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Exercícios Gramática. de Português. Da Comunicação à Expressão. M. Carmo Azeredo Lopes M. Isabel Freitas M. Pinto M. Olga Azeredo

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Academic year: 2021

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Texto

(1)

M. Carmo Azeredo Lopes • M. Isabel Freitas M. Pinto • M. Olga Azeredo

Da Comunicação

Gramática

à Expressão

de Português

Exercícios

(2)

© RAIZ EDIT OR A LÍNGUA E COMUNIDADE LINGUÍSTICA. VARIAÇÃO E MUDANÇA A.

Língua, falante e comunidade linguística ...04

Competências linguística, comunicativa e metalinguística ...04

Estatuto das línguas ...04 B.

Língua padrão. Variedades geográficas, sociais, situacionais – Registos de língua ...06

Língua portuguesa no mundo ...06 C.

Evolução linguística – Sincronia

e diacronia ...09

Fenómenos de variação fonológica

e semântica ...09

FONÉTICA E FONOLOGIA

D.

Classificação de sons ...17

A sílaba, o acento e a entoação ...17

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DA LÍNGUA

E.

Ortografia, acentuação gráfica

e pontuação ...20 I II III SINTAXE F.

Frase simples/frase complexa ...30

Tipos de frase ...31

Funções sintáticas ao nível da frase e internas a grupos frásicos ...33

Processos sintáticos – Concordância, transformação ativa/passiva ...53 G.

Frase complexa: coordenação

e subordinação ...55

CLASSES E SUBCLASSES DE PALAVRAS

H.

O nome, o determinante, o quantificador, o pronome, o adjetivo ...66 I. O verbo, o advérbio ...83 J. A preposição, a conjunção, a interjeição ...98 MORFOLOGIA E LEXICOLOGIA K. Expressões idiomáticas ...105 Neologismos e arcaísmos...105 IV V VI

ÍNDICE GERAL

(3)

3 CEGRPPEX © RAIZ EDIT OR A

Formação de palavras: processos

regulares e irregulares ...105

Relações entre palavras ...105

Estruturas lexicais ...105 SEMÂNTICA L. Polaridade ...124 Valor temporal ...124 Valor modal ...124 Valor aspetual ...124 PERSPETIVA PRAGMÁTICA DA LÍNGUA M. Comunicação e interação discursiva ....127

Locutor, ouvinte, interlocutor. Contextos ...127

Uso oral e uso escrito. Formas de tratamento ...127

A dêixis ...131

Reprodução do discurso no discurso: discurso direto, indireto, indireto livre e direto livre. Verbos introdutores do relato do discurso ....132

N. O texto ...137 A coerência textual – Princípios-base da coerência textual ...137 – Processos interpretativos inferenciais ...138 A coesão textual ...140 – Coesão lexical...140 –Coesão gramatical...143 VII VIII O. Tipos de texto – identificar fragmentos (descrição, narração, exposição, argumentação) ...152

Descrição e narração ...152

Exposição e argumentação ...156

P. Géneros textuais – Marcas distintivas ..157

Q. Técnicas de expressão ...162

Organização do texto ...162

Preparar a produção de um texto ....176

Parafrasear/Reduzir um texto-fonte 182 Expressar uma opinião ...187

R. Especificidades do texto literário ...191

Prosa e poesia – Versificação ...191

Géneros literários ...197

A LÍNGUA COMO FONTE DE RECURSOS EXPRESSIVOS S. Identificar e reconhecer o valor de recursos expressivos ...198

SOLUÇÕES ...214 IX

(4)

©

RAIZ

EDIT

OR

A

III

REPRESENTAÇÃO

GRÁFICA DA LÍNGUA

Ortografia, acentuação gráfica e pontuação

1. O presidente não vem à inauguração.

Reescreve a frase servindo-te dos sinais de pontuação que permitam exprimir na escrita diversas entoações:

a. surpresa

b. interesse em seres informado

c. a ênfase dada a um elemento da frase

2. DONA GRACIETE muito istimo ao receber desta isteja de boa e felis saude na cumpanhia de todos os seus que eu bem graças a Deus

Dona Graciete istou a escrever lhe purque li no jurnal o que aconteceu ao seu filho Cabê com a cruz e o retrato e tudo e por sinal que a fotografia ficou linda va-lha nos iço logo por cima de Carlos Alberto Nunes Garcia [...] portanto li o jornal e comessei a churar de tal maneira que quando o meu marido xegou me dice Tens os olhos inxados Gabriela

e eu dice que era do refugado de cebola e ele que é desconfiado que se farta e pesa noventa e cete quilos

