16 Criança: Jesus, nosso Amigo,
Nós sabemos que estás sempre connosco,
Mas sentimos ainda mais a Tua presença neste momento.
Criança: Estamos muito contentes por teres vindo a nós.
Quero dizer-Te muito obrigado pelas pessoas que me têm falado de Ti
e têm partilhado as suas vidas comigo:
os meus pais, padrinhos, catequistas e pároco.
Criança: Precisamos que venhas à nossa vida, ao nosso coração. Só Tu és o Deus verdadeiro, Aquele que procuramos e amamos. Fica sempre connosco...
18. Entrega diplomas - cada comunidade fará como achar melhor
19. Ritos Finais – Cântico Final:
No final da celebração as crianças dividem no adro da Igreja os pedaços de pão dos diversos cestos pela comunidade. Damos como sugestão fotografia de grupo antes de começar a celebração.
FESTA DA EUCARISTIA
3º ano de Catequese
«Então Jesus tomou os cinco pães … depois partiu-os e deu-os aos discípulos, para eles os distribuírem pela multidão.»
Conselho Inter-paroquial de Coordenadores de Catequese e Catequistas da Zona Oeste/Veiga – BRAGA - 2013
Criança 1:
Chegou momento mais importante desta festa. Há muito tempo que esperávamos por ele.
É o momento em que Jesus vem ao nosso coração.
Criança 2:
Vamos agora receber Jesus, com muito amor e muito carinho, para vivermos com Ele dentro de nós e podermos levar o seu pão de amor e de paz a todas as pessoas…
Presidente: Como Jesus, e com Jesus, tomai o Pão em vossas mãos! Não o agarrem, como se fosse produto merecido e exclusivo do trabalho das vossas mãos! Recebei sempre, de mãos puras e vazias, o pão de cada dia e o vinho da vossa alegria, como recebereis nas vossas mãos pobres e estendidas, o pão da Eucaristia! Tomai Cristo, neste Pão! Adorai-o! É Jesus, na sua presença real, vida dada em comunhão!
17. Oração Pós Comunhão
Catequista: Como Jesus, e com Jesus, demos graças!
Cantemos e louvemos e demos graças, pelo Pão vivo descido do Céu... Pai: Obrigado, Senhor, pela comunhão dos nossos filhos.
Eles ensinam-nos muito!
A ingenuidade das suas perguntas e das suas respostas,
a transparência dos seus gestos e das suas atitudes são para nós uma grande responsabilidade
na tarefa de educar, de os ajudar a crescer, de os ajudar a ser, porventura, melhores do que nós.
Mãe: Faz, Senhor, a Tua morada nos seus corações sem maldade, sem ofensa, sem dualidade
14 Mãe: Para que Jesus, que é nossa luz, ajude as nossas famílias a buscar sempre na Eucaristia força necessária para vencer as dificuldades da vida e a ter confiança e esperança. Oremos irmãos
Criança: Para que Jesus, que é nossa vida, fique nos nossos corações, nós que hoje, pela primeira vez vamos comungar e nos encha de alegria, felicidade e amor. Oremos irmãos.
Padrinho: Para que Jesus, que é nosso amigo, abençoe todos os pais, padrinhos, pároco e catequistas para que possam acompanhar de perto esta fase da vida dos nossos afilhados sejam um exemplo de fé a seguir. Oremos irmãos.
Catequizando 4º ano: Para que Jesus, que é nosso alimento, nos dê sempre força para ajudarmos os
pobres, os velhinhos, os doentes e os que mais sofrem. Oremos irmãos.
Presidente: Escutai, Senhor, os pedidos que Vos fazemos e dignai-vos atendê-los com amor e carinho, Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo. Ámen.
11. Ofertório
(no fundo da Igreja devem estar um ramo de flores em botão, uma cesta com pão e espigas, um jarro de vinho e uvas e o pão e o vinho para a consagração.) Estes dons devem ser levados ao altar por avós dos catequizandos do 3º ano.
