• Nenhum resultado encontrado

Prova 1 27 de novembro de 2016

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Prova 1 27 de novembro de 2016"

Copied!
8
0
0

Texto

(1)

Instruções e Orientações

1. Verifique se este caderno está sem defeito e contém

20

questões objetivas. Caso contrário, peça ao

fiscal da sua sala a substituição do material.

2. Cada questão objetiva tem 5 alternativas de resposta, porém apenas uma correta. Essa deve ser

assinalada no cartão de respostas. O cartão não pode ser rasurado.

3. Para a prova de redação, use, como rascunho, o espaço disponibilizado no caderno de provas. Passe a

redação a limpo, a tinta, na folha de redação. Essa folha não terá substituição.

4. Este caderno de provas pode ser rasurado.

5. Não é permitido o uso de celulares e outros equipamentos eletrônicos.

6. Assine a ata de presença.

7. Na saída, entregue a folha de redação e o cartão de respostas devidamente assinado.

8. Nenhum candidato poderá retirar-se da sala antes de 1 (uma) hora e 45 (quarenta e cinco) minutos de

realização das provas. Sugerimos que os últimos 30 minutos sejam utilizados para o preenchimento do

cartão de respostas.

9. Tempo de duração da prova:

2h

.

Preenchimento do cartão de respostas

1. Você recebeu o cartão de respostas identificado. Assine no local indicado.

2. Números de 1 a 20 referem-se às questões, e as letras A, B, C, D e E às

alternativas.

3. Use caneta azul ou preta.

4. Marque o círculo correspondente à resposta certa de cada questão, preenchendo-o

completamente. Não faça qualquer marcação fora da alternativa correspondente à

sua resposta.

Prova 1 – 27 de novembro de 2016

Preenchimento

Correto

Incorreto

(2)

1º BLOCO:

LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA

LÍNGUA PORTUGUESA

Instrução:

As questões 1 a 9 referem-se ao conto Uma Esperança, de Clarice Lispector, disponível em http://claricelispector.blogspot.com.br/2008/07/uma-esperana.html. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41

Aqui em casa pousou uma esperança. Não a clássica, que tantas vezes verifica-se ser ilusória, embora mesmo assim nos sustente sempre. Mas a outra, bem concreta e verde: o inseto.

Houve um grito abafado de um de meus filhos:

- Uma esperança! e na parede, bem em cima de sua cadeira! Emoção dele também que unia em uma só as duas esperanças, já tem idade para isso. Antes surpresa minha: esperança é coisa secreta e costuma pousar diretamente em mim, sem ninguém saber, e não acima de minha cabeça numa parede. Pequeno rebuliço: mas era indubitável, lá estava ela, e mais magra e verde não poderia ser.

- Ela quase não tem corpo, queixei-me.

- Ela só tem alma, explicou meu filho e, como filhos são uma surpresa para nós, descobri com surpresa que ele falava das duas esperanças.

Ela caminhava devagar sobre os fiapos das longas pernas, por entre os quadros da parede. Três vezes tentou renitente uma saída entre dois quadros, três vezes teve que retroceder caminho. Custava a aprender.

- Ela é burrinha, comentou o menino. - Sei disso, respondi um pouco trágica.

- Está agora procurando outro caminho, olhe, coitada, como ela hesita. - Sei, é assim mesmo.

- Parece que esperança não tem olhos, mamãe, é guiada pelas antenas. - Sei, continuei mais infeliz ainda.

Ali ficamos, não sei quanto tempo olhando. Vigiando-a como se vigiava na Grécia ou em Roma o começo de fogo do lar para que não se apagasse.

- Ela se esqueceu de que pode voar, mamãe, e pensa que só pode andar devagar assim.

Andava mesmo devagar - estaria por acaso ferida? Ah não, senão de um modo ou de outro escorreria sangue, tem sido sempre assim comigo.

Foi então que farejando o mundo que é comível, saiu de trás de um quadro uma aranha. Não uma aranha, mas me parecia "a" aranha. Andando pela sua teia invisível, parecia transladar-se maciamente no ar. Ela queria a esperança. Mas nós também queríamos e, oh! Deus, queríamos menos que comê-la. Meu filho foi buscar a vassoura. Eu disse fracamente, confusa, sem saber se chegara infelizmente a hora certa de perder a esperança:

- É que não se mata aranha, me disseram que traz sorte...

