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Magda Pratas. Património e Acessibilidades

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Academic year: 2021

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Magda Pratas

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“Eles”…

e

Nós…

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(10)
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(12)
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…e

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(28)
(29)

Mais de 1000 milhões de pessoas teriam alguma forma de deficiência o que

corresponde a cerca de 15% da

população mundial.

Tem tendência a crescer com o envelhecimento da população.

A população mundial está a envelhecer rapidamente.

Entre 2000 e 2050, o número de pessoas

com mais de 60 anos aumentará de 605 milhões para 2000 milhões.

Isso representa uma subida de 11% para

22%

O número de pessoas com mais de 80

anos quadruplicará, chegando perto dos 400 milhões em 2050

(30)
(31)

FUNCIONALIDADE e INCAPACIDADE

são componentes da DIVERSIDADE e da SAÚDE humana

Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF)

Incapacidade

- Diz respeito à relação da pessoa com o meio.

- É a impossibilidade de desempenhar determinadas tarefas, por disfunção permanente ou temporária.

- Resulta de vários fatores pessoais (entre eles a deficiência) mas também exteriores (meio físico, cultural ou social).

(32)

Que abordagem fazemos à ‘acessibilidade’?

É um conceito centrado na pessoa. • Advoga igualdade de direitos.

Defende a igualdade de oportunidades para participação em todas

as atividades que contribuem para o desenvolvimento individual e social.

Segue os princípios do desenho universal.

Recomenda a criação de ambientes inclusivos de que todos podem usufruir com autonomia.

(33)

Acessibilidade é

...um direito

(34)
(35)

O património público pertence a todos …

... que o mantemos aberto com os nossos

impostos!

(36)

Contudo…

Alguns edifícios foram construídos para NÃO serem acessíveis...

……….. e muitas pessoas não conseguem entrar neles.

Castelos e fortalezas: livre de inimigos!

(37)

Igrejas e Mosteiros ….a caminho do céu!

Palácios

(38)

E os Monumentos?

“museus” em que a principal peça em exposição é o próprio edifício

A Lei Portuguesa está a favor da acessibilidade

• Ratifica a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Resolução da Assembleia da República n.º 56/2009)

• Recomenda ao Governo que promova o turismo acessível em Portugal

(Resolução da Assembleia da República n.º 132 e 133 /2012)

Estabelece o princípio da não discriminação em razão da deficiência (Lei n.º 38/2004)

Aprova requisitos técnicos para que todos os edifícios públicos sejam acessíveis

(Decreto Lei 163/2006)

Aprova o Plano Nacional para a Promoção da Acessibilidade (PNPA) (Resolução

(39)

No entanto…

A legislação portuguesa contempla essencialmente aspetos físicos, e… • É generosa quanto às exceções;

• O financiamento público não depende de critérios de acessibilidade, e;

• As atitudes de alguns profissionais são por vezes a principal barreira…..

“A acessibilidade é cara!”

E a falta de recursos financeiros justifica o pouco empenho…. Assim, as principais barreiras são:

Económicas, Culturais, Físicas, Sensoriais, Intelectuais e

(40)

Contudo, podemos ver as coisas por outro prisma…. • Poucos recursos estimulam a criatividade.

• Com parcerias diminuem-se custos e aumentam-se os recursos

• O turismo acessível é uma fonte de rendimento

(41)

Barreiras atitudinais

“Acessibilidade e conservação do património são incompatíveis.”

“Um museu acessível é o que não tem barreiras arquitetónicas.”

“Tornar um museu acessível é muito caro, agora não há dinheiro.”

“Não é prioridade.” “ Estéticamente é feio”

(42)

“Direito de todos”

“Dever de um serviço público” “Marca de qualidade”

“Estímulo à criatividade e ao trabalho em parceria”

“Porta aberta para um aumento de número de visitantes” “Estratégia para contrariar a crise financeira”

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A herança histórica é

transmitida e mantêm-se

viva e interessante se for

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A Acessibilidade para Todos torna o Património vivo (usado, vivenciado);

É necessário incrementar o

acesso e a inclusão

Deve recorrer-se a profissionais para implementar soluções inovadoras e adequadas

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Co

er

ên

cia

co

m

o “

Be

m

To

tal

N o p a t r i m ó n i o e d i f i c a d o , h o u v e a o l o n g o d o s s é c u l o s m u i t a s r e c o n s t r u ç õ e s , s e n d o q u e o e x i s t e n t e j á n ã o é o o r i g i n a lT o d a s a s i n t e r v e n ç õ e s d e v e m s e r f e i t a s c o m o c o n s e n s o d a h i s t ó r i a e d o p a t r i m ó n i o

É necessário aferir o que é

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É necessário aferir o que é

intocável do que já foi alterado

Co

er

ên

cia

co

m

o “

Be

m

To

tal

Podem fazer-se novamente

alterações, para melhorar a

acessibilidade

,

contudo há que

fazer investigação, reunir

grupos de trabalho com

opiniões pluridisciplinares

(47)

7

Princípios do Desenho Universal

1 - USO EQUITATIVO

(ser útil para Todos)

2 - FLEXIBILIDADE NO USO

(Todos podem usar)

3 - USO SIMPLES E INTUITIVO

(Todos conseguem usar)

4 - INFORMAÇÃO PERCETÍVEL

(Todos percebem como usar)

5 -TOLERÂNCIA AO ERRO

(sem consequências se for mal usado)

6 - BAIXO ESFORÇO FÍSICO

(é eficiente e confortável para Todos)

7 - TAMANHO E ESPAÇO PARA APROXIMAÇÃO E USO

(interação à

(48)

Mudança de atitude

“PRECISA-SE”

(49)
(50)

Museus

&

(51)

Museus

&

Acessibilidade

(52)

TOMAR

Espaço Público

&

Acessibilidade

(53)

Espaço Público

&

Acessibilidade

TOMAR

(54)

Em curso…

Levantamento da situação de acessibilidade

física nos 23 imóveis tutelados pela Direção

Geral do Património Cultural (DGPC), com

início nos Monumentos Património da

(55)

Convento de Cristo

Património da Humanidade

&

(56)

Património da Humanidade

&

Acessibilidade

(57)

Património da Humanidade

&

Acessibilidade

(58)

Mosteiro dos Jerónimos Torre de Belém

Património da Humanidade

&

(59)

Património

+Acessível

+ Turismo

+Inclusivo

(60)

Como?

caminho de aprendizagem coletivo exige muita persistência É fundamental criar pontes e redes de partilha de informação

(61)

Obrigada pela vossa atenção!

Magda Pratas

Referências

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