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Percepção das Puérperas sobre a Importância do Aleitamento Materno e o Desmame Precoce: Revisão Integrativa 1

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Academic year: 2021

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Percepção das Puérperas sobre a Importância do

Aleitamento Materno e o Desmame Precoce:

Revisão Integrativa

1

ARIANA LOPES DE LIMA Acadêmica do curso de enfermagem

Faculdade Estácio do Amazonas Manaus, AM, Brasil CARINA CASTRO DE ALENCAR

Acadêmica do curso de enfermagem Faculdade Estácio do Amazonas Manaus, AM, Brasil KELLY CRISTINA PEREIRA CASTRO

Acadêmica do curso de enfermagem Faculdade Estácio do Amazonas Manaus, AM, Brasil SARAH BEZERRA DA SILVA Acadêmica do curso de enfermagem Faculdade Estácio do Amazonas Manaus, AM, Brasil MARCOS VINICIUS COSTA FERNANDES Mestre em Enfermagem e docente do curso de enfermagem Faculdade Estácio do Amazonas Manaus- AM, Brasil ARINETE VÉRAS FONTES ESTEVES Doutora em Ciências. Professora. Departamento de enfermagem. Universidade Federal do Amazonas – UFAM Manaus, AM, Brasil ELLEN PRISCILLA NUNES GADELHA Doutora em Doenças Tropicais Coordenadora do Curso de enfermagem da Faculdade Estácio do Amazonas Manaus, AM, Brasil

Abstract

The perception of puerperal women about the importance of breastfeeding and early weaning requires direct observation when breastfeeding. The aim of the study was to identify the perception of mothers about the importance of breastfeeding and early weaning. The methodology made references to Integrative Review research, found in

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the databases and analysis of the scientific production of national and international literature. As a source of investigation of scientific articles, the databases used were: LILACS, PULBMED, SCORPUS, CINAHL, SCIELO and the Nursing Database (BDENF), starting from this point a total of 32 references were selected, however only 17 references are found in the inclusion process and 15 were excluded for not supporting the study. Results and Discussion sought to assist in actions that encourage the promotion of breastfeeding by the nursing team, in addition to raising awareness in society about the importance of breastfeeding, in order to reduce the factors associated with the interruption of breastfeeding and its consequences mainly for the newborn born. Conclusion, the integrative review addressed six aspects: identification of the theme, inclusion and exclusion criteria, description, analysis and interpretation of current phenomena, descriptors, record aiming at its functioning in the present. They also describe that the first phase of the analysis is the critique of scientific material. It is divided into internal and external criticism.

Keywords: Breastfeeding, Weaning, Postpartum. Resumo

A percepção das puérperas sobre a importância do aleitamento materno e o desmame precoce requer uma observação direta no momento de amamentar. Objetivo do estudo foi Identificar a percepção das puérperas sobre a importância do aleitamento materno e o desmame precoce. A metodologia fez referências as pesquisas de caráter de Revisão Integrativa, encontradas nos bancos de dados e análise da produção científica da literatura Nacional e Internacional. Como fonte de investigação de artigos científicos, as bases de dados utilizadas foram: LILACS, PULBMED, SCORPUS, CINAHL, SCIELO e Base de Dados da Enfermagem (BDENF), partindo desse ponto foram selecionadas um total de 32 referências, porém somente 17 referências encontram-se no processo de inclusão e 15 foram excluídos por não embasarem o estudo. Resultados e Discussão: buscou auxiliar nas ações que estimulem a promoção do aleitamento materno pela equipe de enfermagem além de conscientizar a sociedade acerca da importância da amamentação, a fim de reduzir os fatores associados à interrupção

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do aleitamento materno e suas consequências principalmente para o recém-nascido. Conclusão, A revisão integrativa abordou seis aspectos: identificação do tema, critérios de inclusão e exclusão, descrição, análise e interpretação de fenômenos atuais, descritores, fichamento. Objetivando o seu funcionamento no presente. Eles descrevem também que a primeira fase da análise é a crítica do material científico. Divide-se em crítica interna e externa.

