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Analise e projeto de compensadores para o conversor BOOST

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(1)

PROGRAMA

DE PÓS-GRADUAÇÃO

EM

ENGENHARIA

ELÉTRICA

ANÁLISE

E

PROJETQ DE

coM1›ENsADoREs

PARA

0 coNvERsoR

Boosr

DISSERTAÇÃO SUBMETIDA

À

UNIVERSIDADE

FEDERAL

DE SANTA

CATARINA

PARA

A

OBTENÇÃO

DO GRAU

DE MESTRE

EM

ENGENHARIA

ELÉTRICA

ELIAS

TEODORO

DA

SILVA

JÚNIOR

(2)

ii

ANÁLISE E

PROJETO DE COMPENSADORES PARA

O CONVERSOR

BOOST

ELIAS

TEODORO

DA

SILVA

JÚNIOR

ESTA DISSERTAÇÃO

FOI

JULGADA

ADEQUADA

PARA

OBTENÇÃO DO

TÍTULO

DE MESTRE

EM

ENGENHARIA,

ESPECIALIDADE

ENGENHARIA

ELÉTRICA,

E

APROVADA

EM

SUA

FORMA

FINAL

PELO

PROGRAMA

DE PÓS-GRADUAÇÃO

ás?

Prof. Enio

Valmor

Kassick, Dr.

ORIENTADOR

§_Q

Prof. Enio

Valmor

Kassick, Dr.

Coordenador do

Curso de

Pós-Graduação

em

Engenharia Elétrica

BANCA

EXAMINADORA:

'

Prof. Enio

Valmor

Kassick, Dr.

Prof. I{fo Barbi, Dr. Ing.

I _

,z£^`

Pro

do

José rin, r. Ing.

Prof.

F

emando

Luiz

Marcelo

Antunes, Dr.

/_

(3)

A

À

minha

esposa Ruth,

Aos meus

pais,

(4)

AGRADECIMENTOS

V

Ao

povo

brasileiro, que através

do

CNPq

e

do

LAMEP

financiou este trabalho.

Aos

professores

do

LAMEP,

em

especial ao

meu

orientador, pelas instruções nestes dois

anos

de

convivência e pelas contribuições à execução deste trabalho.

A

Ao

professor Daniel Juan Pagano,

do

LCMI,

pelas discussões e valiosas sugestões.

Aos

fimcionários

do

LAMEP,

por terem sempre

me

atendido

com

presteza.

À

minha

esposa

que

pacientemente suportou estes dois anos de dedicação quase que exclusiva ao trabalho.

Aos

meus

pais, pelo

exemplo

e dedicação.

E

principalmente a Deus, aquele que

me

fortalece, socorro presente nas tribulações, fonte

(5)

jandaia nas

frondes

da

carnaúba;

Verdes

mares que

brilhais

como

líquida esmeralda

aos

raios

do

sol nascente,

perlongando

as alvas praias

ensombradas de

coqueiros.

"

(6)

SIMBOLOGIA

... ..1

RESUMO

... ..5

ABSTRACT

... ..6

INTRODUÇÃO

GERAL

... ..7

CAPÍTULO

1.

ANÁLISE TEÓRICA

... ..9

1.1.

INTRODUÇÃO

... ..9

1.2.

MALHA

DE

CORRENTE

... ... ..1o 1.2.1.

MODELO

DO

CONVERSOR BOOST

... ..1o 1.2.2.

DIAGRAMAS DE EODE

... _. 13 1.2.3.

LUGAR DOS

PÓLOS

E zEROs

... ..1s 1.2.4.

VERIFICAÇÃO

DO

MODELO

... ..17

1.2.5.

SENSIBILIDADE

DO

MODELO

Aos

PARÂMETROS

... ..2o 1.2.6.

OOMPENSADORES DE

CORRENTE

... ..2o 1.2.6.1.

ATRASO

DE

FASE

... ..21

1.2.6.2.

PROPOROIONAL-INTEGRAL

(PI) ... ..23

1.2.6.2.

PROPOROIONAL-INTEGRAL

COM

FILTRO

... ..23

1.3.

MALHA

DE

TENSÃO

DE

SAÍDA

... ..24

1.3.1.

MODELO

... ..24

(7)

1.3.3.

COMPENSADQRES DE TENSÃO

... ..

1.3.3.1.

PROPORCIONAL-INTEGRAL

(PI) ... ..

1.3.3.2.

PROPORCIONAL-INTEGRAL

COM

FILTRO

... ..

1.3.3.3.

FILTRO PASSA-BAIXA

... ..

1.4.

CONTROLE

DA

TENSÃO

DE ENTRADA

... ..

30

1.5.

coNcLUsoEs

... ..

CAPÍTULO

2.

1>RoIE'ro

E

s1MULAÇÃo

... ..

2.1.

MALHA

DE

CORRENTE

... ..

2.1.1.

PROJETO

DO

COMPENSADOR

ATRASO DE

FASE

... ..

2.1.2.

SIMULAÇÃO PARA

COIVIPENSADOR

ATRASO DE

FASE

... ..

2. 1 .3 .

PROJETO

DO

COMPENSADOR

PROPORCIONAL-

INTEGRAL

... ..

2. 1 .4.

SIMULAÇÃO

PARA

COMPENSADOR

PROPORCIONAL-INTEGRAL

... ..

2.1.5.

PROJETO

DO

CO1\/[PENSADOR

PROPORCIONAL-

INTEGRAL

COM

FILTRO

... ..

2. 1 .6.

SIMULAÇÃO

PARA

COMPENSADOR

PROPORCIONAL-INTEGRAL

COM

FILTRO

... ..

2.1.7.

COMPARAÇÃO

ENTRE

OS

TIPOS

DE

COMPENSADOR

DE

CORRENTE

... ..

2.2.

MALHA

DE

TENSAO

... ..

2.2.1.

PROJETO

DO

COMPENSADOR

PROPORCIONAL

INTEGRAL

... ..

2.2.2.

s1MULAÇÃo

PARA

coM1>ENsADoR

PROPORCIONAL-INTEGRAL

... ..

2.2.3.

PROJETO

DO

COMPENSADOR

PROPORCIONAL

(8)

PROPORCIONAL-INTEGRAL

COM

FILTRO

... ..

2.2.5.

PROJETO

DO

COMPENSADOR

FILTRO

PASSA-BAIXA.

2.2.6.

SIMULAÇÃO

PARA

COMPENSADOR

FILTRO

PASSA-

BAIXA

... .... ..; ... ..

2.2.7.

COMPARAÇAO

ENTRE

Os

TIPOS

DE

COMPENSADOR

DE

TENSÃO

... _.

2.3.

CONTROLE

DA

TENSÃO

DE

ENTRADA

... ..

2.4.

CONCLUSÕES

... ..

CAPÍTULO

3.

EFEITOS

DA

INDUTÃNCIA NÃO-LINEAR

... ..

3.1.

INTRODUÇÃO

... ..

3.2.

MODELO

PARA

INDUTÃNCIA VARIÁVEL

... ..

3 .3.

SIMULAÇÕES

COM

INDUTÁNCIA VARIÁVEL

... ..

3.4.

PROJETO

CONSIDERANDO

A

VARIAÇÃO

NA

INDUTÃNCIA

.... _.

3.5.

CONCLUSÕES

... ..

CAPÍTULO

4.

RESULTADOS

EXPERIMENTAIS

... ..

4.1.

INTRODUÇÃO

... _.

4.2.

ENSAIOS

PARA PINO

LAÇO DE

CORRENTE

E

PI

COM

FILTRO

NO

LAÇO DE

TENSÃO.

