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RESUMOSELIAS, A. C. Coleção de Arte Indígena sobre papel: espaço de diálogo e humanização (ou a produção de uma coleção na Casa do Índio em Goiânia). Dissertação (Mestrado em Gestão do Patrimonial) – Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2006.
Aluna concluinte do Mestrado (2006): Ana Cristina Elias Orientador: Prof. Dr. Manuel Ferreira Lima Filho
dissertação realiza uma pesquisa de observação participan-te, feita em 2005 e 2006, na Casa do Índio em Goiânia, caracterizada pelo método etnográfi co usado como base metodológica. A pesquisa de campo foi realizada no âmbito do programa nacional de “humanização” na área da saúde (MS/FUNASA) – fundamentado no respeito à singularidade das necessidades dos usuários e dos profi ssionais – durante o processo inicial de implantação na Casa do Índio em Goiânia, por meio da realização de ofi cinas de arte dirigidas aos indígenas.
As ofi cinas revelaram-se um espaço estratégico de abertura de diálogo entre os atores envolvidos: a experiência de interculturalidade, de fato, manifestou-se não apenas na relação professor (mediador)/aluno, indígena e não-indígena, como também entre as diversas etnias em convivência na Casai. Esta experiência de interculturalidade pôde ser “lida” através de uma exposição realizada na segunda etapa da pes-quisa de campo, em um espaço cultural da cidade, no mês
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espaço urbano. Com leituras de antropologia visual e arte indígena, este trabalho apresenta uma interpretação da co-leção com base nos temas da arte, do universo simbólico de algumas etnias, como o Xavante, Karajá, Tapirapé e outros, e do contato com o mundo não índio.
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. 4, n.2, p
. 867-868, jul./dez.
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. 4, n.2, p
. 869, jul./dez.
2006.
ROCHA, M. A. da. Arqueologia em Serranópolis: uma refl exão sobre a utilização do design multimídia para a divulgação do patrimônio cultural. Dissertação (Mestrado em Gestão do Patri-monial) – Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2006. Autor: Márcio Alves da Rocha
Orientador: Prof. Dr. Luis Eduardo Jorge Defesa em: 2006
ossa proposta dissertativa consiste em defender o uso da internet como canal multimidiático imprescindível para a divulgação de pesquisas de caráter científi co, atuando especifi camente sobre sites de arqueologia e pré-história.
Pretendemos com isso questionar o posicionamento do designer diante das novas tecnologias, nos processos de criação e na busca da construção dos sentidos.
Discutimos a importância do uso de websites na Gestão do Patrimônio Cultural, dentro de um contexto mais amplo, relacionando-os com um sistema maior e mais com-plexo de percepções, diante das potencialidades e ferramentas disponibilizadas pela internet. Com o uso de elementos da semiótica pierciana para análise de websites que se propõem a tarefa de divulgação científi ca e de suas dimensões como produtos, queremos, levantar caminhos que possam nortear nosso projeto: a construção de um site científi co sobre a prática arqueológica na região de Serranópolis (GO).
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. 4, n.2, p
. 871, jul./dez.
2006.
PRUDENTE, T. C. de. Cotidiano e preservação: asilo São Vicente de Paulo da cidade de Goiás. Dissertação (Mestrado em Gestão do Patrimonial) – Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2006.
Autora: Thaise Cristiane de Abreu Prudente Orientador: Profº. Drº. Roque de Barros Laraia. Defesa em: 2006
ruto de uma refl exão sobre o dinamismo social diante da preservação, este trabalho objetiva analisar o cotidiano no Asilo São Vicente de Paulo do ponto de vista da preservação patrimonial. Para tanto, faz-se uma pesquisa acerca da história de Goiás e da instalação da Igreja Católica, responsável pela construção do referido asilo. Como os internos deste asilo são idosos e portadores de necessidades especiais, desenvolve-se um estudo sobre essas condições. Para compreender a vivência no asilo diante dos bens culturais, como o próprio prédio, compara-se esse asilo com outros locais históricos como Willliamsburg, nos Estados Unidos, e Ouro Preto, em Minas Gerais. Tecem-se considerações, por fi m, sobre a história e a etnografi a do asilo, com análise das relações sociais em meio às referências culturais do começo do século XX.
Goiânia, v
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. 873-874, jul./dez.
2006.
ROSA, M. de S. O reggae na ‘Jamaica brasileira’: cidadania e política a partir de letras musicais. Dissertação (Mestrado em Gestão do Patrimônio Cultural) –Universidade Católica de Góias, 2006.
Autora: Maristane de Souza Rosa
Orientador: Dra. Izabel Missagia de Mattos
cidade de São Luís foi seduzida por um ritmo que conquistou a alma de grande parte da população maranhense e da juventude negra de baixa renda, o reggae. Outrora nomeada de Atenas Brasileira, Cidade dos Azulejos, Ilha do Amor, a capital do Maranhão passou a receber o codinome de ‘Jamaica brasi-leira’, em menção à música do Caribe que se proliferou por todos os cantos da ilha. A cultura maranhense – amplamente reconhecida pelo tambor-de-crioula, o bumba-meu-boi, o cacuriá, a Festa do Divino e os terreiros Mina – passou, assim, a ser representada pelo reggae, que veio nas ondas da indústria cultural a partir de meados da década de l970. Apesar de contestado por alguns defensores da ‘autenticidade cultural’, o roots jamaicano foi adotado, tornando-se um importante elemento de lazer e identidade étnica.