12. Oração sobre as oblatas
13. Oração Eucarística II – missa com crianças 14. Pai Nosso 15. Paz 16. Comunhão 3 FESTA DA EUCARISTIA Imaginário
Que a Eucaristia é uma Festa é um dado adquirido. Mas é igualmente seguro que a Festa, biblicamente falando, é uma roda de alegria, um círculo aberto. Na verdade, na Bíblia, uma Festa é um encontro marcado (mô‘ed) , plural mô‘adîm, de ya‘ad [= marcar um encontro], com Deus e com os outros[1]. Sendo um encontro marcado com Deus e com os outros, então é sempre um espaço de alegria, de filialidade e de fraternidade. E se a Festa é de peregrinação, como são a Páscoa, as Semanas ou Pentecostes e as Tendas –, então a alegria, a filialidade e a fraternidade são ainda mais intensas, dado que Festa de peregrinação se diz, na língua hebraica, hag, plural hagîm. E hag deriva de hûg, que significa círculo, e, portanto, família, lareira, encontro, alegria, música, roda, dança, vida.
Os verbos implicam acção, traduzem atitudes, desenham passos e gestos. É, por isso, importante, neste estudo sobre a Eucaristia, começar por mostrar os verbos que lhe servem de suporte no Novo Testamento. Percorremos, para o efeito, todos os textos significativos que a manifestam: a) os cinco textos que se referem à instituição da Eucaristia (Mt 26,26-27; Mc 14,22-23; Lc 22,17-20; 1 Cor 11,23-26; 1 Cor 10,16), a que acrescentaremos ainda um texto do Livro dos Actos (27,35); b) os seis textos que habitualmente são mencionados a propósito da chamada «multiplicação dos pães» (Mt 14,19; 15,36; Mc 6,41; 8,6; Lc 9,16; Jo 6,11), a que acrescentaremos um sétimo (Lc 24,30), que também poderíamos catalogar na secção da instituição da Eucaristia. Apresentamos primeiro os verbos tal como aparecem no texto grego do NT, logo seguidos da respectiva versão em língua portuguesa. No que se refere à instituição da Eucaristia, apresentamos primeiro o pão, depois o cálice. No que diz respeito à chamada «multiplicação dos pães», apresentamos em primeiro lugar a primeira e depois a segunda, sendo que Lc 24,30 ocupa aqui o lugar da segunda, que falta em Lucas. João conta apenas uma.
Jesus fala à multidão sobre o reino de Deus e cura aqueles que necessitam. Está num local deserto. Não há casas. Não há mercados de troca. Aparentemente não há o que partilhar para saciar a fome e a sede da multidão. Mas, Jesus não se assusta. Não se alarma. Com serenidade ensina o prazer da divisão. Revela-se como partilha ensinando a amar sem limites.
“Jesus não fez uma operação de «multiplicação» dos pães, mas de «divisão» e «com-divisão», partilha dos pães! O milagre de Jesus – aquilo que suscita surpresa e maravilha- não consiste em aumentar a quantidade do pão (permanece a mesma), mas em abrir os olhos aos seus discípulos e a nós que, como cegos, só conhecemos e pensamos na lógica do vender e do comprar […]. Partindo o pão e dividindo-o, com a clara consciência de que onde isto acontecer, não só instaura o necessário para todos (todos comeram e ficaram saciados), mas instaura-se igualmente o «excesso», a superabundância da graça”(recolheram doze cestos dos pedaços que sobraram) - in Mesa
de palavras, Dom António Couto.
Em cada Eucaristia sentimos a graça da divisão, sentimos a graça do amor puro e gratuito. Jesus faz-se presente no Pão, “Isto é o meu corpo, entregue por vós” (Cfr. 2ª leitura), conduzindo-nos numa viagem ao encontro da Última Ceia, onde partiu e distribuiu o Pão pelos discípulos (não multiplicou), instituindo a Eucaristia.
Partir o pão é o gesto do pai de família que se preocupa dos seus e lhes dá aquilo de que têm necessidade para a vida. Mas é também o gesto da hospitalidade com que o estrangeiro, o hóspede é acolhido na família sendo-lhe concedido tomar parte na sua vida. Partir-partilhar é unir. Através da partilha, cria-se comunhão. No pão repartido, o Senhor distribui-Se a Si próprio. O gesto de partir alude misteriosamente também à sua morte, ao amor até à morte. Ele distribui-Se a Si mesmo, verdadeiro «pão para a vida do mundo» (cf. Jo 6, 51). O alimento de que o homem, no mais fundo de si mesmo, tem necessidade é a comunhão com o próprio Deus. Dando graças e abençoando, Jesus transforma o pão: já não dá pão terreno, mas a comunhão consigo mesmo.
