência e fixação, sendo executado em camada única ou multi-camadas, na construção de um revestimento rugoso, flexível e de espessura delgada
Projeto / Seção Transversal
TRATAMENTO SUPERFICIAL
ACOSTAMENTO ACOSTAMENTO
SUB-LEITO BASE SUB-BASE
IMPRIMAÇÃO 4%
4%
Tratamento Superficial
¾ Etapa Construtiva / Implantação(I):
¾ Drenagem do Pavimento:
• O projeto deve considerar condição
“sine-qua-non” a drenabilidade para a garantia da funcionabilidade do pavimento:
Ö Drenagem profunda, pontual
Ö Drenagem superficial, declividade Ö Projeto em greide elevado da pista
Tratamento Superficial
¾ Etapa Construtiva / Implantação(II):
¾ Camadas Estruturais:
• Dimensionamento adequado ao Nº de veículos/dia – Pluviometria regional
¾ Camadas de Base (Coesiva):
• Espessura mín: 20 cm
• Estabilidade (ISC/CBR): > 60
• Plasticidade Normal: 2-6, não expansiva
• Solos Lateriticos: plasticidade até 12
• Declividade Transv: Mín. 4%
• Declividade Longitudinal: Máx 7%
Tratamento Superficial
¾ Camada de Base Coesiva / Selada:
• Solo Laterizado
• Dificuldade penetração imprimação
• Penetração de 2 a 3 mm (deficiente)
• Possibilidade de “Ranhura” da película pela brita do tratamento
• Recomenda-se executar Capa Selante sobre a imprimação (proteção base)
¾ Camada base não Coesiva ou Absorvente:
• Tipos: - Brita graduada
- Top-Soil + Arenoso - Solo Granular
• Imprimação: - Excesso pentração da pintura
- Não confere coesividade superficial - Possibilidade de “cravação” da brita
• Recomend: -Executar Capa-Selante sobre a imprimação (proteção da Base)
Tratamento Superficial
¾ Base Absorvente / Imprimação:
Tratamento Superficial
Tratamento Superficial
¾ Imprimação:
• Funções: Fundamentais para estabelecer:
Ö Coesividade Superficial da base
Ö Impermeabilização da superficie da estrutura
Ö Elemento de ligação da estrutura / revestimento asfáltico.
• Execução: Tema especifico “Imprimação”
¾ Tipos:
• Simples - 1 Cam. Agregado
• Duplo - 2 Cam. Agregados
• Triplo - 3 Cam. Agregados
• Proteção 1 - Banho Diluído
• Proteção 2 - Capa Selante
¾ Espessura do T.S. (em mm ou cm)
= diâmetro máx. do agregado / 1ª Camada
Tratamento Superficial
¾ Penetração do Ligante
Tratamento Superficial
DIRETA INVERSA
Tratamento Superficial
¾ O Agregado (I):
• Elemento primordial nos tratamentos superficiais :
Ö A qualidade e caracteristicas físicas são fatores de longevidade dos pavimentos flexiveis.
Ö No caso dos T.S., este material é o
elemento de resistência à ação do tráfego, aderido pelo ligante betuminoso
Tratamento Superficial
¾ Agregados(II) Características Físicas exigidas:
Ö Angularidade (britagem) travamento.
Ö Dureza: Los Angeles <40%
(resistência)
Ö Sanidade: Ao desgaste químico < 12%
Ö Lameralidade: Formas defeituosas <
20%
Tratamento Superficial
¾ Agregados(III) Características Mineralógicas
¾ Exemplos:
9 calcareo (calcitico, dolomitico) 9 basalto
9 granítico, gnaisse, arenito 9 quartzito, seixo
9 escórias de siderúrgica
9 agregados artificiais calcinados
¾ Agregados(III) Natureza Química
9 adesividade do ligante asfáltico
Tratamento Superficial
¾ Obtenção Agregados : Sugestões Telas:
Malhas B 1" B 7/8" B 3/4" B 5/16" B 1/2" B 3/8" PÓ
1" 100% - - - - - -
7/8" - 100% 25% - - - -
3/4" 100% - 75% - - - -
5/16" - 100% - 100% - - -
1/2" - - 100% - 100% 50% -
3/8" - - - 100% - 50% -
1/4" - - - - 100% 100% 100%
3/16" - - - - - - -
D/d > 0,50 > 0,50 > 0,50 > 0,50 > 0,50 > 0,50 -
Tratamento Superficial
¾ Agregado : Capa Selante:
Britado ou Natural (Areias):
• < 6 mm
• Eq. Areia > 50%
• Sanidade: Grão Sadio / Duro
• Adesividade: ao Ligante 100%
• Ionocidade: Areia Ácida / Comentário*
• Fixação : ≅≅ 60% do espalhamento
Tratamento Superficial
¾ Agregados Obtenção Britagem:
• Pureza dos Agregados Granulados.