Palavras-Chave: Aleitamento Materno, Desmame, Puérperas.

1. INTRODUÇÃO

Diversos esforços mundiais têm sido executados para aprimorar a situação da saúde da criança a fim de reduzir a morbimortalidade infantil. “Em meados dos anos 80 foi introduzido o programa de incentivo ao aleitamento materno, com intuito de conscientizar e responsabilizar os profissionais da saúde sobre a promoção e o apoio à amamentação” (MARINHO et al., 2016). Na Declaração do Milênio dos anos 2000, os Órgãos Internacionais da Saúde – OMS: Organização Mundial da Saúde e UNICEF: Fundo das Nações Unidas para a Infância - determinaram como prioridade a nutrição infantil, desenvolvendo a Estratégia Global para a Alimentação de Lactentes e Crianças de Primeira Infância, dando ênfase ao crescimento e desenvolvimento da saúde das crianças (UEMA et al., 2015).

O Ministério da Saúde (MS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam que as crianças recebam somente leite materno até o sexto mês de vida, no qual o mesmo seja complementado a partir dos dois anos de idade, favorecendo deste modo um maior vínculo afetivo entre o binômio mãe e bebê (MOURA et al., 2015). “No Brasil, o governo perfilha que o aleitamento materno é a principal fonte de alimento para o progresso saudável dos lactentes, equivalendo a ser capaz de atender as necessidades fisiológicas e metabólicas infantis, além de ser uma ação eficaz e de baixo custo” (MARINHO et al. 2016, p. 01).

“Constata-se, que o leite materno contém todos os anticorpos, antioxidantes, hormônios, nutrientes entre outros elementos necessários para o prosseguimento benéfico da saúde do infante, além

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de preservá-los contra disfunções como infecções respiratórias e a diarreia” (ALMEIDA; LUZ; UED, p. 12). Em relação às puérperas, o aleitamento materno produz vantagens sobre a saúde física e emocional, incluindo a prevenção do câncer de mama e de uma nova gestação durante o período da amamentação (PEREIRA-SANTOS et al., 2017).

“Nos últimos anos, a intenção materna de amamentar é destacada como característica associada ao aleitamento na primeira hora de vida do recém-nascido e a maior extensão da lactação (VIEIRA et al., 2016, p. 26). Porém, embora o aleitamento materno seja uma ação natural e muitas mães sejam aptas a amamentar, o ato requisita aprendizagem e suporte dos familiares e dos profissionais envolvidos, com finalidade de capacitar nutrizes a realizar a lactação correta do bebê, ajudando assim a prevenir e solucionar algum problema.

Todavia, no decorrer da gestação, ocorre uma crescente preocupação da gestante em relação ao seu papel de mãe, tanto com a sua adaptação individual quanto a familiar frente ao recém-nascido, evidenciando o desconhecimento que as nutrizes apresentam a respeito da importância do aleitamento materno (KURTZ et al., 2015). Levando em consideração que no puerpério, a condição emocional e psicológica da mãe, a própria individualidade pode levar ao desmame precoce.

Deste modo, o estudo tem como finalidade identificar a necessidade em analisar a percepção das puérperas sobre o aleitamento materno e o desmame precoce, buscando evidenciar quais os benefícios da lactação para a saúde materna e do recém-nascido, exibindo os principais motivos que desencadeiam o abandono ou a dificuldade da prática do aleitamento materno e salientando como as ações da equipe de enfermagem contribuem para a promoção e o incentivo da amamentação.

2. METODOLOGIA

A pesquisa bibliográfica que subsidiou a presente revisão integrativa foi baseada na consulta de trabalhos publicados nos últimos 5 anos (2015 a 2020). Tal Revisão Integrativa, que visou buscar em bancos de dados às análises da produção científica da literatura nacional,

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conforme as palavras chaves e base de dados, apresentados a seguir conforme (Tabela 01).

Tabela 1 - Palavras-chaves e número de trabalhos encontrados das respectivas bases de dados.