Presidente- Vós já sabeis que Deus é Pai. Hoje ides unir-vos a Ele ainda mais intimamente porque ides receber pela primeira vez o Corpo do seu filho, Jesus. Recordando o dia do vosso baptismo, afirmai com alegria e entusiasmo a vossa fé:
Presidente - Credes em Deus Pai que criou o céu, a terra e tudo quanto existe?
Todos - SIM, CREIO!
Presidente - Credes em Jesus, o pão descido do céu para nos alimentar e dar vida?
Todos - SIM, CREIO!
Presidente - Credes no Espírito Santo que nos reúne, nos anima e nos compromete com a
renovação do mundo? Todos - SIM, CREIO!
Presidente - Credes na Igreja a quem Deus confiou um tesouro para enriquecer toda a humanidade?
Todos - SIM, CREIO!
Presidente - “Esta é a nossa Fé. Esta é a Fé da Igreja que nos alegramos de professar em Jesus Cristo, Nosso Senhor”. Todos - Ámen
10. Oração dos Fiéis
Presidente: Jesus disse aos seus amigos: «Dai-lhes vós de comer». É este pedido de Jesus que queremos realizar agora para estas crianças que hoje pela primeira vez recebem Jesus no seu coração e com elas, oremos dizendo:
Jesus, Pão Vivo, escuta a nossa oração
Pai: Para que Jesus, que é nosso irmão, nos ajude a tornar mundo melhor para todos e não nos deixe cruzar os braços diante da dor dos nossos irmãos. Oremos irmãos;
12 EVANGELHO - Lc 9, 11b-17
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas Naquele tempo,
estava Jesus a falar à multidão sobre o reino de Deus e a curar aqueles que necessitavam.
O dia começava a declinar.
Então os Doze aproximaram-se e disseram-Lhe: «Manda embora a multidão
para ir procurar pousada e alimento às aldeias e casais mais próximos, pois aqui estamos num local deserto». Disse-lhes Jesus:
«Dai-lhes vós de comer». Mas eles responderam:
«Não temos senão cinco pães e dois peixes... Só se formos nós mesmos
comprar comida para todo este povo». Eram de facto uns cinco mil homens. Disse Jesus aos discípulos:
«Mandai-os sentar por grupos de cinquenta». Assim fizeram e todos se sentaram.
Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao Céu
e pronunciou sobre eles a bênção. Depois partiu-os e deu-os aos discípulos, para eles os distribuírem pela multidão. Todos comeram e ficaram saciados;
e ainda recolheram doze cestos dos pedaços que sobraram. Palavra da salvação.
8. Homilia
9. Credo Baptismal
5 O imaginário desta celebração
Pelo batismo a água pura tornou-nos filhos de DEUS. A Palavra de Deus é a semente que enche os nossos corações de quem a sabe acolher. JESUS amou-nos tanto que por nosso amor se deixou morrer na cruz, ressuscitou ao terceiro dia e a cruz da morte tornou-se a árvore da VIDA. O Pão fruto da tornou-semente e o vinho fruto da videira são alimentos que Jesus transformou no Seu Corpo e no Seu Sangue e se tornaram para nós em alimentos que nos dão Vida e que hoje os meninos do 3.º ano vão receber pela 1.ª vez. O imaginário é elaborado em quatro símbolos de acordo com as imagens que ficaram ao cuidado de cada paróquia no seu embelezamento mas mantendo este registo.
Decoração:
No ambão decora-se com sementes que se tornam fruto. A Palavra é a semente que nos enche o coração. A cruz que foi utilizada na festa da vida (ou outra) simboliza a libertação da morte para a vida a transformação do vinho em sangue de Jesus. A Pia Batismal é água
do Batismo que nos purifica. Deus é Fonte de água, sem água não há vida e os peixes mais do que qualquer outro ser vivo para viverem precisam de serem inundados com água pura. E por último na frente do Altar. O altar é a mesa onde se dá a transformação do Pão e Vinho no corpo e sangue de JESUS e que é partilhado pelos irmãos e também a multiplicação do Pão (o cesto do pão que será distribuído no fim da Eucaristia) e dos Peixes (pode ser um aquário com dois peixes). É importante que sejam pedaços e não pães inteiros, porque é também nestes pedaços que se revela a partilha. Ao longo da celebração deve estar presente a divisão dos pães... No final da celebração, os catequistas distribuem os cestos pelos catequizandos para que estes o partilhem, no exterior da igreja, por todos os presentes.
