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1.7 Equipamentos e materiais utilizados em instalações elétricas

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Academic year: 2021

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CAPITULO I - INTRODUÇÃO À SEGURANÇA COM ELETRICIDADE

9 1.7 Equipamentos e materiais utilizados em instalações elétricas

1.7.1 Vara de manobra isolada

Como a distância de segurança e o isolamento são de fundamental importância nas operações de instalação e retirada dos conjuntos de aterramento e curto-circuitamento temporários nas instalações elétricas.

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1.5.7 Perdas mais representativas para empresas e trabalhadores

PARA A EMPRESA PARA O EMPREGADO

Pagamento do salário do trabalhador

durante os 15 primeiros dias do afastamento

Dor física resultado das lesões Atraso na produção durante o afastamento Redução de seu salário

Danos aos maquinários ou equipamentos Seqüelas e incapacidade para o trabalho Má imagem da empresa perante seus

clientes e opinião pública

Abalo psicológico do emprego

1.6 Causas mais freqüentes de acidentes do trabalho em instalações e serviços com eletricidade.

a) Contatos acidentais em instalações elétricas por falta de isolamento, de invólucros , de barreiras etc.;

b) Despreparo ou incapacidade da execução de manutenção ; c) Inexistência ou irregularidade no aterramento elétrico; d) Falta de ou irregularidade na comunicação ou orientação

e) Ausência ou inadequação no travamento e ou na constatação de inexistência de energia e/ou na sinalização;

f) Instalações mal projetadas ou dimensionadas de forma inadequada; g) Falta de EPI ou inadequação do EPI o de seu uso

h) Falta de treinamento quanto ao uso adequado do EPI;

i) Ligações erradas ou conexões elétricas irregulares em instalações elétricas desenergizadas;

j) Incêndios e /ou explosões provocadas por faiscamento, curtos-circuitos ou má conservação.

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CAPITULO I - INTRODUÇÃO À SEGURANÇA COM ELETRICIDADE

7 Um estudo sobre acidentes do trabalho mostra que na ocorrência de 100 incidentes, ou seja, evento ou fato negativo com potencial para causar danos, ocorrerão 10 acidentes, sendo que um deles é de elevada gravidade.

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O decreto acima ficou conhecido como Nova Lei de Prevenção de Acidentes.

Em 27.11.1953 a Portaria 155 oficializava a sigla CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

Etapas intermediárias ocorridas no Brasil:

Em 26.02.1967 , no Governo do Presidente Costa e Silva, o Decreto-Lei n o 229 modificou o texto do Capítulo V , título II , da CLT, o qual dispunha de assuntos de Segurança e de Higiene no Trabalho.

Com esta modificação, o artigo 164 da CLT que tratava de assuntos referentes a CIPA foi alterado e ficou conforme o seguinte texto:

Art. 164 – As empresas que, a critério da autoridade competente em matéria de Segurança e Higiene no Trabalho, estiverem enquadradas em condições estabelecidas nas normas expedidas pelo Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho,

deverão manter obrigatoriamente, o Serviço Especializado em Segurança e em Higiene do Trabalho e constituir Comissões Internas de Prevenção de Acidentes – CIPAs.

§ 1. 0 O Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho definirá as características do pessoal especializado em Segurança e Higiene do Trabalho, quanto as atribuições , à qualificação e a proporção relacionada ao número de empregados das empresas compreendidas no presente artigo.

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CAPITULO I - INTRODUÇÃO À SEGURANÇA COM ELETRICIDADE

5 A usina superou seus próprios recordes mundiais de produção de energia, por vários anos consecutivos. Em 1999, a usina produziu 90 bilhões de quilowatts-hora (kWh) e em 2000 a produção superou os 93,4 bilhões de kWh, suficiente para garantir o suprimento de 95% da energia elétrica consumida no Paraguai e de 24% de toda a demanda do mercado brasileiro.

Com as novas unidades, Itaipu poderá alterar seu contrato com os sistemas elétricos brasileiro e paraguaio, feito com base na demanda. Atualmente, pelo contrato, a usina deve gerar 10.787 megawatts médios. Esse valor será ampliado em cerca de 1.400 MW, energia suficiente para abastecer uma cidade de mais de 2 milhões de habitantes.

Com as 18 unidades que possui, Itaipu consegue garantir a operação simultânea de 16 unidades. Em muitas ocasiões, 17 operam ao mesmo tempo. E só em condições especiais é que as 18 produzem simultaneamente. Quanto tiver as 20 unidades, 18 serão mantidas em operação simultânea todo o tempo.

Outra questão importante deve ser resolvida a curto e médio prazos: as limitações de transmissão entre o Sul e o Sudeste. A troca de energia entre as duas regiões passará a ser feita pelas novas linhas em implantação e em estudos, como a que ligará Bateias a Ibiúna (entre Curitiba e São Paulo) e entre Londrina e Campinas, tornando disponíveis as linhas de Furnas para transportar exclusivamente a energia de Itaipu.

Rio Paraná

A vazão média em 2003 foi de 10.505 metros cúbicos por segundo (m3/s), com valores diários que variaram entre 7.733 m3/s e 18.035 m3/s.

Em 2004, Itaipu produziu 89.911 GWh, essa foi a terceira maior produção da história da usina, marca superada apenas em 2000 (93,4 milhões de MWh) e em 1999 (90 milhões de MWh).

A capacidade instalada da usina será ampliada para 14.000 MW, quando estarão operando as duas novas unidades geradoras, cujas obras de instalação e fabricação começaram no primeiro semestre de 2001.

agravamento da situação social, devido principalmente ao deslocamento em massa das populações e trabalhadores que, moviam-se do trabalho na agricultura e no campo para o trabalho nas diversas Indústrias que surgiram, tais como, as Indústrias de Tecelagem, Confecções, de Bebidas e Alimentícias, de Veículos de transporte terrestre e naval, Indústrias Químicas e Metalúrgicas, Construções e etc. Nesta época conseqüentemente as condições de trabalho tornaram-se em larga escala bastante inseguras e precárias. Ano de 1943

1.5.1. Criação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT

No ano de 1944 fica oficialmente instituída a criação da CIPA - Comissão Interna Para Prevenção de Acidentes, no Brasil:

Getúlio Vargas, um dos políticos de maior expressão em nossa História, conhecido como o “Pai dos Trabalhadores”, 21 anos após a recomendação feita pela OIT, promulgou em 10.11.1944, o Decreto – Lei n o 7.036 , fixando a obrigatoriedade da criação de Comitês de Segurança em Empresas que tivessem 100 ou mais empregados.

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O Brasil possui a maior hidrelétrica do mundo .

Fig. 1.2. Vista geral da barragem

Uma grande obra se faz com muito ferro, concreto, tecnologia avançada e a incessante busca do homem pela conquista do impossível. Foram esses pré-requisitos - todos devidamente superlativados - que incluíram a Usina de Itaipu na lista das sete maravilhas do mundo moderno. A lista, publicada em 1995 pela revista “Popular Mechanics”, dos Estados Unidos, baseou-se numa pesquisa feita pela Associação Norte-Americana de Engenheiros Civis (Asce) entre engenheiros dos mais diversos países.

Além de Itaipu, fazem parte da lista: a Ponte Golden Gate (EUA); o Canal do Panamá, que liga o Oceano Atlântico ao Pacífico; o Eurotúnel, que une França e Inglaterra sob o Canal da Mancha; os Projetos do Mar do Norte para o Controle das Águas (Holanda); o Edifício Empire State (EUA); e a Torre da Canadian National (Canadá).

Uma curiosidade: ao listar as maravilhas do mundo moderno, a revista “Popular Mechanics” pretendeu que especialistas modernos repetissem o feito do grego Antípater, que no ano 240 antes de Cristo listou as sete maravilhas do mundo antigo: as pirâmides do Egito, os jardins suspensos da Babilônia, o Mausoléu, o Templo de Artêmis e Éfesos, a estátua de Zeus de Fídias, o Colosso de Rodes e o Farol de Alexandria.

A Usina Hidrelétrica de Itaipu, a maior do mundo em operação, é um empreendimento binacional desenvolvido pelo Brasil e pelo Paraguai no Rio Paraná. A potência instalada da usina é de 12.600 MW (megawatts), com 18 unidades geradoras de 700 MW cada.

As 18 unidades geradoras de Itaipu entraram em operação, de acordo com o cronograma, ao ritmo de dois a três por ano, a contar de maio de 1984. A 18ª entrou em operação em 9 de abril de 1991.

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CAPITULO I - INTRODUÇÃO À SEGURANÇA COM ELETRICIDADE

3 1.1.2. Modelo de usina hidrelétrica

Fig. 1.1 Modelo de usina hidroelétrica

Em uma usina hidrelétrica, o jato d‘água formado pela queda da água de um rio represado faz girar as pás da turbina que move o gerador.

Dessa forma, a energia mecânica é transformada em energia elétrica.

Com a passagem da corrente elétrica, os fios que distribuem a energia se aquecem e perde-se energia em forma de calor.

Para diminuir estas perdas, a eletricidade produzida pelo gerador passa por um transformador que diminui a corrente aumentando a voltagem.

Nas subestações transformadoras e nos postes das ruas existem outros transformadores que reduzem a voltagem para uso da energia nas indústrias e nas casas.

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1. INTRODUÇÃO Á SEGURANÇA COM ELETRICIDADE

1.1 Breve histórico da eletricidade

A história da eletricidade teve início começando por Benjamin Franklin até os dias de hoje. Os Sistemas de Potência, como hoje são conhecidos, têm pouco mais de 100 anos. Por volta de 1876 não se sabia como transmitir a energia elétrica gerada.

Energia é a propriedade de um sistema que lhe permite realizar trabalho. Pode ter várias formas: potencial, mecânica, química, eletromagnética, elétrica, calorífica etc. Estas várias formas de energia podem ser transformadas umas nas outras. Energia elétrica eletricidade - é como se designa os fenômenos em que estão envolvidas cargas elétricas.

A energia elétrica pode ser gerada através de fontes renováveis de energia (a força das águas e dos ventos, o sol e a biomassa), ou não renováveis (combustíveis fósseis e nucleares). No Brasil, onde é grande o número de rios, a opção hidráulica é mais utilizada e apenas uma pequena parte é gerada a partir de combustíveis fósseis, em usinas termelétricas.

As partes principais de uma usina hidrelétrica são: a barragem, que tem por função barrar o fluxo da água do rio, represando-a; as comportas e o vertedouro, que controlam o nível de água da represa, evitando transbordamentos; e a casa de máquinas, onde estão instalados os geradores acoplados às turbinas. Para transformar a força das águas em energia elétrica, a água represada passa por dutos forçados, gira a turbina que, por estar interligada ao eixo do gerador, faz com que este entre em movimento, gerando a eletricidade.

No caso de uma usina termoelétrica, temos uma combinação diferente: a fornalha, onde é queimado o combustível; a caldeira, onde é produzido o vapor. O jato de vapor extraído da caldeira gira a turbina que, por estar interligada ao eixo do gerador faz com que este entre em movimento, gerando a eletricidade.

Após gerada, a energia elétrica é conduzida por cabos até a subestação elevadora, onde transformadores elevam o valor da tensão elétrica. Assim, nesse nível de tensão, a eletricidade pode percorrer longas distâncias pelas linhas de transmissão, sustentadas por torres, até chegar nas proximidades de onde será consumida.

Antes disso, porém, a energia elétrica precisa ser reduzida na subestação abaixadora através de transformadores. Em seguida, ela percorre as linhas de distribuição, que podem ser subterrâneas ou, como é mais comum, aéreas. Finalmente, a energia elétrica é transformada novamente para os padrões de consumo local e chega às residências e outros estabelecimentos.

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CAPITULO I - INTRODUÇÃO À SEGURANÇA COM ELETRICIDADE

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INTRODUÇÃO À SEGURANÇA

COM ELETRICIDADE

CAPITULO1

Referências

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