CAIilNIIAIIDQ
• 1 . 0 caminho e l o n g o .
2 . fi preciso chegar ate o f i m . . . 1 . 0 caminho e psaregoso,
2 » fi preciso d e s v i a r das pedras, q u ^ q a t f t ^ ^ f j o c i ^ e seguir
avante. \>>- ttvVU'
19 0 caminho e p e r i g o s o .
2 « fi preciso t e r coragem, c o r r e r os r i s c o s , enfirentar o pe
r i g o e ser c o n s t a n t s . . . >
1 . 0 caminho nao e s t a f e i t o *
2 . fi preciso contru£-lo todos 03 d i a s , arrandando espinhos, derrubando b a r r e i r a s , aterrando v a l e s . . .
1 . 0 caminho, as vezes, escurece,
2m fi preciso e s t a r prevenido, nao deixando nunca a lampada
sem a z e i t e . E s t a r proato tudo que acontece.
Xm I s vezes chove, faz f r i o , e a vento s i b i l a furiosamente
e n t r e a s e l v a .
2t fi preciso um a b r i g o . . . j
1» Its vezes o caminho e s o l i t a r i o . 2 . £ p r e c i s o um a a i g o .
1# Xs vezes o s o l queima, a sede devora,
2 . fi preciso uma sombra, uma f o n t e onde a gente se r e v i g o * r e .
1 . AS vezes, toda a p e r p e c t i v a de um caminho desaaarece. 2 . fi p r e c i s o uma osperanga profunda, sem l i m i t e s . Uma espe ranca que nunca desvanece.
1 . A c e r t e z a do que ALGtJfiH f a l o u e sua p a l a v r a nunca f a l h e , 2 . A c e r t e z a de que nao estamos sos nesta Jornada, mas s o -mos um povo c o n s t r u i n d o a sua e s t r a d a , rumo a um mesmo f i m .
l t Onde a promessa se cumprira plenamente,
2 « Onde nao havera mais chuva, nem f r i o , nem t r e v a s .
I t Tu que andas por este caminho, d i a a d i a , nao em t e r r a * de a r e i a , mas em chao f i r m e .
L
u 1 . Caminha serapre.
2. Nao importa que haja quedas.
l . I m p o r t a sempre comecar de n o v o . • . C o n f i a r sen ami Senpre s e g u i r a d i a n t e , como peregrino e como povo
e cresce do na mesma "et alimentados p e l a mesma esperanca, em busca1 p l e n a de camunhao - CAMINHANDO SEMPRE.
2.De mao8 dadas com a mesma coragem e mensagem. Eis o lema do c r i s t a c u
D E D I C A T f l R I A
A Jose e Terezinha, voces que foran os meua p r i m e i r o a • r a e 3 t r e s , a ibinha eterna saudade e a c e r t e z a de que a& suas preaenoaa* perraanecerao v i v a era meu coracao*
K G A
A 0 £ C Q L 5 G A 3
Que ac l o n ^ o d e a t a b a t a l h a aoube noa a c o i h e r de c o r a c S o s a u d a d e d a a e p a r a p a o e a c e r t e z a de „ 0 v a 3 e n c o n t r o a .
UNIVERSIDADE FEDERAL DA ?ARAfBA CENTRO DE FORMAQBO DE PROFESSORES CAMPUS V - CAJAZEIRAS
c/
OFfCIO Nfi 02/86 C a j a z e i r a s , { ^ r f o de 1936 DAS: E s t a g f a r i a s em Supervisao Escolar - Pedagogia
PARA: AMPEP
S r s . Professores,
Nos, e s t a ^ i a r i a s do Curso de Pedagogia, H a b i l i t a c a o S u -1 pervisao E s c o l a r , Campus V - C a j a z e i r a s , faz comunicar AMPEP e a comunidade em g e r a l , o nosso afastamento do movimento g r e v i s t a em v i r
-tude do r>razo de eneerra^cr.tc do eat a g i o .
Outrossim, comunicamos que f i c a a c r i t S r i o de cada uma • c o n t i n u a r ou nao apoiando o movimento g r e v i s t a .
Certos de contarmos com a compreensao de todos, apresen-tamos nosso proteatoe de estima e consideracao.
Atenciosamente,
_ auv.AHio Pag. 1 - I D E N T I F I C A Q A O « & 2 . - APRESENTAQAO o5 3 - DESEBVOLVIMENTO . . v6 4 - CONCLUSXo o% 5 - PONTOS P0S3ITIV0S 6 - PONTOS NiGATIVOS c# 7 - SUGE3T3ES yo 8 - ANEX03 I 9 - ANEXOS I I i # « 3$, §1 10 - R E F E R ••INC I AS B I 3 L I 0 G R A F I C A 3 * . . . 53
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UNIVER3IDADE FEDERAL DA PARAIBA CSNTRO DE FORMAQjfo DE PROFESSORES DEPARTAMENTO DE EDUCAgXo E LETRAS
CAMPUS V - CAJAZEIRAS - PB, g f f * B V B U °T F
CURSO: L i c e n c i a t u r a Plena era Pedagogia HABILITAgXO: Supervisao Escolar
INSTITUigSo DO E S T A G I Q : Escola Estadual de 1C Grau
Desem-bargador Botto de Meneses ENDEREQ0: Rua Higino Tavares S/N - Cajazeiras-Pb ADMINISTRATOR ESCOLARj Maria Bandeira de Melo Barbosa COORDENADORA DO ESTJtolOi Maria E l i z a b e t h Gualberto Duarte
ESTAGlARIASf
Com o i n t u i t o de r e l a t a r as experiencias r e a l i z a d a s d u r a n t e1 o periodo do Estagio Supervisionado em Superviaao em Supervisao Escolar o r e f e r i d o r e l a t o ^ l o n o s t r a o t r a b a l h o desenvolvido, enfocando os p r i n c i p a i s problemas que afetam diretamente o ensino aprendizagem, i'ats co m o j d e f i c i e n c i a de recursos d i d c t t i c o , f a i t a de c o n s c i e n c i a c r i t i c s p o r1 p a r t e dos professores, e n t r e o u t r o s .
Foram muitas as d i f i c u l d a d e s mais precisamente no campo de 1 atuacao da Supervisao e s c o l a r , mas com o p r o p o s i t o e o i n t e r e s s e de co locar^era p r a t i c a as t e o r i a s reoebidas, procurouse na medida do p o s s i -v e l r e a l i z a r - s e a t i -v i d a d e s que fossera de encontro a r e a l i d a d e educacio nal e ao mesmo tempo t r a z e r al^o de p r o d u t i v o p r l n c i p a l m e n t e no proces so ensino aprendizagem, como taabem a todos que de forma d i r e t a ou i n -diretamente c o n t r i b u i r a m para o desenvolviraento das t a r e f a s , disou.^r-soes e a n a l i s e de t e x t o s , o r i e n t a c o e s e s p e c i f i c a aos professores e 1 aplicaoao de t e c n i c a s .
Ao longo desse t r a b a l h o , houve a p a r a l i s a c a o das aulas com a greve dos p r o f e s s o r e s , fazendo uma a e r i e de r e i v i n d i c a c o e s ao governo1 e s t a d u a l .
Em d e c o r r e n c i a desse acontecimento v a r i a s a t i v i d a d e s , deixa?-ram de aer r e a l i z a d a s , havendo assim o engajamento das e s t a g i a r i a s • apoiando o movimento g r e v i s t a , ficando a turraa d i v i d i d a em grupos para o desempenho dos trabalhos na SUB-SEDE da AMPEP.
D S S E N V O L V I M E N T fi
Educacao e um processo continuo que nao tem i n i i
f i m . fi uma deacoberta, por que se e s t a r sempre ladeadas por situacoes novas e f o i com algumas experiencias v i v i d a s que desenvolveJU-se o Est a g i o Supervisionado em Supervisao E s c o l a r , r e a l i z a d o na Escola E s Est a -dual de 19 grau Desem&argador Botto de Meneses.
Aa a t i v i d a d e s Pedagogicas P o l i t i c a s e Educa^c^^i^ib^^fen— v o l v i d a s no r e f e r i d o estabelecimento, constaram dades * e n t r e e l a s ; r e a l i z a c a o de t a r e f a s em p r o l do educ^ando como:aplicacao1
0 <V
de t e c n i c a s , dfescunsao enfocando os p r i n c i p a l s problemas que afetara • diretamente a e s c o l a ; f a l t a de recursos d i d a t i c o s , a necessidade de m melhores condicoes f i s i c a s da escola e o u t r o s#
Orientacoes aos professores de 1$ e 4 ^ serdea, sessao de estudo com os t e x t o s : A v i d a na Escola e a Eacola na Vide, f i n a l i d a d e da L e i t u r a , A L e i t u r a na E a c o l a * . . Todaa as discuasoes i i n h a como ba-se, q u e s t i o n a r e d i s c u t i r j u n t o s aos professores afim de que pOssam 1 d e s p e r t a r nos seus educandos o verdadeiro v a l o r p e l a educacao.
. 1"0 educador deve l e v a r o aluno a compreender a r e a l i d a de c u l t u r a l , s o c i a l e p o l i t i c a a fim de que se t o r n e capaz de p a r t i c i ^ par do processo de consturcao da sociedade. 0 educador deve l e v a r o a luno a compreonder e o r g a n i z e r aua e x p e r i e n c i a de v i d a , para que ele* possa deaemvolver a capacidade de c r i t i c a r a r e a l i d a d e onde v i v e " .
0 t r a b a l h o o r a r e a l i z a d o teve um amplo acoapanhamento maas d i r e t o com a turma da 1 a e r i e , aendo p o r t a n t o p r i o r i t a r i o em v i r t u d e * dos alunoa na sua m a i o r i a apresentareia d i f i c U l d a d e s tan to na e s c r i t a1 como em l e i t u r a , para isso se fez necessario a r e a l i z a c a o de diveraoa
t r a b a l h o s C O M O : observacao das aulas a fim de d e s c o b r i r as causes que
d i f i c u l t a v a a aprendizagem, orieritaoao e s p e c i f i c a a p r o f e s s o r s , confec §Jo de m a t e r i a l d i d a t i c o e aplicaoao do mesmo $ e l a equipe de estagia^
r i a p a r a , consequentemente aer trabalhado p e l a f r o f e s s o r a .
