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O Desafio do planejamento familiar e o Serviço Social

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Academic year: 2021

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(1)

UNIVHRãIDêDE FHDEHQL BE $äNTfi CQTÊRIHÊ '

CENTRE 5ÚÊIÚ~ECUNÚMICD DEPÊRTÊMEMTQ DE QEHVIÇU ÉÚCIÊL

D DESÊFID DD PLâNEJANENTD FÊHILIÊR E B SERVIÇO SOCIAL

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^Pf°V¡Ú° PIÍQ DSÍ Trabêâ1hc7› dee €Íc3r›clL.uâ=,ë?¿c: czí

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€`Jur"‹5cà éâpr'‹à‹5e:‹r1'l:.adfJ ac:

Uepärtammntw de Éarvigo

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Su¡..C1¡¢¡¢ ¿., ¡),¡,¡,_ ¿¡ sm" 309” na paraâ a ‹:\i:›tc-3-rugfäica dc:

` GSEUPQG 'títulcn de z'lx§s‹5if=;›'i^;Lë=n'l:eêr

ãocial pala acadêmica

NOÉHI HILDQ DÊ QILVÊ

(2)

“É melhor rg. Fh -, 2.7' far Q falhar, que pFem~

cuparwse em ver a vida passar»

É malhar íëfiüar, ainda que em vão,

que senfar~5e farendm nada até m

final.

Hu prêfirm na chuva caminhar, que am

dias tristes em casa mfi escmndèrp Prefira fier felix, embmra louca, quê

em cmnfmrmidade viver,,.”

(3)

A Deus pelw dam da vida @ pelo fimnhacimenüm quâ Dele prmvém. Ama meus pais, Arli Q Hilda, pefifimas esâfincíais em minha vida, pala amar, carinha, apwim e dediw caçäm. Pmr êsäarem sampre prefienw

tea, inaentivandmwme a :mncreÉ1~

xâr n meu fimnhm. Úbrigada por minha exiââënaia Q pur tudu ú qua

(4)

AGRÊDECIHENTDS

ñm mmu manu äamuel, qua “pmsfiammâ buscar 0 que flúfi anfi,

näm m que nmfi s@para“fl

Mas mwuâ avöâ quw duranta wfifie tmmpm estivmram dm meu lado em todoa oa momentms.

Ê amigaä w amiga da turma cum quem, durante quatrm anna, demfrutei amizade Q carinha. Hum a nosãa amixada não termina, mas qua cramça mmâmn a diâtäncia. Valeu, “ga1@ra“!

üâ amigaâ muito afipeciaiaz Cida, Nivia, Hariae, Mari a Jamilm. Úbrigada palm umbro amigo Q pala fmrça. “Amiga é caixa

prá se §uardar...“.

É amiga Luuianm, qum wntrmm nm maio da caminhada, e que cmnquiätmu aan mapaçuu Nunca vou Qfiquëmer noãämä "papmfi“ âmhra movimmntw wëtudantil.

ñ Jucèlia, cwmpanhmira fie aatágin, palafi diäcufifiüefi qua Falaram durantw Q tampa qua pamâammä na êüüää.

(5)

5

GQ Vilmar pela orientaçäm Q sua umntribuigäü teórima fiem a qual eäte trabalho näm âeria poaaival.

Ê walmwy palm fiupmvviâäm de eätágim Q palma "mmmmfitmfi de rmflmmäw" na quaiw ma acmmpanharäm duwantw a vida»

És famílias da ñEB&ä âem aê quaifi aâte trabalhm não sêria uma realidada.

Ê5 uriâmqaa .. Q 3F@~adm1mmcmntw§ da äñfiääfl uma tän . I fiawiw mhnfiamentê me rmcwbwram" Vmcãä aäw aapmcimiaš-

Qua prmfeaâoraâ pala cmntribuigäm taúrica para minha formaçäm prmfiëäimnal.

-5... Nmâ funuinflárimm dm Dmpartamentm dw ämrviçm Smcial

qum,

duwantë na quatrm amam wm qua paââfii na umiverâidadfly ãmrviwamw ma tão gamtilmentw.

-r~._ .if tmdmâ qua de alguma fmrma cnntribuiram para que ëâam

trabalho fufiâe uma realidadm. Valwm a força!

”T0dú5 nfi húmwnâ âãm manjaâz uns gúfiâam da cavalús; auäras, de cäfifi, úutroâ quarem aura; ouàrafi, hnnrariafi. Quanta a mim, nenhuma defiâafi fiúiâas me aârai. ñafi tenhú paixäú por amígafi”

(6)

sumänlu

1wTRGnuÇäm . H _ _ H . . _ . H H H H _ H H H H H H . 5

câPÍTuLw 1 W às PQLÍTICQQ DE wLêmEJmMEmTm FêM1L1mR wa

HRñ$IL H H H H H H H H H H H H H H H H H H H H H H H H ii

1.1 Fopulagäm hraâilmiraz mavchâë Q Qmntrmmaruhââ H H ii

iHlH1 âapectma conjunturaifi üa pwpulagäm brawileirä H il

l.lHÊ Planajamento familiar Q cmntrule da natalidadm Rá

lHlHH Q Igrmja frmnte am planmjamwnto familiar H H H "H

1.2 às políticaä públicas de planüjamentm familiar no Bra”

.. |:::

':Í:› 1. 1 .H H z . zz z z H H. . . .H .H H - Hz .H Hz H .H .H .H zz zz .H _‹ .J

lHÊHl ñ nivwl nàfiimmal H H H H H H H H H H H H H H H 35

1.2.2 Ê nival de äanta Catarifia W de Flmrianúpolia H äü

1.2.3 fináliâm de entreviâtafi Cum prmfiâfiimnaia de

pwliticaä da fiaúdw H H H H H . H H H H H H H H 4%

CäPÍTULU II W ñ fiCE55IHILIDfiDE Dâä FQMÍLIÊS Dê äã$OCIfiÇÂU

EVñNGÉLICñ HENEFICENTE DE ÊSQIQTÊNCIQ SÚCIäL CÊEBÊÊ) Êã PGM LÍTICÊÊ DE PLÊNEJÊHENTU FÊWILIÊR H H H H H H . . H H 4?

(7)

2.1 ñ fiäfiüciaçäm Evangélica Hmnwficamtw da ñawiatãncia cial Q Q atendimanta àâ famílias . . . . .

2.2 ñ fiâswciaçäo Evangélica Haneficenta de âaâiâtãncia cial ë a pramcupaçäm :mm U p

az; fz; P* fintecedenteâ . . . .

2.3 Q paäquiša . _ . . . . u

EHEHÃ Planejammntm familiar âsfiwciaçäm Evangélica cia äocial . . . H H

fi"3.H Wlanwjamwntm familiar 2.3.3 ñnäliae da pfiâquiãa «

fa cz?

CÚNÉIDHF EÊ FINQIÊ

amejamwmtw fami Q afi familiafi u Bëneficwmta da a âaúda pública n u n u ~ 1 n . n u za sz n zz REFEHÊNCIÊÊ HIHLIOGHÉFICäã . . u , n . . . « H . ÊNEXUG z. u n u vz uz n n n u u u nz 11 u n vz n u u liar , fiuária Qaaifit 1:": UiG “T J' . . 47 €šc3- H n . . . . ä da u zw n n zz n nz u n n zz u n zz u u u n u zz fz- ë. .¿. ,..., az: "fz ¬J .¿.. ll!! ' M14- ffl fl _y 1 .f~...\ _.. E.. 1'J .".`! .‹..~ $4- QE Q?

(8)

INTRUDUÇÃB

Ú prwmanta trabalho ä reâultado da wxperiência namo eãtagiària de äerviçü ämcial na ääâmciagäw Evangélica Émnmfi~ cahte da fiâaiatãficia ãmcial (fiEH&5)g qua atmnde a uma média dm Éãö crianças Q préwadmleficentfifi em regimê de 5emi~internatw« Ê QÉÉÊG É uma entidada filantrópica qua eâtá situada na Rua firacy Vaz Cälladm HQ 1150, E5tFait0“FlnrianÓpuli5.

Cmmm afitagiária dm ãarviçm ämcial, percehemmã a inemiâw

täncia Q, muitas vaias, m daâconhecimentm de um planejamentü

'P-. _¡_,z

familiar na vida daâ familiaâ usuáriafi dmäâa in$tituiçäm. núa dimcutirmmfi a problemática cam a aâaiatente Eocial, qua atua na âsäwuiaçäo, mlabmrammfi um prwjmtm da peaquiâa para: cmnhecer cmmm é vivanciada a quaâtäm da planejamento familiar pmlaë familias qua fazem uam da ÊEHÊQ' ‹ «.» zu Q vwvificar cmmm Em prmcaäsam

as arientações Q Q atandimamtm à clientala, finbra Haga t@máti~

Ca, mma Óvgäu% públicwä da área da âaúdmn Da Fëäultâdmâ daata paâquiâa wâtäm aendm apresentados Q analiâadna magia Trabalho de Conclusäw de Curâo (TCC).

(9)

9 U planejamentm familiar é um dirwitu cmnmtitucimnal da tmdoä um cidadänâ. Cabe am Estado garantir à pwpulagäm U acaâam

às informaçömfi H à métodom anticmncapcimnaiâ, âendm a dmmiâäo

da ter mu näm filhmfi do uamal mu da mulnmr.

