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LIVRO DE PROGRAMAÇÃO E RESUMOS DO IV CONGEAfro

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FICHA CATALOGRÁFICA

Universidade Federal do Piauí

Biblioteca Comunitária Jornalista Carlos Castello Branco Serviço de Processamento Técnico

C749 Congresso Sobre Gênero, Educação e Afrodescendência (IV. : 2017 : Teresina, PI).

CONGEAfro : livro de programação e resumos do IV Congresso sobre Gênero, Educação e Afrodescendência : descolonialidades e cosmovisões, de 07 a 10 de Novembro de 2017, Teresina / organizadores, Francis Musa Boakari ... [et al.].

– Teresina, 2017.

ISSN: 2318-5244 62 p.

Realização: RODA GRIÔ - GEAfro

1. Educação. 2. Gênero. 3. Afrodescendência.

I. Boakari, Francis Musa. II. Título.

(4)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DEPARTAMETO DE FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO

NÚCLEO DE ESTUDOS RODA GRIÔ: GÊNERO, EDUCAÇÃO E AFRODESCENDÊNCIA RODA GRIÔ: GEAfro

INSTITUCIONAL

Reitor

Prof. Dr. José Arimatéia Dantas Lopes

Vice-Reitora

Profa. Dra. Nadir do Nascimento Nogueira

Pró-Reitora de Ensino de Graduação Profª Drª Maria do Socorro Leal Lopes

Pró-Reitor de Pesquisa

Prof. Dr. Pedro Vilarinho Castelo Branco

Pró-Reitor de Ensino de Pós-Graduação Prof. Dr. Helder Nunes da Cunha

Pró-Reitor de Extensão Profa. Dra. Cleania de Sales Silva

Diretor do CCE Prof. Dr. Luís Carlos Sales

Vice Diretora do CCE

Profª Drª Zozilena de Fátima Fróz Costa

Chefe do DEFE

Prof. Dr. Francisco Williams de Assis Soares Gonçalves

Sub-Chefe do DEFE

Prof. Dr. Cássio Eduardo Soares Miranda

Coordenadora do PPGEd

Profa. Dra. Maria da Glória Carvalho Moura

Sub-Coordenadora do PPGEd Profa. Dra. Ana Valéria Fortes

Coordenador do Núcleo de Estudos RODA GRIÔ Prof. Pós-Ph.D. Francis Musa Boakari

Coordenadora do Núcleo de Estudos NEPEGECI Profa. Dra. Shara Jane Holanda Costa Adad

(5)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DEPARTAMETO DE FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO

RODA GRIÔ GEAFRO

COMISSÃO ORGANIZADORA

Comitês de Trabalho:

- Coordenação Geral:

Prof. Pós-Ph.D. Francis Musa Boakari (DEFE/PPGED/CCE/UFPI)

- Coordenação Executiva: Francis Musa Boakari Francilene Brito da Silva Raimunda Nonata da Silva Machado

Ariosto Moura da Silva

Comitê Outras Mídias & Apresentações Artísticas: Luzia Amélia Silva Marques

Valdimere Pereira de Souza Kácio dos Santos Silva

Kaire Vinicius Aguiar

- Comitê Científico:

Ana Beatriz Sousa Gomes (Doutora em Educação - UFC) Antonia Regina dos Santos Abreu Alves (Dranda. em Educação - UFPI)

Arlindo Cornélio Ntunduatha Juliasse (Drando. em Educação - UERJ) Karla Cristina Silva Sousa (Doutora – UFMA)

Elenita Maria Dias de Sousa Aguiar (Dranda. em Educação - UFPI)

Fabiana dos Santos Sousa (Dranda. em Materialidades da Literatura – Univ. de Coimbra/Portugual) Geoésley José Negreiros Mendes (Drando. em Educação - UERJ)

Joelma Reis Correia (Doutora – UFMA)

Leudjane Michelle Viegas Diniz (Dranda. em Educação - UFPI) Lygia de Oliveira Fernandes (Dranda. em Educação - UERJ) Raimunda Nonata da Silva Machado (Dra. em Educação - UFMA) Roberto da Costa Joaquim Chaua - (Drando. em Educação - UERJ)

Sirlene Mota Pinheiro da Silva (Doutora – UFMA) Valdenice de Araújo Prazeres (Doutora – UFMA)

Vicelma Maria de Paula Barbosa Sousa (Dranda. em Educação - UFPI)

- Comitê de Multimídia, Inscrição e Certificado: Águida Bomfim de Oliveira

Elisiene Borges Leal Francilene Brito da Silva Ilanna Brenda Mendes Batista Raimunda Nonata da Silva Machado Vicelma Maria de Paula Barbosa Sousa

- Comitê de Logística e Infraestrutura: Ariosto Moura da Silva Elenita Maria Dias de Sousa Aguiar

Kácio dos Santos Silva

(6)

- Comitê de Monitoria:

Emanuella Geovana Magalhães de Souza Ilanna Brenda Mendes Batista

Genilson Fonseca de Sousa

Monitoras e Monitores: Monitores CONGEAafro 2017

(Por ordem alfabética e turno)

M (Matutino) – 08h às 12h; V (Vespertino) – 14h às 18h; N (noturno) – 18h às 21h.

1. Ana Caroline Gomes Adelino (V) 2. Ana Paula Santos Ferreira (N) 3. Ananda Moura de Andrade (N) 4. Anna Camylla Santana Rabelo (M) 5. Bruna Victória Castelo Branco Silva (N) 6. Caroline Alves dos Santos (N)

7. Elisabeth Cristina Vieira da Silva (M) 8. Emanuel Martinho dos Santos Rocha (M) 9. Eva Letícia da Silva (V)

10. Francisca Silvana Lopes Costa (V) 11. Geane Blenda Mendes de Andrade (M) 12. Giselly de Sousa Gomes (V)

13. Hyana Bruna Sousa Soares (M) 14. Iara Arcanja Garcia Silva (V) 15. Ilane Barbosa Lemos (V) 16. Izabelly Ravenna Noleto (M) 17. Jessica Alves da Silva (N) 18. Juliana de Oliveira Santos (M) 19. Kamylla Magalhães do Amaral (N) 20. Kelliane dos Santos Feitosa (M) 21. Kelson Braga de Andrade Junior (M) 22. Klicilane Jady Carneiro da Silva (V)

23. Leliany Raquel da Conceição dos Santos (V) 24. Lianna Montgomery de Oliveira Nascimento (V) 25. Lorena Borges Santos Alves (V)

26. Lorena Monteiro Rodrigues (V) 27. Lorena Rosa Almeida Dos Santos (V) 28. Lucylene Alvarenga Souza (V) 29. Márcia Beathriz Barros dos Santos (M) 30. Maria Alexsandra da Cruz Pereira (M)

31. Mariana Almendra Cavalcante do Nascimento (M) 32. Marília de Oliveira Ferreira (N)

33. Michelly Alcântara da Silva (V) 34. Nayara de Nazaré Alves (V)

(7)

EQUIPE EDITORIAL

Águida Bomfim de Oliveira Francilene Brito da Silva Ilanna Brenda Mendes Batista Raimunda Nonata da Silva Machado Vicelma Maria de Paula Barbosa Sousa

ARTE E LAYOUT DE CAPA

Francilene Brito da Silva

Superintendência de Comunicação Social - SCS/UFPI

Secretaria do Encontro - Contato

Universidade Federal do Piauí Campus Ministro Petrônio Portela – Teresina

(8)

APRESENTAÇÃO ... 8

IV CONGEAfro ... 8

Roda Griô ... 8

RODAS TEMÁTICAS E MODALIDADES ... 10

Rodas Temáticas ... 10

Modalidades ... 10

PROGRAMAÇÃO GERAL...11

DIA 07 DE NOVEMBRO DE 2017...12

DIA 08 DE NOVEMBRO DE 2017...13

DIA 09 DE NOVEMBRO DE 2017 ...16

DIA 10 DE NOVEMBRO DE 2017...19

RESUMOS...21

Rodas de Conversas (Comunicações Orais) ... 21

Socializações de Aprendizagens (Minicursos) ... 48

Outras Mídias ... 53

Leitura/Conversa (Pôsteres) ... 56

Aprendendo Juntas/os (Oficinas) ... 58

Pontos Turísticos ...60

(9)

IV CONGEAfro: descolonialidades e cosmovisões. O sonho continua realizando-se.

É com enorme prazer que realizamos o IV CONGRESSO SOBRE GÊNERO, EDUCAÇÃO E AFRODESCENDÊNCIA: descolonialidades e cosmovisões, durante os dias 07, 08, 09 e 10 de novembro de 2017, na Universidade Federal do Piauí, no espaço do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGED) e Auditório Geral do Centro de Ciências da Educação da Universidade Federal do Piauí - UFPI.

Na contramão dos retrocessos nas políticas educacionais brasileiras procuramos em 2017 ampliar as discussões para além das colonialidades de poder, saber e ser.