...

4.2.1.

POTÊNCIA

DE

SAÍDA

vóow

... ..

4.2.2.

POTÊNCIA

DE

SAÍDA

13óow

... ._

4.2.3.

DEGRAU DE CARGA

... ..

4.3.

ENSAIOS

PARA

PI

COM

FILTRO

NO

LAÇO DE CORRENTE

E

PI

COM

FILTRO

NO

LAÇO DE

TENSÃO.

... ..

4.3.1.

POTÊNCIA

DE

SAÍDA võow

... ..

4.3.2.

POTÊNCIA

DE

SAÍDA

13óow

... ..

(9)

BAIXA

No

LAÇO

DE

TENSÃO.

... ..

'

4.4.1.

POTÊNCIA

DE

SAÍDA vóow

... ._

4.4.2.

POTÊNCIA

DE

SAÍDA

13óow

... ..

4.4.3.

DEGRAU

DE CARGA

... ..

4.5.

CONCLUSÕES

... ..

CONCLUSÃO

GERAL

... _.

BIBLIOGRAFIA

... ..

APÊNDICE

A.

SENSIBILIDADE

DO

MODELO

DE CORRENTE

AOS

SEUS

PARÂMETROS

... ..

APÊNDICE

E.

EFEITO

DA

2*

HARMONICA

NA MALHA

DE

TENSÃO

... ..

(10)

Fig. 1.1.

Diagrama

de

blocos

do

sistema ... ..

Fig. 1.2.

Conversor

Boost

utilizado para

modelagem

... ..

Fig.” 1.3.

Ganho

da

função Hi¡_(S)'usando o

modelo

CHAVE-PWM

... ._

Fig. 1.4.

Fase

da

função Hi¿(S)

usando

o

modelo

CHAVE-PWM

... ..

Fig. 1.5.

Lugar dos

pólos e zeros para função Hi¡_(S) -

CHAVE-PWM

para

0<D<l

Fig. 1.6.

Lugar dos

pólos e zeros para fi1nçãoyHi¿(S) -

MISSCO

para

O<D<1

... ..

Fig. 1.7.

Lugar

dos pólos e zeros para função yHi¿(S) -

MISSCO

para

O<D<1

... ..

Fig. 1.8. Circuito.

usado

para simulação de verificação

do modelo

... ..

Fig. 1.9.

Ganho

da

fimção

Hi¡_(S) para

D=0.5

com

pontos de simulação e efeito de

He(S)

... ..

Fig. 1.10.

Lugar

das raízes para conversor

com

compensador

Atraso de Fase ... ..

Fig. 1.11.

Pólo

e zero de Zo(S) para plena carga ... ._

Fig. 1.12.

Diagrama

das malhas de tensão e corrente juntas ... ..

Fig. 1.15.

Diagrama

simplificado

do

laço de tensão ... ..

Fig. 2.1. Controlador de corrente Atraso de Fase ... ..

Fig. 2.2.

Diagrama

de

Bode

-

Ganho,

malha de corrente,

compensador

Atraso

de

Fase

... ._

Fig. 2.3.

Diagrama

de

Bode

- Fase, malha de corrente,

compensador

Atraso

de

(11)

compensador

Atraso de Fase, simulação

PSPICE

... ... ..

Fig. 2.6. Controlador de corrente

PI

... ..

Fig. 2.7.

Diagrama de

Bode

-

Ganho,

malha de corrente,

compensador PI

... ..

Fig. 2.8.

Diagrama

de

Bode

- Fase,

malha

de corrente,

compensador

PI ... ..

, _

Fig. 2.9.

Tensão

e corrente*20

na

entrada

do

retificador, malha de corrente,

compensador

PI, simulação

PSPICE

... ..

Fig. 2.10.

Compensador

de corrente PI

com

Filtro ... ..

Fig. 2.11.

Diagrama

de

Bode

-

Ganho,

malha de corrente,

compensador

PI

com

filtro ... ..

Fig. 2.12.

Diagrama

de

Bode

- Fase, malha de corrente,

compensador PI

com

filtro Fig. 2.13.

Tensão

e corrente*20

na

entrada

do

retificador, malha de corrente,

compensador PI

com

filtro, simulação

PSPICE

... ..

Fig. 2.14. Circuito

compensador PI

para malha de tensão ... ..

Fig. 2.15.

Diagrama

de

Bode

-

Ganho,

malha de tensão,

compensador PI

... ..

Fig. 2.16.

Diagrama

de

Bode

- Fase, malha de tensão,

compensador

PI ... ..

Fig. 2.17.

Tensão na

saída para degrau de carga,

compensador

de tensão PI,

simulação

VisSim

... ..

Fig. 2.18.

Tensão de

controle para degrau de carga,

compensador

de tensão PI,

simulação

VisSim

... ..

Fig. 2.19.

Tensão na

carga,

compensador

de tensão PI, simulação

PSPICE

... ..

Fig. 2.20.

Tensão

e coxTente*20 na entrada,

compensador

de tensão PI, simulação

PSPICE

... ..

Fig. 2.21. Circuito para

compensador

de tensão PI

com

filtro ... ..

Fig. 2.22.

Diagrama

de

Bode

-

Ganho,

malha de tensão,

compensador PI

com

filtro Fig. 2.23.

Diagrama

de

Bode

- Fase, malha de tensão,

compensador

PI

com

filtro

(12)

filtro, simulação

VisSim

... ... ..62

Fig. 2.25.

Tensão de

controle para degrau de carga,

compensador

de tensão PI

com

filtro, simulação

VisSim

... ..62

Fig. 2.26.

Tensão na

carga,

compensador

de tensão PI

com

filtro, simulação

PSPICE

... ..64

Fig. 2.27.

Tensão

e corrente*2O

na

rede,

compensador

de tensão PI

com

filtro, simulação

PSPICE

... ..64

Fig. 2.28. Filtro Passa-Baixa, controle

da

tensão de entrada ... ..66

Fig. 2.29.

Diagrama

de

Bode

-

Ganho,

malha de tensão,

compensador

Filtro

PB

... ..68

Fig. 2.30.

Diagrama

de

Bode

- Fase, malha de tensão,

compensador

Filtro

PB

... ..68

Fig. 2.31.

Tensão na

carga,

compensador

de tensão Filtro

PB,

simulação

VisSim

... ..69

Fig. 2.32. Sinal

de

controle,

compensador

de tensão Filtro

PB,

simulação

VisSim

... ..70

Fig. 2.33. Filtro passa-baixa para controle da tensão de entrada ... ..72

Fig. 3.1. Característica não-linear

da

indutância ... ..76

Fig. 3.2.

Diagrama

de

Bode

-

Ganho,

malha de corrente,

compensador

PI, considerando variação

no

indutor ... ..77

Fig. 3.3.

Diagrama

de

Bode

- Fase, malha de corrente,

compensador

PI, considerando variação

no

indutor ... ..77

Fig. 3.4.

Tensão

e corrente*2O

na

carga, indutor variável, simulação

PSPICE

... ..79

Fig. 3.5. Energia

acumulada no

indutor ao longo de

um

semi-período de rede ... ..8O Fig. 3.6.

Ondulação na

corrente

do

indutor ao longo de

um

semi-período ... ..81

Fig. 4.1.

Esquema

geral

do

conversor ... ... ..84

Fig. 4.2. Retificador

de

entrada ... ..85

Fig. 4.7. Con'ente

no

indutor Boost. Escalas: 2A/div, lms/div ... ..88

Fig. 4.8.

