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É Páscoa! O Senhor Ressuscitou! p. 11

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Índice geral dos artigos

publicados na Carta

Mensal em 2015

Os Propósitos das

ENS no Ano Santo da

Misericórdia, p. 31

É Páscoa! O Senhor

Ressuscitou! p. 11

IGREJA CATÓLICA R E F L E X Ã O E N C A R T E Ano L VI • março • 2016 • nº 496

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ÍNDICE

Carta Mensal

n

o

496 • mar 2016

01 editorial super-região

02 Coração misericordioso, não débil!

03 Começar com o pé direito

04 Felizes vivendo o sacramento do matrimônio

05 Campanha da fraternidade 2016

06 Agora também no site ENS documento de estudo e formação

07 Apresentação do tema de estudo 2016 em vídeo correio da ERI

08 Viver a missão esponsal com alegria

09 As Equipes-Satélite e seu trabalho igreja católica

11 É páscoa! o Senhor ressuscitou!

12 Evangelizar com o papa Francisco comentário à Evangelii Gaudium

14 Encontro mundial das famílias vida no movimento

16 Província Norte

EEN chega à terra do boi-bumbá

17 Província Nordeste EEN da Região Paraíba

18 Província Centro-Oeste EEN em Brasília

19 Província Leste

Um alegre e misericordioso encontro

20 Província Sul II 60 anos de ENS em Jaú

Carta Mensal é uma publicação periódica das Equipes de Nossa Senhora, com Registro “Lei de Imprensa”

Nº 219.336 livro B de 09/10/2002. Responsabilidade: Super-Região Brasil - Hermelinda e Arturo -

Equipe Editorial: Responsáveis: Fernanda e Martini - Cons. Espiritual: Padre Flávio Cavalca - Membros:

Regina e Sérgio - Salma e Paulo - Patrícia e Célio - Jornalista Responsável: Vanderlei Testa (mtb 17622)

Edição e Produção: Nova Bandeira Produções Editoriais - R. Turiassu, 390 Cj. 115 Perdizes -

05005-000 - São Paulo SP - Fone: 11 3473-1286 Fax: 11 3473-1284 - email: novabandeira@ novabandeira.com - Responsável: Ivahy Barcellos - Fotos capa: Canstockphoto - Diagramação, preparação e tratamento de imagem: Samuel Lincon Silvério - Tiragem desta Edição: 25.000 exs. Cartas, colaborações, notícias, testemunhos, ilustrações/imagens, devem ser enviadas para ENS - Carta Mensal, Av. Paulista, 352 3o Conj. 36 - 01310-905 - São Paulo - SP, ou através de email: [email protected] A/C de Fernanda e Martini. Importante: consultar, antes de enviar, as instru-ções para envio de material para a Carta Mensal no site ENS (www.ens.org.br) acesso Carta Mensal.

raízes do movimento

22 A paixão do Senhor cnse

23 Nascem em Limoeiro do Norte as CNSE acervo literário do Padre Caffarel

24 A misericórdia no casal testemunho

26 O poder da oração

27 Minha madrinha, Nossa Senhora

29 Dons a serviço da vida partilha e PCE

30 Os PCE e o pecado capital da preguiça reflexão

31 Os propósitos das ENS no Ano Santo da Misericórdia

formação

32 Formação para todos

35 notícias

40 dicas de leitura

encarte

Índice geral das publicações da Carta Mensal em 2015 - Edições 487 a 495

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Queridos amigos equipistas,

Que o Senhor e nossa mãe Maria abençoem 2016 e nos ajudem a mergulhar em águas mais profundas para vivermos nossa missão com alegria. Com a energia recarregada, vamos planejar o ano equipista: tarefas, horários... e assim aproveitar todos os ensina-mentos que Padre Caffarel nos deixou para sermos exemplos vivos de um matrimônio feliz.

Esta edição marca a estreia do novo projeto gráfico, com nova identidade visual, mais recursos na edição dos textos e composição com fotos. Montamos uma estrutura para que a leitura seja ainda mais convidativa.

Para dar o pontapé inicial, o casal responsável pela Super Região Brasil, Hermelinda e Arturo, dão as boas-vindas, e Padre Paulo Re-nato, SCESRB, faz o convite para formarmos nosso coração mise-ricordioso.

Como acontece todo início de ano, a Igreja lança a Campanha da Fraternidade. Desta vez o tema é “Casa comum, nossa responsa-bilidade”, é apresentado pelo Padre Gil, SCEP Centro-Oeste. As nove Cartas deste ano abordarão as etapas de formação que o Movimento proporciona. Muito importante para nosso crescimen-to como equipistas e cristãos. Não perca.

Além disso, todas as edições contarão com dicas para leitura. Tudo isso pensando em um equipista bem formado.

Estamos na Quaresma e nos preparando para a celebração da Pás-coa. É tempo de conversão, mudança de vida, reconciliação. Tem-po de perdoar e deixar-se perdoar. Celebremos a vitória de Cristo sobre a morte e o pecado. Vibremos intensamente com a ressur-reição de Jesus. “ELE NÃO ESTÁ AQUI, RESSUSCITOU” (Mt 16,6). Boa Leitura

Fernanda e Martini CR Carta Mensal

Tema: “Ousar o Evangelho - VIVER A MISSÃO COM ALEGRIA”

Tema: “Ousar o Evangelho - VIVER A MISSÃO COM ALEGRIA”

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O Papa Francisco, na Mensagem da Quaresma 2015, nos convidava a prestar atenção em nosso coração. Ele falava de um “per-curso de formação do coração” como modo de superar a indiferença e as nos-sas pretensões de onipotência.

Formar o coração! Estranho? Não deveria ser. Nós formamos nosso in-telecto estudando, lendo, observan-do; formamos nosso corpo fazendo exercícios, alimentando-nos adequa-damente; formamos nossa consci-ência identificando-nos com uma ou outra corrente de pensamento. Tudo em nossa vida passa por um processo de formação. Por que não formar o nosso coração?

Essa palavra, “formação”, aqui deve ser bem entendida. Ela vem de “fórma” (para entender escrevo

como se pronuncia), daquilo que dá

forma e as formas são bem determi-nadas, mas não são iguais, existem várias formas. Portanto, ela não vem de “fôrma” (para entender também

escrevo como se fala), que uniformiza

a matéria-prima tornando tudo igual a partir de um modelo preestabelecido, sem nenhuma possibilidade de a ma-téria ganhar sua particularidade.

Formar o coração é dar “fórma” a ele e não dar “fôrma”. A proposta do Papa Francisco era de fazer os corações de cada um, nas diversas realidades em que estão inseridos, respeitando suas particularidades e culturas,

ga-nharem a forma do Coração de Cristo. O coração que sofre, mas sabe ter mi-sericórdia; o coração traído que conti-nua amando; o coração que, diante da morte, persevera esperançoso; um co-ração que duvida mas continua acredi-tando, um coração misericordioso!

Vamos experimentar tudo isso na Quaresma! Em 2016, quero repe-tir as palavras proferidas pelo Papa Francisco em 2015 porque entendo que neste ano é propício recordá-las. Parece que em 2015 não prestamos muita atenção nisso tudo. Parece que estamos de recuperação no quesito “formar o coração”.

Atenção, pois, como nos lembra o Papa, ter um coração misericordio-so não significa ter um coração débil. Quem quer ser misericordioso precisa de um coração forte, firme, fechado ao tentador, mas aberto a Deus; um coração que se deixe impregnar pelo Espírito e se levar pelos caminhos do amor que conduzem aos irmãos e irmãs; no fundo, um coração pobre, isto é, que conhece as suas limitações e se gasta pelo outro.

Vamos fazer esse percurso na Quaresma 2016! Vamos repetir, no Ano da Misericórdia, a experiência de contemplar e aprender com os senti-mentos de Cristo para formar um for-te coração misericordioso. Aqui está a resposta para o mundo: guerras, discórdias, corrupção...

Jesus manso e humilde de cora-ção, fazei nosso coração semelhante ao vosso!

Pe. Paulo Renato F. G. Campos SCE Super-Região

CORAÇÃO MISERICORDIOSO, NÃO DÉBIL!

CORAÇÃO MISERICORDIOSO, NÃO DÉBIL!

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Evangelho com toda simplicidade, mas também com toda sua exigência.

São Francisco de Sales nos diz: “O que são as vidas dos santos se-não o Evangelho colocado em prá-tica?” A caminhada não se fará sem tropeços, cansaços e desânimos. O essencial é sempre recomeçar.

E, ainda, Charles de Foucauld nos aconselha: “Observemos os santos, mas não fiquemos só na contempla-ção a eles. Procuremos, isto sim, con-templar com eles Aquele que preen-cheu suas vidas”. Conhecendo os san-tos, nossos irmãos na fé, observando como viveram o Evangelho em épo-cas diferentes da nossa, certamente o nosso testemunho de fé e vivência do Evangelho será cada vez mais intenso.