- Mas ela vai esmigalhar a esperança! respondeu o menino com ferocidade.

- Preciso falar com a empregada para limpar atrás dos quadros - falei sentindo a frase deslocada e ouvindo o certo cansaço que havia na minha voz. Depois devaneei um pouco de como eu seria sucinta e misteriosa com a empregada: eu lhe diria apenas: você faz o favor de facilitar o caminho da esperança.

O menino, morta a aranha, fez um trocadilho, com o inseto e a nossa esperança. Meu outro filho, que estava vendo televisão, ouviu e riu de prazer. Não havia dúvida: a esperança pousara em casa, alma e corpo.

Mas como é bonito o inseto: mais pousa que vive, é um esqueletinho verde, e tem uma forma tão delicada que isso explica por que eu, que gosto de pegar nas coisas, nunca tentei pegá-la.

Uma vez, aliás, agora é que me lembro, uma esperança bem menor que esta pousara no meu braço. Não senti nada, de tão leve que era, foi só visualmente que tomei consciência de sua presença. Encabulei com a delicadeza. Eu não mexia o braço e pensei: "e essa agora? que devo fazer?" Em verdade nada fiz. Fiquei extremamente quieta como se uma flor tivesse nascido em mim. Depois não me lembro mais o que aconteceu. E, acho que não aconteceu nada.

1 De acordo com o texto de Clarice Lispector, assinale a alternativa correta.

(A) O conto revela uma situação dolorosa do cotidiano repleta de sensações, medos e angústias. (B) A esperança desejava apenas o caminho para a rua, pois é um inseto e precisa de liberdade.

(C) A narradora afirma reiteradamente que o inseto é silencioso, leve e delicado, muitas vezes, parecendo apenas uma ilusão.

(D) O menino destaca os traços da esperança e compara-os com os da aranha.

(E) A aparição de uma esperança provoca o surgimento de diferentes visões: da criança, o desejo de preservar e entender o pequeno inseto; da mãe, uma indagação sobre as diferentes esperanças e suas surpreendentes semelhanças.

(3)

2 Leia as afirmações que seguem abaixo e assinale a alternativa correta. I – Os diálogos conferem um tom informal ao texto.

II – O texto, narrativo, apresenta função predominantemente fática. III – O texto apresenta descrição puramente denotativa da esperança.

IV – A expressão “Ela só tem alma” (l. 9) significa que o inseto é a incorporação de um ente sobrenatural. Está (ão) correta (s):

(A) Apenas a I. (B) Apenas II e IV. (C) Apenas a III. (D) I, II, III e IV. (E) Apenas a IV.

3 Leia as afirmações que seguem abaixo e assinale a alternativa correta.

I – “Aqui em casa pousou uma esperança.” O termo sublinhado, “uma”, torna o nome “esperança” indefinido.

II – “Não a clássica, que tantas vezes verifica-se ser ilusória, embora mesmo assim nos sustente sempre. Mas a outra, bem concreta e verde: o inseto”. O termo sublinhado, “mas”, estabelece uma relação de oposição entre as expressões “clássica” e “inseto”.

III – “Houve um grito abafado de um de meus filhos [...]”. Os dois termos sublinhados determinam os nomes a que se referem.

IV – “Emoção dele também que unia em uma só as duas esperanças [...]”. O termo sublinhado, “as”, elimina qualquer ambiguidade semântica quanto ao termo “inseto”.

V – “[...] esperança é coisa secreta” – a ausência de um artigo antes da palavra “esperança” reforça uma leitura ambígua acerca da significação do nome “esperança”.

Qual é a sequência correta? (A) V; V; V; V; V. (B) F; V; V; V; F. (C) V; V; F; F; V. (D) F; F; V; V; V. (E) V; V; V; F; F.

4 Associe as duas colunas, relacionando cada palavra sublinhada com a sua respectiva classificação morfológica. 1. Aqui em casa pousou uma esperança. ( ) Substantivo.