Esse é o nosso IV congresso nacional. Nessa edição, queremos conversar sobre epistemologias que não limitam a maioria das pessoas do planeta, para podermos alargar nossos conhecimentos/saberes. Como nos lembrava Frantz Fanon (1968) em “Os Condenados da Terra”, ainda no século passado, é preciso uma descolonização que se proponha mudar a ordem do

mundo, que se proponha um “programa de desordem absoluta” (p. 26) para que deixemos de ser

maniqueístas. Esse maniqueísmo que Frantz Fanon se refere é aquela ordem mundial onde o poder colonizador/capitalista (aqui vale ressaltar qualquer espécie de poder que desumaniza, nas sociedades atuais fruto de históricas escravizações, colonizações e colonialidade) inscreve nos

“colonizados” uma culpa por estes existirem, não obstante precisa destes para que haja a sua

existência como “colonizador”.

Mas, como alargar sentidos sobre nós mesmos? Desconfiamos que podemos começar recontando nossas histórias a partir das nossas experiências nos cotidianos. Assim, descolonialidades e cosmovisões fazem parte de uma reflexão conjunta em que podemos mostrar e discutir as forças das diferenças e das semelhanças em maneiras de viver e pensar/sentir como bem viver. O IV CONGEAfro nasce desse desejo, o de ampliarmos o respeito aos seres viventes/sociais.

Queremos criar contextos de diálogo com crianças, jovens e adultos; professoras/es, pesquisadoras/es, e estudantes, da educação básica à superior e pós-graduação,demais pessoas interessadas no assunto, para a troca de experiências sobre relações de gênero, educações e afrodescendências numa perspectiva de descolonialidades e cosmovisões em Roda, discutidas e aprendidas nas vivências do Núcleo RFODA GRIÔ: Gênero, Educação e Afrodescendência (RODA GRIÔ/GEAFRO).

Roda Griô:

(10)

Nas reuniões do Núcleo RODA GRIÔ-GEAfro priorizamos as RODAS DE CONVERSAS – onde cada pessoa é uma sábia (griô) e pode ensinar algo relevante enquanto socializa vivências no grupo das sextas-feiras. As Rodas são como um(a) modo/prática de afloramento das histórias de cada pessoa, seja ela pesquisadora acadêmica ou não, porque entendemos que essa forma de fazer/refletir/ouvir/pensar/sentir/dizer é importante para desestabilizar uma história única e colonialista nas relações de poder entre diversos sujeitos interlocutores dos conhecimentos.

(11)

RODAS TEMÁTICAS: SÃO OS EIXOS QUE ORIENTAM OS TRABALHOS:

RODA TEMÁTICA 1: COSMOVISÕES SOBRE/DE MULHERES/HOMENS/..., INFÂNCIAS E JUVENTUDES AFRODESCENDENTES EM EXPERIÊNCIAS DESCOLONIAIS;

RODA TEMÁTICA 2: POLÍTICAS DE FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO - DESCOLONIALIDADES E COSMOVISÕES OUTRAS;

RODA TEMÁTICA 3: RELAÇÕES ETNICORRACIAIS E AFRODESCENDÊNCIAS EM EDUCAÇÕES SOCIAIS E ESCOLARES PARA ALÉM DO

EUROCENTRISMO;

RODA TEMÁTICA 4: PSICOLOGIA, ARTE, SOCIOPOÉTICA E AFRODESCENDÊNCIAS: DESCOLONIZANDO COSMOVISÕES E EPISTEMOLOGIAS;

RODA TEMÁTICA 5: COMUNIDADES QUILOMBOLAS, TRADICIONAIS, POVOS INDÍGENAS E AFRODESCENDENTES: COSMOVISÕES EM EDUCAÇÕES.

MODALIDADES DE TRABALHOS INSCRITOS:

1. RODAS DE CONVERSAS (COMUNICAÇÕES ORAIS)

2. SOCIALIZAÇÕES DE APRENDIZAGENS (MINICURSOS)

3. "OUTRAS MÍDIAS"

4. LEITURA/CONVERSA (PÔSTERES)

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Dia 07/11/2017:

8h:30-12h: CONGEAfrinho – boas-vindas e atividades sócio-educativas para estudantes do Ensino Básico – Salas do PPGED/CCE/UFPI

12h30-14h: Intervalo

14h30-17h30: Oficinas para participantes inscritos no IV CONGEAfro – Salas do PPGED/CCE/UFPI

14h:30-18h: CONGEAfrinho – atividades sócio-educativas para estudantes do ensino básico – Auditório do CCE/UFPI e espaços afins.

Dia 08/11/2017:

08h30-10h: Credenciamento e Leituras/conversas (Pôsteres) – ADUFPI/UFPI

10h-12h: Solenidade de Abertura com as Reflexões de Abertura e Merenda –

ADUFPI/UFPI 12h30-14h: Intervalo

14h30-16h: Rodas de Conversas (Comunicações Orais) – PPGED/CCE/UFPI 16h-18h: Rodas Temáticas (Palestras/Mesas Redondas)– PPGED/CCE/UFPI 18h-20h: Lançamento de Livros – PPGED/CCE/UFPI

“Outras Mídias” – PPGED/CCE/UFPI

Dia 09/11/2017:

08h-10h: Socializações de Aprendizagens (Minicursos)– PPGED/CCE/UFPI 10h-12h: Socializações de Aprendizagens (Minicursos)– PPGED/CCE/UFPI 12h30-14h: Intervalo

14h30-16h: Rodas de Conversas (Comunicações Orais)– PPGED/CCE/UFPI 16h-18h: Rodas Temáticas (Palestras/Mesas Redondas)– PPGED/CCE/UFPI 18h-20h: "Outras Mídias"– PPGED/CCE/UFPI

Dia 10/11/2017:

08h-10h: Socializações de Aprendizagens (Minicursos)– PPGED/CCE/UFPI 10h-12h: Socializações de Aprendizagens (Minicursos)– PPGED/CCE/UFPI 12h30-14h: Intervalo

14h30-16h: Rodas de Conversas (Comunicações Orais)– PPGED/CCE/UFPI 16h-18h: Reflexões de Encerramento– PPGED/CCE/UFPI

(13)

8h:30-12h: CONGEAfrinho –BOAS-VINDAS E ATIVIDADES SÓCIO-EDUCATIVAS PARA ESTUDANTES DO ENSINO BÁSICO– Salas 03 & 04 do PPGED/CCE/UFPI

12h30-14h: Intervalo

14h30-17h30: Aprendendo Juntas/os (Oficinas) para participantes inscritos no IV CONGEAfro– Salas do PPGED/CCE/UFPI

SALA 03: RT3 – Democracia e antirracismo – Barbara Cristina Mota Joha, Alberto Luís Araújo Silva Filho, Raianny do Nascimento Silva

SALA 04: RT4 – A Sociopoética mediando o cuidado de si no Ensino Superior – Patrícia Ferreira de Sousa Viana, Mayara Danyelle Rodrigues de Oliveira, Shara Jane Holanda Costa Adad

SALA DE DEFESA: RT4 – O Aprender com o corpo todo na Educação – Thais Fernanda Rocha Vaz, Shara Jane Holanda Costa Adad, Cleyde Silva Pereira

SALA 01: RT4 – A Literatura afro-descendente machadiana e o Teatro do Oprimido: relações de produção de sentido, descolonialidade e ressignificação no ensino de artes e literatura para jovens em situação subalterna – Karine Regina Luiz de Oliveira

(14)

08h30-10h: Credenciamento e Leituras/conversas (Pôsteres) – LOCAL: ADUFPI

08h30-10h: Leitura/conversa (Pôsteres) – PPGED/CCE/UFPI

RT1 – A Juventudade Afrodescendente na Construção de uma herança de direito – Mariana Almendra Cavalcante do Nascimento e Rosilene Marques Sobrinho de França

RT3 – A Possibilidade de Construir a Identidade Afrodescendente e o Respeito às Diferenças na Educação Infantil – Francivania Barros Messias

RT5 Cosmovisões sobre os povos indígenas: a desconstrução do olhar eurocêntrico Ana Claudia de Sousa; Antonio Serezo Silva Nascimento e Francisca Anadilia Ribeiro Lima

10h-12h: ABERTURA - Salão da ADUFPI

- Apresentação – “Mercado negro” – Luzia Amélia Silva Marques; Kácio dos Santos Silva

- Reflexões de Abertura –

Lygia de Oliveira Fernandes (Niterói-RJ)

Raimunda Nonata da Silva Machado (São Luís-MA) Valdimere Pereira de Souza– Val Souza (São Paulo-SP)

12h30-14h: Intervalo

14h30-16h: Rodas de Conversas (Comunicações Orais) – autores. LOCAL: Salas do PPGED/CCE/UFPI

SALA 01: RT1

A saúde mental diante das cosmovisões de cultura e identidade – Mayara Carneiro Alves Pereira

Comunicação e cidade: Mulheres nos terreiros da Esperança – Sarah Fontenelle Santos

Construção e afirmação de identidades afro-brasileiras no conto pixaim, de Cristiane Sobral– Cleide Silva de Oliveira e Alcione Correa Alves

As professoras afrodescendentes universitárias e os discursos acadêmicos – Walquíria Costa Pereira (Coordenadora); Glaucia Santana Silva Padilha; Raimunda Nonata da Silva Machado

