• Nenhum resultado encontrado

bisphaeri ca wer e more susceptible to the insecticides than t.he other species studied.

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "bisphaeri ca wer e more susceptible to the insecticides than t.he other species studied."

Copied!
10
0
0

Texto

(1)

TOXICIDADE DE INSE'l'ICIDAS PIRETRÓIDES PARA TR~S ESPÉCIES DO G~NERO Atta (HYMENOPTERA: FORMICIDAE).

R.E. DE ALMEIDA1 M.J.A. HEBLING-BERALD01 K.R. P0LEZI1

ABSTRACT

Toxicity of pyrethroid insecticides to three Atta species (Hymenoptera: Formicidae).

The toxicity of three pyrethroid insecticides (fenvalera te, cypermethrin and permethrin) was determined, by topicaI application, in workers of Atta sexdens rubropiiosa Forel 1908, Atta iaevigata (F. Smith, 1858), and Atta bisphaerica Forel, 1908. All insecticides were highly toxic to leaf-cut- ting ant species, according to LD50 values determined. In an interespecific comparison, i t was observed that workers of A.

bisphaerica were more susceptible to the insecticides than t.he other species studied.

I NTRODUÇAO

As formigas , principalmente as do gênero Atta, consti- tuem sociedades de insetos de intensa atividade, causando pr~

Juizos significativamente muito maiores para o agricultor que várias outras pragas conhecidas.

Até o momento, os inseticidas organoclorados têm sido amplamente utilizados na agricultura para o combate às saúvas.

Entretanto esta aplicação não é isenta de riscos e há numero- sos relatos de acidentes graves ou mesmo fatais. Além disso, estes compostos se constituem numa das maiores fontes de po- luição ambiental , segundo ALMEIDA & PUGA (1979), pois muitos deles sofrem biotransformação lenta e seus metabólitos, em g~

ral, são também persistentes.

Atualmente tem havido muitas pesquisas sobre novos com- postos tóxicos aos insetos mas menos nocivos ao homem e a ou-

Recebido em 21/03/84

Departamento de Zoologia, Instituto de Biociências, UNESP, Campus de Rio Claro, Caixa Postal 178. 13500 Rio Claro, SP.

(2)

296 ALMEIDA e;t ai'.M.

tros mamíferos. Entre os inseticidas surgidos, destacam-se os novos piretróides sintéticos que apareceram na década de 70 e que, ao lado de uma boa estabilidade, apresentam uma alta to- xicidade para os insetos.

Ao contrário dos inseticidas organoclorados, os pire- tróides, bem como os inseticidas organofosforados, são pou- co persistentes, sendo intensivamente degradados pelos micror- ganismos do solo nas primeiras semanas, enquanto que os orga- noclorados podem aí permanecer por vários meses ou por deze- nas de anos (Edwards, 1966 apud ALMEIDA & PUGA, 1979).

Entre os inseticidas piretróides, permethrin já foi es- tudado em laboratório, na forma de isca granulada, para o con trole de colónias de Atta cephalotes e Acromyrmex octospino=

sus, por ETHERIDGE & PHILLIPS (1976) e no campo (na forma de microencapsulado) para o controle de A. cephalotes e Atta sex dens, por PHILLIPS et alii (1976; 1979) .

Com respeito à determinação da toxicidade de insetici- das, em laboratório, para saúvas já foram realizados os traba lhos de HEBLING-BERALDO & BATISTA (1979 a; b) sobre a toxici=

dade e os efeitos respiratórios de inseticidas ciclodienos em Atta Zaevigata e A. sexdens rubropilosa; VICELLI & HEBLING- BERALDO (1981) , determinaram a toxicidade de compostos º:ga- nofosforados e carbamatos sobre as mesmas espécies de sauvas citadas; HEBLING-BERALDO et alii (1981 a) sobre a toxicida- de comparada de vários inseticidas para operárias de Alta bis paherica; 1-!EBLING-BERALDO et alii (1982 b) estudando a toxi=

cidade de inseticidas organofosforados para três espécies de saúvas do gênero Atta e o de HEBLING-BERALDO et alii (1982a) que determinaram a toxicidade e efeitos respiratórios de al- guns inseticidas organoclorados para A. Zaevigata e A. sexdens rubropilosa.