2. Ela quase não tem corpo, queixei-me. ( ) Preposição.

3. Custava a aprender. ( ) Artigo indefinido.

4. [...] ouviu e riu de prazer. ( ) Pronome relativo. 5. [...] cansaço que havia na minha voz. ( ) Advérbio. A sequência correta dessa associação é:

(A) (2); (1); (3); (5); (4). (B) (4); (3); (1); (5); (2). (C) (4); (2); (3); (1); (5). (D) (1); (2); (4); (5); (3). (E) (4); (2); (5); (3); (1).

5 Qual das alternativas contém sinônimos das palavras sublinhadas no excerto abaixo?

“Pequeno rebuliço: mas era indubitável, lá estava ela, e mais magra e verde não poderia ser.” (l. 6-7) (A) Azáfama; desejável.

(B) Desatino; duvidoso. (C) Arranjo; evidente. (D) Alvoroço; inconteste. (E) Desequilíbrio; incerto.

6 Assinale a alternativa que apresenta hiato, ditongo e dígrafo, nessa sequência. (A) Grécia; quadros; filho.

(B) Depois; pousar; braço. (C) Devaneei; Deus; flor.

(D) Maciamente; encabulei; pouso. (E) Emoção; vassoura; trocadilho.

(4)

7 Com base nas afirmativas abaixo, assinale a alternativa correta.

I – O termo “saída” segue o mesmo princípio de acentuação da palavra “queríamos”. II – O termo “ninguém” é acentuado porque é uma oxítona terminada em “em”. III – As palavras “ilusória” e “consciência” são acentuadas pelo mesmo princípio. IV – A palavra “dúvida” é acentuada porque é uma paroxítona terminada em “a”. (A) Apenas I e II estão corretas.

(B) Apenas II e III estão corretas. (C) Apenas I, II e IV estão corretas. (D) Apenas II, III e IV estão corretas. (E) Estão corretas I, II, III e IV.

8 Qual o tempo verbal dos verbos sublinhados no trecho a seguir?

“Andava mesmo devagar - estaria por acaso ferida? Ah não, senão de um modo ou de outro escorreria sangue, tem sido sempre assim comigo [...] o mundo que é comível, saiu de trás de um quadro uma aranha.” (l. 22-24)

(A) Pretérito imperfeito do indicativo; futuro do pretérito do indicativo; presente do indicativo; pretérito imperfeito do subjuntivo.

(B) Pretérito mais-que-perfeito do indicativo; pretérito imperfeito do indicativo; presente do indicativo; pretérito perfeito do indicativo.

(C) Pretérito perfeito do indicativo; pretérito perfeito do indicativo; presente do indicativo; pretérito imperfeito do indicativo.

(D) Pretérito imperfeito do indicativo; futuro do pretérito do indicativo; presente do indicativo; pretérito perfeito do indicativo.

(E) Pretérito perfeito do indicativo; pretérito imperfeito do indicativo; pretérito perfeito do indicativo; futuro do presente do indicativo.

9 Com base no fragmento abaixo, leia as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.

“O menino, morta a aranha, fez um trocadilho, com o inseto e a nossa esperança. Meu outro filho, que estava vendo televisão, ouviu e riu de prazer. Não havia dúvida: a esperança pousara em casa, alma e corpo.” (l. 33-34)

I – Na oração “morta a aranha”, aranha é o objeto direto.

II – Na oração sublinhada, “um trocadilho” consiste no objeto direto.

III – O trecho “que estava vendo televisão” é uma oração subordinada adjetiva explicativa. IV – O termo “em casa”, sublinhado, constitui-se no adjunto adverbial.

Está (ão) correta (s):

(A) Apenas I, III e IV. (B) Apenas II, III e IV. (C) Apenas II e III. (D) Apenas a III. (E) I, II, III e IV.

Instrução:

As questões 10 a 14 referem-se ao texto Viagem ao país dos sonhos, de Diana Corso, disponível em http://zh.clicrbs.com.br/rs/opiniao/colunistas/diana-corso/noticia/2016/03/viagem-ao-pais-dos-sonhos-4990248.html. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

Durante estas últimas férias, tive vários filhos. Não foi tão trabalhoso, porque eles nasceram falando e caminhando. Também estive em lugares exóticos, uns no passado e outros inexistentes. Tive, como todo viajante, momentos difíceis: perdi objetos importantes, os quais procurei sem sucesso, embora nessa busca tenha encontrado certas coisas estranhas. Disse bobagens para pessoas que amo, fui maltratada por outras a quem não sabia que mal havia feito. Me desencontrei de muitos vivos, em compensação, tive bons papos com alguns mortos.