Palavras-chave Google Acadêmico Periódicos Capes

SCIELO, SCOPUS, LILACS, PUBMED, CINAHL, BDENF Aleitamento materno 2 4 2 Desmame precoce 2 2 2 Puérperas 1 1 1 Total 17

Para seleção de trabalhos foram utilizados os seguintes critérios de inclusão: 1) artigos publicados nos três principais periódicos da área de enfermagem: 2) Idiomas: inglês e português 3) Tópicos escolhidos Aleitamento Materno, Desmame, Puérperas. Os critérios de exclusão foram os artigos publicados anteriormente ao ano de 2015, que se apresentavam duplicados e repetidos, como também artigos em inglês e espanhol, editoriais, relatos de experiência, estudos de caso e que não atendiam a finalidade da temática.

Refere-se a uma pesquisa de caráter de Revisão Integrativa, que visa buscar em bancos de dados às análises da produção científica da literatura internacional e nacional. Iskandar (2016), Nessa perspequitiva, a (Figura 1) apresenta o fluxograma dos procedimentos metodológicos que descreve a revisão integrativa de literatura onde se realizou um processo de seis etapas, com o intuito de adquirir novas aprendizagens perante a metodologia aplicada e pesquisas relevantes de acordo com o tema proposto.

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Todas as etapas consistiram na elaboração do estudo que tiveram como subsídios contemplar cada etapa percorrida, portanto, o a revisão integrativa produz impacto significativo devido ao acúmulo do conhecimento previamente existente sobre a percepção das puérperas na importância do aleitamento materno e o desmame precoce.

3. RESULTADOS

Na primeira etapa foram encontrados 862 artigos, que foram submetidos a primeira etapa sobre aleitamento materno os quais se referiam ao desmame precoce. Após a leitura minuciosa dos títulos dos artigos selecionados de acordo com a temática abordada na pesquisa, foram selecionados de 74 artigos. Posteriormente à leitura dos resumos, apenas 32 estudos foram selecionados para serem incluídos na leitura crítica e integral. Por fim, restaram 17 estudos que atenderam aos critérios de inclusão sobre a percepção das puérperas e a importância do aleitamento materno e o desmame precoce. Verificou-se que, o maior número de artigos foi encontrado na base de dados dos periódicos Capes seguido do Google Acadêmico, e a minoria ficou para LILACS, PULBMED, SCORPUS, CINAHL E BDENF, a SCIELO não foi positiva para resultados, a (Tabela 02) mostra esses resultados.

Tabela 2 – Resultados das Buscas nas bases de dados

Assim, obteve-se uma amostra de 74 estudos no final da segunda etapa de avaliação dos artigos, 7 (14,04%), foram encontrados na LILACS, na

Buscas

Total de 862 Artigos encontrados

1ª Etapa LILACS PULBMED SCORPUS CINAHL SCIELO BDENF

48 364 238 102 51 59

Aplicação dos critérios de inclusão e exclusão 2ª Etapa

74 Artigos

LILACS PULBMED SCORPUS CINAHL SCIELO BDENF

7 29 12 11 8 7

A importância do aleitamento materno e o desmame precoce 3ª Etapa

32 Artigos

LILACS PULBMED SCORPUS CINAHL SCIELO BDENF

6 15 4 2 3 2

4ª Etapa 17 Artigos

Percepção das puérperas sobre a importância do aleitamento materno e o desmame precoce Google

Acadêmico Periódicos Capes LILACS PULBMED SCORPUS CINAHL SCIELO BDENF

5 6 1 1 1 1 1 1

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PULBMED, 29 (24,65%), na SCORPUS, 12 (16,05%), na CINAHL, 11 (15,52%), na SCIELO, 8 (15,70%), e 7 (14,04%) na BDENF.

