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NBR 6494 - Andaimes

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Palavras-chave: Segurança. Andaime

Palavras-chave: Segurança. Andaime

5 páginas

5 páginas

Segurança nos andaimes

Segurança nos andaimes

NBR 6494

NBR 6494

1 Objetivo

1 Objetivo

1.1

1.1

 Esta Norma fixa as condições exigíveis de segurança

 Esta Norma fixa as condições exigíveis de segurança

dos andaimes quanto à sua condição estrutural, bem

dos andaimes quanto à sua condição estrutural, bem

como de segurança das pessoas que neles trabalham e

como de segurança das pessoas que neles trabalham e

transitam.

transitam.

1.2

1.2

 Esta Norma se aplica aos andaimes que servem para

 Esta Norma se aplica aos andaimes que servem para

auxiliar o desenvolvimento vertical das construções, bem

auxiliar o desenvolvimento vertical das construções, bem

como aqueles que operam em construções já elevadas

como aqueles que operam em construções já elevadas

para efeito de reparos, reformas, acabamentos, pinturas,

para efeito de reparos, reformas, acabamentos, pinturas,

torres de acesso, outros.

torres de acesso, outros.

1.3

1.3

 Esta Norma não se aplica à segurança de terceiros, a

 Esta Norma não se aplica à segurança de terceiros, a

qual deve ser regida por legislação específica dos órgãos

qual deve ser regida por legislação específica dos órgãos

públicos competentes.

públicos competentes.

1.4

1.4

 Esta Norma abrange os andaimes conforme a seguinte

 Esta Norma abrange os andaimes conforme a seguinte

classificação:

classificação:

a) andaimes suspensos mecânicos,

a) andaimes suspensos mecânicos,

-

- pesados;

pesados;

-

- leves;

leves;

b) andaimes em balanço;

b) andaimes em balanço;

c) andaimes simplesmente apoiados,

c) andaimes simplesmente apoiados,

-

- fixos;

fixos;

-

- móveis.

móveis.

Nota : Os andaimes não incluídos nesta classificação devem ser

Nota : Os andaimes não incluídos nesta classificação devem ser

objeto de projeto e/ou cálculo elaborado por profissional

objeto de projeto e/ou cálculo elaborado por profissional

devidamente habilitado e atender às condições de

devidamente habilitado e atender às condições de segu-

segu-rança estabelecidas nesta Norma.

rança estabelecidas nesta Norma.

2 Definições

2 Definições

Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições

Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições

de 2.1 a 2.1.3.

de 2.1 a 2.1.3.

2.1 Andaimes 2.1 Andaimes

Plataformas necessárias à execução de trabalhos em

Plataformas necessárias à execução de trabalhos em

lugares elevados, onde não possam ser executados em

lugares elevados, onde não possam ser executados em

condições de segurança a partir do piso. São utilizados em

condições de segurança a partir do piso. São utilizados em

serviços de construção, reforma, demolição, pintura,

serviços de construção, reforma, demolição, pintura,

lim-peza e manutenção.

peza e manutenção.

2.1.1 Andaimes suspensos, mecânicos 2.1.1 Andaimes suspensos, mecânicos

Andaimes, pesados ou leves, em que o estrado é

Andaimes, pesados ou leves, em que o estrado é

susten-tado por travessas metálicas ou de madeira, suporsusten-tado

tado por travessas metálicas ou de madeira, suportado

por meio de cabos de aço, movimentando-se no sentido

por meio de cabos de aço, movimentando-se no sentido

vertical com auxílio de guinchos.

vertical com auxílio de guinchos.

2.1.1.1 Andaimes

2.1.1.1 Andaimes suspensos, mecânicos-pesasuspensos, mecânicos-pesadosdos

Andaimes cuja estrutura e dimensões permitem suportar

Andaimes cuja estrutura e dimensões permitem suportar

cargas de trabalho de 4 kPa (400 kgf/m

cargas de trabalho de 4 kPa (400 kgf/m

22

) no máximo,

) no máximo,

respeitando os fatores de segurança de cad

respeitando os fatores de segurança de cad a um dos seus

a um dos seus

componentes.

componentes.

