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QS 3 Qualidade do Processo Intro MPSBR

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MELHORIA DE PROCESSO DE SOFTWARE E

INTRODUÇÃO AO MPS.BR

Grupo de Usabilidade e Engenharia de Software - USES

Davi Viana

[email protected]

Baseado em materiais gentilmente cedidos por

Profa. Dra. Tayana Conte (UFAM)

(2)

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MOTIVAÇÃO

Crise do Software

30% dos projetos de software são cancelados antes de

sua conclusão

Do restante, 70% não atendem as expectativas

Em média, os projetos ultrapassam em 189% seus

orçamentos e em 220% seus cronogramas

(3)

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MOTIVAÇÃO

Causas para a crise do software

Frequentemente o problema não é tecnológico

As ferramentas disponíveis são boas e bem documentadas

Os profissionais são bem treinados, estão disponíveis em

boa quantidade e definitivamente sabem utilizar as

ferramentas disponíveis

Problemas nos profissionais

Baixa capacidade de comunicação e dificuldade para

trabalho em grupo

(4)

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 Quinto nível

MOTIVAÇÃO

Causas para a crise do software

Frequentemente o problema não é tecnológico

As ferramentas disponíveis são boas e bem documentadas

Os profissionais são bem treinados, estão disponíveis em

boa quantidade e definitivamente sabem utilizar as

ferramentas disponíveis

Problemas nos profissionais

Baixa capacidade de comunicação e dificuldade para

trabalho em grupo

(5)

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MOTIVAÇÃO

Causas para a crise do software

Frequentemente o problema não é tecnológico

As ferramentas disponíveis são boas e bem documentadas

Os profissionais são bem treinados, estão disponíveis em

boa quantidade e definitivamente sabem utilizar as

ferramentas disponíveis

Problemas nos profissionais

Baixa capacidade de comunicação e dificuldade para

trabalho em grupo

Gerente incapaz de obter feedback acerca do andamento

(6)

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MOTIVAÇÃO

O uso de um processo de software bem definido

(automatizado ou não) leva à

redução dos custos

de produção, bem como à

melhoria da qualidade

e integridade do software

[GIM94].

Requisitos

do Usuário Software

(7)

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MOTIVAÇÃO

Por que o foco está no

processo?

(8)

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MOTIVAÇÃO

Porque problemas no

Porque problemas no

processo provavelmente

geram defeitos no

produto!

(9)

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MOTIVAÇÃO

Qualidade do processo

Aumento da qualidade do produto

Diminuição do retrabalho

Maior produtividade

Redução do tempo para atender o mercado

Maior competitividade

(10)

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ORGANIZAÇÕES DE DESENVOLVIMENTO DE

SOFTWARE

Possível classificação

Organizações com Processo de Desenvolvimento Imaturo

(11)

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ORGANIZAÇÕES COM PROCESSO IMATURO

Características (1/2)

Processo de desenvolvimento improvisado por profissionais

e gerência

Fortemente dependente dos profissionais

Profissionais constantemente reagindo (e não agindo

pró-ativamente) – não há tempo para melhorias...

A qualidade do produto pode ficar comprometida para que

(12)

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ORGANIZAÇÕES COM PROCESSO IMATURO

Características (2/2)

Sucesso dos projetos se deve a esforços heroicos

Diante de uma crise, a organização abandona os

(13)

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ORGANIZAÇÕES COM PROCESSO IMATURO

Consequências

Cronograma e orçamentos constantemente fora de controle

“Incêndios” frequentes

Baixa produtividade

Qualidade de produto imprevisível

Alto custo nas manutenções

(14)

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ORGANIZAÇÕES COM PROCESSO MADURO

Características

Processo de desenvolvimento conhecido por todos –

Institucionalizado

“Essa é a maneira como fazemos as coisas aqui”

Apoio visível da alta administração

Papéis e responsabilidades claros e bem definidos

Acompanhamento da qualidade do produto e da satisfação

do cliente

(15)

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ORGANIZAÇÕES COM PROCESSO MADURO