O presente trabalho teve a finalidade de determina~ em laboratório, a toxicidade dos inseticidas fenvalerate, cyper- methrin e permethrin, por aplicação tópica, para três espé- cies de saúvas comuns na região de Rio Claro SP, ou seja A.

sexdens rubropi losa Forel, 1908, A. laevigata (F.Smith, 1958), e A. bisphaerica Forel, 1908. Os valores de DL50 determina- dos poderão servir como dados básicos para trabalhos de campo relativos ao combate das saúvas.

MATERIAL E MtT0D0S

As operárias de saúvas das espécies Atta laevigata (F.

SMITH, 1858), A. sexdens rubropilosa e A. bisphaerica utili- zadas no presente trabalho foram retiradas diretamente do car reiro ou de entradas dos formigueiros.

(3)

An. Soe.. En,tomoi. 8'!M<l, 13 (2) , 1984. 297

Os inseticidas usad0s (na forma de produtos técnicos) fo r.am diluídos em acetona e aplicados topicamente, no pronoto das formigas previamente anestesiadas com co2, através de uma microseringa adaptada a um micrômetro.

As formigas tratadas, em número de 20 para cada concen- tração (duas repetições A e Bl, foram colocadas em p!acas de petri, contendo algodão embebido em água e mantidas em estu- fas com temperatura controlada de 27 ± 1°c. Paralelamente às aplicações das diversas soluções de inseticidas foi aplicado igual volume de acetona pura em lotes idênticos de saúvas, co mo testemunha.

As leituras de mortalidade foram realizadas 24 horas a- pós a instalação dos experimentos, sendo consideradas mortas as operárias que apresentavam alto grau de intoxicação ou que estavam completamente imóveis.

Pela fórmula de ABBOTT (1925) , obteve-se a correção das mortalidades observadas, com base na mortalidade ocorrida nas testemunhas e, os valores de DL50 foram obtidos através das e quações das retas calculadas para o probito 5,000, correspon=

dente a 50% de mortalidade, segundo BLISS (1935).

RESULTADOS

No Quadro 1 estão dispostos os valores de DL~o, valores de b e intervalos de confiança obtidos para as tres espécies de saúvas (A. sexdens rubropilosa, A. laevigata e A. bischae- rica) tratadas com inseticidas piretróides.

Na Figura 1, pode-se observar os gráficos comparativosda aplicação dos três inseticidas para A. sexdens rubropilos~ ve rificando que fenvalerate foi o inseticida mais tóxico para tal espécie, seguido de cypermetrhrin e permethrin, enquanto que para A. Zaevigata e A. bisphaerica têm-se respectivamen- te, em ordem decrescente, cypermetrin (mais tóxico) , fenvale- rate e permethrin, demonstrados respectivamente nas figuras 2 e 3.

Levando em consideração essa ordem decrescente de toxici dade, pode-se verificar que o inseticida permethrin foi o que se apresentou menos tóxico em relação aos demais inseticidas utilizados.

(4)

QUADRO 1 - Toxicidade de inseticidas piretrÕides para operárias de .4tta se:rdens r·ubl'Opilosa (Forel, 1908) Atta Zae vigata (F. Smith, 1858) e Atta bisphaerica, (Forel, 1908) baseada nos valores de

DLso.

lnseticidas Valores de b DL50 Limites de Confiança

(µg/saúva) (µg/saúva)