E3 planmjammntm familiar É um diraito humana fundamental

H também uma açäw da fiaúda prevwntivafl pmia visa m mëlhmria da aaúdm da mulher e da bebê.

Q Cmnâtituiçäa do Eatadm de ãanta Catarina, de lWQW, garanta â implantaçäm de prmgramaâ de planejammntm familiar nm efitado. Ú amu artigo lãá, parágrafü única, diz:

.-.- ¬ ›~

._ Ldbe -. um ... .. àstaäú prúmôver: _ ..,

I M prúgramas de planejamanto familiar, fundadas na digw

nidadê humana, na paüernidade rfifipúnfiávfil w na líwrfi decisãú do fiafiaí, aäfavëfi da rficurfiúfi äducaàjvos a

aienfiífiaofi, prnparfijonando graâuiäâmefiâe, vedada qualquer fúrma cúeraiãiva par parüfi de insâituiçães aflfilals ou privadas”.

Embnra fimjâ um dirwitm mmnâtituaimnalp m planajamentm familiar näm É uma rmalidàde na vida daa familiaâ mäuáriafi da ÊEHÊÉ. Muitafi vezëõ, Q programa da atendimento am planmjammntø familiar ae merda na burmcrafiia Q na má vmntada pmlitima dma dirigmnteã.

Ewtm Trabalho de Cwnclufiän da Curam hmm cmmo mhjetivu rwlatar sm aa familiafi Bwrvidafi pela àaãüciàgäo têm acmâwm au atendimantm da planwjamentü familiar.

Para malhar comprmmnâän, dividimma eata trabalha mm doía capítuloã. Nm primmiru capitulo, ahordamns oa afipmctmm unnjunturmia da nmpulaçäo braailmira Q aa pmlitiuaa públicafi dm planejamanto familiar no Hrafiill Nuaam mhjetivo É conhecër a

(10)

raàlidadm da populaçäm braflilmiwa quanto à quaâtän dm planejam manta familiar Q verificar Q qua oa govarnântaâ têm feitm para fiolucimnar wsta mrablemática.

No aagumdo capitulm, muatrammâ a prfiucupaçäm da QEHQÊ cam Q planajamfintu familiar" ñpreaentamoâ na dadmfi da pfiëquiaa faitü junta àfi familias uäuáriaâ deâfia ifiâtituiçäo Q, aos técm Hicmâ Q prmfiâäimmaim da árfia da âaúda da cmmunidâda"

Para finalizar, tecemma aa mmnsidwraçöes finaia E apraw âentamnfi äugestöwfi para uma intervenção dm âerviçm äocial na prmblemática da planejamento familiar.

(11)

¢

CAPÍTULU 1

As PGLÍTICÀQ PÚBLICAS DE PLfiNEJnMENTU FâMILIâR No BRASIL

1.1 População brasileira: marchas e contramarchas

1.1.1 Aspectos conjunturais da população brasileira _

O “suppatp" aumpntp da pppulaçäm nda paíaefi aubdapenm vplvidpa tem gprado grandea pplëmicaa, De um ladp pata a mpnw

cepgam da qua U matapelecimentm da uma política da controle da natalidade aeria panefica ao desenvolvimento econõmico deasas paises, uma wap que ralacionam U prescimento pppulacipnal comp consequência do supdefienvolvimento. Nessa cpncepçäm U cpntrple

da natalidadm acabaria cpm problemas de deaemprpgu, fuma, aduw caçap a daaenvmlvimanto acmnãmicwu De putrp ladpfl efitäo os natalistaa que acham qua o crmacimentp pppulacinnal Ó um iator ppaitivo ía longo praxp) para m crescimwntp aconämico. ärqumanm

sn

G? .f`£

tam qua a melhoria das condi~ vida da populaçao ppbrp perpaaaa ppr uma melhor diatribuigäo de randa, e não pela reduw gap do numero de filhos.

â quaptam demográfica tem sido alvo da diacussöes ha

(12)

volvidos são pobres porque a taxa de fecundidade e muito alta ,hp

..--

Dados recentes comprovam que os paises da ñmerica Latina tive~ ram uma significante queda da taxa de fecundidade e permanecem empobrecidos.

Segundo dados do Censo Demográfico de 1991, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o

Brasil esta crescendo menos. Ê taxa anual de crescimento demo~ grafico caiu de 2,48% no final da 'decada de 70 para 1,9Z_no

inicio dos anos 90. Quer dizer, temos três milhões de pessoas menos do que previam os demografos.

5:1

O grafico, a seguir, mostra o crescimento anuaí do pais desde o censo de 1?40.

Gráfico 1.- Comparações com as décadas anteriores

..._....¬..-..._...__...¬ -F 13 H i__-c__4 ff-1-Ê. 1 se ___'_*“Í`; _._._1 F3!! Elfiâäíi z..._.' '~'- 'z;‹:.-_ ,šsãtšíš-É eai* ,._..___..__-____..______._.__.__..._.._.._..._.__..._._._... 'Í' FJ Lã .¡__ 1¬..._._J.______ '  ' .=":-:=¬ ' A mf 3,. ¢__,#zfÍÊ¡Ê; .--rš=šÍz=:Í '¿:¡-ÊI5‹"'- . ¬- . - .. 'W-. -+zz=àfzi=~= mzâ›:zf¡ - fz: ~ zf. :zz

1

zw . íiuiíâtšâäéí '*§â.âí§ââíâíâ; ëíifg iii; §;:'ë§§ Ú

BRÊSIL NORTE NORDESTE SUDESTE SUL CENTRB-GESTE

--1940-ao me-óo 1950-19

WHO

m0-z¡¿

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(13)

13

Pala primmira vw: dafide 1940, a taxa da creäcimentü pmpulaciwmal caiu para menmâ de Ê,ü%, Eãse dada não Eurprwmfidw, poiä aäsa tandëncia vinha EQ regiãtrando naâ trëä últimâfi déca~

daa. Na década da l@áUM7O, Q craâcimmntm anual paaaou de Ê,89H

para 2,48% na década de §..‹. `š". J `-É ¡.~. .ø ff .-. '›.z

.n

rx

IQQQMQÚ.

U eatmdw qua mâia mrmacau fui Hmraima com W

`»"`. Q para i,WüZ na década de

'J

U1 LÊ Ê"Í

Paraná fui Q Qätadm que menmfi creficëu cam ü,Wü%; quaâfi iqualanw dQ~§m aum a taxa da crëwcimantu anual da Suécia Ú,8Úñ. Häkefi númarmä d@v@m~a@ à migraçäw doa paranaenfieä am mâtadm de Rwraim

ma, Qm buâca de malhmrmä condiçöeâ de vida qua não tinham wm aeu eâtado. ãanta Catarina obt@v& um craacimento de 2,052. Ú

quadra âeguinte apraâanta wâtmä dadmâz

Quadro 1 ‹~ F Efitadmfi T J ñura 3.4? r T 1 älaunas à E.?ä 3 -Êä êmapá 4 hm 1 Bahia ¬ @,?5 ..._ ‹... Cwará r 1,9% ê T Difitritm Fmdfiràl Í 8,15 \ í Eepiritm ãantm * fl,Eä ... ..M,.._. ... N- ... .... .... ... | \ em .1.âz»z. Í ,. ';'~"‹fz, \ É Maranhäm ¿ 2,93 f Mata Grnsëo 6 '4

Nato Grnâão dm Sul ¬

É Ti * Fara #,m¿ aiba l.ñ¿ r í Par . N _ .,m , Minaa Geraiä 1954 ‹ 1,4% _

Tafia de Craãcimantü finuàl (am X) r

¿ 1W?ü/IWQG I lfläüfläël 7-" ij) 'L ..._ H .‹.' q . ›-›.›‹»»‹..._.._.._›..». .... .«...‹ ... ... ... ...___ ... ..._ ...__.-...z ~~~~~~~~~~~~~~~ -.-.-‹.‹..›...‹...Jr.... .. _.. ... .,.. ...‹...›...‹ «_ .. ... I l __ _. ` E518 ... ... .. ` ... _. ... _ I L ,M i fimä30"ã5 r.. . . . . __ 4fllÍ 0 ... MH _ _ Eflfiü ...M I Ê ~:‹ UM 1 *Q ` ... .. .. . 1, \. ` .‹...¬._..,..._..._... ... ..._ ... ... ...¬,.._... ... ..._... ... *... ... ...-...`..._..._...;... .. .. ...¬ \ 4 \ Êqäl É«$ü _. im §..¿ -â ~S §..|. 1:: ".1'u: hn ¿, .__;z ,J 'P q «fm L.»..._...Í..~.._L¬...I...,JI...-I...¬...-...Í...»..×....Z...._...l..._._..-W..._...-...I...É.JÍIÍ._-...-...~..~..._...-..._.._-..-.‹`..._...-..."...»IlL.:..-...L...-...--~..~~...~._§ ... . , _, _... ¡. , 3¬7E --..._~›‹›‹..›.~.›‹... ... __... ... ...‹,~..._...«..._...‹...~ ~~~~~ ...-*,...»...-.-.‹.-.--›‹.z›‹›‹.»‹...-...‹..¬...I...›..._...-W.. .... .«-._... ... ... r -,., < ,ü 1; r i .Í É ..._....L._4 | Í I

(14)

›. \ ›- \ \ \ \ «Â Li. *fi-

f iafia da Crmacimanto Afiual (em Z)

Eâtadnã z _m“ n * N J “ff/`°ã“W ... "mWW.~_¿ÉÊ2iiÍÍ¿ ...

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.... ... _" ¡.4_L Waraná i ü,?7 ü,9Ú Wernamhuuw › 1,/6 ã 1,¿ä ¬ ?iaui 3,44 Í l,?2 Rim Granda dm HmrtQ¬ É,Ú5 1 2,21 `

Rim Grandm dm ãul Í 1,55

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Rim da Janüiwü ¢ ÊQEÚ 4 Qu??

"wwwmW~-mmmMmm»~W*«m*wmWmmm ... -WmMMmmM___ ... .mwmWm¿mW_.m_,mm- ... .¶"m"_" ___________ "__mm-¿mm_,_”mm~m»_Wmmm_mm_"- \ ¡ , Hondönla ¡ lfi,ÚE ?,ã? 1 *T _* Í 1:.. L ¬' Ml \..\ ` »+ š"-.` â» ~‹E3 g '..i"z _ -, ._-.S Hüraima â à äí ` 5; ... 5; ..._.. ..._... ... ..»...z... ... ..._..._ ... ..._..._ ... ... ó äanta Catarina .z:.. 3, ` ..‹. 9 .. ¡ ` ... .... ...__“...-~..--~--.__.-... ... ..._..¬ ... ..~... ... _...~...~... ...

Eäm Paula H,49 E,OÉ

<:s‹z›w‹; ipâz ¡¬

,. __¿ ,. zfws *Â

Tocantina \ ~ ?.Úl

Fühifiz IHÊE.

Sagundm médimofi, wcmnmmifitaâ, ciantifitam fiociaiâ w damóqrafoâ, eaaa quada dmwem~s@ au mau indiacriminado da píluw

laa idiatribuidaa gratuitamente pela Bmciedade Civil da Hmmw Eãtar Familiar ~ HENFâM) e au alarmante indica de aäüevilixaçäü

.. "~ "

de mulhareà. äagundm Egon Nnrtfl

”BEHFÁH, já wsüá na Erafijl fiom mâifi de S0 clínicas maíâ de 2.500 pastas ligadas a esfiúciaçãas de múradmres,

35 em 1934 a BEHFÁH difiiribuiu mais de um milhäa '

cavüeiafi áe

fincamínhúu ;.500 mulhares à :irurgia de estârilifaçäo”

(1@8ä, p.H7).

J

â eaterilizaçäo fwminina icmnâwntida ou näm) É haja m principal métmdm contrmcwptivm admtadm no Hraâil Q mma paieea

._ ... ‹""|“°' .›‹

da äméricm Lmtina. Raâpmnde por äàú doa métodwfi, aendn que a pilula vem em primairm lugar cam #32. De acorda cum dadmfi da

-+1

ÚNUH äfiñ daã braâilairaâ mm idade àrtil recorram a algum métn~

G'

ae pilulafi, äi mil prêventivaä, â mil UIU Q

(15)

.,`.'

15

do para evitar filhos, sendo que 23% dessas mulheres foram esterilizadaã. Este alto indice deve~se ao fato de que as mu-

lheres das classes mais pobres não têm acesso ao acompanhamento médico necessario para a utilização da pilula ou do DIU; assim,

o uso de metodos anticoncepcionais se restringe a esteriliza-

ção.

Os quadros, abaixo, permitem visualizar melhor o indice dos metodos usados para a anticomcepçäoz

Quadro 2 - Os métodos mais usados (em Z)

._... . ._ V . _ .- ~ ___...,..._...._._._..._..._....i...___..._¬ Pr`LuLâ[/} Í

Ú

W. Esrsamzâsän

Ú

42 râsmflnâ

Ê]

Y .msseavmvo If _ E ow Í ` .1

suínos-É

5

(16)

Quadro ó -v

Fix! :`z'E-*E E!EÉ4E!'=l'=‹'Ú L'=.-'I EEE

.››«-"3'. .›-.:'?7!`-1-~.. .-'L "-.. "~ '~~:-.:'-:'-:~. .~:--.z..'--z:~-»Í==z=:==âz¬:~«m _.;“_---Zz-~-II---Zz'--I 5§=§;ë555;`='_:š§š;=_:`z“:-~ ›- "-.. "'-‹.. “-›.. "-.. ::-:~.."-‹:'~~.^'-;:›~.:-- "›~':5z "".. "-.__ “-~ *~- ~ "~::›-:~:-.."- *-:~'. ""-'z _ -_ _ '-

-«..vmM»m“

'~ -_____....__ ....___;-.z PILULA, Esrâmxzâcäo E zm; 3871 I' 5 ._ :--1L5- -- ':.-I +22--_-Í`."Í`--ÍÍZIÍÍII I. --- '--_ --_. -~. ~-_ .~=:=:-:-=z-:~=z=z-:~:z=z-1 F1=:~-12':-l2:z~¡2:~if:-Jrëëâëêâëãäãfiâëêšfëzëêfêã "~f..‹,,-~:-‹:~.:'~.§-›' ló __.._..._..__.._..._._...-..._._....-___...__.._.._.›.._.¬..._.._..._....¬

Fontes: IBGE ~ änticoncepçäm 1986 ~ Úflä - Heprnductive Haalth

P:'LuLà Í * '- ‹. ¡'‹ 1 I' |'.\'r' I' 1' 1' 1' 1' J là-'lz,"¡-'J' Úz' z¡x._1‹. z . ¡¡ ¡ - -1 z,.¡f,,.z-~ -V "" ' z'¡«"-"." r' 1' -'e . 'gw' '"'z;;›w\' *' 'JJ' iv: |'|z*' J' 1' lilfv' I I '| n- .. _. . . . . .. . . . ¡ H ¡ , . . , . .¡ . . .

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(17)

1?

ümnfmwmm dadoâ do Funda de Pupulaçäm dafi Naçöea Unidafi (FNUÊP), uma em cada trëë mulhfirmfi cum vida swuual ativa que regula âua fertilidade, mptüu pela eaterilizaçäo. Há uma alta incidência de eâterilizaçäm êmtwê mulharaa jnvanâ. Emma dado alarmante d@ve~$@ à auâência mu dificuldada de aceâfim a mutrmâ métmdmä mndwrnmä, aeguroa Q eficazëfiu

É alevada prmporçäm da mulhermfi quê wwcmrrmm à asteriw lizaçäm í42%)« fiwgumflm w IBGE, fiuacita duma abâarvagäaâu M primmira É qua

ae eâtëvilizâm até que pmmtm maäal. Gu não mulher quanta

em ae tratandm da mulhmrmfi jmvenâ "

_ _,.` ` . "‹ «z Zn ;~: dam quê

astäo wmtrm 15 m 29 ano¶)§ é pnââivêl quêatimnar aaâa ato É uma eâcülha cmnaciente da mulher nu Fwfiultaria, mntmâg dm uma fiducaçäa daficiwnte da ao fimu prúmrim ümrpm, da falta de infnrmaçäm m aceaâm a mutrmfi métodms amticmncmpcimnaiâ Q da uma aâfiiatëmcia

'f'-. À/

médica imadmquada? aagunda mhâwrvaçäo é quefl com a awtariliw

:agämfl Q daclinim dàfi tamaë da fauumdidadw Q crwâcimëmtü anual QQ turma irrmverãivël na Êrasilu

U gräficmfl A mmguivü mmfitra U indice da mulharefi da 15

(18)

Gráfico 2 - Mulheres de 15 a 54 anos, Usuárlas Métodos ñntx- 600 -¡OI! 2'JU {;\.'(¡v BCN.v 600 400 2u‹› t› 1

Fonte: IBGE/UPE/DEISO, Peequiea Nacional por ämoetra de Uom1c1~

partir do ano de 1?40, comprovada no quadro eegulnte

Quadro 4 ¡..._-W._.-.._- e-. W.-.~-._... e _._..-._...._-._-.--...._.._.__.~..___M______,____ ~

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No

~ No te ' H de t- I * d-t r or 5 P ôu Ps E Su ~ Deste I i Federação - 1986

conceptivos por Método, Segundo L' Unldades d

-1 Esterilização - UTabcIa UOu¡r‹›s Méwdos l¿.4-.d . í ;`;` .TX Y.. L. _ \ _ šiua

-_ mà » 'vgšfl' " .%`z:Í*`fl nu \=: _. `_`\¿ ' Xàz -\'7,'ͧ'í= z‹ » "

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lioe * Suplemento änticoncepçao ~ läüm

Ê taxa de fecundidade do Brasil apresenta uma quuda. ¬

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Fonte: IBGE ~ Eetatisticae IBGE ~ Diretoria de

Hietoricas do Hraell L??U

Peaquieae, Departamento oe Fopulacäo

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(19)

1?