Procedimento

Procedimento

Origem: Projeto

Origem: Projeto 2:011.06-001

2:011.06-001/1989

/1989

CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção Civil

CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção Civil

CE-02:011.06 - Comissão de Estudo de Segurança nos Andaimes

CE-02:011.06 - Comissão de Estudo de Segurança nos Andaimes

NBR 6494 - Scaffolds safety - Procedure

NBR 6494 - Scaffolds safety - Procedure

Descriptors: Scaffold safety

Descriptors: Scaffold safety

Esta Norma substitui a NB-56/1972

Esta Norma substitui a NB-56/1972

Incorpora Errata de JUL 1991

Incorpora Errata de JUL 1991

Reimpressão da NB-56, de ABR 1990

Reimpressão da NB-56, de ABR 1990

Copyright © 1990,

Copyright © 1990, ABNT–Asso

ABNT–Associação Brasileira ciação Brasileira dede Norm

Normas Tas Técnicasécnicas Printed in Brazil/  Printed in Brazil/  Impresso no Brasil Impresso no Brasil Todos os direitos reservados Todos os direitos reservados

Sede: Sede: Rio de Janeiro Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13

Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar- 28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210-3122 Tel.: PABX (021) 210-3122 Fax: (021) 220-1762/220-6436 Fax: (021) 220-1762/220-6436 Endereço Telegráfico: Endereço Telegráfico: NORMATÉCNICA NORMATÉCNICA

ABNT-Associação

ABNT-Associação

Brasileira de

Brasileira de

Normas

(2)

2.1.1.2 Andaimes suspensos, mecânicos-leves

Andaimes cuja estrutura e dimens

õ

es permitem suportar carga total m

á

xima de trabalho de 3 kN (300 kgf), respei-tando os fatores de seguran

ç

a de cada um dos seus componentes.

Nota: Entende-se como carga de trabalho a somat

ó

ria das cargas de materiais, ferramentas e pessoas sobre o andaime. 2.1.2 Andaimes em balanço

Andaimes que se projetam para fora da constru

çã

o s

ã

o suportados por vigamentos ou estruturas em balan

ç

o, que tenham sua seguran

ç

a garantida, seja por engastamento ou outro sistema de contrabalan

ç

amento no interior da constru

çã

o, podendo ser fixos ou desloc

á

veis.

2.1.3 Andaimes simplesmente apoiados

Andaimes cuja estrutura trabalha simplesmente apoiada, podendo ser fixos ou desloc

á

veis horizontalmente.

3 Condi

çõ

es gerais

As seguintes condi

çõ

es devem ser observadas. 3.1 Projeto e construção dos andaimes

3.1.1 Todos os andaimes devem ser projetados para resis-tir

à

s solicita

çõ

es a que estar

ã

o submetidos.

3.1.2 Todos os andaimes devem ter dispositivos de segu-ran

ç

a apropriados ao tipo de trabalho a ser executado. 3.1.3 Todo o equipamento utilizado deve ser de boa qua-lidade e encontrar-se em bom estado de uso, atendendo

à

s normas brasileiras.

3.1.4 Os projetos de andaimes devem indicar as cargas admiss

í

veis de trabalho.

3.1.5 Os andaimes n

ã

o devem receber cargas superiores

à

s especificadas em projeto e a sua carga deve ser repartida de modo uniforme e sem obstruir a circula

çã

o de pessoas.

3.1.6  O acesso ao andaime, em fase de montagem e desmontagem, deve ser interditado a todos, com exce

çã

o da equipe respons

á

vel pelo servi

ç

o.