Na terceira etapa procedeu-se a leitura completa dos 74 artigos a fim de identificar aqueles que não respondiam satisfatoriamente o tema em questão ou não tinham pertinência com o objetivo do estudo, desse processo obteve-se uma amostra de 32 artigos, sendo eles, 6 (29,68%) da LILACS, na PULBMED, 15 (42,53%), na SCORPUS, 4 (10,73%), na CINAHL, 2 (5,84%), na SCIELO, 3 (5,38%), e 2 (5,84%) na BDENF.

Na quarta etapa as análises dos resultados foram feitas em forma de fichamento organizando, todos os artigos por meio das avaliações e visualização dos dados, nesse processo foram identificados um número muito baixo de artigos que faziam parte do estudo, dessa forma, foram feitas buscas no Google Acadêmico e periódicos Capes onde foram encontrados um número maior de artigos que condiziam com a situação real do estudo e que embasaram satisfatoriamente o estudo sobre a percepção das puérperas e o aleitamento materno e desmame precoce neste processo obteve-se uma amostra de 17 artigos, sendo eles, 5 (35,2 %), Google Acadêmico, 6 (35,8% ), Periódicos Capes, 1 (4,83%) da LILACS, na PULBMED, 1 (4,83%), na SCORPUS, 1 (4,83%), na CINAHL, 1 (4,83%), na SCIELO, 0 (4,83%), e 1 (4,83%) na BDENF.

Os resultados enfatizaram as qualidades dos 17 artigos incluídos nesta revisão integrativa, a (Tabela 3) mostrou as categorias que foram evidenciadas a partir dos resultados dos estudos selecionados: Percepção das puérperas sobre a importância do aleitamento materno e o desmame precoce: Revisão integrativa.

Tabela 03 – Propriedades das seleções dos Artigos. ANOS AUTORES DESCRITORES BASE DE

DADOS TÍTULO 01 2015 ANDRADE, E. N.; ABRÃO, A. C. F. V; MARINHO, M. S. Atuação, Promoção, Incentivo, Aleitamento Materno CINAHL

A atuação do (a) enfermeiro (a) na promoção, incentivo e apoio ao aleitamento materno

02 2015 ALMEIDA, J. M.; LUZ, S. A. B; UED, F. V. Apoio, Aleitamento Materno, Desmame Precoce. CAPES

Apoio ao Aleitamento Materno pelos Profissionais de Saúde:

Revisão Integrativa da Literatura.

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03 2015 BOCCOLINI, C.S.; CARVALHO, M. L.; OLIVEIRA, M. I. C. Aleitamento materno, Desmame

Precoce, Enfermeiro CAPES

Fatores Associados ao Aleitamento Materno Exclusivo nos Primeiros Seis Meses de Vida

no Brasil: Revisão Sistemática.

04 2015 BOFF, A.D.G.; PANIAGUA L.M.; SCHERER, S.; GOULART, B. N. G. Aspectos Socioeconômicos, Puérperas, Aleitamento Materno SCORPUS Aspectos Socioeconômicos e Conhecimento de Puérperas Sobre o Aleitamento Materno. 05 2015 BRASIL, M. Puérperas, Amamentação, Primeiro Seis Meses

de Vida.

Google Acadêmico

A importância da Amamentação até os Seis Meses

06 2016 Marinho., A Recém-nascido, vida, aleitamento Desmame Google Acadêmico

A Vida depende da amamentação, diga não ao desmame.

07 2015 KURTZ, L.; MAAHS, M. A. P.; BONAMIGO, A. W.; ALMEIDA, S. T. Aleitamento, Interdisciplinaridade, Puérperas Google Acadêmico Promoção do aleitamento materno em um contexto interdisciplinar. 08 2017 MIRANDA, L.; ZANGÃO, O.; RISSO, S. Enfermeiro, Aleitamento Materno, Desmame Precoce LILACS O Papel do Enfermeiro no Sucesso para o Aleitamento

Materno: 09 2019 MONTEIRO, F Importância da Amamentação, Puérperas, Qualidade de vida dos RNS Google Acadêmico

Agosto Dourado: Entenda a importância da amamentação

para a vida dos bebês.