SALA 02: RT2

Mulheres afrodescendentes na educação de jovens e adultos: a histórica exclusão nos espaços de

saber-poder – Bruna Mikaely de Jesus Alencar Lima e Marcela Soares Silva

Descolonização e educação escolar: dialogando sobre diferenças, diversidades e currículo

Emanuella Geovana Magalhães de Souza (Coordenaodra); Ilanna Brenda Mendes Batista e Kácio dos Santos Silva

Grupo Emauê: o condicionamento da dança afro para construção da identidade educacional do Quilombo Olho D’agua dos Negros em Esperantina –PI - Leonardo Gonçalves Freitas

(15)

SALA 03: RT3

Educação para as relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura africana e

afrobrasileira e a experiência da Secretaria Municipal de Educação (SEMEC) de Teresina – Robson

Rutemberg Alves Neves e Ana Beatriz Sousa Gomes

A importância da literatura infantil afro-brasileira no processo de alfabetização e letramento - Ateneia Barros Santos Rodrigues (Coordenadora)

A ação pedagógica do professor dos anos iniciais do Ensino Fundamental diante do aluno

afrodescendente com dificuldades de aprendizagem – Francisca Veras da Silva

Formas de pensar e viver a umbanda na cidade de Altos-PI – Fernanda Gomes de Lira e Danielly

Barbosa Rocha

O trabalho pedagógico entre as marcas da exclusão na literatura infantil e as políticas educacionais atuais de ação afirmativa – Francisco Renato Lima e Helenilson Ferreira de Sousa

SALA 04: RT4

Uso de cabelos (crespos e cacheados) entre os alunos (as) do Instituto Federal de Educação Ciência e

Tecnologia do Maranhão- IFMA/Campus Coelho Neto– Régea Silva Rodrigues; Ana Alice de Souza

Dutra e Aline Alves de Lima

Corpos mandingas entre gingas e berimbaus: uma educação do chão – Vicelma Maria de Paula

Barbosa Sousa (Coordenadora)

Travessias do estágio docente: “quando não souberes para onde ir, olha para trás e saiba pelo menos de onde vens” – Eduardo Oliveira Miranda

Mapas do corpo da LGBTfobia na escola: uma inspiração sociopoética – Samara Layse da Rocha

Costa e Maria Dolores dos Santos Vieira

Aqui não tem lugar pra você: a utilização da cultura para a compreensão sistemática – política na

formação de crianças afro-descendentes homossexuais em escolas públicas da cidade de Teresina

Leonardo Gonçalves Freitas

SALA DE DEFESA: RT5

Ethos das Práticas Educativas na Escola Quilombola - Ariosto Moura da Silva (Coordenador)

A Literatura Griô de Zé Santana: uma cosmovisão de Educação no Delta do Rio Parnaíba – José

Marcelo Costa dos Santos e Maria do Amparo Borges Ferro

Quando os saberes se encontram: apontamentos sobre uma produção outra de conhecimento – Lygia

de Oliveira Fernandes

Descolonialidade dos olhares: os quilombos como lugares de produção de saberes– Raimunda

Ferreira Gomes Coelho

Etnicidade e territorialidade na comunidade quilombola Custaneira/Tronco, Município de Paquetá, Estado do Piauí, Brasil– Áureo João de Sousa

16h-18h: Rodas Temáticas (Palestras/Mesas Redondas) – salas do PPGED/CCE/UFPI

Roda Temáticas: Autores: SALA 01: RT1 –

Cosmovisões sobre/de

(16)

mulheres/homens/..., infâncias e juventudes afrodescendentes em experiências

descoloniais

- Luciana Lima da Mota (UERJ-Rio de Janeiro)

- Cleuma Maria Chaves de Almeida (UERJ-Rio de Janeiro/IFMA-Maranhão)

- Edmara de Castro Pinto (UFPI-Parnaíba-Piauí) - Marilda da Conceição Martins (UFMA-Maranhão)

- Francilene Brito da Silva (UERJ-Rio de Janeiro/UFPI-Piauí) – COORDENADORA

SALA 02: RT2 –

Políticas de formação em educação - descolonialidades e cosmovisões outras

- Solimar Oliveira Lima (UFPI-Piauí)

- Francisca Maria do Nascimento Sousa (FSA-Piauí) - Ana Beatriz Sousa Gomes (UFPI-Piauí)

- Elenita Maria Dias de Sousa Aguiar (UESPI-Piauí)- COORD.

SALA 03: RT3–

Relações etnicorraciais e afrodescendências em educações sociais e escolares para além do eurocentrismo

- José da Cruz Bispo Miranda (UESPI-Piauí)

- Roberto da Costa Joaquim Chaua (UERJ-Rio de Janeiro/Moçambique) - Geoésley José Negreiros Mendes (UERJ-Rio de Janeiro/Imperatríz-Maranhão)

- Raimunda Nonata da Silva Machado (UFMA-Maranhão) - Antonia Regina dos Santos Abreu Alves (UFPI-Altos/Piauí) – COORDENADORA

SALA 04: RT4 –

Psicologia, arte, sociopoética e afrodescendências: descolonizando cosmovisões e epistemologias

- Shara Jane Costa Adad (UFPI-Piauí)

- Valdênia Pinto de Sampaio Araújo (UFPI-Piauí) - Romário Ráwlyson do Nascimento (Parnaíba-Piauí)

- Vicelma Maria de Paula Barbosa Sousa (UFPI-Piauí) – COORD.

SALA DE DEFESA: RT5 – Comunidades quilombolas, tradicionais, povos indígenas e afrodescendentes: cosmovisões em educações

- Áureo João de Sousa (Piauí)

- Mestre (de Cultura) Naldinho – Arnaldo de Lima (Custaneira/Tronco – Piauí)

- Mairton Celestino (Piauí)

- Raimunda Ferreira Gomes (São João do Piauí-Piauí) – COORD.

18h-20h: Lançamento de Livros com Apresentações Artísticas – Hall do PPGED/CCE/UFPI.

Coordenação: Elenita Maria Dias de Sousa Aguiar; Leudjane Michelle Viegas Diniz.

Autores responsáveis – Livros:

Ana Beatriz Sousa Gomes – Livro: GOMES, Ana Beatriz Sousa; LIMA, Solimar Oliveira. Africanidades e afrodescendência na produção de saberes da universidade pública: a experiência da UFPI. Teresina. PI. EDUFPI. 2017. 488p.

Márcia Evelin de Carvalho – Livro: CARVALHO, Márcia Evelin de. O segredo da chita voadora. Teresina (PI): Editora Nova Aliança, 2017.

Dentre outros livros.

(17)

RT4 – Projeto Negritude Piauiense - Camila Hilário Araújo e Ronald G. Moura RT4 – CAN YOU SEE IT?! – Val Souza

Coordenação: Kácio dos Santos Silva; Luzia Amélia Silva Marques.

08h-10h: Socializações de Aprendizagens (Minicursos) – salas do PPGED/CCE/UFPI SALA 01: RT1

Imagens, narrativas e dança afro: mulheres e crianças nas artes visuais – como tecer uma educação decolonial? – Artenilde Soares da Silva e Francilene Brito da Silva

SALA 03: RT3

Diálogo em volta da fogueira e na travessia: proposta para pensar a educação por uma perspectiva

afrodiaspórica - Geoésley José Negreiros Mendes e Roberto da Costa Joaquim Chaua

SALA 04: RT4 – Árvore da ancestralidade: justiça e religiões Afro-descendentes – Clara Jane Costa Adad, Felipe Ibiapina do Monte Ruben Siqueira

10h-12h: Socializações de Aprendizagens (Minicursos)– salas do PPGED/CCE/UFPI SALA 03: RT3

Rendando e bordando afrodescendências – como desnaturalizar narrativas e pesquisas sobre

escravização piauiense? - Francilene Brito da Silva e Francis Musa Boakari

SALA 04: RT4

Círculos de contação de si: narrativas sobre pertencimento etnicorracial- Alessandra Sávia da Costa Masullo e Osmar Rufino Braga

12h30-14h: Intervalo

14h30-16h: Rodas de Conversas (Comunicações Orais)– salas do PPGED/CCE/UFPI SALA 01: RT1

No toque de várias histórias– Francisco Roberto de Freitas

Jovens africanas(os) estudantes e os desafios da escolarização na “terra dos outros” – Edmara de Castro Pinto (Coordenadora); Maria do Carmo Alves do Bomfim

Ao som do bandolim: saberes e fazeres da primeira professora negra de Codó- MA – Maria Alda Pinto

Soares e Maria do Amparo Borges Ferro

SALA 02: RT2

A Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI) do MEC e as Políticas Educacionais de Educação para as Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e

Cultura Afrobrasileira e Africana – Ana Beatriz Sousa Gomes e Roberto Senna Santos Pimentel

(Coordenador)

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“Uns meninos me zoavam de arame farpado eu chorava MT”: diálogo com mulheres negras sobre as relações entre cabelo e escola – Andréia Cristina Attanazio Silva

Conversas com Carolina: vivências periféricas de mulheres negras - Doris Regina Barros da Silva

