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REVISÃO DO RIISPOA PROPOSTA G-100

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REVISÃO DO

RIISPOA

– PROPOSTA G-100

REGULAMENTO DA INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

G-100

Associação Brasileira das Pequenas e Médias, Cooperativas e Empresa de Laticínios

Conselho Técnico para revisão do RIISPOA

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Artigos

MAPA n. TEXTO ORIGINAL – RIISPOA PROPOSTA MAPA: REVISADO POR: SUGESTÕES G-100 PARA CORREÇÕES DO ÍNDICE: JUSTIFICATIVA:

1 a 18 TITULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES G-100

19 TITULO II - DA CLASSIFICAÇÃO GERAL G-100

20 • CAPÍTULO I - ESTABELECIMENTOS DE CARNES E DERIVADOS -

21 • CAPÍTULO II - ESTABELECIMENTOS DE PESCADO E DERIVADOS -

22 • CAPÍTULO III - ESTABELECIMENTOS DE OVOS E OVOPRODUTOS -

23 a 25 • CAPÍTULO IV - ESTABELECIMENTOS DE LEITE E DERIVADOS G-100 26 • CAPÍTULO V - ESTABELECIMENTOS DE PRODUTOS DAS ABELHAS E DERIVADOS -

27 a 28 • CAPÍTULO VI - ESTABELECIMENTOS RELACIONADOS - - TITULO III - DO REGISTRO E RELACIONAMENTO DE ESTABELECIMENTOS G-100 29 a 47 • CAPITULO I - DO REGISTRO E RELACIONAMENTO G-100

48 a 49 • CAPITULO II - DA TRANSFERÊNCIA G-100

- TITULO IV - DAS CONDIÇÕES GERAIS DO ESTABELECIMENTO G-100 50 a 62 • CAPÍTULO I - DAS INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS G-100

63 a 84 • CAPÍTULO II - DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICAS G-100 CAPÍTULO II - DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICAS Corrigir a grafia da palavra “condições”. 85 a 91 • CAPÍTULO III - DAS OBRIGAÇÕES DO ESTABELECIMENTO G-100

- TITULO V - DA INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA -

- • CAPÍTULO I - INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE CARNES E DERIVADOS -

- o Seção I - Inspeção Ante Mortem -

- o Seção II - Processo de Abate dos Animais -

- o Seção III - Inspeção Post Mortem – Aspectos Gerais - -  Subseção I - Inspeção Post Mortem de Aves e Lagomorfos - -  Subseção II - Inspeção Post Mortem de Bovídeos - -  Subseção III - Inspeção Post Mortem de Equídeos - -  Subseção IV - Inspeção Post Mortem de Ovinos e Caprinos - -  Subseção V - Inspeção Post Mortem de Pescado - -  Subseção VI - Inspeção Post Mortem de Suídeos -

-  Seção IV - Seções Anexas ao Abate -

- • CAPÍTULO II - INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE OVOS E OVOPRODUTOS - 264 a 316 • CAPÍTULO III - INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE LEITE E DERIVADOS G-100

- • CAPÍTULO IV - INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE PRODUTOS DAS ABELHAS E DERIVADOS - - TÍTULO VI - DOS PADRÕES DE IDENTIDADE E QUALIDADE - - • CAPÍTULO I - PADRÕES DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE CARNES E PRODUTOS CÁRNEOS -

- o Seção I - Produtos Cárneos -

-  Subseção I - Gorduras de Bovídeos -

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Artigos

MAPA n. RIISPOA – PROPOSTA MAPA: REVISADO POR: SUGESTÃO G-100 PARA ÍNDICE: JUSTIFICATIVA:

-  Subseção III – Compostos G-100 Subseção III – Compostos Gordurosos A designação “Compostos” é genérica e o texto atual restringe o uso do termo para produtos obtidos pela mistura de gorduras e óleos comestíveis.

- • CAPÍTULO II - PADRÃO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE

PESCADO E DERIVADOS -

- o Seção I - Produtos e Derivados Comestíveis do Pescado - - o Seção II - Produtos Não Comestíveis de Pescado - - • CAPÍTULO III - PADRÕES DE IDENTIDADE E QUALIDADE

DE OVOS E OVOPRODUTOS -

- • CAPÍTULO IV - PADRÕES DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE LEITE E PRODUTOS LÁCTEOS G-100

515 a 530 o Seção I - Leite G-100

Seção I - Leites e Produtos Lácteos:

- Seção I a – Classificação e Disposições Gerais - Seção I b – Leite de Consumo Humano

Justificativa: o nome da seção precisa englobar adequadamente os produtos a que refere e também harmonizar-se com o definido nos demais artigos.

531 a 536 o Seção II - Classificação de Produtos Lácteos G-100 Seção II - Produtos Lácteos Justificativa: o nome da seção precisa englobar adequadamente os produtos a que refere e também harmonizar-se com o definido nos demais artigos.

537 a 540 o Seção III - Creme de Leite G-100

541 a 544 o Seção IV - Manteiga G-100

545 a 568 o Seção V - Queijos G-100

569 a 577 o Seção VI - Leites Fermentados G-100

578 a 595 o Seção VII - LeitesDesidratados G-100 Seção VII - Produtos Lácteos Desidratados

Justificativa: o nome da seção precisa englobar adequadamente os produtos a que refere e também harmonizar-se com o definido nos demais artigos.

596 a 618 o Seção VIII - Outros Produtos Lácteos G-100

- • CAPÍTULO V - PADRÕES DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE PRODUTOS DAS ABELHAS E DERIVADOS -

- o Seção I - Produtos das Abelhas -

- o Seção II - Produtos Não Comestíveis das Abelhas - - o Seção III - Derivados dos Produtos das Abelhas -

- • CAPÍTULO VI - DOS PRODUTOS AFINS G-100

- TITULO VII - DO REGISTRO DE PRODUTOS -

642 a 666 • CAPÍTULO I - DA ROTULAGEM EM GERAL G-100

667 a 678 • CAPÍTULO II - CARIMBOS DE INSPEÇÃO G-100

679 a 689 TÍTULO VIII - DAS ANÁLISES LABORATORIAIS

-690 a 693 TÍTULO IX - DA REINSPECAO INDUSTRIAL E SANITÁRIA G-100 694 a 707 TÍTULO X - DO TRÂNSITO E CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL G-100

- TÍTULO XI - DAS INFRAÇÕES E DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS

-708 a 714 • CAPÍTULO I - DAS INFRAÇÕES G-100

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TÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Setembro de 2008.

ART NOVO

ART

MAPA TEXTO ORIGINAL – RIISPOA PROPOSTA MAPA SUGESTÃO G-100 PARA TEXTO JUSTIFICATIVA

- - TÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES - -

- 1 Art. 1º O presente Regulamento estabelece as normas que regulam, em todo o território

nacional, a inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal. Texto ok. - - 2 Art. 2º Ficam sujeitos à inspeção e reinspeção, previstos neste Regulamento, os animais

domésticos, silvestres e exóticos de abate, o pescado, o leite, os ovos, os produtos das abelhas e seus respectivos derivados.

Parágrafo único. A inspeção a que se refere o presente artigo abrange, sob o ponto de vista industrial e sanitário, a inspeção ante e post mortem dos animais, o recebimento, manipulação, transformação, elaboração, preparo, conservação, acondicionamento, embalagem, depósito, rotulagem e trânsito de quaisquer produtos de origem animal.

Art. 2º Ficam sujeitos à inspeção e reinspeção, previstos neste Regulamento, os animais domésticos, silvestres e exóticos de abate, o pescado, o leite, os ovos, os produtos das abelhas e seus respectivos derivados.

Parágrafo único. A inspeção a que se refere o presente artigo abrange, sob o ponto de vista industrial e sanitário, a inspeção ante e post mortem dos animais, o recebimento, manipulação, transformação, elaboração, preparo, conservação, acondicionamento, embalagem, armazenamento, rotulagem e trânsito de quaisquer produtos de origem animal.

Sugestão: Substituir o termo “depósito” por “armazenamento”.

Justificativa: Melhorar a redação.

- 3 Art. 3º A inspeção a que se refere o artigo anterior é privativa do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), sempre que se tratar de produtos destinados ao comércio interestadual ou internacional.