10 2015 MOURA, E. R. B. B.; FLORENTINO, E. C. L.; BEZERRA, M. E. B.; MACHADO, A. L. G. Investigação, Duração do Aleitamento, Desmame Precoce Google Acadêmico

Investigação dos Fatores Sociais que Interferem na Duração do Aleitamento Materno

Exclusivo. 11 2018 PAIM, J. S. L.; BOIANI, M. B.; FREITAS, T. S. Duração do Aleitamento Materno, Desmame, Brasil Contemporâneo. Google Acadêmico

Fatores Associados à Prática e a Duração do Aleitamento Materno

no Brasil Contemporâneo. 12 2015 PATAH, D. Aleitamento Materno, Recém-nascido, Desejo da Mulher, Desmame Precoce. CAPES A importância do Aleitamento Materno para o Recém-nascido e

o Desejo da Mulher: 13 2016 PASSOS, L. P.; PINHO, L. Saúde, Bebê, aleitamento CAPES Profissionais de Saúde na Promoção ao Aleitamento Materno: Revisão Integrativa.

14 2017 PEREIRA-SANTOS, M.; SANTANA, M. S.; OLIVEIRA, D. S.; FILHO, R. A. N.; LISBOA, C. S.; Aleitamento Materno, Desmame Precoce, Saúde da Criança CAPES

Prevalência e Fatores Associados à

Interrupção Precoce do Aleitamento Materno Exclusivo:

Metanálise de Estudos Epidemiológicos Brasileiros

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ALMEIDA, L. M. R.; GOMES, D. R.; QUEIROZ, V. A. O.; DEMÉTRIO, F.; OLIVEIRA, A. M. 15 2017 SANTOS, A. P. R.; SANTOS, G. A.; SIQUEIRA, S. M. C. Enfermeiro, Aleitamento Materno, Desmame Precoce Google Acadêmico

Ações Desencadeadas pelo Enfermeiro para a Promoção do

Aleitamento Materno e Prevenção do Desmame Precoce

16 2015 UEMA, R. T. B.; SOUZA, S. N. D. H.; MELLO, D. F.; CAPELLINI, V. DALTON K. Aleitamento Materno , Desmame Precoce, RN BDENF

Prevalência e Fatores Associados ao Aleitamento Materno no Brasil 17 2016 VIEIRA, T. O.; MARTINS, C. C.; SANTANA, G. S.; VIEIRA, G. O.; SILVA, L. Amamentação,

Intenção, Desmame SCIELO Intenção Materna de Amamentar

Portanto, os dados identificaram alguns pensadores que busca descrever os ditos e conhecimentos dos atores sobre o assunto proposto. A revisão integrativa foi tratada e analisada de forma de sistematização do conhecimento, ela abrange a leitura, análise e interpretação de artigos em bibliotecas virtuais. É um trabalho sistemático para construção dos conhecimentos, colaborando, reproduzindo, detalhando, atualizando e ampliando o conhecimento. “O tipo de pesquisa que se classifica como "integrativa", tem por premissa buscar a resolução de problemas melhorando as práticas por meio da observação, análise e descrições objetivas, com exímios fatos para a padronização de técnicas e validação de conteúdo”.

4. DISCUSSÃO

No Brasil a discussão sobre a questão da amamentação é recente, assim como a conquista de direitos para esse segmento como o banco de leite. Isso porque até pouco tempo acreditava-se ser a população brasileira composta, em sua maioria, de jovens. É talvez por esse motivo que a construção de conhecimento e a garantia de proteção social e cuidados com a gestante vem ocorrendo há poucas décadas.

Em 2003, no Brasil, foi firmado o Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal, entre o SUS, instituições e

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prioritárias foram visando promover a intenção integral à saúde da criança e a diminuição da mortalidade infantil. “Com isso, o governo adotou entre as suas prioridades o aleitamento materno, por ser um método eficaz e de baixo custo” (UEMA et al., 2015).