Ê média de filhos da mulher brasileira caiu em 3,5 mmtre ma anna de l@3Ú~l9WÚ, G que Eigmifiüa uma queda dráatica. OQ númarmâ da IEEE mmfitram qua mm 1969 a mulhar brasileira

tinha 4,4% dm filhas; em 1990 mata percwntual baixam para 2@?Zz

Emhmra Q Hrasil eateja crescendo manmfi, gua pmpulaçäm afitá a cada ano maia pmbre, Q Braâil mdëntra na década de 90 cam um doa aaua pimras deëampemhmâ entra um paíumm pmhraa de tarfiairm mundo, na qua dia reâpmitm à pobrexa Q difitrihuigäm da Panda”

šegundm U aaciólogm Herbert de Émuza, w Éraäil, mmä anna Wü, _t@m gerada três categmrias smciaias ricmag pmbraä Q indigwmtea; Ela compara a minaria ricafi furmandm uma âmciedadw maia mu menmâ comparável à da Canadá; a maioria pmbwë, magra, do tamanha dm Néxicm H na ÊÊ milhüaa da indiqentea, que é da

35»

tamanha da fiwgwmtima. Cum tamanha múmmrm da pmbrmfi e mia? veifi, há uma grämde cnmtradiçäm, quamdm âabemuä que U Hvaäil Qâtâ entra am dm: mmimrmâ acommmias do mumdü» O Hraäil É um maia riam com amu püvm pmbra.

Ê cmncentraçäm da Panda nm Braâil tam crëâcidm. Em 1990, 05 iúä maifi viana dm paifi fifi aprwpriavam da quaâë a matam

de íäãfi) da twtal doa ramdimentnâ, enquantm na 50% maia pmhrmâ

aa apvmpriaram da 12% dm tmtal doa rëmdimentnân Eâta realidade è mmfitwada mn gráfimm abai* f! À.- zz

(20)

20

Gráfico 3 - Apropriação de Renda pelos 10% mais Ricos e 50% mais Pobres da PEA - 1980-1991

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Fonte: IBGE - Diretoria de Pesquisas, Departamento de Emprego e

Rendimento. ~

Vimos que a concentração de renda tem aumentado. Os 10% mais ricos ficam cada vez mais ricos, enquanto que os 502 mais pobres tornam-se cada dia mais pobres. Continua crescendo no pais o abismo entre ricos e pobres.

Santa Catarina que sempre se orgu1hou_de ser a Suiça brasileira não possui um quadro diferente dos outros estados brasileiros. Segundo pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa Hplicada (IFEÊ), em 1990 o estado abrigava 963 mil indigentes; ou seja, 21% da população catarinense säo' miãerávëiã (DESBDã5 que têm condições de compras apenas uma cesta basica)- Quër dizer, não sobra dinheiro para a saúde, educação, transporte e

(21)

E1 eâta am tarcairn lugar entra aa cidadaa catarinanaaâ, com

...¡. .. ...¡ ...

¢ö.hh/ indigantwa.

Fara m damúgrafm Gmwrge Martini, Q planajamanto familiar näm Fafimlvará U prüblema da pnbrwza

*Porém näú sa deva imaginar qua 4ifi5ú wfiminmrá a púbrfiw

sa. U caniigfinfe de pessv“fi que paasúu a fazer píanêjaw mania da fiua prúle nú; 5 P0 anofi é wnorme; efifrew

Êanto, døis Êerçofi da púpujagäm brafijlejra cefiãinua viwanda na pøbresa” (iWãW, s5.p.).

Í:lE É ›. !'-: f"“r 5-4 . :Â _. Q: .›‹..

Haia clara que a diminuiçäm da taxa da natalidadw nan vai rafimlvar Q prmblama acmnãmicm da paía. Naa aahemnfi qua mmiätw uma conwxän antra dafianvmlvimantm enmnõmicn Q Emcial a a baixa natalidade"

1.1.2 Planejamento familiar E controle de natalidade

É prmücupaçäm cmm m aummnto populacional nos paiama aubdaaanvmlvidma amrga apúâ a äagunda Gufirra Mundial.

Na XVIII ëaäwmhléia da ürganizaçäo de äaúda, ncmrrida am maio da 1 ~«fš .”“~ nz*g a prnblamatica do planwjamentm íamiliar É

-1 ._

,

aprwwwntada para trama paíaaa. Em daxamhrm da anm aaguintwfl duma chefaa da Eatadma apraaantam a Organixaçäm daa Nagfies

Unidaâ (GNU), uma daclaraçäm sobra a impmvtäncia doa prnblemaa

da pmpulagämu Em 1Q?l, raprmmantantwa da maia da dezmitm paífiafi também apwmfiantam daclaragömâ aobra Q aaauntm.

ä ONU antäm, firma asaaa dmalaragäea, que axpramaam na aeguintaa termos:

(22)

.-1, z~~_~,

42.. aí.

”Á Comissãü de üírêifiúâ Humanúfi observa que 0 rápjdú

crescimentú da pøpulaçäo em afgumas ragiöêâ da manda ânforpêcê a luâa cúnfra a fama e a pobreza, e reäus âfi

púsfiibiljdadfis da úbfier adequadas äandiçães de vida,

dificulâandø a fealisaçãa das üirêiias Humanas.

Reconhaaê que oi aaâais àëm um direífia básica de decidifl

rem livre ê refipúnsavelmênàe âúbrê ú númwrú e espaçamen"

fa de Eau; filhas, G o direiäú uma Educaçäo Q infúrma~

fäú adaquadas nesãfi âenäidm. _ê que 05 membrús das ,öfiä Unida; prefifiem a devida aüengãa àfi implicaçäes do

Qxeraífiiú dêsse dirêitm humano”.

E: =é W 2"z '-3' ム`=z -Ú:m

Inicia äë, antãu, m recünhecimantm dm planajamwnto familiar Camo dirmitm humana bàfiicmu

Na êmérica Latina Q nm Braâil, na prwgvamaä da natalim dade iniciaram com objativms de cüntrmla demmgráfifin Q fmram financiadmfi por inâtituigüaõ aapitaligtaâ, prëocupadaa com a

amaàça a Baum Fendmflus invagtimentmfi nafitwa paifiaâ. Elaâ tamiam

qua cum Q aumwntm püpulacimnal ae turwaäse evidfintm w carátwv

da Qxplmraçäm daä imvwätimüntmfi fmifimä palmä pàišafi defimnvmlviw dmâ Q a amaaça à cmntinuidade da ubtençäm da lucroäu

Mm Brasil, Qä prmgramafi da planejamentm familiar iniw Ciam W aa dmfimnvmlvëm mm plano ragime militar" Em lWöã, dá~§m inicia a uma pmlitica cuntrmliãta da fiatalidadë cum a criaçäm da ämciadadë Civil da Hammäatav Familiar ÍÉEMFQM3. â HEMFÊH tam ummm Uhjëtivmä háâicüäz dmaanvmlvmr wfitudmm âohrm a fiaimlmgia Q g weprmduçäm humana, cmmbâtmv U ahmrtn provocada? incmntivar Q Qnsinâr Q mao da anticoncapciwnaiä à pupulaçäm, Viäa cmm eãâmâ mbjwtivwã wlevar m nível de vida da pmpulagäm, evitandm,

amãim, a axploãäm demmgráfica.

Na dàmadâ da 7ü, âurgë Q Mwvimento da Nulhmrmâ, amm Q Qbjativu de lutar pur melhmrëä cmndiçöwa de vida Q par uma änaiadada maia justa. ää mulhwrea manif@fitam~fi@ Cmntra a imw

(23)

¬r

nl.. ~~.'

plantaçäw de prmgramàa da mfitalidadm quw utilixam a âexualidadw E Q corpo da mulhfir mama patrimõnim Eücial. Elma reivindicam Q reapwitw am wmercícia plano da âfixualidadw e cmndiçüeâ objwti~ vaa de nptar emtre ter ou näm filhmm, m númwrm a u wapaçamwntm antre ëlaau

Segunda U demúgrafn Gaorgm Martini QÂWHW, fi.p.):

”G planejameniø fâmiíiar é um direita humana básiaúf m

da fifiparar sexualidadê de procriação e de planejar a

praia de afiordo aam aa cond1g8&$ e aspiraçães de aada um..fiui%o precisa ser feiâú para humânisar as práäícas de pjanejamêntú familiar em uam na Erasil”.

Tanto na visäm natalifita mm antinataliata (controla dë natalidada), a mulhmr É vifita cama maääa de manmbra, reduzida à fungäm da rmprmdutmra. Q mulher É mantida à margam da mudar da decifiämn Grupøfi feminiatafi têm mamifêfitadm qua a dmcieäm da tar

Qu näm filhna É uma mpçäo individual ou dm caâal, Q näm da kmtadn.

Em lqüä, a Úrganixaçäm daâ Hâgöea Uniöaâ (ÚNU3 am ä5~ ãembléia Garaly prmclama n plahmjamantm familiar Camo dirëitm humana fufidamwntal, aââim dizendwz

”AcrQd1%amúfi que 0 abjeâiva da pfanejamenâa familiar É â

plenjrua. da vida humana, nãú a Eua resârigãú; qua ú

pianejamenüú familiar, ao garantir maiores øpmrtunidades

a cada pesâoa, liberta 0 hømem para que ,.55a aüjngír âua dignidada individual e rfialisar seu potenaial. Gs aasaifi àãm ú direita humana fundâmanâal da dêajdir Iiwrâ

e reapúnsavelmenfie, quanâú ao númarú e efipaçamenta de fieufi fiíhús, e ú dirêíüo da mb%er infiâruçäa Q úrjfifiíaçäo adequadaä a re5pfii%o”,

‹-U'

>'! -J

Ha prmgramaâ da cuntrole da natalidade, äwgundü Hmrmám cula (l@82}, "firwiwndem inffirvir na '11 `*iópria reprmduçäo humana,

(24)

E4

uãiI1randm~5e da carpa da malhar em fufiçäm das neceâfiidadafi #0

si5%ema“.