Tensão

e corrente

na

rede. Escalas: 100V/div, SA/div, 2ms/div ... ..88

Fig. 4.9. Análise harmônica da tensão de entrada ... ..89

(13)

de

136OW

760W

Fig. 4.13. Corrente

no

indutor Boost. Escalas: 2A/div, lms/div ... ..93

Fig. 4.14.

Tensão

e corrente na rede. Escalas: 100V/div, SA/div, 2ms/div ... ..93

Fig. 4.15. Análise harmônica

da

tensão de entrada ... ..94

Fig. 4.16. Análise harmônica

da

corrente de entrada ... ..94

Fig. 4.17. Corrente

no

indutor Boost. Escalas: 2A/div, Ims/div ... ..95

Fig. 4.18.

Tensão

e corrente na rede. Escalas: 100V/div, SA/div, 2ms/div ... ..95

Fig. 4.19. Análise harmônica

da

tensão de entrada ... ..96

Fig. 4.20. Análise harmônica

da

corrente de entrada ... ..96

Fig. 4.21.

Tensão na

saída. Escalas: 10V/div

CC,

l0Oms/div. Potência na carga variando

de

760W

para

136OW

... .:.-...97

Fig. 4.22.

Tensão na

saída. Escalas: 10V/div

CC,

100ms/div. Potência na carga variando

de

136OW

para

760W

... ..97

Fig. 4.23. Corrente

no

indutor Boost. Escalas: 2A/div, 1ms/div ... ..99

Fig. 4.24.

Tensão

e corrente

na

rede. Escalas: 100V/div, SA/div, 2ms/div ... ..99

Fig. 4.25. Análise harmônica

da

tensão de entrada ... .. 100

Fig. 4.26. Análise harmônica

da

corrente de entrada ... ..100

Fig. 4.27. Corrente

no

indutor Boost. Escalas: 2A/div, lms/div ... .. 101

Fig. 4.28.

Tensão

e corrente

na

rede. Escalas: 100V/div, SA/div, 2ms/div ... ..101

Fig. 4.29. Análise harmônica

da

tensão de entrada ... .. 102

Fig. 4.30. Análise harmônica

da

corrente de entrada ... ..102

Fig. 4.31.

Tensão na

saída. Escalas: 10V/div

CC,

20ms/div. Potência na carga variando

de

760W

para

136OW

... .. 103

Fig. 4.32.

Tensão na

saída. Escalas: 10V/div

CC,

20ms/div. Potência

na

carga variando

de

136OW

para

760W

... ..103

(14)

cruzamento ... ..

Tabela 2.2. Análise harmônica da corrente de entrada,

malha

de corrente,

compensador

Atraso

de

Fase, simulação

PSPICE

... ..

Tabela 2.3. Análise harmônica

da

corrente de entrada,

malha

de corrente,

compensador

PI, simulação

PSPICE

... ..

Tabela 2.4. Análise harmônica

da

corrente na rede,

malha

de corrente,

compensador PI

com

filtro, simulação

PSPICE

... ... ..

Tabela 2.5.

Comparação

de

desempenho

entre os compensadores de corrente ... ..

Tabela 2.6.

Medidas

de desempenho

para

compensador

de tensão PI, simulação

VisSim

... ... .. ... ..

Tabela 2.7. Análise harmônica

da

corrente de entrada,

compensador

de tensão PI,

simulação

VisSim

... _.

Tabela 2.8. Análise harmônica da corrente de entrada,

compensador

de tensão PI,

simulação

PSPICE

... ..

Tabela 2.9. Análise harmônica

da

tensão de saída

do compensador de

tensão PI,

simulação

PSPICE

... ... ..

Tabela 2.10.

Medidas

de desempenho,

compensador

de tensão PI

com

filtro,

simulação

VisSim

... ..

Tabela 2.11. Análise harmônica da corrente de entrada.,

compensador de

tensão

PI

com

filtro, simulação

VisSim

... ..

Tabela 2.12. Análise harmônica

da

corrente de entrada,

compensador de

tensão

PI

com

filtro, simulação

PSPICE

... ... ..

Tabela 2.13. Análise harmônica

da

tensão Vvea,

compensador

de tensão PI

com

filtro, simulação

PSPICE

... ... ..

Tabela 2.14. Indicadores de desempenho,

compensador

de tensão Filtro

PB,

(15)

PB,

VisSim

Tabela 2.16.

Comparação

de

desempenho

entre os compensadores de tensão ... ..

Tabela 3.1.

Dados

experimentais

do

indutor boost ... ..

Tabela 3.2. Análise harmônica da corrente de entrada, indutor variável,

malha de

corrente,

compensador

PI, simulação

PSPICE

... ..

Tabela 4.1.

Comparação

dos indicadores de

desempenho

de simulação e

experimentais,

compensador

de tensão PI

com

filtro e

compensador

de corrente PI.

Tabela 4.2. Indicadores de

desempenho

experimentais,

compensador

de tensão PI

com

filtro e

compensador

de corrente PI

com

filtro ... ..

Tabela 4.3. Indicadores de

desempenho

experimentais,

compensador

de tensão

Filtro

PB

e

compensador

de corrente PI ... ... ..

/.

(16)

SIMBOLOGIA

C

- Capacitor

de

saída

Ci(S) -

Modelo

do compensador

de corrente

Cv(S) -

Modelo

do compensador

de corrente

D

-

Razão

cíclica

c^z' - Perturbação

na

razão

cíclica

D'

-

Razão

cíclica complementar

f

- Frequência

da

rede

fc

- Frequência

de

cruzamento por zero

do

gráfico de

ganho no

diagrama de

Bode

para

malha

de

tensao V

fcc

- Frequência

de

cruzamento por zero

do

gráfico de

ganho no

diagrama de

Bode

para

malha

corrente

fc”. - Frequência

de

corte

do

filtro para controle da tensão de entrada

ff - Frequência

de

chaveamento

do

conversor

G

-

Ganho

do compensador

de tensão

Gm

-

Ganho

do compensador

de tensão a

l2OHz

GW

-

Ganho

do

filtro para controle da tensão de entrada

He(S)

-

Modelo

do

efeito

do

chaveamento na malha de corrente

HF(S) -

Modelo

do

filtro

Hi

¡_(S) -

Modelo

que

relaciona a corrente

no

indutor

com

a razão cíclica,

método

Chave-PWM

(17)

Hv(S)

-

Modelo

que

relaciona a corrente

no

indutor

com

a corrente

que

sai

do

multiplicador

no

sistema de controle

de

tensão '

iD - Corrente

no

diodo, valor

CA

IL - Corrente

no

indutor

iL - Corrente

no

indutor, valor

CA

A

~

i,_ - Perturbaçao

na

corrente

no

indutor

IMO

- Corrente de saida

do

multiplicador (3 854)

'

I

Ref- Corrente

de

referência para

malha

de controle de corrente

KC

-

Ganho

do compensador

de corrente

KF

-

ganho do

filtro

Ko

-

Atenuação provocada

pelo divisor de tensão de saída

KP

-Ganho

do

modelo

simplificado de corrente

K_,,¡ -

Ganho

do compensador

de corrente PI

KV

-

Ganho

do compensador

de tensão

L

- Indutor boost

M-

Sobrepasso

na

tensão de saída após

uma

variação de carga de

50%

M'

