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Teste 6º Ano

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Academic year: 2021

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Texto

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Grupo I – LEITURA E EDUCAÇÃO LITERÁRIA PARTE A

Lê o texto seguinte, extraído de uma revista juvenil.

DIFERENÇAS ENTRE RAPAZES E RAPARIGAS

Os rapazes preferem saltar e as raparigas conversar, eles são mais competitivos e elas mais tranquilas. Será que estas afirmações fazem sentido ou não passam de ideias feitas? Fomos à descoberta do que realmente os distingue.

A cumplicidade entre Manuel Carvalho e Carolina Capela, de 13 anos, torna-se evidente à medida que cada um termina as fratorna-ses um do outro durante a conversa. São amigos há sete anos. Começaram por dar um encontrão no portão da escola no primeiro ano e… odiaram-se. Mas um grupo de amigos comuns fez com que se conhecessem melhor e a amizade cresceu. Ambos têm muitos amigos de ambos os sexos e, na hora de identificarem diferenças entre a amizade com rapazes ou raparigas, não hesitam: “As raparigas conversam mais sobre o que estão a viver, enquanto os rapazes passam mais tempo a jogar e a gozarem uns com os outros.”, revela Manuel, divertido. “Elas falam muito do futuro e eles vivem mais o momento presente”, acrescenta Carolina. Manuel confessa que se sente mais livre para fazer brincadeiras junto dos amigos rapazes mas, ao mesmo tempo, as raparigas são mais tolerantes a aceitarem-no tal como é. Se há algo importante numa amizade é a capacidade de guardar segredos e aí as meninas levam a vantagem.

O psicólogo Bruno Gomes ajuda a explicar esta diferença de comportamento: “As raparigas têm mais facilidade em expressarem os seus sentimentos. Por isso, desenvolvem relações de amizade mais íntimas. Os rapazes não partilham tanto as suas fragilidades com os amigos porque acham que se o fizerem não são fortes.”

Visão Júnior, n.º 148, setembro de 2016, págs. 36-37

1. Assinala, com X, de 1.1. a 1.4., a opção que completa cada frase, de acordo com o sentido do texto que acabaste de ler.

1.1. Os rapazes são

o em tudo iguais às raparigas. o mais tranquilos que as raparigas. o mais competitivos que as raparigas. o reservados com os outros rapazes.

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1.2. Quando o Manuel e a Carolina se conheceram,

o ficaram logo amigos um do outro. o não simpatizaram um com o outro. o conversaram sobre os amigos de ambos. o contaram segredos um ao outro.

1.3. Para o Manuel e a Carolina,

o as raparigas têm muitas semelhanças com os rapazes. o as raparigas são totalmente diferentes dos rapazes. o as raparigas são mais sonhadoras.

o as raparigas são mais práticas.

1.4. Para o psicólogo Bruno Gomes,

o não há diferenças de comportamento entre rapazes e raparigas. o as raparigas são mais fortes que os rapazes.

o os rapazes são mais fortes que as raparigas.

o as raparigas expressam mais facilmente o que sentem que os rapazes.

2. Neste texto, fala-se muito da amizade.

Enuncia duas qualidades que esperas encontrar num bom amigo, justificando a tua resposta. ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________

PARTE B

Lê o texto que se segue.

PEDRO ALECRIM VAI À ESCOLA

Quando a campainha atordoa todos os sítios, ninguém corre para dentro das salas. O senhor Inácio, o contínuo, costuma dizer que parecemos bichos gordos a caminho do açougue.

E é quase verdade. No princípio do ano, corremos para as salas para conhecer os professores. Mas, à medida que o tempo vai passando, a vontade esmorece. Cada professor tem a sua mania, um tique especial.

E há colegas meus que passam todo o ano a fazer provocações. Lembro, por exemplo, o dia e que o Luís levou para a sala um rato de borracha. Pô-lo em cima da mesa, escondido entre os livros. A professora de matemática, que tinha por hábito passar a aula de pé, percorrendo mesa por mesa, pôs uma mão na mesa do Luís. E ele não perdeu tempo: com a ponta da esferográfica empurrou o rato

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devagarinho... devagarinho. Quando chegou aos dedos da mão da professora, esta deu um grito muito forte e, tresloucada, abriu a porta e desapareceu.

Voltou pouco depois, branca como a cal e, secamente, informou que o Luís tinha de ir ao Conselho Executivo da escola.

O Luís lá foi e, mais tarde, não quis contar o que lá lhe tinham dito. Na aula seguinte, muito sério, pediu desculpa à professora e explicou que lhe tinha passado aquela ideia pela cabeça: gostava de ver como as pessoas reagiam ao verem de repente um inocentíssimo rato de borracha...