ü Hama fimcmrd de Telaviaao prnmmveu dmhata amhra wlamam jamamto familiar no Prugrama “ÊEÉ Hura“, nm dia ÚÓ da abril da ~Ê *-53 É Um uma amtraviatadma, doutur âffonam Renata Maira, pruw

famamr fiatadraticm da Ética Médica a Medicina Lagal da Faculdam da da Hadicima da U$P, diaaa que

”PIanejaman€ú familiar não é fimnàrúle de nafajidadë; é

um pragrama da educaçäm e fiaúda qua visa a siiuagäú da família, a aaúde da malhar ê foda a súfiiedade. Abrange a üadüfi, indefiafidenâe de fiua aiüuaçäø acúnãmicafi Ja a

controla da naáalidade a pura e simplesmenàe avirar que ae Êanha fíihúfi”.

Na viaäm dm mmvimantm famimiata, é direita de qualquar cidadam planejar sua família da acmrdu cmm auaa aapiragöea" Ú movimenta dafemda Q planejamanto familiar, qua É um pruceaam da infmrmaçäm a mulhar mu caaal aühre métwdma anticoncapciwmais, para poder optar cmmâciamtementa aobra qual métmdm uaar, acmmm pamhamantm médica Q acaaaü am matmdm aacmlhidn. Ela tam cmmm mbjativo, também, atender Caaaia imfértaia, mm aamtidü da Gr riamtamlma a übtar a cümcapgän.

U cantrmla ua mafialidada Ê uma política impuâta pela gmvarnü, manda muitaa vaxea contra a vwmtada da mulher, para atingir mataa demmgraficaafl Ê mulher é radunida a uma maquina raprmdutmra Q que preciaa parar de prmduair.

Para a aamadora Eva Hlay (FQDBWBP), "a desinfmrmaçëm

sabre outras meia; fimntracepiivma fere a dignidade e 0 amrpú da

mulher pabre“« aa mulharea da baixa renda, na âua maioria, aaa deaimfmrmadaa mmhra ma métmdma anticøncapcimmaia, Q que aa lava

(25)

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..:I. .J

a rëcmrrërem a pílula ou mäterilizaçämu Q ømiäëäü da Estado na qumâtäm do plamwjamanto familiar, faz com que aa mulheres mpfiwm pala aatarilizaçäm, Camo um caminha maia aëgurm para nan angra” vidaram.

Uma mutra fmrma da anticmnfiapçän, muitu uâada pelaa mulherfiä hramileiraa, É 0 ahurtm provmcadm, embwra aaja prmibiw do pmr lai. Cmnfmrma dadwe da Urgahizaçäo Mundial da äaúda (OME), anualmmnte ääm faitma quatro milhöaâ da abmrtom na Eraw sil. ãabwmma qua muitaa mulheraa mürrem am flmnaeqúëncia da abwrtmä ilagaia praticadoa am cmndiçöeâ pracariaa de higianw.

fa? fi-

”(...} ëgundú as aiísficaâ úfiaiaifi, fúram regifiâradüfi

no ana pasfiadú (í991}, 3¿1.9II íwàarnaçães hospíâaiares da vitimas de abúrtú « ?5Ú mulheres por dia. Säm 3? par

hara e quai a reaçäm do país? efiüúpido e criminúfiú

silänub” íüimmnâtain, IWQO, §.p.)u f Q. É

Um güvavnm de curto paríodu (quatwm anna) esta maia pwemmmpadm cum queätöaa imëdiatawg não cmm um programa qua vai mmâtrar reaultadmä apófi um periudn maia lnngm. Naa últimaa décadaa, nenhum gmvarnm adotou um prwgrama da planajamantm familiar.

-z~._ _z,.‹ auaãncia de uma pmlitica da plamajamëntm familiar faz

com qua aa mulherea planëjam Eua prmle de forma almatúria, acarretandw äériaâ confiaqüãmciaâ a ama própria aaúde.

Q Igraja Católica É uma das inëtituiçüma qua wmewca praafiäm contra uma politica da cmntracapçäo no Hraailg Q maia uma van, ela critica Q controla artificial da natalidada. U

Papa Joäo Paula II, nm dia 1? de abril daâta ano, prmclammu ama cmndemaçäm as controla da natalidada por maias artificiaiä Q

(26)

ai.. \...'

fd: um apdln parm que tddoa da Eâtaddâ “sajvaguardem a famí~

lia".

Ê üampanha da Fratarnidade da IQW4 proclama qua

*v usa de preservâàiuús nas felaçãwfi fiexuais amlâbúra

para Q deäurpaçäd do fiexm, :amo aoifia banal a fiar usada iñdiäífimifiadãmëñfë Gm rEläÇuG$ héügrú Qu húmúgggxuajg”, Q

«

H Qä

Para Gilbdrtm Bimenätdin i Ú), a pdaiçäm da Igrdjà

Católica É injuõta d contrária an rdäpdito à vida humana. Sd" dundm dim,

“Ema de nossaf maiúrfifi falhas é a falüa da um pIaw@ja~ manta familiar, embora aa leis já Éâwham 5160 aprúwadas. Hilhäes da mulheres púärefi üãm filhos qua näú dfifiejam, e

depúis nãd canfifigdfim Eufiüdntar; 0 abdrâo É uma dafi maia”

res caufias da morte enäre adúlascefiäeä, âubmêtidas, muifms dalafi, a açodgueirofi. Calculaflse due, par ana,

dfié ddis milhãdfi da adúldâcenfiêfi angrâvidfim. Irriâanäe mesmo é que as ricos e a alaâsd média âëm as informdçães

e úfi meias de planêjar fiuâ família- Has quam diâpãe menas candiçãwfi para manter muíüøfi filhas, não tam acfisw

sa a mëâodaâ anüifioncepfiiondifi. É injusta e desumana”.

fl. fiffl

ädgundd pddquiäaâ faitaâ na ñmdrica latina, am mulherea cdm pduca infitrugäm E pmbrëä têm maia filnoü dm que deadjam. Nm Braail, um em cada cinco filhdfi É declarado como näd ddfiejadd. Eâta realidadd mdfitra uma ndcdsâidadd näm satiafdita, adbrdtudd pdf parta doa fidtdreâ pdbwdd e cum pouca informagäm de métdddfi anhiddncepcidnaid d dd atdngäm mat@Pnm~infanti1 por parte dmfi fierviçoã de aaúda.

Entra da diad E9 da abril d 4 de main dd and cdrrentmu na Cidade dd México, amanheceu a Cdnfdrëncia Rdgidnal da âm@ri~

da Latina H Caribw. Entra ad pwincipaifi racdmendagöeâ práticas ddfinidaâ pdf ddnâenao, datà a urgência de um plandjamdntd familiar ampla, dfiuaz e haaaado na livre a ampla informação

(27)

:-3 ›‹:,v .n§..¢

ãobrw os divfirame métmdoä anticoncepcionais para individuoõ w

casaia da toda a ãmérica Latina Q Cariba. ãegundo Q dmcumentofl ma prmgramaâ da planejammntm familiar, por Qua cnntribuiçäo à Fmdugäm de gravidez da altm riâcu, aaa inaaparavwia daa pm1iti~ caa aociaifi.

b

Nm Cairw W Egitu, antrm ma diafi 5 a 13 de âetambrm deate amu ílëëä), aumntaceu a Cmnferëncia Intermacimfial fimhre Pmpulagäo Q Daäwnvmlvimantm (CIPD), prwmmvida pala ürgamizagäm daâ Naçüwfi Unidaa (UMM). Neatw mvmntüg fwram diâcutidofi aäâumw imã comu aborto, hwmmââauualiâmm, métmdoâ contraceptivmã, pwpuw laçäü, dwäwnvmlvimmntm fiufiténtaval Q prmgraafim acmnëmicün É cmnfarëncia É Faalizada da de: em da: anna, âendm que mag antaw rimrma (19?4 m lWü4), furam diacutidaa quwatüea cama naacimanm

tua, recuramfi econömicmä, prmgrwäam @ prmtaçäm da main amhiam~

tw.

U mhjativm daâaa mncmntrm é molicitar ana gmvernantës a

hmnrar gema cmmprmmisawâ de Qatififazwr am naceâaidadeâ hafiicaë da auaâ populaçüas, buacandn uma âmlmçäo para U Y- «J- 'z úblêma da

rápida creâcimentm da pmpulaçäm mundial".

Wartimiparam da Cmnfwrëncia do Cairo 182 paisaâ, antra elea O Brasil, com m objativm da elaborar um dwcumentn cmmum finbrfi metaä pmpulacimnaiä. U Vatiaanu Q a maiwria dwä paiaaa muçulmanma foram cnntrarims à rëalizaçäm do mvmnto, pmr umnaim d@ra~10 uma afronta aa leia Q cmatumeâ da catmlicifimw Q lala* mismm.