E podemos ainda recorrer aos santos como nossos intercessores junto a Deus. Estamos confiantes de que a força da semente que já floriu muitas vezes continuará a fazer reflorescer a palavra de Deus, para que cada dia de nossa vida se inicie com fé, determinação, misericórdia e alegria, ou seja, “com o pé direito”!

Bom ano para todos, começan-do cada dia com o “pé direito”!

Hermelinda e Arturo CR Super-Região

Esta expressão tão simples, que dizemos muitas vezes sem pensar, nos toca no mais profundo de nosso íntimo, e nos leva à pergunta: - “Qual o nosso ideal de vida?” Acreditamos que a maioria pensará: “sermos per-feitos”, ou seja, um ideal de santidade.

Este termo – “santidade” – assusta e ofusca como uma luz forte, e pensamos: este ideal não é um pouco elevado?

Mas é que temos uma ideia distorcida da santidade. O Frei Boa-ventura Kloppenburg escreve: “De-vemos distinguir entre ser santo e o consequente viver como santo”.

O ser santo é iniciativa, obra e graça de Deus, sem nenhum mérito de nossa parte. O viver como santo será obra e es-forço nosso, quando damos resposta a essa graça de Deus., (REB, 120, p. 829).

Em suma, cabe a nós, cristãos, conservar, alimentar e desenvolver a santidade recebida gratuitamente de Deus. Padre Caffarel não hesitou em dizê-lo, já na primeira carta escrita a Dr. Pedro Momcau, em resposta à in-dagação que lhe era feita sobre o que eram as Equipes de Nossa Senhora. Sintetizou numa pequena frase o ideal a que visavam: “As Equipes de Nos-sa Senhora têm por objetivo essencial ajudar os casais a tender para a santi-dade. Nem mais, nem menos”.

“Impossível no mundo que nos cer-ca!” - é nossa primeira reação, e verda-deira se contarmos só com nossas forças. Mas se lembrarmos que Cristo prometeu estar conosco até o fim, que veio habitar entre nós para nos ensinar o caminho, e nos deixou o seu Evangelho como regra de vida, então viver como santo é viver o

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O sacramento do matrimônio, conforme explicou o Papa em uma de suas homilias, é um grande ato de fé e de amor que testemunha a coragem de acreditar na beleza do Criador e de viver aquele amor que vai além de si mesmo.

O Papa Francisco destacou ain-da que essa decisão de se “casar no Senhor” contém também uma dimensão missionária.

Diante destas palavras do San-to Padre, nós casais podemos re-fletir um pouco sobre tamanha responsabilidade da qual muitas vezes não nos damos conta.

No mundo de hoje, o secularis-mo e o materialissecularis-mo imperam. O que os cientistas e “peritos” em diversos campos têm a dizer rece-be mais importância do que aqui-lo que é ensinado pela nossa fé. Normalmente aceitamos as suas suposições de que o importante é aquilo que traz prazer imediato, conforto e satisfação. Este tipo de pensamento afeta o matrimônio e não ajuda as pessoas a entende-rem a realidade divina da relação.

Felizes vivendo

Isso é muito triste, porque os ca-sais nunca serão capazes de viver seu matrimônio bem se não com-preenderem o elemento divino. E sem a fé, essa compreensão lhes escapará.

Hoje, o mundo dificulta bastante que qualquer pessoa cresça na fé. Os atrativos que o mundo oferece incluem certos meios de comunicação que na prática afastam as pessoas: Televisão, com os seus valores permissivos, que não apenas corrompem os especta-dores, mas também impedem que o casal dialogue sobre vários assuntos, partilhando suas ideias e suas opiniões;

Internet, centrada nos valores

secula-res e materialistas, pautada no indivi-dualismo, mantendo os casais em um mundo separado um do outro.

Jesus na sua infinita sabedo-ria não falou muito a respeito do amor. Ele simplesmente amou. E amou tanto os ricos quanto os pobres, tanto os justos quanto os injustos, os sadios e os doen-tes. E seu amor chegou ao máxi-mo. Amou em gestos, em pala-vras e em obras. E quando pede que amemos uns aos outros como ele amou significa que é para amar de verdade, com alma e coração.

Nós, casais equipistas, temos a grande responsabilidade de teste-munhar ao mundo não só o nosso amor, mas os nossos valores e os nossos atos. Mostrar que através da vivência de algo concreto e efi-caz chamado de Pontos Concretos

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de Esforço temos tido a oportuni-dade de virar o jogo.

O evangelista Mateus nos traz um texto que já foi lido centenas de vezes nas cerimônias de casa-mento: “O matrimônio deve ser comparado àquela casa construí-da sobre a rocha, a qual resistiu à chuva e à fúria dos vendavais e não ruiu”. Vamos colocando tijolinho por tijolinho a cada dia. Através da escuta assídua da pa-lavra de Deus, da oração, da me-ditação, da regra de vida e do dever de sentar-se, atitudes que nos fazem aceitar um ao outro e nos abrir à correção fraterna, pois, desta forma, não haverá

nem vencedor nem vencido. E as-sim vamos vivendo o sacramento do matrimônio como um lugar de amor, um projeto de felicidade e um caminho para a santidade.

Nossa missão como casal cris-tão vai além das paredes de nos-sas canos-sas. Não podemos nos aco-modar e entrar na onda da mo-dernidade apenas, pois nem tudo que é comum é normal.

Temos a missão de testemunhar ao mundo que, apesar das dificul-dades provenientes da vida moder-na, somos felizes vivendo o sacra-mento do matrimônio.

Lu e Nelson CRP Centro-Oeste

Com o tema “Casa comum, nossa responsa-bilidade” e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”, teremos neste ano de 2016 a quar-ta Campanha da Fraternidade Ecumênica.

O objetivo principal da campanha deste ano será chamar atenção para a questão do sanea-mento básico tão importante para garantir o desenvolvisanea-mento, a saúde integral e a qualidade de vida para todos. O lema

bí-blico baseia-se em Amós 5,24 e foi definido por mem-bros da Comissão da CF e representantes da Misereor - entidade episcopal da Igreja Católica da Alemanha que trabalha na cooperação para o desenvolvimento de regiões em risco.

O texto-base traz reflexões sobre o saneamento básico, direito humano fundamental e, como todos os outros direitos, requer a união de esforços entre socie-dade civil e poder público no planejamento e na pres-tação de serviços e de cuidados.

Deus entregou a criação nas mãos do homem para que dela usufruísse, mas lhe outorgou também uma

CAMPANHA

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responsabilidade: o cuidado de tudo quanto foi criado (cf. Gn 1,27-31). As preocupações e consequentes ações no âmbito do saneamento precisam incorporar não só questões de ordem sanitária, mas também de justiça social e ambiental, principalmente para os pequenos e po-bres. A “justiça ambiental” é parte integrante da “justiça social”.

As ENS, enquanto escolas de famílias cristãs, devem ter interesse es-pecial no tema da ecologia, já que as futuras gerações serão as vítimas do descaso humano para com a natureza.

Que o Espírito Santo nos impulsione e nos ajude a viver com alegria e responsabilidade essa bela missão!

Pe. Gil SCEP Centro Oeste

DOCUMENTOS DE ESTUDO E FORMAÇÃO

agora também no site ENS

O site das Equipes de Nossa Senhora conta com material para estudo e formação dos equipistas. São cerca de 150 arquivos distri-buídos em várias pastas na aba do Acervo de Formação, como as pa-lestras dos encontros e formações nacionais e internacionais, além de documentos produzidos pela ERI e Super-Região Brasil. A partir do ano de 2016 serão disponibilizados também os arquivos do livro do tema de estudos do ano corrente e dos anteriores, além de novas edi-ções da Carta Mensal. Para ajudar na organização e obtenção desse material está sendo desenvolvido,

e provavelmente já estará em ope-ração em março, um sistema de busca por palavras-chave para que, dentre os documentos do Acer-vo de Formação e Carta Mensal, possa haver uma pesquisa sobre temas. O objetivo da Super-Região Brasil é disponibilizar este material para facilitar a utilização pelos Ca-sais Responsáveis e Conselheiros na formação dos equipistas, como tanto enfatizou Padre Caffarel.

Na edição da Carta Mensal de Dezembro de 2015 começamos uma série de seis artigos sobre o Encontro Mundial das Famílias, ocorrido na Filadélfia em setembro de 2015, do qual participamos. Nesta edição da Carta Mensal já vem o segundo artigo. Esperamos com isso ajudar os equipistas a en-tenderem o que a Igreja espera das famílias na sociedade atual, mui-tas vezes até hostil à família cristã. Muitas das mensagens dos bispos e cardeais lá presentes são um chamado ao testemunho de

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ma-neira que o casal equipista deve estar na vanguarda desta missão. Lembramos que o testemunho faz parte da nossa mística.

