HEPATITE C E SEU IMPACTO NO RISCO OCUPACIONAL1 HEPATITIS C AND ITS RELATION WITH OCCUPATIONAL RISK
Cláudia Maria Maciel de OLIVEIRA2
RESUMO
Objetivo: avaliar o conhecimento, a aplicação das medidas de biossegurança, o risco de exposição ocupacional relativos à hepatite C e definir o perfil epidemiológico do profissional dentista. Método: aplicou-se como fonte primária de investigação um questionário com perguntas fechadas e abertas, de auto-preenchimento, de caráter voluntário e anônimo aplicados a um grupo de 151 cirurgiões-dentistas atuantes na rede pública municipal da cidade de Belém. Resultados: a análise de dados revelou que os cirurgiões-dentistas apresentam um melhor entendimento a respeito da transmissibilidade da hepatite C; quanto às medidas de biossegurança, observa-se que apesar dos resultados mostrarem altos percentuais de aceitação, os profissionais não aderem de forma completa ao Equipamento de Proteção Individual (EPI). Conclusão: os acidentes perfuro-cortantes são frequentes entre esses profissionais, o que sugere risco elevado de exposição ocupacional. É necessária a aplicação de novas estratégias que contemplem o conhecimento, o uso adequado de medidas de biossegurança e com isso prevenir os acidentes ocupacionais em cirurgiões-dentistas.
DESCRITORES: risco ocupacional, cirurgiões-dentistas, biossegurança
ARTIGO ORIGINAL
INTRODUÇÃO
As hepatites virais são doenças causadas por diferentes agentes etiológicos, de distribuição universal, que têm em comum o hepatotropismo. Possuem semelhanças do ponto de vista clínico-laboratorial, mas apresentam importantes diferenças epidemiológicas quanto à sua evolução. Atualmente pelo menos sete tipos de vírus já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G E TT. Os vírus A, B e C são responsáveis pela grande maioria das formas agudas de infecção¹.
A infecção confere imunidade permanente e específica para cada tipo de hepatite. O vírus da hepatite C (HCV) é pouco imunogênico e pode não conferir imunidade permanente e duradoura. Alguns trabalhos indicam a possibilidade de reinfecção pelo HCV. A infecção pelo vírus da hepatite B (VHB) ou pelo C pode levar a condição de portador crônico em proporções
variáveis. A média de cronificação do HBV no adulto é de 10% chegando a 90% se a infecção é adquirida pelo recém-nascido. A infecção pelo HCV cronifica em cerca de 85% dos casos. Os portadores crônicos da hepatite B ou C podem permanecer assintomáticos ou desenvolverem doença hepática com o passar do tempo².
O aumento dos casos de hepatite C vem sendo uma das maiores preocupações para a saúde pública. A resolução espontânea da doença é rara e a terapia medicamentosa apresenta uma eficácia experimental em 40% a 50% dos casos. Não foram desenvolvidas, até o momento, vacinas contra o vírus C. Esse vírus tem sido identificado em um número de superfícies odontológicas após o tratamento de um paciente HCV+, e ele se mantém estável à temperatura ambiente por mais de cinco dias³.
OBJETIVO
Avaliar o uso de medidas de biossegurança e estimar risco ocupacional de exposição ao vírus C em cirurgiões-dentistas da rede municipal da cidade de Belém-Pa
MÉTODO
Utilizou-se como fonte primária de investigação um questionário com perguntas fechadas e abertas, de autoconhecimento, de caráter voluntário e anônimo aplicado aos profissionais. Os critérios de inclusão englobaram os profissionais que estavam regularmente exercendo suas atividades na rede pública de saúde do município de Belém e que concordaram em assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido excluindo-se obviamente quem não atendesexcluindo-se tais requisitos.
Utilizou-se dados coletados de uma amostra (n=151), coletada, aleatoriamente, a partir de uma população de N=212 profissionais. Para obtenção da amostra a margem de erro admitida foi 5%, segundo a técnica amostral de Cochran (1977).
