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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

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Academic year: 2021

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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

• Grandezas Elétricas:

• Corrente elétrica (I):

pode-se definir corrente

elétrica como sendo um fluxo ordenado de elétrons, criado em função de um diferença de potencial.

• Na teoria de circuitos a corrente é geralmente imaginada como movimento de cargas.

• Notação: I (de intensidade de corrente) • Unidade: Ampére (A).

Eletricidade Básica

• Corrente elétrica é deslocamento de elétrons, ou seja, transferência de carga.

• Quando se tem a corrente de 1A, significa dizer que por este ponto que circula esta corrente, há uma transferência de carga de 1 Coulomb (C) por segundo.

Eletricidade Básica

• Tensão:

é conceituada como sendo a força que provoca o deslocamento de elétrons (corrente elétrica) num circuito.

• A circulação de corrente elétrica se dá em função da presença de tensão num determinado circuito. • Notação: E, V, f.e.m. (força eletromotriz), ddp

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Eletricidade Básica

• Resistência elétrica:

é a propriedade dos materiais de se opor ou resistir ao movimento dos elétrons.

• Para que elétrons possam passar através de um material é necessária a aplicação de uma tensão para fazer passar a corrente.

• Notação: R • Unidade: Ohm (Ω) • Símbolo:

Eletricidade Básica

• Fontes:

são dispositivos que fornecem energia a um sistema, no caso, um circuito elétrico.

• Fonte de corrente contínua (CC): quando o fluxo das cargas é unidirecional e constante para um período de tempo considerado.

• As correntes elétricas geradas por pilhas e baterias são do tipo contínuo, ou seja, elas percorrem o fio condutor sempre num mesmo sentido.

• Essas fontes de tensão elétrica possuem sempre dois pólos distintos, ou seja, um pólo positivo e um pólo negativo.

Eletricidade Básica

• Fonte de corrente alternada (CA): quando as

cargas fluem ora num sentido, ora noutro,

repetindo este ciclo com uma freqüência

definida.

• A corrente elétrica que recebemos em nossas

residências é do tipo alternada. Essa espécie

Eletricidade Básica

• No sistema brasileiro de transmissão de energia elétrica, ocorrem 120 inversões a cada segundo, ou seja, a corrente elétrica, a cada segundo, percorre o condutor 60 vezes num sentido e 60 vezes em sentido contrário.

• Por isso, dizemos que a corrente elétrica no Brasil tem freqüência de 60 Hz ou 60 ciclos por segundo. • Em razão dessas diversas inversões de sentido, que

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Instalações Elétricas

• Nomenclaturas

– Potência instalada: é a soma de todas as potências elétricas nominais instaladas numa residência e inclui tomadas de energia, iluminação, chuveiros, motores, eletrodomésticos, aparelhos de ar condicionado e todo equipamento que consome energia elétrica.

– Circuito elétrico de distribuição: cada um dos circuitos elétricos derivados de um quadro geral de distribuição,

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– Ramal de entrada: a ligação elétrica compreendida entre o quadro de medição de energia e o quadro geral de distribuição (QGD) dos circuitos da edificação. O quadro geralmente fica no interior da edificação num lugar de fácil acesso.

– Disjuntor diferencial residual (DR): equipamento de proteção de alta sensibilidade, instalado com finalidade de

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• Aterramento: uma ligação realizada por um

fio condutor, de todos os equipamentos que

possuem partes metálicas. Essa ligação é

necessária

principalmente

em

chuveiros,

refrigeradores e congeladores, aparelhos de ar

condicionado, máquinas de lavar.

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• Padrão de fornecimento de Tensão:

a instalação

de energia residencial é solicitada à concessionária conforme a demanda de consumo. Esse fornecimento pode ser:

– Monofásico: a instalação é composta de dois condutores, sendo uma fase e um neutro. Nessa instalação só é possível a instalação de 127 V.

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– Bifásico: nessa instalação o fornecimento é composto de três condutores, sendo dois fase e um neutro. A ligação entre duas fases fornece uma tensão de 220 V e entre qualquer fase e um neutro, a tensão é 127 V.

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• Trifásico: esse fornecimento utiliza quatro

condutores e possui as mesmas características

do fornecimento bifásico.