Na aba Links do site oficial do Movimento já estão sendo dispo-nibilizados os sites e blogs de Seto-res e Regiões que se adequaram às orientações aprovadas pela Super--Região Brasil em abril de 2015. Se-rão também disponibilizados nesta aba os informativos, digitais ou im-pressos (estes podem ser enviados em pdf), que também atendam às orientações. Em caso de dúvidas entrem em contato com

[email protected].

As orientações visam direcio-nar as publicações para que não sejam criadas situações

constran-gedoras ao Movimento, manter a cadeia da colegialidade, onde cada nível tem sua função e responsabilidade e utilizar a co-municação como ferramenta de unidade do Movimento.

Na aba de Notícias e Eventos há o espaço de divulgação das atividades dos Setores e Região, que também podem ser postadas na página do Facebook da Super--Região Brasil. Para tal é necessá-rio que o material seja enviado ao Casal Responsável da Província, e este nos envia para publicação.

Fiquem com Deus e que em 2016 possamos viver nossa mis-são com alegria!

Cristiane e Brito CR Comunicação SRB

AGUARDEM

Apresentação do Tema de Estudo 2016 -

VI-VER A MISSÃO COM ALEGRIA

e seus

respec-tivos capítulos em vídeo, gravados pelo SCE

da Super-Região Brasil, Padre Paulo Renato.

APRESENTAÇÃO

DO TEMA DE ESTUDO 2016

EM VÍDEO

IMPERDÍVEL!

Certamente será ferramenta essencial para nos ajudar com

se-gurança nas reflexões sobre servir com alegria em nossa missão.

Estes vídeos estarão disponíveis no site ENS

(aba Acervo de Formação/Material de Formação/Tema de

Estudo do ano) a partir de 14/3/2016.

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VIVER A MISSÃO

ESPONSAL

COM ALEGRIA

VIVER A MISSÃO

ESPONSAL

COM ALEGRIA

No contexto providencial que estamos a viver, na memória da Conclusão do Concílio Vaticano II, no dia 8 de dezembro de 1965, há cinquenta anos, e ainda na fi-nalização do Sínodo dos Bispos sobre a família, nesta minha carta desejo partilhar convosco a espe-rança que o nosso Movimento me dá para o futuro da família cristã na Igreja e na sociedade do nosso tempo e fazer um apelo veemen-te à fidelidade ao nosso carisma e missão na Igreja, hoje ainda mais atual do que há 68 anos.

Embora em outro contexto his-tórico, os tempos atuais, mesmo a nível global, nos interpelam a viver com coragem e esperança o que nós somos, a viver a nossa missão esponsal com alegria, como nos convida o Papa Francisco. Con-vido-vos a que não vos esqueçais da dignidade a que todos fomos chamados a viver, cada um de nós segundo o seu estado de vida, em três níveis.

Não nos esqueçamos da nos-sa dignidade de pessoas criadas à imagem e semelhança de Deus, coisa que hoje não é de todo evi-dente para muitos dos nossos con-temporâneos, em muitos casos mais preocupados com a ecologia da natureza e do mundo, e menos

com a ecologia humana, como nos

VIVER A MISSÃO

ESPONSAL

COM ALEGRIA

VIVER A MISSÃO

ESPONSAL

COM ALEGRIA

recorda o Papa Francisco na sua re-cente encíclica Laudato si.

Não nos esqueçamos da nossa dignidade de filhos de Deus pelo batismo, participantes da nature-za divina e chamados à santidade, àquela perfeição da verdade, da liberdade e do amor que só em Deus se pode alcançar, como um dom e uma graça que havemos de pedir com humildade.

Não nos esqueçamos da nossa dignidade esponsal, como nos ensi-na S. João Paulo II ensi-na sua teologia do corpo. No vosso caso, como ca-sais, deveis viver o vosso amor con-jugal no Senhor, segundo o pensa-mento do apóstolo S. Paulo (1Cor 7,39). Recomendo-vos a leitura e a meditação em casal deste capítulo 7 da primeira carta aos Coríntios, so-bretudo os primeiros versículos (1Co 7,1-8), onde S. Paulo fala do dever

conjugal. Vivei castamente o vosso

amor conjugal, o qual se alimenta - porque o amor precisa ser alimenta-do - na frequência de três mesas ou altares: a mesa da eucaristia, a mesa da refeição fraterna em casal e em família; e a mesa ou altar onde se celebra o amor casto e puro daque-les que verdadeiramente se amam no Senhor ou cujo amor é aben-çoado pelo Senhor no sacramento do matrimônio. Pelo sacramento, o marido representa Cristo que ama

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de um certo “receio controlado”, dada a grande responsabilida-de que temos para com os mais responsabilida-de 135.000 equipistas e conselheiros espirituais do Movimento.

Neste ano que começa, a ERI com as Equipes-Satélite porá à disposição do Movimento as seguintes ajudas para os processos de formação inte-gral de cada um dos seus membros:

Com a EQUIPE-SATÉLITE

Peda-gogia: Em Roma distribuímos o novo folheto do DEVER DE

SEN-TAR -SE ou diálogo conjugal, o pri-meiro dos 6 Pontos Concretos de Esforço em que esta equipe está a trabalhar para dar um novo olhar e revitalizar a prática destas ajudas, base da pedagogia do nosso Mo-vimento. Já está terminado o docu-mento sobre a ORAÇÃO PESSOAL, e o da ORAÇÃO CONJUGAL está em fase de revisão final e formatação; prevê-se ainda para este ano a con-clusão do documento sobre a ESCUTA

DA PALAVRA, neste momento a ser a Igreja e se entrega pela Igreja,

morrendo de amor por ela, e a es-posa representa a Igreja que acolhe o amor do seu esposo, sendo-lhe submissa. A obediência e a submis-são só submis-são possíveis entre pessoas que verdadeiramente se amam. Por isso, a regra de ouro da relação e do amor conjugal é o perdão, porque esta é a forma mais perfeita da doa-ção, a perfeição do dom.

Não sei, caríssimos casais, se isto que partilho convosco é evi-dente. Convido-vos, em todo o

caso, a falar deste tema no vosso diálogo conjugal, na vossa ora-ção e no vosso dever de sentar--se. Sede cumpridores quase es-crupulosos dos Pontos Concretos de Esforço, que apesar de simples não são fáceis.

Saúdo-vos cordialmente com muita amizade e imploro para to-dos vós e vossas famílias a bênção do Senhor, que vos proteja e vos acompanhe sempre.

Pe. José Jacinto Ferreira de Farias, scj Conselheiro Espiritual da ERI

Em primeiro lugar, esperamos de todo o coração que neste ano de 2016 o Senhor e Maria, nossa Mãe, encham de bênçãos os vossos lares e nos tragam a paz de que o mundo tanto necessita. Cada iní-cio de ano é tempo propíiní-cio para fazer balanços e estabelecer me-tas. Nas Equipes-Satélite, na última reunião que tivemos com a ERI em Paris no mês de dezembro, fizemos esse balanço e estabelecemos um programa de modo a concentrar os nossos esforços neste ano que agora começa. No encontro mun-dial de responsáveis regionais pas-sado, que se realizou em Roma em setembro último, apresentamos o trabalho realizado até então nas 4 Equipes-Satélite que coordenamos: ES Pedagogia, Reflexão e Pesquisa, Teologia da Sexualidade e Forma-ção Cristã. O entusiasmo e a expec-tativa que este trabalho despertou nos participantes alegrou-nos mui-to e, ao mesmo tempo, encheu-nos

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Finalmente, com a

EQUIPE-SA-TÉLITE Teologia da Sexualidade, a última a ser constituída, depois de um processo de discernimento e de muita pesquisa: está a ser elaborado um caderno de diálogo para o casal sobre os aspectos da sua sexualida-de, que serão tratados em 12 temas independentes com um texto de re-flexão e ajudas concretas com vista ao diálogo. Este caderno, depois das necessárias revisões de conteúdo, te-ológico e doutrinal, entrará em fase de tradução.

É fascinante verificar nestes grupos de trabalho multidisci-plinares, pluriculturais e mul-tilinguísticos a ação unificadora do Espírito Santo, que, sem dúvi-da, orienta e ilumina todo o nos-so serviço quando nos tornamos dóceis à sua vontade.

Pedimos ao Senhor e a Maria, nossa Mãe, que recompensem o trabalho e a dedicação de todos os membros destas Equipes-Satélite e, sobretudo, que este seja fonte de riqueza e de crescimento no amadurecimento da fé e da espi-ritualidade de todos os membros do nosso querido Movimento.

Clarita e Edgardo Bernal Casal Coordenador das

Equipes-Satélite da ERI

redigido, bem como dos documen-tos sobre a REGRA DE VIDA e o

RETI-RO ANUAL.