Racismo: reflexões sobre suas possíveis causas e análise de proposições legais e/ou reflexivas para o seu enfrentamento no contexto educacional – Cláudio José Araújo Silva

SALA 03: RT3

Avaliando a aplicabilidade da lei 10.639/03 na Unidade Escolar Barão de Gurguéia – Teresina /PI– Juliana Alves de Sousa e Cláudio R. de Melo

A Carta de Esperança Garcia (1770): edição filológica e análise linguística– Lucas Anderson Neves

de Melo e Samantha de Moura Maranhão

Processo de inclusão social dos estudantes estrangeiros africanos nas universidades brasileiras – Lourdes Angélica Pacheco Cermeño

Prática educativa e educação para as diversidades – Leudjane Michelle Viegas Diniz Porto

(Coordenadora)

Educação geográfica étnico-racial: “conhecer a história do povo africano e afro-brasileiro e ver

pessoas parecidas com você provoca o encantamento” – Eduardo Oliveira Miranda

SALA 04: RT4

Lezeira da Comunidade Quilombola Custaneira/Tronco: arte, patrimônio cultural e organização descolonial – Áureo João de Sousa

“Círculo” descolonizador no modo de pesquisar educação em Direitos Humanos: o

grupo-pesquisador na sociopoética– Maria do Socorro Borges da Silva e Shara Jane Holanda Costa Adad

Sociopoetizando a resistência a heteronormatividade a partir da invenção dos parangolés de Hélio

Oiticica – Diana Dayane Amaro de Oliveira Duarte

Afrotra(ns)vestilidades: processos de descolonizações de gênero e raça no âmbito jurídico – Rafael Martins de Meneses e Valdenia Pinto de Sampaio Araújo (Coordenadora)

SALA DE DEFESA: RT5

Racismo e Mídia: percepções de alguns(mas) estudantes afrodescendentes da UFPI sobre as

discriminações na arte de encenar– Elisiene Borges Leal (Coordenadora) e Vânia Sebastiana Macedo

de Oliveira

O Território do brincar: a constituição da territorialidade de crianças quilombolas através das brincadeiras e da aprendizagem horizontal – Luciana Soares da Cruz e Maria Lídia Medeiros de Noronha Pessoa

Campesinato Negro: a importância do negro e dos quilombos no desenvolvimento das atividades agrícolas no Brasil– Davi Benvindo de Oliveira e Márcio Douglas de Carvalho e Silva

Quilombo de Pedra: arquitetura e Educação Patrimonial no Território Quilombola Volta do Campo Grande-PI – Felipe Ibiapina M. Ruben Siqueira

(19)

Roda Temáticas: Autores: SALA 01: RT1 –

Cosmovisões sobre/de mulheres/homens/..., infâncias e juventudes afrodescendentes em experiências

descoloniais

- Assunção Sousa (UESPI-Piauí) - Iraneide Soares da Silva (UESPI-Piauí) - Haldaci Regina da Silva – (AYABÁS-Piauí) - Lucienia Libanio Pinheiro Martins (Portugal/Piauí)

- Ilanna Brenda Mendes Batista (UFPI-Piuaí) – COORDENADORA

SALA 02: RT2 –

Políticas de formação em educação - descolonialidades e cosmovisões outras

- João Evangelista das Neves Araújo (UFPI-Piauí) - Francis Musa Boakari (UFPI-Piauí)

- Mailsa Carla Pinto Passos (UERJ-Rio de Janeiro)

- Leudjane Michelle Viegas Diniz (IFMA-Caxias/Maranhão)- COORD.

SALA 03: RT3–

Relações etnicorraciais e afrodescendências em educações sociais e escolares para além do eurocentrismo

- Maria do Carmo Alves do Bomfim (UFPI-Piuaí) - Sônia Regina Vinco (UERJ-Rio de Janeiro)

- Arlindo Cornélio Ntunduatha Juliasse (UERJ-Rio de Janeiro/Moçambique) ACEITOU

- Elio Ferreira de Souza – (UESPI-Piauí)

- Emanuella Geovana Magalhães de Sousa (UFPI-Piauí) – COORD.

SALA 04: RT4 –

Psicologia, arte, sociopoética e afrodescendências: descolonizando cosmovisões e epistemologias

- Artenilde Soares da Silva (AFOXÁ-Piauí) - Luzia Amélia Silva Marques (UFBA-Bahia/Piauí) - Valdimere Pereira de Souza – VAL (São Paulo)

- Kácio dos Santos Silva (FSA/UFPI-Piauí) – COORDENADOR

SALA DE DEFESA:

RT5 – Comunidades

quilombolas, tradicionais, povos indígenas e afrodescendentes: cosmovisões em educações

- Cidinalva Silva Câmara Neris (Bacabal, Maranhão)

- Lygia de Oliveira Fernades (UERJ-Rio de Janeiro/Niterói-Rio de Janeiro)

- Ariosto Moura da Silva (UFPI-Piauí) – COORDENADOR

18h-20h: "Outras Mídias"– Hall do PPGED/CCE/UFPI

RT4 – Tarde da esperança – Vicente de Paula Nascimento Leite Filho; Sarah Fontenelle Santos e Ronald Moura

RT4 – Como aprender a estar morto? – Val Souza

(20)

08h-10h: Socializações de Aprendizagens (Minicursos)– salas do PPGED/CCE/UFPI SALA 03: RT3

Afrodescendente: auto-nomear para se humanizar e valorizar a nossa história – Francis Musa Boakari

SALA 04: RT4

Pensando sobre afrodescendência e gênero a partir dos desenhos de animação – Emanuella Geovana

Magalhaes de Souza

SALA 02: Comunidades quilombolas, tradicionais, povos indígenas e afrodescendentes: cosmovisoes

em educações – Lourdes Angélica Pacheco Cermeño e Vicelma Maria de Paula Barbosa Sousa

10h-12h: Socializações de Aprendizagens (Minicursos)– salas do PPGED/CCE/UFPI SALA 04: RT4

Corpos dissidentes: descolonizando cosmovisões e epistemologias - Maria Dolores dos Santos Vieira;

Samara Layse da Rocha Costa e Ilanna Brenda Mendes Batista

SALA 03: “Tem mulheres na roda de capoeira? Quem vê as mulheres na roda?”– Vicelma Maria de Paula Barbosa Sousa; Maria Dayane Pereira e Lourdes Angélica Pacheco Cermeño

12h30-14h: Intervalo

14h30-16h: Rodas de Conversas (Comunicações Orais)– salas do PPGED/CCE/UFPI SALA 01: RT1

Candomblé e sua tradição viva – Clara Jane Costa Adad (Coordenação)

Relatos e experiências com tambor de crioulo e características regionais de afrodescendentes no município de pinheiro em São Luiz do Maranhão– Elizandra Dias Brandão; Iranilda Pereira da Silva; Rejane da Silva Dornel

A escravizada Esperança Garcia e sua atuação numa comunidade política fundada na desigualdade e

a memória da Advogada Esperança Garcia numa comunidade política fundada na igualdade– Maria

Sueli Rodrigues de Sousa SALA 03: RT3

A reinvenção de João Pereira da Silva – um afrodescendente resistente e com sonhos de cidadania e felicidade – Cláudio José Araújo Silva

Experiências universitárias de afrodecendentes nos cursos de “elite” – Débora Lopes dos Santos

A construção da identidade afrodescendente da juventude a partir do contexto escolar na Comunidade

Rural Amolar em Floriano-PI– Marcieva da Silva Moreira (Coordenadora) e Patrícia da Conceição

Lima Torres

__________________________________________________________________________________ SALA 02: RT3

Do conto oral à escrita: possíveis elementos de tradução cultural, outras sabedorias e outras

aproximações – Arlindo Cornélio Ntunduatha Juliasse

A importância do Núcleo de Estudo Roda Griô: construindo inquietações e quebrando paradigma

sobre o preconceito racial imperceptível em nossa sociedade – Águida Bomfim de Oliveira e Genilson

(21)

Marias é a cor, som, suor: entrecruzamento de narrativas de professoras afrodescendentes atuantes na

Educação Inclusiva de sucesso educacional– Alessandra Raniery Araujo Alves de Sousa (Coord.)

