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Jornal do Commercio (RJ)

17/03/2004

Direito & Justiça

Ferrovia vai usar dois maquinistas

A Ferrovia Centro Atlântica (FCA) deve operar seus trens usando dois

maquinistas. Decisão do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Nilson Naves, cassa liminar concedida pela Justiça Federal à FCA que permitia o funcionamento dos trens com apenas um maquinista, mantendo, assim, a determinação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), impedindo o funcionamento pelo sistema de monocondução. Naves entendeu que o sistema que usa dois maquinistas para conduzir a locomotiva é muito mais seguro.

A ANTT suspendeu a permissão da Ferrovia Centro Atlântica para

funcionamento pelo sistema de monocondução, determinando a obrigatoriedade do uso do sistema de dupla condução, em razão de um acidente ocorrido com uma das máquinas da Ferrovia em 2003.

Nilson Naves entendeu que ''é certo que o sistema em que se usam dois maquinistas para a condução da locomotiva é muito mais seguro'. Entende que a medida é de fato importante para se evitarem futuros acidentes.

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SHCN 107 - Bloco “C” - Sala 207 - CEP: 70.743-530 - Brasília - DF

Telefone: (061) 340-9298 - Fax: (061) 340-8408 - www.guria.com.br - e-mail: [email protected]

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Tribuna da Imprensa (RJ)

17/03/2004

Ciências/ Ambiente

Porto da hidrovia Tietê-Paraná pára por determinação do

Ibama

SOROCABA (São Paulo) - Alegando problemas ambientais, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) paralisou as operações do porto da Hidrovia Tietê-Paraná no município de Três Lagoas (MS).

O terminal havia sido cedido em comodato pela prefeitura à Empresa Paulista de Navegação (EPN), uma das principais usuárias da hidrovia.

A empresa assinou contrato para o transporte, já no primeiro ano, de 600 mil toneladas de madeira pela hidrovia. A EPN estava fazendo obras de adequação no porto para o traslado da carga dos caminhões para as barcaças quando foi notificada a suspender os trabalhos. O Ibama de Três Lagoas exigiu a apresentação de licença prévia para a obra.

Segundo o diretor da EPN, Pedro Burin, o próprio órgão havia dispensado o licenciamento por se tratar de um porto já existente, localizado em área degradada. "A única exigência era de licença de operação, que seria apresentada oportunamente".

O porto foi utilizado durante muitos anos pela Companhia Energética de São Paulo (Cesp) na construção da Hidrelétrica de Jupiá. Como estava em desuso, foi doado pela Cesp à prefeitura a título de compensação ambiental pela construção da barragem no Rio Paraná.

A prefeitura repassou a operação à EPN. Alegando problemas ambientais, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) paralisou nesta segunda-feira as operações do porto da Hidrovia Tietê-Paraná no município de Três Lagoas (MS).

O terminal havia sido cedido em comodato pela prefeitura à Empresa Paulista de Navegação (EPN), uma das principais usuárias da hidrovia.

A empresa assinou contrato para o transporte, já no primeiro ano, de 600 mil toneladas de madeira pela hidrovia. A EPN estava fazendo obras de adequação no porto para o traslado da carga dos caminhões para as barcaças quando foi notificada a suspender os trabalhos. O Ibama de Três Lagoas exigiu a apresentação de licença prévia para a obra.

Segundo o diretor da EPN, Pedro Burin, o próprio órgão havia dispensado o licenciamento por se tratar de um porto já existente, localizado em área degradada. "A única exigência era de licença de operação, que seria apresentada oportunamente."

O porto foi utilizado durante muitos anos pela Companhia Energética de São Paulo (Cesp) na construção da Hidrelétrica de Jupiá. Como estava em desuso, foi doado pela Cesp à prefeitura a título de compensação ambiental pela construção da barragem no Rio Paraná. A prefeitura repassou a operação à EPN.

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Diário Catarinense (SC)

17/03/2004

Geral

Obra pára o trânsito na ponte

PATRICIA RODRIGUES

Obras de recuperação na Ponte Pedro Ivo Campos, que liga o Continente à Ilha, causaram um engarrafamento gigantesco durante a manhã de ontem na Capital. O trânsito só voltou ao normal por volta das 9h30min, quando todas as pistas foram liberadas.

O problema, segundo o Departamento de Infra-Estrutura do Estado (Deinfra), foi a queda de temperatura desta madrugada que não colaborou com o endurecimento do cimento. No início da manhã somente duas pistas estavam abertas.

O resultado foram filas intermináveis que chegaram até a BR-101. Ao norte da

rodovia, o congestionamento chegou até Barreiros, no Sul a fila seguiu até o Morro do

Avaí, em São José.

Em ambos os sentidos o engarrafamento foi de 10 quilômetros, informou o tenente Roberto Reckziegel, da Polícia Rodoviária Federal.

No Continente a situação não foi diferente, a fila que começou no Bairro Coqueiros chegou até o Bairro Abraão, numa distância de cinco quilômetros.