U Cnnawlhm Epiacopal Latinmmêmaricanm (BELÉM) enviam uma carta á äacrmtariawfiaral da CIPDfl explicanda Qua poaiçäm

(28)

E8 contrária à mefimau ãegundm Q dncumënto, a conferência tam coma mbjãtivw um Contrmla dwmmqràficmz

”Perante eâtê factos, nän podemúfi permânficer aaíaäaâ E

ainda menofi quandú recebemús infúrmagöfifi, segundo aa

quais a confiefisäú de ampréâiímøs aøfi núfiâús paisêâ @5ta~

ria cúndiaionada, par vezefi, á aceíãâçäv, pejoâ Estados benefiaiáriúfi, de prúgramas da flúntroíë demográfico. Uenuncíamúâ, põr último, a cumpliafdadâ de certas lida» res de nofisas prápfiafi naçãwfi, ea quajfi, äwfiaonheaândú a

di§nidâde daâ gua; investidurâs, päwm ú mandato ou suas competënciafi ao servigú da íntëreâsafi imperialisfàfi da fiúaiwfiâdei rífiafi” íflfilmâth ÂQQÂB).

Ú aborto foi um dos temaa maia pulämicms nëâfia cnnfnw rëncia. G Vic@~prmfiident@ dnfi Eatadww Unidoâ, Gl Gorafl na ahwr~ tura da mwfima diana:

fiáareditamús qua aa affirficfir zervíçøfi de planfijamento familiar dê qualidade, estamos simultaneamente rëfipeiw tandm na daâwjos Óas mulherwa da prâwfinir a gravidez indaâejàvel e rwdurir ú cresfiímanto púpulazionaí Q Q

prática do abúrtú” (Haniwr¿ lãqä, p.l&).

Fimwu aprovado neasm cmnfmrëncia que Q abnrtm não deve

._ ... L

wwr rëconhacidm tmmm matado de planajamanto familiar.

Empmnhadmw num aâfmrçm de diminuir U craacimentm pmpu~

lacimnal dan paisfifi âubdnaãnvolvidnfl, ma paiaaa rimas r@it@ra~ ram qua nän irão faltar varbaa para Q financiamento da um pru" grama da planejamento familiar. Japäm, Efitadwe Unidmfi m filëmaw nha anunciaramfl na cunferëncià, a garantia da fiua cmntribuiçäm para Q auceâëo do prngrama. U Japão aumentará em da: vwzaâ ama contrihuiçäm anual, nu aaja, dm âü milhäaâ de dóläreâ para üüü milhöeau

_ ¬'"y

U Braäil, atualmantw, dwâpandm cercm da làz,4 milhöaâ de dólarea par anna em prmgramaä da planwjamentm familiar, äendm qua U gmvmrnn contribui cum läfl. e m Banca Mundial @

(29)

29 doaduraâ intarnaciunaia cmbrem Q rastante íäñiš. Para cumprir m

que foi aprnvadw na Conferência do Cairo, D Hraail preciaara

fr»U ."x": Lu 5.;

-.n

inveâtir ? milhfiaw de dúlaraâ mm planajamantm familiar Q

saúda reprodutiva.

Ú dmcumanto final aprmvadm palma paiaaâ W antidadaa participantwa, reaâaltaz

“É preaiso ínveäüir na humanidade a fe compromeäar para

que as mulharêfi tenham as mesmas direifiús que os homens.

Us prøbiemaâ de populaçäa näú podem fiwr refiõjvidos sa nãm far enfraniada a quafiião da pobreza e mifiéria.

Toda a fôrma ás expforaçãú, abuâo mu viújãncía fiúnfra as

mulheres Q as criançaä é candanada. A5 mulhares âawem desampenhar um papai mais ativo na aociedada.

Á família á a unidade da base da sociedade e deve ser proãagida.

É pracisú mulüiplifiar nã asfúrçøa a favúr das jovens e

das passoafi de idade.

Recmm@nda~5@ um malhar aaessú aúfi âarwíçús da plan@ja~ manto familiar e um nova enfaque fianiüariú da demagrafl

fia, lavando am cmnüa 05 dfisejüs dafi pfifisúafi e aa da

mulher em fpecial.

G aborüú dava âfir incantiwadú cama matado de plana" jamenfo familiar, mas aa monseqüências as vezes dramáti~ aa; dos abúrtúfi aiandafirinms são canâiderados cama “um

prabiama maior em maâérja de âaúde pública .

Us paísas devam anfrantar as mígraçãea jnfarnas.

3. %: T1

1;.

f.~~

U5 pašsea refiêpiores devem raaonhecer a jmporfãnfiia

vital do reagrupamenâo familiar para os ímigradús.

Á educaçäú, em ëfipamial da meninaâ, é raiar chavfi para ú

dwsenvoivimenâo,

Serão necefisarifis ínvasàimenfúfi fia 17 milhäes da dólaraâ

wo ana ÊOÚÚ nua pafsas em d@5@nvõIvimanta para financiar as prúgramaâ vincujadús à púpulaçãú” (Hami1%xm1, läãâ,

...,. _.

p.ú¿)u

Grupmfi fmministaä prmmatwm vigiar para que a implanta~

çäm das raawlugöaa dasae docummnto aaja uma raalidaúa, Q qua na diraitns raprodutivma paaaem a aar primridade.

Pmrcabamoa que a münferëncia apramenta um carater ambi- guo. Dm um ladø tamoa a abertura para a discuaaäm dm planejar manta familiar Q a Eaude reprodutiva; de outro, nmtamma um carta cmntrmle populacimnalfl ande ha a neceâaidade de controlar

(30)

ÊÍO

me indicae demográficos para evitar uma "puaâíval explmsäm demográfica".

É realidade inmcultavel a miaaria am que vivem milharae de famíliaa braeileiraâ, embrecarregadaa de filhoe os quaie não tëm cpndiçäam de alimentar e edumar. Preciaamoa avançar em matéria de cpntrole de natalidade, escapando ae preeeöea due círculos maia reacimnarima da amciedada para ravarter eata quadrm atual.

1.1.3 Ê Igreja frente ao planejamento familiar

Q Igreja, ao longo de tempo, tem eidp um aparelhm idepw lógica na realidade da pmpulagäp. Ela exerce uma fmrte influënw cia na vida dae pemmpae» Ha queetäm dp planejamentm familiar ae igrejaa pmaeuem um papelfl muitae vezaa, decieivo para ae famí~

liaa"

Cada cream religimap tem eua pmaigau frente a prmblamaw

tica do planejamento familiarfl algumae vexme mais cmneervadmra, mutrae manma"

Para a Igreja Católiua Q planejamenta familiar a necamm

aarim, dentro da paternidade e maternidade reappneavmlu Fara aaeumimlae, 0 caaal praciaa ter condições econõmicaa, paicplúm gicaa, amciaim, matariaie, culturaie e uma dimeneam eapiritual.

Ê Igreja Católica aaaume Q planejamento familiar, maa reeaalta que “nàm pmdamos barrar a vida”. M posiçao dp magiate~ rip da igreja aceita comp métpdoe anticmnmmpcimnaia, apenas na

FF! vz m =!}

métüdme naturaiau gundm um padre entreviatamo, a igreja fmz

(31)

Ei mefiabfilísmü da amrpm da mulher". ñ igrwja não acaita as métodmâ awtificiaiâ, pola cmnfiidera que alma manipulam Q metabolismu da vida.

Uma facgän da lgreja cmlmca qua, numa zituaçäo mnda Ó

nasal sentawse impusâibilitado de uãav oa métnduâ naturaiefl âdmit@~¶a Q uam da métodmfi artificiaia. “Â pràpriâ família iam

que decidir, na sua cmnsciência, pais a igreja näm pude in%er~ vir na vida zexual da casal. Á igreja mfienla, näm pmóa Jaci» dir". ä mutra facção maia radical näm admita, em hipútësë algu~

mu, Q uam doa métmdmä avtificiaiâ. Para a lgrmja Católica Q planejamento familiar é a mpgäo da casal de decidir livrfimwntw Q Húmerm de filhua, dentro da uma "açäú que näm abafe, näm manipula a vida".

Em 1W&Q, m Papa Paula Vlfl na fiua carta Encíclica “Huma~ mae Vitae”, maluca que a igreja näm aceita na métmdnâ artifim ciaia, pala fera Q ideal ético criatäoa

fiäe, púrfanüo, existem moäívúâ sérioâ para distanciar os

nasaimenäos, que derivam au das condiçãwfi fífiicas úu

päiaalógicas das cônjugeâ, ou de fiircunstãncías exíeríow

rea, a Igreja enâina que entäú É lffliüü ter em aúnàa as

riümøs naturais imanênâes às fungäú geradõrafi, para usar

do maârimânio só nos períodos infecundoâ e, desäe moda,

regufar a naâalidade, sem úfendaf mfi princípiaâ múraifi que wxümmms de rwxwfiar” (E§tudmfi da CNBB, lëfil,

p.3l).

.G

-_undm uinwcmlmgifitafi, mà métmdmm naturaifi pmâauwm um alto percentual da falha, uma média de 36%, Q hà neceãfiidadm da mulhwr tar wwu Urganiëmo em parfmitm funmimnamentün Cmnfowmw um médica ginecmlogifita entrevifitadm, ua métodnâ naturais mmtäm äujeituâ a um "calendárim" Q que descaractmrixâ a mua naturalim dade. U aim fiaxual É um ata de amor, deva aew wâpøntänam Q não

(32)

*rfM

›..Z- 4:1.

ter dia Q hüra determinado. Fr@ci5a~§e levar am confiideraçãm a poaiçäm dm maridmicumpamhwirm, qua muitaâ vaxwfi não aaëita impuäiçömfi na ama vida awxual. Para Q madicm, Q métodm maia recümendávül É a pilula, mam apmnaã 1% de riacn da uma gravi~ dez. U médimü, um catú1icm'praticanta, mäü vã numa “pecaminQ5m“ Q uam da métudma artificiaifi, Ewjam alma dafinitivoä Qu nan.