Com a EQUIPE-SATÉLITE

For-mação Cristã: Já é uma realidade o projeto de oferecer um curso virtual de Catequese de nível bá-sico utilizando a plataforma de formação on-line Moodle, para o que contamos com a valiosa ajuda de um grupo de trabalho da Universidade de São Paulo, Brasil. O curso oferece inicial-mente um percurso de formação através de 8 módulos – Liturgia,

Antigo Testamento, Novo Testa-mento, Eclesiologia, Sacramentos, Espiritualidade, Moral e Cristolo-gia – bem como um acesso que

mostra uma aplicação para cada um destes módulos para a resolu-ção de inquietações que surgem nas situações do dia a dia. Neste momento, o módulo de Liturgia está concluído, traduzido nas 5 línguas do Movimento e car-regado na web. Os de Antigo

Testamento e Eclesiologia estão

terminados e encontram-se em processo de tradução; os módu-los de Espiritualidade e Moral es-tão em construção, e os dois res-tantes ainda não foram iniciados. Com a EQUIPE-SATÉLITE

Re-flexão e Pesquisa: Já está pron-ta a base de dados de todas as publicações do Movimento, ferra-menta que será de grande ajuda para beneficiar a enorme riqueza documental existente. Durante este ano, depois de um período experimental com as Super-Regi-ões, alargaremos a utilização da base de dados.

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É PÁSCOA!

O SENHOR RESSUSCITOU!

Mas, o que celebramos? Cer-tamente não é uma mera re-cordação de um fato ocorrido no passado com Jesus de Nazaré e que nenhuma consequência tem para nós. A Páscoa nos transfor-ma hoje, nos envolve hoje!

“Procurais Jesus, o Crucificado? Não está aqui: ressuscitou!” (Mc 16, 6). Essas palavras ditas às mulheres que foram ao túmulo de Jesus para ungi-lo são ditas também a nós. Je-sus não é um personagem do pas-sado; Ele está vivo, no meio de nós. Vive uma vida inteiramente nova. Com Sua ressurreição, a humanida-de chegou ao seu ponto máximo, pois o verdadeiro homem Jesus, in-teiramente imerso no Pai, vence a morte e todos os limites do homem, e inaugura uma nova dimensão do

Ser, na qual Deus e homem se in-tegram radicalmente no amor. Ini-cia-se um mundo novo em que, a partir da ressurreição de Cristo, toda criatura passa a ter parte. Jesus não estava só. O Pai estava totalmente com Ele. O amor com que Ele nos dá sua vida é um amor pleno, mais forte que a morte. Um amor ilimita-do, que abarca homens e mulheres de todos os tempos.

E como isso chega a nós, ho-mens e mulheres do século XXI? Chega a nós pelo Batismo. No Ba-tismo morremos com o Cristo e ressuscitamos com Ele e Nele na realidade do sacramento. Meu eu é transformado, “nos tornamos um com Ele” (Gl 3, 28). Sua ressur-reição realiza-se em nossas vidas. No Batismo, Jesus vem a nós e une

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nossa vida à sua, nos conserva no seu Amor. “Vou partir, mas voltarei para junto de Vós” (Jo 14, 28), nos assegura o Senhor.

No relato da Ressurreição por São Lucas, dois misteriosos personagens dizem às mulheres: “Por que bus-cais entre os mortos aquele que está vivo?” (Lc 24, 5). Ainda hoje, onde buscamos nossa felicidade, a razão de nossas vidas? Por vezes optamos não pela vida, mas por atitudes que levam à morte. Fechamo-nos em nós mesmos, em nossos pequenos mundos, em busca de prazeres, posses, poder. Não permitimos que a vida verdadeira floresça. Fechamo--nos ao encontro com o Vivo.

Lembremos também, e isso é im-portante, que em cada Eucaristia ce-lebramos o memorial da morte e res-surreição de Jesus, o Mistério Pascal torna-se realmente presente. O que ocorreu com o Senhor se atualiza

EVANGELIZAR COM O PAPA FRANCISCO

Comentário à Evangelii Gaudium

continuamente no tempo e no es-paço, de forma que podemos parti-cipar com toda a realidade daqueles fatos e colher abundantemente de seus frutos e de suas consequên-cias. Sua ressurreição nos alcança em nossas vidas concretas, transfor-mando-as, trazendo-nos felicidade e vida plena.

Abramo-nos, assim, à grande novidade, à grande notícia, ao Evangelho: o Cristo ressuscitou. Ele vive e está no meio de nós! Não ca-minhamos solitários.

Feliz e Santa Páscoa!

Diácono José Luiz Lessa (da Mônica) Equipe N. S. dos Pobres São José dos Campos/SP

A primeira Encíclica do Papa Fran-cisco – Lumen Fidei – veio completar a doutrina de Bento XVI sobre a trilogia: fé, esperança e caridade; texto escrito a quatro mãos foi um ato de deferên-cia e estima do Papa Francisco para com o seu antecessor e, ao mesmo tempo, uma demonstração de conti-nuidade no Magistério Pontifício.

A Exortação Apostólica Evangelii

Gaudium tem o estilo e o cunho

pes-soal do Papa Francisco. Sobretudo, ex-pressa o seu humanismo personalista, que é o humanismo do Evangelho.

A Evangelii Gaudium não tem o

nome de Exortação Pós-sinodal por-que, embora leve em consideração a Assembleia sobre a Nova Evange-lização e se refira constantemente a ela, o seu conteúdo vai além da te-mática da Nova Evangelização. Seu conteúdo é mais amplo.

Não se trata de um documento doutrinal como a Encíclica Lumen

Fidei. Conserva o conteúdo e o

es-tilo de uma Exortação: motivar a ação Missionária da Igreja e iniciar uma nova etapa no processo de evangelização como projeto pas-toral de seu pontificado.

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Comentário à Evangelii Gaudium

O secularismo é o grande desafio enfrentado pela Nova Evangelização. O atual Papa não escolheu uma forma solene para apresentar o projeto pas-toral de seu pontificado. Escolheu a modalidade mais pastoral do que dou-trinal: uma Exortação Apostólica.

O ser humano vive sempre em bus-ca da alegria, pois ela é inseparável da felicidade. Mas, com muita frequência, procura a felicidade e a alegria onde elas não se encontram: consumismo, individualismo, isolamento. Mesmo os crentes, como observa a Evangelii

Gau-dium, correm esse perigo.

A alegria de que trata a Exortação Apostólica do Papa Francisco é uma alegria profunda, possível, até mes-mo, no sofrimento. É a alegria que envolve toda a História da Salvação. A Revelação de Deus, criador e salva-dor, provoca no homem uma alegria transbordante. Trata-se da alegria que vem da certeza de que somos amados por Deus e que seu amor é mais forte do que a morte. Portanto, trata-se da alegria do Amor que perdoa e salva.

No final da História, o Cristo glo-rioso convidará seus servos fiéis a en-trar na sua própria glória cujo acesso ele mesmo lhes abrirá (Mt 25,21). Portanto, a alegria presente em toda a História da Salvação é dom de Deus. Essa alegria pelo dom da sal-vação envolve toda a Revelação de Deus. A Exortação cita a palavra de Isaías, Zacarias e Sofonias. Neste, en-contramos a afirmação: “O Senhor,

teu Deus, está no meio de ti como poderoso salvador! Exulta de alegria por tua causa, pelo seu amor te re-novará. Ele dança e grita de alegria por tua causa” (3,17). Este texto de

Sofonias é, na realidade, um peque-no Salmo para ser cantado em festas

solenes. Ele serviu de pano de fun-do para Lucas narrar a anunciação de Maria. Basta recordar algumas expressões: “alegra-te”, “o Senhor

está contigo”, “não temas”, “o po-der do altíssimo”. Maria, que tem o

Filho de Deus em seu ventre, é a nova Jerusalém. No Evangelho de Lucas, a vinda do Salvador cria um clima de alegria. O convite à alegria no Novo Testamento inicia-se com a sauda-ção do anjo a Maria: “Alegra-te” (Lc 1,28). Prossegue com a alegria de Isa-bel pela visita de Maria, à qual esta responde com o seu Magnificat: “O

meu espírito se alegra em Deus meu salvador” (Lc 1,47).

A Missão também traz alegria. Jesus se alegrou pelo sucesso da mis-são de seus discípulos (Lc 10,21). Sua mensagem é fonte de alegria: “Mani-festei-vos estas coisas, para que esteja em vós minha alegria, e a vossa ale-gria seja completa” (Jo 15,11).

A Introdução da Exortação Apos-tólica conclui-se falando da “doce e reconfortante alegria de evange-lizar”. O Documento de Aparecida, citado diversas vezes pela Exortação, se refere à alegria do Discípulo Mis-sionário. Portanto, a Missão deve ser acompanhada da alegria. Podemos dizer que a alegria pertence à peda-gogia da Missão.