Refugado o tanas

e eu a enxugar as lágrimas no avental com o Trio Odemira estampado Seja cega se não é o refugado

e ele já istava a acreditar em mim cuando viu o jurnal e eu a querer-lho tirar e ele Com quintão o Cabê esticou o pernil

veja só Dona Graciete a falta de respeito e eu logo

Devia ter cazado com o Cabê em logar de me cazar com tigo morcão

António Lobo Antunes, «Esta que se Acina Gabriela», in Público Magazine

Deste excerto de uma carta:

a. Transcreve três marcas de oralidade.

b. Transcreve termos que correspondem a variedades sociais, populares e/ou familiares.

(5)

21 CEGRPPEX © RAIZ EDIT OR A

c. Reescreve a reprodução da última fala de Gabriela, corrigindo os erros or-tográficos e utilizando os sinais de pontuação corretos.

3. Porquê, oh solitário o assim comigo te confundes e assim só, assim nu, tu, oh o, não te lês o – mas u?

José Carlos de Vasconcelos, De Águia a Zebra, Plátano, 1978

Responde à pergunta tendo em conta o que estudaste sobre os sons e a sua repre-sentação gráfica.

4. Ao comentar o uso da língua na TV, num artigo intitulado «Traições da língua e outras asneiras na TV», o jornalista recriou este texto com base no que é habi-tual ouvir:

Contactado por tefone, o diretor comercial da tevisão pública, no final da ru-nião, confirmou ter em seu poder os últimos númaros do semestre, garantindo de que a publicidade quadriplicou – o longo espaço dos compormissos comer-ciais.

César Machado, in Público

Explica o que ocorreu nas traições destacadas.

5. Olha: faz como a Irene deita-me fora esse H,

Elena, que sem um l ou um n

e em sua companhia, o h é letra má que só chateia quem dá erros de ortografia.

José Carlos de Vasconcelos, De Águia a Zebra, Plátano, 1978

(6)

VIII. PERSPETIVA PRAGMÁTICA DA LÍNGUA © RAIZ EDIT OR A

Parafrasear/Reduzir um texto-fonte

• Parafrasear um texto

1. Diz, por palavras próprias e sem alterar a ordem por que surge a informação, o que é transmitido nos seguintes textos1:

Casa-Estúdio Carlos Relvas, na Golegã

a. A Golegã é uma pequena vila portuguesa situada no Ribatejo. Pertence ao dis-trito de Santarém e tornou-se famosa pela Feira Nacional do Cavalo que aí se realiza no mês de novembro.

b. A Casa-Estúdio Carlos Relvas, na Golegã, é um edifício de características exce-cionais, provavelmente único no seu género e sem dúvida o mais bem conser-vado estúdio fotográfico de meados do século XIX.

c. Carlos Relvas era um rico habitante da região ribatejana que, no século XIX, se dedicou de corpo e alma à arte de captar as mais variadas imagens. A dimensão da sua atividade fotográfica ainda está longe de ser conhecida do grande públi-co.

1 A informação contida nos pequenos textos citados foi, em parte, colhida no artigo de Sérgio B. Gomes, «O que está por detrás das medalhas de Carlos Relvas», publicado no jornal Público, e num texto sobre o mesmo assunto da

(7)

183

VIII. PERSPETIVA PRAGMÁTICA DA LÍNGUA

CEGRPPEX © RAIZ EDIT OR A

d. Em Lisboa, o Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado organizou uma exposição em que exibiu imagens do período inicial da atividade de Car-los Relvas. Nesta altura, a fotografia começava a afirmar-se como arte.

e. O trabalho em estereoscopia1 de Carlos Relvas, a que o autor dedicou

aproxi-madamente dez anos, encontra-se disperso por várias instituições e coleções particulares. A sua obra foi exposta publicamente em Portugal, mas também no estrangeiro.

• Contrair um texto

Joana Vasconcelos, Marilyn2, 2009 (sapato com 2,7 metros de altura)

1. Contrai/Reduz a extensão das frases que se seguem, limitando-te a eliminar termos/passagens. Faz as alterações minimamente necessárias à boa corre-ção do texto final.

Mantém as palavras assinaladas.

Entre parênteses, é indicado o número de palavras que os textos devem atingir.

1 estereoscopia: técnica que permite produzir a ilusão de tridimensionalidade (largura, altura, profundidade). 2 Marilyn foi uma atriz de cinema do anos 60. O sapato aqui representado, parecido com os que ela então usava e feito

Referências

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