0 t r a b a l h o constou ainda de comeracoes era homenagem as da tas c i v i c a s e s o c i a l s , como d i a do I n d i o , onde f o i preparado musica a ser centada pelas criancas discussao do t e x t o Verdades e M e n t i r a s So* bre o f n d i o B r a s i l e i r o , mostra. do sua i m p o r t a n c i a , seus costumes e •
t r a d i c o e 3 . Para o d i a do t r a o a l h o , foram orjanizado d e s f i l e de c r i a n -. 1 - C i t a c a o : Rodrigues Neidson, por uma Nova Escola-pag-. 8 4 -.
. r UF.PA com f a i x a s horaenageando a l ;umas p r o f i s s o e s como: medico, pla^eirp,f ; ,es4
t u d a n t e , a g r i c u l t o r , alem da confeccao de cartazes afim de deapertar nos alunos a importanciaa do t r a b a l h o na v i d a do homem, •;>»•• *N
A educacao e um processo de mudanca e tranaformacaa a alji da os seus planejamantos torn a f l e x i b i l i d a d e p o s a i b i l i t a n d o aasim uma mudanca de acao c o n t i n u a r p o r t a n to v a l e r e a a a l t a r que as a t i v i d a d e 3 * pedagogicas planejadas para um atendimento mais d i r e t o Junto ao profes sor aluno a comunida.de nao executada na aua t o t a l i d a d e mediante a um1 movimento g r e v i s t a deflagrado pelos professores da rede estadual de 1 e n s i n o .
Na t e n t a t i v a de colocar em p r a t i c a as t e o r i a s recebidas a> longo do c u r s o , procurou-se fazer qoa que o t r a b a l h o t i v e a s e um melhor rendimento t a n to no processo ensino aprendizagem, como tambem na des, c o b e r t a de melhores buscas para o desenvolvfcmento da metodolo^ia a p l i , cado em s a l a de a u l a .
Dando c o n t i n u i d a d e ao perfodo de esta ;io tambem foram rea l i z a d a s a t i v i d a d e s que nao esteyam p r e v i s t a s , tendo em v i a t a a p a r a l i , zacao das a u l a s ; em d e c o r r e n c i a da greve deflagrada pelos professores da rede e s t a d u a l , r e i v i n d i c a n d o do governo e s t a d u a l : piso s a l a r i a l de 6 , 3 a a r a n i v e l s u p e r i o r , 03 s a l a r i o 3 minimos para n i v e l medio: c o n t r a tacao de professores conveniados; e l e i c a o d i r e t a p a r a escolha de adra:L n i s t r a d o r e s e s c o l a r , e concurao de m a g i a t e r i o p u b l i c o , e para nao ha-v e r uma i n t e r r u p c a o nesta fase de e s t a g i o , resolha-veu-se p e l a equipe de professores o r i e n t a d o r e s dar prodseguimento as a t i v i d a d e a com o
enga-jaraento das e s t a g i a r i a s , apoiando aasim, o movimento g r e v i s t a dos pr£ feasores.
0 p r i m e i r o passo a ser tornado f o i a d i v i a a o da turma emf grupoa com d i a t r i b u t c a b de t a r e f a s , ficando d i v i d i d a s da s e g u i n t e f o r ma: comissao de redacao, comissao de d i v u l g a c a o , comissao de debate e uma comissao de v i s i t s as escolas, Tendo cada uma dessas comissoes de
terminadaa a t i v i d a d e s a serera deseiapenhada. A equipe de redacao preo-cupou-se em r e d i g i r ou prepara t e x t o s , abordando os temas; 0 d i r e i t o1 de greve, greve e Eduoacao Pol£tica, deaafio ao3 educadores, alem de1 prepaaa notas a serera d i v u l g a d a s . Fic ndo a cargo da equipe de debate coordenar as discuasoea r e a l i z a d a s na AMPEP, a cerca do movimento. En quanto o grupo de v i s i t a as escolas enoarre gou-ae em p e r c o r r e r todas1 as escolas da rede e s t a d u a l , envolvidad p e l a greve, a fim de conscien t i z a r ou m o b i l i z a r j u n t o os professores g r e v i s t a s na i m p o r t a n c i a na 1 l u t a pelos d i r e i t o s dessa c a t e g o r i a .
Realizou-se v a r i a s reunioes para a n a l i z a r as propostas e b o l e t i n s i n f o r m a t i v o s com declaracoes do governo e s t a d u a l . Onde
cons-Vetera/ . tatava-ae o deacanao quanto as r e i v i n d i e a c o e s exigidaa p£$os l^lre^lssoj^ res g r e v i s t a s , 0 n i v e l de negociacoes quase nao e x i s t * eat re ^ r ^ e a a o res e governador em consequencia disso o movimento de estenda e i vez mais se f o r t a l e c e .
Tentouse na medida do p o s s l v e l f a z e r um t r a b a l h o c o n j u n -to com os professores g r e v i s t a s procurando c o l e t i v a m e n t e , meios ou • s u b - s i d i o s para a g i l i z a r o f o r t a l e c i m e n t o deste movimento.
0 engo j amen to das e s t a ^ i a r i a s nab c o n t i n u o u j u n t o ao movi, men to g r e v i s t a em v i r t u d e do teraino da darga h o r a r i a exigida^pief a^ f i s c i p l i n a Eetagio Supervisiona&> de Supervisao Eaco^gff ^^o.$Vjeaae moti. vo encerrou-se as a t i v i d a d e s p r e v i s t a s para a fase*ti§ e s t a g i o .
Apois r e a l i z a c a o de am t r a b a l h o p r a t i c o , d eduz-^b^tiff^srff por demais grafic'fecaride, uma vez que o p o r t u n i z o u s e t r a b a l h a r com s i
-tuacoes d i v e r s i f i e d - 3 e ao mesmo tempo c o l o c a r em p r a t i c a algumas * t e o r i a s recebidaa ao longo do c u r s o .
Diante das experiencias v i v i d a s durante o estagio r a l i z a d o , nota-se a acoraodacao do p r o f e s s o r , como tambem a f a l t a de preparacao • c o n s c i e n t ef no aentido de l e v a r o educando a comecar l u t a r uma educa—* cao condi~ua com a aua r e a l i d a d e . Por isso teve-se a preocupacao em re
r e a l i z a r eatudos juntaraente com 0 8 professores e administrate r e s , abor dando temas, fazendo r e f l e t t r a a c o n s c i e n c i a c r i t i c a dos meamos para u1 uma p o s s i v e l mudanca no ensino, pois sabe-ae que nao o c o r r e mudanca de cima para b a i x o , mas o p r e t e x t o e o p r o p o s i t o ae a r t i c u l a na medida em que cada am aasume uma p o s t u r a f r e n t e a determinada s i t u a g a o .
Tentou-ae na medida do p o s s i v e l fazer em t r a b a l h o conjunto comoo professor mostrando aasim o verdadeiro papel do a u p e r v i 8 o r esco-l a r e ainda a i n p o r t a n c i a em o educador t r a b a esco-l h a r tomando por base a r
r e a l i d a d e c o n c r e t a do educando.
Nao esquecendo de r e l a t a r as d i f i c u l d a d e s a u r g i d a d u r a n t e1 o periodo de formacao academica como tambem especificamente durante a p r a t i c a pedagogica na i n s t i t u i c a o do e s t a g i o , algumas a t i v i d a d e s deixa,
ram de ser roalizada em d e c o r r e n c i a da paralizacao das aftla* acontecen do a greve dos professores da rede e s t a d u a l .
P O N T O S P O S I T I V O S
- Oportunidade de c o n t a c t a r raais de p e r t o con os |>roblemas educacionais.
- 0 apoio recebido p e l a escola que o r a r e a l i z a o s p a r t e do e s t a g i o ,
- A p a r t i c i p a c a o das s s t a g i a r i a s no movimento g r e v i s t a ,
A r e c i p r o c i d a d e de experiencias e n t r e e s t a g i a r i a s x p r o -fessores.
P O N T E S N E G A T I V O S
- Sendo o e s t a ; i o a u l t i m a etapa do eurso, e por isso considerada a mais i m p o r t a n t e , nao d e v e r i a ser apenas um p e r i o d o ,
- F a i t a de o r i e n t a c o e s por p a r t e da equipe de o r i e n t s , dores, diretamente nas escolas.
- A nao c o n t i n u i d a d e do estagio nas escolas.
S U G E S T O E S
- uue haja em acompanhamento mai3 d i r e t o por p a r t e da equipe de o r i e n t a d o r e s ,
- Que haja em especie de planejamento p a r t i c i p a t i v o * juntamente com as e s t a g i a r i a s para d i s c u t i r j u n t o as a t i v i d a d e s a sere::: desenvolvidas,
i» Que a u n i v e r s i d a i e c r i a s s e umaHescola m o l e l o " para* realizacao do e s t a g i o .