16h-18h: Reflexões de Encerramento – AUDITÓRIO do CCE/UFPI Tema: Experiências de Mulheres Afrodescendentes Brasileiras de Sucesso. Maria Regina Sousa (União-PI)

Luzia Amélia Silva Marques (Teresina-PI)

Monalysa Maria Alcântara Nascimento (Teresina-PI) Mailsa Carla Pinto Passos (Rio de Janeiro-RJ)

Coordenação: Francilene Brito da Silva

18h-20h: "Outras Mídias" e Sorteio de livros...– Hall do PPGED/CCE/UFPI

RT4 – A oficina de dança afro-brasileira “Dança de Raiz- a ancestralidade em nós” – Artenide Soares da Silva e Francisco Elismar da Silva Junior

RT4 – Brasil Gueto BrasilKácio dos Santos Silva; Carlos Mateus Santos Veras e Daniel Wesley Costa de Brito

RT4 – Mercado Negro: Corpo/dança/sobrevivência – Luzia Amélia Silva Marques e Kácio dos Santos Silva

(22)

RT1:

A SAÚDE MENTAL DIANTE DAS COSMOVISÕES DE CULTURA E IDENTIDADE – Mayara Carneiro Alves Pereira

Resumo: O presente texto, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas da Universidade Federal do Piauí (UFPI), tem como objetivo produzir um estudo teórico-reflexivo a cerca da relação entre as perspectivas de cultura, identidade, saúde mental, gênero e políticas públicas, especificamente as que envolvem o uso abusivo e dependência de substâncias psicoativas. Para tal, faz-se necessário um prévio entendimento de cultura, identidade e gênero, dentre outros conceitos. O primeiro, ou seja, a cultura pode ser entendida como estruturas psicológicas, um modo de vida presente em todas as sociedades e como formas de pensar por meio das quais indivíduos/grupos guiam seus comportamentos, que só podem ser considerados dentro do seu próprio contexto cultural diante de seu caráter dinâmico e em permanente construção. O conceito de identidade está pautado em um princípio complexo que nasce como uma auto-representação de si, sendo uma categoria relacional, não fixa, reinventada de acordo com o contexto, que se desenvolveram de acordo com as necessidades e mudanças sociais, ressaltando que as transformações sociais e políticas influenciam na criação e (re) criação de identidades, tendo como ponto de partida a relação com o outro. E o pensamento sobre gênero pode ser pautado nas questões cotidianas, uma vez que esta categoria alcançou

uma dimensão analítica, considerando seu processo subjetivo, histórico, “rizomático” e relacional. Tornando-se um valioso instrumento de análise que permite esclarecer alguns aspectos da vida humana. Para tanto, diante destas concepções, este estudo propõe-se contextualizar e refletir a relação entre as temáticas/categorias expostas, bem como problematizar a importância de se compreender a saúde mental diante de um contexto cultural e de um processo de identidade, a fim de que haja uma perspectiva mais abrangente e maior compreensão da saúde mental das cosmovisões de cultura e identidade frente á perspectiva de políticas públicas.

Palavras-chave: Cultura. Identidade. Saúde Mental. Gênero. Políticas Públicas.

COMUNICAÇÃO E CIDADE: MULHERES NOS TERREIROS DA ESPERANÇA

– Sarah Fontenelle Santos

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do direito à cidade. Para Harvey (2013), o direito à cidade ultrapassa o direito de acessar tudo que existe na cidade, mas sim, o direito de fazer e construir a mesma. Na contramão da cidade consumo (BOMFIM, 2010), à beira dos rios Parnaíba e Poty vemos subsistir modos de vida a partir de uma cosmovisão circular herdada desde uma ancestralidade biointerativa (BISPO, 2015). Os modos de vida de uma cidade desenvolvimentista, portanto, causam tensões com a existência do modo de vida tradicional ribeirinho. Neste contexto, as oficinas do projeto em questão, ainda em curso, compreendem parte da metáfora dos quintais enquanto terreiros que guardam ancestralidade, memória e patrimônio. Terreiros/quintais de esperança são o celeiro de resistência de sujeitos que resistem contra as ameaças de desapropriação por parte da Prefeitura Municipal de Teresina (PMT). Compreendemos a importância da sistematização da experiência que, segundo Jara (2005), deve partir da própria prática trazendo reflexões de fundo do processo vivido, fortalecendo para avaliações e registros dos movimentos sociais. Palavras-chave: Comunicação e reportagem. Cidade. Mulheres nos Terreiros da Esperança. Programa Lagoas do Norte. Contra colonização.

CONSTRUÇÃO E AFIRMAÇÃO DE IDENTIDADES AFRO-BRASILEIRAS NO CONTO PIXAIM, DE CRISTIANE SOBRAL – Cleide Silva de Oliveira e Alcione Correa Alves

Resumo: Considerando a análise do conto “Pixaim”, presente na obra O tapete voador

(2016), de Cristiane Sobral, propõe-se o exame da construção e da afirmação de identidades afro-brasileiras. Como aporte teórico, serão utilizados os trabalhos de Hall (2015), Munanga (1988), Glissant (2005), Sobral (2016), dentre outros. O problema de pesquisa reside na seguinte indagação: como ocorrem a construção e a afirmação de identidades afro-brasileiras no conto “Pixaim”, de Cristiane Sobral? Levantamos a

hipótese de que a protagonista da narrativa em análise recusa as estratégias de branqueamento como reação para assegurar suas bases étnicas e afirmar-se positivamente diante da sociedade e de si mesma.

Palavras-chave: Literatura afro-brasileira: Conto. Identidade negra. Construção. Afirmação.

AS PROFESSORAS AFRODESCENDENTES UNIVERSITÁRIAS E OS DISCURSOS ACADÊMICOS – Walquíria Costa Pereira; Glaucia Santana Silva Padilha; Raimunda Nonata da Silva Machado

Resumo: Este artigo analisa produções científicas sobre as mulheres professoras afrodescendentes no magistério superior, entre 2000 e 2013, a partir dos seguintes questionamentos: como essas mulheres têm se mantido nesse espaço que, inicialmente, não foi pensado para elas? Quais os discursos sobre professoras universitárias afrodescendentes presentes nas produções científicas? Tem por objetivo traçar o perfil das produções científicas que propõem a desconstrução de estereótipos sexistas e racistas, culturalmente e historicamente, internalizados pela sociedade brasileira, dando visibilidade às suas trajetórias de vida, fazendo ruptura com as práticas de colonialidade do poder e de saberes nos espaços do magistério superior. É uma pesquisa de abordagem qualitativa, a partir da concepção da História Nova, que possibilita a inclusão de novas

temáticas, abrindo espaço para a valorização e reconhecimento da “história vista de baixo” (SHARPE, 2011). Realiza uma pesquisa bibliográfica, fazendo uso do “estado da

arte” (FERREIRA, 2002), que contribui para o e mapeamento dos conhecimentos

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mulheres afrodescendentes, em experiências descoloniais, nos espaços de eurocentrados, dialogando com as/os autoras/es: Boakari (2015), Burke (2011), Carneiro (2003), Ferreira (2002), Foucault (2005,2012), hooks (1995), Louro (2004), Machado (2008), Motta (2003), dentre outras/os. Os principais resultados, dessa pesquisa, têm apontado que as mulheres afrodescendentes continuam lutando e resistindo aos preconceitos e estigmas discriminatórios marcados pela hegemonia dos pensamentos eurocêntricos na sociedade brasileira, ainda predominantemente preconceituosa e sexista. As relações científicas e acadêmicas são plurais e, destas, participam mulheres afrodescendentes com suas maneiras de fazer.

Palavras-chave: Mulheres afrodescendentes. Magistério Superior. Produções científicas.

RT2

MULHERES AFRODESCENDENTES NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: A HISTÓRICA EXCLUSÃO NOS ESPAÇOS DE SABER-PODER

Bruna Mikaely de Jesus Alencar Lima e Marcela Soares Silva

Resumo: Existe uma série de desigualdades estruturais que tornar difícil a realização educacional das mulheres afrodescendentes. As incumbências familiares é um dos principais motivos de evasão das mulheres, em especial das mulheres afrodescendentes, na educação formal. Com o propósito de investigar se e como as questões raciais e de gênero na atualidade demarcam a apropriação diferenciada dos espaços de saber-poder na Educação de Jovens e Adultos-EJA foi que pensamos esta pesquisa. Inicialmente, definimos alguns conceitos, discorrendo sobre a construção histórica das desigualdades de gênero e raça. Posteriormente, apresentaremos resultados preliminares sobre o EJA, que corroboram a influência das questões raciais e de gênero no abandono da escola: permitiu perceber algumas questões peculiares à condição feminina, o que revelou que as jovens afrodescendentes ainda têm pouco acesso à escolarização e, onde abandonam os estudos em função de responsabilidades familiares e domésticas ou falta de acesso que por sua vez resultam em exclusão, porém, chegando posteriormente à realização da escolaridade por meio da EJA. Nossa perspectiva metodológica foi norteada pela pesquisa bibliográfica e, por isso, escolhemos alguns artigos na internet, trabalhos acadêmicos e bibliografias de autores renomados que nos ajudaram a compreender as interpretações produzidas sobre as desigualdades raciais e de gênero assim como estudos sobre a Educação de Jovens e Adutos: Narvaz (2005), Arroyo (2005), Bento (2005), Boakari (2010), Brasil (2009), Carneiro (2003), Laffin (2012), Galvão e Soares (2005), Marcondes (2013), LDB (1996), Mercês (2006-2008), Moll (1998) Passos (2010), Poggio (2012), Saffioti (2004), Scott (1995), Silva (1999), Vergo (2003), Gil (2007), Fonseca (2002).

Palavras-chave: Afrodescendentes. Desigualdades. Escolarização. EJA.

DESCOLONIZAÇÃO E EDUCAÇÃO ESCOLAR: DIALOGANDO SOBRE DIFERENÇAS, DIVERSIDADES E CURRÍCULO - Emanuella Geovana Magalhães de Souza; Ilanna Brenda Mendes Batista e Kácio dos Santos Silva.