-

- 5 Art. 4º O Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal – DIPOA é o órgão responsável pela fiscalização e inspeção dos produtos de origem animal, comestíveis ou não, e seus derivados, subordinado à Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Texto ok. -

- 5 Art. 5º Ao Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal – DIPOA, compete: I - elaborar as normas complementares de ação governamental para a inspeção e fiscalização de produtos e derivados de origem animal, com vistas a contribuir para a formulação da política agrícola;

II - programar, coordenar e promover a execução das atividades de inspeção e fiscalização sanitária e industrial de produtos de origem animal;

III - promover auditorias técnico-fiscal e operacional das atividades de sua competência; IV - formular propostas e participar de negociações de acordos, tratados ou convênios internacionais, concernentes aos temas relativos à inspeção de produtos de origem animal, em articulação com as demais unidades organizacionais dos órgãos do Ministério; e

V - coordenar a elaboração, promover a execução, acompanhamento e avaliação dos programas e ações do Departamento.

Retirar o artigo. Sugestão: Exclusão do Artigo 5º.

Justificativa: O conteúdo do presente artigo já consta na Portaria MAPA nº 45/07 que regulamenta o Decreto nº 5351/05.

(6)

Art. 6º As ações do DIPOA devem ser executadas pelas coordenadorias e divisões, assim como pelas instâncias do Serviço de Inspeção Federal nas Unidades da Federação, com as seguintes atribuições:

Texto ok. -

I - coordenar e executar as atividades de inspeção e fiscalização industrial e sanitária dos estabelecimentos registrados ou relacionados no MAPA e dos produtos de origem animal, comestíveis ou não, e seus derivados, destinados ao comércio interestadual ou

internacional;

Texto ok. -

II - verificar a aplicação dos preceitos do bem estar animal e executar as atividades de

inspeção ante e post mortem de animais de abate; Texto ok. -

III – manter disponíveis registros nosográficos e estatísticas de produção e comercialização de produtos de origem animal;

Texto ok. -

IV - elaborar as normas complementares para a execução das ações de inspeção, fiscalização, certificação, padronização, classificação e registro dos estabelecimentos e dos produtos de origem animal,

IV - elaborar as normas complementares para a execução das ações de inspeção, fiscalização, certificação, padronização, classificação e registro dos estabelecimentos e dos produtos d e origem animal, em consonância com a Legislação Federal em vigor, respeitada a competência normativa;

Justificativa para inclusão em IV: Alinhar com o disposto na Portaria MAPA nº 45/07, tendo em vista que a elaboração de normas deve ser limitada à execução, não podendo normatizar e disciplinar, além de criar normas de competência do DIPOA.

V - verificar a implantação e execução dos programas de autocontrole dos estabelecimentos registrados ou relacionados no MAPA;

Texto ok. -

VI - coordenar e executar programas de análises laboratoriais para monitoramento da identidade, qualidade e inocuidade dos produtos de origem animal, bem como para verificação do controle de processo pelos estabelecimentos;

Texto ok. -

VII – realizar o controle de resíduos e contaminantes em produtos de origem animal; Texto ok. -

VIII – elaborar e executar programas de combate à fraude nos produtos de origem animal; Texto ok. -

IX - verificar os controles de rastreabilidade dos animais, matérias-primas, insumos,

ingredientes e produtos ao longo da cadeia produtiva; e Texto ok. -

- 6

X - elaborar as normas gerais de programas e planos complementares às ações de inspeção e fiscalização através de normas específicas.

X - elaborar as normas gerais de programas e planos complementares às ações de inspeção e fiscalização a partir de normas específicas.

Substituir em X o termo “através” por “a partir”. Justificativa: Melhorar a redação a fim aclarar o texto.

Art. 7º Para os fins deste Regulamento, são adotadas as seguintes definições: Art. 7º Para os fins deste Regulamento, são adotadas as seguintes

definições: Sugestão e Justificativa: Entendemos que definições contempladas em outros Regulamentos não devem constar neste, havendo pertinência em definir somente o que é específico para este Regulamento.

- 7

I - análise de controle: é a análise efetuada pelo estabelecimento para controle de processo e

monitoramento da qualidade das matérias-primas, insumos e produtos;

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II - Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle - APPCC: sistema que identifica,

avalia e controla perigos que são significativos para a inocuidade dos alimentos; Texto ok. - III - análise fiscal: é a análise efetuada por laboratório de controle oficial ou pela

autoridade fiscal competente, em amostras colhidas pela Inspeção Federal, que servirá para verificar a conformidade de matéria-prima, Insumos e produtos com os dispositivos do presente Regulamento ou demais legislações pertinentes;

III - análise fiscal: é a análise efetuada por laboratório de controle oficial ou pela autoridade fiscal competente, em amostras colhidas pela Inspeção Federal, que servirá para verificar a conformidade de matéria-prima,

insumos e produtos com os dispositivos do presente Regulamento ou

demais legislações pertinentes;

Sugestão: Substituir o termo “Insumos” por “insumos”.

Justificativa: Adequação do texto.

IV – análise de contraprova é a análise laboratorial realizada a partir da contraprova da

amostra para assegurar amplo direito de defesa ao infrator; IV – análise de contraprova é a análise laboratorial realizada a partir da contraprova da amostra para assegurar amplo direito de defesa ao

interessado;

Sugestão: Substituição do termo “infrator” por “interessado”.

Justificativa: Entendemos que somente considera-se infrator após lavrar o auto de infração, o qual somente é lavrado após o resultado da contra-prova.

V – animais exóticos: são todos aqueles pertencentes às espécies da fauna exótica, criados em cativeiro, cuja distribuição geográfica não inclui o território brasileiro, aquelas introduzida pelo homem, inclusive doméstica em estado asselvajado e também aquelas que tenham sido introduzidas fora das fronteiras brasileiras e das suas águas

jurisdicionais e que tenham entrado em território brasileiro; brasileiro ou das águas jurisdicionais brasileiras;

Texto ok. -

VI – animais silvestres: são todos aqueles pertencentes às espécies das faunas silvestres, nativas, migratórias e quaisquer outras aquáticas ou terrestres, que tenham todo ou parte do seu ciclo de vida ocorrendo dentro dos limites do território;

Texto ok. -

VII – auditoria: procedimento realizado sistematicamente por equipe designada pelo DIPOA, funcionalmente independente, com o objetivo de verificar o atendimento aos requisitos higiênico-sanitários, tecnológicos, de rastreabilidade ou certificação bem como determinar se as atividades e seus resultados se ajustam aos objetivos previstos no presente Regulamento e em normas complementares;

VII – auditoria: procedimento realizado sistematicamente por equipe designada pelo DIPOA, funcionalmente independente, com o objetivo de verificar o atendimento aos requisitos higiênicos, sanitários, tecnológicos,

de rastreabilidade bem como determinar se as atividades e seus

resultados se ajustam aos objetivos previstos no presente Regulamento e em normas complementares;

Sugestão:Substituir o termo “higiênico sanitários” por “higiênicos-sanitários”. Exclusão do termo “ou certificação”.

Justificativa: A certificação pertence ao âmbito da certificadoras devidamente credenciadas para tal. O atendimento aos parâmetros de conformidade tecnológica e de padrões de qualidade e identidade já estão contemplados nos “requisitos higiênicos, sanitários e tecnológicos” mencionados.

