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AVALIAÇÃO CLÍNICA DE JOELHO

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Academic year: 2022

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AVALIAÇÃO CLÍNICA DE

JOELHO

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ANATOMIA ÓSSEA

(3)

ANATOMIA ÓSSEA

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Medial

Lateral

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(9)

ARTICULAÇÃO PATELOFEMORAL

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ARTICULAÇÃO PATELOFEMORAL

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LIGAMENTOS

Ligamento Cruzado Anterior

Ligamento Cruzado Posterior

Ligamento Colateral Lateral

Ligamento Colateral Medial

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BURSAS

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ANAMNESE

Idade, sexo, profissão, atividade física principal, esporte praticado, lado dominante e o afetado

Mecanismo e evolução:

Força em valgo (com ou sem rotação)- LCM, cápsula póstero-medial, menisco medial e LCA.

Hiperextensão – LCA e lacerações meniscais.

Força em varo – LCL, cápsula póstero-lateral e LCP.

Flexão com translação posterior da tíbia ou translação anterior do fêmur – LCP.

Falseio - instabilidade ligamentar, patologia meniscal, subluxação patelar

Travamento - mais demorado – menisco.

Derrame – imediato (hemartrose) ou tardio ( 8 a 24 horas – sinovial)

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INSPEÇÃO

Marcha

Alinhamento dos joelhos

Posicionamento da patela

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DEFORMIDADES NA ARTICULAÇÃO DO JOELHO

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DEFORMIDADES NA ARTICULAÇÃO DO JOELHO

Geno Valgo

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DEFORMIDADES NA ARTICULAÇÃO DO JOELHO

(18)

Geno Recurvatum

DEFORMIDADES NA ARTICULAÇÃO DO JOELHO

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LUXAÇÃO LATERAL DA PATELA

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LUXAÇÃO PATELAR

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CONDROMALÁCIA PATELAR

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PALPAÇÃO

Platô tibial

Côndilo femoral lateral

Côndilo femoral medial

Côndilo tibial lateral

Côndilo tibial medial

Tuberosidade da tíbia

Borda superior e inferior da patela

Linha interarticular medial

Linha interarticular lateral

(24)

D

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TESTES CLÍNICOS PARA AVALIAÇÃO DA PATELA

Teste de deslizamento patelofemoral

Indicação: Avaliar disfunção patelofemoral e determinar a integridade da patela posterior e do sulco troclear do fêmur

Método: Paciente em decúbito dorsal, quadril e joelho estendidos e relaxados. O examinador apoia a porção superior da patela com espaço entre os dedos polegar e indicador. Pede-se então ao paciente que contraia isometricamente o quadríceps, com o examinador colocando uma resistência que impeça o deslizamento superior da patela no momento da contração

Resultados: O teste é positivo se o paciente sente dor na região posterior do joelho e não consegue manter a contração.

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TESTES CLÍNICOS PARA AVALIAÇÃO DA PATELA

Teste de apreensão patelar

Indicação: Avaliar luxação ou

subluxação patelar

Método: O paciente fica em decúbito dorsal com o joelho fletido em, aproximadamente, 300. O examinador coloca os polegares na borda medial da patela, empurrando-a lateralmente.

O teste é sensibilizado quando a patela é deslocada lateralmente durante a flexo-extensão do joelho.

Resultados: O teste é positivo quando o paciente, tendo a sensação que a patela vai luxar, contrai o quadríceps para alinhar a patela e mostra-se apreensivo.

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TESTES CLÍNICOS PARA AVALIAÇÃO DA PATELA

Teste de Waldron

Indicação: Auxiliar no diagnóstico de condromalácia patelar

Método: Com o paciente na posição ereta, pede- se para ele fazer várias flexões de joelho, com o examinador palpando a patela.

Resultados: O teste é positivo com há dor e crepitação e esta é verificada na mesma amplitude de movimento na qual o paciente diz sentir a dor.

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TESTES CLÍNICOS PARA AVALIAÇÃO DA PATELA

Teste do rechaço patelar (teste do golpe patelar)

Indicação: Avaliar derrame articular do joelho

Método: Paciente em decúbito dorsal, com o joelho estendido ou o mais próximo possível desta posição. Com o dedo indicador examinador empurra a patela na direção posterior, liberando-a logo em seguida.

Resultados: O teste é positivo quando o paciente sofrer um ressalto anterior após o examinador liberar a patela.

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TESTES CLÍNICOS PARA AVALIAÇÃO DA PATELA

Teste de flutuação

Indicação: Avaliar um derrame articular mínimo.

Método: Paciente em decúbito dorsal, com o joelho estendido ou o mais próximo possível desta posição. Com os dedos indicador e polegar o examinador drena o líquido sinovial do compartimento medial para o compartimento lateral do joelho.

Resultados: O examinador percebe que após empurrar o líquido sinovial, ocorre uma aumento na pressão no compartimento lateral do joelho.

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Teste de Stress em Valgo Indicação: Avaliar lesões nas estruturas que fornecem estabilidade medial à articulação do joelho. ligamento colateral medial, 1/3 médio da cápsula medial, cápsula póstero- medial, do ligamento cruzado posterior ou do ligamento oblíquo posterior.

Método: Paciente em decúbito dorsal com o joelho a ser examinado numa posição de flexão de 20-300. O examinador coloca uma das mãos lateralmente à articulação do joelho e a outra medialmente, na porção distal da perna, imprimindo uma força em valgo.

Resultado:

DOR e/ou SEPARAÇÃO MEDIAL= Lesão de LIGAMENTO COLATERAL MEDIAL (com o joelho em extensão, os danos são mais graves).

Pos. alternativa: Paciente

sentado com a perna pendente fora da mesa

TESTES CLÍNICOS PARA AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE ARTICULAR

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Teste de Stress em VARO

Pos. alternativa: Paciente

sentado com a perna pendente fora da mesa

TESTES CLÍNICOS PARA AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE ARTICULAR

Indicação: Avaliar lesões nas estruturas que fornecem estabilidade lateral à articulação do joelho (ligamento colateral lateral, 1/3 médio da cápsula lateral, cápsula póstero-lateral, tracto iliotibial, tendão do bíceps femoral).

Método: Paciente em decúbito dorsal com o joelho a ser examinado numa posição de flexão de 20-300. O examinador coloca uma das mãos medialmente à articulação do joelho e a outra lateralmente, na porção distal da perna, imprimindo uma força em varo.

Resultado: DOR e/ou SEPARAÇÃO LATERAL= Lesão de LIGAMENTO COLATERAL LATERAL (com o joelho em extensão, os danos são mais graves).

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TESTES CLÍNICOS PARA AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE ARTICULAR

Indicação: Avaliar lesões no ligamento cruzado anterior, especialmente do feixe póstero-lateral.

Método: Paciente em decúbito dorsal com o joelho a ser examinado numa posição de flexão de 20-300. O examinador estabiliza a porção distal da coxa e cria uma força em gaveta anterior sobre a tíbia proximal com a outra mão.

Resultado:

O teste é considerado positivo quando se constata ausência de sensação final óbvia enquanto traciona a tíbia para frente ou a verificação que uma maior tração pode ser exercida.

Teste de Lachman

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Teste de Gaveta Anterior

Indicação: Avaliar lesões no ligamento cruzado anterior. Pode produzir um resultado falso positivo.

Método: Paciente em decúbito dorsal com o joelho a ser examinado numa posição de flexão de 900. O examinador estabiliza o pé sobre a mesa em rotação neutra. O examinador puxa a tíbia anteriormente,palpando a interlinha articular anterior.

Resultado:

O teste é considerado positivo quando se constata deslocamento anterior excessivo e igual de ambos os côndilos.

TESTES CLÍNICOS PARA AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE ARTICULAR

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TESTES CLÍNICOS PARA AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE ARTICULAR

Teste de Gaveta Posterior

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TESTES CLÍNICOS DE MENISCO

Teste de McMurray Indicação: Avaliar lesões meniscais

Método: Paciente em decúbito dorsal com o examinador colocando o joelho a ser examinado numa posição de flexão máxima. Segurando o calcanhar do joelho a ser testado, o examinador roda o calcanhar, proporcionando uma rotação interna e externa, alternadamente. O ângulo de flexão pode ser aumentado/diminuído e quanto maior a flexão em que se percebem os sintomas, mais posterior é a lesão meniscal.

Resultado: O teste é considerado positivo caso haja presença de estalidos ou creptações e relato de dor no menisco medial/lateral. Outras estruturas além dos meniscos podem gerar creptações e dor.

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TESTES CLÍNICOS DE MENISCO

Indicação: Avaliar lesões meniscais Método: Paciente em decúbito ventral com o joelho a ser examinado numa posição de flexão a 900. O examinador estabiliza a porção posterior distal da coxa e com a outra mão segura a superfície distal do calcâneo, empurrando para baixo e rodando a tíbia medial e lateralmente.

Resultado: O teste é positivo se o indivíduo apresenta dor na região dos meniscos (medial ou lateral), durante a compressão articular.

A distração da articulação pode aliviar a dor causada por lesão meniscal e /ou produzir dor por lesão dos ligamentos colaterais.

Teste de Apley (compressão e distração)

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TESTES CLÍNICOS DE MENISCO

Teste de Apley (compressão e distração)

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TESTES CLÍNICOS DE MENISCO

Teste de Payr

Indicação: Avaliar laceração do menisco medial, principalmente no corpo ou no corno posterior.

Método: Paciente em decúbito dorsal com o joelho a ser examinado numa posição de 4.

Resultado: O teste é considerado positivo se o paciente apresenta dor na interlinha articular medial.

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BIBLIOGRAFIA

 HOPPENFELD, S. Propedêutica

Ortopédica – Coluna e Extremidades.

São Paulo: Atheneu, 1997.

JOÃO, S. M. A. Métodos de avaliação clínica e funcional em fisioterapia. Rio de Janeiro:

Guanabara Koogan, 2006.

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BIBLIOGRAFIA

NERY, C.A.S. Manual de propedêutica

ortopédica. Universidade Federal de São Paulo: São Paulo.

PALMER, M. L.; EPLER, M. E. Fundamentos das Técnicas de Avaliação

Músculoesquelética. 2º ed. Rio de Janeiro:

Guanabara Koogan, 2000.

Referências

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