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(1)
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 Os elementos químicos que estão globalmente presentes são

os mesmos que constituem os minerais mais comuns.

 Existem atualmente cerca de 116 elementos químicos,

incluindo 6 gases nobres e 28 elementos que não são

encontrados naturalmente (ou que não tem isótopos estáveis).

 Mas, os minerais mais comuns da Terra são compostos por

(3)

 Está divida em crosta,

(4)

 A crosta tem espessura

média de 36 km nos

continentes, mas varia ~ 10 km sob os oceanos a ~ 100 km sob as montanhas.

(5)

 O limite entre a crosta e o

manto superior subjacente é conhecido como

descontinuidade de Mohorovičić (Moho).

(6)

 O manto constitui

aproxidamente 80% do volume do planeta e

extende-se da crosta até o núcleo externo a 2.891 km.

 É dividido entre manto

superior e manto inferior, separados

pela zona de transição do manto.

(7)

 Deve haver uma outra

camada no limite manto inferior – núcleo.

 Este limite é irregular,

e não regular, como mostra a figura.

(8)

 O núcleo é dividido em externo líquido e interno sólido, extendendo-se até 6.371 km, que é o raio da Terra.

(9)

À medida que os minerais são levados para interior da Terra, as pressões e as temperaturas aumentam (de aproximadamente

2.727°C no manto inferior até, possivelmente aproximadamente 5.726°C a 6.726°C no núcleo), o que causa transformações

(10)

 A densidade geral do material no núcleo é consideravelmente

maior que na crosta da Terra.

 Dessa forma, o empacotamento atômico dos minerais no

manto inferior e no núcleo deve ser mais denso que o observado nos materiais da crosta.

(11)

 A parte superior da crosta, consiste nos materiais mais

próximos da superfície da Terra, composta por uma grande porcentagem de rochas sedimentares e de material

inconsolidado.

 No entanto, esta cobertura forma apenas uma fina camada

sobre o embasamento de rochas ígneas e metamórficas que estão nos cinturões de montanhas e nos fundos oceânicos.

(12)

 Clarke e Washington (1924) estimaram que os 16 km

superiores da crosta consistem em 95% de rochas ígneas(ou seus equivalentes metamórficos), 4% de folhelhos, 0,75% de arenitos e 0,25% de calcários.

 Estes autores também estudaram a composição média das

rochas ígneas e concluíram que a composição média esta entre o granito e o basalto, que são os dois tipos de rocha

ígnea mais comuns. Contudo, estes dados não incluem muitas rochas do fundo os oceanos, o que poderia alterar estes

(13)

 Dos 88 elementos existentes naturalmente, apenas 8

compõem aproximadamente 99% em peso da crosta terrestre, sendo o oxigênio o mais abundante.

 Assim, a crosta da Terra consiste quase inteiramente em

compostos de oxigênio que são principalmente silicatos, carbonatos, óxidos, hidróxidos, fosfatos e sulfatos.

(14)
(15)

 Por causa da abundância do oxigênio e de outros elementos

de baixo peso atômico na crosta, a densidade média dela é de aproximadamente 2,8g/cm3. Assim, os minerais conhecidos como minerais formadores de rocha na crosta são, com

poucas exceções, membros dos grupos dos silicatos, óxidos e carbonatos, que possuem o oxigênio como principal ânion.

(16)

 Outros elementos ocorrem em quantidades muito pequenas e são

chamados de ELEMENTOS TRAÇO. Eles são medidos em partes por milhão (ppm) ou partes por bilhão (ppb). Apesar de sua pouca

abundância, eles podem fornecer informações sobre processos geológicos.

 Muitos elementos importantes para a economia tem abundância

média muito baixa da crosta. Por exemplo, em uma típica rocha, o Cu tem abundância de 55ppm, o Pb de 13ppm e o Hg de 0,08ppm.

 Os elementos traço podem ocorrer: 1) como elementos que

formam seus próprios minerais e 2) como elementos que estão apenas dispersos em outros minerais.

(17)

 A separação entre a crosta e o manto superior é associada

com uma grande mudança química de composição crustal rica em silício e alumínio para uma composição mais pobre em

sílica e mais rica em magnésio e ferro do manto.

 O manto superior é dominado pelo mineral olivina, seguida

pelo piroxênio.

(18)

 É possível analisar a composição do manto pelo exame de

amostras trazidas até a superfície por erupções vulcânicas e em falhas geológicas.

 Podem ocorrer em basaltos ou em chaminés de kimberlitos.

Kimberlitos são produtos de antigas e violentas erupções vulcânicas que ascendem na superfície em velocidades supersônicas, preservando minerais como o diamante.

(19)

 Em maiores profundidades e pressão, a zona de transição

possui descontinuidades associadas a mudanças nas propriedades dos materiais sem que haja mudanças na composição química. Exemplo da olivina:

(20)

Peso específico: Define-se peso específico como a razão entre o peso da substância em módulo e o seu volume. Portanto, o peso específico é o produto entre a densidade e a aceleração da gravidade.

(21)

 Não se sabe se a descontinuidade de 660km representa

somente uma mudança na composição ou se representa também uma mudança estrutural.

 O manto inferior, abaixo desta descontinuidade, é constituído

pelo mineral Perovskita (óxido de cálcio e titânio, CaTiO3). Estima-se que 80% a 100% do volume desta região seja

formada por minerais com estrutura semelhante a ele,

tornando-o um dos minerais mais abundantes do planeta, embora seja pouco encontrado na superfície.

(22)

 Para o manto inferior não se pode obter amostras

diretamente, são usados experimentos de laboratório de alta temperatura e pressão e simulações de computadores para determinais quais minerais são estáveis nestes condições.

(23)

 A transição do manto inferior para o núcleo é uma

descontinuidade química definida.

 O núcleo é extremamente denso e representa 30% da massa

da Terra, mas somente 1/6 (17% do seu volume); Este volume é maior do que todo o planeta Marte.

 O núcleo externo líquido, de 2.900 – 5.100 km, consiste

fundamentalmente de ferro, além de aproximadamente 2% de níquel.

(24)

 O núcleo interno sólido, de 5.100 km a 6.371 km, também

consiste em uma liga de ferro-níquel, contendo aproximadamente 20% de níquel.

 O núcleo possui pressões que correspondem a 3 milhões de

vezes a pressão atmosférica e temperaturas que atingem 7.600°C.

 Estudos e experimentos de minerais em pressões e

temperaturas extremamente altas mostram que esse

ambiente faz com que eles se comportem de maneira muito diferente da observada no manto e na crosta.

(25)

 Embora não seja possível determinar diretamente esta

composição média, hipóteses e cálculos podem ser feitos

usando limites como a composição média de diferentes tipos de meteoritos e volumes e composições conhecidos do

núcleo, manto e crosta, fornecendo uma estimativa global para a Terra.

(26)

 Mason e Moore (1982) calcularam a composição da Terra em

porcentagem de peso: Fe com 34.63%; O 29,53%; Si 15,20%; Mg 12,70%; Ni 2,39% S 1,93%; Ca 1,13%; Al 1,09% e sete

outros elementos (Na, K, Cr, Co, Mn, P e Ti) com quantidades de 0,1 a 1% cada um.

 A abundância média da Terra variam em relação a abundância

média da crosta.

 Isso implica que cerca de 10 a 15 elementos químicos,

apenas, constituem a matéria básica comum à maioria dos minerais.

(27)

 Para conhecer o interior da Terra, é necessário utilizar

métodos indiretos (sismologia, propriedades físicas, experiências).

 O calor interno da Terra e os processos de redistribuição são

importantes para entender os movimentos dentro e entre as camadas da Terra.

 Desde o século XIX se especula sobre a constituição interna

da Terra.

 Densidade média: 5,5g/cm3;

 Densidade da maioria das rochas expostas na superfície: 2,5 –

(28)

 Embora a maioria dos terremotos estejam a menos de 100 km

de profundidade, eles emitem ondas elásticas em todas as direções, prolongando-se por todo o interior da Terra;

 Onda P: velocidade de propagação maior e se propaga no ar e

também no meio líquido.

 Onda S: não se propagam em meios líquidos e gasoso, apenas

nos sólidos.

 As velocidades de propagação das ondas P e S dependem do

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