• Dispositivos mais comuns (residencial):

– Disjuntores

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– Interruptores de comando simples ou paralelo

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– Tomada universal de dois pólos (fase e neutro) – Tomada universal de três pólos (fase, neutro e

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– Conjuntos de interruptor o tomada

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– Quadro de disjuntores (quadro geral)

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– Bocal para lâmpadas

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• Materiais mais comuns:

– Fio rígido e flexível – Fita isolante

– Eletrodutos flexíveis (corrugados) – Eletrodutos rígidos

– Caixa de passagem

– Caixa de passagem octogonal

• Os condutores podem ser rígidos ou flexíveis, que possuem maior flexibilidade e constituem-se de vários fios de pequenos diâmetros num só condutor. • Independente do tipo de condutor, as medidas mais

comuns em instalações residenciais são, em mm2: 1,5 –

2,5 – 6,0 – 10,0.

• Esses condutores são apresentados em diversas cores, porém algumas cores são específicas, conforme a norma, para certas finalidades:

– Verde: à identificação das ligações terra; – Azul: aos condutores neutro;

– Preto e vermelho: cores indicadas aos condutores fase.

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• Para a instalação de tomadas e interruptores embutidos são utilizadas caixas de passagem tanto em alvenaria quanto em teto.

• As caixas são interligadas por eletrodutos com diâmetro dimensionado em função da quantidade de condutores e suas bitolas.

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• Para instalações enterradas ou aparentes são utilizados eletrodutos rígidos e com rosca por proporcionarem maior resistência aos agentes externos.

• Possuem complementos destinados à interligação dos tubos e conexões diversas.

• Também são dimensionados em função da quantidade de condutores e bitolas.

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• Tipos de fios e cabos:

• Fio sólido antichama – 750 V: formado por um fio de cobre nu isolado com um composto termoplástico à base de PVC, que confere propriedades à não propagação e

auto-extinção do fogo.

Disponível nas cores preto, branco, azul-claro, vermelho, verde e amarelo.

Seção nominal mais comuns (mm2): 0,5; 0,75; 1;

1,5; 2,5; 4; 6; 10 e 16.

Utilizado em instalações de força e iluminação em baixa tensão em circuitos elétricos de alimentação e de distribuição em residências e em instalações industriais e comerciais.

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• Cabo flexível antichama – 750 V:

Formado por vários fios de pequeno diâmetro de cobre nu isolado com um composto de termoplástico à base de PVC, que confere propriedades à não propagação e auto-extinção do fogo.

Disponível nas cores preto, branco, azul-claro, vermelho, verde, cinza, marrom e amarelo.

Seção nominal mais comuns (mm2): 0,5; 0,75; 1; 1,5; 2,5; 4; 6; 10; 16.

Utilizado em instalações de força e iluminação em baixa tensão em circuitos elétricos de alimentação e de distribuição em residências e em instalações industriais e comerciais. Usado principalmente em locais que necessitem de flexibilidade devido a curvas em eletrodutos.

Instalações Elétricas

• Cabo flexível PP – 750 V (polipropileno):

Formado por vários fios de encordoamento flexível, de cobre nu, isolados com um composto termoplástico à base de PVC que confere propriedades à não propagação e auto-extinção do fogo.

Esses cabos podem ser compostos de dois a cinco condutores, também chamados de vias. São identificados pela quantidade de condutores seguida do diâmetro nominal de cada um deles, em mm2.

• Dois condutores: preto, azul-claro • Três condutores: Preto, azul-claro, branco • Quatro condutores: preto, azul-claro, branco, vermelho • Cinco condutores: preto, azul-claro, branco, vermelho, verde

Utilizados em circuitos de alimentação e distribuição principalmente de instalações

Instalações Elétricas

• Cabo de cobre nu: formado por vários fios de cobre nu, sem isolamento.

Seção nominal mais comuns (mm2):

0,5; 0,75; 1; 1,5; 2,5; 4; 6; 10; 16

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• Cordão torcido/paralelo – 300 V: Formado por vários fios de cobre nu, isolado com um composto termoplástico à base de PVC.

Disponível nas cores branco e marrom. Seção nominal mais comuns (mm2):

2x0,5; 2x0,75; 2x1; 2x1,5; 2x2,5; 2x4

Esse cordão tem emprego em extensões elétricas e em ligações de aparelhos eletrodomésticos e em ferramentas elétricas. O cordão torcido é muito empregado em sistemas de iluminação provisória em obras de construção civil.

• Instalação embutida:

– Alvenaria: o posicionamento correto das caixas de passagem em alvenaria evita problemas de instalação que aborrecem o instalador e comprometem a estética das instalações.

Instalações Elétricas

• Orientações quanto ao modo correto da

instalação das caixas de passagem:

– As caixas devem estar no prumo. Se não estiverem, os espelhos de acabamento

Instalações Elétricas

– Evitar o fechamento ou estrangulamento das caixas quando da sua colocação.