A. s. l"Ubl"op-ilosa 2,6469 0,0061 0,0040

-

0,0094

fenvalerate A. Zaevigata 1 ,8351 0,0018 0,0017 - 0,0019

A. bisphael"ica 2,6475 0,0003 0,0001 - 0,0004

.4 . a. J"ub ropi iasa 2,3194 0,0176 0,0093 - 0,0333

cypermethrin .4. laev,igata 2,5250 0,0002 0,0001 - 0,0003

A. bisphaerica 4,4951 0,0001 0,0001

-

0,0002

A. s. Pubropilosa 2,9845 0,0418 0,0266 - 0,0654

permethrin A. laevigata 2,8859 0,0047 0,0043 - 0,0052

A. bisphae1°7:ca 1 ,8241 0,0016 0,0013 - 0,0020

1

N 'J:>

ex,

~

tj

>

~

i~

(5)

An. Soe.. En.tomot. 8't.M.<..t'., 13(2), 1984.

., -

~

~

ll.

...

Legendo 1 Cypermethrin 2 Fenvolerote 3 Permethrin

2

0,00001 O/XJ002 O.D0005 ODOOI Cl,OC02 O.OOOS O.COI Q.002

Doses (µg I soúvol

299

s::

o ::i o ã: o

Q.

<I>

8

..

~-

10 a:

o

l

0,005

Figura 1 - Linhas ld-p (log da dose - probito) para operárias de Atta sexdens rubropiZosa Fore~ 1908 tratadas com ~ypermethrin, fe~

valerate e permethrin por aplicação tópica.

~ -- -- - - - - -- -- - - -- -- -- -- - - ~96

"'

+-o .

o

...

ll.

Legendo

Cypermethrin 2 Fenvolerote 3 Permethrin

Figura 2 - Linhas de Zaevigata lerate e

2

Doses (µg /soúvo l

915

90 85

1d-p (log da dose - probito para operarias de Atta (F. Smith, 1858) tratadas com cypermethrin, fenva- permethrin por aplicação tópica.

(6)

lOO

"'

:e; E a.

e

Legendo

1 Cyperm~thrin 2 FenYOlerote 3 Permethrin

0.00001 0,()0002 0()0005 0.0001 00002 3

0/XXJ5 0001 Doses (µg /saúva J

0.002

ALMl~IDA et at..i..i.

98 95

90 85 80 ~ o

"' o -+ o

60 o.

a o.

50 <1>

40 o o

"'

30 .;;· "'

ci 20 a

15

i

10 5

2 0,005 0,01

Figura 3 - Linhas td-p (log da dose - probito) para operarias de Attu bisphaerica Forel, 1908 tratadas com cypermethrin, fenvale- rate e permethrin por aplicação tópica.

DISCUSSAO E CONCLUSOES

Adaptando-se para as formigas estudadas no presente tra- balho, o cr i tério usado por ANDERSON & ATKINS (1968) para es- tabelecer graus de toxicidade de inseticidas para abelhas, os inseticidas fenvalerate, cypermethrin e permethrin podem ser considerados altamente tóxicos para as três espécies de sau- vas, quando aplicados topicamente.

Em comparação interespecífica, pode-se observar que as operárias de A. bisphaerica foram as mais susceptíveis aos com postos piretróides estudados, o que está de acordo com os re=

sultados obtidos com outros tipos de inseticidas (organofosfo rados, carbamatos e organoclorados) por HEBLING-BERALDO

et

aZ.ii (1981 a). Assim, seguindo uma escala decrescente de sus ceptilidade aos inseticidas piretróides, podem ser citadas~

A. bisphaerica (a mais susceptível), A. laevigata e A. sex- dens rubropiZ.osa (a menos susceptível). Também HEBLING-BERAL-

DO & BATISTA (1979 a; b), HEBLING-BERALDO & VICELLI (1981) e

HEBLING-BERALDO et alii (1982 a; b), descreveram as operárias de A. sexdens rz1bropiZ.osa como as menos susceptíveis aos inse ticidas ciclodienos, organofosforados, carbamatos e organo- clorados, respectivamente.

(7)

'

An. Soe. En.tomoe.. Bileu.-<.-€., 13(2), 1984. 3 (J 1

Essa diferença de susceptibilidade aos mesmos compostos por três espécies de formigas que vivem na mesma região e com o mesmo padrão de comportamento, poderia talvez ser explica- da por possíveis variações na capacidade de absorção ou no me tabolismo destes inseticidas no organismo dos insetos.