Encerrando, quero tecer algumas considerações sobre a fundamenta-ção doutrinal da Evangelii Gaudium. As fontes bibliográficas mostram que a nova etapa da ação evangeli-zadora da Igreja, como projeto pas-toral do Pontificado do Papa Francis-co, é, na realidade, uma retomada vigorosa da perspectiva missionária do Concílio Ecumênico Vaticano II, assumida pelos seus antecessores.

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A eclesiologia que fundamenta a

Evangelii Gaudium é a do Vaticano

II, sobretudo o documento principal deste Concílio: a Constituição Dog-mática Lumen Gentium. A Evangelii

Gaudium está também em

continui-dade com o magistério pontifício dos antecessores imediatos do Papa Fran-cisco. Além de citar constantemente o magistério de Bento XVI, João Pau-lo II e PauPau-lo VI, o atual Papa abraça a bandeira da Nova Evangelização. Cita trinta vezes as proposições

(pro-potiones) que os padres sinodais

en-tregaram ao Papa como resultado da XIII Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização para a Transmissão da Fé. Faz diver-sas citações das homilias de abertura e conclusão da Assembleia Sinodal.

A Evangelii Gaudium, porém, de-senvolveu a dimensão social da Nova Evangelização. Desse modo, trouxe uma contribuição significativa para o tema. Outra fonte significativa da

Evangelii Gaudium é o Documento

de Aparecida, fruto da quinta Assem-bleia do Episcopado Latino-Americano e Caribe, realizada em maio de 2007, em Aparecida/SP. O Cardeal Mario Bergoglio participou da mencionada Assembleia e foi o coordenador da numerosa comissão que elaborou o Documento de Aparecida. O atual Do-cumento (fruto da quarta redação) foi aprovado na última sessão da Assem-bleia realizada no dia 30 de maio de 2007. Em seguida, foi enviado ao Papa para a aprovação final. Em Roma, an-tes de ser aprovado, passou por uma revisão que melhorou o texto não só quanto ao estilo, mas também com relação à transmissão do conteúdo.

Dom Benedito Beni dos Santos Bispo da Diocese de Lorena /SP

até 2013 “Paulus”/SP/2014

ENCONTRO

MUNDIAL DAS

FAMÍLIAS

Na edição anterior da Carta

Mensal, falamos de modo geral

como foi o Encontro Mundial das Famílias e destacamos alguns pon-tos que foram abordados de diver-sas formas por vários palestrantes. A partir desta edição, procurare-mos aprofundar-nos nos temas que consideramos merecer maior

atenção das Equipes de Nossa Se-nhora, principalmente porque po-dem se tornar uma proposta para o casal equipista para o futuro, não apenas para 2016.

Um desses temas foi a liberdade do ser humano. Melhor dizendo: se a crença em Deus tira a liberdade do ser humano em tomar decisões e escolher seus caminhos.

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O Cardeal Robert Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divi-no e a Disciplina dos Sacramentos, destacou a perfeição de Deus e de sua criação, sendo a luz maior que as trevas, e a perfeita união entre a luz e a criação é a prova do amor de Deus. As trevas sempre nos pro-curam separar da luz, e o fazem convencendo-nos de que Deus nos coloca limites e esses limites nos tornam infelizes. Ao acreditar nisso, colocamos no lugar de Deus o di-nheiro, poder, paixão, sexo, porno-grafia, drogas, álcool, consumismo, trabalho. Isso destrói a criação, pois nos afasta da luz, e tornamo-nos escravos das trevas, ou seja, aquilo que pensamos ser instrumento de nossa liberdade na verdade é nos-sa escravidão, tornamo-nos depen-dentes das trevas.

O Bispo Auxiliar da Arquidioce-se de Los Angeles, Robert Baron, lembrou que não há outra religião, teologia ou filosofia que coloque o ser humano no mesmo patamar de Deus, que se fez homem para dividir sua divindade conosco, a sarça ardente não se consome como nós, que nos desgastamos devido a nossos pecados. A glória de Deus não consome a vida hu-mana, mas a dignifica; assim, não tira nossa liberdade.

Na Igreja Católica podemos nascer várias vezes pelo sacramen-to da penitência. Sempre podemos

repensar nosso caminho, sempre podemos tomar decisões, mas as boas decisões nos levam à luz e à verdade, a verdade de Deus, de modo que devemos entender as consequências de nossos cami-nhos. A Igreja, pela sua tradição e doutrina, ensina-nos a buscar essa verdade.

O Arcebispo de Vancouver, John Michael Miller, lembra que Deus não é um ditador e dá-nos a liberdade de decisão. Essa liber-dade deve ser ensinada aos nossos filhos, mas, ao mesmo tempo, de-ve-se ensinar também a importân-cia de procurar a verdade de Deus para não se tornar dependentes das tentações do mundo.

A partir das reflexões apresen-tadas pelos bispos no Encontro Mundial das Famílias, lembramos que as Equipes de Nossa Senhora nos proporcionam uma pedago-gia que nos ajuda a aprofundar na busca da verdade. Viver os Pontos Concretos de Esforço é diferen-te de cumpri-los. Cumprir é uma obrigação, viver é uma decisão li-vre. Ao vivermos intensamente os Pontos Concretos de Esforço te-mos essa oportunidade, desde que o façamos com liberdade, a liber-dade de procurarmos a luz.

Fiquem com Deus!

Cristiane e Brito CR Comunicação SRB

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Nos dias 10 e 11 de outubro de 2015 foi realizado o II Encontro de Equipes Novas (EEN) do Regional Norte I, na cidade de Parintins, terra do Boi--Bumbá, onde reunimos as Equipes Novas do Setor de Maués e Parintins, num total de 40 casais. A expectativa era grande; vivenciar um momento único: a primeira formação das Equi-pes Novas na ilha Tupinambarana. A recepção por nossos irmãos parinti-nenses foi movida pelo entusiasmo, alegria e muito carinho. A hospitalida-de, o cuidado com cada detalhe, o sor-riso nos rostos e principalmente o calor humano foram traços marcantes que não esqueceremos.

A distância geográfica e as difi-culdades com a logística não des-motivaram nossos irmãos de Maués (terra do guaraná), que viajaram a noite toda de barco com chegada prevista para as 6 h do sábado. Nos-sa realidade amazônica é totalmente diferente do restante do país, e por isso, em decorrência da sazonali-dade da descarga de nossos rios (cheia e seca), que nesse período (de seca) dificulta a navegação, houve

EEN CHEGA À TERRA DO BOI-BUMBÁ

um atraso de duas horas e meia, o que deixou todos apreensivos. Mas como diz a toada “... bate meu

cora-ção no compasso da emocora-ção...”, foi

com grande emoção que todos os formadores e o CRS Parintins os re-cepcionaram em sua chegada. Mes-mo cansados, esbanjavam alegria. Alguns traziam os filhos, nos braços ou no ventre, mas não se deixaram abater, com uma demonstração de amor e comprometimento com o Movimento.

A cada Módulo e a cada Reunião dos grupos, nós, que achávamos ter ido dar Formação, ficávamos mais enriquecidos com os testemunhos vi-vos repassados por eles. A Formação foi coroada pelo entusiasmo dessas equipes novas e os seus membros não se cansavam, estavam sempre atentos e ávidos pelo conhecimen-to. A espiritualidade e a comunhão foram marcantes, percebemos a importância dessa Formação para o crescimento deles como casais cris-tãos, como equipistas e como família.

Para nossa felicidade pude-mos contar com a presença de cinco

PROVÍNCIA NORTE

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No domingo, Dom Giuliano ce-lebrou a Missa com Pe. Oseias e Pe. José Albuquerque. A celebração do Compromisso foi conduzida pelo Pe. José Albuquerque, onde os casais re-alizaram seu compromisso de respon-sabilidades para com o Movimento diante de Deus e de toda a comunida-de presente. Ao término do encontro, percebemos claramente que, quando enchemos as talhas com a água da dis-ponibilidade, do amor e do serviço, Ele a transforma no mais precioso vinho.

Sob as bênçãos de Deus, de nossa mãe Maria e pela intercessão de nosso fundador Padre Caffarel concluímos mais uma missão.

Magnificat.

Terezinha e Ronaldo Casal Coordenador da Equipe

de Formadores EEN

SCE e de uma AET. No sábado, fomos agraciados com a visita do arcebispo de Parintins, Dom Giuliano. À noite, no momento de convivência, fomos presenteados com uma apresentação de teatro “O auto da compadecida”, dirigida por Dom Giuliano e pela apre-sentação do boi Garantido; e, para fi-nalizar esse momento, a apresentação do grupo de pagode dos equipistas de Parintins. Todos esses momentos nos fizeram lembrar as palavras do Pe. Jacques Loew citadas na primei-ra carta às Equipes Novas, datada de 1977: “Somente equipes cheias de

vida, alegres, dinâmicas na sua fé, no seu acolhimento, na sua rigorosa reti-dão, como também na sua fantasia e no seu júbilo de filhas de Deus, podem se situar, frente ao gigantismo de hoje, como testemunhas da liberdade e da juventude de Deus.”

