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As tecnologias aliadas ao ensino de língua portuguesa na educação básica: perspectivas e desafios/ Technologies allyed with portuguese language teaching in basic education: perspectives and challenges

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Academic year: 2020

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Braz. J. of Develop.,Curitiba, v. 6, n. 9, p.72468-72475 ,sep. 2020. ISSN 2525-8761

As tecnologias aliadas ao ensino de língua portuguesa na educação básica:

perspectivas e desafios

Technologies allyed with portuguese language teaching in basic education:

perspectives and challenges

DOI:10.34117/bjdv6n9-626

Recebimento dos originais:08/08/2020 Aceitação para publicação:28/09/2020

Andrelize Schabo Ferreira de Assis

Mestra em Educação Escolar pela Universidade Federal de Rondônia (Unir) E-mail: [email protected]

Jhonatan Schabo Carreira Batista

Licenciado em Matemática pela Universidade Federal de Rondônia (Unir) E-mail: [email protected]

Paula Cristian de Oliveira da Silva

Especialista em gramática Normativa e Abordagens Contemporâneas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

E-mail: [email protected]

RESUMO

Esse artigo analisa o uso das ferramentas tecnológicas no ensino de Língua Portuguesa na educação básica, por meio da pesquisa bibliográfica e da experiência dos autores, com vistas a colaborar com os estudos da área e a refletir sobre maneiras de aprimorar o processo de ensino-aprendizagem. As tecnologias fazem parte da realidade das pessoas e modificaram profundamente a forma do homem se relacionar e aprender, determinando a relação do sujeito com o mundo. Assim, com base no estudo realizado, entendemos que o ideal não é tentar lutar contra o uso das tecnologias em sala de aula por provocarem distração, mas atrair o aluno por meio dessas ferramentas tecnológicas e multimídias aliadas ao ensino, auxiliando o processo de aprendizagem. Assim, é importante levar em consideração as afinidades dos estudantes da educação básica com o objetivo de torná-los protagonistas de seu aprendizado, isso pode ocorrer por meio de dinâmicas e atividades que levem em consideração a realidade tecnológica atual, desde que respaldadas por uma base pedagógica.

Palavras-chave: Educação e Tecnologias, Língua Portuguesa, Educação Básica. ABSTRACT

This article analyzes the use of technological tools in the teaching of Portuguese in basic education, through bibliographic research and the experience of the authors, with the purpose of collaborating with studies in the area and reflecting on ways to improve the teaching-learning process. Technologies are part of people's reality and have profoundly changed the way man relates and learns, determining the subject's relationship with the world. Thus, based on the study carried out,

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we understand that the ideal is not to try to fight against the use of technologies in the classroom for causing distraction, but to attract the student through these technological and multimedia tools combined with teaching, helping the learning process. Thus, it is important to take into account the affinities of basic education students in order to make them protagonists of their learning, this can occur through dynamics and activities that take into account the current technological reality, as long as supported by a base pedagogical.

Key words: Education and Technologies, Portuguese language, Basic education.

1 INTRODUÇÃO

O ambiente de ensino contemporâneo é marcado pela presença simultânea de ferramentas de aprendizado tradicionais e modernas. Livros impressos, papel e caneta coexistem com computadores, celulares e lousas digitais. Professores e alunos estão inseridos em uma sociedade dinâmica, com mudanças tecnológicas cada vez mais rápidas, que influenciam o processo de aprendizagem.

Por essa razão, é necessário que o professor se encontre sempre adaptado à utilização das novas tecnologias de ensino, especialmente àquelas ligadas ao digital e à internet. Essa abordagem não invalida os métodos tradicionais, mas faz uso do que é familiar aos estudantes nativos digitais, buscando assim uma maior efetividade do aprendizado pelo aluno.

Nesse contexto, a internet se apresenta como uma fonte gigantesca para pesquisa pelos estudantes, de fácil utilização dada à familiaridade apresentada por eles. Contudo, também representa uma fonte de desinformação (as chamadas fake news), na forma de boatos ou informações sem validação científica.

Logo, é essencial que o professor tenha conhecimento sobre as novas tecnologias, pois o domínio delas permite a ele um melhor desempenho na facilitação do aprendizado pelos alunos, auxiliando-os a obter conhecimento nesse universo de informações nem sempre fidedignas.

O aprendizado de Língua Portuguesa, em um cenário tecnológico, tem potencial para tornar os alunos mais autônomos na busca do conhecimento. Aqui são sujeitos ativos, que pesquisam e refletem sobre os conhecimentos adquiridos, em diálogo com um universo muito maior que a sala de aula.