Na concepção de Moura et al. (2015), “a amamentação consiste em uma ação fundamentalmente relevante para estabelecer um bom estado de saúde para a criança”. “A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde (MS) recomendam que todos os bebês recebam leite materno até o sexto mês exclusivamente e complementado até os dois anos ou mais”.

Almeida, Luz, Ued (2015) fundamentam que “embora as genitoras iniciem a prática do aleitamento materno logo após o nascimento do recém-nascido, mais da metade das crianças já não se encontram em amamentação exclusiva no primeiro mês de vida”. Sendo assim é constatado que não se consegue cumprir a recomendação redigida pela OMS.

Marinho et al. (2016) esclarecem que são vários os elementos envolvidos nas baixas taxas de aleitamento materno, tendo como principais: desconhecimento da importância do aleitamento materno para a saúde do binômio mãe e filho, perante a genitora; práticas e crenças culturais como de que o “leite não sustenta”; substituição inadequada do leite materno; falta de confiança materna quanto a sua capacidade de amamentar o filho e as ações impróprias de profissionais e serviços de saúde.

Acrescenta-se também, o nível de escolaridade da mãe, a ausência ou presença do pai, as condições do período perinatal e a idade. No estudo apontado por Paim, Boiani, Freitas (2018) “além das questões sociais, leva-se em consideração que a redução da amamentação também se dá pela introdução da tecnologia na sociedade e fatores como a inserção da mulher/mãe no mercado de trabalho”. Contudo, este se dá principalmente pela privação das garantias trabalhistas e medidas protetoras dispostas às nutrizes.

Especialmente, na pesquisa realizada por Boff et al. (2015) demonstrou-se que “a percepção materna sobre a importância da manutenção da lactação natural não se dá somente por fatores econômicos, grau de escolaridade ou idade”. Onde, quando questionadas, muitas nutrizes relatam reconhecer a importância do

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aleitamento materno e descrevem que realizam o aleitamento com a intenção de beneficiar a saúde da criança, porém, as mães acabam desistindo desta ação, também devido a fatores psicológicos e emocionais, como o estresse e medo. Em que, perante a tal situação, adotam outras maneiras de alimentar a criança.

Santos et al. (2017) salientam que “o desmame precoce ocasiona diversos impactos, como consequências no desenvolvimento oro motor, afetando a deglutição, mastigação, sons na fala e perda de nutrientes importantes para o crescimento e o desenvolvimento, dentre eles: água, lipídeos, imunoglobulinas, e vitaminas, que juntos auxiliam na proteção contra infecções”.

Além desses fatores, o leite materno apresenta uma barreira protetora contra diversas patologias. Uma amamentação interrompida juntamente com a questão econômica da família pode favorecer no desequilíbrio da saúde infantil, assim contextualizando que a lactação materna é um elemento importante na prevenção de algumas patologias, como obesidade, Anemia dentre outras.

Passos, Pinho (2016) esclarecem que, “contudo, para que ocorra o aumento de taxas de amamentação, é necessária a participação ativa dos profissionais de enfermagem oferecendo informações sobre a importância do aleitamento para a vida do infante”. A promoção e o incentivo ao aleitamento materno é uma atribuição da equipe de saúde, em que cabe aos mesmos intervirem com ações que busquem soluções para problemas e ajudem a sobrelevar as dificuldades das lactentes relacionados com a lactação. Outro exemplo conhecido é o Banco de Leite Humano, no qual é responsável pela promoção do aleitamento materno e a execução das atividades de coleta de leite humano.

As pesquisas apresentam estudos contundentes acerca da superioridade do leite materno para a saúde do Recém-nascido, portanto, a amamentação segundo Santos et al., (2017) “tem repercussões na saúde futura da criança, sendo que esses indivíduos que foram amamentados possuem menor probabilidades de desenvolverem doenças como: obesidades, linfomas e leucemias”.