"A N E X 0 3 " I
PAUTA DE
BBgBdfl
LOCAL: Escola Estadual de 12 Grau Desembargador J3oto de MenesesT DATA: 11/03/86 RESPONSXVEIS: 0 3 j : ] r i / 0 3 : - Bsclarecer nosso o b j e t i v o na e s c o l a . PARTICIPANTES: - Professores, a d m i n i s t r a d o r e e s t a g i a r i a s . ASSu::roj A S E : L ; M D I S C U T I D O S :
- A p l i c a r q u e s t i o n a r i o com profe33ores para c o l e t a de dados a f i m de i n i c i a r m o s :o o t r a b a l h o na e s c o l a ,
- D i s c u t i r a r e s p e i t o do funcionaraento da escola,
- D i s c u t i r junto aos professores nossa proposta de t r a b a l h o ,
MfiTODOLOOIA U T i l l ZAPA:
- Conversa i n f o r m a l com aplicaoao de q u e s t i o n a r i o ,
CONCLUSflO:
Foi sugerido pelos professores da escolr que se apresente • novas t e c n i c a s , assim como orientacoes adquadas, ou mesmo novas meto-l o g i a s , a f i m de s e r v i r de s u b s i d i o s para memeto-lhorar o n i v e meto-l de aprendi. zagem no que se r e f e r e a l e i t u r a , j a que os nesmos alegara d i f i c u l d a - * des e n c o n t r a d a 3 nesse 3 e n t i d o .
Aprovacao da c r i a c a o do polo tab de saude, ou mesmo CANTINHO DE SAtJDE, por a escola tambem ser parr demais carente nesse* aspecto.
Necessidade de uma maior o r i e n t a c a o a turma da l a 3 e r i e , • por e s t a ser alen de numerosa, heterogonea e p r i n c i p a l m e n t e se c o n s t i t u i r em sua m a i o r i a por a l u n o 3 nao a l f a b e t i z a d o , •
.Aera/
exigindo por sua vez uma a a i o r preocupagao e prepa/fcgao do' p r o f e s s o r , D i f i c u l t a n d o assim o ritrao de aprendizagem « e a l v
guns dos alunos. V3
<•
M S S I I O N A R I Q AOS PROFESSORES
1) - Voce sente d i f i c u l d a d e em ensinar alguaa d i s c i p l i n a 2 ^ u ^(f e^p o r '
que?
^ 2 T 5 » ^
2) - Voce sente necessidade de uma orientagao supervisora? 3) — Qual o papel do 9f i Centro Regional aqui na Escola?
4 ) - Qual a 3 e r i e que raerece ou n e c e s s i t a de maior orientagao?
5) - Que sugestoes voce ( s ) a p o n t a r i a para que possamos desempenhar um bom t r a b a l h o junto a escola?
TABULACfo) DO ^ U E Q T I O N X R I Q APLICADO AOS PROF J33ORES
As d i f i c u l d a d e s encontradas no tocante a metodologia d i z r e s p e i t o , p r i n c i p a l - pnte a f a l d a de m a t e r i a l d i d a t i c o por a escola 1 ser por demais c a r e n t e , tanto nesse s e n t i d o como em o u t r o s . Ficando a cargo do p r o f e s s o r c r i a r meios ou forraas de ensinar para quebrar a me. n o t o n i a que as mermas alegam e s t a r e x i s t i n d o . E ju3tarnente por i s s o , ' reclamam uma maior orientagao s u p e r v i s o r a nes3e aspecto.
Por o u t r o lado a s e r i e que n e c e s s i t a de uma maior o r i e n t a -1
goo e a l a s e r i e , uma vez que os alunos desta s e r i e na sua m a i o r i a 1
nao sao a l f a b e t i z a d o s .
Os professores sugerem d i a n t e tudo expos to acima que s e j a 1 t r a z i d a novas tecnicas ou meios que venham dinamizar e rootivar, v i s a n do maior n i v e l do aprendizagem.
Com esta discussao, ooservamos as d i f i c u l d a d e s e x i s t e n t e na e s c o l a no tocante nao so a metodologia a p l i c a d a em s£, nao dispoe de r e c u r s o 3 que po3sam b e n e f i c i a r o educando, uma vez que nao a escola 1 recebe qualquer t i p o de orientagao,- ficando assim a cargo do profesv* sor d e s c o b r i r formas para raelhorar e/ou raudar a r o t i n a das a u l a s . Por o u t r o l a d o , naoresta duvida que o professor nao deve a g i r somente co-mo agente de informagoes, mas coco-mo um verdadeiro educador. Nao proco-mos vendo uma oducagao meramente raecanicista, nao abr'ndo a33im espago pa r a o lado c r i a t i v o que toda c r i a n g a tem.
ROTBIRO DE ATIVIDADES; l a S e r i e Comunicagao e Eapressao Q B J E T I V O : Despertar o i n t e r e s s e p e l a l e i t u r a , atraves do l i v r o t a x -t o . METODOLOGIA;
- L e i t u r a de palavras e x i s t e n t e s na s a l a de aula obedecendo as seguintes etapas: • Palavras relacionadas e f i g u r a s • Palavras sera f i g u r a s . Q B J E T I V O ; - A p l i c a r tecnicas de l e i t u r a METOJOLOGIAl a) Incentivagao
• A n a l i s e de ^ravuras com as criangas
• Exploragao de experiencias BObra o assunto.
b) Apresentagao de palavras novas u t i l i z a n d o os seguintes 9 recursos:
. Uso do quadro de g i z • Uso do f l a n e l o g r a f o . Uso de ficha3
c) Exploragao de palavras de acordo com a r e a l i d a d e da crian ga:
. Uso de gravuras
ftBJETIVQ;
- Compor o i l a b a s em p a l a v r a s .
M ; - T 0 D 0 L 0 G I A :
- Apresontacao de um c a r t a z i l u s t r a t i v o da s i l a b a a ser os* tudada.
- Iraprovisao de uma h i s t o r i a r e l a t i v a a s i ' a b os alunos fiquem i n t e r o s s a d o s .
03JETIV0:
- Estudav p a l a v r a s de acordo con a r e a l i d a d e v i v e n c i a d a pe l o aluno.
METODOLOGIA;
- Apresentaoao de c a r t a z e s , gravuras ou ainda atraves de * his t o r i a relacionados a p a l a v r a *
0 3 J E T I / 0 ;
- Observar espacamento r e g u l a r entre p a l a v r a s .
METODOLOGIA;
- Observagao da e s c r i t a f e i t a pelo professor no quadro de 1 g i z .
- Copias de p a l a v r a s e pequenos trechos apresentando domi*1 nio no trago das l e t r a s 5 c-spagamento e n t r e p a l a v r a s .
D U R A C X Q I
AVALIACKO;
0 r e f e r i d o piano f o i elaborado para ser executado num p r a zo de 3 0 d i a s .
Os alunos apresentarao i n t e r e s s e p e l a l e i t u r a , atraves de e x e r c i c i o s i s u a i s com u t i l i z a g a o de g r a v u r a s ,
E x e r c i c i o e s c r i t o envolvendo situagoes ou experiencias vi^ v i d a s pelo a l u n o .
A t i v i d a d e s o r a i s para exploragao de estudo de p a l a v r a s . Exploragao de t e x t o s novos para i n c e n t i v a r o gosto p e l a 1 l e i t u r a .
R0T2IH0 DE ATI7IDADE3: 1 S e l l Matematica
I OBJETIVO;
- Representar conjuntos com r e s p e c t i v o s elementos: f l o r e s , a r v o r e s , f r u t a s , objetos e e t c .
METODOLOGIA:
- Uso do quadro de g i z - Uso de gravuras
- Comparagoes com situagoes d i v e r s i f i c a d a s .
OBJETIVO:
- I d e n t i f i c a r quantidade de elementos nos c o n j u n t o sf mos— • trando os elementos que pertencem ao mesmo c o n j u n t o .
METODOLOGIA:
- D i s t r i b u i c o o de m a t e r i a l d i d a t i c o para i d e n t i f i c a r os ele mentos que^pertencem ao mesmo c o n j u n t o ,
- U t i l i z a g a o do l i v r o - t e x t o mostrando a quantidade de ele mentos nos c o n j u n t o s .
- Reuniao de o b j e t o s do aluno para formagao de conjuntos 1 Como: l a p i s , borracha, cadernos)
OBJETIVO:
I d e n t i f i c a r conjuntos quanto ao numero de elementos,
METODOLOGIA:
- Vi3ualizagao de gravuras com os numero3 n a t u r a i 3 .
- Apresentagao de m a t e r i a l , fazendo a d i f e r e n g a de o b j e t o s .
OBJETIVO:
D i s t i n g u i r conjuntos i g u a i s de conjuntos d i f e r e n t e s a t r a -ves de simbolos m e ^.
METODOLOGIA;
- U t i l i z a c a o de f i c h a s com os sirabolos = e ^ em um
nado c o n j u n t o , a fim de mostrar a quantidade de elementos.
I I DUKACTfo:
0 r e f e r i d o piano f o i elaoorado para ser executado num prazo de 3d d i a s .
H I AVALIACRO;
As a t i v i d a d e s p**anejadas a ••rem aplicadas despertarao i n t o resse pelo estudo de conjunto atraves de v i s u a l i z a c a o de g r a v u r a s .
- U t i l i z a c a o de f i c h a s com os simbolos 8 e 5*. - E x e r c i c i o s e s c r i t o s atraves do l i v r o - t e x t o .
TEXiQ DIoCIJTIDQ
5emana Janta
Jesus C r i s t o , o F i l h o de Deus, nasceu em Belem,
Depois, mudou-se coia seus p a i sf Jose e M a r i a , para a c i d a
-dezinha de Nazare. i t a
Quando completou t r i n t a anosf comecou a enaj^pajV^B ^ o v o ^ u e : - Deus e nosso Pai e nos devemos v i v e r ur^jjgftop^&zendo o • bem a todos.
Durante sua v i d a ele ajudou a todos que iam p r o c u r a - l o , - curava os doentesj
- consolava os a f l i t o s ;
- r e s t i t u i a a v i d a aos mortos ,
Mesmo assim, algumas pessoas q u i 3 e r a m m a t a - l o , Por isso ele f o i condenado a. morte numa c r u z .
Durante a semana santa lembrarao-nos do grande amor de Jesus para conosco, Ele deu sua v i d a por nos, para nos alcancar o perdao de nossos peuados.
BI3LI0GRAFIA:
T S X T O
SfiSBB 2.