Consequências

Melhor previsão de custos, cronogramas e riscos

Maior produtividade

Introdução de um menor número de defeitos no software

produzido

Software produto mais aderente aos requisitos

Maior satisfação com o trabalho

(16)

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ORGANIZAÇÕES MADURAS X IMATURAS

Organizações Maduras

Organizações Imaturas

Papéis e responsabilidades

bem definidos

Processo improvisado

Existe base histórica dos projetos

Não existe base histórica dos projetos

A qualidade dos produtos e

processos é monitorada

Qualidade e funcionalidade do

produto sacrificadas

O processo pode ser atualizado

Não há rigor no processo a

ser seguido

Existe comunicação entre o

gerente e seu grupo

Resolução de crises imediatas

Construir software consiste na

aplicação de técnicas

(17)

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PROCESSO DE SOFTWARE

Entretanto... Não é bala de prata!

A existência de prática com processos bem definidos é

necessária para a maturidade das organizações

Processos rigorosamente definidos mas não alinhados com

os objetivos da organização são entraves burocráticos, e

não fatores de produção

(18)

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 Quinto nível

QUESTÕES IMPORTANTES

Como avaliar a capacidade das empresas em produzir

seus produtos?

Como avaliar a qualidade do processo das empresas?

Como comparar diferentes empresas (fornecedores de

software) e escolher uma com menos riscos de produzir

produtos não adequados/ruins?

Como comparar diferentes fornecedores de software e

escolher um com maior probabilidade de produzir produtos

adequados/de boa qualidade?

(19)

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 Quinto nível

MODELOS PARA MELHORIA DE PROCESSO

DE SOFTWARE

São modelos que buscam definir e aprimorar as

atividades do processo de software

Existem modelos e normas ISO

Nessa aula vamos focar em:

(20)

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CMMI

(21)

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 Segundo nível  Terceiro nível  Quarto nível  Quinto nível entrada saída entrada saída entrada saída entrada saída entrada saída Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5 Adaptado de

Os níveis em outra visão...

Processo geralmente atinge os objetivos, porém sem padrão de qualidade e sem controle de prazos e custos Processo geralmente atinge os objetivos, porém sem padrão de qualidade e sem controle de prazos e custos

(22)

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CMMI – NÍVEL INICIAL

Processo de desenvolvimento caótico

Falta de integração

Sucesso dos projetos se deve a esforços heroicos

Diante de uma crise, a organização abandona os

(23)

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CMMI – NÍVEL GERENCIADO

Gerência do projeto, segurança do produto e controle

de mudanças já estabelecidos

A organização cumpre seus prazos e orçamentos

Sucesso através de administração de projetos básica,

convencional

Se o gerente de projetos deixar essa organização, os

(24)

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CMMI – NÍVEL DEFINIDO

Estabelecimento de um Grupo de Processo de

Engenharia de Software:

focalizar e cobrir os esforços de melhoria do processo;

manter a gerência informada do estado desses esforços;

facilitar a introdução de métodos e técnicas de engenharia de

software.

O processo foi institucionalizado

Existe um processo formal definido que todos seguem

(25)

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CMMI – NÍVEL GERENCIADO

QUANTITATIVAMENTE

Conjunto de métricas de qualidade e produtividade foi

estabelecido

Banco de dados do processo com análises de recursos

e experiências disponíveis para consulta

Ênfase na coleta de métricas quantitativas para

melhorar a qualidade tanto do processo quanto do

produto

(26)

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CMMI – NÍVEL OTIMIZADO

A organização possui know-how para identificar seus

elementos de processo mais fracos e reforçá-los

Disponibilidade de dados para justificativa da aplicação da

tecnologia

Coleta de dados automatizada (ou parcialmente)

A gerência preocupa-se com a melhoria do processo ao

invés dos reparos nos produtos

Análise rigorosa da causa dos defeitos e prevenção de

(27)

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CMMI – NÍVEIS DE MATURIDADE

Nível 1

Gerenciado (Nível 2)

Gerência de Requisitos

 Planejamento do Projeto

 Monitoração e Controle do Projeto

 Gerência de Acordos com Fornecedores

 Garantia da Qualidade do Processo e do Produto

 Medição e Análise

 Gerência de Configuração

Definido (Nível 3)