A análise e interpretação das informações foram realizadas utilizando-se os programas Bioestat versão 5.4 e GrafTable versão 1.0, conforme os objetivos do trabalho4. A avaliação da normalidade da variável idade
(anos) foi realizada pelo teste de D’Agostino-Pearson. A distribuição das variáveis qualitativas foi realizada pelo teste do Qui-quadrado e pelo Teste G de tendência, quando npq<5, conforme recomenda Ayres et al (2007). Foi, previamente, fixado o nível de significância alfa= 0.05 (Erro alfa 5.0%).
O estudo respeitou as diretrizes e normas regulamentadoras contidas na resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde, que trata da pesquisa envolvendo seres humanos, de modo que foi aprovado pela Comissão de Ética e Pesquisa da Fundação HEMOPA.
RESULTADOS
Tabela 1 - Distribuição da variável “sexo” em cirurgiões-dentistas da rede pública municipal da cidade de Belém em 2013.
Sexo Estudo %
Feminino 106 70,2
Masculino 45 29,8
Total 151 100.0
Fonte: Protocolo de pesquisa *p-valor <0.0001, Qui-quadrado
Tabela 2 - Distribuição da variável “idade” em cirurgiões-dentistas da rede pública municipal da cidade de Belém em 2013.
Idade (anos) (n=151)Estudo
Mínimo 23
Máximo 65
Mediana 42
Média Aritmética 41.2
Desvio Padrão 10.2
Fonte: Protocolo de pesquisa
p-valor = 0.1239, Teste de D’Agostino-Pearson (teste de normalidade).
Tabela 3 - Distribuição da variável “ocorrência de acidente pérfuro-cortante” em cirurgiões-dentistas da rede pública municipal da cidade de Belém em 2013.
Acidente Perfuro-cortante n %
SIM 97 64.2
NÃO 51 33.8
Não Respondeu 3 2.0
Total geral 151 100.0
Fonte: Protocolo de pesquisa *p-valor = 0.0002, Qui-quadrado
Tabela 4 - Distribuição da variável “usa luva descartável” em cirurgiões-dentistas da rede pública municipal da cidade de Belém em 2013.
Usa Luva Descartável Estudo %
SIM 150 99.3
NÃO 0 0.0
Não Respondeu 1 0.7
Total geral 151 100.0
Fonte: protocolo de pesquisa *p-valor <0.0001, Teste G
Tabela 5 - Distribuição da variável “usa máscara descartável” em cirurgiões-dentistas da rede pública municipal da cidade de Belém em 2013.
Usa Máscara descartável Estudo %
SIM 148 98.0
NÃO 1 0.7
Não Respondeu 2 1.3
Total geral 151 100.0%
Fonte: Protocolo de pesquisa *p-valor <0.0001, Teste G
Tabela 6 - Distribuição da variável “usa gorro” em cirurgiões-dentistas da rede pública municipal da cidade de Belém em 2013.
Usa Gorro Estudo %
SIM 130 86.1
NÃO 20 13.2
Não Respondeu 1 0.7
Total geral 151 100.0
Fonte: protocolo de pesquisa *p-valor <0.0001, Qui-quadrado
Tabela 7 - Distribuição da variável “usa óculos de proteção” em cirurgiões-dentistas da rede pública municipal da cidade de Belém em 2013.
Usa Óculos proteção Estudo %
SIM 121 80.1
NÃO 28 18.6
Não Respondeu 2 1.3
Total 151 100.0
Fonte: protocolo de pesquisa *p-valor <0.0001, Qui-quadrado
Tabela 8 - Distribuição da variável “usa jaleco” em cirurgiões-dentistas da rede pública municipal da cidade de Belém em 2013.
Usa Jaleco Estudo %
SIM 93 61.6
NÃO 56 37.1
Não Respondeu 2 1.3
Total geral 151 100.0
Fonte: Protocolo de pesquisa *p-valor =0.0032, Qui-quadrado
Tabela 9 - Distribuição da variável “conhece formas de transmissão da hepatite C” em cirurgiões-dentistas da rede pública municipal da cidade de Belém em 2013.