PROVÍNCIA NORDESTE

EEN DA REGIÃO PARAÍBA

Uma Verdadeira Bênção de Deus

Por que vocês vieram fazer esse encontro? Foi essa a pergunta feita

a nós pelo sacerdote, Padre Antoniel, no início do Encontro para Equipes Novas (EEN) de nossa Região Paraíba, nos dias 7 e 8 de novembro de 2015. Sinceramente, nós, também, nos

fazíamos esta pergunta, pelo fato de es-tarmos caminhando nas equipes há cin-co anos (cin-contando a experiência cin- comu-nitária). Faltava participar desse encontro que era “obrigatório” para que nossa equipe, Nossa Senhora da Esperança, se tornasse de fato uma ENS.

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Saímos do nosso Setor com a expectativa de participar de um mo-mento de formação, o que de fato aconteceu, mas desde que chega-mos, no nosso coração sentimos que íamos viver momentos especiais naquele fim de semana. Deus foi re-alizando maravilhas em nós a cada módulo vivenciado.

Percebemos que Jesus Cristo é o caminho e ao mesmo tempo é quem nos guia e nos conduz à santidade matrimonial. É em Sua direção que seguimos, pois Ele nos chama da ma-neira que estamos, no nosso tempo, mas contando com nosso esforço. E o que levamos conosco? A certeza de que ser equipista vai além de cumprir “regras ou imposições”. Ser equipista é tentar viver o amor, através destes métodos.

Não podemos desejar beber dessa fonte sozinhos. Devemos levar conos-co nossos irmãos. Somos responsáveis por eles também! Somos unidade na nossa diversidade. Um exemplo disso foram as equipes mistas formadas du-rante o encontro. Casais de diversos

Setores, partilhando suas vidas como se fossem amigos de longa data, com confiança e certeza de que aqueles que ali estavam ouvindo realmente se interessavam por sua história.

Tivemos a graça de contar com a presença em tempo integral do nosso Casal Responsável Provincial – Conceição e Macedo, do nosso Casal Responsável Regional – Gra-cinha e Jadson, e também do Sa-cerdote Conselheiro Espiritual da Equipe de Formação, que veio do interior (São Sebastião de Lagoa de Roça), o Padre Antoniel.

Nossa bagagem está prepara-da! Seguimos agora por esse cami-nho, temos a missão de amar, o ca-risma da espiritualidade conjugal, a mística de que reunidos em nome de Cristo e através da ajuda mútua podemos testemunhar com a vida que a nossa meta é a santidade, nem mais, nem menos...

Jaina e Naldo Eq.41 - N. S. da Esperança Setor Pocinhos/Esperança Região Paraíba

EEN EM BRASÍLIA

PROVÍNCIA CENTRO-OESTE

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Com a presença de várias equi-pes e casais avulsos e também do novo Casal Provincial, Lu e Nelson, foi realizado em Brasília nos dias 7 e 8 de novembro de 2015 mais um EEN, envolvendo as Regiões Centro-Oeste I, II e III. Nada menos que 64 casais puderam completar a segunda e última etapa do proces-so de Pilotagem. Com a formação recebida, todos puderam se cons-cientizar ainda mais da rica mística e espiritualidade conjugal propos-tas pelo Padre Caffarel. Ao mesmo tempo, as colocações feitas e o con-vívio com outras equipes e casais avivaram o sentimento de pertença a algo muito maior que a Equipe de

Base. O vídeo relatando a origem, a estrutura e os grandes momentos do Movimento, também foi visto e relembrado por alguns casais par-ticipantes como algo marcante e motivador para tal.

A passagem do fogo, na cele-bração eucarística e de compromis-so no final do Encontro, através das mãos dos Casais Piloto para cada um dos casais, pôde simbolizar fi-nalmente a força divina com que cada um pode empreender agora com mais vigor e consciência a sua caminhada de casal e de equipe.

Afra e Beto CR Região Centro-Oeste II Brasília

UM ALEGRE E MISERICORDIOSO ENCONTRO

PROVÍNCIA LESTE

A Província Leste experimentou nos dias 23 a 25 de outubro de 2015, na Casa de Retiros São José, em Belo Horizonte/MG, a alegria da Redenção do Senhor, deixando-se “misericordiar” por Deus.

Convictamente a Província fir-mou-se nos dois pilares básicos do Movimento: Oração e Formação. É nestas duas primeiras grandezas, sábia e profeticamente deixadas

pelo fundador, Pe. Henri Caffarel, que se faz a vivificação da Mística e do Carisma das ENS.

Na ousadia do Evangelho, Bete e Carlos Alberto e Frei Arthur acolhe-ram com carinho e atenção os onze CRR, sessenta CRS, dezoito SCE e demais palestrantes convidados para alegrar-se na partilha do Pão Eucarístico, na Palavra testemunha-da e no “Sim” dos novos tesouros,

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os últimos casais garimpados por Jesus.

Todos, interpelados pela Escuta da Palavra refletida nas ricas homilias vislumbradas diante da autenticidade e felicidade presbiteral dos SCE, dei-xaram-se lavar na unção provocada pelos fortes testemunhos de santida-de conjugal apresentados e permiti-ram-se banhar na fonte preciosa das raízes do Movimento.

Ao final, o grande número de ca-sais, ali chamados pela primeira vez, pôde perceber que a escolha confir-mada pelo “Sim” proferido pelo casal é um sopro santificador do Espírito de Deus, não somente para aqueles casais que lhes são confiados, mas e em pri-meiríssimo lugar ao próprio casal esco-lhido. Jesus não somente chama para um amor maior; primeiramente, ama com Amor incomensurável e oportuni-za Redenção.

Entre as maravilhas e subsídios para 2016, em união com toda esfera

internacional das ENS e em comunhão com a Santa Igreja, pulsaram fortemente nos corações presentes as palavras de Dom Justino, bispo auxiliar local, ao abordar a Misericordiae Vultus, instrumento pastoral do Papa Francisco para nos conduzir ao seio da Santíssima Trindade, ao Mistério central da nossa fé, amor incondicional para com todos, sem distinção: a Misericórdia do Pai!

Com os corações selados por este Amor visceral de Aliança inquebran-tável, os presentes foram enviados para missionar em 2016 nas Equi-pes de Nossa Senhora, interpelando--as a ser Oásis de Misericórdia para o mundo, testemunhas vivas das graças de conversão, perdão e justiça de Deus.

Por mais este derramamento do Santo Espírito, sede Bendito o Senhor na Alegria da Missão! “Não fostes vós que Me escolhestes; mas fui Eu que vos escolhi.” (Jo 15,16).

Bete e Carlos CR Província Leste

PROVÍNCIA SUL II

Hoje estamos pensando na opor-tuna e gratíssima celebração do Ju-bileu de Diamante das Equipes de

60 ANOS DE ENS EM JAÚ

Nossa Senhora. São 60 anos dos quais tivemos a felicidade de parti-cipar de 50 anos em plena ativida-de. Duas celebrações memoráveis nos levaram a vivenciar momentos de plena euforia cristã, momentos esses oriundos dos frutos colhidos através de todos esses anos, pela convivência conjugal e familiar.  Um pensamento do escritor Mon-tesquieu diz: “Uma família virtuosa é bem semelhante a um navio, que durante o temporal se firma em duas amarras: a Religião e os Costumes. Este é o fundamento básico das ENS. Sob a intercessão de Maria (Que pede a Jesus para que não falte o vinho

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Título do artigo edição p.

ACERVO LITERÁRIO DO PADRE CAFFAREL

Seguindo os escritos do Padre Caffarel 487 22 “ “ “ “ “ 488 17 “ “ “ “ “ 490 21 “ “ “ “ “ 491 26 Pensamentos de um profeta 492 18

A História dos Estatutos 493 21

Misericordiosos como o Pai 494 26

A máquina de pensar 495 30

BEATIFICAÇÃO DO PADRE CAFFAREL

Atualização no processo de beatificação 490 23 A Santidade irradia - Pe. Henri Caffarel 491 28 Vocês está disposto a provocar milagres? 493 23

ÍNDICE GERAL DOS ARTIGOS PUBLICADOS

NA CARTA MENSAL EM 2015

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Título do artigo edição p.