Ornamentação da Igreja:
Dado tratar-se de uma Festa "importante", existe a tendência de se elaborar demasiado os arranjos, no entanto os intervenientes têm apenas 8 a 9 anos, assim sugiro que a ornamentação dos altares seja feita de forma simples com flores de cor clara (branco, bege, pérola, rosa) e por se tratar da festa do "pão", sugiro que os arranjos tenham a presença de espigas de centeio, uvas, pão....
Disposição das crianças na celebração
Depois das crianças entrarem na igreja em procissão com as catequistas, os acólitos e o presidente da celebração, vão-se sentar nos 1ºs bancos.
A disposição seria colocar os bancos na diagonal, cada um tem que depois ter em conta a Igreja onde é a celebração ( esta disposição dá a ideia de Jesus está de braços abertos para acolhê-los ), o que é realmente verdade!
Altar
Criança 1 - Terra, exulta de alegria, Louva o teu pastor e guia,
Com teus hinos, tua voz.
Criança 2 - Quanto possas tanto ouses, Em louvá-l’O não repouses:
Sempre excede o teu louvor.
Criança 3 - Hoje a Igreja te convida: O pão vivo que dá vida
Vem com ela celebrar.
Criança 4 - Este pão — que o mundo creia — Por Jesus na santa Ceia
Foi entregue aos que escolheu.
Criança 1 - Eis o pão que os Anjos comem Transformado em pão do homem; Só os filhos o consomem:
Não será lançado aos cães.
Criança 2 - Em sinais prefigurado, Por Abraão imolado,
No cordeiro aos pais foi dado, No deserto foi maná.
Criança 3 - Bom pastor, pão da verdade, Tende de nós piedade,
Conservai-nos na unidade, Extingui nossa orfandade E conduzi-nos ao Pai.
Criança 4 - Aos mortais dando comida, Dais também o pão da vida:
Que a família assim nutrida Seja um dia reunida
10 LEITURA II - 1 Cor 11, 23-26
Sugestão: Encenação desta leitura. O leitor lê pausadamente e ao mesmo
tempo em frente ao altar um grupo de 12 pessoas (apóstolos), mais uma pessoa que represente Jesus fazem a encenação desta leitura. Deve colocar-se uma esteira no chão aos pés do altar. O grupo dos doze (catequizandos do 9º e 10º anos de catequese ou pais das crianças ou ainda os personagens que representaram o lava-pés na quinta-feira Santa) juntamente com um pai, que faz de Jesus entram por uma porta lateral. Jesus coloca-se no meio e os apóstolos à sua volta. No meio da esteira deve estar uma broa de pão e um cálice com vinho. Todos fazem mímica, só se ouve a voz do leitor (catequista) que acompanha lentamente a representação. O cenário pode ser montado logo a pós o salmo, sem grandes movimentos (deve ser muito bem ensaiado). No final da 2º leitura enquanto se canta o evangelho tira-se este cenário.
Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios Irmãos:
Eu recebi do Senhor o que também vos transmiti: o Senhor Jesus, na noite em que ia ser entregue, tomou o pão e, dando graças, partiu-o e disse: «Isto é o meu Corpo, entregue por vós. Fazei isto em memória de Mim».
Do mesmo modo, no fim da ceia, tomou o cálice e disse: «Este cálice é a nova aliança no meu Sangue.
Todas as vezes que o beberdes, fazei-o em memória de Mim». Na verdade, todas as vezes que comerdes deste pão
e beberdes deste cálice,
anunciareis a morte do Senhor, até que Ele venha». Palavra do Senhor.
SEQUÊNCIA: Esta sequência é facultativa e pode dizer-se na íntegra ou mais breve, isto é, desde as palavras: Eis o pão ... Deve fazer-se de modo especial na Festa do Corpo de Deus, o que não impede de fazer-se em outro dia. Damos como sugestão fazer-se ao jeito de jogral por quatro crianças. Se tal, não for possível podem ser quatro adultos ou até mesmo cantado pelo grupo coral.
7
1. Procissão de Entrada:
A entrada é feita a partir do fundo da igreja. Esta organiza-se do seguinte modo: Cruz Paroquial Evangeliário (familiar de uma das crianças), Catequista/as 3ºano com as velas, crianças duas a duas (de preferência um menino e uma menina), acólitos e Presidente da celebração.