-

Subpasso na

tensão de saida após

uma

variação de carga de

50%

MF

-

Margem

de Fase

pc

-

Pólo

do compensador

de corrente

Po

- Potência

na

carga

R

- Resistência

de

carga

RI

- Resistor

por

onde

circula a corrente

que

sai

do

multiplicador

(UC3854)

rD - Resistência

do

diodo

RL

- Resistência

do

Indutor

Rse

- Resistência série equivalente

do

Capacitor

Rsh

- Resistência

em

série

com

a entrada

do

conversor rs”, - Resistência

do

transistor

(18)

ts -

Tempo

de

acomodação

da tensão de saida após

uma

variação de carga de

50%

IHDV

- Distorção harmônica percentual na corrente de entrada provocada pelo controle da

tensao de saída

IHDFF

- Distorção harmônica percentual na corrente de entrada provocada pelo controle da

tensão de entrada V

Vcea

-

Tensão de

saída

do

controlador de corrente

Vg -

Tensão na

entrada

do

conversor

Vo

-

Tensão na

saída

do

conversor

Vo, -

Ondulação na

tensão de saída

do

conversor

V'o -

Tensão

na entrada do

compensador

de tensão

V'o, -

Ondulação na

tensão de entrada

do compensador

de tensão

Vkef-

Tensão de

referência para controle de tensão '

Vs -

Tensão de

pico

da

rampa

gerada

no 3854

para

PWM

Vvea

-

Tensão de

saída

do

controlador de tensão

Vveaz. -

Amplitude da

2” harmônica

da

frequência da rede na tensão de saída

do

controlador de

tensão

u

VveaDC

- Valor

CC

da

tensão de saída

do

controlador de tensão

Vvea, -

Ondulação na

tensão de saída

do

controlador de tensão

Vveaz. -

Amplitude

percentual

da

2” harmônica

da

frequência da rede

na

tensão de saída do

controlador

de

tensão

XC,

- Reatância

do

capacitor

C3

yHi¿(S) -

Modelo

que

relaciona a corrente

no

indutor

com

a razão cíclica,

método

MISSCO

zc -

Zero do compensador

de corrente

z¡, -

Zero do compensador

de tensão

zfle - Zeros

de He(S)

Zo(S) -

Modelo

que

relaciona a tensão

na

carga

com

a corrente

no

indutor

cocc - Frequência

de

cruzamento por zero

do

gráfico de

ganho no

diagrama de

Bode,

em

rad/s

(19)

ÍNDICES

máx

- Valor

máximo

min

- Valor

mínimo

md

- Valor

médio

(20)

RESUMO

Neste

trabalho são analisados alguns controladores lineares para o conversor

BOOST

aplicado à correção ativa

do

fator de potência.

O

sistema de controle baseia-se na técnica de controle por corrente

média

e consta

basicamente

de

duas malhas.

A

extema, de tensão de saída, e a intema, que controla a corrente

segundo

a

forma da

tensão da rede.

O

conversor

BOOST

opera

em

condução contínua, frequência constante e

comutação

suave

(BOOST-I-IPF-CCM-PWM-ZVT);

Entre o conversor e a rede é colocado

um

retificador

em

ponte completa.

São

estudados três tipos de compensadores para o laço de corrente e mais três tipos para

o laço

de

tensão

de

saída.

Foi

montado

um

protótipo

de

ISOOW,

onde

são realizados experimentos

com

alguns tipos

de compensadores

dentre os estudados.

São

mostrados os resultados incluindo análise harmônica

(21)

ABSTRACT

This

work

deals with the design of controllers for the

Boost

DC-DC

Converter applied to active

power

factor correction.

H

V'

The

controller system is designed

on

an average current

mode

control basis

and

consists of

two

nested loops.

The

outer

one

acts over the output converter voltage and the inner

one

controls the converter input current in order to oblige it to follow the line voltage waveform. There is a fi.1ll-bridge rectifier

between

this converter and the line.

The

Boost

converter

works

in Continuous Conduction

Mode,

constant switching

frequency and lossless

commutation

(BOOST-I-IPF-CCM-PWM-ZVT).

The

study

of

three kinds

of

controllers for the current loop (inner loop)

and

three

more

for the converter output voltage loop (outer loop) are presented.

In order to verify the theoretical results a prototype rated at

1500W

(nominal

power) were

built-up

and

tested.

The

converter behavior and performance for closed loop operation with

some

of

the controllers proposed

were

verified.

The

most

important results and conclusions concerning the converter operation, as well as

a straightforward procedure for the design of the proposed controller, are presented and

(22)

INTRQDUÇÃO GERAL

O

conversor

Boost

é

um

sistema não linear.

Sendo

assim,

nao

se

pode

aplicar diretamente

as técnicas

de

controle clássico para projeto e dimensionamento dos controladores.

Muitos

trabalhos

têm

sido escritos sobre a construção de

modelos

para

pequenos

sinais de

conversores estáticos,

em

particular para aqueles

que

se destinam à correção ativa de fator de

potência.

Por

outro lado, os fabricantes de CI's

fomecem

apenas

um

conjunto de regras para projetos aplicadas

ao

uso dos seus componentes.

As

questões mais gerais são deixadas de lado.

São

objetivos desta dissertação: escolha de

um

modelo

linear para o conversor

Boost

e escolha de

um

sistema de controle,

bem

como

o projeto de compensadores

que

garantam

estabilidade e

um

fator de potência elevado.

A

apresentação deste trabalho está distribuída

em

quatro capítulos.

No

primeiro capítulo é feito o estudo dos

modelos do

conversor e suas características.

Este estudo é dividido basicamente

em

duas partes:

A

malha

intema, que controla a corrente de

entrada, e a

malha

extema, que regula a tensão de saída.

Com

base nos

modelos

são propostos

alguns tipos

de

controladores clássicos.

O

segundo

capítulo desenvolve o projeto de cada

um

dos controladores sugeridos

no

capítulo l.

É

apresentada toda a seqüência de projeto para cada circuito de compensador, sendo

também

apresentados os resultados de simulação

do

fixncionamento

do

conversor para cada tipo

de compensador.

Os

resultados são

comparados

quanto ao

desempenho

de cada tipo, sempre

objetivando reduzir a distorção harmônica da corrente de entrada.

(23)

O

capítulo 3 discute os efeitos da alta corrente

em

baixa frequência a

que

é submetido o indutor Boost.

É

feita

uma

simulação para

um

indutor

não

linear

usando

os melhores

controladores

segundo

o capítulo 2.

As

consequências

no

controle e na estabilidade são

abordados,

bem como

algumas propostas para minimizar os problemas detectados.

Finalmente

o

capítulo

4

traz os resultados dos ensaios feitos

no

protótipo.

Algumas

~ ~

combinaçoes

dos diversos tipos de compensadores sao mostrados a

fim

de confirmar o seu

funcionamento e fazer

comparação

entre eles.

Ao

final

constam

dois apêndices.

O

'primeiro estuda o quanto o

modelo da

malha de

corrente é sensível às variações nos parâmetros

do

conversor Boost.

O

segundo apresenta o

equacionamento

da

relação entre o

compensador

de tensão e a distorção harmônica na corrente

(24)

CAPÍTULO

1.

× _ .

ANÁLISE

TEÓRICA

1.1.

INTRODUÇÃO

Pretende-se estudar o conversor Boost, particularmente

quando

este é utilizado

como

estágio de correção de fator de potência. Neste tipo de aplicação, o conversor

Boost

operando

em

condução

contínua

tem

se revelado

uma

excelente escolha [1,10].

A

corrente

de

entrada

do

conversor Boost, precisa ser proporcional à.

forma de onda

da

tensao

da

rede, a

fim

de obter baixa distorção harmônica e, conseqüentemente, alto fator de

potência [1,24,25]. Para isso é necessário

um

sistema de controle

no

modo

corrente-controlada.

Um

conversor

de

corrente controlada é

um

sistema de 1”

ordem

e, portanto, muito estável.

Em

comparação

com

o

mesmo

conversor,

em

condução contínua, de tensão controlada ele está

em

vantagem

[7].

A

desvantagem

está na necessidade de

uma

malha de corrente estável

em

cascata.

O

controle é feito pelo circuito integrado

UNITRODE

UC3854

[8,9,10], desenvolvido

especificamente para correção

do

fator de potência de circuitos

que absorvem

correntes não

senoidais

da

rede.

A

figura

1.1 mostra

um

diagrama de blocos

do

sistema. Consiste de duas malhas, a intema

(25)

uma

amostra

da forma

de

onda da

tensão de entrada e realimentação da tensão de entrada (controle feedforward).

A

saída

do

multiplicador

tem

a referência de corrente

que

deve ser seguida pelo indutor boost a

fim

de garantir alto fator de potência e regulação

da

tensão de saída.

Ci(s) e Cv(s) são

compensadores

de corrente e de tensão respectivamente.

É

objetivo deste trabalho estudar estes compensadores. Para isso será adotada a

abordagem

clássica

do

controle.

'

Vo

g

vg

«.. l O P.B.

.

W*

Fig. 1.1.

Diagrama

de blocos

do

sistema

1.2.

MALHA

DE

CORRENTE

É

o laço

que

controla a corrente

no

indutor.

Seu

objetivo é

impor

corrente

na

forma da

tensão

da

linha retificada.

1.2.1.

MODELO

DO

CONVERSOR

BOOST

Dado

o conversor, visto na

figura

1.2, é necessário estabelecer

um

modelo que

relacionea

corrente

no

indutor

com

a razão cíclica

do

interruptor. Estas são respectivamente a variável a ser controlada e a variável de controle. Existe

uma

série de

métodos

para obter

modelos

de

conversores

na

literatura.

Aqui nao

será discutida a metodologia,

mas

os resultados de dois

autores diferentes.

São

ambos

modelos

para pequenos sinais e baixas frequências.

As

duas

(26)

substituído pelo seu equivalente linear e as equações das fiinções de transferência desejadas sao assim obtidas.

^"^^

'\/vt

H

i. Ri. l o

Rse

R

su

U9

É

T

¢

Fig. 1.2. Conversor

Boost

utilizado para

modelagem

Y.

Lee

apresenta

em

[7] o que ele

chama

de

MISSCO

(minimum

separable switching

configuration).

Abaixo

a

forma

geral

do modelo do

conversor

Boost usando

esta técnica.

A

yH¡L(S)

=Q_(_S_)_=Kl

H

S +Á¡'S+B¡

onde,

K,

,

A1

,

B1

e zl são função

da

razão cíclica (D).

São

dadas

também

as expressões completas

do

modelo.

› K1

=V0.~

L-(Rse+R)

___2___

z,

=

2-Rse+R-C

A

*

_

L+RL-R-C+RL

-Rse-C+D'2-R-Rse~C

L-c-(R+R.‹z)

B:

'

D”-R+RL

L~C-(R+R;z)

Onde

D

é a razão cíclica,

D'

a razão cíclica complementar,

Vo

a tensão

de

saída,

Rse

a resistência série equivalente

do

capacitor e

RL

a resistência

do

indutor.

Os

demais parâmetros são evidentes pela

figura

1.2.

(l.0l)

(1.o2)

(1.o3)

(1.o4)

(27)

Para este caso é simples considerar a resistência dos interruptores. Pela própria maneira

como

é definido o

modelo

da chave

MISSCO.

K"

=V0

.~

(106)

L-(Rsz

+12) 2

=-í

1.07

Z"

2-Rse+R-C

( )

L+(R_,+RL)-R-C+(Rs+RL)-Rse-C+D'2-R-Rse-C

A" =

L.C-(R+Rsz)

(108)

Bl,

=~

(109)

L-C-(+1¿se)

Rs=rS,,,-D+rD-D'

(l.10)

Onde

rs", é a resistência

do

transistor e rD a resistência

do

diodo.

Vorpérian apresenta

em

[4]

uma

técnica que ele

chama

de

modelo

da

CHAVE-PWM.

Aplicando este

método

obtém-se

também

um

sistema de 2”

ordem

com

1 zero e 2 pólos, cuja

expressão simplificada é apresentada abaixo.

A

.

_z¿(s)__

(s+z)

HzL(s)_

à(S)

-K

S2+A_S+B

(rn)

onde,

K,

A,

B

e z são função

da

razão cíclica (D).

São

dadas

também

as expressões completas

do

modelo.

K

V0

C-(D'-R2

+D'.R-Rsz +Rsz2 +R.Rse)

'D'

L-c-(R+R.‹e)=

(1.12)

Z:

2-D'-R+R.‹e

f

c.[D'.R2

+D'-R-Rzz +Rsz2 +R.Rfz]

(113)

A

`

L-(R+R.‹z)+c-[RL-(R+R_‹z)2+D'-(R-Rszz+R2-Rse)]

L-c-(R+Rsz)2

(1.14)

B

_

R2

-D” +RL

-(R+Rze)+D'-R-me

L-C'-(R+Rse)2

.

(115)

O

zero é devido ao capacitor de saída e à carga, os pólos são caracterizados por todo o

(28)

o zero é função de

D.

Porém

em

termos práticos a variação é tão

pequena

que se

pode

considerar

os dois

modelos

idênticos.

1.2.2.

DIAGRAMAS

DE

BODE

Aqui

cabe

uma

observação: na prática o sistema de controle irá variar a razão cíclica de l

até

próximo de

zero para manter a tensão- .de saída

fixa

e a corrente

no

indutor variando. Isto

pode

ser verificado pela própria equação característica

do

conversor

Boost

[1].

Ou

seja, a cada

meio

período de rede ter-se-á

um

movimento

de "ida e volta" de

D.

Na

passagem da

tensão de

entrada por zero

D=1

e

no

pico de Vg a razão cíclica irá ao seu valor mínimo.

Como

praticamente

todos os parâmetros variam

com

D,

é necessário verificar

em

que ponto de operação o

modelo

é

mais representativo.

Ou

seja, para

que

situação de razão cíclica será escolhido

o

modelo

para os

projetos. .

-.

Em

todos os gráficos a seguir será considerada' a variação

em

Vg

para cada valor de razão

cíclica.

Vo

é considerado constante. '

_ ,

I

Para

uma

melhor

visualização

do comportamento

da planta (o conversor) são feitos os

diagramas

de

Bode

para algumas situações particulares: D=0.95,

D=0.5

e'D=O.

Os

valores numéricos

foram

retirados

do

projeto feito

em

[1] e são dados a seguir.

C=680p.F

L=650p.H

R=106Q

Rse=O.2Q

R¡_=0.09Q

Vg =

|315-sen(2- zz-óo-r)¡v

Po=l500W

V

fs=70KHz

Vo=400V

(29)

90 10 ... --- ~~~~~~~~~~~~~~~~~ À. _ , \ _ \ za

/

\

`- // ,. \\` 50 ,// . If' \ 4, _." ,, , øë , z

,»"¡

. , 30 ________________ -- 1 ,_'.z .I ¿, IO* -1o 4 0.1 1 1o wo looo 1-1o

mo

_

Modelo simplificado ```` " D=0.95 "' D=0.5

Fig. 1.3.

Ganho

da

função Hi¿(S)

usando

o

modelo

CHAVE-PWM

5 O z z ._-__::,. ,z / // ,‹ ....-.-¡_.,_,_.. 1 _.--' z | ' ` › "'~.,, . \ '*~~-..` ` _ 4 - -- - - - ›f 1 ___, -90 1 ` “180 \\ /1 z ._¬____._ ¡ /' “270 X g _¿.,-; ____ _` ~ âz* \\ I\ \ \\ .='_f._. z /' . \ .. _ _. ..-1.:.í}..--- -"""' '''''''' ~~-..__§ _

.sm

W 7 4 1-105 0.1 1 l0 l00 1000 1°l0

_

Modelo simplificado '''' " D=0.95 "' D=0.5

D=0

(30)

Nota‹se que, de acordo

com

as figuras 1.3 e 1.4, a partir de

uma

certa frequência

(aproximadamente 500Hz)

o efeito

da

mudança

na razão cíclica é muito pequeno.

A

partir deste limite os

modelos de

[4] e [7] coincidem

com

o

modelo

usado por [9,10], nas figuras

chamado

de

modelo

simplificado. Trata-se de

um

modelo

que considera o capacitor de saída

como

uma

fonte

de tensão e despreza a resistência

ôhmica do

indutor.

A

H',(s)=L¿íQ=__V¿_

(1.1ó)

s 1

d(S)

LS

*

Este

modelo

é mais

adequado quando

se quer analisar a frequência de cruzamento.

Em

geral esta

fica

bem

além

da ressonância

RLC

e, nesta região, os

modelos

são coincidentes.

1.2.3.

LUGAR

Dos

PÓLos

E

zERos

Im

' 2°°° i | i i i 1 l I I 1500

-

l\

_.. Ê» " . mou

-

"`*~¬"_""

-

500

~

0-

vz: zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

Wo»-Q

-

/""ƒ

Í

-mm,_ -1soo-

V/

Q

-

.mo

i i i u v 1 1 i 1

Re

-250 '225 *200 “ITS 'U0 'IRS “IN "75 "50 - '25 0

Fig. 1.5.

Lugar

dos pólos e zeros para

fimção

Hi¿(S) -

CHAVE-PWM

para

0<D<1

Estes gráficos foram construídos

com

o objetivo de mostrar a variação

da

posição dos

(31)

figuras 1.5 e 1.6 as setas indicam o sentido

do movimento

dos pólos e zeros

quando

cresce a

razão cíclica. Para estas duas figuras

D

varia de zero a um.

~

Nos

pontos

de

D"O

as tensoes e correntes no conversor são máximas. Isto indica que

nesta situação é mais importante garantir a estabilidade

do

sistema controlado, caracterizando a

. ,_ . , .

situaçao mais critica.

0

Im

20° 1 1 1 1 1 1 1 1 1 isou

-

ä-¬-..._ .

-

_'.~°*--¬..`,,____""."`- .t..___ iooo

-

~""""--`._~`_~

-

¬~.,__~".~ sao

-

""`\i.

-

\_`

\

O ._

7%

-soo- ,

-

.-'”"' ..›‹-"'._.""‹ -iooo- -

_.--""""

-

_pM“__________,_,.-›-' ..¢-f'f""'__' -isoo- a---*""'“"'›" -› _,¡,¡,[, 1 1 1 1 1 1 1 1 1

Re

-190 '162 -144 -126 "l08 'W “TZ '54 "36 -18 O

Fig. 1.6.

Lugar

dos pólos e zeros para função yHi¡_(S) -

MISSCO

para

0<D<1

Pela

figura

1.5 vê-se que o

aumento

da razão cíclica produz

um

deslocamento muito maior

na

parte Imaginária dos pólos

que

na parte Real.

Quando

D

se eleva, o sistema

toma-se

mais lento e mais amortecido, sendo este último aspecto mais relevante.

Usando

a técnica

MISSCO

para obter o

modelo

(figura 1.6) o

comportamento

observado

pode

ser considerado idêntico.

Para as figuras 1.5 e 1.6 foi utilizado o

modelo

que despreza as resistências ôhmicas dos

interruptores.

Se

estas forem levadas

em

conta (figura 1.7) o sistema, ao invés de se

tomar

mais lento

como

aumento

de

D,

se

tomará

mais rápido.

Mesmo

assim o

movimento

dos pólos

no

eixo

Real continua

bem

menos

relevante

que no

Imaginário. Pode-se então admitir

que

não é

necessário considerar as resistências, para construir

um

modelo

razoável

do

conversor Boost, e

que

o

movimento

dos pólos que realmente interessa é o que se dá ao longo

do

eixo Imaginário.

(32)

Im

¡W° I I I I I I I I I 1500

_

ii '

"

/' I 1000

-

-

son

-

/

-

/. u

-

II f .-_ 5* e exi- -soo-

\

-

\<

_

-l000'-\

-1500-' I

_

'-2000 I I I I I I I I I

Re

-SW -720 -640 -5 60 -430 -400 -320 -240 -1 ¡0 "90 0

Fig. 1.7.

Lugar

dos pólos e zeros para

fimção

yHi,_(S) -

MISSCO

para

O<D<l.

São

consideradas

rSW=460mQ

e

rD=11mQ

1.2.4.

VERIFICAÇÃO

DO

MODELO

I

Para verificar o

modelo foram

feitas simulações

do

conversor aplicando-se

uma

tensão

I

senoidal na entrada

que

controla a razão cíclica (Vc) e observando esta frequência na corrente

do

indutor.

O

circuito

da

figura 1.8 ilustra o princípio utilizado. Foi necessário projetar

um

conversor

com

frequência de

chaveamento

menor

que

em

[1], a

fim

de reduzir os

tempos de

simulação. Seus

parâmetros são

dados

a seguir:

C=625p.F

L=250uH

R=8Q

Rse=0.2Q

R¿=0.033Q

Vg=11V

(33)

Po=5OW

fs=2OKHz

Vo=22V

.

O

circuito

da

figura 1.8 foi usado apenas para

f <f%. A

partir daí é

usado

um

flip-flop

na

saída

do

comparador,

como

no

UC3

854, para evitar o múltiplo acionamento

do

interruptor no

mesmo

período

de

chaveamento.

u

Os

pontos obtidos para várias frequências e razão cíclica 0.5 são mostrados

na figura

1.9,

junto

com

a curva

de ganho do modelo

da

CHAVE-PWM,

representada pela linha contínua.

A

diferença entre

modelo

e simulação vistas nas frequências mais elevadas se justifica porque o

modelo

é concebido para

pequenos

sinais e baixas frequências.

i

Foi acrescentado (curva tracejada)

um

modelo

proposto

em

[6] e utilizado

em

[2], que

considera o efeito

do chaveamento na

malha de corrente e é válido até

metade da

frequência de

chaveamento.

Sua

expressão é

dada

pela equação (1.17) e deve ser multiplicada pelo

modelo

simplificado.

Vê-se

pela figura 1.9

que

o efeito de He(S) explica a elevação

do ganho na

região

próxima

à freqüência de chaveamento. Este

fenômeno

deve ser levado

em

consideração na hora

de verificar a estabilidade

do

sistema de controle.

S2

S

He(S)=_--7-í+l

(1.17)

(77 fs) 2 '

f

s

Esta função apresenta dois zeros

no

semi-plano direito. Aplicando os parâmetros do

conversor sob análise, os zeros de

He(S)

são:

`

zm

=1727l8i136123j

.

No

diagrama de

Bode

os zeros aparecem na

metade

da frequência de chaveamento:

(34)

al”

U

l"

l

TC

=

VC

Vñamp

ü

Sinal

de

Q

Teste

Fig. 1.8. Circuito usado para simulação de verificação

do

modelo

so 4o ,,+ ao 20 "' + * + 10 4- + ... .. 0 -10 '20 1 10 100 1000 P104 _ 1-105 "M I-Ii(S)*He(S)

_

Hi(s) "' Pontosdasimulação

(35)

1.2.5.

SENSIBILIDADE

DO

MODELO

AOS

PARÂIVIETROS

O

apêndice

A

contém

detalhes sobre o quanto o

modelo

de corrente é sensível aos

parâmetros

que o

compõem.

Observando

os gráficos nota-se

que

o

modelo

é mais sensível a

variações

no

valor

do

capacitor de saída e no valor

do

indutor boost, sendo este último o que

mais o afeta.

Como

a principal restriçao está na fi'equência de cruzamento, deve se atentar para os

elementos

que

mais afetam o

modelo quando

da vizinhança desta frequência.

Mais

uma

vez o

principal fator é a indutância e desta vez

com

muito mais intensidade.

Esta característica reforça a idéia de que o

modelo

da equação 1.16 é

bom

quando

se quer

apenas verificar a frequência de corte

do

sistema.

A

maioria dos parâmetros são variantes, de

uma

maneira

ou

de outra.

Porém

a indutância é

um

fator

que

apresenta grandes variações,

em

virtude

do

elevado nível

CC

a

que

é submetida

quando

a tensão

da

rede passa pelo pico.

Os

efeitos desta quase-saturação serão melhor

discutidos mais à frente. _

'

1.2.6.

COMPENSADORES

DE

CORRENTE

O

objetivo

do

controlador de corrente é seguir

uma

referência

do

tipo

módulo

do

seno.

Ou

seja, a corrente

no

indutor deverá ter a

mesma

fonna

de

onda

da tensão

da

rede retificada.

Para

isso é desejável

que

a

malha

de corrente tenha

uma

banda larga, a

fim

de garantir

uma

baixa distorção harmônica.

Quando

a tensão de entrada

Vg

é máxima, a razão cíclica

D

é feita

mínima

(pelo controle).

Sendo

assim, tem-se

D=l

na

passagem

da tensão da linha por zero e

D=O

no

pico

da

rede, se este atingir a tensão

de

saída,

400V

para o conversor sob análise. Este último ponto

de

operação será utilizado para projeto dos controladores por ser a situação

onde

o conversor processa a maior

quantidade

de

energia.

À

luz das figuras 1.5 a 1.7, deve-se ainda salientar que

quando

os pólos se

aproximam do

eixo Real, tica mais dificil atrai-los para

o

lado esquerdo,

uma

vez que, ao introduzir

um

zero para

(36)

aumentar o

ganho.

Na

verdade, isto não será possível porque ter-se-á

um

ganho

muito maior nas

condições

do

modelo

para

D=O.

Em

outras palavras, projetar o

compensador

para as condições

de

razão cíclica

máxima

significaria levá-lo a

uma

grande saturação

quando

D=O.

A

figura

1.3 indica que, para razão cíclica baixa, o

ganho do

sistema é cada

vez

menor.

Isto vai tornando

o

sistema, à

medida que

D

se aproxima de zero, cada vez

menos

capaz de obter erro nulo.

Como

a frequência de corte para todos os casos é a

mesma,

pode-se dizer

que

o

tempo

de

resposta é

o

mesmo.

Um

compensador

com

alto

ganho

em

baixa frequência ajudaria a

minimizar estas diferenças causadas pelos diferentes pontos de operação.

j

Além

disso, para cargas

menores que

a nominal, o

ganho

CC

do

conversor cai bastante e o

fator de potência é prejudicado [3]. Esta é mais

uma

razão para

que

se deseje

um

compensador

com

elevado

ganho CC.

_

Serão analisados alguns

compensadores

que

podem

atender a estas exigências.

Para a análise dos

compensadores

serão usados os dados

do modelo

CHAVE-PWM,

embora,

dada

a semelhança dos resultados, o

MIS

SCO

também

pudesse ter sido usado.

1.2.6.1.

ATRASO

DE

FASE

O

sistema a ser controlado é

do

tipo l zero e 2 pólos

conforme

equação (1.11).

O

controlador tipo Atraso de Fase

tem

1 pólo e 1 zero.

O

zero é posicionado mais à

esquerda

que o

pólo.

Tem

a forma:

cz'(s)=1<c

-šfši

(us)

C

O

pólo é colocado

no

zero da planta,

que

é praticamente independente

do

ponto de

operação.

É

dado

pela equação (l.03).

pc

=

z (1. 19)

Quanto maior o

valor

do

zero

do

controlador, mais rápido será

o

sistema,

o que

significa

menos

distorção.

Porém

existem pelo

menos

três restrições: (1) wc-C deve ser

menor

que

1/4 de

(37)

inclinação -40dB/Dec, o que significa

Margem

de Fase

(MF)

perigosamente

pequena

e (3) para

que

aMF

não

seja

menor

que

45° o zero deve ser

uma

década

menor

que cus, isto por causa do

efeito de He(S).

Por

segurança adota-se:

wcc

=

-Í%- (1.2o)

~

O

zero

fica

definido pela equaçao abaixo.

-~

z

fia

1 21

Z”

1o (

` )

O

valor

de Kc, ganho do

controlador, é estabelecido de maneira a garantir a frequência de

cruzamento especificada. z mag nory

6000

5000

4000

3000

2000

000

O_.\

-100

-200

-300

-400

Lugar dos

Raizes

0- 0-

19-

©-

-×-Closed

loop poles

><><×><><×><><><><><><>< ><

×

>< ><

×

XXGF

X

gv

x

X

Xxxx ××

x

×

XX

×

×××

×

×

X

××x×× ×× ××

×

×

X

59-Ê8ooe~1ëooe1šooe121ooe1ëooe1booc+äooo-õo

-4000-zooo

o

reol

Fig. 1.10.

Lugar

das raízes para conversor

com

compensador

Atraso

de

Fase.

Olhando na figura

1.5 para os pólos e zeros

quando

D=O,

pode-se ver

melhor

os motivos

destas escolhas. Pretende-se levar os pólos o mais possível para o lado esquerdo e para o eixo Real.

O

zero é colocado para atrair os pólos da planta.

O

pólo é usado para impedir

que

o zero da

(38)

ganho

é utilizado para empurrar os pólos,

um

para o infinito e outro para o zero

do

compensador.

A

limitação

fica

por canta da frequência de cruzamento, vista melhor

no

diagrama de Bode.

Esta idéia é vista

com

mais clareza na figura 1.10.

Tem-se

o lugar das raízes para

uma

planta semelhante ao conversor

em

estudo

com

um

compensador

tipo Atraso de Fase.

Na

prática

não

será

sempre

possível alcançar o ponto

onde

as raízes

tocam

o eixo Real.

É

que,

como

já foi

dito, o

ganho deve

ser limitado para que a frequência de cruzamento (diagramas

de Bode)

não

exceda a frequência de

chaveamento do

conversor.

1.2.6.2.

PROPORCIONAL-INTEGRAL

(PI)

O

PI é

um

compensador que

apresenta praticamente a

mesma

estrutura

do

Atraso de Fase,

sendo que

o

seu pólo é na origem. Nisto está a sua vantagem, possuir

ganho

CC

infinito,

um

dos

objetivos

do

compensador

de corrente que não era possivel obter

com

o Atraso de Fase. Abaixo é

dada

a equação característica

do

PI.

Cz'(S)

= KC

(1.22)

Como

o zero

da

planta está localizado muito próximo à origem, os efeitos

de

se colocar o

pólo na origem e

nao

sobre o zero são

pouco

sensíveis.

O

critério para escolha

do

zero

do

controlador é o

mesmo

do

Atraso de Fase.

Da

mesma

forma

para a frequência de cruzamento.

Valem

portanto as' equações (1.20) e (1.21),

bem

como

o

método

de ajuste

do

ganho.

O

fato de não necessitar escolher o lugar

do

pólo

do

compensador,

irá diminuir

o

número

de equações necessárias para

o

projeto, o

que

facilita a escolha dos

componentes.

1.2.6.2.

PROPORCIONAL-INTEGRAL

COM

FETRO

A

idéia aqui é amortecer o efeito da frequência de chaveamento

no

laço

de

corrente. Se fs

(39)

outras palavras, a razão cíclica irá variar muito rapidamente,

provocando

oscilações na corrente

do

indutor.

Coloca-se

um

filtro de

um

pólo,

do

tipo visto abaixo. Para

ganho

unitário,

que

é caso

presente, kF é feito igual ao pólo, pc.

--Ê¿`-

123

HF‹S›-3%

‹.

Fazendo o

produto das duas funções de transferência chega-se ao controlador:

.

S

.

cz(s)

= KC

-š_-(ÊÊÊ-)

(124)

C

Posiciona-se

o

pólo na

metade

da frequência de chaveamento,

ou

seja, cancelando

um

dos

zeros de He(S):

co

pc

=

_¿

2

(125)

Mais

uma

vez,

valem

as equações (1.20) e (l.21) e o sistema de ajuste

do ganho

Kc.

1.3.

MALHA

DE TENSÃO

DE

SAÍDA

Constitui

o

laço que objetiva regular a tensão na carga. Para simplificar, será

chamado

apenas de

malha

ou

laço de tensao.

1.3.1.

MODELO

Já é conhecido

um

modelo que

relaciona a razão cíclica

com

a corrente

no

indutor (1`¿).

Para

que

se possa controlar a tensão de saída

do

conversor, será preciso relacionar a í_,_

com

esta

tensão.

A

partir das equações usadas para determinar

o

modelo

de corrente, pode-se desenvolver

a expressão

do

modelo,

que

representa

uma

carga resistiva.

É

dado

na

equação

1.26 e foi

determinado pela

CHAVE-PWM

[4].

(40)

z0(S)

=

l'^¿(_52=

R.D›.~

(126)

H

I-L(S)

Também

pode

ser expresso na fonna:

1 .

(Sei

z0(s)=D'-

RR”

-

CR”

(127)

R+Rse

S+---

1

[

C-(R+Rse)ii

O

modelo

também

poderia ter sido achado

com

base na idéia

do

controle de conversores

no

modo

corrente-controlada [7].

O

conversor é

uma

fonte de corrente que alimenta

um

capacitor (C)

em

paralelo

com

0

resistor de carga (R).

No

caso

do

conversor Boost, a corrente

que

sai é a corrente

no

diodo,

que pode

ser expressa por:

1,,

=

D'-z¿ (1.2s)

O

que

relaciona a tensão de saída

com

a corrente

no

diodo é a impedância equivalente de

R

e C.

Daí

chega-se facilmente a

uma

expressão idêntica à equação (126).

No

controle

de

tensão, a principal fonte de perturbação é a carga.

Quando

esta varia,

mantida a corrente

que

a alimenta, a tensão

também

se modificará.

Analisando a equação (1.26) vê~se que a carga não afeta o zero, que é função apenas

do

capacitor e suas

não

idealidades.

Se

o capacitor for

tomado

ideal,

sem

Rse, o zero

não

mais

existirá. '

As

variações

de

carga afetam o pólo e o

ganho

do

sistema, sendo que este último

também

é sensível à razão cíclica.

Como

a ação de controle de tensão

não

deve se dar

em

intervalos

menores que

um

serni-período de rede, o efeito da razão cíclica não será muito importante aqui.

Pode-se

tomar

o valor médio,

dado

pela equação (l.29).

i

.

2

.

Dmd

Daqui

em

diante será considerado D',,,,,,,=1.

Na

verdade,

em

operação normal, ele não

passa de:

=

É

z

0.79

(41)

1.3.2.

LUGAR

Dos PÓLos

E

zERos

Im

o x

-vaso -13.8

Re

Fig. 1.11.

Pólo

e zero de Zo(S) para plena carga

Para

uma

melhor visualização

do

sistema é fomecida a

figura

1.11,

que contém

as

posições

do

pólo e

do

zero.

Foram

usados os valores numéricos descritos na secção 1.2.2,

retirados de [1]. Vê-se que o zero está localizado muito à esquerda, o

que

representa

uma

resposta rápida

do

sistema.

Por

isso

tem pouca

importância ao se fazer

o

projeto

do

compensador.

O

que

vai prevalecer é o pólo, situado próximo à origem e por isso

impondo

uma

resposta muito mais lenta.

1.3.3.

coM1›ENsADoREs

DE TENSÃO

Antes

de

pensar

no

compensador

é preciso visualizar o sistema completo, incluído o laço

de

corrente e

o de

tensão.

Assim

será possível compreender as exigências e limitações impostas

ao compensador de

tensão.

Tem-se na figura

1.12 o diagrama de blocos

do

sistema

que

inclui as malhas de tensão e de

corrente.

IM,

a referência de corrente, é

do

tipo |Sen(ú›t)l e

VM»

é 7.5V. Vs é a amplitude da

rampa

do

PWM

e

Rsh

é o resistor

que

converte a corrente

no

indutor

em

tensão.

R1

é

o

resistor

que

converte a saída

do

multiplicador de corrente

em

tensão,

Ko

é o divisor de tensão

da

saída

do

conversor e ÍÍv(s) e*Ci(s) são os controladores de tensão e de corrente respectivamente.

Considere

o

sistema

que

vai

da

saída

do

multiplicador até i,_(S)

como

sendo Hv(S). Para os

(42)

1 1

H

"(

S

)

zzz

lmh

.__.

(”°°°

.__.._

1.30

s+wCC)

( )

Trata-se

de

um

filtro

na

frequência de corte

do

laço de corrente.

Como

se verá mais adiante, o laço de tensão deverá ser

bem

mais lento que o de corrente. Isto leva a

uma

aproximação ainda mais simples:

Hv(S)

~

~

Â

1 31

Rsh

( ` )

'

A

expressão exata é

dada

pela equação:

-1--cz'(s)-Hz¿(s)

Hv(S)

=

R1. 1

VS

(132)

1+-17-Ci(S)-Hi¿(S)-Rsh-He(S)

s I

H

z . 1 'Í (S) i(S) V°(S)

=

í

L z‹›‹S› Vvea(s) u Vizzf

+.

_ V'o(s)

Fig. 1.12.

Diagrama

das malhas de tensão e corrente juntas

O

sistema completo é

bem

representado pela impedância de saída Zo(S) e

um

ganho,

Hv(S) segundo

a

equação

(1.31).

Na

figura

1.13 é mostrado

o

sistema simplíficado para analisar o

desempenho do

laço

de

tensão.

A

referência de corrente

I

Refé considerada

um

valor constante e igual

ao

seu valor médio.

O

controlador de tensão contribui

com uma

certa quantidade de 2” harmônica

(120Hz) no

multiplicador, trazida

da

saída

do

conversor (ver figura 1.12).

Quanto

maior esta quantidade,

maior

será a alteração

provocada

na referência de corrente e maior a distorção. Esta característica vai determinar o

ganho

em

12OHz

do

controlador de tensão.

Um

estudo mais detalhado deste

fenômeno

é feito

no

apêndiceB.

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