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ZONAS DE PONTEAMENTO DE REDE AÉREA - LINHA 5 - LILÁS

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Academic year: 2021

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Eduardo Marcello Casado Marcos Figueiredo Vicentini Gerência de Operação do Metrô-SP

São Paulo 13/09/10

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BREVE HISTÓRICO

• Desde o início da operação comercial da Linha 5 Lilás em 22/10/2002, ocorreram 08 Incidentes Notáveis com a Rede Aérea

• Em todos eles, ocorreu o ponteamento do tramo elétrico à frente, pelos pantógrafos

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• Na L5, não existia uma referência precisa, nem para o OT e nem para o Centro de Controle Operacional, que permitisse verificar a localização do trem, com o objetivo de saber se localização do trem, com o objetivo de saber se o seu posicionamento na via permitia o ponteamento do tramo elétrico à frente

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CONSEQUÊNCIA

● A realimentação de uma região de Rede

Aérea que se considera desenergizada, colocará em risco de acidente gravíssimo:

● O Usuário ● O Usuário

● O Operador de Trem ● O próprio Trem

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• O Centro de Controle Operacional necessita receber rapidamente, do Operador de Trem, a informação precisa da localização do seu trem no circuito elétrico, para poder elaborar a no circuito elétrico, para poder elaborar a estratégia operacional mais adequada e segura em caso de ocorrência com a Rede Aérea

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PROBLEMA

● Como garantir a existência de uma referência

confiável para o OT, de forma que ele possa saber, com precisão, qual a posição que o seu trem ocupa em relação à possibilidade de trem ocupa em relação à possibilidade de ponteamento do tramo elétrico à frente?

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• Para chamar a atenção do OT, optamos por demarcar com uma faixa contínua vermelha a região que consideramos como crítica, a de ponteamento

ponteamento

• A essa demarcação denominamos ZP (Zona de Ponteamento)

• A importância desta demarcação é de alertar ao OT o local físico da Rede Aérea onde o pantógrafo do trem está tocando em fios de contato de potenciais elétricos diferentes

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DEMARCAÇÃO DAS ZONAS DE PONTEAMENTO

• Em uma ocorrência de desenergização da Rede Aérea o grande desafio passou a ser:

● Alertar ao OT com antecedência que logo a

frente existe uma ZP frente existe uma ZP

● Possibilitar ao OT parar o trem antes ZP

● Permitir ao OT saber se ele pode movimentar

o trem com segurança e sem pontear a Rede Aérea

(9)

• Só a demarcação da ZP passou a ser insuficiente. Optamos por demarcar com faixa

branca e vermelha a região antes da ZP

• A essa demarcação denominamos ZAP (Zona

• A essa demarcação denominamos ZAP (Zona Anterior ao Ponteamento)

• A ZAP tem 120 metros de extensão, distância calculada e suficiente para o OT aplicar freio de emergência do trem e parar com segurança antes da ZP

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DEMARCAÇÃO DAS ZONAS DE PONTEAMENTO

• Esta distância foi calculada considerando o código de velocidade de via desta região e a taxa de frenagem do trem, quando do acionamento do freio de emergência

acionamento do freio de emergência

• Esta distância garante que o trem pare antes da ZP se acionado o freio de emergência no início da demarcação da ZAP

• Garantir que o trem pare na ZAP, significa não pontear a Rede Aérea

(11)

• Se a desenergização da Rede Aérea ocorrer quando o trem já estiver na ZAP, o OT irá aplicar o freio de emergência e o trem poderá parar na própria ZAP, ZP ou após a ZP

parar na própria ZAP, ZP ou após a ZP

• Se o trem parar após a ZP, poderá ainda ter algum pantógrafo tocando em fios de contato de potenciais elétricos diferentes ponteando a Rede Aérea

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DEMARCAÇÃO DAS ZONAS DE PONTEAMENTO

• Só as demarcações da ZAP e da ZP passaram a ser insuficiente. Vimos a necessidade de demarcar mais uma região, optamos por faixa

amarela e vermelha na região após a ZP amarela e vermelha na região após a ZP

• Esta demarcação chamamos de ZPP (Zona Posterior ao Ponteamento)

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• Com o trem parado na ZPP, o Centro de Controle Operacional poderá solicitar ao OT movimentar o trem levantando somente o pantógrafo do carro líder com segurança e sem pantógrafo do carro líder com segurança e sem risco de pontear a Rede Aérea

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REDE AÉREA

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NOVA CULTURA

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DEMARCAÇÃO DAS ZONAS DE PONTEAMENTO

As faixas demarcadas da: ZAP – Branca e Vermelha

● ZAP – Branca e Vermelha ● ZP – Vermelha contínua ● ZPP – Amarela e Vermelha

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● SEGURANÇA

● RAPIDEZ NA DECISÃO

● RAPIDEZ NA ATUAÇÃO

● AGILIDADE EM VOLTAR A PRESTAR O

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TREM PAROU NA ZAP

Quando da desenergização do tramo elétrico o OT deve aplicar o freio de emergência

Se o trem parar na ZAP, abaixar os pantógrafos, informar ao Centro de Controle Operacional a Controle Operacional a sua localização e aguardar orientação

Com o trem parado na ZAP e os pantógrafos abaixados, evitamos o Ponteamento O Centro de Controle Operacional deve pesquisar a causa da desenergização e adotar a estratégia mais adequada

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emergência

Se o trem parar na ZP, abaixar os pantógrafos, informar ao Centro de Controle Operacional a sua localização e aguardar sua localização e aguardar orientação

Com o trem parado na ZP e os pantógrafos abaixados, evitamos a continuidade do Ponteamento O Centro de Controle Operacional deve pesquisar a causa da desenergização e adotar a estratégia mais

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TREM PAROU NA ZPP

Quando da desenergização do tramo elétrico o OT deve aplicar o freio de emergência Se o trem parar na ZPP, abaixar os pantógrafos, informar ao Centro de informar ao Centro de Controle Operacional a sua localização e aguardar orientação

Com o trem parado na ZPP e os pantógrafos abaixados, evitamos a continuidade do Ponteamento

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pesquisar a causa da desenergização e adotar a estratégia mais adequada

Com o trem parado na ZPP o Centro de Controle Centro de Controle Operacional poderá autorizar o OT a subir o pantógrafo do carro LÍDER e seguir viagem até a próxima estação onde autorizará a normalização dos pantógrafos operacionais (1, 3 e 5) ou (2, 4 e 6)

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TREM PAROU EM REGIÃO NÃO DEMARCADA

Quando da desenergização do tramo elétrico o OT deve aplicar o freio de emergência

Se o trem parar em região NÃO demarcada, NÃO abaixar os pantógrafos, informar ao Centro de Controle Operacional a Controle Operacional a sua localização e aguardar orientação

Com o trem parado em região NÃO demarcada, NÃO Ponteia a Rede Aérea

O Centro de controle Operacional deve pesquisar a causa da desenergização e adotar a estratégia mais adequada

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DEPOIMENTOS DEPOIMENTOS

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NÚCLEO DE ESTRATÉGIAS

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SUPERVISOR DE TRÁFEGO

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(48)

EDUARDO MARCELLO CASADO

Engenheiro de Projetos Operacionais

[email protected] Fone: +55(11) 3179-2145

Fax: +55(11) 3179-2114 Fax: +55(11) 3179-2114

MARCOS FIGUEIREDO VICENTINI

Coordenador Operacional

[email protected] Fone: +55(11) 3179-2151

Referências

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