VIII - Boas práticas de fabricação: condições e procedimentos higiênicos, sanitários básicos e operacionais sistematizados aplicados em todo o fluxo de produção, com o objetivo de garantir a qualidade, conformidade e inocuidade dos produtos de origem animal, incluindo atividades e controles complementares;

Texto ok. -

IX - equivalência: é o estado no qual as medidas sanitárias aplicadas por um Serviço de Inspeção, ainda que não sejam iguais às medidas aplicadas por outro Serviço de Inspeção, garantam o nível de proteção sanitária considerado adequado pelo DIPOA;

(8)

X - estabelecimento: instalação ou local destinado ao recebimento, manipulação, elaboração, transformação, preparação, fracionamento, beneficiamento,

acondicionamento, conservação, armazenamento, distribuição ou comercialização de matérias-primas ou produtos de origem animal;

Texto ok. -

XI - fiscalização: procedimento oficial executado pela autoridade sanitária em caráter supletivo, sem prejuízo dos procedimentos de inspeção, em locais onde possam existir produtos de origem animal, com o intuito de verificar o atendimento aos requisitos previstos no presente Regulamento e em normas complementares;

Texto ok. -

XII – higienização: é o procedimento que consiste na execução de duas etapas distintas, limpeza e sanitização, a ser realizado em todos os estabelecimentos;

Texto ok. -

XIII - identidade: conjunto de parâmetros que permitem identificar um produto de origem animal quanto à sua natureza, característica sensorial, composição, tipo de

processamento ou modo de apresentação;

Texto ok. -

XIV - inspeção: o procedimento oficial de rotina executado pela autoridade sanitária, junto ao estabelecimento que consiste no exame dos produtos de origem animal e dos sistemas de controle de processo assim como na análise do produto final para verificação

atendimento aos requisitos higiênico-sanitários e tecnológicos previstos no presente Regulamento e em normas complementares;

XIV - inspeção: o procedimento oficial de rotina executado pela autoridade sanitária, junto ao estabelecimento que consiste no exame dos produtos de origem animal e dos sistemas de controle de processo assim como na análise do produto final para verificação do atendimento aos requisitos

higiênico- sanitários e tecnológicos previstos no presente Regulamento e

em normas complementares;

Sugestão: Inclusão do termo “do” em azul. Substituir o termo “higiênico sanitários” por “higiênico-sanitários”.

Justificativa: Adequação do texto.

XV - laboratório de controle oficial: é o laboratório próprio do MAPA ou laboratório público ou privado que teve sua competência técnica formalmente reconhecida pelo MAPA para realizar análises, por método oficial, visando atender as demandas dos controles oficiais;

Texto ok. -

XVI - legislações específicas: atos normativos estabelecidos e emitidos pelo MAPA ou por outros organismos oficiais reconhecidos e responsáveis pela legislação de alimentos, contendo regras, normas complementares ou descrição das características dos produtos, serviços, processos ou métodos de produção;

Texto ok. -

XVII – limpeza: consiste na remoção física de resíduos orgânicos e minerais ou outro material indesejável das superfícies das instalações, equipamentos e utensílios, seguidos da lavagem prévia com água, aplicação de detergente e posterior enxágüe ou remoção a seco por meios mecânicos;

Texto ok. -

XVIII - memorial descritivo: documento que descreve detalhadamente, conforme o caso, as instalações, equipamentos, procedimentos, processos ou produtos relacionados ao estabelecimento de produtos de origem animal;

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XIX – normas complementares: atos normativos e instruções internas emitidos pelo DIPOA ou outro órgão técnico ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e

Abastecimento contendo diretivas técnicas ou administrativas a serem executadas durante as atividades de inspeção e fiscalização junto às indústrias de produtos de origem animal;

XIX – normas complementares: atos normativos emitidos pelo DIPOA ou outro órgão técnico ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento contendo diretivas técnicas ou administrativas a serem executadas durante as atividades de inspeção e fiscalização junto às indústrias de produtos de origem animal;

Sugestão: Exclusão do texto“e instruções internas”.

Justificativa: Entendemos que qualquer norma complementar deve ser de domínio público.

XX - Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO: sistema documentado para

monitorar a execução e o dos procedimentos de limpeza e, quando necessário, sanitização, antes e durante as operações;

XX - Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO: sistema documentado que estabelece os procedimentos para a execução e o

monitoramentodos programas de autocontrole das operações;

Justificativa: Melhorar a redação e prever outros controles realizados tais como o de pragas, água, dentre outros.

XXI - produto comestível - é o produto de origem animal obtido de forma higiênica e que faz parte dos hábitos alimentares da população a que se destina;

XXI - produto comestível de origem animal - é o produto de origem animal obtido de forma higiênica destinado ao consumo humano;

Justificativa: Alinhar com a definição disposta no Regulamento da Comunidade Européia nº 853/04.

XXII - produto não comestível - é o produto de origem animal não destinado ao consumo humano;

XXII - produto de origem animal não comestível - é o produto de origem animal não destinado ao consumo humano;

Sugestão: Inclusão do texto “de origem animal”. Justificativa: Alinhar com o inciso XXI acima.

XXIII - produtos de origem animal: aqueles obtidos total ou predominantemente a partir de matérias-primas comestíveis ou não, procedentes das diferentes espécies de animais, podendo ser adicionado de ingredientes de origem vegetal, condimentos, aditivos e demais substâncias autorizadas, podendo ser comestíveis quando destinados ao consumo humano ou não comestíveis quando não destinados ao consumo humano.

Texto ok. -

XXIV - programas de autocontrole: são programas desenvolvidos, implantados, mantidos e monitorados pelo estabelecimento visando assegurar a inocuidade e qualidade dos seus produtos, caracterizados principalmente pelos Programas de Boas Práticas de Fabricação – BPF e Procedimento Padrão de Higiene Operacional – PPHO, Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle - APPCC ou programas equivalentes;

Texto ok. -

XXV - qualidade: conjunto de parâmetros que permitem caracterizar as especificações de um produto de origem animal em relação a um padrão desejável ou definido em legislação específica, quanto aos seus fatores intrínsecos, higiênico-sanitários e tecnológicos;

Texto ok. -

XXVI – ratitas: aves corredoras que não possuem a capacidade de voar e que apresentam esterno sem quilha, consituindo-se das avestruzes (Struthius camellus) e das emas (Rhea americana);

Texto ok. -

XXVII – regulamentos técnicos: documentos que enunciam as características de um produto ou os processos e métodos de produção a ele relacionados, visando padronizar a sua identidade e qualidade, e cujo cumprimento deve ser obrigatório;

XXVII – Regulamento Técnico: documento em que se estabelecem as características de um produto ou dos processos e métodos de produção com eles relacionados, com inclusão das disposições administrativas aplicáveis e cuja observância é obrigatória. Também pode incluir prescrições em matéria de terminologia, símbolos, embalagem, marcação ou etiquetagem aplicáveis a um produto, processo ou método de produção, ou tratar exclusivamente delas.

Justificativa: A proposta de alteração do texto tem como objetivo alinhar a definição de Regulamento Técnico com a definição presente na Resolução GMC/MERCOSUL nº 152/96.

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XXVIII - reinspeção: é o ato de verificar, mediante avaliação das condições sensoriais, físico-químicas ou microbiológicas, se uma matéria-prima ou produto previamente inspecionados, estão em conformidade com os padrões regulamentares e encontram-se aptos para o consumo humano.

Texto ok. -

XXIX - registro de estabelecimento: ato privativo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento destinado a conceder o direito de funcionamento do estabelecimento de produtos de origem animal que desenvolva atividades previstas neste Regulamento;

Texto ok. -

XXX - registro de produto: ato privativo do Ministério da Agricultura, Pecuária e

Abastecimento destinado a conceder o direito de fabricação ou importação de produto de origem animal que atenda às determinações do presente Regulamento ou de normas complementares;

Texto ok. -

NOVA ORDEM – COLOCAR AQUI O ARTIGO 649 Art. 649XXX (a). Rótulo ou rotulagem: toda inscrição, legenda, imagem ou toda matéria descritiva ou gráfica escrita, impressa, estampada, gravada, gravada em relevo, litografada ou afixada na embalagem ou no produto de origem animal.

Sugestão: Alteração na localização do artigo. Justificativa: Entendemos as definições devem estar agrupadas no mesmo artigo.

XXXI – sanitização: consiste na aplicação de agentes químicos ou de métodos físicos nas superfícies das instalações, equipamentos e utensílios, posteriormente aos procedimentos de limpeza, com o objetivo de reduzir o número de microrganismos em um nível que não comprometa a inocuidade ou a qualidade do produto;

Texto ok. -

XXXII - supervisão: procedimento realizado sistematicamente por equipe designada pelos Serviços de Inspeção nas Unidades da Federação, funcionalmente independente, com o objetivo de verificar o atendimento aos requisitos higiênico-sanitários, tecnológicos, de rastreabilidade ou certificação, bem como determinar se as atividades e seus resultados se ajustam aos objetivos previstos no presente Regulamento e em normas

complementares;

XXXII - supervisão: procedimento realizado sistematicamente por equipe designada pelos Serviços de Inspeção nas Unidades da Federação, funcionalmente independente, com o objetivo de verificar o atendimento aos requisitos higiênico-sanitários, tecnológicos, de rastreabilidade, bem

como determinar se as atividades e seus resultados se ajustam aos objetivos previstos no presente Regulamento e em normas complementares;

Sugestão: Exclusão do termo “ou certificação”. Justificativa: Alinhar com a proposta feita para o inciso VII do presente artigo.