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como as diferenças e diversidades estão sendo pensadas e abordadas no currículo escolar, dialogando com a concepção de emancipação epistêmica atravessada pelos estudos relacionados à pedagogia decolonial. Os levantamentos desse estudo mostraram que ainda há muito a alcançar, para que exista uma descolonização da educação, mediada pela inclusão real e não apenas idealizada; mas para isso é necessário mais engajamento, responsabilidade e propostas mais firmes para superar os tratos desiguais, lógicas e culturas excludentes.

Palavras chaves: Descolonização. Colonialidade. Currículo escolar. Educação Escolar.

GRUPO EMAUÊ: O CONDICIONAMENTO DA DANÇA AFRO PARA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE EDUCACIONAL DO QUILOMBO OLHO

D’AGUA DOS NEGROS EM ESPERANTINA –PI - Leonardo Gonçalves Freitas

Resumo: Esse trabalho apresenta a discussão sobre a utilização e manutenção da cultura afrodescente, através da dança caracteristica de um determinado território, conduzida por

processos hereditários de familiares e moradores da comunidade quilombola Olho d’gua

dos Negros, localizada na cidade de Esperantina, no estado do Piauí, construida através de processos educacionais, por intermédio dos professores da comunidade, partindo da construção identitária da utilização de sua história e da formação social através do uso da dança quilombola, produzindo um sistema de cultura arreigado de formações de identidade própria e com salvaguarda do seu pertencimento histórico, na construção da indumentária utilizada durante suas apresentações, nos cantos e nas pesquisas realizadas através dos próprios alunos com os professores, usando como fonte pesquisa o processo de ouvir histórias e estórias de pessoas mais antigas da comunidade que são descentes de quilombolas, construindo assim uma formação histórica de pertencimento.A construção identitária como forma de integrar a sociabilização da arte, utilizando assim de seus fatores agregadores para a cosntrução de uma identificação social , cultural e humana , compreendendo a necessidade de apresentar as formações de uso (desses aportes culturais) que se formam ao longo do tempo e da percepeção dele, conduzindo assim a intensão formação e continuidade da história do grupo de dança Emauê.

Palavras-chave: Emauê. Quilombola. Dança.

DA DESCOLONIZAÇÃO DAS MENTES À (RE)AFRICANIZAÇÃO DA MENTALIDADE: POSSÍVEIS ELEMENTOS DE DISCUSSÃO - Arlindo Cornélio Ntunduatha Juliasse

Resumo: Estre trabalho pretende refletir a questão da descolonização das mentes como uma das possibilidades de (re)africanização da mentalidade do povo africano a partir de experiências de educação. Trata-se de um estudo em andamento pensado a partir da experiência moçambicana que questiona como poderão os colonizados, que “hospedam”

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pós-colonial se liberta das racionalidades que os colonizadores deixaram enraizadas no solo e na consciência dos ex-colonizados. Portanto, pressupõe-se que à medida que cada

um e qualquer um, se descobre “hospedeiro” do opressor pode contribuir para sua própria

libertação.

Palavras-chave: Descolonização. Africanização. Libertação. Alfabetização. Educação.

RT3

EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRICANA E AFROBRASILEIRA E A EXPERIÊNCIA DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO (SEMEC) DE TERESINA – Robson Rutemberg Alves Neves e Ana Beatriz Sousa Gomes

Resumo: Este trabalho trata-se de uma pesquisa voltada para o âmbito das Relações Étnico-Raciais, diretamente ligada as implementações da Lei nº 10639/03 com o qual altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 9394/96 dando obrigatoriedade ao ensino de história e cultura afro-brasileira e africana no ensino fundamental. Para isso a pesquisa intitulada Educação para as relações étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura africana e afro-brasileira e a Experiência da Secretaria Municipal de Educação de Teresina, foi realizada na Secretaria Municipal de Educação de Teresina/PI, mas especificamente na Gerência de Ensino Fundamental, onde tivemos contato com as ações de implementação da Lei bem como a aplicabilidade por parte dos gestores e professores na rede básica de educação do município. O objetivo desta pesquisa, de saber quais ações a SEMEC está fazendo par dar cumprimento à lei foi alcançado, nos levando a resultados proveitosos onde percebemos que ainda há muito o que fazer com respeito ao ensino de historia e cultura afro-brasileira e africana, com o ensino da cultura de nossos ancestrais. Palavras-chaves: Educação. Relação Étnico-Racial. SEMEC. Lei nº 10,639/03.

A IMPORTÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL AFRO-BRASILEIRA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO – Ateneia Barros Santos Rodrigues

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tanto, busca-se dialogar com os estudos de Ferreiro e Teberosky,(1996),Vygostsky(1991),Chartier(1996) Albuquerque(2007) Mariosa e Reis(2011) dentre outros

Palavras-chave: Educação Infantil. Literatura Afro-brasileira. Alfabetização.

A AÇÃO PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL DIANTE DO ALUNO AFRODESCENDENTE COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM - Francisca Veras da Silva

Resumo: A ação pedagógica consciente do professor dos anos iniciais do Ensino Fundamental pode promover aprendizagens que irão fazer a diferença na formação do conhecimento do aluno afrodescendente com dificuldades de aprendizagem e posteriormente na sua vida social, pois como docente tem o papel de ajudar a construir a identidade do aluno, rejeitar a discriminação e respeitar as diferenças. O presente artigo traz contribuições e reflexões sobre a ação pedagógica do professor dos anos iniciais do Ensino Fundamental diante do aluno afrodescendente de uma escola municipal da cidade de Altos. O objetivo desse trabalho é analisar a ação pedagógica dos professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental no processo de ensino aprendizagem destinado aos alunos afrodescendentes com dificuldades de aprendizagem em uma escola municipal de Altos-PI. Como instrumento de coleta de dados desta pesquisa, foi utilizado técnicas necessárias ao estudo, como o questionário. Teve sua base teórica fundamentada nos estudos de Boakari (1994), Carvalho (2002), Cavalleiro (2005), Gomes (2003), Heerdt e Coppi (2003), Libâneo (1990), Silva (2007), Munanga e Gomes (2006), Prodanov (2013), Veiga (2002), dentre outros. Os resultados obtidos da pesquisa apontam que as professoras procuram meios para minimizar as dificuldades de aprendizagem dos alunos e ao mesmo tempo conduzir um ensino igualitário, humanizado, cooperativo e além de tudo respeitando as diferenças.

Palavras-chave: Afrodescendência. Ação pedagógica. Dificuldade de aprendizagem.

FORMAS DE PENSAR E VIVER A UMBANDA NA CIDADE DE ALTOS-PI

Fernanda Gomes de Lira e Danielly Barbosa Rocha

Resumo: O presente trabalho tem como objetivo analisar as práticas umbandistas em Altos-PI. A origem da Umbanda na referida cidade se dá com chegada de Luciana Maria do Nascimento, conhecida em como mãe Ciana. Seu legado pode ser identificado na ereção de alguns terreiros e sua importância observada no nome do bairro em que a mesma fixou residência, que atualmente é conhecido como bairro Ciana. Para o desenvolvimento da pesquisa utilizamos como metodologia a etnografia com visitas a dois terreiros de Altos, além da análise de documentos e relatórios sobre o tema.

Palavras-Chave: Umbanda. Preconceito. Valorização. Altos-PI.

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contribuições para a literatura, história e política da sociedade brasileira, dividindo opiniões entre os que reconhecem em sua escrita, uma forma de criticar e denunciar a realidade social da época, por meio de um enredo leve e marcado pelo tom cômico; e aqueles que atribuem ao escritor, o papel de reproduzir e mitificar os preconceitos sociais inerentes ao contexto do século XX. Deste modo, nesse estudo, objetiva-se analisar algumas marcas de exclusão na literatura infantil, a partir da polêmica que envolve a escrita de Monteiro Lobato, situando dois de seus personagens, tia Nastácia e tio Barnabé, apontando para possibilidades de organização de um trabalho pedagógico, que supere possíveis marcas de preconceito racial, a partir de algumas orientações teórico-legais de políticas públicas atuais de ação afirmativa, no campo educacional. Metodologicamente, constitui-se de um estudo de natureza qualitativa, realizado por meio do método bibliográfico, quando se buscou o aparato legal em algumas leis brasileiras que discorrem sobre a questão, aliada às leituras de Coelho (2002), Dória (2008), Romão (2005), Zilberman (2003), entre outros. Considera-se, portanto, que, diante da escrita lobatiana, cabe ao professor, adotar uma postura comprometida com o zelo pelo valor estético e literário da obra, e, ao mesmo tempo, explorar a riqueza das temáticas, a fim de contribuir para o respeito e valorização do negro na sociedade.

Palavras chave: Literatura infantil. Preconceito racial. Escrita lobatiana. Políticas públicas. Inclusão social.

RT4

USO DE CABELOS (CRESPOS E CACHEADOS) ENTRE OS ALUNOS (AS) DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO- IFMA/CAMPUS COELHO NETO – Régea Silva Rodrigues; Ana Alice de Souza Dutra e Aline Alves de Lima

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compreender como as alunas e alunos do IFMA se percebem nesse contexto de criação e recriação de performance de cabelos crespos e cacheados.

