Programa Ensino Integral
PROJETO DE
VIDA
QUAL É O PRINCIPAL OBJETIVO
DA ESCOLA DO PROGRAMA ENSINO INTEGRAL?
AUTÔNOMO SOLIDÁRIO COMPETENE
EXCELÊNCIA ACADÊMICA
PROJETO DE VIDA
BASE NACIONAL
COMUM
PARTE DIVERSIFICADA
FORMAR JOVEM PROTAGONISTA
PREMISSAS
Formação Continuada Corresponsabilidade Protagonismo
Excelência em Gestão Replicabilidade
VALORES
Valorização da educação pública pela oferta de um ensino de qualidade Valorização dos educadores
Gestão Escolar democrática e responsável Espírito de equipe e cooperação
Mobilização, engajamento e responsabilização da rede, alunos e sociedade em torno do processo ensino-aprendizagem: espírito público e cidadania
Escola como centro irradiador da inovação.
Os Quatro Pilares da Educação Pedagogia da Presença Educação
Interdimensional Protagonismo Juvenil
PRINCÍPIOS
BASE / FUNDAMENTOS DO PROGRAMA
CONCEITO
Projeto de Vida é um documento elaborado a partir de um processo de descobertas de potencialidades, de limites a partir dos desejos, do autoconhecimento, revisão dos valores e construção da identidade dos
alunos. O trabalho com o Projeto de Vida propõe uma
análise sobre “quem o aluno é” e “quem ele gostaria
de ser” no futuro; é uma reflexão sobre seus sonhos e
planos. O Projeto de Vida pode ser alterado à medida
que o aluno amadurece.
OBJETIVO
Promover o alcance do sucesso escolar dos alunos(excelência
acadêmica) e a realização de seu
Projeto de Vida.
RESPONSÁVEIS
• O Vice-diretor, com o apoio do Professor Coordenador Geral, é o responsável pela organização, desenvolvimento e
monitoramento das ações na escola;
• O Professor de Projeto de Vida é o responsável na disciplina.
• Todos os educadores são corresponsáveis pelo desenvolvimento do Projeto de Vida dos
alunos.
PRINCIPAIS ORIENTAÇÕES
Considerar ...
• Que o Projeto de Vida é o eixo central do programa ensino integral
• Que o Projeto de Vida envolve todos os aspectos da formação do estudante
• Que o Projeto de Vida é um estimulo àqueles que nem ousam sonhar
• que o sucesso da elaboração do Projeto de Vida depende do desejo pessoal
e da orientação e apoio dos educadores e da família
PROJETO DE VIDA
BASE NACIONAL
COMUM
PROJETO DE VIDA
COMO EIXO CENTRAL DA ESCOLA
REFERÊNCIAS
•
ARAUJO, Ulisses F. Educação e Valores: pontos e contrapontos. São Paulo. Summus,2007.
•
BAZON, Marina Rezende. Psico-educação: um projeto visando aumentar a eficiência das intervenções sociais junto às crianças e adolescentes em situação de risco psico-social em Ribeirão Preto-S.P. Paidéia, Ribeirão Preto n.12-13, Aug. 1997.
•
BOUTINET, Jean-Pierre. Antropologia do Projeto. 5ª Edição. Porto Alegre RS: Artmed Editora, 1999.
•
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. LDB Lei no. 9394/96.
•
BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente.ECA-Lei no. 8069/90.
•
BRENIFIER, Oscar. O que é o saber? São Paulo: Editora Caramelo, 2005. Coleção Filosokids.
•
BRENIFIER, Oscar. Quem sou eu? São Paulo: Editora Caramelo, 2005. Coleção Filosokids.
•
BRENIFIER, Oscar. O bem e o mal, o que são? São Paulo: Editora Caramelo, 2005. Coleção Filosokids.
•
BRENIFIER, Oscar. O que é a vida? São Paulo: Editora Caramelo, 2005. Coleção Filosokids.
•
CENPEC.Muitos Lugares para Aprender/ Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária. São Paulo;
CENPEC. Fundação Itaú Social / Unicef , 2003.
•
CENPEC. Parâmetros das Ações Socioeducativas. 2007. Disponível em: http://www.cenpec.org.br/biblioteca/acao- comunitaria/producoes-cenpec/parametros-das-acoes-socioeducativas-o-trabalho-socioeducativo-com-criancas-e- adolescentes.
•
COSTA, Antonio Carlos Gomes da: COSTA, Alfredo Carlos Gomes da: PIMENTEL, Antonio de Pádua Gomes. Educação e Vida: um guia para o adolescente. Belo Horizonte, Modus Faciendi, 2001.
•
COSTA, Antônio Carlos Gomes. Protagonismo Juvenil: Adolescência, educação e participação democrática, Salvador: Fundação Odebrecht, 2000.