3.1.7 O v

ã

o livre do piso deve estar de acordo com a sua resist

ê

ncia, e com as cargas que vai suportar, n

ã

o sendo permitidas flechas superiores a 1/200 do v

ã

o.

3.1.8 Os pisos em pranchas ou t

á

buas devem apoiar-se preferencialmente sobre tr

ê

s travessas com dispositivos em suas extremidades para evitar o escorregamento. No caso de apoio sobre duas travessas, a fixa

çã

o das extre-midades

é

 obrigat

ó

ria. A madeira empregada na execu

çã

o dos pisos deve ser de boa qualidade, seca e sem n

ó

s ou rachaduras.

3.1.8.1 Transversalmente, as pranchas ou t

á

buas devem ser colocadas lado a lado, sem deixar v

ã

os ou intervalos, de modo a cobrir toda a largura do piso, e fixadas para evitar qualquer deslocamento.

3.1.8.2  Pisos em t

á

buas de 0,025 m de espessura n

ã

o podem ter v

ã

os maiores que 2,00 m, e devem ser trava-dos entre si. Para v

ã

os at

é

 1,50 m, n

ã

o

é

 obrigat

ó

rio o travamento.

 3.1.8.3 As emendas das pranchas ou t

á

buas devem ser por  justaposi

çã

o, devendo haver sempre uma travessa sob cada ponta. Em casos excepcionais,

é

 permitida a emenda por sobreposi

çã

o, desde que sobre uma travessa e com pelo menos 0,20 m para cada lado (ou seja, uma sobreposi

çã

o de, no m

í

nimo, 0,40 m). Nestes casos,

é

obrigat

ó

ria a sinaliza

çã

o adequada do local (indicando a exist

ê

ncia de degrau e pintura de uma faixa de alerta no piso), bem como a fixa

çã

o cuidadosa das pontas, de modo a n

ã

o permitir que fiquem levantadas do piso.

3.1.8.4  As pranchas ou t

á

buas n

ã

o devem ter mais de 0,20 m de balan

ç

o.

3.1.9  Os pisos n

ã

o devem ser lisos, e mesmo sendo met

á

licos, devem apresentar rugosidade suficiente para n

ã

o permitir o escorregamento de cal

ç

ados, mesmo quando

ú

midos.

3.1.10 Todos os andaimes externos devem ter seu piso fixado, de modo a evitar quedas provocadas pelo vento. 3.1.11 Os pisos para execu

çã

o dos trabalhos devem estar na horizontal.

3.2 Segurança e proteção nos andaimes

3.2.1 Os andaimes devem ser munidos, sobre todas as faces externas, de guarda-corpos, colocados a 0,50 m e 1,00 m acima do estrado e, de rodap

é

s de no m

í

nimo 0,15 m de altura, nos n

í

veis de trabalho. O conjunto do guarda-corpo deve resistir a uma carga horizontal pontual de 350 N aplicada em sua parte superior mais desfavor

á

vel, sem deforma

çã

o permanente. O guarda-corpo deve ser sempre fixado de modo a n

ã

o se deslocar em qualquer dire

çã

o, sob hip

ó

tese alguma.

3.2.2 Quando houver possibilidade de queda de pessoa que estiver trabalhando no estrado do andaime em dire

çã

o

à

 face interna, deve ser prevista prote

çã

o adequada de guarda-corpo.

3.2.3 Quando os intervalos entre montantes forem inferiores a 1,00 m, os guarda-corpos referidos em 3.2.1 e 3.2.2 poder

ã

o ser em correntes ou cabos, respeitadas as altu-ras.

3.2.4  Nos andaimes suspensos, o v

ã

o entre o guarda-corpo e o rodap

é

 deve ser fechado, inclusive nas cabe-ceiras, com tela ou qualquer outro material equivalente. 3.2.4.1 Al

é

m do fechamento entre o guarda-corpo e o piso, deve ser colocada tela ao longo de toda a periferia externa, para prevenir queda de objetos. A tela utilizada n

ã

o deve ter malha maior que 25 mm.