– Cuidar para que a caixa de passagem esteja sempre rente ao acabamento final da alvenaria.

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Instalações Elétricas

• Nas instalações embutidas, o posicionamento

dos eletrodutos deve estar, sempre que

possível, na vertical ou na horizontal em

relação às caixas de passagem.

Instalações Elétricas

• Instalação embutida:

– Concreto e Laje: Para a instalação de eletrodutos e caixas de passagem em estruturas que vão receber concreto todo cuidado é pouco. Durante a concretagem tem-se as atividades:

• Movimentação de pessoas; • Movimentação de equipamentos; • Lançamento de concreto; • Adensamento do concreto

Essas atividades podem prejudicar os eletrodutos colocados, como amassá-los e separá-los de suas conexões e caixas de passagem.

Instalações Elétricas

• Quando o concreto for receber revestimento,

como em faces inferiores de lajes

pré-moldadas, as caixas de passagem também

devem ser colocadas rentes ao revestimento.

Instalações Elétricas

• Instalação aparente:

Nas instalações aparentes os eletrodutos utilizados são os rígidos por apresentarem maior segurança.

As fixações desses elementos são feitas por meio de buchas, parafusos e abraçadeiras.

Na fixação das abraçadeiras deve-se procurar sempre um alinhamento perfeito tanto na horizontal como na vertical e também deve ser certificado que a bucha,

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• Instalação enterrada:

• As instalações enterradas ficam dentro de valetas abertas no solo e por isso merecem atenção especial:

– As emendas de tubulações (eletrodutos) devem ser bem feitas para não permitir a entrada de água;

– As caixas devem ser executadas de modo que não permitam a entrada de água, caso ocorra, deve ser previsto um dreno no fundo da caixa;

– A profundidade deve ser compatível com a necessidade de tráfego no solo e obedecer ao prescrito em projeto. – O aterro das valas deve ser executado com terra de boa

qualidade, não permitindo pedras e entulhos.

– É aconselhável que a tubulação seja revestida com uma camada de areia e somente após devem ser colocadas as camadas de terra.

– A compactação do solo precisa ser criteriosa para não esmagar a tubulação.

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• Exemplos de ligações elétricas:

• Instalação de interruptor simples:

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• Instalação de tomada de energia:

Instalações Elétricas

• Emendas de fios:

• As emendas de fios devem ser bem feitas para evitar fuga de corrente e superaquecimento na fiação, o que provoca consumo extra de energia, podendo ocorrer até acidentes como incêndios e curtos-circuitos. • As conexões e derivações devem ser bem feitas e bem

apertadas de tal modo que não ocorra afrouxamento entre os fios.

• De forma geral, o comprimento do fio a ser descascado, para a realização das emendas, é da ordem de 50 vezes o seu diâmetro.

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• Emenda entre fios sólidos:

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• Emenda entre

fios flexíveis:

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• Derivação entre fios sólidos:

• Derivação entre fio sólido e flexível:

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• Conectores

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• Símbolos mais comuns usados em projetos elétricos

residenciais:

– a) ponto luminoso no forro – b) ponto luminoso na parede

– c) interruptores (a linha pontilhada deverá unir-se ao ponto luminoso correspondente)

– d) tomada de corrente (alta, cerca de 1,20m) – e) tomada de corrente (baixa, próxima ao rodapé) – f) ponto para telefone

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• Ligação em paralelo: dois traços paralelos,

cortando as linhas pontilhadas que ligam o

ponto luminoso aos dois interruptores que

trabalham em paralelo.

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• Posição dos pontos luminosos:

• Quando colocado no forro de pequena sala, que requer apenas um ponto, estará de preferência no centro. • O ponto será marcado pela interseção das duas

diagonais.

• Se a sala pelo seu tamanho requer dois pontos, eles serão colocados de preferência como representado na figura 23-3.

• Para a colocação de três pontos, figura 23-5 e assim por diante.

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• Posição dos pontos luminosos:

Instalações Elétricas

• Os pontos colocados nas paredes deverão estar sempre acima de 2 m para que o feixe luminoso não ofusque a nossa vista.

• Quanto a distribuição dos pontos nas paredes, dependerá das possibilidades encontradas, já que portas e janelas podem dificultar a simetria, que

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• Muitas vezes, esses pontos são colocados apenas como efeito ornamental, ou para servir a determinado fim e não para iluminar toda a sala. • Exemplo:

– ornamento: duas arandelas colocadas ao lado da lareira; – Utilidade restrita: colocação de arandelas ao lado do

espelho sobre o lavatório nos banheiros.