Brasil (2015) considera que, “o aleitamento materno reduz em 13% a mortalidade até os cinco anos, evita diarreia e infecções respiratórias, diminui o risco de alergias, diabetes, colesterol alto e hipertensão, leva a uma melhor nutrição e reduz a chance de

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obesidade”. Além disso, o ato contribui para o desenvolvimento da cavidade bucal do pequeno e promove o vínculo afetivo entre a mãe e o bebê.

Boff et al. (2015) enfatizam que o “Ministério da Saúde (MS) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) trabalham durante o “Mês do Aleitamento Materno” também chamado de agosto dourado tem como função promover a importância do leite da mãe”. O intuito é fazer com que as puérperas entendam que o alimento exclusivo do bebê nos primeiros seis meses de vida será unicamente o leite materno, mostrando que a amamentação traz diversos benefícios não só para a criança como também para as mamães”.

Patah (2015) argumenta que, “os benefícios são inúmeros para a mulher que amamenta, já que seu organismo se recupera melhor do parto, com menor risco de sangramento uterino, retorna mais rápido ao seu peso anterior, sem contar o aspecto prático e econômico do leite materno, que já vem pronto para ser oferecido ao bebe”. Além disso, há inúmeros problemas que podem surgir quando o metabolismo do bebê não se adapta ao leite de vaca. Pelo contato íntimo que proporciona entre o corpo da mãe e da criança, o ato de amamentar e considerado um facilitador psíquico da criança. Tudo isso nos faz pensar nessa incrível engrenagem que o corpo da "fêmea humana", que durante a gestação vai se preparando para produzir esse alimento da melhor qualidade para sua cria.

Quando se fala em aleitamento materno, o foco é sempre a saúde do bebê, mas é preciso dizer que a mãe também recebe diversos benefícios. “Amamentar até os seis meses diminui o risco de câncer de mama na mulher e ajuda no pós-parto, já que o útero se contrai e volta ao tamanho normal mais rapidamente" (MONTEIRO, 2019).

O Brasil deu um importante salto com o aumento do número de implantações, por empresas privadas e públicas, com as Salas de Apoio à Amamentação. “Atualmente, o país possui 200 salas certificadas pelo Ministério da Saúde, com capacidade de beneficiar até 140 mil mulheres. Em 2014, eram 16 salas de apoio à amamentação” (BRASIL, 2015).

As Salas de Apoio à Amamentação são locais simples e de baixo custo para as empresas, onde a mulher pode retirar o leite durante a jornada de trabalho e armazená-lo corretamente para que, ao final do

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expediente, possa levá-lo para casa e oferecê-lo ao bebê. A (Figura 2) mostra onde estão localizadas as salas de amamentação no Brasil.

Figura 2 - Distribuição de salas de amamentação no Brasil.

Fonte: Adaptado de Brasil, 2015.

Percebe-se que no Amazonas as salas de amamentação ainda é pouca tendo em vista, que no ano de 2015 ainda era somente uma única sala de amamentação. Para Monteiro (2019) o cenário brasileiro, onde muitas conquistas foram alcançadas em prol do resgate desta prática, constata-se que as políticas familiares continuam se apresentando insuficientes no que tange a questões como a conciliação do trabalho feminino remunerado com o Amazonas, além do cuidado familiar como um todo. Sendo prudente uma reflexão sobre como o país vem promovendo ações e como estas dialogam com os discursos oficiais pró-amamentação principalmente na região norte, mais precisamente no Amazonas.

Segundo Monteiro (2019) a importância do incentivo às mães para que possam obter sucesso na prática da amamentação visto que os desconfortos e dificuldades que podem acontecer nos primeiros dias de amamentação são considerados os principais motivos do desmame precoce. Diante desse contexto, o desmame é definido como a introdução de qualquer tipo de alimento na dieta de uma criança que se encontra em regime de amamentação. “Logo, o período de desmame é aquele compreendido entre a introdução dos novos aleitamentos até a

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supressão completa da amamentação”. A compreensão das puérperas no tocante ao amamentar influência de forma direta na atitude delas quanto ao ato da amamentação.