Conhece Formas de
Transmissão da Hepatite C Estudo %
SIM 143 94.7
NÃO 6 4.0
Não Respondeu 2 1.3
Total geral 151 100.0
Fonte: Protocolo de pesquisa *p-valor <0.0001, Qui-quadrado
Gráfico: perfil do conhecimento e a aplicação das medidas de biossegurança e o risco de exposição ocupacional relativos à hepatite C, em uma amostra de n=151 profissionais cirurgiões-dentistas.
DISCUSSÃO
Em relação ao sexo houve uma nítida predominância do sexo feminino (70,2%); no que se refere a faixa etária, os números mostraram média de 41,2 anos com desvio padrão de 10,2, o que reflete uma população economicamente ativa. Parece haver uma tendência de feminilização na profissão odontológica5,6.
Outro ponto importante a ser discutido é com relação aos acidentes perfuro-cortantes presentes em 64,2% dos dentistas entrevistados, semelhante ao estudo retrospectivo com 310 dentistas na Escócia que constatou que lesões percutâneas são comuns na prática odontológica, já que 56% dos dentistas pesquisados responderam ter sofrido pelo menos uma lesão desse tipo no ano anterior8. Segundo Morais (2005)7, tatuagens, uso
de agulhas de acupuntura e outras práticas que envolvem ferimentos perfuro-cortantes da pele com material não adequadamente esterilizado também transmitem o vírus. Uma amostra de 107 dentistas da região de Araçatuba e Birigui, no estado de São Paulo evidenciou que 70% responderam ter sofrido algum acidente com instrumental cortante em sua vida profissional9. Os acidentes
entre trabalhadores de saúde e o risco de transmissão de infecção de uma agulha contaminada é de um em trinta para a hepatite C e um em trezentos para HIV10.
Trabalhos desenvolvidos no Brasil, considerando diferentes períodos de referência (seis meses, um ano, a vida profissional), identificaram alta prevalência de acidentes com instrumentos perfuro-cortantes entre cirurgiões-dentistas, com valores variando de 26% a 75%11,12,13.
De acordo com os achados de Bârleanet al. (2013)14, a maioria dos dentistas (91%) considera que
eles são expostos a um risco ocupacional e 41,8% deles sofreu uma lesão percutânea causada por instrumentos cortantes no último ano; 49,3% dos entrevistados relataram lesões oculares causadas por partículas sólidas (13,2%), salpicos de sangue (14,7%) e produtos químicos (20,5%).
O EPI com maior taxa de aderência, entre os dentistas, foi a luva descartável com percentual de 99,3%, seguida pela máscara com 98% de aderência, depois o gorro com 86,1%, óculos de proteção com 80,1% e jaleco ficando com 61,6%. Observa-se que os odontólogos relataram o uso expressivo de indicando o cumprimento das medidas de biossegurança.
Segundo Garcia e Blank (2006)11, o uso de luvas não
resultou na redução de ocorrência de lesões percutâneas nos dedos e mãos, porém, durante os procedimentos odontológicos, a contaminação da saliva com sangue é previsível, e o trauma às mãos dos profissionais é comum. O uso de luva minimiza o potencial para o contato de pele não intacta dos profissionais da odontologia com a saliva contaminada com sangue dos pacientes; quanto ao uso de máscaras acredita-se que reduza a ocorrência de respingos na mucosa nasal e bucal. As Medidas de Precauções Padrão são baseadas no princípio de que todo sangue, membranas, fluidos corporais, secreções, excreções, exceto o suor, peles não íntegras e mucosas podem conter agentes infecciosos transmissíveis, e incluem um conjunto de práticas de prevenção de infecção que se aplica a todos os pacientes, independentemente do status de suspeita ou confirmação de infecção, em qualquer local onde são prestados cuidados médicos (CDC, 2011)15.