O diretor-geral do Deinfra, Romualdo França, explica que as obras estão sendo feitas desde janeiro, em diversas etapas, que ocorrem sempre durante a madrugada quando o fluxo de veículos é mínimo.

"Desta vez começamos o serviço ainda mais cedo e terminamos por volta da meia-noite, mas a queda da temperatura retardou o processo químico de hidratação do cimento, prolongando seu endurecimento", explicou França.

Os técnicos do departamento trocaram a junta de dilatação e fizeram a recuperação dos berços de ancoragem da ponte Pedro Ivo. Falta ainda a colagem das juntas.

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O Popular (GO)

17/03/2004

Cidades

GO-060 volta a ser liberada

Após quatro interdições em pouco mais de um mês, a GO-060, que liga Goiânia a Trindade - conhecida como Rodovia dos Romeiros -, voltou a ser liberada para o tráfego de carros de passeio, ônibus e caminhões por volta da zero hora de ontem. Os sucessivos transbordamentos do Córrego Bruacas mudaram a rotina dos motoristas que precisam passar pelo trecho da rodovia atingido pelas enchentes.

De acordo com Francisco Humberto Moreira, engenheiro da Agência Goiana de

Transportes e Obras (Agetop) e encarregado de fiscalizar as obras na GO-060, para

suportar a força das águas, em caso de cheia do Córrego Bruacas, está sendo construído um bueiro de duas células em concreto, com 3,25 metros de largura e 3,6 metros de altura. O canal vai medir 52 metros - distância de uma ponta a outra da

rodovia - e, segundo a agência, permitirá a vazão de 22 metros cúbicos de água por

segundo.

A previsão da Agetop, porém, é de que as obras sejam concluídas em, no máximo, três meses. A primeira interdição na GO-060 ocorreu no dia 11 do mês passado.

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Folha de Rondônia (RO)

17/03/2004

Ji-Paraná

Obras faz reparo no asfalto da 364

A secretaria de Obras e Serviços Públicos de Ji-Paraná realizou na manhã de ontem a recuperação de um trecho da rodovia 364, em frente ao Banco Ji-Cred. Foi feito a retirada do asfalto que estava irregular e com buracos, sendo colocado material asfáltico no local.

O órgão responsável pela recuperação e manutenção da BR é o Departamento Nacional de Infra-estrutura (Dnit).

"Estamos fazendo a recuperação deste trecho por haver a necessidade de resolução imediata do problema pois, o trânsito estava estrangulado no local. Entramos em contato com Odair Cordeiro, diretor do Dnit, e o mesmo informou que já está providenciando o conserto dos demais trechos da rodovia", informou o Secretário de Obras e Serviços Públicos Fernando Luiz Brum Prettz.

Para execução deste serviço foi retirada da coleta de lixo uma caçamba que estava à disposição da prefeitura, até que se conclua o processo de licitação para contratação da empresa de coleta de lixo.

A secretaria de Obras continua com a recuperação de 650 metros da T-18, onde estão sendo utilizados 3.500 metros cúbicos de aterro e posteriormente serão feitas duas valas seccionais cujo projeto técnico já está em execução.

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O Norte (PB)

17/03/2004

Cidades

BR-230 será recuperada

O coordenador do Denit na Paraíba disse que até sexta-feira deverá ser liberada uma verba de R$ 1 milhão para o início das obras na rodovia

Jorge Lobato Repórter do DB [email protected]

Ocoordenador estadual do Departamento Nacional de Infra-estrutura e

Transporte - Dnit (antigo DNER), Expedito Leite, retornou ontem de Brasília e

informou que se tudo correr bem, até a próxima sexta-feira será liberado R$ 1 milhão para o início da obra de recuperação do trecho da BR-230, que desabou devido às chuvas do mês de janeiro.

Ele informou que o total da verba que será liberada é de R$ 3.728.000,00, mas que com a liberação de R$ 1 milhão a construtora Via Dragados, a mesma que fez a duplicação da BR-230, iniciará as obras.

"Estamos otimistas de que o dinheiro seja liberado até o final da semana, para que na segunda-feira as obras sejam iniciadas. O empenho já foi feito, falta apenas ser assinado para que a verba seja liberada", explicou Expedito Leite.

Enquanto isso, o trecho da rodovia continua interditado e os motoristas que viajam de Campina Grande para João Pessoa, e vice-versa, trafegam em mão única por cerca de seis quilômetros. O Dnit, em parceria com a Polícia Ro-doviária Federal, colocou sinalização no referido trecho com o objetivo de orientar os motoristas e evitar acidentes.

Moradores de Riachão do Bacamarte, principalmente os co-merciantes, continuam aguardando a recuperação do trecho para que os veículos voltem a passar pela cidade, vindos de João Pessoa. Eles pretendem realizar, nos próximos dias, um protesto, fechando a rodovia, tentando convencer as autoridades a desmanchar o que foi feito pelo governo passado, construindo um funil antes e depois da cidade, fazendo com que os veículos passem na ida e na volta, como ocorria antes.

Referências

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