Dentre as atribuições da equipe de enfermagem no processo de promoção, incentivo e apoio ao aleitamento materno, destaca-se todo processo está no acolhimento da puérpera para a amamentação, contudo, a comunicação no processo educativo em saúde é de suma importância, portanto, a equipe de enfermagem deve utilizar ferramentas na intenção de promover o estímulo e a adesão das mães no ato de amamentar.

Sendo assim a equipe de enfermagem tem um importante papel durante o início da amamentação. São por meio de suas práticas e atitudes que estes profissionais podem incentivar a amamentação e apoiar as puérperas, evitando assim dúvidas e o desmame precoce.

Almeida et al. (2015) defendem que, muito embora, “o Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, incentiva e apoia o programa Iniciativa Hospital Amigo da Criança, como uma maneira eficiente para promover o aleitamento materno, ainda assim apresentam dificuldades no momento da amamentação na primeira hora de vida”. É nesse momento que as ações dos profissionais durante as consultas do pré-natal, no pré-parto, no nascimento e nas imunizações, são muito importantes, o profissional deve sempre estar disponível para escutar e esclarecer as dúvidas das puérperas, incentivando sempre a prática da amamentação e ensinando a elas como é feito a estimulação para o recém-nascido mamar.

Isto posta nota-se que o enfermeiro tem um papel essencial na promoção da amamentação exclusiva, podendo-se utilizar de diferentes formas e meios para assegurar a lactação do bebê no período preconizado pelo Ministério da Saúde. é importante o aconselhamento puerperal sobre as técnicas adequadas da amamentação, com uma linguagem apropriada para que elas assimilem a informação correta, visando sempre o desempenho adequado. Para tanto, essas técnicas visam melhorar tanto no atendimento e consequentemente no favorecimento da saúde materna infantil.

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4. CONCLUSÃO

O estudo tratou-se de uma pesquisa integrativa de literatura, com objetivo de descrever percepção das puérperas sobre a importância do aleitamento materno e o desmame precoce, o artigo vem mostrando que as puérperas possuem informações básicas, porém não muito relevantes acerca da amamentação e desmame precoce. Para tanto é de suma importância que o profissional de enfermagem auxilie e conduza a educação para a saúde em relação ao aleitamento para as puérperas a fim de identificar múltiplos fatores associados à prática e a duração do aleitamento.

Nesse sentido consideram-se as sugestões para as puérperas como, quanto ao ato de amamentar são de suma importância, pois o desmame precoce pode acarretar patologias graves, portanto o enfermeiro deve orientar quanto aos malefícios do desmame.

O Ministério da Saúde (MS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam que as crianças recebam somente leite materno até o sexto mês de vida, no qual o mesmo seja complementado a partir dos dois anos de idade, favorecendo deste modo um maior vínculo afetivo entre o binômio mãe e bebê. Todavia, no decorrer da gestação, ocorre uma crescente preocupação da gestante em relação ao seu papel de mãe, tanto com a sua adaptação individual quanto a familiar frente ao recém-nascido, evidenciando o desconhecimento que as nutrizes apresentam a respeito da importância do aleitamento materno.

Agradecimentos

Fica registrado aqui os nossos sinceros agradecimentos ao mestre Marcos Vinícius Costa Fernandes; a Dra. Arinete Véras Fontes Esteves. Dra. Ellen Priscila Gadelha pelos ensinamentos e participação direta no projeto, obrigada por fazerem parte desse estudo.

REFERÊNCIAS

ANDRADE, E. N.; ABRÃO, A. C. F. V; MARINHO, M. S. A atuação do (a) enfermeiro (a) na promoção, incentivo e apoio ao aleitamento materno. Revista enfermagem contemporânea. Publicado em julho no banco de dados do CINAHL. 2015. Disponível em: https://www.atuaçãodoenfermeiro_aleitamento_materno/1234.2019. Acesso em:

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ALMEIDA, J. M.; LUZ, S. A. B; UED, F. V. Apoio ao Aleitamento Materno pelos Profissionais de Saúde: Revisão Integrativa da Literatura. Capes. Rev. Paul.

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