Palavras-chave: Diversidade étnica. Cabelo. Juventude.

CORPOS MANDINGAS ENTRE GINGAS E BERIMBAUS: UMA EDUCAÇÃO DO CHÃO – Vicelma Maria de Paula Barbosa Sousa

Resumo: O presente texto ensaia uma problematização sobre a capoeira e os corpos das capoeiristas, estes entendidos como corpos mandingueiros entre as gingas e sonoridades comunicativas do berimbau, a partir de uma educação do chão. Esta como possibilidade de pensar as questões da gênero (mulheres), de juventudes, de corpo, de afrodescendência, na sua interseccionalidade de debate. Desse modo, compreendendo esses processos, como tais imersos em relações de poder, que se tornam urgentes de serem pensados pelas tessituras de uma lógica da descolonialidade de poder, da dessubalternização, entre relações de fronteiras, da desobediência epistêmica, da ecologia de saberes. A escolha desse campo epistemológico, justifica-se neste texto pela necessidade da coerência da construção de práticas discursivas e de saber da experiência de mulheres em cotidianos de vida. Destarte, pensar problematizando a roda de capoeira como um espaço-tempo de criação de corpos mandingas entre gingas e berimbaus, produzindo educação imbricada na ancestralidade do tornar-se capoeirista. A problematização assenta-se a partir de campos epistemológicos da decolonialidade de poder e saber, como: Mignolo (2003), Santos (2010), Anzaldúa (2005), e outras/os. Palavras-chave: Capoeirista. Afrodescendência. Corpo. Educação do chão.

TRAVESSIAS DO ESTÁGIO DOCENTE: “QUANDO NÃO SOUBERES PARA

ONDE IR, OLHA PARA TRÁS E SAIBA PELO OU MENOS DE ONDE VENS”

Eduardo Oliveira Miranda

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tempo, acessar as minhas memórias, refletir sobre as ações pautadas na minha formação,

ou seja, “quando não souberes para onde ir, olha para trás e saiba pelo ou menos de onde

vens” (Provérbio Africano).

Palavras-chave: Estágio docente. Desenho. Símbolo.

MAPAS DO CORPO DA LGBTFOBIA NA ESCOLA: UMA INSPIRAÇÃO SOCIOPOÉTICA – Samara Layse da Rocha Costa e Maria Dolores dos Santos Vieira Resumo: Este artigo é parte de pesquisa realizada em 2016, para a construção do trabalho de conclusão de curso (TCC), tendo sido realizada com discentes do último período do curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Federal do Piauí. Com o objetivo de investigar as concepções de LGBTfobia dos discentes e as possíveis práticas de enfrentamento no ambiente escolar. Foram referências para a construção desse estudo Abramovay (2004), Adad (2014), Fry (1985), Petit (2014), Rios (2009), Spargo (2006), dentre outras/os. Como procedimento metodológico utilizamos o método Sociopoético

que “é um novo método de construção coletiva do conhecimento e tem como pressupostos

básicos que todos os saberes são iguais em direito e que é possível fazer da pesquisa um acontecimento poiético (do grego poiesis = criação)” (PETIT, 2014, p. 21). A análise dos relatos orais trouxe 4 dimensões do pensamento do grupo-pesquisador, a saber: os sentimentos dos graduandos acerca da LGBTfobia na escola; os conceitos/confetos de LGBTfobia; as críticas aos processos educativos e as estratégias de enfrentamento da LGBTfobia e os sentimentos da pessoa que sofre LGBTfobia na escola. Estas dimensões evidenciaram que a LGBTfobia é um sentimento que existe em todos nós; é um bicho criado no cotidiano que se alimenta das pretensões e dos sonhos das crianças e jovens; revela que a universidade não prepara professoras/es para trabalhar essas questões em sala de aula e a escola silencia diante de tal tema perpetuando-a, quando deveria usar a diversidade para expulsar o monstro da LGBTfobia de dentro da escola e trabalhar o incentivo às diferenças, ao respeito e o acolhimento ao outro/a.

Palavras-chave: LGBTfobia na escola. Práticas de enfrentamento. Discentes de Pedagogia. Sociopoética.

AQUI NÃO TEM LUGAR PRA VOCÊ: A UTILIZAÇÃO DA CULTURA PARA A COMPREENSÃO SISTEMÁTICA – POLITICA NA FORMAÇÃO DE CRIANÇAS AFRO- DESCENTES HOMOSSEXUAIS EM ESCOLAS PÚBLICAS DA CIDADE TERESINA – Leonardo Gonçalves Freitas

Resumo: Apresenta nesse trabalho a utilização da abordagem do empoderamento sócio

– educativo dos professores na rede de ensino público do âmbito estadual de Teresina, através da compreensão de como se utilizam de instrumentos derivados da cultura afro- descente , através da formação identitária para a construção de indivíduos que compreendam através do processo de sensibilização e conscientização das desigualdades , normas e novas práticas no campo da educação, propondo a relação com a discussão do apogeu de uma idealização homogeneizadora da norma do homem branco, pra se discutir a escola como local de exercícios de discurso pautados nas relações de igualdade e sistematização no processo educativo.

Palavras-chave: Cultura. Afrodescente. Igualdade.

RT5

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Resumo: O artigo tem como objetivo discutir as práticas educativas no contexto da educação escolar quilombola no quilombo Sítio Velho, em Assunção do Piauí. O texto é parte da tese de doutorado apresentadas no ano de 2017 ao Programa de Pós-graduação em educação pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Trata-se do resultado de um estudo de natureza qualitativo que utilizou a observação participante, a entrevista e o questionário para acessar as informações e teve como aporte teórico Anjos (2006), Arruti (2010), Bhabha (1998), Boakari; Gomes (2006), Leite (1996), Chauí (2003; 2008), Da Matta (1987), Gomes (2003), Gomes; Pereira (2004), Guarinello (2001), Moura (2005), Oliveira (1985), Oliveira (2004), Priore (1994); Sacristán (2000), Verger (2004), Vilhena (2005). A análise das práticas educativas no contexto do processo de escolarização na escola Antonio Nazário da Silva revelou que a escola no quilombo precisa desenvolver uma proposta de trabalho que transforme a escola no quilombo em uma escola do quilombo com ajustes nas políticas de formação de professores e na adequação curricular. Palavras-chave: Educação Quilombola. Currículo. Práticas Educativas. Quilombo. Diretrizes Curriculares.

A LITERATURA GRIÔ DE ZÉ SANTANA: UMA COSMOVISÃO DE EDUCAÇÃO NO DELTA DO RIO PARNAÍBA – José Marcelo Costa dos Santos e Maria do Amparo Borges Ferro

Resumo: O Delta do Rio Parnaíba é um ecossistema composto por dezenas de ilhas. Nessa área, especificamente no território pertencente ao Estado do Piauí, se localiza a cidade de Ilha Grande do Piauí, onde existem fortes manifestações de cultura e arte, expressas pelo povo desse lugar. O presente estudo contempla a obra de Raimundo José do Nascimento – o griô Zé Santana, como possibilidade de recurso educativo para ser trabalhado nas escolas do município de Ilha Grande do Piauí, território onde este atua há mais de quarenta anos, como: poeta, artesão, compositor e cantador. O objetivo geral desse artigo foi analisar o acervo escrito de Zé Santana como uma possível ferramenta pedagógica, possibilitando outras de formas de compreensão sobre a literatura e sua relação com as práticas educativas. Como objetivos específicos, elencamos: organizar o acervo escrito de Zé Santana em categorias de gêneros textuais; verificar como a literatura desse griô pode ser utilizada em práticas de ensino e aprendizagem, como recurso educativo; e mostrar a importância da obra de Zé Santana para a educação do município de Ilha Grande do Piauí. A base teórica contemplou fontes como, Bakhtin (2003), Gonçalves (2009), Kourouma (2009), Soares (2012), Zumthor (2010), dentre outros. Por meio de uma pesquisa qualitativa, tendo como material de análise o conjunto de textos do griô aliado às entrevistas realizadas com três professores da referida cidade, a pesquisa mostrou que o acervo escrito de Zé Santana é um importante instrumento didático, que pode viabilizar relevantes práticas de ensino e de aprendizagem numa cosmovisão de educação para além dos currículos instituídos.

Palavras-chave: Educação. Literatura. Ilha Grande do Piauí. Zé Santana.

QUANDO OS SABERES SE ENCONTRAM: APONTAMENTOS SOBRE UMA PRODUÇÃO OUTRA DE CONHECIMENTO – Lygia de Oliveira Fernandes

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encontro entre saberes que emergem de lugares distintos não corresponde a minimização ou o agenciamento de conflitos. Ao contrário, para entender o saber outro é necessário despir-se de determinadas prerrogativas, é preciso desaprender o aprendido para voltar a aprender, uma vez que a ideia aqui não é uma educação para a diversidade. Aprender o que a universidade não ensina e principalmente aquilo que é negado por ela é um desafio de desobediência ao patriarcalismo, racismo e a não agência dos subalternizados. A universidade ao simbolizar todo o poderio hegemônico, tem a capacidade de subalternizar, mas não de eliminar, por isso é necessário acessar saberes resistentes para elaborar novas práticas e estratégias de intervenção intelectual. Deste modo a partir de experiências vividas no contexto do projeto Encontro de Saberes o presente trabalho pretende refletir sobre as existências e não existências que marcam o espaço da universidade, bem como se colocar na luta para que outras histórias negras, indígenas e caiçaras possam compor o currículo acadêmico. Por isso, as discussões aqui instauradas terão como viés a voz e o silêncio que impera nos fazeres da universidade, e que de algum modo corroboram para o anúncio de certas histórias em detrimento de outras.