Comparando-se os resultados de t,oxicidade dos três inse- ticidas piretrõides estudados no presente trabalh~com os re sultados obtidos por HEBLING-BERALDO & BATISTA (1979 a;b) que estudaram quatro inseticidas ciclodienos (aldrin, dieldrin,heE tacloro e endosulfan) para A. sexdens rubro pi losa e A. laevi gata e HEBLING-BERALDO et aZii (1981a) que estudaram a toxici=

dade dos mesmos inseticidas para A. bisphaerica, é possívelob servar que os piretrõides mostraram-se, em geral, mais tõxi= cos que os ciclodienos estudados, para as operárias de A lae vigata e A. bisphaerica, ao passo que para A. sexdens rubr?= pilosa cypermethrin mostrou-se tão tõxico quanto dieldrin e heptacloro, e o valor de DL50 calculado para permethrin foi prõximo ao obtido com a aplicação tõpica de aldrin para estas formigas. Portanto apenas fenvalerate foi o composto mais tõ- xico para .4. sexdens rub1°opi losa em relação aos ciclodienos ci tados. Os três inseticidas piretrõides aqui analisados, tarn=

bém foram estudados por HEBLING-BERALDO et alii (1981b) para Polybia (Myraptera) paulista (Ihering, 1896), vespas sociais importantes como predadores de vários insetos pragas. Basean- do-se nos valores de DL50 obtidos, pode-se observar, que fen- valerate foi mais tõxico para as saúvas do que para as vespas, enquanto que o valor de DLso de cypermethrin para vespas se aproximou do encontrado para operárias de A. sexdens rubropi- losa. A toxicidade de perrnethrin foi pouco maior para A. lae- vigata do que para as vespas citadas. Segundo este raciocí- nio, entre os três piretrõides analisados, talvez fenvalerate fosse um inseticida promissor, já que mostrou ser o menos tõ- xico às vespas e por outro lado, um dos mais tõxicos, entre os três inseticidas testados, para as saúvas mencionadas;res- tariarn assim pesquisas com este composto, em condições de cam- po para a recomendação de seu uso efetivo.

Vários estudos vêm sendo .feitos utilizando iscas experi- mentais de compostos não organoclorados, a fim de se anal isar a eficiência destas no combate às formigas cortadeiras, visan do a substituição dos tradicionais ciclodienos usados atual=

mente.

Entre estes, ETHERIDGE & PHILLIPS (1976) estudando a to- xicidade de urna série de inseticidas em laboratõrio para ope- rárias de A. octospinosus e A. cephalotes , observaram que per methrin, comparado com Mirex, apresentou-se como um insetici=

da de rápida ação, atuando em concentrações comparativamente baixas.

PHILLIPS ~t alii (1976) testaram dez inseticidas não or- ganoclorados sob a forma de iscas, sendo que sete destes (in-

(8)

302 ALMEIDA e,t a.lu

cluindo entre eles o permethrin) deram um bom resultado (simi lar ao docecacloro-Mirex) no controle de colônias de A. sex=

dens. Entretanto os autores concluíram que permethrin é um composto que se mostra muito tóxico às formigas em testes de laboratório, mas que para o controle prático no campo tem a desvantagem de uma ação mui to ráp.ida, embora tenham salienta- do que tal problema possivelmente pudesse ser resolvido pelo uso de formulações micro-encap~uladas.

Em outro trabalho, PHILLIPS et alii (1979) analisaram a eficiência de vários inseticidas na forma de iscas experimen- tais no controle de colônias de A. cephalotes, usando, entre outros, permethrin 0,045% micro-encapsulado, obtendo resulta- dos efetivos, com controle de 64% dos sauveiros.