Parcmhemma que näm há um avança da Igrwja Católica ma queâtäm do planmjammntm familiar, mas uma aatagnagäm nm paâfiaw

du. fiä igrajaâ evangélicaâ têm pnâigäm difwrwwta do catalicia~

mm.

Parar a Igraja Presbitwriana, ha a nacasaidada da pla” nejamentn familiar hmm articulado nn Brafiil. Ú planmjamantm familiar näm É fimluçäo para U5 prmblemaä braâileirmfi, maa a falta de um programa de planajamfintü familiar É a aauaa da varififi prublamafi ëmciaifi. Efita Igreja acmita m uam dum màkodmä anticnncapciünaiâ artifiuiaia.

U Faâtmr orienta mfi caaaiâ na dëcifiäm da fieram Qu nan filhoa, äendm livra a mâcmlha dm métndm a âêr adutadwu Rmcmm@n~ da apenaä mvitar o meu da pílula, pmiâ âeguhdm mâtudua, ala é prëjudicial à aaúdm da mulhar. Ele näm vã raâtrigäm quafidw w

Caâal decide optar pela eaterilizagäo. ãäm raalizadaa rmumiöaë cum caëaia uma vez por aemana, ande âäm faitaâ palaâtraâ âmbra a qmafltäm do planëjamwntm familiar; também ha ancontro da nmi~ vma, anda sa orianta quanto a eâaa quaâtäü.

fi Igrmja Luterana paääui duas divizöwâ. ü Igreja Evanm gêlica Lutarana dm Braail vã cam cuidado Q contrmla da nata1i~ dada, wmiä pwrcahe qua mata pautado am autwridada dm Eâtado.

(33)

..¿, .¡,. .ñzz .,;.

Ela deztaca a liberdade cristã. onda cada familia dava ter ü direito de tar o númarm de filnoa, depondando da âuaa condiçoes aociais e econãmicaa, ãam intarfarëncia externa.

Eaaa Igreja não ae opõe a métodos anticoncaocionaiâ. deadm que não saiam abortivoa. poië o aborto a crimo contra a

vida. Caba ao caâal decidir qual o melhor método a aer adotado. Ressalta qua o olanejamanto familiar é importanta, “pois não é 0 simplefi faâm de üer um filho, maí a respmnsabílídada da aølmm car um filho nm manda”. São feitas palaatraa com noivoa, objaw tivanoo orienta~loa para uma vida conjugal, o que inclui m

planwjamanto familiar.

Vara a Igreja Evangélifia da Confiaaäo Lutarana no Bra* 511, a Igreja Católica vê o aemo como um fim reprodutivo. Ena quanto para a Igraja Luterana,

“Deus fe: 0 húmam não para asfar só, homem e malhar foram flriadofl para uma vivência plana enâre 51, infllufiim

ve o sexa. Toda a família deve âer a diraíäú da um Pia* nejamento familiar, com orienfiaçäü das igrajaâ e acasâú

à saúda”.

Ela acmita todoa oz métodoa anticoncepcionais. inclusive oa definitivos, deada qua não sejam abortivoa E que não vanham am datrimanto a âaúda da mulher. São válidos daada qua uâadofi da maneira reaponaavel. "Cada cranâe à jus da: escrituras preaifia deaidir, diante de Deus".

Não na documentação amore a poaiçäo da iqreia na quas~

tão do planajamanto familiar. pois o “crísääo é responsavel Pfila sua decisão. Na manda evan§éIim0, ä Qfändë Jëfififífífiäs É Ê Bíblia, e a Bíblia carece de interpreäaçäm IwaaI“. Eata Igreja

(34)

EH

am mriëntar na cafiâia. ääm realixadmã trabalhoa com caâais w familias? anda se diâcute Q asâuntø. Hà também atendimantofi individuaim ama noivoâ, em qua fiän tratadaâ quaâtões de fQrma~ çãm familiar qua incluam Q planejamwntü familiar.

Q Igreja Evangélica ñâsembléia de Damä admitw Q uam dmfi métmdmë amticwnuapcionaifi artificiaiâ, damdë qua não pr@judi~ quem a aaúda da mulharu Cada ramal deva dwcidir fiubrm Q númern de filhma dantrü da âuafi pomzibilidadeâ fimciaiâ Q wcunömicafi. ä Igraja näm deva interfwrir na decisão dm cafialu Ga mätwdmâ abortivma não âäw acwitmfi, pmiâ U abmrto é cufiaidmradü Grimm damtrn doa enäinamentoä biblianfi. Realizammse encuntroâ cum fiafiaiä m curflfim para noivmfi, onda ääm fmitmä acmnfialhämüfitmm dentrm da quaãtüwfi quw varäam Embra a vida conjugal Q familiär.

fi Igrajm Natodimta afirma qua ü caâal deva aaäumir com

â

5

mmrimdadë a prmcriagäo, fiabwndo qua ela dam de Úaufi, iam

qua fier ufiada para m bem da quem prafiria e para a gláría de

I»Q

Haus". mita U planajammntm familiar dwntrü da patarnidadm W maternidade reâponâávmiâ. Hà a liberdade de decidir, wntrm nã

métmdmâ, qual m melhmr para 0 caâalu Valmriza a abfitemgäü âaw

uual àntafi do caâamento Q dentro da caäamantm. UE métodmâ arti~

F! ‹~ ›-.

fimiàim fiäm acaitávmiê, pmiâ “Ufiufi ~ ínâêlígëncia am hmmem

Qara defiidir :úmü ë Quandm ref um fiihm“”

U abmrtm näm É aceito :mma métmdo ânticmnmmpmimnalfl apenas em ëituaçöwfi dmficritam na Cwnâtituiçäo Hraâileira (a5tu~ pra m rificø à vida da mulher Q dm hahë). ä Igreja aceita ma métodoa definitivmm, deade qua fiejam fwitufi de manmira cmnâm ciente" É favmrável à Qäteriliza *-7 m maäculina, à feminina, pmiâ

(35)

=__.-_; *Ji

cmnfiidëwa quê a mulhar näm deva lmvar m öflus da dacifiäü. ficrem dita na igualdade antre humana Q mulherea,

Para w Paätmr mëtndifita na Biblia, na Livra da Gãnaëififi *lê

eat eâcrito que Q caâamantm pmäaui duaa baâaës

”~ prúariagäo (“cfe5cei E muIfipIíca~vos“};

~ cúmpanhëirísmø (”D@us viu que não era hmm ú húmem

esäar sá, fez~1he uma cúmpanhêira J”.

Ê Igrmjâ Hatólica ënfatiza a primaira, mu aaja, a ¶m~

uualidade coma fim reprodutivo, Q tudu que blmqueia a vida É montra Dama. ñfi igrmjaâ avangélicafi enfatizam a flagunda baäa ~ U companheirismmu “Ee para um ammpanheiríâmm maia afeüíwm É

neaêsfiárim fimnârmíar a natalidade, é justa, w ideal âeria junw

ía; ag duas bafififi“.

ü Igreja Hwtmdifita pmfiâui um dmcumantm ~ Q Breda Gm”

cial ~, que É â afirmaçäm oficial da igrmja. Nelw cmlmca a âua

vifiäw na queâtäm ëmcial, w mantra aa quëatüaâ aQciai%, fincmnm tra se Q planmjamefitm familiar.

1.2 às políticas públicas de planejamento familiar no Brasil

1.2.1 A nível nacional

ñ Cmflütituigäw Hraãilëira de lüãfi, no artigü Éflà, paräm

grafm sétima, diz

*Fundada nas princípios dâ dignidade humana e da peter* nidadë refipanëéwel, 0 Planejamentú Familiar É livre äecisäú da casal, cúmpafindo ao Efiüado prnpiciar os reaursas eduüâcianais E cíwnüíficofl para Q fixêrfiicfú

dezfifi dirëiñú, vfidada qualquar fúrmâ cüwrciäiwa par parâe de iflfitituiçãfifi úfíciaiâ au privada5”"

(36)

Hà fitualmemte näm axifita um prmqrama mâpecifico de planmm jamentn familiar no paiâu O planëjamentü familiar näm É primri~ dade da gmvmrno fëdaral"

Em 193%, m Winifitériü da Êaúdm prwpõâ um Pwmgrama da fiäfiifitãficia Integral à ãaúüe da Hulhar (PüI$M), reprwaëntandu à primmira tmntativa de wlaborar no Ermäil uma pmlitica da saúde da mulher, mmnaidarandm sans váriwa papéiw da trabalhadora? Häpmäa @ cidadã.