Palavras-chaves: Produção de Conhecimentos. Encontros. Saberes.

DESCOLONIALIDADE DOS OLHARES: OS QUILOMBOS COMO LUGARES DE PRODUÇÃO DE SABERES – Raimunda Ferreira Gomes Coelho

Resumo: A colonização europeia não operou apenas no domínio territorial, mas em todos os campos da vida. Apropriando-se das subjetividades dos povos colonizados, produziu seus efeitos, perpetuando-se através da colonialidade do poder e do saber, geradoras do modelo epistêmico hegemônico de produção, validação e disseminação do conhecimento, ignorando os saberes originados das experiências de vida dos grupos sociais

subalternizados, entre eles, os afrodescendentes. Classificado como “raça inferior” pelas

teorias racistas ocidentais, esse grupo foi considerado incapaz de autoria relevante. Essa lógica, assimilada pelo espaço acadêmico, consolidou-se, tornando-se tradição durante séculos, de forma que os quilombos não foram e ainda não são concebidos, por alguns setores, como lugares de produção de saberes válidos. Dar visibilidade às educações desse grupo social no espaço acadêmico é desafiador e requer a descolonialidade do olhar. Esta abordagem originou-se da dissertação de Mestrado intitulada “As educações escolar e social na formação da identidade racial de jovens nos quilombos de São João do Piauí”

e propõe uma reflexão acerca da diversidade epistemológica dos quilombos e a forma como o olhar colonizado do espaço acadêmico, em todas as suas instâncias, concebeu-os e ainda os concebe, apesar das mudanças nas últimas décadas. O objetivo é problematizar as relações históricas de supremacia do saber acadêmico sobre os saberes tradicionais produzidos pelas comunidades quilombolas e as implicações dessas relações para a perpetuação da monocultura do saber. Adotou-se a pesquisa bibliográfica, a partir da referida Dissertação, focando-se nos aspectos constituintes do objeto de análise deste estudo. Os resultados evidenciam que, na produção de suas existências e nas lutas para se manterem como grupo social, os afrodescendentes produziram e continuam a produzir os diferentes saberes, vêm reivindicando e ocupando o espaço acadêmico, tentando romper com a colonialidade do saber, revelando o outro lado da história ocultado e validando os saberes dos quilombos.

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ETNICIDADE E TERRITORIALIDADE NA COMUNIDADE QUILOMBOLA CUSTANEIRA/TRONCO, MUNICÍPIO DE PAQUETÁ, ESTADO DO PIAUÍ, BRASIL – Áureo João de Sousa

Resumo: Este artigo se constituiu a partir de uma pesquisa realizada com o objetivo de perseguir as perguntas e as respostas possíveis a estas: Quais são as identidades que se inscrevem e se apresentam na comunidade quilombola de nossos dias, na realidade piauiense e na realidade específica da Comunidade Rural Quilombola Custaneira/Tronco, município de Paquetá – PI, no Brasil, e como essas identidades estão relacionadas com os acontecimentos fora da comunidade quilombola Custaneira/Tronco, e fora do Piauí? Como essas identidades foram construídas durante a história de vida das pessoas, das

famílias e da comunidade? Quais são os acontecimentos ou as “coisas” que serviram e/ou

ainda servem como alicerces ou como motivos – por afirmação, por negação, por resistência e/ou acomodação - para a construção dessas identidades e desse território? A construção da pesquisa científica foi orientada por fundamentos da Etnografia e da Observação Participante, bem como sob a perspectiva da Epistemologia do Saco ou Epistemologia da Roça, esta do autor. A construção leva em consideração as histórias contadas pela população quilombola pesquisada, bem como as informações e histórias construídas do lado de fora do grupo da comunidade, mas que se comunicam com a construção, manutenção e reconfiguração das suas fronteiras étnicas. Para tanto, o lugar (material e subjetivo) estratégico da construção desta pesquisa firmou nas interações etnográficas presenciais e as subjetividades do pesquisador com a Comunidade, resultando em nove meses de duração e 165 dias de intenso convívio direto, de onde nasce o conteúdo deste trabalho. A obra principal apresenta elementos (materiais e simbólicos) da dimensão econômica/produtiva, do meio físico-natural, da infraestrutura, das estéticas, das religiosidades e religiões, das formas de organizações, das relações internas e externas do grupo sociocultural e outras expressões e representações consideradas importantes para os processos identitários e sua territorialidade. Neste artigo, trazemos um fragmento da obra.

Palavras-chave: Etnicidade e Territorialidade. Comunidade quilombola. Custaneira/Tronco.

RT1

NO TOQUE DE VÁRIAS HISTÓRIAS – Francisco Roberto de Freitas

Resumo: Esse texto trata sobre reflexões feitas a partir de relações possíveis entre: a utilização da dança como linguagem em processos de ensino e de aprendizagem; o

processo de criação da obra coreográfica “No toque do tambor” (2011), do autor desse; e

o vídeo/texto “O perigo de uma única história” (2009), de Chimamanda Adichie. A

referida coreografia foi criada com membros do Corpo~Cordão – grupo de dança formado com alunos/as da Escola Municipal João Porfírio de Lima Cordão (2005), em Teresina –

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Será que aquele processo criativo trabalhou com ideias que estereotipam uma única história sobre pessoas afrodescendentes? Adichie alerta para os perigos de se construir uma imagem estereotipada de pessoas e/ou lugares, pensamento onde não se teria interpretações variadas de um mesmo dado. A dança enquanto linguagem tem seus próprios caminhos, um fazer-dizer próprio que constitui em si mesmo um ato político, em todas as suas dimensões, tal qual a ética e a estética. Um processo de criação em dança por si só já utiliza caminhos diferentes para exprimir determinada ideia, ou seja, cria suas próprias histórias, multiplica as possibilidades, mas, dependendo do olhar de quem cria, pode sim estereotipar uma visão única e discriminadora. Nesse sentido talvez seja melhor pensar em processos colaborativos, caminho pelo qual se compartilha opiniões, levando em conta múltiplos atravessamentos, que surgem de várias histórias, várias pessoas. Palavras-chave: Dança. Processos de Criação. Única História. Afrodescendência.

JOVENS AFRICANAS(OS) ESTUDANTES E OS DESAFIOS DA

ESCOLARIZAÇÃO NA “TERRA DOS OUTROS”– Edmara de Castro Pinto; Maria

do Carmo Alves do Bomfim

Resumo: O presente artigo é parte de uma Tese de Doutorado que procurou refletir sobre como se dá a relação nas práticas educativas entre alguns jovens africanos estudantes e seus respectivos docentes em duas instituições de ensino superior localizadas em Braga (Portugal) e Teresina (Brasil). Especificamente, no presente trabalho busca-se propiciar uma reflexão crítica sobre alguns desafios encontrados por estes jovens, principalmente no enfrentamento às discriminações pelas quais relatam passar, de forma a analisar como a ação docente pode contribuir para superar alguns destes desafios encontrados por estes

jovens africanos estudantes na “terra dos outros”. A pesquisa foi realizada com 14 jovens

estudantes da Universidade Federal do Piauí – UFPI e da Universidade do Minho–

UMIMHO. A metodologia utilizada foi a de abordagem qualitativa, tendo a entrevista semiestruturada como instrumento de coleta de dados. O trabalho possui como referencial teórico os seguintes autores: Boakari et al (2013), Silvério (2002), Guimarães (2009), Crenshaw (2002), Munanga (2005), Demartini (2010), Santos (2010), dentre outros. Os resultados demonstraram que os jovens alunos africanos o revelam passar por situações absurdas de preconceito e discriminação numa “sociedade pluricultural” sendo nítido o

impacto do colonialismo que ainda se reproduz em forma de violência simbólica principalmente no âmbito educacional. Dessa forma, nossas indicações sugerem que as práticas educativas de docentes dos cursos frequentados por jovens africanos devem respeitar a identidade cultural de cada um dos jovens em seus respectivos cursos trabalhando a dimensão da interculturalidade. É preciso construir novas metodologias de ensino bem como respeitar a diversidade dos estrangeiros, dos jovens africanos que habitam a sala de aula, sendo eminentemente contra qualquer situação de opressão, violência simbólica e/ou atos discriminatórios.

Palavras-Chave: Juventude. Africanos(as). Escolarização. Ação Docente.

AO SOM DO BANDOLIM: SABERES E FAZERES DA PRIMEIRA PROFESSORA NEGRA DE CODÓ- MA – Maria Alda Pinto Soares e Maria do Amparo Borges Ferro

Referências

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