De acordo com TAHORI et alii (1979) a inclinação da reta de regressão de dose-mortalidade (valor de b) fornece uma in- dicação da variabilidade na resposta ao inseticida dentro da população estudada. Assim, os valores de b mais baixos (peque na inclinação) indicam uma variação considerável na resposta da população ao composto, enquanto um alto valor de b (incli- nação maior) implica em uma maior homog~neidade entre os inse tos, quanto à tolerância ao inseticida.

Segundo essa proposição, os valores de b expostos no Qu~

dro 1, indicam portanto, uma homogeneidade alta na resposta das formigas A. bisphaerica ao tratamento com cypermethrin e uma certa variabilidade na resposta das populações das outras espécies de saúvas aos inseticidas estudados.

Os valores de b podem ainda ser utilizados como índices para determinar um aumento ou diminuição antecipada da toxi- cidade, em relação ao valor DL50, de acordo com ATKINS et alii

(1976). Assim, por exemplo, um alto valor de b, indicaria que, aplicando-se uma dose ligeiramente mais alta, já seria sufi- ciente para aumentar muito a rrcrtalidade e, uma dose pouco mais baixa, poderia ser totalmente ineficiente. Dessa maneira, os dados apresentados no Quadro 1, poderiam dar uma indicaçáonão só da toxicidade dos inseticidas, mas também do grau de segu- rança nas variações das doses a serem aplicadas.

BIBLIOGRAFIA

ABBOTT, W.S. A method of computing the effectiveness of an insecticida. J. econ. Ent. , 18 (7): 265-267, 1925.

ALMEIDA, W.F. & PUGA, F.R. Poluição por fertilizantes e pra- guicidas: Inter - Facies Esc. e Doe. , 11: 1 a 22, 1979.

(9)

An. Soe. En;tomo.f.. Bttctó-d!., 13(2), 198!;. 303

ANDERSON, L.D. & ATKINS Jr. , L.D. Pesticide usage in rela- t ion to beekeeping. A. Rev. Enl., IJ: 213 - 238, 1968.

ATKINS, E.L.; GREYWOOD, E.A.; MACDONALD, R.L. Toxicity ofpes ticidess and other agricultural chemicals to honeybees.

u=

niv. California Agr. Ext., M - 16, 38 pp. 1973.

BLISS, C.I. The calculation of dosage - mortality curve. Ann.

apll. Biol. 22: 134-167, 1935.

ETHERIDGE, P. & PHILLIPS, F.T. Laboratory evaluation of new insecticides and bait matrices for the control of leaf-cut ting ants (Hymenoptera: Formicidae). Bull. ent. Res. 667 569-578, 1976.

HEBLING-BERALDO, M.J.A. & BATISTA, G.C. Toxicidade e efei- tos respiratórios de inseticidas ciclodienos para operá- rias de Atta laevigata (F. Amith, 1858) (Hymenoptera-Form!

cidae). An. Soe. Entomol. Br>asil, 8(1): 131-138, 1979a.

HEBLING-BERALDO, M.J.A. & BATISTA, C.G. Toxicidade de inse- ticidas ciclodienos e ação sobre o consumo de oxigênio de Atta sexdens r>ub.ropilosa (Forel, 1908) (Hymenoptera-Formi- cidae). An. Soe. Entornol. Braail, 8(2): 225 - 232, 1979b.

HEBLING-BERALDO, M.J.A.; RIBEIRO Jr., W.Q. i RAMOS, M.L.G. To- xicidade comparada de inseticidas para operárias de Atta bisphaeriea (Forel, 1908) (Hymenoptera-Formicidae) An. So~

Entornol. Br>asil. 10 (2): 269 - 277, 7981a.

HEBLING-BERALDO, M.J.A.; ROCHA, E.A.; MACHADO, C.L.L. Toxi- cidade de inseticidas (em laboratório) para Pol.ybia (Myrap tera} paul.ista (Ihering, 1896) (Hymenoptera-Vespidae). An ~

Soe. Entomol. Bi•asil, 10: 261 - 267, 1981b.