Confesso que em algumas aulas sinto o coração a bater com mais rapidez. Há disciplinas que não são lá muito do meu agrado, e eu detesto tirar negativas.

Se eu fosse professor, explicava sempre o porquê das coisas, com palavras mais fáceis para que toda a gente compreendesse.

Se eu fosse professor, não dizia “isto é azul”. E ponto final. Ou será que há coisas que não têm explicação?

Nos intervalos, a afluência ao bar da escola é grande. As empregadas não têm mãos para tantos braços levantados, tanta gritaria, tanta confusão.

Raras vezes lá apareço. Fico a um canto a falar com o Nicolau, agarrado ao pão com marmelada, queijo ou manteiga que minha mãe nunca se esquece de meter na pasta.

O Nicolau nunca come depois das refeições. E ri: - Se eu comesse assim, um dia destes dava um estoiro!

Não conseguimos perceber como há colegas com tanto dinheiro no bolso. E alguns até maços de tabaco compram e fumam às escondidas.

Às vezes ninguém pode estar num quarto de banho com o fumo e o cheirete a tabaco.

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António Mota, Pedro Alecrim, ASA, Alfragide, 2014, págs. 41-43.

1-Localiza a ação no espaço, referindo os locais onde as personagens se movimentam.

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2-Ao longo do ano letivo, os alunos reagem de forma distinta ao toque da campainha.

2.1-Transcreve as sequências do 1.º e do 2.º parágrafos que revelam as reações dos alunos no início e no decurso do ano letivo.

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2.2-Explica por palavras tuas a reação dos alunos ao toque da campainha “à medida que o tempo vai passando” (linha 5).

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3. Com a ponta da esferográfica, o Luís “[...] empurrou o rato devagarinho...

devagarinho.” (linha 12)

O que pretendia Luís com o seu gesto?

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4. A professora reprovou a atitude de Luís.

Transcreve a passagem do texto que confirma esta afirmação.

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5. “[...] Voltou pouco depois, branca como cal [...].” (linha 15)

5.1. Assinala com X o recurso expressivo presente na frase transcrita. o Enumeração

o Personificação o Comparação o Onomatopeia

5.2. Explica de que modo esse recurso expressivo contribui para o sentido da frase.

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6. A narrativa serve de pretexto para algumas reflexões do narrador sobre o

comportamento de certos alunos da sua escola.

Consideras que as suas reflexões se adequam aos alunos de hoje? Justifica a tua resposta.

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Grupo II -GRAMÁTICA

Responde aos itens seguintes, de acordo com as orientações que te são dadas.

1. Quando a professora viu o rato, saltou, deu um grito e permaneceu assustada.

Completa o quadro com as informações relativas às formas verbais sublinhadas nas

frases acima

Infinitivo

Radical

Vogal

temática

Conjugação

Subclasse do verbo

2-Completa cada uma das frases com a forma do verbo apresentado entre parênteses, no tempo e modo indicados.

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Futuro simples do indicativo

Nos intervalos, a afluência ao bar______________(ser) grande. Presente do conjuntivo

Talvez o Luís não_________________(contar) o que lhe disseram. Pretérito imperfeito do conjuntivo

Gostava que tu_________________(visitar) aquele museu. Pretérito perfeito do indicativo.

O Nicolau nunca_______________(comer) depois das refeições.

3-Atenta nas palavras sublinhadas nas frases seguintes: a) Corremos para as salas.

b) Há colegas que passam todo o ano a fazer provocações. c) Ele gostava de ver como as pessoas reagiam.

d) O rapaz come pão com marmelada.

3.1-Identifica a classe a que pertencem estas palavras.

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4-Identifica os determinantes interrogativos presentes nas frases seguintes:

a) Que brincadeira de mau gosto! b) A qual rato te referes?

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5-Analisa sintaticamente a frase seguinte:

A professora explicou-lhe o seu ponto de vista.

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6-Reescreve as frases seguintes, substituindo cada expressão sublinhada pelo pronome pessoal adequado. Faz apenas as alterações necessárias.

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6.1-Eles nunca levam os alunos para aquela sala.

___________________________________________________________________ 6.2-O Luís mostrou um rato à professora.

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Grupo III-EXPRESSÃO ESCRITA

Se fosse professor, o Luís não diria “isto é azul” e ponto final. Imagina que eras um objeto que os alunos utilizam na escola: um lápis, uma borracha, uma esferográfica ou um caderno. Como serias? O que farias? Para que servirias?

 Escreve o teu texto, que deve conter de 140 a 200 palavras, na 1.ª pessoa.  Inicia o texto por “Se eu fosse...”.

 Divide o texto em três partes bem estruturadas (introdução, desenvolvimento e conclusão).

 Atribui um título ao texto.

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Bom trabalho! A tua professora: Marina Garcia Cardoso

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Referências

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