Como você vê, viajei para o mundo dos sonhos. Durante a correria do dia a dia, acordo muito acelerada, e os sonhos escapam rapidinho, por isso sonho nas férias. Quando despertamos, eles são como gatos ariscos, se insinuam, espiam assustados, se ficarmos bem tranquilos, deixam-se ver, mas a qualquer gesto brusco, ao mínimo som, desaparecem.

Durante as férias, podemos demorar nessa espécie de limbo, onde fica o portal de acesso à produção onírica, pelo qual passamos antes de ligar a máquina do cérebro. Existem felizardos que, mesmo em pleno inferno

(5)

13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28

laboral ou de estudos, conservam intacta sua capacidade de lembrar das jornadas imaginárias noturnas. Invejo-os, chegam ao café da manhã cheios de aventuras para contar, enquanto eu só tenho pensamentos atabalhoados pela chata burocracia neurótica do dia a dia.

Sonhar é imprescindível para descansar. Sem essa faxina das pendências diurnas que ficam atazanando nossa mente não conseguiríamos desligar, por isso, lembrando-os ou não, é certo que os tivemos. Para os sortudos que os lembram, acaba sendo uma linda e divertida forma de conhecer-se. Não adianta consultar dicionários de sonhos, embora as leituras populares dos símbolos oníricos tenham sido tão difundidas que até podem influenciar em nossas associações.

Nos divãs dos analistas, associando livremente ao contar um sonho, chegamos à compreensão de parte do seu significado. Foi assim que descobrimos que eles são o ponto de encontro do dia a dia com nossos grandes segredos. Em geral, as pontas soltas que precisamos atar durante a noite são do tipo que nos envergonha até pensar, mas outras apenas são caprichos da nossa criança mimada interior.

É bacana, pois, admitindo que à noite nos tornamos essas criaturas doidonas, cheias de contradições e faniquitos, certamente seremos bem mais tolerantes uns com os outros durante a vigília. E sempre tem a vantagem dos roteiros serem criativos, as passagens acessíveis e o câmbio estável. Pena que provavelmente só voltarei para lá nas próximas férias.

10 A respeito do texto de Diana Corso, leia as afirmações que seguem, marque “V” para verdadeiro e “F” para falso nos parênteses e, após, escolha a alternativa correta.

( ) A narradora afirma que adotou vários filhos nas suas últimas férias, mas nenhum bebê. ( ) Para a narradora, os sonhos não acontecem nas férias.

( ) A narradora compara a vigília a gatos ariscos.

( ) Segundo o texto, o sonho é fundamental para o descanso.

( ) Através de análise, é possível compreender, pelo menos em parte, o significado dos sonhos. A sequência correta é: (A) F; F; F; V; V. (B) F; V; F; V; F. (C) V; V; V; V; V. (D) V; V; V; F; F. (E) V; F; F; F; V. 11 O texto de Diana Corso:

I – apresenta linguagem padrão, predominantemente, com passagens coloquiais. II – pertence ao gênero lírico.

III – apresenta figuras de linguagem, como a metáfora “faxina das pendências diurnas.” IV – convoca o leitor a uma reflexão.

Assinale a alternativa que corresponde às afirmações do texto. (A) Apenas a I está correta.

(B) Apenas II e III estão corretas. (C) Apenas III e IV estão corretas. (D) Apenas a IV está correta. (E) Apenas I, III e IV estão corretas.

12 Leia o trecho abaixo e assinale a alternativa que contém a voz passiva adequada para a oração sublinhada. “[...] perdi objetos importantes, os quais procurei sem sucesso [...].” (l. 3)

(A) Objetos importantes eram perdidos. (B) Objetos importantes seriam perdidos. (C) Objetos importantes tinham sido perdidos. (D) Objetos importantes são perdidos. (E) Objetos importantes foram perdidos.