3.2.5 O local de trabalho e todos os acessos devem ser convenientemente iluminados.

3.2.6 Devem ser tomadas precau

çõ

es especiais, durante a montagem, movimenta

çã

o e utiliza

çã

o de andaimes pr

ó

-ximos

à

s redes el

é

tricas. Toda a fia

çã

o el

é

trica para

(3)

ilumina

çã

o e for

ç

a utilizada em andaimes deve ser em cabo isolado.

3.2.7 Quando necess

á

rio, os andaimes devem ser protegi-dos e sinalizaprotegi-dos contra o impacto de ve

í

culos e equipa-mentos.

3.2.8  Os andaimes suspensos devem ser conveniente-mente ancorados, de maneira que estejam protegidos contra oscila

çõ

es em qualquer sentido.

3.2.9 As plataformas dos andaimes suspensos, leves de-vem distanciar-se no m

á

ximo 0,30 m da superf

í

cie de trabalho.

3.2.10 Os cabos utilizados nos andaimes suspensos de-vem ser de comprimento tal que, para a posi

çã

o mais baixa do estrado, restem pelo menos duas voltas sobre cada tambor.

3.2.11 A roldana-guia do cabo de suspens

ã

o deve rodar livremente e o seu sulco deve ser mantido em bom estado de limpeza e conserva

çã

o; bem como deve ser dimensionado adequadamente para o di

â

metro do cabo. 3.2.12  Os dispositivos de suspens

ã

o devem ser inspecionados antes do in

í

cio dos servi

ç

os, por pessoa qualificada.

3.3 Segurança na utilização dos andaimes

3.3.1 Toda precau

çã

o deve ser tomada para evitar queda de objetos dos andaimes. N

ã

o deve haver empilhamento de material sobre os andaimes.

3.3.2 Toda a sobra de material deve ser retirada, acondici-onada adequadamente ou atrav

é

s da utiliza

çã

o de dutos de descarga.

3.3.3  Toda a movimenta

çã

o vertical de componentes e acessórios para a montagem e/ou desmontagem de

andai-m es deve ser feita atrav

é

s de cordas ou sistemas pr

ó

prios de i

ç

amento. N

ã

o

é

 permitido lan

ç

ar pe

ç

as em queda livre. 3.3.4 N

ã

o se deve permitir que pessoas trabalhem em andaimes sob intemp

é

ries, tais como chuva ou vento forte.

3.3.5 Os servi

ç

os em andaimes nunca devem ser realiza-dos por uma

ú

nica pessoa. Deve haver pelo menos uma outra pessoa no local de servi

ç

o para auxili

á

-la em caso de emerg

ê

ncia.

3.3.6 Equipamentos de prote

çã

o individual, como capace-tes, cintur

õ

es de seguran

ç

a, outros, devem ser utilizados sempre que necess

á

rios. Estes equipamentos devem es-tar em bom estado e

à

  disposi

çã

o dos trabalhadores a qualquer tempo.

3.3.7 As pessoas que trabalham em andaimes suspensos a mais de 2,00 m do solo devem estar com os cintur

õ

es de seguran

ç

a, com sistemas trava-quedas, ligados a um cabo de seguran

ç

a, com sua extremidade superior fixada na constru

çã

o, independente da estrutura do andaime.

3.3.8 Deve haver a prote

çã

o com tela dos andaimes, para aparar a queda eventual de materiais, bem como com plataforma de prote

çã

o na altura do primeiro p

é

-direito.

4 Condi

çõ

es espec

í 

ficas

4.1 Cabos de sustentação dos andaimes suspensos 4.1.1Os cabos de a

ç

o devem ter sua carga de ruptura igual a no m

í

nimo cinco vezes a carga m

á

xima utilizada. 4.1.2  Sempre que o cabo de a

ç

o de sustenta

çã

o tiver contato com uma aresta, este deve ser convenientemente protegido contra o atrito e garantir um raio m

í

nimo de curvatura de oito vezes o di

â

metro, atrav

é

s de um dispo-sitivo fixado firmemente

à

 estrutura.