Aos serviços de tratamento superficial, os agregados, denominados de granulados, devem ser isentos de contaminantes com agregados miúdos ou fillerizados.
Deverão ser lavados, no ato britagem ou pós- britagem e transportados para pista em execução na condição de umidade reduzida.
Tratamento Superficial
¾ Produção / Peneiramento Lavado :
Tratamento Superficial
¾ Lavagem Pós Produção
Tratamento Superficial
¾ Agregados(VI) Características:
1) Teórico
ENSAIO GRANULOMÉTRICO DO AGREGADO:
Calcular: D max: (90% passando) = mm d min: (10% passando) = mm d médio: D max / d min = mm
Tratamento Superficial
Tratamento Superficial
¾ Agregados : Relação Intercamadas
Os agregados, per si deverão apresentar a relação d/D=>0,50
Nas multicamadas de T.S., os agregados das camadas superiores, deverão apresentar DmaxDmax em dimensões igual ou menor que dmindmin do agregado da camada subjacente, para propiciar a sua acomodação entre os vazios da mesma.
Tratamento Superficial
¾ Agregados: Relação Entre / Camadas:
(TSD) ex:
Tratamento Superficial
¾ Taxas Agregados / Teórico (1) (*C.A.) :
1ª Camada : ∅ Médio mm x f 1,10 ≅ Kg m² (Ex: 14 mm x 1,10 = 15,4 Kg m²) Multicamada : ∅ Médio mm x f 1,10 ≅ Kg m²
(Ex: 7 mm x 1,10 = 7,7 Kg m²) Capa Selante: Excesso : 6 L ≅ 9,0 Kg m²
QT Fixar : 4 L ≅ 6,0 Kg m² (Fixar 60%)
Nota : Estes indicativos compreendem os agregados : d ap ≅ 1,50 e d real ≅ 2,60
Tratamento Superficial
¾ Método Prático : QT. Agregado:
• Bandeja = área cm²
• Peso do agregado / área bandeja
• Peso agregado / m² ou 10.000cm² ( Por camada )
Tratamento Superficial
¾ Método Prático / Bandeja:(Laboratório)
1ª Camada Demais Camadas
Tratamento Superficial
¾ Dosagem do Ligante Residual (I):
• A quantidade ótima de ligante depende:
Ö das dimensões, forma e porosidade do agregado
Ö do tipo e intensidade do tráfego
Ö das condições da superfície aonde será executado o tratamento superficial:
Ö (sobre base, T.S., mistura asfáltica)
Tratamento Superficial
Tratamento Superficial
¾ Exemplos / Taxas Lig. Res. X Nº Veic./Dia
• ÁBACO / VOGT: Simples ou Multiplo:
(D max > agregado / Nº Veículos / % asfalto) 100% v/d =7,4
Ex: Dmax= 20mm 500% v/d =6,7
>1000% v/d =6,4
A relação determina : > Nº v/d < % asfalto
Nota : Checar taxas no Início serviço / ajustes
Tratamento Superficial
¾ Ligantes Betuminosos:
CAP --- 150/200 ou 7 CAP --- 85 / 100 ou 20 AP --- 9 a 12
ADP --- CR 800 – CR 3.000 E.AE.A ------ RR RR ––2C2C
Tratamento Superficial
¾ Ligantes / Temperaturas de Aplicação:
CAP / AP / ADP = 100º a 170º (Relação Visc/Tº) = 40 a 60 SSF
Emulsão RR-2C = 65º a 70º
(Relação Visc/Tº) = 40 a 130 SSF *
(discutir)
Tratamento Superficial
¾ Esquema do Bico Espargidor / Visc. Ligante
Ligantes Aquecidos:
Adesividade nas paredes do bico Ligantes Emulsionados:
“Escorregam” nas paredes
Área de Fluxo do
Ligante
Corte Esquemático
do Bico
Tratamento Superficial
¾ Distribuição por Camada / Taxa Ligante ( I ):
• Distribuição : CAP / AP / ADP:
T.S.S= banhos=100%
T.S.D= banhos=60% + 40%
T.S.T= banhos=40% + 30% + 30%
T.S.Q= banhos=30% + 30% + 20% + 20%
Nota : No caso ADP, compensar p/ + % Solvente
Tratamento Superficial
¾ Distribuição por Camada / Taxa Ligante ( II ):
• Distribuição : Emulsão Asfáltica (C.A)Emulsão Asfáltica (C.A) T.S.S= banhos=100%
T.S.D= banhos=40% + 60%
T.S.T= banhos=30% + 40% + 30%
T.S.Q= banhos=20% + 30% + 30% + 20%
¾ Velocidade Ruptura / RR - 2C
Tratamento Superficial: Proj. Laboratório.