Segundo Oppermann e Pires o avental ou capote (jaleco) serve para proteger a pele e prevenir sujidade na roupa durante procedimentos que tenham probabilidade de gerar respingos ou contato de sangue, fluidos corporais, secreções ou excreções16. Quanto ao gorro, ele deve
ser utilizado pela equipe de saúde para a proteção dos cabelos por aerossóis, impedindo que o profissional leve para outros locais os microorganismos que colonizaram seus cabelos e após uso devem ser descartados17. Estudo
de Garcia e Blank (2006)11 refere que o uso constante
de óculos de proteção foi estatisticamente associado com uma menor ocorrência de respingos, e o uso de jaleco de mangas compridas, com uma menor ocorrência de lesões no antebraço e braço em cirurgiões dentistas. Toledo Júnior et al. (1999)18 relataram que a utilização
de EPI deve-se principalmente a educação e supervisão, sendo que a disponibilização dos EPI é responsabilidade da instituição empregadora ou de ensino, de acordo com a legislação vigente. Epstein et al. (1995)19relataram uma
elevada aderência às medidas de controle de infecção no Canadá, obtida mediante educação continuada e aderência voluntária.
Estudos realizados com dentistas russos (Budnyak, 2012)20 indicaram a necessidade de formulação de
normas odontológicas de segurança em todo país, visto que os resultados mostraram que apenas 10% dos entrevistados tinham compreensão a respeito de protocolo de higienização, desinfecção e esterilização; 34% afirmaram que havia um potencial de transmissão de doenças infecciosas por via percutânea e 13% não esterilizam peças de mão entre os pacientes.
CONCLUSÃO
Este estudo demonstrou que os cirurgiões-dentistas apresentam um bom conhecimento sobre transmissão da hepatite C, apesar de não se poder afirmar se tal conhecimento seja colocado em prática efetivamente durante a rotina. Questões relacionadas às medidas de biossegurança merecem atenção especial, apesar dos profissionais referirem fazer uso constante desses materiais. Quanto à exposição aos acidentes perfuro-cortantes ficou evidente que acontecem com certa frequência no âmbito da prática clínica dos cirurgiões-dentistas da rede municipal de saúde.
SUMMARY
HEPATITIS C AND ITS RELATION WITH OCCUPATIONAL RISK Cláudia Maria Maciel de OLIVEIRA
Objective: assess the knowledge and application of biosecurity measures, the risk of occupational exposure related to hepatitis C and define the epidemiology of dental professional. Methodology: was applied as a primary source of research a questionnaire with closed and open questions, auto fill; that was applied to group of 151 active dentists, so voluntary and anonymity, in the public health system of the city of Belém (Brazil). Results data analysis revealed that dentists have a good understanding about the transmission of hepatitis C, as much as the biosecurity measures. It is observed that although the results show high percentages of acceptance, the professionals do not adherein totally the use of Personal Protective Equipment (PPE). Conclusion: the cutting accidents are frequent between these professionals suggesting high risk of occupational exposure in the study population. Biosecurity measures and occupational risk are related, having been necessary the implement new strategies that address the knowledge, the adequate use of biosecurity measures and there by prevent occupational accidents in dentists.
KEYWORDS: occupational risk, dentists, biosecurity. REFERÊNCIAS
1. Ferreira CT. Hepatites Virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção. Revista Brasileira de Epidemiologia. São Paulo, v. 7, n.4, 2004.
2. Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde. Brasília 2002. Disponível em: http//www.busms.saude.gov.br Acesso em: 12 janeiro 2006.
3. Masur H, Kaplan JE, Holmes KK. Guidelines for preventing opportunistic infections among HIV-infected persons-2002. Recommendations of the U.S. Public Health Service and the Infections Diseases Society of America. Ann Itern Med, v.3, n.137 (5pt2), p. 435-78, 2002.
4. Ayres M, et al. BioEstat5.3 Aplicações Estatísticas nas Áreas das Ciências Biológicas e Médicas. Belém, 2007. 5. Michel-Crosato E, Calvieli IT, Biazevic MG, Crosato E. Perfil socioeconômico da força de trabalho representada
pelos egressos da FOUSP (1990-1998). RPG: Ver Pos-Grad, v.10, p. 217-26,2003.