• Os interruptores deverão ser colocados nas próprias salas e, sempre que possível, próximos à porta de acesso principal.

• Deve ser observado ainda o sentido de abertura das portas para que não fiquem atrás das folhas quando abertas (figura 23-6).

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• Quando numa sala existirem duas portas de acesso, deve-se recorrer ao sistema de paralelo, pois é bastante incômodo e perigoso atravessar o espaço às escuras para encontrar o interruptor no outro extremo (figura 23-7). • Comum em salas que têm saída para o exterior e ao

mesmo tempo acesso para o restante da casa. Escadas.

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• Posição dos interruptores:

• Os interruptores são colocados a cerca de 1,30 m acima do piso, em caixas de tamanho variável. • Para um só interruptor a caixa terá 2” X 4”, sendo a

vertical a maior dimensão.

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Instalações Elétricas

• Posição das tomadas de corrente:

• A quantidade de tomadas numa mesma sala varia com a verba disponível para o projeto, já que cada extensão a mais representa despesa. • Há um mínimo indispensável que é de uma

tomada em cada peça principal (salas,

dormitórios, banheiro, cozinha etc).

• O número ideal pode sofrer alterações em função do tamanho das salas.

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• Posição das tomadas de corrente: • Indicação razoável:

– Dormitórios: uma tomada geral (ligação de aspiradores, etc.); uma tomada para cada cama (mesa de cabeceira, abajur, rádio)

– Banheiro: uma tomada geral; uma tomada próxima ao lavatório (máquina de barbear, secador de cabelo) – Saguão de escadas: uma tomada geral

– Sala de estar: uma tomada geral; uma tomada para rádio; uma tomada para televisão; tomadas facultativas para colocação de abajures.

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– Sala de jantar: uma tomada geral; uma tomada sob a mesa para ligação de aparelhos domésticos (torradeiras, etc.)

– Cozinha e copa: uma tomada geral; uma tomada para geladeira, uma tomada ao lado do fogão; uma ou duas sobre as mesas da pia para ligação de aparelhos elétricos (liquidificadores, batedeiras, etc.); uma tomada próxima ao forro para exaustor.

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• Projeto elétrico:

• Projeto elétrico: Norma: 5410

• A NBR 5410 exige desde 1997: a utilização de proteção diferencial residual de alta sensibilidade em circuitos terminais que sirvam a:

– tomadas de corrente em cozinhas, copas-cozinhas, lavanderias, áreas de serviço, garagens e, no geral, a todo local interno molhado em uso normal ou sujeito a lavagens;

– tomadas de corrente em áreas externas;

– tomadas de corrente que, embora instaladas em áreas internas, possam alimentar equipamentos de uso em áreas externas;

– pontos situados em locais contendo banheira ou chuveiro.

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• A NBR 5410 também prevê a possibilidade de optar pela instalação de disjuntor DR na proteção geral.

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• Uma vez determinado o número de circuitos elétricos em que a instalação elétrica foi dividida e já definido o tipo de proteção de cada um, chega o momento de se efetuar a sua ligação.

• Essa ligação precisa ser planejada detalhadamente, de tal forma que nenhum ponto de ligação fique esquecido.

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Instalações Elétricas

• Para o planejamento do caminho que o

eletroduto irá percorrer, fazem-se necessárias

algumas orientações básicas:

• DEVE-SE:

– A : Locar, primeiramente, o quadro de distribuição, em lugar de fácil acesso e que fique o mais próximo possível do medidor.

– B: Partir com o eletroduto do quadro de distribuição, traçando seu caminho de forma a encurtar as distâncias entre os pontos de ligação.

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• C: Utilizar a simbologia gráfica para representar, na planta residencial, o caminhamento do eletroduto.

eletroduto

• Quadro de embutido na laje ________ distribuição embutido na parede

embutido no piso ― ― ― ―

-• D: Fazer uma legenda da simbologia empregada. • E: Ligar os interruptores e tomadas ao ponto de luz

de cada cômodo.

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• Uma vez representados os eletrodutos, e sendo através deles que os fios dos circuitos irão passar, é feito o mesmo com a fiação: representando-a graficamente, através de uma simbologia própria.

Instalações Elétricas

• Sabendo-se como as ligações elétricas são

feitas,

pode-se

então

representá-las

graficamente na planta, devendo sempre:

– representar os fios que passam dentro de cada eletroduto, através da simbologia própria; – identificar a que circuitos pertencem.

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• Recomendação:

• Na prática, não se recomenda instalar mais do

que 6 ou 7 condutores por eletroduto, visando

facilitar a enfiação e/ou retirada dos mesmos.

Referências

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