H A L L E YNa sua passagera a n t e r i o r pelas proximidades da t e r r a . En1 1970 o cometa de Halley deslumbrou e atemorizou as pessoas com a sua* cauda. E como os c i e n t i s t a s da epoca dispunham. apenas de equipamentos rudimentares e poucas, - i "ormacces sobre o a s t r o , a populacao nao po d e r i a mesrao r e s i s t * ' * a cauda de boatos que s u r g i r a m . D i z i a - s e por 1 exemplo, que a fusao da atmosfera da t e r r a com o cometa d a r i a origem' a um gaz venenoso, o que fez com que algumas pessoas r i c a s mandassem* c o n s t r u i r abrigos blindados para a protecao de suas f a m i l i a s , Outras, de menos recursos, fecharam desesperadamente as fendas de p&oftaa e j a nelas de suas cases a fim de e v i t a r a penetracao do gas, E nao f a l t o u ate quem inventasse um c e r t o " e l i x i r a n t i c o m o t a " .
Com estes sentimentos encanto e temor, em Minas Gerais, 1 um menino que se t o r n a r i a um grande poeta s s i s t i u a passagem do
come-t a . Seu nome: Carlos Drummand de Andrade. Em I 9 6 0 , meio seculo mais 1 t a r d e , e l e e s c r e v e r i a numa c r o n i c a para a r e v i s t a Mundo I l u s t r a d o : • "Aos sete anos i m a g i n e ! que i a presericiar a morte do mundo ou m o r r e - ' r i a com e l e0 Um cometa mal—humor ado v i s ! t a r l a o espaco. Sua cauda t o c a r i a a Terra e tudo e s t a r i a acabado. Prepareime para morrer com t e -mor e c u r i o s i d a d e . 0 que aconteceu a n o i t e f o i maravilhoso. 0 cometa apareceu denso de l u z , E airosamente d e 3 l i z o u sobre nossas cabecas 1 sem nos dar c o n f i a n c a de nos e x t e r m i n a r " .
0 HALLEY g UM SINAL DE DESGRAOA?
Nao f o i em 1910 que o Halley provocou a n g u s t i a e panico pe l a p r i m e i r a vez, Nas c i v i l i z a c o e s mais a n t i g a s , sempre se a c r e d i t o u k a n t i g a s , sempre se a c r e d i t o u que as chuvas de meteoros e os cometas • tinham origem d i v i n a e eram usados pelos deuses para mostrar a l e g r i a * ou c o l e r a . Desde 240 a.C., quando se fez o p r i m e i r o r e g i s t r o do
come-t a de H a l l e y , a3 s u a 3 passagens foram aasociadas e grandea come-t r a g e d i a s . Entao, o Halley prenuncia desgracas? Os c i e n t i s t a dizera que nao Paulo C a m i l l i , engenheiro e l e t r o n i c o do I n s t i t u t o de Pesquisas E s p o c i a i s , • a f i r m a : "Nao ha nenhuma relacao necessaria e n t r e a passagem do cometa e esses acontecimentos".
"Coraetas sao a s t r o s que se parecem oom uma es£r-ela eii t a em uma nuvem de f r a c a l u M n o s i d a d e . Ess a nuvem e que sugerf, a i m a / gem de uma c a b e l e i r a " . Os cometas podem apreoentar t r e s p a r t e s :
1 — 0 nucleo e a regiao c e n t r a l do cometa e a que possui* maior b r i l h o #
2 - A como, segunda p a r t e do cometa, contem gases e M ^ * *
r a . E l a envoi ve o n u c l e o , ^ ^ j t f c0*
3 - As caddas, u l t i m a p a r t e do c o m e t a ,g j^ E d u a s , ambas • formada3 pelos gases e p o e i r a que tambem compoem a coma, Bstas duas ' caudas pddem chegar a medir ate 150 milhoes de q u i l o m e t r o s . a d i s t a n c i a e n t r e a Terra e o S o l , Em 1910, a cauda do H a l l e y a t i n g i u d o i s * tercos desta extensao: 100 milhoes de q u i l o m e t r o s ,
QUEM DB3C08RIU Q. HALLEY?
Foi Edmund Halley quern, em 1682, peeviu p e l a p r i r a e i r a vez que o cometa de H a l l e y v o l t a r i a a que isso se r e p e t i f c i a a cada 76 anos
QUAL 0 MELHOR PSRI0D0 PAR. * u
No f i n a l de f e v e r e i r o e i n l c i o de marco, o H a l l e y podera' ser v i s t o a olho n u , e o melhor momento para observa-lo e um pouco an tes do na3cer do S o l . Na Seaana Santa e l e e s t a r a a l t o no ceu e m u i t o1 b r i l h a n t e , Mas sua menor d i s t a n c i a da Terra s e r a no d i a 12 de a b r i l , * quando e l e b r i l h a r a do lado esquerdo do Cruzeiro do S u l .
VSRDADES & MENTIRA3
SOBRE & fNDIO BRASILEIRO
Subestimados muitas vezes nos cursos de H i s t o r i a do Bra-a i l , os f n d i o s sBra-aof frequentamente, v f t i m a s de p r e c o n c e i t o s , 0 mia 1 em que se comemora o Dia Nacional do f n d i o e uma boa oportunidade pa, r a uma a u l a de revisao da f i g u r a do f n d i o , t a l como e l a e apresentarda na t o l e v i a a o , nos f i l m e s e em l i v r o s d i d a t i c o s . Aqui a a n t r o p o l o -ga Norma Abreu T e l l e s , e s p e c i a l i s t a neste assunto, v a i ajudar voce a preparer essa a u l a ,
Quando eu era c r i a n c a , q u e r i a saber como v i v i a m os h a b i -tantes de nossa t e r r a , antes dos Portugueses chegarem, Mas na escola, a H i s t o r i a do B r a s i l e r a ensinada a p a r t i r do d i a descobrimento como se um pa is pudesse coraecar com d a t a marcada. F i z faculdade de H i s t o -r i a e c o n t i n a e i a quase so pode-r estuda-r a Eu-ropa. B u i , entao, p a -r a1 o curso de A n t r o p o l o g i a e e s c r e v i um l i v r o aobre oa preconceitos con
t r a os f n d i o s nos l i v r o s d i d a t i c o s . So entao percebi que f i z e r a a t e1 a l i t i n h a sido t e n t a r responder as perguntas da minha i n f a n c i a .
Os f n d i o s vivem na m i s e r i a ?
Ha alguns anos, um grande antropologo demonstrou que t o -das as sociedades geram necessidades em seua membroa. E que a noasa1 aociedade c r i a necessidade que poucas pode atender planamente. Ja as sociedades indfgenaa nao ao atendem i n t e i r a m e n t e as necessidades que geram como ate vao alem: criam excedentes. Entao, por este angulo, * noa e que vivemos numa aociedade de p e n u r i a . De qualquer forma, a i n d i g e n c i a e a mendicancia nao exiatem e n t r e oa f n d i o s ,
Eles sao realmente pagaos?
Antigamente pensavamos assim: se somos s u p e r i o r e a , entao o nosso Deus e, tambem, s u p e r i o r aoa dos f n d i o s . Alguns l i v r o s d i d a *
t i c o s chegam meamo a apresentar a catequese como um bem maior que • doamoa aos f n d i o s . No e n t a n t o , na hora em que um fndio3e convencido^ de que,tudo a q u i l o em que acreditando a i d e i a da s u p e r i o r i d a d e do • b r a n c ot Hoje, f e l i z m e n t e , 03 m i s s i o n a r i e s , comegam a d e i x a r de lado*
A f i n a l , a p a l a v r a pagao so tem s e n t l d o se compreendida em r a^ g a o j a a
nosso Deus. Nem todos os f n d i o s tem um deus, mas todos teW^pelo me~*^l
nos alguma explicagao para o surgimento do mundo. Os Guajrania* °por * exemplo, tem uma f i l o s o f i a complicadfssima que envolve n%o um deus • mas a " t e r r a sem males" que eles proeuravam. Outro povo/to I f c p i , e a/
vezes e mostrado como adorador de Tupa, o t r o v a o , que s e r i a \tra*«4«tfs. Na verdade, os Tupis nao supunham encontrar deus na n a t u r e z a .
Sao alegres como se comenta?
Apesar de todas as d i f i c u l d a d e s que os f n d i o s enfretam,* aimda e possfvel pensar neles como em pessoas a l e g r e s . As suas neceg sidades sao atendidL p e l a sociedade em que vivem. Assim, nao tem ml. maiores motivos para a i n f e l i c i d a d e . Apesar d i s t o , como nos, eles •
tembem sentem ciumes, v a l o r i z a m o a t a t u a (%ue as agoes corajosas lhes dao, por exemplo) e tem a t r i t o s . Um motivo r e a l de i n f e l i c i d a d e para
0 0 £0
eles e s e r s o l t e i r o . ^uem e s o l t e i r o nao tem aem oa cunhados para 1 ajudar a f a z e r a p a r t e dos s e r v i c o s 4ue l h e cabe dentro da d i v i s a o * t r a b a l h o a , nem tem a mulher, que faz a o u t r a p a r t e dos s e r v i c o s , E,1* p o r t a n b o , torna-se ainda mais pobre na comunidade,
Agem sempre com agresaividade?
Para i n f c i o de converaa, acho que temos de reconhecer • que nos p r o p r i o s somoa muito agressivos, a toda hora, no o n i b u s , na
r u a . Quanto aos f n d i o s , ha um t i p o de agresaividade neles que me par-rece j u s t i f i c a d a , fi aquela provodada p e l a invasao das t e r r a s deles ( pelos brancos, \ p a r t e i s to e verdade que ha sociedades indfgenas em que as c r i a n c a s maiores batem nas menores, Em o u t r a s , aao as c r i a n ^ * gas que apanham das menores. Porem, a impressao que as vezes se tem de que eles estao se matando e se comendo nao e v e r d a d e i r a . A l i a s , o canibalismo indfgena tem sido mal compreendido e n t r e nos. Os f n d i o s * que comem gente nao fazera i s t o por estarem com fome. Ha e n t r e elea a i d e i a quaae r e l i g i o s a de que o canibalismo permite conservar dentro* do grupo deles a f o r g a de uma pessoa que morreu. Como se, ao comerem a came de uma pessoa, pudessem manter e n t r e e l e s a e n e r g i a d e l a .
A c r i a n g a f n d i a tem educagao?
M u i t a gente v i u recentemente, na t e l e v i s a o , numa s e r i e • de documentarioa sobre o Xingu, a c o n v i v e n c i a amorasa que os f n d i e a ' tem com suas c r i a n c a s , Numa cena, homens trinavam uma danga guerrei— r a . De r e p e n t e , um menino r e s o l v e f i c a r cutudando os pes dos guerre^, r o a . Nlguem teve uma u n i c a a t i i u d e de impaciencia com e l e . Pois bem, a educagao e n t r e os f n d i o s c o n s i s t s em ver a f a z e r , Sem l o c a l nem •
h o r a r i o determinados. Em c e r t a f a i x a de idade, todae as fl^ancas^d^V
mesmo sexo comegam a f a z e r c o i s a . Digamoa, os meninos vfe pes,oja$. fi*% ouvindo as h i s t o r i a s dos mais velhos que as criangas a i t o n d e n o ^ m i *
t o a . Entao, polo f a t o de a educagao deles t e r estas c a r a ^ t e r s t i c a a< ^
que a questao da a l f a b e t i z a g a o dos f n d i o s se to m a c o n t r o v e r ' t i d a > >/* Quando ae i n s t a l a d a uma escola numa a l d e i a , impoease uma d i v i s a o que nao e x i s t i a a n t e s . Passa a haver um l u g a r especffico para a educagao. Alem d i s t o , leva-se a s a l d e i a a convicgao, que e 80 nossa, de que • aprender a l e r e fundamental. I a t o porque nao v a l o r i z a n o s , como eles, a t r a d i g a o da c u l t u r a o r a l . E p i o r : atraves da alfabetizagao o u t r o s * v a l o r e s da nossa c u l t u r a sao passados a e l e a . Por o u t r o l a d o , no en* t a n t o , veraos nos Estados Unidos e no Canada que muitos foraa para a u n i v e r s i d a d e e, depois, paaaaram a usar o conhecimonto a 4 q u i r i d o a l i em defesa dos gaupos a que pertenciam.
Sao mais atrasadoa que nos?
Ha l i v r o s d i d a t i c o s em que os auto res afirmam: "0 f n d i o * e a t a na Idade da Pedra P o l i d a " . E nos n a t u r a l m e n t e , estamos na Idade Atomica. Entao, somos s u p e r i o r e s . 0 maior problems destea l i v r o s e 1 que ainda difundera a t e o r i a do evolucionisno s o c i a l , Segundo t a l teo r i a , a humanidade p e r c o r r e u ao longo da H i s t o r i a uma eacala ascanden t e . Os f n d i o s estariam no p r i m e i r o degrau deata eacala e o homem oc-L d e n t a l , europeu, ljurgue8, e s t a r i a no topo. Esta t e o r i a e f a l s a . A 1 h i s t o r i a da humanidade se desnvolveu em muitas d i r e g o e s . Os povos i n , dfgenas existem ha m i l e n i o s e durante este tempo acuraularam conheci— mentos, aperfeigoaram t e c n i c a s e ae modificaram, como nos. 0 conheci, mento que dominam d i z r e s p e i r o a necessidade de viverem bem. Eles co, nhecem as e s t r e l a s , as estagoes c l i m a t i c a s , as eraas, aabem cagar, $ p l a n t a r e c o l h e r . ' E , alem d i s t o , tem dangas, r i t o s , m i t o a , p i n t u r a a * c o r p o r a i a e magnfficas a r t e a p l u m a r i a s ,
fi verdade que aao preguigoaos?
Temoa um conceito de t r a b a l h o que e c r i a d o pelo noaso mo. do de produgao economica. Como no c a l c u l o do v a l o r dos nossos a a l a -1 r i o a e levado em conta o numero de horaa que t r a b a l h a m o 8 , a c r e d i t a - ' mos que tempo e d i n h e i r o . Oa f n d i o s trabalham a p e n a 8 para a a t i s f a z e r aa suas necessidades. Se c r i a r e m algum instrurasnto que reduza o tem-po gasto no t r a b a l h o , nao i r a o a p r o v e i t a r , como nos o farfamoa, para
s e n t i d o . Eles a p r o v e i t a r i a m as horas ganhas para f a z e r A l g o que gassem realmente i m p o r t a n t e# V i a j a r i a m , v i s i t a i a m outvgs peaeo/'as bom lembrar que os europeus do n o r t e tambem acham os tyrasileirasv dizem que por sermosaassim e que estamos atrasados cul'turalmente <
relacao a e l e s , 0 que, e c l a r o , nao e verdade, ^ JA e
D I A DO fNDIO
M C S I C A J 0 cravo b r i g o u com a rosa
0 f n d i o usava o arco A f l e c h a e o tacape Seu Deus era Tupa Ciue adorava to da manha
Cora a caca e com a pesca 0 f n d i o v i v i a f e l i z Andando d e r r i o a r i o Coraendo sua r a i z Foram eles os p r i m e i r o s Habitantes do B r a 3 i l tfiva o i n d i o f a - u e i r o No 19 de a b r i l .
A t i v i d a d e s desenvolvidas g ara comemoracao do Di balho:
- Conversa i n f o r m a l com os alunos de l a e A trando a i m p o r t a n c i a do d i a do trabalho descando as p r i so es;
DESFILE DAS PROFISSDES
Organizacao: nomeia-se um coraentarista ( a l u n o ) para n a r *1 r a r a i m p o r t a n c i a de cada p r o f i 3 s a o , durantte o d e s f i l e 1 f o i t o pelas c r i a n g a s .
- Um grupo de 05 alunos recebe uma f a i x a em homenagem a cada p r o f i s s a o ;
1 aluno: Homenagem ao medico. 1 aluno: Homenagem ao a g r i c u l t o r . 1 a l u n o : Homenagem ao p r o f e s s o r . 1 aluno: Homenagem ao estudante. 1 aluno: Homenagem ao padei£o«
T E X T O
LEITURA3 PARA 0 1£ GRAU CRITgRIOS DE SELECSO E 3UG53T0E3
Saberaos que a e x p e r i e n c i a i n f a n t i l de contato com os l i -vros deve anteceder a idade e s c o l a r . Podemos d i z e r que a c r i a n c a de ve d e s c o b r i r o prazer da l e i t u r a muito antes de aprender a l e r . Tais afirraagoes remetera a i m p o r t a n c i a do ambiente f a m i l i a r na formagao do h a b i t o de l e i t u r a . Mas, embora a atuagao do3 p a i s s e j a f u n d a m e n t a l ,1 e para o professor que convergem as maiores e x p e c t a t i v a s . Tal s i t u a ? ~ gao c o n f i g u r a - s e , h i a t o r i c a m e n t e , a p a r t i r do raomento em que a esco* l a passa a ser responsavel p e l a a l f a b e t i z a g a o da i n f a n c i a e assume 1 sua formagao educauiva p o s t e r i o r . Cabe, entao, ao professor i n i c i a r ' a c r i a n g a nas l e t r a s e i n c e n t i v a r - l h e g o s t o , visando a desenvolver o h a b i t o da 3e i t u r a . fi ele quem v a i i n d i c a r os l i v r o s ao alunos, o f e r e cendo-lhes um r e p e r t o r i o de t i t u l o s em que possam se movimentar, se-* gundo suas p r o f e r e n c i a s e i n t e r e s s e s .
P o r t a n t o , o p r i m e i r o passo para a formagao de h a b i t o de' l e i t u r a na escola d i z r e s p e i t o a selegao do mate * ' . a l . Alguns c r i t e -r i o s devem se-r levados em con..a:
l . F i n a l i d a d e da l e i t u r a
As a t i v i d a d e s de leituraera s a l a de aula atendem a dois • objfetivos basicos: infornagao e recreagao. No p r i m e i r o caso, o t e x t o fornece dados espeefficos para um campo de estudo do c u r r a c u l o ou i n formagoes genericas sobre f a t o s da a t u a l i d a d e . 0 p r o f e s s o r v a i i n d i -c a r , entao, l i v r o s , jo m a i s , r e v i s t a s e o u t r o s p e r i o d i -c o s sobre o as sunto em pauta em determinado momento.
A l e i t u r a r e c r e a t i v a nao v i s a a aquisigao i m e d i a t a de conhecimentos, mas e l a e necessariamente pedagogica, uma vez que pas sa sempre ao l e i t o r uma mensagem, mesmo que s e j a : "Nao ha raensagem,o iraportante e nos d i v e r t i r m o s " . 0 mesmo a u t o r a f i r m a que "um l i v r o s p a r a a juventude, antes de tudo, e um l i v r o que os jovens leem comppra z e r " , 0 l i v r o sera t a n t o a a i s agradavel quanto mais o aluno erabre— 1 nhar-se no conteudo humano c o n t i d o no t e x t o .
Enquanto a l e i t u r a i n f o r m a t i v e e alvo de todas as d i s c i -p l i n a s , a l e i t u r a r e c r e a t i v a , de l i v r o s de ficgao e -poesia, d i z res, p o i t o especificamente ao p r o f e s s o r de Portugues. P o r t a n t o , e l a deve' ser uma a t i v i d a d e p r i o r i t a r i a no pro;raraa de estudos de linguagem.
Seu e x e r c i c i o p o s s i b i l i t a r a ao aluno uma forma h a b i t u a l / ^ i l a z e r ^ a d * memso tempo em que agugara seu e s p i r i t o de a n a l i s e e crftfica-'da Xkte
r a t u r a como expressao c u l t u r a l .
2. Qualidade do m a t e r i a l /../.«•'.<*•'•
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A qualidade do m a t e r i a l e f a t o r d e c i s i v o para a e f i c a c i a do t r a b a l h o com a l i t e r a t u r a i n f a n t o - j u v e n i l na e s c o l a . Impoe«sef en t a o , o problema da adequagao dos textos ao p u b l i c o . E s c r i t a por um • adulto para um l e i t o r c r i a n c a ou jovem, t a l l i t e r a t u r a apresenta na genese de 3eu processo oomunioaolonal a relagao a s s i m e t r i c a e n t r e os elementos. A adaptagao dos componentes do t e x t o a r e a l i d a d e do l e i t o r e uma forma de atenuar a a s a i n e t r i a9 A qualidade das obras deve ser oensada, p o r t a n t o9 a p a r t i r dos diversos n i v e i s de adaptagao:
2 . 1 . Assunto
0 l i v r o descinado a criancas e .lovens pode apresentar os mais variados temas e assuntosf desde que adaptados a compreensaaodo l e i t o r e s f e g n i f i c a t i v o s ao seu u n i v e r s e fi i m p o r t a n t e , sobretudo, • que o t e x t o , ao mesmo tempo em que funcione como um intrumento de i n
tegragao do s u j e i t o a a o meio, atraves da aceitagao dos padroe3 social, a, conduza-o r e f l e f c i r sobre oa r e a l i d a d e , posicionando-se c r i t i c a m e n t e * d i a n t e da mesma. Para i s s o , e neceosario que a f i g u r a do h e r o i , a qft quel o l e i t o r 3e i d e n t i f i c a r a , p r o j e t e a imagem de uma c r i a n c a e m -1 1 preendedora, que age e i n s t i g a as demais personagens a. agao. Sua t r a
j e t o r i a a l e v e r a ao amadareciraento, a d e 8 c o b e r t a de valores e nao a simples aceitagao da norma a d u l t a .
2 . 2 . E s t r u t u r a da h i s t o r i a
A l i t e r a t u r a i i n f a n t i l deve r e p e t i r o modelo do conto de fadas t r a d i c i o n a l , que a e x p e r i e n c i a demonstrou ser o de maior suoes 30 j u n t o aos l o i t o r e s . A h i s t o r i a abre—secom uma situacao de c a r e n -1 c i a ou c o n f l i t o , a q u a l sobrevem uma agao saneddora. Para r e s o l v e r o problema, o h e r o i v i v e uma s e r i e de p e r i p e c i a s , contando com a ajuda de amigos (e o b j e t o s magicos) e lutando c o n t r a obstaculos impostos 1 por i n i m i ;os e situagoeo adversas. S i m p o r t a n t e , contudo, que o f i n a l s e j a f e l i z : o h e r o i deve ser sucesso em sua empresa, e l i m i n a r oa a n -t a g o n i s -t a 3 e a -t i n g i r e alvo p r e -t e n d i d o . Essa e exa-tamen-te a men3agem da l i t e r a t u r a i n f a n t i l : "que a l u t a c o n t r a as d i f i c u l d e d e s graves * na v i d a e i n a v i t a v e l , e p a r t e i n t r i n s e c a da e x i s t e n c i a humana - mas* que se a possoa nao se i n t i m i d a mas se d e f r o n t a de modo f i r m e com as opressoes inesperadas e muitas vezes i n j u s t a s e l a dorainara todo3 os*
obstaculos e, ao f i m , emergira v i t o r i o s a .
2 . 3 . E s t i l o A? ,o?>'
0 desempenho l i n g u i s t i c o do e s c r i t o r deve Vestar d eva c o rr
\ ' ;
do com as capacidades c o g n l t i v a s c o g n l t i v a s i n f a n t i s , p^ra que a 0< municagao e n t r e anbos realraente 3e e f e t u e . E i m p o r t a n t e , entao>',- que1 o a u t o r e s t e j a atento as p o s s i b l i d a d e s do l i n g u a j a r da c r i a n c a , que' VPO f u n c i o n a r como mcdelo para a l i t e r a t u r a a e l a i n d i c a d a , Uma pesq u i s a de Bernhard Engelen constatou o s e g u i n t e , pesquanto a f a l a i n f a n
-t i l l
As estouturas s i n t a t i c a s u t i l i z a d a s pela c r i a n g a sao, co, mo se sabe, r e l a tivamente simples e podera ser assim oa-1 c a c t e r i z a d a s :
- Frases r e l a t i v a m e n t e c u r t a s .
- Slos f r a s a i s r e l a t i v a m e n t e c u r t o s .
- foucas frases subordinadas, geralmente de p r i m e i r o C'-4 g r a u .
- U t i l i z a g a o minima da voz p a s s i v a .
U t i l i z a g a o rauito pequena de a t r i b u t o s mais complexos. - U t i l i z a g a o muito pequena de no ra i n a l i z agoes mais com—' plexas (...)
- U t i l i z a c a o minima do discurso i n d i r e t o .
- F a l t a quase t o t a l de compostos nominais mais comple-xes*
Da mesma forma, o v o c a b u l a r i o u t i l i z a d o deve ser adegftfe. da ao l e i t o r , c o l o q u i a l , e x p r e s s i v e laso nao s i g n i f i c a uma i n f an— t i l i z a c a o dalinguagem. P o i s , se a imposicao de f a l a a d u l t a expresaa aoberania denosso mundo sobre a c r i a n g a , a i n s i s t e n c i a na reprodu—• gao e n f a t i c a do discurso i n f a n t l l (como o uso exageracb do d i m i n u t i , vo e da onomatopeia) § menosprezo ao l e i t o r , desvalorizagao de sua1 capacidade de recepgao da mensagem,
0 e s c r i t o r deve, p o i s , u t i l i z a r as e s t u r t u r a s coloquiais e i n t r o d u z i r expressoes mais coraplexas e vocabulario novo, que se • e x p l i c i t e no p r o p r i o t e x t o , ampliando, assim, o universo U n g u i s t i -co jovem l e i t o r .
2.4. Forma
As h i s t o r i a s destinadas a i n f a n c i a e a juventude devem* c o n s t i t u i r - s e em narragoes l i n e a r e s e dinamicas. A 11neartidade do* t e x t o d i z r e s p e i t o seu f l u i r temporal - i n i c i o , meio e fim - sem i n
troducao de flash-backs ou longas deserigoes, conceitos^piorais e '©3 p l i c a g o e s ou Just I f icat.ivas do a u t o r . Tais recursos re^rdaa^a^'acao1 e tornam a n a r r a t i v a raai3 complexes, meaos a c e s s i v e l ifra
l e i t o r e s .
Uma pesquisa sobre os i n t e r e s s e s de l e i t u r a nV4Silr^rau, c o n s t a t o u o e x i t o s do. aventura e n t r e criancas e jovens e sua tenden-c i a de i d e n t i f i tenden-c a g a o tenden-com o h e r o i . Esses aspetenden-ctos apontem para a heae cessidade de dinamismo do t e x t o . em ter^os de ingredie^t^s^rtit^SJao e p e r f i l de personagem, flG** ^*tf\ftVA0v B' *
2.5* Aspectos exterr.os
Os a s p e c t s do l i v r o i n f a n t i l sao dados relevantes para* a recepgao do me3rao. Devemos l e v a r em c o n t a :
- Capa?- e f a t o r determinante na escolha do l i v r o p e l a c r i a n o a . Logo, e l a deve ser s u g e s t i v a e a t r a e n t e . S i m - ' p o r t a n t e , ainda que a capa s e j a r e a i s t e n t e para nao se 1 d a n i f i c a r f a c i l m e n t e com o manuaeio*
- Tipo de l e t r a - os t i p o s g r a f i c o s devem ser bera l e g ! - * v e i s e tan to maiores quanto menores foreni os l e i t o r e s . Espossura dos l i v r o s a m a i o r i a dos alunos e n t r e v a s t a
dos p e l a pesquisa r e f e r i d a a n t e r i c uiente demons i;rou p r e -f e r e n c i a por l i v r o s -f i n o s , o que nos l e v a a propor q u i os t e x t o s i n f a n t i s nao sejam por demais e x t e r n s o 3f sobre
tudo a^ueles destinados a f a i x a e t a r i a mais b a i x a .
I l u s t r a g a o : o i n t e r e s s e maior do3 l e i t o r e s m i r i n s v o l -ta-se para os t e x t o s acompanhados de m u i t a 3 i l u s t r a g o e s * c o l o r i d a s . 2 aeonselhavel qua o numero de gravuras s e j a ' maior naqules l i v r o s destinados as oriangas menores. I l u s t r a g o e s c o l o r i d a s ou em pre to e branCo devem s e r . sc. bretudom s u g e s t i v a s . Em um bom l i v r o i n f a n t i l e n c a n t r a m o 3 gravuras 1 r i c a s em i n g r e d i e n t e s i n t e r p r e t a t i v o sf que completara e enriquecem o texto e s c r i t o , nao funcionando apenas como redundancia do me3mo.
A JAHSLINHA A j a n e l i n h a fechada Quando e s t a chovendo A j a n e l i n h a abre 3e o s o l e s t a apareeendo pra. c a . p r a l a Pra. ca, p r a l a . p r a c a .
1 £ s i c 4
VEM CA 31TU!
Vem ca B i t u ! ( b i s ) Vera ca meu bem, vem caj
Mao vou l a j ( b i s ) Tenho raedo de apanhar.
B fi §. I & L
SAPO CURURU
Sapo c u r u r u , na b e i r a do r i o Quando o sapo canta oh maninha fi po rq.ua tem f r i o
A mulher do sapo Deve e s t a r l a dentro
Fazendo rendinha da maninha Pra seu casamento*
0 :J : : i v o :
P o s s i b i l i t a r a cada mombro do grupo a d q u i r i r confianca em s i mesmo. alem de c r i a r confianca e n t r e os p r o p r i o s membros do' grupo.
PREP RACSO:
Aluno3 andando l i v r e m e n t e na p r o p r i a s a l a de a u l a .
1 . Dado um s i n a l . os alunos agrupam-se de t r e s era t r e s . 2. Dos t r g s alunos que formam cada grupo, um sera o Ppeft*
-d u l o , esto e. aquele que f i c a no racio. Os o u t r o s -d o i s ' deverao empnrra-lo pelo ombro. de urn lado para o o u t r o . 3. 0 aluno que desempen a o papel de pendulo devera f i c a r com o corpo r e t o como um f i o de prumo. nao podendo cur var o t r o n c o .
4 . Os o u t r o s d o i s . quo i r a o empurrar o pendulo, devem man t a r uma perna para f r e n t e com o joelho dobrado e a ou— t r a para t r a s e s t i c a d a#
S S S S S O D E JESTGTX) COM P R O F E S S O R E S ( E S C O L A )
E3TUDQ DE TEXTO (Sessao de eetudo)
A S o U I I T O ; A l e i d i z que a escola e x i s t s para todos:
A l e i assegura que a escola deve ser democratica, i s t o e , 1 e l a deve e s t a r aberta a todos.
Isso nem sempre f o i assim. Durante rauito cempo a ueoola es-fe teve reservada a uma pequena m i n o r i a , os f i l h o s do pessoal que t i n h a * posses, aos f i l h o s dos doutores que estudavam para se t o r n a r , eles 1
tambem, d o u t o r e s , A grande m a i o r i a dos f i l h o s de o p e r a r i o s e a g r i c u l -t o r e 3 nao -tinham pra-ticamen-te qualquer opor-tunfcdade de es-tudar e f i c a va condenada ao analfabetismo.
Hoje em d i a , pelo menos no pap >1, a l e i d i z claramente que* o ensino de p r i m e i r o t j r a u sera o b r i g a t o r i o dos 7 aos 14 a n o s .
A grande esperanga de todos os que lutaram p e l a escola o b r i . g a t o r i a e g r a t u i t a e que com um ponto de p a r t i d a i g u a l para todos e £ com o mesmo percurso p e r c o r r i d o por todos - Esse3 oato anos de ensino basico — Ricos e pob.-'es, gente da cidade e do campo, men!nos e rtieni-* nas teriam agora oportunidades i g u a i s de sucesso, 0 sucesso nos e s t u -dos p a s s a r i a a depender e .clusivanente da i n t e l i g e n c i a , esforgo e per serveranga de cada um, E o u t r a s p a l a v r a s , o degrau a que cada aluno 1
f 0
c h ^ g a r i a na escada da escola nao dependeria de p r e v i l e g i o ou de di'-V, nheiro de sua f a m i l i a mas de 3eus t a l e n t o s e m e r i t o s .
A escola s e r i a realmente democratica porque e s t a r i a aberta* a todos n e l a permaneceriam pelos menos 8 anos.
P O S . ' / t Q N A M S N T O BRENTE 0 TEXTO
Na verdade a l e i e bem organizada, mas seu funcionamento e bem d i f e r e n t e , Sabemos que nem todos tern acesso a escola, p r i n c i p a l - ' mente a classe b a i x a . p o i s a m a i o r i a das escolas estabelecem um l i m i
-te *xm para o numero de vagas, alem de e x i g i r que a c r i a n g a e s t e j a na f a i x a e s a r i a de 7 :r 14 anos, E os que nao se enquadram n e s s a f a i x a e t a r i a ? Onde estudam? Nesse s e n t i d o a escola s e r i a realmente demoera t i c a?
A respoata imediata s e r i a naot pois se a escola j8SSm dfre to de todo ':idadao b r a s i l e i r o porque e s t a b e l e c e r - s e norm
que veem provar exatamente o c o n t r a r i o ? J ^
ffi^ou sa^coek:
BI3LIQGRAF1A:
A VIDA NA E3C0LA E A ESCOLA NA VIDA. • Claudins Ceecon
. Miguel Darcy de O l i v e i r a . Rosiska Darcy de O l i v e i r a
A3JUNTO; Os p a i s estao preocupados e i n s a t i s f e i t o s .
Os p a i s estao muito preocupados porque nem todos os f i l h o s * conseguera t e r vaga na e s c o l a , e, mesmo os que conseguem, lo^q*(3$# cara comecam a t e r r e s u l t a d o s muito r u i n s . 3ao reprovadojp^^em^tttf S?epe--" t i p o ano e c o r r e o r i s c o de s a i r da escola s e m^ ^ ^ ^ p r e n d i d o nada. E
o s pais sabem muito bem que esse fracasso e s c o l a r , v a i pesar muito no
f u t u r o dos f i l h o s porque, sem diplomas e qualifacagoes quern e que po-de ar "anjar um bom emprego.
Para a m a i o r i a dos p a i s e raao3 os responsaveis pelos maus • r e s u l t a d o s • b t i d o s p o r s e u s f i l h o s sao -a p r o p r i a c r i a n c a s ou entao' os p r o f e s s o r e s . Eles acham q u e as c r i a n c a s nao t i r a m boas notas p o r - ' que sao pre.guicosos, pouco estudiosos e d i 3 t r a ! d o s . Ou entao acham f que a c u l $ a e d a p r o f e s s o r a que nao o b r i g a a c r i a n g a a e s t u d a r . E l e s ' acham que os professores f a l t a m R U i t o , nao ajudan como deviam, nao te
interresaam realraente pelas c r i a n c a s .
Os pais tambem s e s e n t e n , ele3 p r o p r i o s meio culpados p o r - ' que nao sao capazes de ajudar os f i l h o s como gostariam nos deveres de casa e na preparacao dos exames. Bles chegam exautos lo t r a b a l h o , a i n ca tem que se ocupar dos f i l h o s menoreo, m u i t a 3 vezes, nao dorainam os conhecimentos e as materia3 que a escola o x i :e.
E l a t a e n s i n a r o men-r-no a fazer a l i g a o e ele f a l a v a :
- Ah! mae, pode d e i x a r , a senhora nao sabe, esse aqui nao e i g u a l o que a senhora estudou naoi
POSICIQi-JAaSHTO FRENTS £ TEXTO
Ainda hoje o B r a s i l nao ofecece escola para todos, e muitos dos que estao frequentando a escola nao se interessam muito pelo estu do, as causas sao c l a r a e j u s t a, pois a c r i a n c a mal alimentadas nao 1 tem condicoes de a s s i m i l a r os conhecimentos t r a n s m i t i d o s ou mesno par t i c i p a r ativaraente das a t i v i d a d e s e s c o l a r e s . Por o u t r o lado o p r o f e s -s o r alega -ser mal-remunerado, alem de -se -sobrecarregar de t a r e f a -s pa-r a ganhapa-r um pouco mais. E a f i n a l de que e a culpa? Pela pa-reppa-rovacao o
jvasao do alunado? S e r i a dos p a i s , dos p r o p r i o s alunos o
BIBLIOGRAFIA;
A VIDA NA ESCOLA S A ESCOLA NA VIDA. . Claudins Ceccon
# Miguel Darcy de O l i v e i r a . Rosiska Darcy de O l i v e i r a .
V
0 eraprego do l i v r o n a ©soola remonta aos p r t a q r d i a ^ ^ e s -t a . Supor-te do aprendizado das priraeirao l e -t r a o , o l i v r o passou per* diversas fases, ao I o n go da h i s t o r i a da educagao do B r a s i l . Camoos • as S e l e t a s , ae a p o s t i l a s , o l i v r o u n i c o , o d i d a t i c o , o p a r a d i d a t i c o , todos estes sao facetas de urn mesno l i v r o -aquole a quern delegou a incumbencia de acorapanhar o estudante durante o transcurso das a t i v i dades d i s c e n t e s , servindo como deposito de inf<.~Eagoos e e x e r c i c i o s * sen negar seus c a r a t e r u t i l i t a r i o que. se o degradou (e mesmo Camoes f o i v i t i m a deste a v i l t a m e n t o ) , nao impediu sua expanaao c re s c e n t e . f Por i s 3 0 , transcendeu o ambito da a a l a de a u l a ecconverteu-se numa f v i g o r o s a f f o n t e de renda para a u t o r e s , e d i t o r e s e l i v r e i r o s , emoora * nem sempre na mesma proporgao.
Sendo i m e d i a t i s t a , e por i s to mesmo d e s c a r t a v e l , este 14 v r o , paradoxalmente, so s e j u s t i f i c a pelas promessas que contem. Pol Pois o t i p o de ensinamento que $ r o p i c i a - de regras lingu£sticas ou informagoes a r e s p e i t o da h i s t o r i a l i t e r a r i a apenas adquire s e n t i -do no f u t u r o , quan-do o estudanteeeventualmente p r e c i s a r d e l e , no exa me v e s t i b u l a r , em um concurso ou na redagao de um o f i c i o ou r e q u e r i -mento. Assirn, consumindo-se rapidarnente e fazendo g i r a r os c a p i t a l s1
da i n d u s t r i a l i v r e i r a n a c i o n a l , o l i v r o d i d a t i c o - modelo p r i v i l e g i a do das o u t r a s especies d i t a d a s - e x p l i c a - s e tao-3omente pelo que an— t e c i p a , fenSraeno no q u a l esta i n c l u i d o o sucesso de que a a i n d a , o k
a v a l i s t a .
3ao estes f a t o r e s que convertem o l i v r o d i d a t i c o no ave* so da l e i t u r a de que se f a l a v a a n t e s . E, c o n s t i t u i n d o - s e , de c e r t a 1 maneira, no a r q u e t i p o do l i v r o em s a l a de a u l a , acaba por exercer um
e f e i t o que embacia a ima em que a p r a t i c a da l e i t u r a almeja alcangar. Pois esta se c a r a c t e r i z a por uma e x p e r i e n c i a do p r e s e n t s , com a qual se compronete o l e i t o r , j a que este c o n t r a b u i corn seu mundo fntimo ft no processo de decifragao da o b r a . 0 l i v r o d i d a t i c o e x c l u i a i n t e r -1 pretagao e, con i s t o , e x i l a o l e i t o r . Proprondcse como a u t o s u f i c i -e n t -e , s i n b o l i z a uma autoridad-e -em tudo c o n t r a r i a a natur-eza da a b r a1 de f i c g a o que, nesmo na sua autonomia, nao sobrevive s e n o dialogo 1 que mantem com 3eu d e s t i n a t a r L o . E, e n f i n , o autorifcarismo se anre—' senta de mode mais c a b a l , quando o l i v r o d i d a t i c o se faz p r o t a d o r do normas I m g u i s t i c a s , delegada da i d e o l o g i a do padrao c u l t o e expreo-sao
0 sao de classes e setores que exercom a dominacao s o c i ; 6u quando a i n t e r p r e t a g a o se i m o b i l i z a oa resposta fe< l h a s i m p l e s , prorsovidas por f i c h a s de l e i t u r a , sendo tas a anulagao da e x p e r i e n c i a pessal e i g u a l i . t a r i a com\v
Consequentemente, a proposta de que a l e i t u r a ^ e / J g ^ r e l n -t r o d u z i d a na s a l a de a u l a s i g n i f i c a o resga-te de sua funcao p r i m o r - ' d i a l , buscando sobretudo a recuperagao do c o n t r a t o do aluno com a * o b r a de f i c c a o . Pois e desto i n t e r c a m b i o , respeitando-.se o c o n v i v i o '
i n d i v i d u a l ! z a d o que se estabelece e n t r e o texto e o l e i t o r , que emer ge a p o s s i b i l i d a d e deum conheciraento do r e a l , ampliando os l i m i t e s -ate f i s i c o s , j a que a escola se c o n s t r o i como um espa§o a p a r t e - a que o ensino se subrcete.
Com e f e i t o , e o recurso & l i t e r a t u r a que pode deseneade— ar com e f i c i e n c i a um novo pacto e n t r e as c r i a n c a s ou jovens e texto assim como e n t r e o aluno e opprofeasor. P o i s , no p r i m e i r o caso, t r a -ta~se de estimularuuma v i v e n c i a s i n g u l a r com a o b r a , visando ao enri, quecirnento pessoal do l e i t o r , sem ffcnalidades precipuas ou cobrangas u l t e r i o r e s . Ja que a l e i t u r a e necessariamente uma descoberta de mun do, procedida segundo a imaginagao e a e x p e r i e n c i a i n d i v i d u a l , eumpr pre d e i x a r tao somente que este processo se v i a b i l i z a na sua p l e n i t u de. Alem d i s t o , sendo toda a i n t e r p r e t a g a o em p r i n c J p i o v a l i d a , por.. que o r i u n d a da revelagao do universo representado na obra, e l a
impe-de a fixagao impe-de uma verdaimpe-de a n t e r i o r e acaba, o que r a t i f i c a a expres, sao do aluno e d e s a u t o r i z a a c e r t e z a do p r o f e s s o r . Com i s t o , des&pa rece a h i e r a r q u i a r i - I d a sobre a q u a l se apoia o sistema educative,o que repercuteem uma nova a l i a n g a , mais democratica, e n t r e o profes«6 sor e o estudante. E com conaegueneias r a l e van t e e , j a que o aluncr 3e t o r n a c o - p a r t i c i p a n t e ^ e o professor menos sobrecarregado e mais f i e x i v e l para o d i a l o g o .
Surgindo no h o r i z o n t e de profundas t r a n s form ago ea so--"*** c i a i s e c u l t u r a i s , a l e i t u r a escolar e onensino moderno d e 3 e n v o l v e - * ram-se paralelamente, entrecruzaddo sues r e 3 p e c t i v o 3 c a m i n l i o 3 , Ileste processo, envoiveram-se com uma i d e o l o g i a do saber que r e a u l t o u no* seu comproiaentimenbo com os i d e i s que benevidiavam a J l a a a e que bus cava o poder e suas formas de dominagao,.Porera, em d e c o r r e n c i a de 1 sua natureza, a l e i t u r a a a p o n t a a uma modalidade de experiBanfcfegao do tempo e do espago d l r c u n d a n t e que tranacende sua fungao e s c o l a r . E r e s t r i n g i r - s e a esta pode s i g n i f i c a r mesmo sua e s t e r i l i z a g a o . J e 3 t a ' maneira, cabe recuperar seu pa$el p r i m o r d i a l , o que determina uma re
sa-l a de a u sa-l a . Se e a sa-l i t e r a t u r a de f i c c a o , na sua g sa-l o b a sa-l i/fg&Ie, que d e ^ f l a g r a a e x p e r i e n c i a a a i s ampla da l e i t u r a , sua presence! no^imbitsn G do ensino provoca trans form agoes r a d i c a l s que, por i s tcV^esmo^V Ihe S>j
sao i m c r e s c i n d ! v e l a . Alem d i s t o , e l a e a condicao de o ensino t o r n a r -se raai3 s & t i a f a t o r i o p a r a seu p r i n c i p a l interessado - a c r i a h ^ a ou o jovem, i s t o e, o aluno de modo g e r a l . Enfim, e l a r e v e l a a p o s s i b i -1idade de r u p t u r a com oa lacos i d s o l o g ! c o s quo converted a escola 1 em s a l a de espera da engrenagem burguesa. Nascida da3 entranhas d e 3
-t a , a escola aleancar seus j u s -to s e n -t i d o , no momen-to em que re -to m a ' a sua funcao o r i g i n a l ; e se esta e a de ensinar a l e r , que c rvxea de maneira i n t e g r a l , para e f e t i v a r a rovolucao duracourca no bo jo da qual
C N V I T E
A Escola Estadual de 12 Grau Dezembagador Botto de Me no-ses tem a h o r r a de convidar as mass para se fazerem presentes a uma r e u n i a o , assirn como p a r t i c i p a r das cometaor agoes a l u s i v a s ao d i a das1 macs, a r e a l i z a r - s e - i no d i a 09 de Maio de 1986 as 15:00hs.
A reuniao tem como o b j e t i v o d i s c u t i r a v i d a do aluno na1 escola que acontecera em uma das salas de a u l a da r e f e r i d a escola. * Contamos com suas presencas.
Agra3ecem# Direcao, P r o f e s s o r e s , filunos e E s t a g i a r i a s em Supervisao Escolar C a j a z e i r a s , 02 de Maio de 1986 #0 b s#: A t i v i d a d e plane,iada e n a o - r e a l i z a d a , em dedorrencia da p a r a l i zagao das a u l a s . 4
" CARTA ABERTA X COMUNIDADE "
Por ocasiao do nosso estagio suoervisionado em Supervisao Escolar na Escola Estadual de 12 Grau Besembargador Boto de Menesos • nesta cidade de C a j a z e i r a s , viemos comprovar em observacoe3 f c i t a a ^ • que a escola e por demais carente no tocante ao m a t e r i a l^ e l W t i ! ^ a saude e por isso estamos pedendo sua colaboracao 0f%^o^<fBft\^armos o
C A N T I N H O D A SAtJDE. ****
Esperamos c o n t a r c o i sua ajuda com alguns destes p r o d u t o s :
MArERIAL N E C E S O A R I O ; A L G O D X O E S P A R A D R A P O GASE M E R T H I O L A T E X L C O O L BAND-AID C O N T O N E T E S CO IPRIMIDOS ARALGfiSICOS E O O U T R O S E L I X I R PEREGflRICO C O L E S C A S E P O : : A D A P A R A P A N C A D A S S A A D E £ E D U C A C K O F A T O H S S I N D I S P E H S A V E I S A V I D A AS E S T A G I X R I A S : 0 3 s . : A t i v i d a d e s p r e v i s t a e nao r e a l i z a d a , era d e c o r r e n c i a da p a r a l i z a cao das a u l a s .
ANSXOS I I
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CENTRO DE FORMAC^O DE PR0FEJ30RES DEPARTAMENTO DE EDUCAS&) E LETRA3 CAMPUS V - CAJAZEIRAS - PB.
CURSO: L i c e n o i a t u r a Plena era Pedagogia HABILITAgXOt Supervisao Escolar
INSTITUigKo DO ESTXGIO: Escola Estadual de 12 Grau Desem-bargador Botto de Meneses.
ENDEREgOl Rua Higino Tavares S/N - Cajazeiras-Pb ADMIHISTRA OR ESCOLAR: Maria Bandeira de Melo Barbosa COORDENADORA DO ESTXGIO: Maria E l i z a b e t h Gualberto Duarte
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CENTRO DE FORMAyXO DE PROFESSORES DEPARTAMENTO DE EDUCAQXO E LETRAS CAMPUS - V - CAJAZEIRAS _ PB.
OFICIO Nfi 01/86 C a j a z e i r a s , 14 de naio de 1986. DAS: E s t a g i a r i a s em Spursvisao Escolar - PedagogLas*
PARA: Presidenfce da Camara M u n i c i p a l de Cajazo'? ^as,
S ra. P r e s i d e n t s ,
Nos, e s t a g i a r i a s era Supervisao EscolarPedagogia, e n t e n -demos a j j u s t e z a do movimento de p a r a l i z a c a o dos professores da rede1 estadual de ensino e estamos prestando osso apoio de s o l i d a r i e d a d e * a c l a s s e .
Desta f e i t a , estamos organizando um debate sobre o DlhEJ, TO DE GREVE no d i a 14 de Maio, as 15:00ns, e sc i c i t a m o s que V . S * \ ,t nos conceda a Camara K u n i c i p a l de Cajazeiras a fim de que o evento possa ser r e a l i z a d o0
Aproveitanos a oportunidade para r e i t e r a r m o s votos de elevada estima e consideracao.