- 8 Art. 8º Estão sujeitos a inspeção de que trata o presente Regulamento:

I - nas propriedades rurais, nas embarcações pesqueiras e nas fazendas de cultivo, fornecedoras de matérias primas, destinadas ao preparo de produtos de origem animal; II - nos estabelecimentos que recebem, abatem ou industrializam as diferentes espécies de animais entendidas como tais as fixadas neste Regulamento;

III – nos estabelecimentos que recebem o leite e seus derivados para beneficiamento ou industrialização;

IV – nos barcos fábricas, barcos congeladores e nos estabelecimentos que recebem o pescado para distribuição ou industrialização;

Art. 8º Estão sujeitos a inspeção de que trata o presente Regulamento: I - as propriedades rurais, as embarcações pesqueiras e as fazendas de cultivo, fornecedoras de matérias primas, destinadas ao preparo de produtos de origem animal;

II - os estabelecimentos que recebem, abatem ou industrializam as diferentes espécies de animais entendidas como tais as fixadas neste Regulamento;

III – os estabelecimentos que recebem o leite e seus derivados para beneficiamento ou industrialização;

IV – os barcos fábricas, barcos congeladores e os estabelecimentos que

Sugestão: Substituir os termos “nos” e “nas” por “os” e “as” respectivamente, conforme exposto nos incisos acima.

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V - nos estabelecimentos que recebem, abatem e distribuem para consumo público animais silvestres e exóticos de abate

VI - nos estabelecimentos que extraiam ou recebam os produtos das abelhas, para beneficiamento, industrialização ou distribuição;

VII - nos estabelecimentos que produzem e recebem ovos para distribuição em natureza ou para industrialização;

VIII - nos estabelecimentos que recebem, beneficiem, industrializem, fracionem, re-embalem ou distribuem, no todo ou em parte, matérias-primas e produtos de origem animal procedentes de estabelecimentos registrados ou relacionados ou de propriedades rurais;

IX - nos portos, aeroportos, postos de fronteira e aduanas especiais; e X - nos estabelecimentos que recebem, industrializem e distribuem produtos não comestíveis de origem animal.

recebem o pescado para distribuição ou industrialização;

V - os estabelecimentos que recebem, abatem e distribuem para consumo público animais silvestres e exóticos de abate

VI - os estabelecimentos que extraiam ou recebam os produtos das abelhas, para beneficiamento, industrialização ou distribuição;

VII - os estabelecimentos que produzem e recebem ovos para distribuição em natureza ou para industrialização;

VIII - os estabelecimentos que recebem, beneficiem, industrializem, fracionem, re-embalem ou distribuem, no todo ou em parte, matérias-primas e produtos de origem animal procedentes de estabelecimentos registrados ou relacionados ou de propriedades rurais;

IX - os portos, aeroportos, postos de fronteira e aduanas especiais; e X - os estabelecimentos que recebem, industrializem e distribuem produtos não comestíveis de origem animal.

- 9 Art. 9º A concessão de inspeção pelo DIPOA isenta o estabelecimento de qualquer outra fiscalização, industrial ou sanitária federal, estadual ou municipal, para produtos de origem animal.

Texto ok. -

- 10 Art. 10. Entende-se por estabelecimento de produtos de origem animal, para efeito do presente Regulamento, qualquer instalação ou local nos quais são abatidos ou industrializados animais produtores de carnes, bem como onde são recebidos, manipulados, elaborados, transformados, preparados, conservados, armazenados, depositados, acondicionados, embalados e rotulados com finalidade industrial ou comercial, a carne e seus derivados, o pescado e seus derivados, o leite e seus derivados, o ovo e seus derivados, os produtos das abelhas e seus derivados.

Texto ok. -

- 11 Art. 11. A inspeção do DIPOA se estende aos estabelecimentos importadores que recebem e armazenam produtos de origem animal, em caráter supletivo, sem prejuízo da fiscalização sanitária local, e tem por objetivo inspecionar produtos de origem animal procedentes de comércio internacional.

Texto ok. -

- 12 Art. 12. O presente Regulamento e atos complementares que venham a ser expedidos devem ser executados em todo o território nacional, podendo os Estados, os Municípios e o Distrito Federal expedir legislação própria, desde que não colida com esta

regulamentação.

Art. 12. O presente Regulamento e atos complementares que venham a ser expedidos devem ser executados em todo o território nacional, podendo os Estados, os Municípios e o Distrito Federal expedir legislação própria, desde que não colidam com esta regulamentação ou a

contrariem.

Sugestão: Substituir o termo “colida” por “colidam” e complementar com “ou a contrariem”. Justificativa: Melhorar a redação a fim de se obter maior clareza no Artigo.

(12)

§1º É obrigatória a inspeção em caráter permanente nos estabelecimentos de abate das diferentes espécies animais.

I - no que se refere ao pescado, a inspeção permanente se aplica especificamente aos estabelecimentos de abate de répteis e anfíbios; e

II - os procedimentos de inspeção previstos neste artigo poderão ser alterados mediante a aplicação da análise de risco, envolvendo, no que couber, toda a cadeia produtiva, segundo os preceitos instituídos e preconizados pelos organismos especializados reconhecidos internacionalmente, observadas, no caso do abate, as peculiaridades das diferentes espécies.

§2º Os demais estabelecimentos que constam neste Regulamento terão inspeção periódica.

I - os estabelecimentos com inspeção periódica terão a freqüência de inspeção estabelecida pelo DIPOA,

levando-se em consideração os resultados da avaliação dos processos de produção e do desempenho de

cada estabelecimento, o risco dos diferentes produtos e processos produtivos envolvidos, obtidos com

base na implementação dos programas de autocontrole.

Art. 14. A inspeção industrial e higiênico-sanitária de produtos de origem animal abrange: Texto ok. -

I - a inspeção ante e post-mortem das diferentes espécies animais; Texto ok. -

II - a verificação dos programas de autocontrole dos estabelecimentos e a verificação dos programas de qualidade totaldirigido ao atendimento dos regulamentos técnicos de identidade e qualidade do produto específico e rótulo ou rotulagem dos produtos destinados à venda;

II - a verificação dos programas de autocontrole dos estabelecimentos e a verificação dos programas de qualidade dirigidos ao atendimento dos regulamentos técnicos de identidade e qualidade do produto específico e rótulo ou rotulagem dos produtos destinados à venda;

Sugestão: Exclusão do termo “total”. Substituição do termo “dirigido” por “dirigidos”. Justificativa: Não há a definição de “qualidade total” no presente Regulamento, bem como em outros Regulamentos.

Sugerimos a substituição do termo para adequar o texto.

III - os resultados dos exames microbiológicos, histológicos, toxicológicos, físico-químicos ou sensoriais e as respectivas práticaslaboratoriais aplicadas nos laboratórios dos estabelecimentos inspecionados, utilizados na verificação da conformidade dos seus processos de produção;

III - os resultados dos exames microbiológicos, histológicos, toxicológicos, físico-químicos ou sensoriais e as respectivas metodologias de análises

aplicadas nos laboratórios dos estabelecimentos inspecionados, utilizados na verificação da conformidade dos seus processos de produção, e nos regulamentos técnicos específicos. Excetua-se da aplicação deste item, as metodologias analíticas laboratoriais desenvolvidas pelos estabelecimentos, que se constituem em segredo industrial e em

diferencial competitivo;

Sugestão: Exclusão do texto tachado em azul. Inclusão do texto em azul.

Justificativa: Para salvar os investimentos que as indústrias fazem no desenvolvimento de tecnologias e inovações laboratoriais que constituem em importante diferencial competitivo.

- 14

IV - a verificação dos controles de resíduos de produtos veterinários e contaminantes

ambientais executados pelos estabelecimentos industriais e pelas cadeias produtivas; IV - a verificação dos controles de resíduos de produtos veterinários e contaminantes executados pelos estabelecimentos industriais e pelas cadeias produtivas;

Sugestão: Exclusão do termo “ambientais”. Justificativa: Entendemos que a fiscalização de contaminantes ambientais compete a outro órgão.