4.1.3 Os cabos de a

ç

o de sustenta

çã

o devem ser de alma de fibra (AF) e constru

çã

o 6 x 19, tor

çã

o regular

à

 direita, galvanizados e resist

ê

ncia

à

tra

çã

o dos fios entre 1600 MPa e 1800 MPa (PS). O di

â

metro m

í

nimo dos cabos de a

ç

o para andaimes leves

é

  de 7,95 mm, com carga m

í

nima de ruptura igual a 34,8 kN e 9,5 mm para os andaimes pesados, com carga m

í

nima de ruptura igual a 49,8 kN.

4.1.4 Os cabos de sustenta

çã

o devem ser inspecionados antes da montagem, e periodicamente quando em uso, e n

ã

o devem apresentar qualquer um dos seguintes defei-tos:

a) oxida

çã

o do cabo, comprometendo a sua resist

ê

n-cia;

b) ruptura de fios em n

ú

mero acima de um a cada passo do cabo;

c) deforma

çõ

es permanentes, tais como dobras, es-magamentos, pernas salientes, etc.;

- diminui

çã

o do di

â

metro nominal do cabo em mais de 10%;

- desgaste por abras

ã

o dos fios externos em mais de 30%.

Nota: Passo

é

 a dist

â

ncia em que a perna d

á

 uma volta completa em torno da alma do cabo.

4.1.5 Na fixa

çã

o, todos os la

ç

os devem ser providos de sapatilhas adequadas ao di

â

metro do cabo, e presos com grampos ou soquetes chumbadores. Na utiliza

çã

o com grampos, deve ser considerada redu

çã

o de 20% na carga admiss

í

vel do cabo. Os grampos devem ser do tipo Crosby, pesados, e de acordo com a Figura. A quantidade de grampos e o seu espa

ç

amento devem ser de acordo com as tabelas dos fabricantes, devendo ser usados pelo menos tr

ê

s grampos em cada fixa

çã

o.

4.1.6 Os cabos de a

ç

o e os acess

ó

rios utilizados devem obedecer

à

s normas brasileiras.

4.2 Andaimes suspensos, mecânicos, pesados

O conjunto de andaimes suspensos, mec

â

nicos, pesados

é

  composto por um sistema de guinchos mec

â

nicos e travessas de a

ç

o que suporta uma plataforma cont

í

nua de largura m

í

nima igual a 1,50 m.

(4)

a) ter dispositivos que impe

ç

am o retrocesso do tambor;

b) possuir uma segunda trava de seguran

ç

a. 4.3 Andaimes suspensos, mecânicos, leves

4.3.1 Os andaimes suspensos, mec

â

nicos, leves devem ser suportados por vigas em balan

ç

o ou ganchos com dimens

õ

es adequadas ao fim a que se destinam, fixados de modo a n

ã

o provocar esfor

ç

os horizontais.

4.3.2  A extremidade do gancho ou dispositivo especial, voltada para o interior da edifica

çã

o, deve ser amarrada por meio de cabo de a

ç

o a um ponto resistente ao esfor

ç

o de tra

çã

o a que ficar

á

 sujeito.

4.3.3 Sob nenhuma hip

ó

tese

é

 permitido fixar ganchos ou dispositivos de amarra

çã

o diretamente em muretas de alvenaria.

4.3.4 Entre o beiral e o gancho devem ser inseridas placas de madeira (t

á

buas), com a finalidade de cal

çá

-los. 4.3.5 Os guinchos dos andaimes suspensos, mec

â

nicos, leves devem ser fixados nas extremidades das platafor-mas de trabalho, e

é

 vedada a execu

çã

o de balan

ç

os ou de interliga

çõ

es entre plataformas.