2 METODOLOGIA DA PESQUISA

A pesquisa é do tipo qualitativa, pois os fenômenos ocorridos em sala de aula de acordo com a experiência dos autores foram interpretados à luz dos teóricos estudados, sem a preocupação com representatividade numérica. Com relação à natureza da pesquisa, trata-se de uma pesquisa aplicada,

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pois foram verificadas, a partir dos teóricos abordados, formas de aprimorar a utilização das tecnologias em sala de aula no ensino de Língua Portuguesa.

Quanto aos objetivos, trata-se de uma pesquisa descritiva, pois se pautou no aprofundamento acerca do estudo sobre a utilização das tecnologias em sala de aula no ensino de Língua Portuguesa com vistas a descrever formas de aprimorar e facilitar o processo de aprendizagem dos discentes.

E, por fim, sobre os procedimentos adotados durante a pesquisa, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, uma vez que ocorreu o levantamento bibliográfico a partir de materiais já publicados na área. De acordo com Amado Luiz Cervo “A pesquisa bibliográfica procura explicar um problema a partir de referências teóricas publicadas em artigos, livros, dissertações e teses” (2014, p. 60).

3 TECNOLOGIAS COMO FERRAMENTAS PARA O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

O processo de utilização de meios digitais, tais como computadores, lousas digitais, aplicativos etc., é indispensável no ensino atualmente, pois as tecnologias fazem parte da realidade das pessoas no século XXI e têm modificado a forma do homem se relacionar e aprender, determinando a relação do sujeito com o mundo. Apesar de toda essa modernização, é preciso destacar que ser um usuário competente da escrita em língua portuguesa nunca foi tão importante para a participação social quanto na atualidade, pois “é por meio dela que o homem se comunica, tem acesso à informação, expressa e defende pontos de vista, partilha ou constrói visões de mundo, produz conhecimentos” (BRASIL, 1997, p. 21).

Tecnologia não é apenas um meio de se fazer algo (isso seria apenas técnica), mas um modo de pensar sobre como fazer algo. A própria formação etimológica do termo “tecnologia” remete a isso: do grego -tekhno (arte, ciência) + -logia (linguagem, proposição). As ferramentas tecnológicas estão cada vez mais presentes nas salas de aula, porém há desafios quanto à sua utilização. Entendemos que não é mais possível fugir dessa realidade tecnológica, pois os estudantes, especialmente os da educação básica, são nativos digitais (nasceram e cresceram com o uso das tecnologias) e têm uma grande afinidade com o uso das tecnologias. A escola precisa adequar-se e responder a essa nova realidade.

Nesse sentido, para evitar que as tecnologias se tornem fonte de distração (aplicativos, jogos, conversas por mensagens instantâneas, redes sociais, etc.), os professores podem apropriar-se de estratégias pedagógicas para o ensino de Língua Portuguesa que incluam o uso das ferramentas tecnológicas. Não basta, por exemplo, apenas utilizar computadores, tablets ou aplicativos em sala de aula, é necessário apropriar-se de técnicas para incorporar esses instrumentos ao processo de

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ensino-aprendizagem de forma eficaz. Nesse sentido, Mírian Grispun (2002) esclarece que a educação tecnológica não é aquela que impõe o ensino das novas tecnologias, mas promove o despertar para a interpretação do contexto atual à luz de seus condicionamentos e fundamentos.

Obviamente, não pretendemos esgotar o assunto e nem oferecer um modelo sobre como esse trabalho deve ser realizado, mas é preciso destacar que as escolas devem promover formações e encontros pedagógicos para que os educadores dominem as ferramentas, compartilhem experiências exitosas e encontrem caminhos de acordo com a realidade em que atuam.

Infelizmente, algumas propostas educacionais e políticas visando popularizar o uso das tecnologias restringiram-se a equipar os professores com um maquinário tecnológico que se tornou obsoleto em sala de aula, pois o preparo do profissional para o uso das tecnologias na educação é indispensável. Assim, conforme Costa (2019):

[...] é legitimo ressaltar que o profissional da educação que faz uso da tecnologia na sala de aula tem que mostrar domínio tanto do conteúdo a ser abordado quanto o domínio dos recursos tecnológicos. Logo, é necessário que o professor elabore atividades que se tornem interessantes para o aluno, de maneira que esta traga prazer para o aluno resolve-las, e sem o domínio consequentemente não pode executá-la. (p. 25038).