(13)

V - as informações inerentes ao setor primário com implicações na saúde animal, na

saúde pública ou que façam parte de acordos internacionais com os países importadores; Texto ok. -

VI - o bem-estar animal; Texto ok. -

- 15 Art. 15. Só podem realizar comércio internacional os estabelecimentos que funcionam sob

Inspeção Federal. Texto ok. -

- 16 Art. 16. Nos estabelecimentos sob Inspeção Federal é permitida a entrada de matérias-primas procedentes de estabelecimentos registrados em outros âmbitos de Inspeção, desde que haja

reconhecimento da equivalência deste serviço de inspeção junto ao DIPOA.

Texto ok. -

- 17 Art. 17. Os servidores incumbidos da execução do presente Regulamento devem possuir carteira de identidade pessoal e funcional fornecida pelo MAPA, da qual constarão, além da denominação do órgão, o número de ordem, nome, fotografia, cargo e data de expedição.

Parágrafo único. Os servidores a que se refere o presente artigo, no exercício de suas funções, ficam obrigados a exibir a carteira funcional, quando convidados a se identificarem.

Texto ok. -

NOVA

ORDEM Art. 738 Art. 738. Os servidores do DIPOA, devidamente identificados, quando em serviço de fiscalização ou de inspeção industrial e sanitária, têm livre entrada, em qualquer dia ou hora, em qualquer estabelecimento que manipule, armazene ou transacione, por qualquer forma, produtos de origem animal.

Parágrafo único. O servidor poderá solicitar o auxílio da autoridade policial, nos casos de risco à integridade física, impedimento, ou embaraço ao desempenho de suas atividades.

Texto ok, mas deve ser posicionado após o artigo 17. Sugestão: Alteração na localização do artigo e seu respectivo parágrafo único.

Justificativa:Entendemos que as disposições referentes aos servidores devem estar localizadas no mesmo local do texto.

NOVO ART. Nº 1XX

NOVO Não há. Art. 1XX. Os servidores incumbidos da execução do presente

Regulamento, devem respeitar as normas internas das empresas, em especial aquelas relativas à segurança, bem como zelar pelo patrimônio da mesma.

Sugestão: Inclusão do Artigo.

Justificativa: Deixar claro que o atendimento às normas internas das empresas e o zelo pelo patrimônio das mesmas também deve ser realizado pelos servidores, tendo em vista que o servidor efetuará trabalhos dentro da mesma, como os funcionários que nelas trabalham.

- 18 Art. 18. A simples designação produto, ou derivado significa, para efeito do presente

Regulamento, que se trata de produto de origem animal ou suas matérias primas. Retirar o artigo. Justificativa: Alinhar com a proposta feita nos incisos XXI e XXII no Artigo 7º do presente Regulamento.

(14)

Setembro de 2008. ARTI

NOVO ART

MAPA TEXTO ORIGINAL – RIISPOA PROPOSTA MAPA SUGESTÃO G-100 PARA TEXTO JUSTIFICATIVA

- - TITULO II - DA CLASSIFICAÇÃO GERAL - -

- 19 Art. 19. A classificação dos estabelecimentos de produtos de origem animal abrange: I - os de carnes e derivados;

II - os de leite e derivados; III - os de pescado e derivados; IV - os de ovos e ovoprodutos; e

V - os de produtos das abelhas e derivados.

Parágrafo único. A simples designação estabelecimento abrange todos os tipos e modalidades de estabelecimentos previstos na classificação do presente Regulamento.

Texto ok. -

- - CAPÍTULO I

ESTABELECIMENTOS DE CARNES E DERIVADOS - -

- 20 Art. 20. Os estabelecimentos de carnes e derivados são classificados em: I - Matadouro- Frigorífico; II - Fábrica de Produtos Cárneos; III - Entreposto de Carnes; IV - Entreposto de Envoltórios Naturais; V - Entreposto-Frigorífico; VI - Fábrica de Gelatina e Produtos Colagênicos; VII - Fábrica de Produtos Gordurosos Comestíveis; VIII – Fábrica de Produtos Não Comestíveis; IX - Fábrica de Coalho; X - Entreposto de Opoterápicos; e XI - Curtume.

§1º Entende-se por Matadouro-Frigorífico o estabelecimento dotado de instalações, equipamentos e utensílios adequados para o abate, manipulação, elaboração, acondicionamento e conservação das espécies de açougue, aves domésticas e animais silvestres e exóticos sob variadas formas, dispondo de frio industrial e podendo ou não dispor de instalações para aproveitamento de subprodutos não comestíveis.

§2º Entende-se por Fábrica de Produtos Cárneos o estabelecimento dotado de instalações, equipamentos e utensílios para recebimento, manipulação, elaboração, acondicionamento e conservação de produtos cárneos para fins de industrialização com modificação de sua natureza e sabor, das diferentes espécies de abate, aves domésticas, animais silvestres e exóticos e, em todos os casos, seja dotado de instalações de frio industrial, podendo ou não dispor de instalações para aproveitamento de produtos não comestíveis. §3º Entende-se por Entreposto de Carnes o estabelecimento dotado de instalações, equipamentos e utensílios para recebimento, desossa, acondicionamento, conservação pelo frio e distribuição de carnes e derivados das diversas espécies de abate, aves domésticas, animais exóticos e silvestres e, em todos os casos, seja dotado de instalações de frio industrial, podendo ou não dispor de instalações para aproveitamento de produtos não comestíveis. §4º Entende-se por Entreposto de Envoltórios Naturais o estabelecimento dotado de instalações, equipamentos e utensílios para recebimento de envoltórios naturais refrigerados, salgados ou dessecados das diversas espécies de abate, animais exóticos e silvestres, sua manipulação, acondicionamento, conservação e distribuição podendo ou não dispor de instalações para frio industrial e aproveitamento de produtos não comestíveis. §5º Entende-se por Entreposto-Frigorífico o estabelecimento dotado de instalações, equipamentos e utensílios para recebimento, conservação e distribuição de produtos de origem animal pelo emprego de frio industrial. Podem ser estocados produtos que não necessitem de conservação pelo frio, desde que em instalações adequadas.

§6º Entende-se por Fábrica de Gelatina e Produtos Colagênicos o estabelecimento dotado de instalações, equipamentos e utensílios para o recebimento e manipulação de matérias-primas para elaboração e acondicionamento de gelatinas e demais produtos colagênicos destinados ao consumo humano. §7º Entende-se por Fábrica de Produtos Gordurosos Comestíveis o estabelecimento dotado de

instalações, equipamentos e utensílios destinados exclusivamente ao aproveitamento de matérias primas gordurosas provenientes de animais de abate para consumo humano.

§8º Entende-se por Fábrica de Produtos Não Comestíveis o estabelecimento dotado de instalações, equipamentos e utensílios para manipulação de matérias-primas ou resíduos de animais, oriundos de estabelecimentos submetidos à inspeção oficial, destinados ao preparo exclusivo de produtos não utilizados na alimentação humana. §9º Entende-se por Fábrica de Coalho o estabelecimento dotado de instalações, equipamentos e utensílios para recebimento, manipulação e beneficiamento de matérias-primas de animais de abate, oriundos de estabelecimentos submetidos à inspeção oficial, destinados ao preparo exclusivo de coalhos. §10. Entende-se por Entreposto de Opoterápicos o estabelecimento dotado de instalações, equipamentos e utensílios para recebimento, manipulação e beneficiamento de matérias-primas de animais, oriundos de estabelecimentos submetidos à inspeção oficial, destinados ao preparo exclusivo de opoterápicos. §11. Entende-se por Curtume o estabelecimento dotado de instalações, equipamentos e utensílios para transformação de pele em couros das diversas espécies animais ou que tenham entre outros objetivos, a obtenção de matéria-prima destinada às indústrias produtoras de gelatinas. Parágrafo único. O estabelecimento deve ser registrado de acordo com sua atividade industrial principal, caracterizando sua categoria: Matadouro-frigorífico, Fábrica de produtos cárneos, Entreposto de carnes e derivados, Entreposto de envoltórios naturais, Entreposto-frigorífico, Fábrica de gelatina e Fábrica de produtos não comestíveis. I - quando o estabelecimento possuir mais de uma atividade industrial deve ser acrescentada uma nova categoria à classificação principal caracterizando as atividades desenvolvidas pela indústria; e

II - todos os estabelecimentos de abate das diversas espécies de abate, aves domésticas, animais exóticos e silvestres devem ser categorizados como Matadouro-Frigorífico, sendo a espécie abatida definida pela classe, MB (bovídeos), MS (suídeos), ME (eqüídeos), MA (aves), MO (ovinos), MC (caprinos) MCO (coelhos), MSI (animais silvestres) e MR (ratitas).