(6)

13 Com base no fragmento abaixo, leia as afirmações e marque a alternativa correta.

“Nos divãs dos analistas, associando livremente ao contar um sonho, chegamos à compreensão de parte do seu significado. Foi assim que descobrimos que eles são o ponto de encontro do dia a dia com nossos grandes segredos. Em geral, as pontas soltas que precisamos atar durante a noite são do tipo que nos envergonha até pensar, mas outras apenas são caprichos da nossa criança mimada interior.” (l. 21-24)

I – A expressão “Nos divãs dos analistas” é um adjunto adnominal.

II – A oração “associando livremente” é uma adverbial reduzida de gerúndio.

III – “Foi assim que descobrimos que eles [...]” – o “que”, sublinhado, é uma conjunção integrante. IV – Na expressão “as pontas soltas que [...]” – o “que”, sublinhado, é um pronome relativo.

V – “[...] mas outras apenas são caprichos da nossa criança mimada interior.” – o termo “mas” introduz uma oração coordenada concessiva.

VI – O termo sublinhado: “[...] caprichos da nossa criança [...]” constitui-se no núcleo do predicativo do sujeito.

Estão corretas:

(A) Apenas I e III. (B) Apenas II e IV. (C) Apenas II, III, IV e VI. (D) Apenas V e VI. (E) I, II, III, IV, V e VI.

14 Observe os fragmentos abaixo e escolha a alternativa correta.

I – “Nos divãs dos analistas, associando livremente ao contar um sonho, chegamos à compreensão de parte do seu significado.” (l. 21-22)

II – “É bacana, pois, admitindo que à noite nos tornamos essas criaturas doidonas.” (l. 25)

(A) O acento indicativo de crase, em I, justifica-se pela regência do verbo “chegar” e pela presença da palavra feminina “compreensão”; já em II, o acento indicativo de crase é obrigatório porque há uma locução adverbial, formada por preposição e palavra feminina, “noite”.

(B) O acento indicativo de crase em I justifica-se somente pela regência do verbo “chegar”; já em II, o acento indicativo de crase é facultativo.

(C) O acento indicativo de crase em I justifica-se apenas pela presença da palavra feminina “compreensão”; já em II, o acento indicativo de crase justifica-se tão somente pela palavra “noite”, que é feminina.

(D) O acento indicativo de crase em I é opcional; em II, o acento indicativo de crase é determinado pela palavra feminina “bacana”.

(E) O acento indicativo de crase em I justifica-se porque há um complemento nominal; em II, porque há um adjunto adverbial deslocado.

Instrução:

A questão 15 refere-se à tira de Garfield, abaixo, disponível em https://www.google.com.br/search?q=tiras+de+garfield+sobre+sonho+e+esperan%C3%A7a&biw=15 17&bih=714&tbm=isch&imgil.

(7)

15 A respeito da tira, leia as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta.

I – O menino expressa ideias sobre virtude, enquanto Garfield cultiva a gula. II – Garfield cultiva um pecado capital.

III – O pensamento do gato, no último quadro, configura o tema da gula.

IV – As dicotomias “certo e errado” e “bem e mal” são figuras denominadas catacrese. Qual é a alternativa correta?

(A) Apenas a I. (B) Apenas II e IV. (C) Apenas a III. (D) Apenas I, II e III. (E) I, II, III e IV.

MATEMÁTICA

16 A soma de n termos de uma sucessão é dada pela expressão Sn = 2n2, com n  ℕ*. Então podemos dizer que: (A) essa sucessão é uma progressão geométrica de razão igual a 4 e 10º termo igual a 38.

(B) essa sucessão é uma progressão aritmética de razão igual a 4 e 10º termo igual a 200. (C) essa sucessão é uma progressão geométrica de razão igual a 4 e 10º termo igual a 200. (D) essa sucessão é uma progressão aritmética de razão igual a 4 e 10º termo igual a 38. (E) essa sucessão é uma progressão geométrica de razão igual a 2 e 10º termo igual a 200.