 Foco no Processo Organizacional

 Definição do Processo Organizacional

 Treinamento Organizacional

 Gerência Integrada do Projeto

 Desenvolvimento de Requisitos

 Solução Técnica

Gerenciado Quantitativamente (Nível 4)

 Gerência Quantitativa do Processo

 Desempenho do Processo Organizacional

Em Otimização (Nível 5)

 Implantação de Inovações na Organização

 Análise de Causas e Resolução

 Integração do Produto  Verificação  Validação  Gerência de Riscos  Análise de Decisão e Resolução

(28)

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MOTIVAÇÃO PARA CRIAÇÃO DO MPS.BR

Em 2003, dados da Secretaria de Política de Informática do MCT apontavam

que apenas 30 empresas no Brasil possuíam avaliação CMM e 214 possuíam

certificação ISO 9001.

As empresas brasileiras favoreceram a ISO 9000.

Dados de uma pesquisa do MIT

1

, apontavam que até 2003, na Índia 32

empresas atingiram o nível 5 do CMM, enquanto a China tinha apenas uma

e o Brasil nenhuma.

1997 1999 2001 2003 Certificação ISO 9000 102 206 167 214 Avaliação CMM (total) 1 2 6 30 Nível 5 - - - -Nível 4 - - - 1 Nível 3 1 1 4 5 Nível 2 - 1 2 24

(29)

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MOTIVAÇÃO PARA CRIAÇÃO DO MPS.BR

No topo da pirâmide estão as empresas exportadoras de software e outras

grandes empresas que desejam atingir níveis mais altos de maturidade

(CMMI níveis 4 e 5)

Na base da pirâmide encontra-se a grande massa de micro, pequenas e

médias empresas (PMEs) que desenvolvem

software no Brasil e que

necessitam melhorar radicalmente os seus processos de software

Empresas exportadoras e grandes Níveis de maturidade CMMI 4 e 5

Custo não é crítico – 4 a 10 anos

Pequenas e médias Níveis de maturidade 2 e 3

(30)

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Proposta para melhorar processos de software no

Brasil a um custo acessível

(31)

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MPS.BR: OBJETIVO E METAS

Objetivo: Melhoria de processos de software nas

micros, pequenas e médias empresas (PMEs), a um

custo acessível, em diversos locais do país

Como?

Desenvolvimento e Aprimoramento do Modelo

MPS.BR

Implementação e Avaliação do Modelo MPS.BR em

(32)

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MPS.BR: OBJETIVO E METAS

MPS.BR

Realidade das

Empresas Brasileiras

ISO /IEC 12207 ISO /IEC 15504 CMMI SOFTEX Governo Universidades

Base Técnica

(33)

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BASE TÉCNICA DO MPS.BR

MPS.BR

CMMI

Complementação de

ISO/IEC 12207

Definição de Processos

Propósitos e Resultados

ISO/IEC 15504

Definição da Capacidade de

Processos

Requisitos de Avaliação1

(34)

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MODELO MPS.BR

Modelo MPS

Modelo de

Negócio

(MN-MPS)

Método de

Avaliação

(MA-MPS)

Modelo de Referência para Software (MR-MPS-SW) Documentos do Programa Modelo de Referência para Serviço (MR-MPS-SV) Modelo de Referência para Gestão de Pessoas (MR-MPS-RH) Guia de Avaliação Guia Geral MPS de Gestão de Pessoas Guia Geral MPS de Serviço Guia Geral MPS de Software Guias de Implementação Guias de Implementação Guias de Implementação

(35)

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MODELO MPS.BR

Modelo MPS

Modelo de

Negócio

(MN-MPS)

Método de

Avaliação

(MA-MPS)

Modelo de Referência para Software (MR-MPS-SW) Documentos do Programa ISSO/IEC 12207 CMMI-DEV PNQ MoProSoft P-CMM ISO 9001 ISSO/IEC 15504 ISSO/IEC 2000 CMMI-SVC Modelo de Referência para Serviço (MR-MPS-SV) Modelo de Referência para Gestão de Pessoas (MR-MPS-RH) Guia de Avaliação Guia Geral MPS de Gestão de Pessoas Guia Geral MPS de Serviço Guia Geral MPS de Software Guias de Implementação Guias de Implementação Guias de Implementação