T.S. Polímero e T.S. Normal (Laboratório)
¾ Deslocamento da Brita / Tipo de Ligante
RR2C Normal
RR 2C c/ Polimero
Tratamento Superficial: Projeto
¾ Teor Ligante x Agregado ( I ):
ÖImportante:
1. A metodologia adotada compreende o cálculo do Ligante em relação ao peso do agregado á fixar:
(Volume agreg. X d.ap agreg. Kg/m²) ABACO VOGT:
-Dmáx do > agregado do T.S -Nº Veículos / dia
-% de ligante x peso agreg. Fixar
Tratamento Superficial: Projeto
¾ Teor Ligante x Agregado ( II ):
2. Agregado Sintético ou Calcinado = d.ap < 1,65 3. Agregado Siderúrgico / escória = d.ap > 1,65 ABACO VOGT:Dimensão agregado x d.ap= 1,65
-A diferença do d.ap > ou < deverá ser
considerada em % sobre a d.ap do agregado convencional (1,65)
Para o cálculo do ligante / diferença % d.ap - Agregado leve : >> Teor Ligante
- Agregado pesado: << Teor Ligante
Tratamento Superficial: Controle Téc.
¾ Agregados:
Características Físicas
• Checagem permanente da granulometria;
• Verificação relação d/D entre camadas;
Qualidade
• Lavagem dos agregados britados
• Pureza / isenção de fillerizados
• Umidade para aplicação (com emulsão) **
Tratamento Superficial: Controle Téc.
¾ Ligante : Emulsão RR-2C
Ensaios de recepção
• Peneiramento # nº 20
• Residual Asfáltico **
• Viscosidade 50ºC / SSF
• Obtenção do resíduo asfáltico polimérico
• Recuperação elástica resídual **
Tratamento Superficial: Controle Téc.
¾ Atenção Ligante : Emulsão
• Ao período de 3 dias de estocagem efetuar circulação do produto (p/ evitar sedimentação)
• Pré-aquecimento em carreta 60ºC / máx **
• Aquecimento espargidor 70ºC
Tratamento Superficial
¾ Distribuidor de Ligante:
Tratamento Superficial
¾ Distribuição Ligante / Altura Barra:
Tratamento Superficial
¾ Esconsidade de Bicos / Espargimento:
Tratamento Superficial
¾ Execução I:
Distribuição do
Ligante Asfáltico
• Verificar Bicos
• Calhão Papel / Junção Transv.
• Temperatura do Ligante
• Tomada de Taxa
• 5ª Roda / c. Velocidade(*)
Tratamento Superficial
¾ Execução II:
Distribuição do
Agregado
• Umidade Reduzida
• Não Superposição na Camada
• Compactação Imediata
• Correção de Lacunas
• Retirada de Excesso
Tratamento Superficial
¾ Junta Transversal / Início Banho
Tratamento Superficial
¾ Execução Tratamento Superficial:
Tratamento Superficial
¾ Espalhamento Agregados: Usual
Tratamento Superficial
¾ Espalhamento Agregados: Usual
Tratamento Superficial
¾ Controle Tecnológico de Execução:
• Taxas de Materiais
Método de coleta em bandeja em todas as etapas de construção, em tomadas pontuais, entre-eixos dos equipamentos de execução.
Ligante asfáltico e agregado = 1m²/Pontual Calcular os consumos destes materiais em
escala de uma etapa de construção (média geral / m²)
Tratamento Superficial
¾ Controle Tecnológico:
Tratamento Superficial
¾ Compactação:
Coesão Inercial • Força de Adesão do Ligante / Agregado
Compactação • Acomodamento / ordenamento do agregado sobre o banho de ligante promovendo a ascenção pelas laterais do agregado (aprisionamento)
Tratamento Superficial
¾ Execução / Rolagem de Pneus:
Tratamento Superficial
¾ Compactação ou Rolagem / Inicial:
Ö Equipamento: Rolo Pneus Psi 70-90 (média) Ö Sentido Rolag.: Bordo / centro pista
Ö Faixas Rolag.: Superpor 20% Anterior Ö Nº Passadas: Suficiente 3 Passadas
Ö Efeito Comp.: Acomodação do agregado, em sua maior dimensão para
repousar sobre o ligante.
Tratamento Superficial
¾ Execução / Rolagem Final (2ª Cam. / TSD):
¾ Elasticidade / Coesividade do Ligante
T.S.D / Polímero: Campo.
Tratamento Superficial
¾ Abertura ao Tráfego I:
• Situação I: (Pista isolada > Trafego desviado)
Ö O tratamento superficial poderá ser liberado, após a execução da ultima camada ou etapa final do serviço, ao período de 12 horas
* : Condição ideal de execução dos serviços.