CORREIO DA ERI

Fidelidade ao primeiro amor 487 10

Servir na alegria 487 11

Discípulos Missionários 490 9

Zona Euráfrica: amizade e comunhão 490 10 Cultivar o Espírito de Oração 491 8 ENS, presença fecunda na América 491 9 “Duras são essas palavras,

quem as pode escutar?” (Jo 6,60) 495 7 Anunciar, testemunhar e comunicar 495 8

CNSE - COMUNIDADES NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA Perfil das pessoas que trabalham na CNSE 487 19 Viuvas das Equipes de Nossa Senhora 489 15

Sempre Dona Nancy 491 22

Uma contribuição para a vida da IgreJa 494 24

ENCONTROS DAS ENS

Especial EACRE 2015 488 encarte

Especial EACRE 2015 489 encarte

Colegiado Nacional - SRB - Itaici/SP - Ago 2015 494 9 3O Encontro Internacional

de casais regionais e provinciais 495 16 Encontro mundial das famílias 495 25

EJNS - EQUIPES DE JOVENS DE NOSSA SENHORA XIV Encontro Nacional das EJNS 493 20

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Título do artigo edição p.

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FORMAÇÃO

Um mergulho na origem das ENS 487 31 O Casal Responsável de Equipe 487 33 A Oração litúrgica na reunião de Equipe 487 34 O espírito e a vida de Equipe 489 34 Viver os pontos concretos de esforço 490 38

Coparticipação 490 39

Partilha e coparticipação: meio de conversão 491 43 A responsabilidade nas ENS 492 20

Missão e engajamento 493 41

Reunião de balanço:

“Construir o casal e a Equipe” 494 39

Reunião de balanço 494 40

Estrutura do Movimento 494 42

Harmonia, Maturidade Conjugal, Amor 494 43 O ponto mais alto da vida de Equipe 495 41 Férias: tempo forte ou tempo fraco? 495 43

IGREJA CATÓLICA

Quaresma: caminho de conversão e santidade 487 6 Quaresma: tempo

de nos prepararmos para a Páscoa 487 9

Tríduo Pascal 488 5

Desinstalar-se e ir ao encontro dos irmãos. Ide! 488 8 Páscoa: explosão de luz no mundo 488 9

Pentecostes 489 6

A semana nacional de oração

pela unidade dos cristãos 489 8

Seja de Pádua ou Lisboa,

Antonio é um exemplo de santidade 490 6 Os homenageados dos festejos juninos 490 8

Corpu Christi 490 12

O Pão do Céu e Bebida da Salvação 490 13 O viver das Equipes de Nossa Senhora 490 15

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A festa do Senhor Bom Jesus 491 5 A natividade de Nossa Senhora 492 6 O Evangelho segundo São João 492 7

Nossa Senhora Aparecida 493 6

O Sínodo da família 493 8

Memória de Todos os Santos e Finados 494 5

Todos os Santos e Finados 494 7

“Ele mostou a força de seu braço” (Lc 1,51) 495 5 XVII Congresso Eucarístico

Nacional - Belém 2016 495 11

Advento 495 12

Misericordiosos como o Pai 495 13

INTERCESSORES

Intercessores 491 2

MARIA

Mãe: obra prima do Criador 489 9 Maria: sinal de esperança para o povo de Deus 491 11

Eis aí a tua mãe 493 11

Maria, mulher das mulheres 493 12 PARTILHA E PCE

Mais silêncio, mais “Deus” 487 29

Via sacra do casal 488 33

Tempo de escutar e meditar 489 26 Passo a passo para Regra de Vida 489 27

Jovens casais e os PCE 490 31

PCE na prática 490 32

Aprender a silenciar 490 32

Eutrapelia 491 35

Escuta da Palavra e meditação 491 36 Escutar e viver a Palavra de Deus 492 21 Através do esforço, alcançar as estrelas 493 32 Navegando rio abaixo quando

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Título do artigo edição p.

Título do artigo edição p.

Retiro e deserto 493 34

A meditação 494 33

Retiro - tempo de Kairós 494 34

Coparticipação 494 35

Casamento é uma loteria?

Dicas para um Dever de Sentar-se 495 33

RAIZES DO MOVIMENTO

“Será feito na medida de sua fé” 487 20 Nada de “bom entendimento”! Procuremos ir além 488 11

Meditações desérticas 489 11

Sois Católicos? 490 19

Carta do Padre Caffarel

aos responsáveis das ENS no Brasil 491 20

Correção fraterna 492 16 O Pão cotidiano 493 17 Nossa Senhora 494 23 Cristãos decapitados 495 27 REFLEXÃO Caminho da santidade 487 30

Ano novo equipista 488 25

Árvore frondosa ou roseira mimosa 488 26 Reflexões para viver um bom ano 488 27 Vigiai e orai, para que não entreis em tentação 488 28 Carisma - Espiritualidade - Mística 488 29 Orientações de vida: o leme do movimento 488 31

Desperta, ó homem! 488 32

Mais que vencedores 489 31

Só pode ser Jesus... 489 32

Maria, mulher que acreditou 489 33

É preciso dialogar 490 34

Como está minha fé 490 35

O amor e os sentidos 490 36

O caminhar com Cristo 490 37

Carta aos pais 491 37

(28)

VI

Título do artigo edição p.

A lição do girassol 491 40

Olhar para o mundo em transformação 491 41

... do bom para o melhor 491 42

O zelo por tua casa me consome 493 35 Oração de um casal eleito responsável 493 36

Orando com as crianças 493 37

Caminhemos 493 38

Ser Equipista 493 39

As ENS, a Igreja e os sinais dos tempos 493 40 Equipistas: precisamos caminhar com Jesus 494 36 Estamos cientes de que pertencer

as Equipes é estar disposto a servir? 494 37

Os pobres 494 38

Fim de ano, tempo de balanço 495 38

Natal nas ENS 495 39

Não servos, mas amigos 495 40

SCE SUPER-REGIÃO BRASIL

Campanha da Fraternidade: Patrimônio Eclesial 487 2 “... Para que todos tenham vida ...” (Jo 10,10) 488 2 Santíssima Trindade: Unidade na diversidade 489 2 São Pedro e São Paulo - Ad Intra - Ad Extra 490 2 Vocação acertada, futuro feliz 491 2

Verbum Domini 492 2

Missão: Essência e não aparência da Igreja 493 2 Leigos e Leigas: Na Igreja e no mundo 494 2 Adeus Ano Velho, Feliz Ano Novo... 495 2

SUPER-REGIÃO BRASIL

Coração Uníssono 487 3

A comunicação nas Equipes de Nossa Senhora 487 7

Em que mundo você vive 488 3

“Detox” Digital 489 3

Misericórdia, Senhor ! 490 3

Servir com amor 490 4

(29)

VII

Título do artigo edição p.

Título do artigo edição p.

O novo site das Equipes de Nossa Senhora 491 6

Que língua falamos? 492 3

Crianças e Idosos 493 3

A melhor parte do nosso tempo 494 3

Lavar a alma 495 3

TEMA DE ESTUDO

Olhar para o mundo de forma positiva 487 4 Um olhar positivo para um mundo em transformação 488 4 Construir a civilização do amor 489 4 Discernindo os sinais dos tempos 489 29 O respeito da pessoa humana 490 5

O pobre amado por Deus 491 4

Estar presente para o outro 492 4 Ser discípulo de Cristo hoje 493 4 Sacramento do matrimônio:

a universalidade da mensagem de Cristo 494 4

TESTEMUNHO

Caminhamos com Nossa Senhora do Caminho 487 24 Como é ser o primeiro CRS de um setor novo? 487 25

Um milagre a cada dia 487 26

Hospitalidade 487 28

Acolhida aos novos casais 488 19

O caminho é caminhar 488 20

Homenagem ao Padre Nilo 488 21

Você convidou Jesus e Maria para o seu casamento? 488 22

Caminho para Deus 488 23

De mãos dadas 489 19

O exemplo faz a diferença 489 20 Vida de Equipe: um caminho de santidade 489 21

ENS em nossas vidas 489 22

Nossa primeira reunião de Equipe 489 23

Somos uma eclésia 489 24

Vida de Equipe: fé fortalecida 489 25

Rubens, um legado de fé 490 26

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Vida de Equipe: Experiência dos primeiros cristãos 490 28

Há 62 anos Equipista 490 29

Nossa história, nossa vida nas ENS 491 30 Viver em Equipe é crescer nos relacionamentos 491 31 Aquele olhar, aquele olhar, aquele olhar 491 32 Quando compartilhar é tudo 491 33 Vida de Equipe em Aparecida 493 26 O que é Equipe de Nossa Senhora? 493 27 A teologia das fraldas e das mamadeiras 493 28

Agora vai 493 29

Fomos encher nossas talhas de água viva 493 30 Docilidade no servir: resposta ao chamado divino 494 29

Uma missão gratificante 494 30

Maravilhas no Santuário de Aparecida 494 31

Reunião e auxílio mútuo 494 32

Mutirão 2015: uma chuva de bençãos 495 32

Testemunho de um SCE 495 33

Enfrentando as dificuldades 495 34

3O ENCONTRO NACIONAL DAS ENS

Peregrinos? Sim. Turistas? Não 487 36

Tempo de Deus 488 35

Tríduo preparatório 488 36

Um caminho para o Senhor 489 36

Tríduo preparatório 489 37

Encontro de alegria 490 40

O logo e o hino do 3o Encontro 490 41

Tríduo preparatório 490 42

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Se tivéssemos que escrever a his-tória da nossa participação e as imensas graças recebidas durante os 50 anos no Movimento, pre-encheríamos mais de dois terços no livro da nossa existência. Tudo foi e está sendo muito valioso.  Toda esta “história” tem a sua ra-zão de prestar a mais justa e calo-rosa homenagem de reconhe-cimento e gratidão aos nossos queridos Casais Responsáveis, pelo movimentos das ENS. em Jaú. Foi tudo perfeito, contagiante, criati-vo, imensamente agradável, gostoso de ver e de participar; perfeito nos mínimos detalhes; maravilhoso em trazer à tona as relíquias submersas. Foi realmente uma demonstração viva da competência, da dedicação e amor ao Movimento, assim como demonstraram o quanto estão firmes e amarrados na religião e nos costu-mes das ENS. O tempo será sem-pre favorável. Podem avançar mar adentro. Parabéns. Sigam firmes.  Maria, Jesus e Pe. Caffarel estão em festa, aplaudindo e abençoando vocês e todos os casais equipistas.  Felicidades hoje e sempre.