Ú Fñíäfl fmi fiautadm mm dirmtrizefi Qerâiâfl que nurtmiäm aa açöaü dm prmgrama, abaixa dwacritams

“W U siâäema da saude deve âsâar õrienfado e mapaciâadú

para Ó aâwndimanío das flecesfiidades de âaúde da popu~

laçäú feminina, dafidú ênfase àä ações dirigidafi aa

fiúnfirale das pafalogíaâ mais prewalenèes nesse grupa;

W 0 canaeiio da infegridade da assifiäãncia esüará cünâíw

do em äadas as açõfifi dâsenvolvidafi na ãmbiiú da aüefiw

çãü alíníca E ginecúlágiaa. Para Éanào, fixiga sw uma nava pofitura de trabalha da equipa fie saúde Q, can5e«

quenüêmênäe, uma núva abardagem das cønüeúdúfi de pfü~ gramas da capacifaçäü de recursús humañøä; '

~ 0 aanfiëiüo de infagralidadfi da afisísâãncia pressupäa

uma práâica êduaaiiva que permeia túdâs as açäefi de” fienvolvidafiy âsfiegurandú a apropriaçãa pela clíenüela dos conhe:1m@n%ús neaessàriafi a um maiúr :ønfraie 5o~

bre a aaa âaúde;

W 0 fllanejamenäa familiar É atividade compffimenfar na

elencø de açãfifi de fiaúde mâÊerno~infan%iI. Áâ múüiva» çãfis que levam ü Hinistériø da äaude a prúpor uma açäú efeàiva nâsfa área sãm bafiêadaz naâ princípíms da Q"

quidade ~ úparâunidade de aceszo às informaçõws e flmfi

meias para a Fegulagäw de fwrâílidade par parãe da populaçäú ~, e de ordem médiua, üraduzidú na rificú gravídicú;

~ âúdafi aa aâjvidades aâifläntes à queâião do planajamenm

äø familiar devem fier äâzenvalvidas afiravëa de 5@rvi~

çøã da afiäififänaía maierne~infan%iI, cúmplfimenâando üuüras açäwfi quë efitefi propúrciúnam, dë5winaujânda~5fi

da qualquer caráâer xaerciâivo para aâ famfliaä que vmfimm aêfiilimwlaâ” (PAÍäM, Hinistérim da aú- da, lääãš.

FÉ vz

(37)

..¡.. ....,

.

.J If

Cnmm afitä cmlmcadm Naa diratrizafi geraiã do PQIGH, Q planmjamento familiar é uma atividade “complamantaF“ dfimtro do programa de akwndimentm c1ínicm~ginecolÓgicw.

U PQISH tam cmmo ponto básicoaz

â) äaaiatëncia clinico-Qinacmlógicaz

~ prwvwnçäm da câncer cérvicm, uterinm E mamário;

~ prevëfigäw daâ patolugiaa Qinäcnlúgicafi ídmmnçaä fi@xua1m@h~

te tranâmiâsiveiã Q QIDGB;

W aããifltëncia ä mulher menüpauãadag ~ planejamento familiar.

b) äââiatãficia pPé~natal

C) ñâfiistãnciâ am parto Q am puarpéwim imwdiatos

W pärtu inëtituuiunalg

~ parta domiciliarfparteirafi tradiüiünais;

~~'

ea i 1:. vz c: i aâ ex cx r' ez": C m- rf ea c: i ci f.:‹3

W alujamwnto cmfljuntn.

U prmgrama de plmnajamentm familiar vifia um trabalho wducakivu com mvifintaçãm à mulhfir um Casal sabre tudwä ma métmm düä anticoncapcionais naturaiâ E artificiaiâ diëpmfiívaiõ na Hraail ícwnfiracwpgäo) Q também mrientaçäu âmhrm infertilidadm

ícmncwpçäml.

Nu rwlatórim anual da Cwmrdenaçäo da Éaúdm Materna Infantil (CQQNI), am 1990, a fiitumçäm du PÊIQH era a fiwgmifitaz ai ätwndimanto c1inicQ~ginmcm1ÓgicQ:

M não implantada 30%; ~ implantado; 5%; W parcialmwnta áää.

(38)

b) P plan pres plan dime uma as lanejamento familiar: *J '-.‹=/ . -..=.'.. /z4 nao implantado implantado 19%; parcialmente 49%.

Segundo os dados acima, o Fêlãfl esta parcialmente im- tado no pais, sendo due apenas 5% das unidades de saude tam atendimento clinico-ginecologico, ‹e 19% oferecem o ejamento familiar. Este descompasso entre as açoes do aten- nto clinico-ginecologico e o planejamento familiar, revela falha dos servicos prestados pela rede publica; uma ye: que diretrizes do PQISH contemtualizam o planejamento familiar na assistência a saude. Ha um descompromisso politico das ins- titu do p Graf . 2f 1 *O '._=-1~'.=›~.~.=f›~ , . ~ . '_ . _ . ...__-..'.~..._ ' z «@¿ä_ 5 " J 5 -f' . '_"‹_'¬`›-.z ' 1' L' ,/ ›.‹ â "_

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içöes com a saúde da mulher.

O grafico.abaixo mostra a situação da oferta das aaçöes

lanejamento familiar a mulher.

ico 4 - Assistência à Saúde da Mulher - Cobertura ao Plane- jamento familiar - Número de Secretarias~

Num. de SeQr_etarí_as _ _/ _ É ____ ._.._. I

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26

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5

10% ou - . 10% a

20%

` 20% 'a 40% _ Acima dfe 40% '

(39)

"1" !"`: -.II "Í

Úââ âëcretariafi aâtaduaiä 50% têm eâtrutura para ateh” mar manmâ dm lüfi da nwcëâëidadm da pmpulaçäog aendm que nenhuma

Í?

tam cobertura âcima de äüäu Quer ditar, no paiâ näm 'iwtw

nmnhuma fiecretaria da âaude que pnâaa atandar a LGÚZ da popula~

ção. Entra aa fiecretariaa municipais, quaae a mfitaue (4fi%) tam

cobartura am plahejamënto familiar abaixo da lüñg e apenas 28% wferecem acima de 40% da cmbwrtura naatw §erviÇQu

Iäâm âignifica dixar qua näm há Hwnhum prmgwama dw planêjamantm familiar no Braâil- qua puâàa atandar a tada sua dwmanda“ Näm am cumpre 0 que aatá fimlocadm na Conâtituiçäü Hraâilaira de 198%? onda aa dia qua cmmpate am Eâtadm “(...) prwpifiiar os rwcursmfi eduflaciunaifi e científicmfi para a exerfiím aim dfififfi direiím fplafiejamfinüm famj3jar}...“.

Nm dia 14 d@_ dmzembrm da ÃQWE, fui aprovada da modm

unânime pelo Êwhado Fadwrul Q prmjehm nã 28/QE da âwnafimra Evu Hlay (PäDH EF). Eatü pvmjeto dia que É dmver dm Eãtadn prever na mëimä ä Wecurfifis infmrmativoe, mducacimnaiä, técmiümä Q cientificas qua aãfiaguram a äaudm raprmdutiva, vifiandm jufitam menta am planajamantw familiar. Defina, ainda, cmmm cwiua euiw gir a Qatarilixaçäw para quaisquwr fina" Parmita a laqumadura W a vasactomia, daade qua na intereââadms âfijam infmwmadmfi da dificil revwvfiibilidadw dmw métmdma. äle vada, também, a utiliw

xaçäw de açõeë twmdantwâ a Fwdugäu mu wxpanfiäü dëmügráfica mu Étnica. Ú pvojmtn encontra fia na Camiâääm de Swguridadw Emcial

Q Familia, aguardando a aprovaçäw da Câmara Fwdwral.

Sutra projfitü da lwi É dm deputada patiâta Eduardm Jmrgm {5F} Q da maiä âmis parlamantarea, qua Fwgulamwnta w planwjamwntm familiar previâto na Conätikuiçäm Fedwral. Com

(40)

:ii (fil

fimtfi prmjetm de lëi a vaaectmmia e a íaqumadura pmderào aew rüalizadafi pala ãiatfima Unica Ów äaúde .f_` w â.. Lis Permite a eatmriw

`__.

lixaçäm vuluntària Q gratuita em humana e mulheraâ atravàfi da vaawctwmia Q laquaâdurau Ú dëputàdm cünäidwva qua a lagaliuaçän

da wfitwrilizaçäm vai wvitar A açäm da wntiüadem w nrganimmmâ intfirnacimnaiâ que promovamfl clandfistinamantm, A laqufiadura em mulhwrëä da bäixa Fwfida. Efita pwnjwtm fmi aprovada pela Câmara da Daputaüwä, na dia ZE da junhw da cmrrante ano”

Muitma wutrmfi prmjatofi que ragulammntam m planajammmta familiar foram apraâentadoâ mma últimnâ amam. mam a mà vwhtade

pmliticâ Q m flmâfinmpvümifiëm dmä pmlíticoa faz cum qua wleä fimjam vatadmâ mu wngavataüufiz üa pwojmtmõ que viaam bëneficiar a pmpulaçäu wnuwmtwam dificuldadëâ de ultrapassar m barrwira

quaäw intrànfipwnívml da burucracim e da má vuntada politica»

Num pâía, ande milharaã de mulhfivafi morrem wmv abnrtm prnvmcado, um em uadâ cincm filhas é declarada näm daâajadmg Q â miaéria crüäfie a cada dia, É ravmltanta a mà vmntadm Q Q deâcmmprwmiëfiu dum govarnamtaa cum a populaçäa manufi favmraciw da"

F.: ra

1 â nivel de Santa Catarina e de Florianópolis

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