Poderá ocorrer rejeição de agregados não aderidos.
Tratamento Superficial
¾ Abertura ao Tráfego II:
• Situação II: (Pista não isolada / Trafego. em curso)
Ö O Tratamento Superficial poderá ser liberado, após a execução de uma das camadas, ao período de 2 horas .
Ö Regiões TºC Baixas * Ñ rompe a emulsão / Ñ Coesão
* : Ocorrência de rejeição de agregados não aderidos ao banho de ligante, e desagregação em situações de manobras bruscas.
Tratamento Superficial
¾ Abertura ao Tráfego III:
• Serviço T.S / Finalizado : com C.S. ou B.D.:
Ö Em condição climática favorável:(Calor / Cura + Coesão do Ligante ) poderá ser liberado ao tráfego.
Ö Banho Final diluído / cuidado ñ aderir *
* : Ocorrência rejeição / desagregação das camadas em situações de manobras bruscas.
Tratamento Superficial
Visualização da Qualidade dos
Serviços
Realizados
Tratamento Superficial: Simples
Tratamento Superficial: Duplo + C.S.
Tratamento Superficial: Duplo + C.S.
¾ Comentário: (C. A) *
• Projeto adequado para regiões:
Ö Baixo índice pluviométrico Ö Alta incidência Solar (U.V) Ö Agregado da Capa Selante
Ö Protege infiltração U.V. nas camadas / preserva o Ligante
* Não adequado em região chuvosa (aprisiona muita água)
T.S. / Polímero T.S.D + B. D. (80%)
T. S.: Duplo + B. Diluído (80%)
¾ Comentário: (C. A) *
• Projeto adequado para regiões:
Ö Alto índice pluviométrico
Ö Executar Capa-Selante invertida (proteção base)
Ö Facilitar evaporação água de infiltração Ö Secagem / drenagem superficial rápidas Ö Posterior reforço com banho / diluído na
conservação
Tratamento Superficial
¾ T.S.T / CS - Urbano:
Tratamento Superficial
¾Defeitos Característicos dos revestimentos
Superficiais:
(Por espargimento do Ligante Asfáltico e Distribuição Agregados “In-Situ’ / ou Consequências)
Tratamento Superficial
¾ Carro – Espargidor de Ligante Asfáltico
Tratamento Superficial
¾ Verificação de Bicos (no Acostamento????)
Tratamento Superficial
¾ Defeito Previsível
Tratamento Superficial
¾ Falha de Bicos
Tratamento Superficial
¾ Continuidade da Falha
Tratamento Superficial
¾ Falhas de Bico / vida útil
Tratamento Superficial
¾ Estriamento na Capa Selante
Tratamento Superficial
¾ 2ª Camada : Excesso Agregado:
Tratamento Superficial
¾ Perda por Excesso / Falta Ligante:
Tratamento Superficial
¾ Exsudação:
Tratamento Superficial
¾ Perda 2ª Camada T.S.D:
Tratamento Superficial
¾ Britas / Espalhamento c/ Segregação:
Tratamento Superficial
¾ Ocorrência à posterior : “Manchas” Localizadas:
Tratamento Superficial
¾ Imprimação com descolamentos de Base “Solas”
Tratamento Superficial
¾ Base Granulosa
Tratamento Superficial
¾ T.S.S. + C.S. “Ondulação Transv. Def. Spreader
T. S.: Capa Selante Ácida
¾ Região Chuvosa / Condições Normais (Sol):
T. S.: Capa Selante Ácida + RR
¾ Região Chuvosa : Afloramento emulsão RR
T. S.: Capa Selante Ácida + RR
¾ Região Chuvosa / Ocorrências: Afloramento
T. S.: Capa Selante Ácida + RR
¾ Região Chuvosa: Manchas na C.S.
T. S.: Capa Selante
¾ Região Chuvosa / Camada Rolamento (ou Drenante):
T. S.: Capa Selante
¾ Região Chuvosa: Aprisionamento água
T. S.: Capa Selante
¾ Região Chuvosa: Acumulo de Água no TSD:
T. S.: Capa Selante
¾ Região Chuvosa: Aprisionamento água
T. S.: Capa Selante
¾ Região Chuvosa: Aprisionamento água
Tratamento Superficial
¾ Na Reabilitação:
•O emprego de Tratamentos Superficiais na Reabilitação
de Pavimentos Existentes
T. S. na Reabilitação de Pavimentos
¾ T.S.S Sobre T.S.D
Antes
Depois
T. S. na Reabilitação de Pavimentos
¾ Tapa buraco+ T.S.D / T.S.D (4cm )
T. S. na Reabilitação de Pavimentos
¾ BR 242 :T.S.D / T.S.D
Tratamento Superficial
BOA VIAGEM