4.3.6 O estrado deve estar seguramente fixado ao estribo de apoio, assim como os corrim

ã

os ao suporte deste, para impedir qualquer deslocamento. Do lado interno deve ser previsto guarda-corpo.

4.3.7 Os guinchos de eleva

çã

o devem prever no m

í

nimo tr

ê

s dispositivos de seguran

ç

a, sendo pelo menos dois autom

á

ticos.

4.4 Andaimes em balanço

4.4.1 Os andaimes em balan

ç

o n

ã

o incluem as plataformas sustentadas por cabos de a

ç

o.

4.4.2  O sistema de fixa

çã

o do andaime em balan

ç

o

à

estrutura existente deve garantir que o momento resisten-te seja no m

í

nimo igual a tr

ê

s vezes o momento solicitante. 4.4.3 A estrutura do andaime em balan

ç

o deve ser calcu-lada e projetada para as cargas solicitantes, em cada caso. 4.4.4Durante a montagem deve ser garantida

á

rea total-mente bloqueada

à

 circula

çã

o, sob a sua proje

çã

o ampli-ada em 3,00 m para campli-ada lado.

4.4.5 Todos os elementos do andaime devem ser fixados, n

ã

o sendo permitidas, sob hip

ó

tese alguma, pe

ç

as soltas. 4.4.6 A estrutura do andaime deve ser convenientemente contraventada e ancorada, obtendo-se aus

ê

ncia total de oscila

çõ

es.

4.5 Andaimes simplesmente apoiados

4.5.1 Podem ser met

á

licos ou de madeira e devem ter os montantes apoiados sobre bases capazes de resistir

à

s cargas transmitidas, e compat

í

veis com a resist

ê

ncia do solo.

Figura - Aplicação correta de grampos (clips ) em laços (slings )

4.2.1 As vigas de sustenta

çã

o dos cabos devem ser de a

ç

o em viga I, de altura m

í

nima de 0,15 m, na primeira alma, e comprimento m

í

nimo de 4,00 m, instalados perpendicu-larmente

à

s fachadas de execu

çã

o dos servi

ç

os.

4.2.2 O comprimento do balan

ç

o para vigas de

sustenta-çã

o de 0,15 m de altura deve ser no m

á

ximo igual a 1,60 m com rela

çã

o

à

 fachada da edifica

çã

o, possibilitan-do a plataforma de servi

ç

o distanciar-se at

é

  0,10 m da superf

í

cie de trabalho.

4.2.3 A parte das vigas de sustenta

çã

o que se estende para dentro da constru

çã

o n

ã

o pode ser menor que uma vez e meia aquela em balan

ç

o para fora da constru

çã

o.

4.2.4  As extremidades internas da viga de sustenta

çã

o devem ser seguramente fixadas

à

 estrutura da

constru-çã

o.

4.2.5 No dimensionamento das vigas de sustenta

çã

o, o momento resistente deve ser no m

í

nimo igual a tr

ê

s vezes o momento solicitante.

4.2.6 A fixa

çã

o dos cabos de a

ç

o de suspens

ã

o

à

s vigas I deve processar-se por meio de bra

ç

adeiras, dotadas de parafuso de sustenta

çã

o.

4.2.7 As bra

ç

adeiras devem ser dispostas de forma que os an

é

is de sustenta

çã

o dos cabos (sapatilhas) permane

ç

am centralizados com os guinchos, e situados perpendicular-mente a estes, de modo a manter o cabo sempre na vertical.

4.2.8 Para evitar o deslizamento das bra

ç

adeiras, devem ser colocados na extremidade de cada viga parafusos de esbarro.

4.2.9  Todas as partes constituintes do andaime devem oferecer condi

çõ

es de f

á

cil acesso a eventuais inspe

çõ

es e ou reparos, bem como livre acesso longitudinal.