(36)

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MODELO MPS.BR

Modelo MPS

Modelo de

Negócio

(MN-MPS)

Método de

Avaliação

(MA-MPS)

Modelo de Referência para Software (MR-MPS-SW) Documentos do Programa ISSO/IEC 12207 CMMI-DEV PNQ MoProSoft P-CMM ISO 9001 ISSO/IEC 15504 ISSO/IEC 2000 CMMI-SVC Modelo de Referência para Serviço (MR-MPS-SV) Modelo de Referência para Gestão de Pessoas (MR-MPS-RH) Guia de Avaliação Guia Geral MPS de Gestão de Pessoas Guia Geral MPS de Serviço Guia Geral MPS de Software Guias de Implementação Guias de Implementação Guias de Implementação

(37)

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ESTRUTURA DO MR-MPS-SW

Níveis de Maturidade

Capacidade

Processo

Resultados

Resultados

Propósito

Atributos

(38)

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MR-MPS-SW – NÍVEIS DE MATURIDADE

7 níveis de maturidade

A - Em Otimização

B - Gerenciado Quantitativamente

C - Definido

D - Largamente Definido

E - Parcialmente Definido

F - Gerenciado

G - Parcialmente Gerenciado

(39)

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Parcialmente

Medição / Gerência de Configuração / Aquisição / Garantia da Qualidade / Gerência de Portfólio de Projetos

Avaliação e Melhoria do Processo Organizacional Definição do Processo Organizacional

Gerência de Reutilização / Gerência de Recursos Humanos / Gerência de Projetos (evolução)

Desenvolvimento de Requisitos Projeto e Construção do Produto Integração/ Verificação / Validação

Gerência de Decisões

Desenvolvimento para Reutilização Gerência de Riscos

F

E

D

C

Gerência de Requisitos

(sem processos adicionais)

A

B

Gerenciado Parcialmente Definido Largamente Definido Definido Gerenciado Quantitativamente Em Otimização

Gerência de Projetos (evolução)

~

CMMI 2

~

CMMI 3

~

CMMI 4

~

CMMI 5

Níveis de Maturidade MPS.BR

(40)

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(41)

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 Quarto nível

 Quinto nível

PROCESSO

Os processos no MR-MPS-SW são descritos em

termos de propósito e resultados

Propósito: descreve o objetivo geral a ser atingido

durante a execução do processo

Resultados Esperados: estabelecem os resultados a

serem obtidos com a efetiva implementação do

processo. Esses resultados podem ser evidenciados por

um artefato produzido ou uma mudança significativa

de estado ao se executar o processo

(42)

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ESTRUTURA DO MR-MPS-SW

Níveis de Maturidade

Capacidade

Processo

Resultados

Resultados

Propósito

Atributos

(43)

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CAPACIDADE DO PROCESSO

Uma caracterização da habilidade do processo

atingir os objetivos de negócio atuais ou futuros

[ISO/IEC 15504-1, 2004]

Composto de:

Atributo de processo: Uma característica mensurável da

capacidade do processo aplicável a qualquer processo

[ISO/IEC 15504-1, 2004]

Resultado

do

atributo

de

processo:

resultado

observável do sucesso do alcance do atributo do

processo [ISO/IEC 12207:1995/Amd 1:2002]

(44)

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CAPACIDADE DO PROCESSO

Atributos de Processo (AP):

AP 1.1 – O processo é executado

AP 2.1 – O processo é gerenciado

AP 2.2 – Os produtos de trabalho do processo são gerenciados

AP 3.1 – O processo é definido

AP 3.2 – O processo está implementado

AP 4.1 – O processo é medido

AP 4.2 – O processo é controlado

AP 5.1 – O processo é objeto de melhorias e inovações

AP 5.2 – O processo é otimizado continuamente

(45)

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CAPACIDADE

DO

PROCESSO

(46)

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(47)

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ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Coordenação Geral - SOFTEX