Texto deve ser analisado por outras entidades. -

- - CAPÍTULO II

ESTABELECIMENTOS DE PESCADO E DERIVADOS - -

- 21 Art. 21. Os estabelecimentos destinados ao pescado e seus derivados são classificados em: I – Barco-Fábrica; II – Barco-Congelador; III - Entreposto de Pescado e Derivados; IV – Abatedouro-Frigorífico de Pescado; V – Estação Depuradora de Moluscos Bivalves; VI – Fábrica de Produtos de Pescado; e VII – Entreposto Frigorífico de Pescado.

§1º Entende-se por Barco-Fábrica, a embarcação dotada de dependências, instalações e equipamentos adequados à captura ou recebimento de matéria-prima, conservação, processamento, podendo realizar, transformação sob qualquer forma, embalagem, rotulagem e, dependendo do tipo de produto a ser elaborado, congelamento rápido, estocagem em unidades diferenciadas, assegurando à manutenção de uma temperatura não superior a -18ºC (dezoito graus Celsius negativos) no centro térmico do produto, podendo ser dotado, de instalações para o aproveitamento de produtos não comestíveis. §2º Entende-se por Barco Congelador a embarcação dotada de dependências, instalações e equipamentos adequados à captura, recebimento de matéria-prima, conservação, manipulação, congelamento e estocagem em unidades separadas, que possibilitem a redução e a manutenção da temperatura interna da matéria-prima e do produto em valores não superior a -18°C (dezoito graus Celsius negativos):

I - é autorizada a utilização do congelador salmourador, para barcos –fábrica e para barcos congeladores, desde que seja atendido o conceito de congelamento rápido e o produto final, no seu centro térmico, atinja a temperatura não superior a -18°C (dezoito graus Celsius negativos), tolerando-se a temperatura de -9°C (nove graus Celsius negativos), para o peixe inteiro, quando destinado ao processamento de conservas. §3º Entende-se por Entreposto de Pescado e Derivados o estabelecimento dotado de dependências, instalações e equipamentos adequados ao recebimento, lavagem, manipulação, fracionamento, acondicionamento, frigorificação, estocagem, distribuição ou comercialização do pescado e derivados, dispondo ou não de instalações para o aproveitamento de produtos não comestíveis. §4º Entende-se por Abatedouro-Frigorífico de Pescado o estabelecimento dotado de dependências, instalações e equipamentos adequados a receber, lavar, insensibilizar, abater, processar e frigorificar, com diagrama de fluxo adequado à espécie a ser abatida, podendo ter dependências próprias para processamento de outras espécies e podendo ou não dispor de instalações para o aproveitamento de produtos não comestíveis. §5º Entende-se por Estação Depuradora de Moluscos Bivalves, o estabelecimento dotado de

dependências próprias para recepção, depuração, embalagem e expedição de moluscos bivalves.

§6º Entende-se por Fábrica de Produtos de Pescado, o estabelecimento dotado de dependências, instalações e equipamentos adequados, dependendo do tipo de produto a ser elaborado, para recepção, lavagem, preparação, transformação, acondicionamento, frigorificação, conservação, armazenamento, distribuição e comercialização de produtos de pescado e seus derivados e dispondo ou não de instalações para o aproveitamento de produtos não comestíveis. §7º Entende-se por Entreposto Frigorífico de Pescado, o estabelecimento dotado de dependências, instalações, equipamentos adequados ao recebimento, conservação e distribuição de produtos de origem animal pelo emprego de frio industrial Podem ser estocados produtos que não necessitem de conservação pelo frio, desde que em instalações adequadas.

Texto ok. -

- - CAPÍTULO III

ESTABELECIMENTOS DE OVOS E OVOPRODUTOS - -

- 22 Art. 22. Os estabelecimentos de ovos e derivados são classificados em: I - Granja Avícola Processadora; II - Granja Avícola de Transferência; III - Entreposto de Ovos Comerciais; IV - Classificador de Ovos de Reprodução; e IV - Fábrica de Ovoprodutos.

§1º Entende-se por Granja Avícola Processadora o estabelecimento destinado a produção, classificação, acondicionamento, identificação e distribuição de ovos em natureza, oriundos da própria granja. I - a classificação dos ovos na granja é facultativa quando tal atividade for realizada no Entreposto.

§2º Entende-se por Granja Avícola de Transferência, o estabelecimento destinado à produção, acondicionamento, identificação e transferência para entreposto de ovos comerciais ou fábrica de ovoprodutos.

§3º Entende-se por Entreposto de Ovos Comerciais, o estabelecimento destinado ao recebimento, classificação, acondicionamento, identificação e distribuição de ovos em natureza. Para os ovos que chegam ao entreposto devidamente classificados, acondicionados e identificados, fica facultada a operação de classificação. §4º Entende-se por “Classificador de Ovos de Reprodução”, o estabelecimento destinado ao recebimento de ovos férteis pré-classificados, provenientes de Estabelecimentos Avícolas de Reprodução. Estes ovos deverão ser reclassificados em local específico, previamente ao processo de desinfecção, acondicionados, identificados e destinados exclusivamente à Fábrica de Ovoprodutos. §5º Entende-se por Fábrica de Ovoprodutos, o estabelecimento destinado ao recebimento,

industrialização, acondicionamento, identificação e distribuição de ovoprodutos. Enquadram-se nesta categoria os estabelecimentos construídos especificamente para a finalidade, dispondo somente de unidades de industrialização, não se dedicando a produção e comercialização de ovos in natura.

Texto deve ser analisado por outras entidades. -

- - CAPÍTULO IV

ESTABELECIMENTOS DE LEITE E DERIVADOS

- -

- 23 Art. 23. Os estabelecimentos do leite e derivados são classificados em:

I - Propriedades Rurais, compreendendo as fazendas leiteiras, estábulos leiteiros e granjas leiteiras; e

Art. 23. Os estabelecimentos do leite e derivados são classificados em: I - Propriedades Rurais, compreendendo as fazendas leiteiras, estábulos leiteiros e granjas leiteiras; e

Justificativa: Fábrica de laticínios e Entreposto de laticínios são denominações consagradas pelo uso.

Não há necessidade da mudança de denominação. A mudança acarretará trabalhos

(15)

II - Estabelecimentos Industriais, compreendendo o posto de refrigeração, usina de

beneficiamento, fábrica de produtos lácteos, entreposto de produtos lácteos e queijarias. II - Estabelecimentos Industriais, compreendendo recebimento, o posto de refrigeração, usina de beneficiamento, fábrica de o posto de

laticínios, entreposto de laticínios e queijarias.

Parágrafo único: as mudanças necessárias nos rótulos dos produtos devido à aplicação destas classificações terão prazo de 36 meses para serem realizadas, a contar a partir da data de publicação deste Regulamento.

adicionais de documentação extensos e demorados, além de incorrer em custos, sem que haja nenhum ganho no processo, na qualidade ou no produto, tanto para as indústrias, quanto para o MAPA, bem como para o consumidor. O novo texto se harmoniza com a terminologia utilizada mundialmente, a exemplo de dairy

industries.

A inclusão de um parágrafo único oportunizando um prazo para a troca dos rótulos em função de novos enquadramentos, dá a possibilidade das empresas esgotarem seus rótulos, sem sucessivos recorrências de pedidos de autorização ao MAPA para seu uso, bem como é decisão ambientalmente mais correta, já que não há dano à segurança alimentar ou saúde do consumidor.

- 24 Art. 24. Entende-se por Propriedades Rurais os estabelecimentos destinados à produção de leite para posterior processamento industrial em estabelecimentos sob inspeção sanitária oficial.

Parágrafo único - Os diferentes tipos de propriedades rurais devem atender os requisitos dispostos em Regulamento Técnico especifico.

Texto ok. -

Art. 25. Entende-se por Estabelecimentos Industriais os destinados ao recebimento de leite e seus derivados para refrigeração, beneficiamento, manipulação, conservação, fabricação, maturação, embalagem, acondicionamento, rotulagem e expedição, a saber:

Texto ok. -

NOVO ITEM XXX – Posto de recebimento: é o estabelecimento intermediário entre

as fazendas leiteiras e as usinas de beneficiamento ou fábricas de produtos lácteos (laticínios), destinado ao recebimento e expedição de leite para outros estabelecimentos industriais.