4.2.10  A liga

çã

o dos guinchos aos estrados deve ser garantida por arma

çõ

es de ferro convenientemente dimensionadas e adequadamente fixadas.

4.2.11 Os guinchos de eleva

çã

o devem satisfazer

à

s se-guintes condi

çõ

es:

(5)

4.5.2 A estrutura deve ser convenientemente contraventada e ancorada ou estaiada, obtendo-se aus

ê

ncia total de oscila

çõ

es. A freq

üê

ncia dessas amarra

çõ

es para os an-daimes de fachada deve ser de no m

í

nimo uma para cada 36,00 m2, distando entre si no m

á

ximo 6,00 m em ambas

as dire

çõ

es. Os montantes devem estar perfeitamente aprumados.

4.5.3 permitido o trabalho em andaimes apoiados sobre cavaletes, desde que sua altura n

ã

o ultrapasse 2,00 m do piso em que se ap

ó

ia, e sua largura seja no m

í

nimo igual a 0,60 m.

4.5.4  Em andaimes de madeira recomenda-se que os montantes n

ã

o tenham se

çã

o com lado menor que 0,075 m ou di

â

metro inferior a 0,085 m, contraventados, e que sua altura n

ã

o exceda a 12,00 m, sem projeto espec

í

-fico. Os pregos utilizados em andaimes de madeira nunca devem ser menores que 18 x 27 (3 mm x 60 mm).

4.5.5  Em andaimes met

á

licos os montantes devem ter espessura de parede m

í

nima igual a 2,65 mm e di

â

metro m

í

nimo de 42,20 mm1.

4.5.6 As plataformas de servi

ç

o nos andaimes devem ter uma largura m

í

nima de 0,60 m com altura livre m

í

nima de 1,75 m.

4.5.7 Antes de se instalar qualquer aparelho de i

ç

ar mate-rial, deve ser escolhido o ponto de aplica

çã

o, de modo a n

ã

o comprometer a estabilidade e seguran

ç

a do andaime. 4.5.8 Todo o andaime deve prever acesso adequado para o pessoal em todos os n

í

veis, sem comprometer a livre circula

çã

o e a seguran

ç

a das pessoas. Os acessos

verti-cais devem ser em escada, podendo ser do tipo marinhei-ro, incorporada ao sistema de andaime ou atrav

é

s de torre de acesso pr

ó

pria.

4.5.9 Os andaimes m

ó

veis devem prever que o sistema utilizado na movimenta

çã

o do conjunto (rod

í

zios ou simi-lares) resista a pelo menos uma vez e meia o peso m

é

dio do andaime com sobrecargas. No caso de rod

í

zios, estes n

ã

o podem ser de di

â

metro menor que 0,13 m, e devem ser providos de trava.

4.5.10  A estrutura do andaime m

ó

vel deve prever contraventamento conveniente para suportar os esfor

ç

os durante a sua movimenta

çã

o, sem se deformar, e ser fixada e amarrada antes de sua utiliza

çã

o.

4.5.11 O andaime m

ó

vel deve ser formado por um conjunto r

í

gido, sem elementos soltos que podem representar ris-cos de queda ou desmonte durante a sua movimenta

çã

o. Durante a movimenta

çã

o deve ser observado que o con- junto esteja perfeitamente equilibrado, sem risco de tom-bamento. N

ã

o deve ser permitida a movimenta

çã

o de andaimes com pessoas, ou materiais soltos, em qualquer ponto deste.

4.5.12 Nenhum andaime m

ó

vel pode ter a sua altura maior que quatro vezes a menor dimens

ã

o da base.

4.5.13 Para andaimes m

ó

veis de madeira, a liga

çã

o entre montantes, travessas, contraventos e longarinas deve ser obrigatoriamente com parafusos passantes, tipo franc

ê

s ou m

á

quina.

4.5.14 Os andaimes m

ó

veis devem estar permanentemen-te travados, exceto no momento de seu deslocamento.

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