Entidades que compõem a Estrutura:

Fórum de Credenciamento e Controle (FCC)

Equipe Técnica do Modelo (ETM)

Conselho de Gestão do Projeto (CGP)

(48)

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 Quinto nível

SOFTEX: ASSOCIAÇÃO PARA PROMOÇÃO DA EXCELÊNCIA DO

SOFTWARE BRASILEIRO

<WWW.SOFTEX.BR>

Organização da Sociedade Civil de Interesse Público que

visa aumentar a competitividade da indústria de software

brasileira, por meio de ações em três áreas-fim:

Capacitação e Inovação

Mercado

Qualidade e Competitividade

Coordena as ações de 22 Agentes SOFTEX, em 20 cidades

de 12 UF, com mais de 1.600 empresas associadas (cerca

de 70% são micro e pequenas empresas)

(49)

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FÓRUM DE CREDENCIAMENTO E

CONTROLE (FCC)

2 representantes de Empresas

SOFTEX

2 representantes do Governo

Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação

2 representantes das Universidades

Responsáveis pela análise, credenciamento e descredenciamento de

instituições implementadoras do MPS.BR e instituições avaliadoras do

(50)

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EQUIPE TÉCNICA DO MODELO (ETM)

Equipe técnica responsável pela definição e

aprimoramento do MPS

(51)

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MODELO MPS.BR

Modelo MPS

Modelo de

Negócio

(MN-MPS)

Método de

Avaliação

(MA-MPS)

Modelo de Referência para software (MR-MPS-SW) Documentos do Programa ISSO/IEC 12207 CMMI-DEV PNQ MoProSoft P-CMM ISO 9001 ISSO/IEC 15504 ISSO/IEC 2000 CMMI-SVC Modelo de Referência para Serviço (MR-MPS-SV) Modelo de Referência para Gestão de Pessoas (MR-MPS-RH) Guia de Avaliação Guia Geral MPS de Gestão de Pessoas Guia Geral MPS de Serviço Guia Geral MPS de Software Guias de Implementação Guias de Implementação Guias de Implementação

(52)

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MN-MPS: MODELO DE NEGÓCIO

Programa MPS.BR

(SOFTEX, ETM,

FCC e CEP)

II & IA

MNE

MNC

(IOGE)

Contrato Contrato Convênio Convênio, se pertinente

ETM – Equipe Técnica do Modelo FCC – Fórum de Credenciamento e Controle CEP – Comissão de Ética do Programa

IA – Instituição Avaliadora II – Instituição Implementadora IOGE – Instituição Organizadora de Grupo de Empresas

(53)

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MODELO MPS.BR

Modelo MPS

Modelo de

Negócio

(MN-MPS)

Método de

Avaliação

(MA-MPS)

Modelo de Referência para software (MR-MPS-SW) Documentos do Programa ISSO/IEC 12207 CMMI-DEV PNQ MoProSoft P-CMM ISO 9001 ISSO/IEC 15504 ISSO/IEC 2000 CMMI-SVC Modelo de Referência para Serviço (MR-MPS-SV) Modelo de Referência para Gestão de Pessoas (MR-MPS-RH) Guia de Avaliação Guia Geral MPS de Gestão de Pessoas Guia Geral MPS de Serviço Guia Geral MPS de Software Guias de Implementação Guias de Implementação Guias de Implementação

(54)

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 Terceiro nível

 Quarto nível

 Quinto nível

Artefato é adequado, não são observadas fraquezas com relação ao modelo

EXEMPLO DE VERIFICAÇÃO DE EVIDÊNCIAS

DE UM PROCESSO

(55)

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 Terceiro nível

 Quarto nível

 Quinto nível

(56)

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RESULTADOS ALCANÇADOS

Meta técnica:

Guias MPS (disponíveis em Português e Espanhol para

“download” em www.softex.br/mpsbr):

Guias de Software, Serviço e Gestão de Pessoas

Instituições Implementadoras (II): 18 II credenciadas com

132 implementadores MPS associados

Instituições Avaliadoras (IA): 12 IA credenciadas com 67

avaliadores MPS associados

Instituições de Consultoria de Aquisição (ICA): 2 ICA

(57)