Glória e Emílio Arradi

do relacionamento entre os casais), viver a Palavra e se deixar conduzir por Nosso Senhor Jesus Cristo, como pessoa, como casal e como família.  Realmente é um Movimento ma-ravilhoso (O Senhor faz em nós maravilhas), cuja inspiração divina teve início com o Padre Caffarel. Foram os costumes, estudo da vasta variedade de temas, da convivên-cia em comunidade com reuniões mensais contando sempre com a participação valiosa do Conselhei-ro Espiritual; dos planos de ação com várias responsabilidades distri-buídas entre os casais assim como outros meios de santificação, tudo isso nos tornou mais próximos uns dos outros, congregando as famílias numa só família no plano espiritual. É esta experiência vivida através dos anos que tem contribuído para o nosso aprimoramento de vida con-jugal e familiar, fazendo, assim, com que possamos vivenciar condigna-mente o Sacramento do Matrimônio.  Esta solenidade, da qual todos nós participamos, certamente mar-cou de maneira festiva e grata a sua passagem indelével em nos-sas vidas e em nossos corações. Se o ponto culminante foi a cele-bração da Santa Missa pelo nosso querido Padre Serginho e seus co-adjuvantes em ação de graças pelos 60 anos do Movimento em Jaú, a confraternização durante o jantar-dançante no Caiçara foi tam-bém maravilhosa, ambas contan-do com tocontan-dos os casais equipistas. Todos esses dois eventos deixaram re-gistradas com destaque a beleza e a pureza de relacionamento entre o ca-sal a as famílias sob o Olhar de Deus.

Sr. Emílio e D. Glória participaram efetivamente do Movimento por mais de 50 anos, foram CRS. São nossas relíquias vivas, que temos que cuidar e que testemunham a verdadeira fé cristã.

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Conheceis esta página admirável de São João da Cruz, na qual ele nos mostra em Cristo a palavra de Deus, a sua confidência plena, definitiva? Vou citá-la para que possa ser objeto de vossa meditação.

to, há um período privilegiado, em que a sua mensagem ao mundo se exprime com uma intensidade e um brilho excepcionais: tal período co-meça na Quinta-feira Santa e termina na noite da Páscoa. A narração evan-gélica destes dias possui uma virtude extraordinária que muitas vezes expe-rimentei não só quando me dirigia a crianças, no catecismo, como ainda quando falava a adultos.

Como admitir que haja famílias cristãs do século XX que jamais leem a narração da Paixão e da Ressurei-ção de Cristo (sim, talvez, no Domin-go de Ramos, a todo vapor!...). No século passado, se dermos fé aos ve-lhos “Diários”, esta leitura era feita, frequentemente, no decorrer dos se-rões, pelo pai, a toda família reunida. Quanto eu desejaria que todos os casais das Equipes de Nossa Senhora revivessem esta velha tradição. E que muitas vezes no correr do ano, e com mais razão ainda na Quaresma, pai, mães, filhos unidos no mesmo amor do Cristo, procedessem à leitura da grande Narrativa, estas vinte páginas que pesam mais que todas as biblio-tecas da Terra.

Uma fé que não se alimenta nes-tas páginas permanecerá sempre exangue. Uma formação religiosa dos filhos que não os ponha em con-tato com o grande Mistério será sem-pre uma fé sem firmeza.

Colaboração

Maria Regina e Carlos Eduardo Eq.01A - N. S. do Rosário

Piracicaba-SP

“Aquele que em nossos dias quisesse

interrogar Deus e obter dele uma vi-são ou uma revelação, cometeria não somente uma tolice, mas faria ainda a Deus uma grave injúria; pois que, assim procedendo, desviaria os olhos do Cristo, para procurar alguma coisa diferente e nova. Deus poderia responder-lhe: Por minha Palavra, que é meu Filho, eu te disse todas as coisas e nada mais tenho a te dizer nem a te revelar. Fixa os olhos somente sobre ele, pois nele tudo enfei-xei, tudo disse, tudo revelei. Encontrarás nele mais do que poderias desejar ou pe-dir; pedes uma palavra, uma revelação, uma visão parcial; se fixares os olhos sobre ele, encontrarás tudo nele. Tudo eu vos disse, a tudo respondi, tudo manifestei, tudo revelei quando eu vo--lo dei como irmão, como mestre, como companheiro, como penhor, como re-compensa. Desde o dia em que sobre ele desci com o meu Espírito no mon-te Tabor, dizendo: “Eis aqui o meu Filho bem amado, em quem eu pus as minhas complacências, ouvi-o”, dei por termina-do totermina-do outro ensinamento, toda outra resposta; pois que a ele confiei ensina-mentos e respostas; escutai-o, pois nada mais tenho a revelar, nada mais tenho para manifestar...”

1 Editorial do Pe. Henri Caffarel publicado na Carta Mensal de abril de 1952.

A PAIXÃO DO SENHOR

1

raízes do movimento

Não tentarei comentar um texto desta ordem. Entretanto permiti que eu vos faça notar que, na vida do

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Cris-Foi assim: durante o EACRE de 2014, tivemos oportunidade de ouvir o Oscar, da Elba, apresentar em uma palestra as Comunidades Nossa Se-nhora da Esperança. Fomos tocados.

Em outubro do mesmo ano termi-návamos nossa missão de Casal Respon-sável de Setor das Equipes de Nossa Se-nhora. Apesar do suposto “ano sabáti-co”, um missionário não pode se dar ao luxo de não fazer nada ou fazer menos.

“Ousar o Evangelho” é o tom para quem quer servir. O Papa Francisco diz que “devemos ir além daquilo que é humanamente possível”.

Entramos em contato com o Os-car, que nos prestou todas as infor-mações necessárias. Conseguimos os documentos no site das CNSE; fize-mos leituras para melhor conhecer e descobrimos que, em primeiro lugar, para se implantar seria necessária a autorização do bispo da Diocese.

Fomos apresentar as CNSE a Dom José Haring, bispo da Diocese de Limoei-ro do Norte. Após uma pequena explica-ção tivemos a seguinte resposta: “Vocês vão fazer um grande bem a esse seg-mento que está abandonado e necessita de assistência espiritual. Vocês têm a au-torização, mas conversem com o pároco, Pe. José Zionete, a respeito do assunto”.

Assim fizemos. Em uma reunião, além das explicações oferecemos todo o material bibliográfico sobre as CNSE.

NASCEM EM LIMOEIRO DO NORTE AS CNSE

O certo é que no próprio instante o pá-roco acolheu e nos deu espaço nos ho-rários das missas para que fizéssemos divulgação e marcássemos dia e horário de apresentação às pessoas interessadas.

A esta altura já tínhamos feito o convite a Lúcia Silva e Socorro Ban-deira, viúvas do Movimento das ENS para coordenar os grupos que eventu-almente nascessem.

Já no encontro de apresentação nas-ceram dois grupos que iniciaram as reuni-ões em dezembro de 2014.

Deus, com a intercessão de Nossa Senhora da Esperança, já tinha prepara-do tuprepara-do. Só faltavam os executores, os missionários. Assim nasceram as Comu-nidades Nossa Senhora da Esperança em Limoeiro do Norte/CE.

Essa nossa iniciativa voluntária, com as orientações e apoio do casal Silvia e Chico, credenciou-nos para que fôssemos nós o casal Coordenador dessa célula que sonhamos expandir-se para outras paróquias da Diocese.

Os testemunhos que ouvimos de algumas pessoas que integram os gru-pos nos animam a empregar esforços maiores para que outros grupos ve-nham a nascer.

Que Nossa Senhora da Esperança nos ajude para que cada dia mais pos-samos ser úteis.

Elena e Maury Limoeiro do Norte-CE

Referências

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