HEBLING-BERALDO, M.J.A.; ALMEIDA de, R.E. & POLEZI, K.R. To- xicidade de inseticidas organoclorados e efeitos sobre o metaboli smo respiratório de operárias de duas espécies de Atta (Hymenoptera-Formicidae). Revta. bras. Ent. 26 (2) : 1911-799, 1982a.

HEBLING-BERALDO, M.J.A.; CARVALHO de, M.J.; BOVI, M.A. Toxi- cidade, por aplicação tópica, de Orthene, Hamidop e Naled

(inseticidas organofosforados) para três espécies do gêne- ro Atta (Hymenoptera-Formicidae) Natu.ralia 7:107-114, 1982b.

PHILLIPS, F.T.; ETHERIDGE, P.; SCOTT, G.C. Formulation and field evaluation of experimental baits for the control of leaf-cutting ants (Hymenoptera-Formicidae) in Brazil.Bu-Z.7.. ent. Res. , 66:579 - 585, 1976.

(10)

J o!; ALMEIDA e,t ctÜÁ.

PHILLIPS, F.T.; ETHERIDGE, P.; MARTIN, A.P. - Further labora- tory and field evaluations of experimental baits to con- trol leaf-cutting ants (Hymenoptera-Formicidae) in Brazil.

B11Z.Z. ent. Res. 69(2): 301 - 316, 1979.

TAHORI, A.S.; ZOBEL, A. ; SOLLER, M. Variability in insectici de tolerance of eighteen honey bee colonies Entomologi~ exp. appl., 12 (1): 85 - 98, 1969.

VICELLI, R.C. & HEBLING-BERALDO, M.J .A. Determinação da toxi cidade de inseticidas organofosforados e carbamatos, em la boratório, para Atta sexdens rubropilosa (Forel, 1908) (Hy menoptera-Formicidae). Arahos Inst. bioZ., S. Paulo, 48: 1 - 4, 1 981 .

RESUMO

Foi determinada a toxicidade de três inseticidas pire- tróides, (fenvalerate, cypermethrin e permethrin) por aplica- ção tópica, para operárias de Atta sexdens rubropilosa Forel, 1908, Atta Zaevigata (F. Smith, 1858) e Atta bisphaeriaa Forel, saúvas comuns na Região de Rio Claro.

Todos os compostos estudados foram considerados altamen- te tóxicos para esses insetos, de acordo com os valores de DL50 determinados.

Em comparação interespecífica as operarias de A. bispha~

riaa mostraram-se mais susceptíveis ao efeito dos compostos citados, enquanto que operárias de A. sexdens rubropilosa fo- ram as menos susceptíveis.

Referências

Documentos relacionados

Za UTAD sem se odločila, ker je bila ena redkih fakultet, na kateri niso zahtevali znanja tamkajšnjega jezika, prav tako se mi je zdela Portugalska zanimiva destinacija, o

Em relação ao ST, também com resultados positivos para os dois períodos, aponta a existência de folga financeira, bem como, um ST positivo indica para a empresa recursos

A partir do ano 2010 fui coordenadora do grupo de pesquisa em Gramática Discursivo-Funcional, mas deixei meus trabalhos na Holanda para aceitar um convite como professora

Por conseguinte, considera-se aceitável uma Autorização de introdução no mercado para alteplase no tratamento fibrinolítico do acidente vascular cerebral isquémico agudo, em que

Os primeiros chamam-se óleo diesel e são empregados em motores de combustão por compressão de médias e altas rotações, enquanto que os segundos são os óleos APF (alto ponto

Não teria sentido que os cidadãos se reunissem em república, erigissem um Estado, outorgassem a si mesmos uma Constituição, em termos republicanos, para consagrar

Sem prejuízo da exigência que consta do artigo 108.2 do Regulamento Geral da União, isto é, a organização das sessões do CA presencialmente na sede da União, a participação dos

XXIII - Fornecer gratuitamente aos seus funcionários todos os equipamentos de proteção individuais e coletivos (EPI’s e EPC’s) necessários a segurança dos mesmos,