Justificativa: a inclusão reestabelece o contido no item 2 do artigo 26 do RIISPOA atual.

I - posto de refrigeração: é o estabelecimento intermediário entre as fazendas leiteiras e as usinas de beneficiamento ou fábricas de produtos lácteos, destinado ao recebimento, seleção, pesagem, filtração, clarificação, refrigeração e expedição de leite a outros estabelecimentos industriais;

Texto ok. -

- 25

II - usina de beneficiamento: é o estabelecimento que tem por finalidade principal receber, pré-beneficiar, beneficiar e acondicionar o leite destinado ao consumo direto de acordo com a legislação específica. Para a realização das atividades de recebimento, processamento, maturação, fracionamento ou estocagem de outros produtos lácteos, de fabricação própria ou não, deverá ser dotada de instalações e equipamentos que satisfaçam as exigências deste regulamento;

II - usina de beneficiamento: é o estabelecimento que tem por finalidade

receber, pré-beneficiar, beneficiar e acondicionar o leite destinado ao

consumo direto de acordo com a legislação específica.

Justificativa: O novo texto destina a denominação “usina de beneficiamento” para aqueles estabelecimentos que produzem exclusivamente o leite fluido para consumo direto. Aquelas empresas que além de produzirem leite fluido, mediante o processo de padronização, ou desnatamento, produzirem manteiga, por exemplo, serão consideradas fábricas de laticínios, conforme o novo texto do artigo III.

(16)

III - fábrica de produtos lácteos: é o estabelecimento destinado ao recebimento de leite e derivados para o preparo de quaisquer produtos lácteos., com exceção do leite de consumo direto. Permite-se que a fábrica de produtos lácteos fracione, mature e estoque produtos lácteos oriundos de outros estabelecimentos com Inspeção Federal, desde que dotada de instalações e equipamentos que satisfaçam as exigências deste regulamento;

III - fábrica de laticínios: é o estabelecimento destinado ao recebimento de leite e derivados para o preparo de quaisquer produtos lácteos. Permite-se que a fábrica de produtos lácteos fracione, mature e estoque produtos lácteos oriundos de outros estabelecimentos com Inspeção Federal, desde que dotada de instalações e equipamentos que satisfaçam as exigências deste regulamento;

Justificativa: Fábrica de laticínios é denominação consagrada. Não há necessidade da mudança de termos. A mudança acarretará trabalhos adicionais de documentação desnecessários além de novos custos, sem que haja um ganho significativo de processo, qualidade ou produto, tanto para as indústrias, quanto para o MAPA ou para o consumidor.

O novo texto se harmoniza com a terminologia utilizada mundialmente, a exemplo de dairy

industries.

A nova definição permite o processamento de leite de consumo direto na fábrica de laticínios, quando esta possui equipamentos, mão-de-obra, conhecimento e matéria-prima disponíveis.

IV - entreposto de produtos lácteos: é o estabelecimento destinado ao recebimento, maturação, classificação, fracionamento e acondicionamento de produtos lácteos, excluído o leite como matéria-prima; e

IV - entreposto de laticínios é o estabelecimento destinado ao recebimento, maturação, classificação, fracionamento e acondicionamento de produtos lácteos, excluído o leite como matéria-prima; e

Entreposto de laticínios é denominação consagrada. Não há necessidade da mudança de termos. A mudança acarretará trabalhos adicionais de documentação desnecessários além de novos custos, sem que haja um ganho significativo de processo, qualidade ou produto, tanto para as indústrias, quanto para o MAPA ou para o consumidor.

V - queijaria é o estabelecimento situado em fazenda leiteira e destinado à fabricação de queijo Minas, devidamente relacionado no Serviço de Inspeção Federal e filiado a entrepostos de laticínios registrados no SIF, nos quais será complementado o preparo do produto com sua maturação, embalagem e rotulagem, e só podem funcionar sob relacionamento no SIF para manipulação de leite da própria fazenda e quando essa matéria-prima não possa ser enviada para postos de refrigeração, usina de beneficiamento e fábrica de produtos lácteos.

Parágrafo único. Permite-se a expedição de leite como matéria-prima pelas usinas de beneficiamento e fábricas de produtos lácteos para outros estabelecimentos industriais, desde que atendidos os Regulamentos Técnicos específicos.

V - queijaria é o estabelecimento destinado à fabricação de queijos

elaborados de forma artesanal, devidamente relacionado no Serviço de

Inspeção Federal. Quando o produto for maturado, embalado e rotulado em outro estabelecimento, a queijaria deverá ser filiada à entrepostos de laticínios registrados no SIF. As queijarias situadas em fazendas leiteiras ou não, poderão adquirir leite de outros produtores, desde que haja a rastreabilidade da matéria-prima. Quando não houver a comprovação de rastreabilidade, a queijaria só pode funcionar sob relacionamento no SIF para manipulação de leite da própria fazenda.

Parágrafo único. Permite-se a expedição de leite como matéria-prima pelas usinas de beneficiamento e fábricas de laticínios para outros estabelecimentos industriais, desde que atendidos os Regulamentos Técnicos específicos.

Justificativa: Queijaria é um termo amplo e não pode restringir o seu âmbito de aplicação a um tipo de queijo.

As queijarias existem em todo o mundo. Restringí-las a um tipo de queijo, privilegiaria somente uma região do país (MG) inibindo a produção de outros queijos típicos e artesanais de outras regiões, como os queijos coloniais, de SC e do RS.

A qualidade do produto final deve ser garantida pela rastreabilidade da matéria-prima e condições de processamento.

- - CAPÍTULO V

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- 26 Art. 26. Os estabelecimentos destinados aos produtos das abelhas e derivados são classificados em: I - Unidade de Extração de Produtos das Abelhas; ou II - Entreposto de Produtos das Abelhas e Derivados. §1º Entende-se por Unidade de Extração de Produtos das Abelhas o estabelecimento destinado à extração, acondicionamento, rotulagem, estocagem e comercialização exclusivamente a granel dos produtos das abelhas.

§2º Admite-se a utilização de Unidade de Extração Móvel de Produtos das Abelhas, oficialmente vinculadas a um estabelecimento de produtos das abelhas sob Inspeção Federal, montadas em veículos e providas de equipamentos que atendam às condições higiênico-sanitárias e tecnológicas dispostas em normas técnicas específicas.

§3º Admite-se a utilização de unidade móvel de extração, oficialmente vinculada a um estabelecimento de produtos das abelhas sob Inspeção Federal, constituída de estrutura montada em veículo, provida de equipamentos que atendam às condições higiênico-sanitárias e tecnológicas dispostas em normas técnicas específicas. Texto ok. -

- - CAPÍTULO VI

ESTABELECIMENTOS RELACIONADOS

- -

- 27 Art. 27. Os estabelecimentos passíveis de relacionamento no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento são:

I – Estabelecimento Importador II – Curtume;

III – Granja Avícola Processadora; IV - Granja Avícola de Transferência; V – Estábulo Leiteiro;

VI – Unidade de Extração de Produtos das Abelhas; e VII - Queijarias.

Art. 27. Os estabelecimentos passíveis de relacionamento no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento são:

I – Estabelecimento Importador e exportador de produtos de origem

animal;

II – Curtume;

III – Granja Avícola Processadora; IV - Granja Avícola de Transferência; V – Estábulo Leiteiro;

VI – Unidade de Extração de Produtos das Abelhas; e VII - Queijarias.

Justificativa: A inclusão se justifica, tendo em vista que as casas atacadistas que armazenam produtos de origem animal e por conseqüência exportam e necessitam de SIF para emissão dos certificados sanitários nacionais e internacionais

- 28 Art. 28. Entende-se por Estabelecimento Importador, aquele que após relacionamento na Inspeção Federal, realize importação de produtos de origem animal e apresente condições de instalações adequadas à armazenagem e reinspeção dos produtos importados que serão por ele comercializados.

§1º Pode ser realizada a importação de produtos de origem animal por pessoa jurídica constituída a esta finalidade e cadastrada no Serviço de Inspeção Federal nas Unidades da Federação, desde que os procedimentos de reinspeção sejam realizados em estabelecimentos registrados ou relacionados no MAPA, com estrutura física adequada para esta finalidade.

§2º Os estabelecimentos importadores não podem realizar quaisquer trabalhos de manipulação e devem apresentar às seguintes condições:

I - dispor de dependências apropriadas para o recebimento e para o armazenamento em separado dos diferentes produtos;

II - dispor, quando for o caso, de cadeia de frio apropriada para o recebimento e o armazenamento de produtos; e

III - reunir requisitos que permitam sua manutenção em condições de higiene.

Art. 28. Entende-se por Estabelecimento Importador, aquele que após relacionamento na Inspeção Federal, realize importação de produtos de origem animal e apresente condições de instalações adequadas à armazenagem e reinspeção dos produtos importados que serão por ele comercializados.

§1º Pode ser realizada a importação de produtos de origem animal por pessoa jurídica constituída a esta finalidade e cadastrada no Serviço de Inspeção Federal nas Unidades da Federação, desde que os procedimentos de reinspeção sejam realizados em estabelecimentos registrados ou relacionados no MAPA, com estrutura física adequada para esta finalidade.

§2º Os estabelecimentos importadores não podem realizar quaisquer trabalhos de manipulação que envolvam o contato direto com o

alimento e devem apresentar às seguintes condições:

I - dispor de dependências apropriadas para o recebimento e para o armazenamento em separado dos diferentes produtos;

II - dispor, quando for o caso, de cadeia de frio apropriada para o recebimento e o armazenamento de produtos; e

III - reunir requisitos que permitam sua manutenção em condições de higiene.

Justificativa: O novo texto permite trabalhos tais como, formação de conjuntos promocionais ou colocação de etiquetas com informação nutricional, lista de ingredientes e outros dizeres em português, sem que haja abertura da embalagem e exposição do produto, preservando-o de contaminações.

(18)

Setembro de 2008.

ART

NOVO ART MAPA TEXTO ORIGINAL – RIISPOA PROPOSTA MAPA SUGESTÃO G-100 PARA TEXTO JUSTIFICATIVA

- - TITULO III

DO REGISTRO E RELACIONAMENTO DE ESTABELECIMENTOS

- -

- - CAPITULO I

DO REGISTRO E RELACIONAMENTO

- -

- 29 Art. 29. Nenhum estabelecimento pode realizar comércio interestadual com produtos de origem animal, sem estar registrado ou relacionado no DIPOA.

Parágrafo único. Para a realização do comércio internacional, além do registro, o estabelecimento deve estar habilitado pelo DIPOA, atender às necessidades técnico-sanitárias fixadas por este Departamento, assim como pelo mercado importador.

Texto ok. -

- 30 Art. 30. Estão sujeitos ao registro, os seguintes estabelecimentos:

I - matadouros-frigoríficos, fábrica de produtos cárneos, fábrica de produtos gordurosos comestíveis, entreposto de carne e derivados, entreposto frigorífico, fábrica de produtos não comestíveis, entreposto de envoltórios naturais, fábrica de gelatina, fábrica de coalho, entreposto de opoterápicos;

II - granja leiteiras, posto de refrigeração, usinas de beneficiamento, fábrica de produtos lácteos, entrepostos de produtos lácteos;

III - barco fábrica, barco congelador, entreposto de pescado e derivados, abatedouro-frigorífico de pescado, estação depuradora de moluscos bivalves, fábrica de produtos de pescado, entreposto frigorífico de pescado;

IV - entreposto de ovos comerciais e fábrica de ovoprodutos; e V - entreposto de produtos das abelhas e derivados.

§1º Os demais estabelecimentos previstos neste Regulamento devem ser relacionados, com exceção das fazendas leiteiras, fazendas de cultivo e embarcações pesqueiras.

§2º As fazendas de cultivo e embarcações pesqueiras fornecedoras de matérias-primas para estabelecimentos registrados no DIPOA, devem ser cadastradas pelos estabelecimentos,

Art. 30. Estão sujeitos ao registro, os seguintes estabelecimentos:

I - matadouros-frigoríficos, fábrica de produtos cárneos, fábrica de produtos gordurosos comestíveis, entreposto de carne e derivados, entreposto frigorífico, fábrica de produtos não comestíveis, entreposto de envoltórios naturais, fábrica de gelatina, fábrica de coalho, entreposto de opoterápicos; II - granja leiteiras, posto de refrigeração, usinas de beneficiamento, fábrica de laticínios, entrepostos de laticínios; postos de

recebimento;

III - barco fábrica, barco congelador, entreposto de pescado e derivados, abatedouro-frigorífico de pescado, estação depuradora de moluscos bivalves, fábrica de produtos de pescado, entreposto frigorífico de pescado; IV - entreposto de ovos comerciais e fábrica de ovoprodutos; e

V - entreposto de produtos das abelhas e derivados.

§1º Os demais estabelecimentos previstos neste Regulamento devem ser relacionados, com exceção das fazendas leiteiras, fazendas de cultivo e embarcações pesqueiras.

Sugestão: Substituir o termo “produtos lácteos” por “laticínios”.

Justificativa: No item II, Fábrica de laticínios e Entreposto de laticínios são denominações consagradas pelo uso. Ver justificativas do Art. 23. A inclusão de “posto de recebimento” à lista do item II está de acordo com o previsto no artigo 25.

(19)

devendo estes exigir dos seus fornecedores o atendimento aos princípios de Boas Práticas

de Higiene e promover os programas de capacitação dos manipuladores. §2º As fazendas de cultivo e embarcações pesqueiras fornecedoras de matérias-primas para estabelecimentos registrados no DIPOA, devem ser cadastradas pelos estabelecimentos, devendo estes exigir dos seus fornecedores o atendimento aos princípios de Boas Práticas de Higiene e promover os programas de capacitação dos manipuladores.

Art. 31. Para a solicitação da aprovação prévia de construção de estabelecimentos novos é obrigatório a apresentação em 2 (duas) vias dos seguintes documentos:

Texto ok. -

I - laudo de aprovação prévia do terreno, realizado de acordo com instruções baixadas pelo DIPOA.

I - laudo de aprovação prévia do terreno, realizado de acordo com instruções estabelecidas pelo DIPOA.

Justificativa: Adequação da redação

II - requerimento dirigido ao Diretor do DIPOA solicitando aprovação prévia do projeto; Texto ok. -

III - apresentação de licença ambiental, autorização municipal e licença sanitária, sendo que nos casos de barcos-fábrica e barcos congeladores deve ser apresentado documento de permissão do órgão regulador da pesca;

III - apresentação de licença prévia ambiental ou seu protocolo,

autorização municipal e licença sanitária, sendo que nos casos de barcos-fábrica e barcos congeladores deve ser apresentado documento de permissão do órgão regulador da pesca;

Justificativa: O texto se harmoniza com o fluxo das tratativas realizadas pelos órgãos ambientais competentes nos quais a licença ambiental definitiva somente é concedida após o início de funcionamento da construção pleiteada.

IV - apresentação do termo de compromisso e dos projetos das respectivas construções, nas escalas previstas no presente Regulamento, acompanhadas do memorial descritivo da construção e memorial descritivo econômico sanitário do estabelecimento;

Texto ok. -

V - cópia da Anotação de Responsabilidade Técnica – ART do engenheiro responsável pela construção; e

Texto ok. -

VI - apresentação da inscrição estadual, contrato social registrado na junta comercial e cópia do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ;

Texto ok. -

§1º O pedido de aprovação prévia do terreno deve ser instruído com o laudo de inspeção elaborado por servidor do DIPOA, exigindo-se, conforme o caso, a planta detalhada de toda a área.

Texto ok. -

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§2º Tratando-se de aprovação de estabelecimento já edificado, será realizada uma inspeção prévia com as informações contidas em laudo higiênico-sanitário-tecnológico das dependências industriais e sociais, bem como da água de abastecimento, redes de esgoto, tratamento de efluentes e situação em relação ao terreno.

§2º Tratando-se de aprovação de estabelecimento já edificado, será realizada uma inspeção prévia com as informações contidas em laudo higiênico-sanitário-tecnológico das dependências industriais e sociais.

Justificativa: A responsabilidade de abastecimento com água potável deverá ser da empresa, os parâmetros e freqüência de análise estão definidos em Regulamento Técnico específico do órgão competente.

Referências

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