Esta dissertação investiga características místicas, religiosas e políticas que denunciam desigualdades étnicas e sociais, partindo das letras musicais amplamente tocadas e conhecidas na cidade e revelando como a diáspora jeje supe-rou problemas de construção da identidade, ao incorporar o
reggae como seu patrimônio cultural. Os resultados colhidos
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de lion-man que passou a confi gurar cenário propício para reivindicações de cidadania e direitos políticos.
O fenômeno estudado fornece visibilidade ao bluff de tradições conferidas a um restrito grupo social dominante no Maranhão e aos processos de ‘higienização’ vivenciados historicamente pelos africanos e descendentes. Para melhor situar a complexidade social e simbólica na qual o reggae foi concebido e estabelecido como linguagem identitária, este viés interpretativo reapresenta o ritmo jamaicano, buscando no Egito Antigo as raízes estéticas para o uso dos dreadlocks e no milenar ritual de passagem do povo Masai a fi gura em-blemática do leão.
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. 4, n.2, p
. 873-874, jul./dez.
,Goiânia, v . 4, n.2, p . 875-877, jul./dez. 2006. NORMAS PARA PUBLICAÇÃO
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revista Habitus é destinada à publicação de produções acadêmicas nas áreas de competência da arqueologia, antropologia, da documen-tação audiovisual e do meio ambiente, tendo como eixo central a investigação e a produção culturais das sociedades humanas.A revista publicará trabalhos inéditos em português, espanhol, francês ou inglês sob a forma de artigos, notas de pesquisa, resenhas, comentários, in memoriam e resumos de dissertações ou teses defendidas. Os artigos poderão ser publicados em duas modalidades: como coletâneas em dife-rentes eixos temáticos e reunidos em volumes temáticos.
A publicação dos originais fi cará condicionada à sua apro-vação pelo conselho editorial, após sua avaliação por pareceristas. Todos os trabalhos deverão ser encaminhados na seguinte formatação:
• Artigos: máximo de trinta laudas, espaço duplo, incluindo as referências bibliográfi cas e/ou eletrônicas e notas;
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. 4, n.2, p
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• Resumos de dissertações e teses defendidas: máximo de uma lauda, espaço duplo.
Todos os manuscritos acima mencionados (exceto as resenhas, memoriais e resumos de dissertações e teses) deverão trazer também o título, um resumo (com o máximo de sessenta palavras), palavras-chaves (no máximo cinco). Os artigos em Português deverão trazer também o título em Inglês. Os textos devem usar fonte Arial, corpo 12, impressos em um só lado da página e com margens de 3cm (sup./esq.) e 2cm (inf./dir.).
A resolução adequada para ilustrações é de 720 dpi, no formato bitmap; para fotografi as, é de 300 dpi no formato tiff, sem escrita em seu verso. Imagens capturadas por internet não serão aceitas. Caso não seja possível a digitalização das fi guras, elas devem ser apresentas no original, formato 35mm (slides), 6 x 6cm, 6 x 7,5cm, 10 x 12,5cm e cópias fotográfi cas.
As notas explicativas devem vir no fi m do texto. As notas bibliográfi cas e/ou eletrônicas devem aparecer no corpo do texto com o seguinte formato: sobrenome do autor, ano de publicação e página: (HODDER, 1986, p. 35); e, no fi nal do artigo, em ordem alfabética, conforme exemplos a seguir:
Livro
RIBEIRO, D. Os índios e a civilização: a integração das popula-ções indígenas no Brasil moderno. Petrópolis: Vozes, 1982.
Coletânea
CLIFFORD, J.; MARCUS, E. G. (Orgs.). Writing culture: the poetics and politics of ethnography. Berkeley: University of Califórnia Press, 1986.
Artigo em coletânea
VELHO, O. Globalização, antropologia e religião. In: ORO, A. P.; STEIL, C. A. Globalização e religião. Petrópolis: Vozes, 1997. p. 25-42.
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. 4, n.2, p
. 875-877, jul./dez.
2006.
Artigo em periódico
LIMA, T. A. Humores e odores: ordem corporal e ordem social no Rio de Janeiro, século XIX. Manguinhos, Rio de Janeiro, v. 2, n. 3, p. 44-49, 1996.
Trabalhos não publicados
GIACOMAZZI, M. C. G. O cotidiano na Vila Jardim: um estudo de trajetórias, narrativas biográfi cas e sociabilidade sob o prisma do medo na cidade. Tese (Doutorado) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 1997.
Internet
GUERRA, C.M.F. Condições clínicas de próteses fi xas... [artigo científi co]. Disponível em: <www.odontologia.com.br/artigos/ idoso.html>. Acesso em: 4 jul 2000.
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