6. Marshall ED, Duncombe LM, Robinson RQ, Kibreath SL Musculoskeletal symptoms in New South Wales dentists. Aust Dent J. v. 42, p. 240-6, 1997.
7. Morais MB, Campos SO, Silvestrini WS. Guias de medicina ambulatorial e hospitalar. São Paulo: Manole, 2005.
8. Felix DH, et al. Recent non-sterile inoculation injuries to dental professionals in the Lothian Region of Scotland. Br Dent J. v. 176, p. 180-4, 1994.
9. Magro-Filho O, Melo MS, Martin SC. Métodos de esterilização, desinfecção e paramentação utilizados pelo cirurgião-dentista e auxiliar no consultório odontológico. Levantamento entre os profissionais. Assoc Paul CirDent, São Paulo, v.45, p.589-92, 1991.
10. Godfre K. Sharp Practice. Nursing Times. EUA, v. 97, n.2, p.22-24, 2001.
11. Garcia LP, Blank VLG. Prevalência de exposições ocupacionais de cirurgiões-dentistas e auxiliares de consultório dentário a material biológico. Cad Saúde Pública. Rio de Janeiro, v.22, n.1, 2006.
12. Martins AMEBL, Barreto SM, Resende VLS. Acidentes do trabalho com instrumentos perfurocortantes entre dentistas. Rev Bras Med Trab. v. 2, n. 4, p. 267-74, 2004.
13. Senna MIB, Guimarães MDC, Pordeus IA. Atendimento odontológico de portadores de HIV/Aids: determinantes da disposição de cirurgiões-dentistas do Sistema Único de Saúde de Belo Horizonte/MG CadSaude Publica. v. 21,
14. Bârlean L et al. Occupational health problems among dentists in Moldavian region of Romania. Rev Med ChirSoc Med Nat Iasi, v. 117, n. 3, p. 784-8, Jul-Sep, 2013.
15. Centro de Controle e Prevenção de Doenças (DiseaseControlandPrevention Center) Guia para Controle de Infecções do Ambiente em Estabelecimentos assistenciais de saúde Recomendações do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) e do HealthcareInfectionControlPracticesAdvisoryCommittee (HICPAC) (Comitê Consultivo de Práticas em Controle de Infecção Associada à Assistência Médica) Atlanta, 2003.
16. Oppermann CM, Pires LC Manual de Biossegurança Para Serviços De Saúde. Disponível HTTP://www.opas.org. br/gentequefazsaude/bvsde/bvsacd/cd49/manualbiossegurancaa.pdf. acesso em 19 de Mai de 2011..
17. São Paulo, Secretaria de Saúde. Coordenadoria de Atenção Básica. Coordenação de Desenvolvimento de Programas e Políticas de Saúde-CODEPPS. Coordenação de Vigilância em Saúde-COVISA. Risco Biológico-Biossegurança na Saúde. São Paulo: SMS, 2007. Disponível em: WWW.prefeitura.sp.gov.br/...manual biossegurança ubs 1254775051.pdf. Acesso em 25 de Mar de 2011.
18. Toledo Júnior ACC et al. Conhecimento, atitudes e comportamentos frente ao risco ocupacional de exposição ao HIV entre estudantes de medicina da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais. Soc Bras. Trop. Uberaba, v. 32, n. 5, Set/Out, 1999.
19. Epstein JB, Mathias RG, Bridger DV. Survey of knowledge of infectious disease and infection control practices of dental specialists. J CanDent Assoc. Canada, v.61, p. 35-44, 1995.
20. Budnyak MA, et al. Dental infection control and occupational safety in the Russian Federation. J. Contemp Dent Pract, v. 13, n. 5, p. 703-12, Sep, 2012.
21. Cochran WG. Sampling Techniques, Third Edition, New York: John Wiley & Sons, Inc., 1977. Endereço para Correspondência
Cláudia Maria Maciel de Oliveira
Endereço: Travessa Mariz e Barros, nº 1418, Pedreira CEP: 66080-660 Belém/Pará/Brasil
Telefone: (091) 8112 2070 - 32369133 Email: [email protected]