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Técnico em Eletroeletrônica
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Resumo
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Forças que regem a natureza
Nuclear Forte
Nuclear Fraca
Eletromagnética
Gravitacional
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Força Nuclear Forte
Atua em distâncias muito pequenas.
100x mais forte que a força eletromagnética, 1000000 mais
forte que a nuclear fraca
Confina as partículas subatômicas em suas posições (quark)
Confina prótons e neutrons no núcleo
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Força Nuclear Fraca
Responsável pelo decaimento radioativo
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Força Gravitacional
Explica a atração entre quaisquer coisas que possuam
energia
Teoria Geral da Relatividade
Muito próxima da lei da gravitação universal de Newton
G= 6,674.10
-11N.m
2/kg
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Força Eletromagnética
Explica a interação entre partículas carregadas, tais como
campos eletromagnéticos, campos elétricos, campos
magnéticos, cargas e até mesmo a luz.
Leis de Faraday
Equações de Maxwell
Relatividade especial (Albert Einstein)
É a interação mais comum (desde forças aplicadas a reações
químicas)
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Força Magnética
Gerada pela movimentação de cargas elétricas
Imãs
Dipolos magnéticos
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Força Elétrica
Gerada pela interação entre duas partículas eletricamente
carregadas
Corrente elétrica
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Revisão de Cálculo Vetorial
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Tipos de Grandezas
Existem 2 tipos de grandezas:
Grandezas Escalares
Grandezas vetoriais
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Grandezas Escalares
Em sua definição existe seu módulo e sua unidade.
Ex: massa, temperatura, etc
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Grandezas Vetoriais
Em sua definição existe, além de seu módulo e sua unidade,
também direção e sentido.
Ex: Velocidade, Força, etc.
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Grandezas Vetoriais
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Grandezas Vetoriais
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O vetor
1 - O VETOR
Mas o que é um vetor? Considere a figura abaixo:
Note que temos um segmento, delineado por AB, que temos três
características facilmente perceptíveis:
comprimento (denominado módulo)
direção
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O vetor
1 - O VETOR
Considere o segmento orientado AB na figura abaixo.
Observe que o segmento orientado AB é caracterizado por tres
aspectos bastante definidos:
comprimento (denominado módulo)
direção
O vetor
Denomina-se vetor ao conjunto infinito de todos os segmentos
orientados equipolentes a AB, ou seja, o conjunto infinito de
todos os segmentos orientados que possuem o mesmo
comprimento, a mesma direção e o mesmo sentido de AB.
Assim, a idéia de vetor nos levaria a uma representação do tipo:
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O vetor
Assim, quando delimitamos um determinado vetor, estamos
apresentando apenas um dos infinitos vetores que têm mesmo
módulo, direção e sentido que o compõem. Um vetor é grafado
como uma letra minúscula e um vetor acima, para indicar que é
uma grandeza vetorial, tal qual o vetor “u” abaixo:
Para simplificar, neste material utilizaremos a letra do vetor grafada
em negrito.
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Tipos fundamentais de
vetores
Vetor livre: aquele que fica completamente caracterizado,
conhecendo-se o seu módulo, a sua direção e o seu sentido
Vetor deslizante: quele que para ficar completamente caracterizado,
devemos conhecer além da sua direção, do seu módulo e do seu
sentido, também a reta suporte que o contém. Os vetores
deslizantes são conhecidos também como cursores.
Vetor ligado: aquele que para ficar completamente caracterizado,
devemos conhecer além da sua direção, módulo e sentido,
também o ponto no qual está localizado a sua origem.
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Vetor Livre
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Vetor Deslizante
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Vetor Ligado
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Projeção de um vetor sobre
um eixo
Teremos que o vetor ux será a componente de u segundo o eixo r , de
medida algébrica igual a
ux = u . cos . Observe que se = 90º , teremos cos = 0 e, portanto, a
projeção do vetor segundo o eixo r, será nula.
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Versor
Em matemática, um vetor unitário ou versor num espaço vetorial normalizado é um vetor (mais comumente um vetor espacial) cujo comprimento é 1. Um vetor unitário é muitas vezes denotado com um “circunflexo”, logo: î.
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Versor
Em matemática, um vetor unitário ou versor num espaço vetorial normalizado é um vetor (mais comumente um vetor espacial) cujo comprimento é 1. Um vetor unitário é muitas vezes denotado com um “circunflexo”, logo: î.
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Vetores em três dimensões
Observando o sistema cartesiano acima, temos um espaço tridimensional formado por “x”, “y” e “z”, onde os versores são respectivamente “i”, “j” e “k”. Note que qualquer vetor pode ser designado por uma soma de múltiplos destes três vetores, simplificando (x.i, y.j, z.k) ou (x, y, z).
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Vetores em três dimensões
O módulo de um vetor u é dado por:
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Operações com vetores
Adição: Dados dois vetores u e v , define-se o vetor soma u + v , conforme indicado nas figuras abaixo.
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Operações com vetores
Subtração: Considerando-se a existência do vetor oposto -v , podemos definir a diferença u - v , como sendo igual à soma u + ( -v ). Veja o exemplo abaixo:
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Operações com vetores
Multiplicação por escalar: Dado um vetor u e um escalar R, define-se o vetor .u , que possui a mesma direção de u e sentido coincidente para > 0 e sentido oposto para < 0. O módulo do vetor .u será igual a | |.u .
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Operações com vetores
Multiplicação por escalar: Dado um vetor u e um escalar R, define-se o vetor .u , que possui a mesma direção de u e sentido coincidente para > 0 e sentido oposto para < 0. O módulo do vetor .u será igual a | |.u .
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Projeção de um vetor sobre
um eixo
Teremos que o vetor ux será a componente de u segundo o eixo r , de
medida algébrica igual a
ux = u . cos . Observe que se = 90º , teremos cos = 0 e, portanto, a
projeção do vetor segundo o eixo r, será nula.
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Operações com vetores
Adição: Dados dois vetores u e v , define-se o vetor soma u + v , conforme indicado nas figuras abaixo.
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Operações com vetores
Subtração: Considerando-se a existência do vetor oposto -v , podemos definir a diferença u - v , como sendo igual à soma u + ( -v ). Veja o exemplo abaixo:
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Operações com vetores
Multiplicação por escalar: Dado um vetor u e um escalar R, define-se o vetor .u , que possui a mesma direção de u e sentido coincidente para > 0 e sentido oposto para < 0. O módulo do vetor .u será igual a | |.u .
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Lei dos Cossenos
Para realizar a some de vetores, revisaremos a lei dos cossenos.
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Soma de vetores
(u + v)2 = u² + v² -2.u.v.cosƟ (m + n)2 = m² + n² -2.m.n.cos(180- )Ɵ
(m + n)2 = m² + n² +2.m.n.cosƟ
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Produto vetorial
Para muitas propriedades físicas, temos o produto vetorial como um vetor perpendicular ao plano que contem os dois vetores da operação, tal qual a figura ao lado. O resultado algébrico pode ser obtido por meio da equação:
Onde o versor n é o vetor perpendicular (normal) ao plano dos vetores a, e b.
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