•
COSTA, ANTONIO CARLOS GOMES. O professor como Educador - Um Resgate Necessário e Urgente. Bahia, Fundação Luís Eduardo Magalhães, 2001. Disponível em:
•
http://www.certifica.org.br/arquivos/ba/pd/exame_1/O_Professor_como_Educador_23082004.pdf
•
(consultado em 04/12/2014).
REFERÊNCIAS
• COSTA, Antonio Carlos Gomes da (Org). O Mundo, o Trabalho e Você.São Paulo. Instituto Airton Senna, 2009.
• DAMON, William. O que o Jovem quer da Vida?- Como pais e professores podem orientar e motivar os adolescentes. São Paulo, Summus Editorial, 2009.
• DELORS, Jacques. Educação: Um tesouro a Descobrir “Relatório para a UNESCO da Comissão internacional sobre Educação para o Século XXI”.São Paulo: Cortez, 2004.
• DELORS, Jacques. A Educação para o século XXI- Questões e perspectivas. Editor Penso. 2005.
• GARCIA, Xus Martin. As 7 competências básicas para educar em valores.São Paulo. Summus, 2010.
• GUARÁ, Isa M. F. Rosa. Educação e desenvolvimento integral: articulando saberes na escola e além da escola. EM ABERTO. INEP. Brasília:
MEC, 2009. pp. 65-81.
• GUARÁ. Isa M.F.Rosa. É imprescindível educar integralmente. Cadernos CENPEC. São Paulo, n. 2,. 2o sem. 2006. p. 14-24.
• JARES. Xesus R. Educar para a Paz em tempos difíceis. Palas Athena, SP. 2007.
• KAMII, Constance. A Criança e o Numero: implicações da teoria de Piaget para a atuação junto a escolares de 4 a 6 anos.Campinas, SP:
Papirus, 1990.
• LEITE, S. A., TASSONI, E. C. M. A afetividade em sala de aula: as condições de ensino e a mediação do professor.Em Azzi, R. e Sadalla, A.
M. F. de A. (Orgs) Psicologia e Formação Docente: desafios e conversas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.
• LUCKMANN, Thomas &BERGER. Peter L. A Construção Social da Realidade. Editora: Dinalivro. 2010.
• MACHADO, NILSON JOSE -Educação - Projetos e Valores, Editora Escrituras, 2000
• MARTINELLI, Marilu. Conversando sobre Educação em Valores Humanos. São Paulo. Peirópolis, 1999.
• MAHONEY, Abigail Alvarenga& ALMEIDA. Laurinda. Afetividade e processo ensino-aprendizagem: contribuições de Henri Wallon.R. Psic.
Da Ed., São Paulo, 2005, PP.11-30.
• MOREIRA, Antônio F. B.; CANDAU, Vera Maria. Multiculturalismo.8ª ed. Petrópolis: Vozes,2011.
• MORIN, Edgar.A cabeça bem feita: reformar a reforma, reforçar o pensamento.Rio de Janeiro. Bertrand Brasil, 2000.
• NOVAES, Regina (Org). Juventude e Sociedade: Trabalho, Educação, Cultura e Participação. São Paulo. Editora Fundação Perseu Abramo, 2005.
• PISTRAK,M.M. Fundamentos da Escola do Trabalho. A Auto-organização dos alunos. Ed. Brasiliense, 1988.
REFERÊNCIAS
• PNUD Brasil -Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
• SÃO PAULO, SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. Formação das Equipes do Programa Ensino Integral- Caderno do Gestor - Volumes 1 e 2 - Primeira edição, 2014.
• SÃO PAULO, SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. Diretrizes do Programa Ensino Integral- Caderno do Gestor, 2014 –Primeira Edição.
• SÃO PAULO, SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. Projeto de Vida –Ensino Fundamental –Anos Finais: Caderno do Professor, 2014 –Primeira Edição.
• SÃO PAULO, SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. Projeto de Vida –Ensino Médio: Caderno do Professor, 2014 –Primeira Edição.
• SÃO PAULO, SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. Projeto de Vida –Ensino Fundamental –Anos Finais Caderno do Aluno, 2014 –Primeira Edição.
• SÃO PAULO, SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. Projeto de Vida –Ensino Médio: Caderno do Aluno, 2014 –Primeira Edição.
• TAPSCOTT, Don. A hora da geração digital. Editora Agir, 2010.
• TORO, José Bernardo -7 Aprendizajes Básicos para la Educación en la Convivencia Social.Santafé de Bogotá, Fundación Social - Programa de Comunicación Social, 1993.
Estão disponíveis na INTRANET -http://www.intranet.educacao.sp.gov.br/portal/site/Intranet/, Coordenadorias →CEGB → Ensino Integral → Biblioteca → Programa Ensino Integral
videoaulas, videoconferências, documentos, orientações, Procedimentos Passo a Passo (PPP) e outros materiais para consulta.