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INSTITUIÇÕES IMPLEMENTADORAS

ENGSOFT Incremental QualityFocus ITS RIOSOFT COPPE COPPE QR UNIFOR QualityFocus Estratégia FUMSOFT TecVitória SWQuality CITS

COPPE ProMove Prime Up

(58)

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INSTITUIÇÕES AVALIADORAS

Incremental QualityFocus COPPE COPPE QualityFocus Estratégia FUMSOFT SWQuality PUC-RS RIOSOFT COPPE ProMove FCAV ASR QualityFocus

(59)

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SITUAÇÃO ATUAL: DADOS DE 11/02/2015

Total de Avaliações no Brasil (já publicadas): 621

Total de Avaliações por Nível

Nível

A

B

C

D

E

F

G

Total

9

0

43

2

23

184

359

Total por Região

Região

Sul

Sudeste

Centro-Oeste

Nordeste

Norte

Total

158

292

48

101

16

(60)

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RESULTADO DE DESEMPENHO DAS

ORGANIZAÇÕES QUE ADOTARAM O MODELO

(61)

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PROGRAMA DE EXPANSÃO DO MPS.BR

2004-2007 IMPLANTAÇÃO DO MPS.BR 2008-2011 CONSOLIDAÇÃO DO MPS.BR (no Brasil) 2012-2015 EXPANSÃO DO MPS.BR (no Brasil e no exterior)

(62)

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RELAIS <WWW.RELAIS.LA>

- Implementado no Brasil, Colômbia, México e Peru

- Modelos MPS (Brasil), MoProSoft (México) e certificação IT Mark

(Colômbia) implementados

(63)

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CURSOS E PROVAS OFICIAIS DO MPS.BR

C1 - Curso Introdução MPS.BR Avaliador Adjunto P1 - Prova Introdução MPS.BR C2 - Curso Implementadores MR-MPS P2 - Prova Implementadores MR-MPS C3 - Curso Avaliadores MA-MPS P3 - Prova Avaliadores MA-MPS Implementador C4 - Curso Guia de Aquisição P4 - Prova Guia de Aquisição Consultor de Aquisição

(64)

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 Quinto nível

WAMPS – WORKSHOP ANUAL DO MPS

Promovido pela Softex com apoio da SBC

Seção de Artigos Técnicos

Seção de Ferramentas

Palestrantes Convidados

Mini-cursos

(65)

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DIFERENCIAIS DO MPS.BR

7 níveis de maturidade, o que possibilita uma

implantação mais gradual e uma maior visibilidade

dos resultados de melhoria de processo, com prazos

mais curtos

Compatibilidade com CMMI, conformidade com as

normas ISO/IEC 15504-2:2003 e ISO/IEC 12207:2008

Adaptado para a realidade brasileira

(66)

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DIFERENCIAIS DO MPS.BR

Custo acessível (em R$)

Modelo Cooperado (Implementação+ Avaliação): 50%

SOFTEX, 50% Empresa (aproximadamente)

Nível G: aproximadamente R$ 44.000,00 (Total)

Nível F: aproximadamente R$ 82.000,00 (Total)

Muitas vezes o Agente SOFTEX local arca com parte dos custos

Por exemplo, só a avaliação CMM Nível 2 (SCAMPI) é

cerca de US$18,000, fora despesas com passagens e

hospedagens dos avaliadores

(67)

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 Quinto nível

XIV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE QUALIDADE DE

SOFTWARE (SBQS 2015)

Site: http://sbqs2015.com.br/

Maior evento nacional em Qualidade de Software em

Manaus

Inscrições abertas!

Palestrantes Nacionais e Internacionais

Apresentação de trabalhos

(68)

MELHORIA DE PROCESSO DE SOFTWARE E

INTRODUÇÃO AO MPS.BR

Universidade Federal do Amazonas – UFAM

Instituto de Computação - ICOMP

Grupo de Usabilidade e Engenharia de Software - USES

Davi Viana

[email protected]

Baseado em materiais gentilmente cedidos por

Profa. Dra. Tayana Conte (UFAM)

Referências

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