17 Assinale a alternativa que possui a relação correta: (A) sen (330°) < sen (300°) < cos (150º)

(B) cos (135°) < cos (60°) < sen (270°)

(C) cos (165°) < sen (200°) < sen (40°)

(D) sen (60°) < sen (120°) < sen (240°)

(E) sen (350°) < sen (200°) < sen (190°)

18 Dadas as funçõesf(x)4x2 e g(x)3x5, o valor da função inversa de gof(3) é:

(A) 1/3 (B) 3 (C) –5/4 (D) –4/5 (E) 5/4

19 O termo independente de x no desenvolvimento de 2 1 9

      x x é igual a: (A) 9 (B) 28 (C) 36 (D) 84 (E) 126

20 Os vértices de um quadrilátero, no plano cartesiano, são dados pelos pontos A(0, 0), B(8, 1), C(6, 5) e D(2, 4). As coordenadas do ponto de intersecção das diagonais desse quadrilátero são:

(A) (3,85 ; 3,225) (B) (3,65 ; 3,125) (C) (3,75 ; 3,125) (D) (3,75 ; 3,225) (E) (3,85 ; 3,235)

(8)

2º BLOCO:

REDAÇÃO

RASCUNHO DE REDAÇÃO

A frenética rotina da maioria das pessoas não guarda lugar para os sonhos, fazendo com que eles nos escapem por entre as frestas dos afazeres diários. Isso pode acontecer com muitas pessoas, então, durante o período de férias ou mesmo em um fim de semana prolongado, parece que o portal dos sonhos se abre. No entanto, há aqueles com mais sorte, que preservam inabalada sua capacidade de recordar as peregrinações imaginárias, mesmo em plena atividade cotidiana.

Sob essa perspectiva, elabore um texto dissertativo/argumentativo, em torno de cinco parágrafos, apresentando seu ponto de vista a respeito dos sonhos, sonhados durante o sono ou em vigília, sua importância simbólica para a compreensão e/ou leitura da vida e a sua possibilidade de realização.

CRITÉRIOS PARA A AVALIAÇÃO DA REDAÇÃO

A redação deste Concurso Seletivo será corrigida com base nos critérios abaixo, considerando que os valores compreendem de zero a cem.

CÓDIGO ASPECTO VALOR TOTAL

01 Pertinência ao tema e qualidade da argumentação: o candidato deve basear o tema da redação na proposta, evitando

copiar partes do texto motivador, a fim de garantir o ineditismo e a qualidade argumentativa do texto. 3.0

02 Coesão e coerência: o candidato deve empregar, adequadamente, os mecanismos coesivos e os fatores de coerência. 2.0 03 Estrutura textual: a redação deve conter introdução, desenvolvimento e conclusão, respeitando as principais

características de um texto dissertativo bem como o número de parágrafos sugerido na proposta. 3.0

04 Aspectos gramaticais: é exigido do candidato o adequado emprego da acentuação, ortografia, pontuação, construção

Referências

Documentos relacionados

Com relação ao CEETEPS, o tema desta dissertação é interessante por se inserir no Programa de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA), sob a tutela da Coordenação de

canadense: novas perspectivas para a efetividade da tutela jurisdicional”, conduzido entre dezembro de 2017 e fevereiro de 2018 na University of Alberta, Canadá, com fomento

(IADES – 2014) Uma série temporal é qualquer conjun- to de observações ordenadas no tempo. Acerca das séries temporais, assinale a alternativa correta. a) As séries temporais

b) Terminei o trabalho às 11 horas da noite. c) Hoje distribuíram balas às crianças do bairro. Daqui ____ vinte quilômetros, o viajante encontrará, logo ____ entrada do grande

crescimento da opção de uso da internet. Na última edição, que ocorreu em 2019, 66% dos entrevistados citaram o uso da internet como principal atividade no tempo

Um dos principais desafios deste traba- lho foi demonstrar que o crescimento da atuação das redes do narcotráfico aliado à expansão e às disputas pelo poder de fac- ções

Assim, com lápis e papel os alunos obtiveram a lei da transformação linear definida pela reflexão através de uma reta específica.No ambiente computacional, foi

Quórum das Deliberações: unanimidade de votos. Nada mais foi tratado, encerrando-se a reunião e lavrando-se esta Ata que os conselheiros assinam. aa) Lázaro de Mello