2. Ritos Iniciais
3. Admonição Inicial (feita por duas criança do 3ºano):
Catequista: Hoje, a nossa comunidade está em festa. Estes meninos vão receber pela primeira vez Jesus e querem partilhar connosco a sua alegria. Os momentos solenes são sempre vividos com os outros, porque vivemos em comunidade e partilhamos as grandes alegrias. A Igreja é sempre «casa», que acolhe para edificar, em comum, um futuro de felicidade.
Pai/Mãe: A entrega, a partilha e o amor são também centrais nesta eucaristia. O Amor de quem nos ama sem condições e de quem é capaz de saborear cada sorriso nosso como se fosse único... Nós, que somos pequenas sementes do seu reino e também os ramos da videira que é Jesus.
Criança: Neste dia tão belo, estou aqui Jesus, para receber-Te na minha vida.
4. Acto penitencial.
(pode cantar-se no final de cada frase: “Senhor, tende piedade de nós”) Pai/Mãe – Senhor, perdoa-nos por tantas vezes na nossa vida falhamos como pais e não conseguimos ser “modelos” como a Tua Família em Nazaré. Perdão Senhor e aceita estes pedaços da nossa pobreza (coloca 2 pedaços de pão numa cesta, que se encontra aos pés do altar. Tudo deve ser feito com calma e com verdadeiro espírito de arrependimento)
Padrinhos – Cristo, perdoa-nos por tantas vezes na nossa vida falhamos como padrinhos e não conseguimos ser testemunhas de fé, amor e esperança para os nossos afilhados. Perdão Senhor e aceita estes pedaços da nossa pobreza (coloca 2 pedaços de pão numa cesta, que se encontra aos pés do altar. Tudo deve ser feito com calma e com verdadeiro espírito de arrependimento)
Criança - Senhor, desculpa por tantas vezes não amar os outros como Tu me pedes... Perdão amigo Jesus e aceita estes pedaços da minha pobreza (coloca 2 pedaços de pão numa cesta, que se encontra aos pés do altar. Tudo deve ser feito com calma e com verdadeiro espírito de arrependimento)
Presidente: Deus cheio de Amor e de Ternura acolhe o nosso perdão, aceita os pedaços da nossa pobreza e ajuda-nos a traçar caminhos de partilha que nos leve à eternidade e à comunhão com o Corpo do Teu Filho Jesus.
5. Glória
6. Oração da Colecta
7. LITURGIA DA PALAVRA
Entronização da Palavra de Deus:
Do fundo da igreja vêm os leitores, um com o Leccionário, o outro ao lado com o Círio Pascal e por último o salmista com o livro dos Salmos. À frente destes vem uma criança cantando: “ Eu vim para escutar…” respondendo o restante grupo do lugar “ tua palavra, tua palavra, tua palavra de amor”. Chegando ao altar a criança continua o cântico (“ eu quero entender melhor”, “eu quero viver melhor”) enquanto os leitores e o salmista sobem para o ambão. Quando acabar o cântico a criança regressa para o lugar. Os leitores, o salmista e o Sacerdote no fim de lerem as leituras e proclamarem o Evangelho deitam pedaços de pão nos cestos. Todos ficam até ao fim do Evangelho e pegam em sacos cheios de pedaços de pão que se encontram junto ao ambão. Pegando neles deitam-nos nos diversos cestos simbolizando a riqueza da palavra de Deus que enche a nossa vida e mata a nossa fome.
LEITURA I - Gen 14, 18-20 (lida por um padrinho ou madrinha)
Leitura do Livro do Génesis Naqueles dias,
Melquisedec, rei de Salém, trouxe pão e vinho. Era sacerdote do Deus Altíssimo
e abençoou Abraão, dizendo:
«Abençoado seja Abraão pelo Deus Altíssimo, criador do céu e da terra.
Bendito seja o Deus Altíssimo,
que entregou nas tuas mãos os teus inimigos». E Abraão deu-lhe a dízima de tudo.
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL - Salmo 109 (110), 1-4 (R. 4bc) Refrão: O Senhor é sacerdote para sempre.
Disse o Senhor ao meu Senhor: «Senta-te à minha direita,
até que Eu faça de teus inimigos escabelo de teus pés.
O Senhor estenderá de Sião o ceptro do teu poder
e tu dominarás no meio dos teus inimigos.
A ti pertence a realeza desde o dia em que nasceste nos esplendores da santidade,
antes da aurora, como orvalho, Eu te gerei».
O Senhor jurou e não Se arrependerá: «Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec».