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Introdução “Para Educar uma Criança é Preciso uma Aldeia Inteira”
(Provérbio Nigeriano) Visando prestar um melhor serviço nos refeitórios escolares da rede municipal, nomeadamente na verificação das suas condições higio-sanitárias em todos os Jardins de Infância e das escolas do 1º Ciclo, a Câmara Municipal desenvolveu um manual de Boas Práticas para Apoio da acção indispensável dos Coordenadores de cada refeitório designados pelos Agrupamentos. Este documento pretende ser uma abordagem dos conceitos básicos e essenciais da prática diária relativa à Segurança Alimentar, e tem como objectivo disponibilizar as ferramentas necessárias para verificação de procedimentos que devem ser cumpridos, como por exemplo:A garantia da higiene dos alimentos;
A não ocorrência de contaminações associadas à preparação e confecção dos alimentos.
Dado o seu carácter formativo, este Manual poderá ser considerado um instrumento de trabalho, baseada na legislação do sector alimentar em vigor e adaptada à realidade estrutural e logística de cada Escola.
O Manual está dividido em capítulos, e compreende uma explicação dos procedimentos mais seguros e adequados a adoptar, nomeadamente nas seguintes temáticas: Higiene Pessoal, Higiene das Instalações, Higiene dos Equipamentos, Utensílios e Superfícies de Trabalho e Higiene e Segurança dos Processos.
Melhorar o Serviço de refeições escolares sé será possível com o envolvimento de todos. É fundamental a sua colaboração, sem o seu apoio consistente e objectivo, a Câmara Municipal de Oeiras não conseguirá identificar e solucionar as eventuais lacunas a suprir. O serviço de refeições será cada vez melhor se resultar do esforço de toda a Comunidade escolar.
Muito obrigada,
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Definições
Capitação – Repartição dos alimentos, antes ou após a cozedura, numa ou várias porções.
Código de Boas Práticas – Conjunto de boas práticas de modo a não comprometer a segurança dos alimentos.
Contaminação – Presença não intencional de qualquer material estranho nos alimentos quer seja de origem química, física ou biológica que o torne inadequado para consumo.
Contaminação Cruzada - Transferência de microorganismos de alimentos contaminados para os alimentos preparados pelo contacto directo, escorrimento ou contacto indirecto através de um veículo como mãos, utensílios, equipamentos ou vestuário.
Empratamento – Compor ou colocar uma refeição, dentro ou sobre um recipiente apropriado, onde será conservado até à entrega na mesa.
Higienização – Conjunto de actividades de limpeza e desinfecção.
Intoxicação – Indisposição que resulta da ingestão de alimentos que contêm uma determinada quantidade de microorganismos patogénicos (doentios) capazes de produzir ou libertar toxinas após a ingestão.
Lavagem das Mãos – Remoção de sujidade de resíduos de alimentos, poeira, gordura ou outro material indesejável das mãos.
Limpeza – Eliminação das sujidades, resíduos alimentares, pó, gordura ou de qualquer material indesejável.
Manipuladores de Alimentos – Todos aqueles que, pela sua actividade profissional, entram em contacto directo com alimentos, isto é, no caso concreto aplicado aos refeitórios escolares, será quem prepara, confecciona e serve as refeições.
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Material de Embalagem – Recipiente ou invólucro de um alimento, tal como, latas de conserva, garrafas, cartões paletes, folhas metálicas, películas plásticas, metal, etc…
Marcha em Frente – Circuito que os alimentos devem seguir, da zona mais suja para a zona mais limpa, para que os alimentos prontos a servir não se cruzem com os alimentos que irão ser descascados, lavados, etc. …
Medida Preventiva – Acção realizada para evitar ou diminuir a ocorrência de um perigo.
Microorganismos – Seres muito pequenos, que só se conseguem ver ao microscópio, nos quais se incluem as bactérias, bolores, vírus, leveduras e protozoários.
Microorganismos Patogénicos – Microorganismos susceptíveis de causar doenças infecciosas.
Perecível – Alimento que se degrada facilmente, necessita de cuidados especiais de armazenamento (ex: fruta, legumes, carne, pescado, leite e derivados
Perigo – Qualquer propriedade biológica, química ou física de um alimento que possa causar um dano inaceitável para a saúde de quem consome. Exemplo de perigo biológico: presença de microrganismos no alimento; Exemplo de perigo químico: contacto do alimento com produtos de limpeza; Exemplo de perigo Físico: presença de um cabelo, uma pedra, um vidro no alimento.
Pragas – Qualquer animal capaz de, directa ou indirectamente, contaminar os alimentos. Exemplo: ratos, baratas, moscas, formigas, etc.
Salubridade – processo ou conjunto de processos, pelos quais um alimento se torna aceitável, do ponto de vista do consumo.
Toxinas – Substâncias químicas produzidas por alguns microorganismos existentes nos alimentos, susceptíveis de se desenvolverem no alimento ou no organismo após o consumo de alimentos contaminados.
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3.
Higiene Pessoal
Deve-se verificar o estado geral de limpeza do corpo e da roupa das pessoas que manipulam os alimentos, devendo apresentar-se de aspecto limpo, sem mau cheiro e com a bata, avental e restante uniforme limpo.
Qualquer funcionário dos refeitórios escolares deve adoptar comportamentos de higiene adequados às funções que desempenha, tais como:
Manter um grau adequado de limpeza pessoal ao nível do corpo, fardamento e calçado; Comportar-se de modo apropriado, no local de trabalho.
É necessário que se tenha um cuidado redobrado quando se trabalha com crianças, porque são extremamente sensíveis.
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Lavagem das Mãos, Braços e Unhas
O Coordenador deve verificar se os funcionários lavam as mãos sempre que: Inicie o trabalho;
Se apresentem sujas; Mudar de tarefa;
Depois de manipular alimentos crus; Tossir, espirrar ou mexer no nariz; Depois de comer;
Depois de fumar;
Depois de manipular e/ou transportar lixo;
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3.2
Uso de Adornos
O uso de adornos (ganchos, anéis, colares, pulseiras, relógios, brincos, etc.) é proibido, sendo que a única excepção na legislação portuguesa é o uso da aliança. Mas, caso a usem, devem retirá-la quando lavam as mãos e desinfectá-la igualmente.
A maquilhagem não é recomendada assim como os cremes e perfumes de odor intenso.
Os manipuladores devem entender que podem incorporar nos alimentos objectos físicos que podem causar asfixia, danos nos dentes e cortes no aparelho digestivo assim como transmitir-lhes odores que lhes são característicos.
3.3
Roupas, Protecções do Cabelo e Sapatos
Verificar se a roupa e outro material de uso pessoal utilizado fora do local de trabalho, é deixado no cacifo.
Durante o período de trabalho apenas se podem usar peças de roupa do fardamento, não devendo usar-se roupas por cima da farda (como casacos e camisolas) que não seja de uso exclusivo no trabalho.
O Coordenador deve verificar se o fardamento utilizado obedece às seguintes características:
Deve ser constituído por touca, bata, calças, calçado apropriado e eventualmente avental; Deve ser de cor clara, confortável e adequado à tarefa a desempenhar;
Deve ser de uso exclusivo ao local de trabalho (sempre que for necessário sair do refeitório durante o período de trabalho, não deverão utilizar as peças de fardamento vestidas nem usar o calçado de trabalho;
Deve ser de material resistente a lavagens frequentes;
O calçado deve ser de uso exclusivo no local de laboração, de cor clara e antiderrapante, confortável e fechado à frente.
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Na utilização do fardamento devem ser cumpridas as seguintes regras:
Colocar 1º a touca, cobrindo o cabelo na sua totalidade; Seguidamente vestir a bata e as calças e o calçado; No final, lavar bem as mãos.
3.4
Manipulação de Produtos de Limpeza, Tóxicos ou PerigososO que deve ser verificado:
Se estes produtos estão armazenados separadamente dos produtos alimentares; Se estão com rótulo do fornecedor;
Se existem fichas técnicas dos produtos em locais de fácil acesso a todos os funcionários;
Se o fardamento utilizado durante a manipulação destes produtos é diferente da utilizada quando se manipulam alimentos.
3.5
Comer, Beber e MascarEstas acções só deveram ser realizadas em local próprio, sendo interditas no local onde se manuseiam e armazenam os alimentos.
Evitando-se a possibilidade de caírem restos de alimentos, caroços de fruta, pevides, assim como de materiais de embalagem (anilhas de abertura fácil de bebidas em lata, bocados de papel e filme plástico usado para embrulhar) por parte dos manipuladores.
Evita-se também que as mãos dos manipuladores fiquem contaminadas devido ao contacto com materiais potencialmente sujos.
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3.6
Proibição de Cuspir e FumarÉ proibido o acto de cuspir em qualquer zona de preparação/confecção de alimentos, assim como nos locais de armazenamento. Excepto nas instalações sanitárias. O acto de fumar é igualmente proibido nas zonas acima mencionadas. Não só por uma questão de saúde ambiental como também pelo aumento do risco de contaminação nos alimentos (ex: queda de cinzas)
3.7
Tosse, Espirro, Limpeza do Nariz e Uso de LençoVerificar se os funcionários da cozinha de alimentos sempre que tussam ou espirrem colocam um toalhete/lenço de papel em frente à boca e ao nariz e se desviam a cabeça para que não o façam sobre os alimentos. Para limpar o nariz, o manipulador deve usar um toalhete/lenço de papel descartável, usando e deitando-o fora logo de seguida.
3.8
Feridas Golpes e Uso de Pensos
Controlar se:
F E R I M E N T O SMãos Desinfectam bem as feridas
Protegem o ferimento com ligadura e luva
Dedos Desinfectam sempre bem as mãos
Protegem com penso impermeável ou ligadura e dedeira
Infecção Dermatológica
Protegem com penso anti-séptico impermeável, recobrem com luva ou dedeira
Sem ferida protegem com luva de algodão e recobrem com luva de látex Infecção
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3.9
Comportamento do Funcionário
O Coordenador deve estar consciente para as seguintes situações e verificar o seu cumprimento por partes dos funcionários do refeitório: Não podem tomar nem guardar mediamentos nas zonas de armazenamento, preparação, confecção e distribuição das refeições; Nas pausas de trabalho, não podem deixar as superfícies e utensílios de trabalho sujos, tendo que os lavar com produto próprio,
deixando as facas mergulhadas numa solução desinfectante adequada; Devem manter sempre limpos e arrumados os locais de trabalho; Devem agarrar sempre os talheres pelo cabo;
Não podem pegar nos copos, taças ou chávenas pelos bordos e muito menos colocar os dedos no seu interior; Não podem soprar para os copos, se necessário polir, usar toalhas macias descartáveis;
Não tocar com os dedos no interior dos pratos onde vão ser servidos os alimentos; Não limpar as mãos ao avental e/ou fardamento;
Não molhar os dedos com a saliva para qualquer tarefa, nomeadamente, separar os guardanapos e folhas de papel vegetal; Usar pinças para mexer os alimentos;
Não provar os alimentos com o dedo, usar uma colher e lavá-la de seguida; Não soprar ou meter as mãos dentro dos sacos de acondicionamento de lixo; Não mexer em dinheiro;
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3.10
Estojo de Primeiros Socorros
O Coordenador deverá de controlar se o estojo ou caixa de primeiros socorros do refeitório contém:
Adesivos Algodão; Água oxigenada; Álcool etílico; Luvas esterilizadas; Tesoura; Gaze esterilizada; Produto desinfectante;
Pensos estanques, impermeáveis e coloridos; Máscara naso-bucal.
4.
Higiene das Instalações
Para além do Plano de higienização e limpeza que as funcionárias do refeitório terão de cumprir, é necessário que o Coordenador observe se estão a ser efectuadas as seguintes actividades:
4.1
Pavimentos, Janelas, Paredes e Tectos
Limpeza dos restos de comida que caem no chão; Limpeza dos vidros;10
4.2
Instalações Sanitárias
Se os baldes, esfregonas e panos utilizados na limpeza são exclusivos para esta zona; Limpeza semanal dos cacifos;
Utilização de sabão líquido, toalha de papel descartável para a limpeza das mãos; Se fecham a porta após utilização das instalações.
4.3
Lixos e Prevenção de Pragas
Limpeza diária dos caixotes do lixo internos que têm de ter tampa e accionados a pedal;
Todos os restos de comida devem ser encaminhados para caixotes de lixo com saco próprio a revestir o seu interior; Limpeza dos caixotes do lixo de rua, desinfectados (borrifados com lixívia);
Se mantém os caixotes do lixo tapados;
5.
Higiene dos Equipamentos, Utensílios e Superfícies de Trabalho
5.1
Equipamentos e Utensílios
Equipamento de frio (frigorífico e congelador), verificar se:
O frigorífico é limpo 1 vez por semana;
O congelador é limpo e descongelado 1 vez de 3 em 3 meses. Equipamento Quente (Banho-Maria e Estufa), verificar se:
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Facas e Placas de Corte verificar se:
Têm cores diferentes de acordo com os vários tipos de alimentos, tais como:
– Verde: Legumes e Frutas; - Azul: Peixe; - Vermelho: Carnes Vermelhas; - Amarelo: Aves; - Branco: Pão
Conchas, Colheres, Garfos, Espátulas, Pinças e Demais Utensílios, verificar se:
São de aço inox;
Após limpeza são bem secos e guardados em gavetas limpas ou outro local próprio de arrumação; São lavados, após cada utilização, sem ficar com restos de comida.
5.2
Superfícies de Trabalho (Balcões, Mesas, Bancadas e Prateleiras)
Verificar se:Todas as superfícies são lavadas diariamente;
No caso de não existiram zonas distintas para preparação dos alimentos crus, devido a problemas de espaço, preparam os alimentos no mesmo local mas separados no tempo, e se desinfectam o local;
5.3
Manutenção
O Coordenador deve:Efectuar um controlo a todos os utensílios para avaliar o seu desgaste e possível substituição e ter conhecimento do estado de conservação dos equipamentos, verificando o seu funcionamento (poderá criar um registo interno para a Escola);
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6.
Higiene e Segurança dos Processos
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Recepção de Matérias-Primas
Neste ponto, o Coordenador deverá constatar se é guardada durante 1 semana da seguinte documentação:
Guias de remessa dos produtos com carimbo da recepção; Rótulos dos alimentos utilizados;
Ticket´s de temperatura de transporte a frio arquivado junto à guia de remessa. Durante o descarregamento dos alimentos, convém observar se:
O veículo de transporte está limpo e sem odores desagradáveis; As embalagens estão danificadas;
O rótulo do alimento é legível;
A funcionária arruma toda a mercadoria imediatamente após a recepção da mesma.
6.2
Armazenamento
No Congelador verificar se:
Existe acu
mulação de gelo;
As embalagens estão dentro da validade;
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No Frigorífico verificar se:
Os alimentos estão embalado e identificados;
Se os iogurtes/leite e restantes alimentos ou embalagens estão dentro da validade;
A carne e pescado cru na prateleira inferior, alimentos cozinhados ao centro e produtos lácteos na prateleira superior. Temperatura Ambiente verificar se:
Existem alimentos e/ou tubérculos no chão, devem estar sob estrados e afastados da parede e chão pelo menos 20 cm; A fruta está tocada;
A fruta e os vegetais estão pouco tempo armazenados, permitindo a preservação da sua frescura; Os enlatados apresentam ferrugem;
O sal, farinha e açúcar encontram-se dentro de recipientes apropriados e com tampa.