Assim sendo, são muitos fatores que envolvem essa realidade e, por esse motivo, é importante discutir a questão do uso das tecnologias em sala de aula para o ensino de Língua Portuguesa. O ensino de Língua Portuguesa, pautado no uso das tecnologias, permite que o aluno tenha mais autonomia em seu processo de aprendizagem. O estudante se torna protagonista e capaz de superar o método tradicional de ensino, abandonando a passividade, para encontrar o estímulo que melhor o auxilie a assimilar o conteúdo (vídeo, músicas, imagens, tecnologia interativa). Nesse sentido:

Na educação contemporânea preza-se por uma educação que construa a autonomia dos alunos em relação ao saber, visto que o ambiente escolar não é a única fonte de saber, existem saberes fora da escola e o aluno deve buscar esses conhecimentos de forma independente, a escola contemporânea busca a obtenção de saberes e competências, tão imprescindível na sociedade da informação. (COSTA, 2019, p. 25037).

As línguas, assim como as tecnologias, são dinâmicas e incorporam-se, ainda que lentamente, às transformações que ocorrem na sociedade. Piaget (1969) destaca que o objetivo principal da educação é formar homens capazes de fazer coisas novas e não meros repetidores das gerações passadas. Nesse sentido, as tecnologias podem ser aliadas, pois permitem aos alunos a independência necessária para exercitar sua criatividade.

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O objetivo da ação educativa é o aprendizado do aluno, por isso é imperioso que os conteúdos estejam acessíveis em uma linguagem atrativa e dinâmica, compatível ao momento da sociedade. Essa acessibilidade pode ser garantida com o uso da tecnologia de forma responsável e planejada em sala de aula. Mais cedo ou mais tarde, seremos forçados a incorporar essas tecnologias ao ensino, por isso, é preciso pensar em estratégias de formação de professores e profissionais da área da educação para acompanhar essa grande mudança.

4 AS TECNOLOGIAS COMO ALIADAS AO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: DESAFIOS E PERSPECTIVAS

Ao ministrar aulas de Língua Portuguesa na disciplina Comunicação e Linguagem do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), em 2015, no Campus Porto Velho Calama do Instituto Federal de Rondônia (IFRO), observamos que os alunos se interessavam muito mais por aulas com o uso de tecnologias do que pelas aulas tradicionais embasadas apenas na apostila do curso e no quadro branco. Nesse sentido, Marcuschi (2010, p.18 apud PEREIRA, 2014, p. 66) afirma que “as novas tecnologias não mudam os objetos, mas as nossas relações com eles”.

A partir daí, despertou o nosso interesse sobre como aliar o uso das tecnologias ao ensino, especialmente na disciplina de Língua Portuguesa. As mídias, linguagens e tecnologias possuem relação direta, pois não se separam no complexo mundo moderno que o homem vem construindo.

Até mesmo a comunicação dos jovens modificou-se por conta do uso constante das tecnologias. O desempenho na disciplina de Língua Portuguesa é extremamente afetado, pois as linguagens se transformaram. Textos escritos em redes sociais ou páginas de bate-papo são repletos de hibridismos, abreviaturas, gírias, neologismos e tudo isso se reflete na escrita acadêmica do aluno, que muitas vezes carrega vícios de linguagem. Nesse sentido, não é possível que o professor de Língua Portuguesa fique alheio a essa realidade que influencia diretamente a escrita dos estudantes. Sendo assim, como aliar as tecnologias ao ensino de Língua Portuguesa? Eis o desafio que mobiliza nosso estudo.

Em relação ao contexto escolar, a utilização de apresentações multimídias com imagens, músicas, vídeos e animações combinadas entre si pode facilitar o aprendizado, pois a aula se torna mais dinâmica e atrativa para os jovens que, frequentemente, já estão acostumados com esse tipo de linguagem e estímulo. Nesse sentido:

O cinema e a televisão, ao usarem a linguagem audiovisual, exigem, além de concentração, memorização e raciocínio, também a percepção, o estabelecimento de relação entre signos, a tradução de signos de uma linguagem para outra. [...] A tela do computador, então, possibilita o uso de mais linguagens simultaneamente bem como o cruzamento de informações exige ainda mais habilidades simultâneas. (BESSA, 2013, p. 124).

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No entanto, a incorporação dessas tecnologias não deve ocorrer de qualquer maneira, pois são necessárias estratégias pedagógicas para que se atinja o aprendizado do estudante. Sempre que possível, as atividades devem envolver ativamente o aluno, tornando-o produtor do seu conhecimento e o professor um mediador desse processo. O aluno não pode ser visto como um mero decorador de slides. Repensar todo o processo é importante, pois não há nada de moderno em utilizar as tecnologias de forma equivocada. Uma ferramenta mal utilizada pode causar grandes danos, um exemplo disso é a disseminação de fake news (notícias falsas). Como nos adverte Paulo Freire, a educação tem um importante papel social e é preciso que os educadores e educandos acreditem no trabalho que desenvolvem. Assim:

É que, na verdade, o contrário da manipulação nem é neutralidade impossível e nem o espontaneísmo. O contrário da manipulação, como espontaneísmo, é a participação crítica e democrática dos educandos no ato de conhecimento de que são também sujeitos. (FREIRE, 1989, p. 23).

Ao invés de aprender Língua Portuguesa, percebeu-se que alunos aprendem mais através da Língua Portuguesa. A interdisciplinaridade atua como aliada ao uso das tecnologias no ensino de Língua Portuguesa, pois é possível ensinar mais de um conteúdo ao mesmo tempo de forma dinâmica e atrativa. O professor age como o mediador e orientador do ensino por meio dessas tecnologias, mas o agente principal é o aluno.

Nossa tarefa como educadores é assegurar que ao entrar na sala de aula ela (a tecnologia) estará lá por razões políticas, econômicas e educacionalmente criteriosas, e não porque grupos poderosos possam estar redefinindo nossos principais objetivos educacionais à sua própria imagem. (APPLE, 1986, p. 48).

A partir do uso das tecnologias nas aulas de Língua Portuguesa de forma interdisciplinar percebeu-se maior empenho e interesse dos alunos e o processo de ensino-aprendizagem se tornou mais fluido e dinâmico. Um exemplo de atividade interessante desenvolvida foi lecionar o conteúdo e pedir que os próprios alunos procurassem nas redes sociais “erros” relacionados ao conteúdo visto, além de grupos de mensagens instantâneas para debater a aula e o conteúdo estudado, entre outras estratégias que demonstraram que as tecnologias podem ser aliadas no contexto escolar. Nesse sentido, seu uso implica em estudo e mudanças nos métodos de trabalho dos professores, para que as aulas se tornem interativas com uma base pedagógica consistente, horizontalizada e democrática.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Ao repensar o processo educacional tradicional, percebe-se a necessidade de interligar as tecnologias ao ensino de Língua Portuguesa. As aulas baseadas no método de ensino tradicional vão

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contra as tendências da sociedade atual, que está a cada dia mais tecnológica. O método construtivista permite que o aluno se torne sujeito ativo no processo de ensino-aprendizagem. Nesse sentido, destaca-se a necessidade de não apenas preparar os docentes para utilizar as tecnologias, mas de prepará-los para construir uma proposta didático-pedagógica que seja capaz de integrar tecnologia ao ensino de Língua Portuguesa de forma eficaz e interdisciplinar.

Uma crítica constante dos alunos sobre a temática trouxe a reflexão de que as tecnologias não devem ser vistas como facilitadoras da vida do professor, pois não é essa a questão. Muitos alunos discordam do uso da tecnologia, pois acreditam que isso se restringe aos professores passarem centenas de slides em uma aula maçante e cansativa. As tecnologias devem ser utilizadas para proporcionar aulas dinâmicas e interativas, em que o professor atue como mediador, mas que o processo de ensino-aprendizagem seja eficaz e não apenas uma releitura do método de ensino tradicional.

O momento histórico atual é marcado por profundas transformações sociais, políticas e tecnológicas e não é possível prever as consequências dessas mudanças. No entanto, sabendo da importância do papel social da educação, professores e estudantes precisam acreditar no trabalho desenvolvido. Os agentes que participam do processo educacional devem possuir uma postura crítica sobre o ensino e as ferramentas utilizadas, como nos diz Freire (1989) sobre o trabalho educacional “nem tudo são flores”, mas é importante que plantemos as sementes.

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REFERÊNCIAS

APPLE, Michael W. O computador na educação: parte da solução ou parte do problema? Revista Educação e Sociedade, nº 23. São Paulo: Cortez, 1986.

BESSA, Dante Diniz. Teorias da Comunicação. Cuiabá: Universidade Federal do Mato Grosso, 2013.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: língua portuguesa. Brasília, 1997.

CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia Científica. 6 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2014.

COSTA, João Dias da; SANTOS, Willian Lima; SILVA, Juliana Santos da; ALVES, Manoel Messias Santos. Brazilian Journal of Development, Curitiba, v. 5, n. 11, p. 25034-25042, nov. 2019.

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados, 1989.

GRÍSPUN, Mírian P. S. (Org.). Educação Tecnológica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez, 2002.

PEREIRA, Cátia Luciana. Novas tecnologias e ensino de Língua Portuguesa: a Pedagogia do Digital na Educação Linguística. Dissertação de Mestrado em Língua Portuguesa. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC – SP). São Paulo, 2014.

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