6.3
Preparação, Confecção e Empratamento
Na preparação verificar se:Todos os legumes servidos crus são desinfectados;
A descongelação dos alimentos é feita no máximo com 3 dias de antecedência; Após o alimento descongelado cozinham-no nas próximas 24 horas.
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6.3.1 Óleo de Fritura
O Coordenador deverá ter especial atenção à execução das seguintes actividades: É obrigatória a utilização de óleo de amendoim engarrafado;
Esvaziar e limpar a (s) cuba (s) da (s) fritadeira (s) após cada utilização;
Testar (Kit de testes rápidos) à qualidade do óleo de fritura após cada utilização.
6.3.2 Recolha de Amostra Testemunha
O Coordenador terá de verificar no fim da distribuição/empratamento/servir das refeições se os funcionários procedem:
À recolha para sacos esterilizados de 3 amostras representativas da refeição (uma no principio, uma no meio e uma no fim); À colocação das amostras no frigorífico durante 3 dias.
6.3.3 Higiene no Empratamento
No Empratamento verificar se:
Os funcionários cumprem as regras de higiene mencionadas no Capítulo 3 deste Manual; Os talheres e o pão são empacotados individualmente.
6.3.4 Despejo de Restos de Comida
Após os alunos concluírem a refeição, o Coordenador deverá controlar se:
Os restos de comida e cascas são despejados em recipientes laváveis, forrados de sacos de plástico e com tampa; Os recipientes são desinfectados pelo menos 1 vez por dia quando vazios.
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6.3.5 Procedimento em Caso de Refeição Não Conforme
No caso de se verificar no início da refeição que a mesma não sabe bem, o Coordenador deverá proceder da seguinte forma:
Informar os funcionários do Refeitório de que não devem remover as 3 amostras de cada refeição que guardam no frigorífico durante 72 h;
Solicitar aos funcionários do refeitório a remoção de todos os pratos das mesas;
Substituir a refeição não conforme pela refeição alternativa, anteriormente autorizada pela Câmara Municipal de Oeiras;
Preencher o Registo Diário do Funcionamento do Refeitório, descrevendo sucintamente toda a situação no campo das observações;
Enviar o Registo com urgência para a Divisão de Educação; Assegurar que toda a comida foi colocada no lixo.
6.3.6 Procedimento em Caso de Intoxicação Alimentar
Em caso de indícios de mal-estar, eventualmente associado à ingestão de alimentos no refeitório, o Coordenador deve:
Informar os funcionários do Refeitório de que não devem remover as 3 amostras de cada refeição que guardam no frigorífico durante 72 h;
Contactar a autoridade de saúde da área Linha Intoxicações INEM - 808 250 143; Isolar as instalações do refeitório até à chegada das autoridades de saúde da área;
Informar o mais rapidamente possível a Câmara Municipal de Oeiras – Divisão de Educação: 214 408 537; Estar presente aquando a intervenção das autoridades competente.
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7.
Registos a Efectuar
O Coordenador deverá observar se os funcionários efectuam os seguintes registos:
Verificar
Periodicidade
Registo de temperatura do congelador
Bidiário
Registo de temperatura do frigorífico
Registo de descongelação e limpeza do congelador
Trimestral
Registo de limpeza do frigorífico
Semanal
Registo de temperatura da estufa
Diário
Registo de temperatura do banho-maria
Talão de Registo de temperatura dos veículos de transporte
Aquando o fornecimento
Registo de controlo de óleos de fritura
Semanal
Nota Final:
A Câmara Municipal de Oeiras acredita que este Manual de Boas Praticas de Apoio às Escolas poderá evitar a ocorrência dos riscos associados à preparação e confecção das refeições escolares, melhorar a qualidade das refeições servidas, bem como a saúde de todos os que estudam e trabalham nas escolas. No entanto, será pertinente o constante acompanhamento dos Técnicos da Divisão de Educação da Câmara Municipal, funcionários das escolas e da empresa concessionária, bem como dos professores e coordenadores, para que num esforço conjunto, os munícipes se possam orgulhar do serviço prestado em prol do bom funcionamento dos refeitórios escolares.